Archives Setembro 2022

IGP-10 tem deflação de 0,9% em setembro

Queda foi mais acentuada do que no mês anterior

O índice acumula taxas de inflação de 7,45% no ano e de 8,24% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou deflação (queda de preços) de 0,90% em setembro deste ano. A queda foi mais acentuada do que a observada no mês anterior (-0,69%). O dado foi divulgado nesta sexta-feira (16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, o índice acumula taxas de inflação de 7,45% no ano e de 8,24% em 12 meses. Em setembro do ano passado, o índice havia tido deflação de 0,37% no mês e inflação de 26,84% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve queda de 1,18% em setembro, deflação superior à registrada no mês anterior (-0,65%). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, também continuou registrando deflação, mas com taxa maior, ao passar de -1,56% em agosto para -0,14% em setembro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de uma inflação de 0,74% em agosto para deflação de 0,02% em setembro.

Com Agência Brasil

Queda foi mais acentuada do que no mês anterior

YouTube pode ter até 10 anúncios não puláveis

O YouTube está testando um intervalo chamado “bumper ads” com até 10 anúncios não puláveis como forma de continuar rentabilizando a plataforma e seus criadores.

Embora isso certamente lembre os intervalos comerciais da TV aberta, os testes do YouTube parecem se preocupar com seus usuários: os anúncios não devem ocupar muito do seu tempo.

Nossos colegas do 9to5Google relatam que um total de 10 anúncios levou apenas 60 segundos:

“Pelo que pudemos ver nos relatórios dos usuários, esses anúncios são em grande parte de apenas cinco ou seis segundos cada, o que significa que mesmo um intervalo de anúncio com 10 anúncios não puláveis ​​seria apenas cerca de 60 segundos”, disse a publicação.

Se você não gosta de publicidade há duas saídas: evitar o YouTube ou assinar o plano Premium. Atualmente o custo é de R$ 20.90/mês.

O YouTube está testando um intervalo chamado “bumper ads” com até 10 anúncios não puláveis como forma de…

Twitter para Android agora encaminha tweets para os Stories do Instagram

Não é mais necessário printar a tela do celular para encaminhar tweets no Stories do Instagram ou Snapchat.

A novidade, que já estava em uso no iOS, chegou ao Twitter para Android. Basta clicar na opção de compartilhar para tirar proveito da novidade.

We enjoyed the Tweet. Now everyone should enjoy it too.

Sharing a Tweet directly to Snapchat and Instagram Stories is now available on Android (already on iOS!)

And we added LinkedIn sharing on Android and iOS. Tap the share icon on a Tweet to try it out.

— Twitter Support (@TwitterSupport) September 8, 2022

“Gostamos de Tweet. Agora todos devem aproveitar também. Compartilhar um Tweet diretamente no Snapchat e Instagram Stories está disponível no Android (já no iOS!) E adicionamos o compartilhamento do LinkedIn no Android e iOS. Toque no ícone de compartilhamento em um Tweet para experimentá-lo”, publicou a empresa.

O Twitter também está testando um botão “Compartilhar no Whatsapp”. Por enquanto, somente os usuários indianos tem acesso ao recurso.

Não é mais necessário printar a tela do celular para encaminhar tweets no Stories do Instagram ou Snapchat.…

Google não deve lançar novo Pixelbook

O The Verge relata que o Google descontinuou sua linha de laptops Pixelbook, com a equipe responsável transferida para outras funções.

A informação contradiz rumores que afirmavam que o dispositivo estava em um estado “muito avançado de desenvolvimento”.

Se confirmado pelo Google (que não comentou as informações na imprensa), o movimento marca o fim da tentativa do Google de construir seu próprio Chromebook.

Na verdade, o PixelBook funcionava como um dispositivo Premium para inspirar outros fabricantes a apostarem alto na plataforma e em sua construção.

Em relação as vendas, o PixelBook nunca foi um sucesso por conta do preço pouco acessível – até mesmo nos Estados Unidos.

O The Verge relata que o Google descontinuou sua linha de laptops Pixelbook, com a equipe responsável transferida…

Google Fotos agora compartilha memórias completas

Se você usa o Google Fotos em um dispositivo Android, agora terá uma maneira nativa de compartilhar memórias com outras pessoas.

Amigos e familiares poderão ver suas lembranças em qualquer dispositivo com o Google Fotos. As opções de compartilhamento serão lançadas em breve para o iOS e à web.

Até hoje, as memórias eram privadas, mas o Google pretende adicionando algumas novas opções de compartilhamento.

A atualização faz parte de uma mudança mais ampla nas Memórias, no qual agora terá uma presença mais forte de vídeos durante os flashbacks.

A partir de outubro, o Google também adicionará música instrumental e efeitos de zoom em algumas das memórias, criando uma nova experiência menos estática de ver o conteúdo nostálgico.

Para quem gosta das colagens, um novo recurso chamado Estilos adicionará automaticamente arte gráfica às memórias e também vários novos designs.

Se você usa o Google Fotos em um dispositivo Android, agora terá uma maneira nativa de compartilhar memórias…

Ecofinance realiza primeiro inventário de emissão de gases de efeito estufa da Panvel

Consultoria sugeriu recomendações para auxiliar na redução das emissões de carbono

Algumas iniciativas já implementadas pelo Grupo Panvel, como a implantação da autogeração de energia fotovoltaica em farmácias e nos centros de distribuição

A Ecofinance Negócios, em parceria com a SGBIO, assessorou o Grupo Panvel no desenvolvimento de seu primeiro inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), que contemplou todas as suas unidades empresariais. O trabalho está alinhado à plataforma de sustentabilidade da marca, Todos Bem, lançada em 2021 com o objetivo de adotar valores e práticas que impactem positivamente todo o seu ecossistema – colaboradores, parceiros, clientes, sociedade, o meio ambiente e a própria empresa.

Para a elaboração do inventário foi utilizada a metodologia internacional GHG Protocol bem como as equações fornecidas pelo Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC). Algumas iniciativas já implementadas pelo Grupo Panvel, como a implantação da autogeração de energia fotovoltaica em farmácias e nos centros de distribuição, já promoveram a redução de aproximadamente 27% das emissões controladas pela empresa.

A análise de benchmarking desenvolvida no trabalho mostrou que o Grupo Panvel apresenta um nível de emissões de carbono absoluto e relativo (por número de lojas e por funcionários) mais baixo que seus principais concorrentes. Essa análise evidenciou também que o inventário de emissões da empresa é mais completo em suas fontes de emissões indiretas, abrangendo a logística de insumos e produtos.

A partir da avaliação dos resultados do inventário, a Ecofinance sugeriu recomendações ao grupo farmacêutico para auxiliar na redução das emissões de carbono. Foram propostas a ampliação de estratégias que já apresentam resultados positivos, como o uso de energia solar e de veículos menos poluentes para entrega a clientes (bicicletas, moto elétricas), e novas ações envolvendo, inclusive, o engajamento de fornecedores.

A Ecofinance Negócios é uma empresa voltada ao desenvolvimento de projetos de redução de emissões de carbono que contribuem para o combate das mudanças climáticas em organizações privadas e governos subnacionais. Em 15 anos no mercado, a empresa comercializou mais de 15 milhões de créditos de carbono, assessorou mais de 160 empreendimentos de energia renovável e desenvolveu mais de 150 inventários de carbono de grandes organizações.

O Grupo Panvel é formado pela Panvel, uma das maiores redes de farmácias do país; a Dimed, uma das principais distribuidoras de medicamentos do Brasil e também pioneira no seu segmento no país, com centros de Distribuição em Eldorado do Sul (RS) e São José dos Pinhais (PR); e o Laboratório Industrial Farmacêutico Lifar, divisão de desenvolvimento e fabricação de cosméticos, medicamentos e alimentos.

Consultoria sugeriu recomendações para auxiliar na redução das emissões de carbono

Atividade econômica tem alta de 1,17% em julho

No acumulado em 12 meses, o indicador ficou positivo em 2,09%

Desde o ano passado, os resultados do IBC-Br vêm oscilando. Em abril e maio teve queda, em junho apresentou crescimento de 0,69% e, agora, mais uma alta

A atividade econômica brasileira registrou alta em julho deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou aumento de 1,17% em julho de 2022 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Desde o ano passado, os resultados do IBC-Br vêm oscilando. Em abril e maio teve queda, em junho apresentou crescimento de 0,69% e, agora, mais uma alta. Em julho, o IBC-Br atingiu 145,55 pontos. Na comparação com julho de 2021, houve crescimento de 3,87% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo, em 2,09%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 13,75% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia, a indústria, o comércio e os serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o PIB, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2021, o PIB do Brasil cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. No primeiro semestre de 2022, o indicador já avançou 2,5%.

Com Agência Brasil

No acumulado em 12 meses, o indicador ficou positivo em 2,09%

Condomínios logísticos ganham acesso por meio de aplicativos digitais

Empreendimentos da Capital Realty foram os primeiros do Sul a usar a tecnologia

Tecnologia aumenta segurança e reduz tempo de entrada em mais de 80%

O controle de acesso digital chegou aos condomínios logísticos da Capital Realty, líder do segmento no Sul do Brasil. Clientes, visitantes e motoristas agora podem fazer seu cadastro online sem precisar passar pela portaria e filas de espera. Com a digitalização do processo, o empreendimento oferece rastreabilidade de todas as autorizações de acesso, com controle de todas as solicitações de entrada e saída. Além disso, o sistema tem integração com a base de dados do Cadastro de Pessoa Física (CPF) da Receita Federal do Brasil (RFB), que garante a veracidade dos dados informados no cadastro.

A solução também agiliza o acesso nas portarias e evita filas. Com a implementação, a média de tempo de acesso foi reduzida em mais de 80%. Os visitantes podem realizar todas as etapas pelo próprio celular ou por totens de autoatendimento disponíveis nas áreas de entrada. Os empreendimentos da empresa foram os primeiros no Sul a adotar o controle de acesso digital. No Mega Curitiba, o número de visitas e motoristas mensais já superou 9 mil, além de 1,4 mil funcionários que utilizam o sistema diariamente, recorde de utilização na plataforma. O sistema começou a ser usado também nos outros empreendimentos da companhia, no Mega Esteio, no Rio Grande do Sul, e Mega Itajaí, em Santa Catarina.

“A gestão do acesso dos colaboradores, motoristas e visitantes passa a ser feita diretamente pelas empresas locatárias do próprio condomínio, por meio de portais e aplicativos com acesso restrito. São várias vantagens: mais agilidade, privacidade no tratamento dos dados pessoais e autonomia, eliminando intermediários. Quem entra utiliza o próprio celular para gerar uma chave de acesso, a partir de um QR Code randômico e criptografado fornecido por meio de aplicativo para smartphone. Isso dispensa o uso de cartões físicos de acesso, evitando o uso de plástico e contribuindo com o meio ambiente”, explica Renata Baptista, head de customer success da Key Access, empresa responsável pelo software e pela implementação.

“Com a adoção do sistema e dos procedimentos, conseguimos oferecer mais agilidade e inteligência às operações dentro dos condomínios. A mudança melhora o fluxo de entrada de modo inteligente, eleva os níveis de segurança e os clientes contam com mais autonomia e controle de sua operação, do começo ao fim. O processo também é inteiramente adequado às normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e todas as medidas técnicas são adotadas para garantir a segurança das informações dos usuários.”, explica Rodrigo Demeterco, presidente da Capital Realty.

Empreendimentos da Capital Realty foram os primeiros do Sul a usar a tecnologia

A conexão que transforma

Banrisul passa a se posicionar como um banco ainda mais coletivo, humano e contemporâneo

Comprovando a sua conexão com a comunidade em que atua, o Banrisul foi novamente o banco mais lembrado pelos gaúchos na pesquisa Top of Mind RS. Já são 12 premiações em 14 edições na pesquisa realizada anualmente pelo Grupo AMANHÃ. A instituição também conquistou a sétima posição em Grande Empresa do Rio Grande do Sul, o item mais nobre de todo o levantamento. A dupla conquista coroa o recente processo de rebranding, que inclui novo posicionamento, nova marca e o conceito Nossa Conexão Transforma.

O presidente Cláudio Coutinho frisa que o novo conceito remete para um banco mais inclusivo, humano e conectado com seus colaboradores e clientes. O trabalho de rebranding foi iniciado ainda antes da pandemia, a partir de estudos de mercado. “Chegamos a um novo posicionamento, a um novo conceito e a uma nova marca que, além dos atributos de segurança, solidez e credibilidade, representam o momento atual do Banco, ou seja, uma instituição coletiva, humana e contemporânea”, contextualiza. “O verde foi adicionado ao logotipo para representar a sustentabilidade”, destaca. Ele lembra que a instituição está migrando para o abastecimento somente com energias renováveis. Também informa a criação do Comitê de Sustentabilidade, o programa de gestão de resíduos e as linhas de crédito disponíveis, como o financiamento de placas fotovoltaicas.

“Já a adição do roxo na marca traz a ligação com a modernidade, a inovação e a conexão do Banco com os novos tempos. Mantivemos o azul, que todos já conhecem, pois é assim que evoluímos, respeitando a nossa história e a nossa essência”, ressalta. O presidente salienta que, atualmente, 80% das transações no Banco ocorrem digitalmente. “Cremos no modelo híbrido, o figital, que é a junção do físico com o digital. A nossa capilaridade é um ativo muito importante. E o cliente quer ter a opção de falar com alguém. Em nosso modelo, estamos no mesmo patamar das fintechs, mas com o diferencial do atendimento físico”, salienta.

As agências Carlos Gomes (foto) e Central, da Capital, já apresentam a nova marca. No dia 23 de maio, ambas promoveram eventos de revelação das suas fachadas. Em horário próximo à abertura, com a presença da diretoria, superintendentes, gestores e funcionários, os tecidos que então cobriam os logotipos foram retirados. “A unidade da Carlos Gomes foi a escolhida para apresentarmos a comunicação visual da nova marca. O processo de renovação de toda a rede ocorrerá de forma gradativa, alinhado ao programa de revitalização das agências”, explica Marivania Fontana, diretora administrativa do Banco.

Para além das mudanças de imagem, o rebranding reflete as transformações que já estão acontecendo no Banrisul. A nova marca se alinha com essas entregas e fortalece a conexão com seus clientes e parceiros. O Banco vem reforçando ao longo do tempo áreas estratégicas para o seu negócio: inovação, pessoas, sustentabilidade e agronegócio. A instituição tem mais de quatro milhões de clientes e cerca de 500 agências, estando entre as maiores instituições financeiras do Brasil.

Banrisul passa a se posicionar como um banco ainda mais coletivo, humano e contemporâneo

Federasul e Unisinos formam parceria e criam hub de inovação

Transferência de conhecimento e criação de rede estadual estão entre os objetivos da iniciativa

A assinatura contou com a participação do reitor da Unisinos, padre Sérgio Mariucci, e do o presidente da Federasul, Anderson Cardoso

Incentivar conexões entre diversos atores para que, juntos, ampliem sua capacidade de inovação. Motivada por esse propósito, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) lançou um hub de inovação em parceria com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e sua Unidade de Inovação e Tecnologia (Unitec). A assinatura ocorreu nesta quarta-feira (14), durante o Tá na Mesa, que contou com a participação do reitor da Unisinos, padre Sérgio Mariucci.

O objetivo da iniciativa é ser um espaço de transferência de conhecimento entre as entidades filiadas à Federasul para a promoção do desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Entre as atividades previstas para o hub, orientado pela Unisinos e pela Unitec, estão a criação de produtos e serviços inovadores, bem como o oferecimento de formação direcionada às necessidades das associações.

“Essa parceria é voltada para a curadoria e manutenção da nossa plataforma, mas é também uma abertura de caminhos para futuras ações. É um convênio que nos permite pensar outras ações nas áreas de educação e inovação”, explica o presidente da Federasul, Anderson Cardoso. Além de dar visibilidade às filiadas, o hub de inovação será responsável por constituir uma rede estadual, permitindo que os parceiros encontrem os melhores talentos, ideias e recursos. E que, assim, consigam responder às demandas com maior assertividade. Atualmente, a Federasul tem mais de 80 mil empresas associadas e 170 associações filiadas.

“Uma universidade que entrega pesquisa, ensino e extensão tem a capacidade de transpor os muros acadêmicos e buscar, no mercado, uma relação de recíproco aprendizado. As empresas são, para as universidades, um laboratório em movimento, e as universidades são, para as empresas, fonte perene de atualização, fortalecimento e inovação. Buscamos provocar a transferência de conhecimento imediato no âmbito da pesquisa e da extensão a fim de produzir soluções”, destaca o reitor.

Um dos diferenciais da parceria é a personalização: os projetos serão discutidos em conjunto com a instituição e pensados para os reais problemas que as entidades apresentam. A expectativa é de ampliar as contribuições da Unisinos para as empresas, as associações e a Federasul, visando inovações que promovam o desenvolvimento regional. A maioria das soluções será pensada por professores e pesquisadores da universidade, e também está prevista a participação de alunos.

Transferência de conhecimento e criação de rede estadual estão entre os objetivos da iniciativa

Capitais do Sul avançam em competitividade

Pela primeira vez, Florianópolis fica em segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Municípios, e Porto Alegre em quarto

A capital de Santa Catarina subiu uma posição em relação ao ano passado e agora é a segunda cidade mais competitiva do país

Florianópolis e Porto Alegre se tornaram mais competitivas do que em 2021 e seguem entre as dez cidades mais competitivas do país. Além disso, pela primeira vez, uma cidade da região ficou em segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Municípios, realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Gove e a Seall, em 415 cidades. Esses são alguns dos achados da edição mais recente do levantamento, e apresentados com exclusividade pelo Portal AMANHÃ.

A capital de Santa Catarina, Florianópolis, subiu uma posição em relação ao ano passado e agora é a segunda cidade mais competitiva do país. Já Porto Alegre subiu quato posições e está na quarta colocação, enquanto Curitiba permaneceu em sexto lugar. Além das três, completa a lista das cidades da região entre as dez mais competitivas do país o município de Blumenau (SC), que saltou oito posições em relação a 2021 e ocupa agora o 10º lugar.

O município da região que apresentou o maior avanço foi Palhoça (SC), que subiu 81 posições e agora está na 116ª colocação. A maior queda, por sua vez, ocorreu com Erechim (RS), caindo 55 posições e indo para a 147ª colocação. A região também se destacou por ter cidades que ocupam as primeiras colocações em pilares como acesso à saúde (Pato Branco, no Paraná), qualidade da saúde (Criciúma, em Santa Catarina), funcionamento da máquina pública (Londrina, no Paraná) e capital humano (Florianópolis).

Em termos de presença entre as últimas colocações no ranking geral, a região não apresenta nenhum município entre os 50 últimos colocados e tem somente um município entre as 100 últimas colocações, que é a cidade de Viamão (RS). Dos 415 municípios do estudo, 70 pertencem ao Sul (16,8% da amostra), sendo a terceira região em número de cidades no ranking. Em relação à última edição, dois novos municípios passaram a compor a lista: Telêmaco Borba (PR) e Caçador (SC).

Florianópolis (SC) é a capital mais competitiva do país e segunda colocada no ranking geral, com grande destaque na dimensão economia (ganhou uma posição e voltou à primeira colocação) e melhorou relativamente nas dimensões instituições (ganhou 29 colocações e agora ocupa a 35ª posição) e principalmente em sociedade (o ganho de 44 posições coloca o município na 72ª colocação).

Todas as cidades foram avaliadas a partir de 65 indicadores, distribuídos em 13 pilares temáticos e 3 dimensões consideradas fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos municípios brasileiros. São eles: sustentabilidade fiscal, funcionamento da máquina pública, acesso à saúde, qualidade da saúde, acesso à educação, qualidade da educação, segurança, saneamento, meio ambiente, inserção econômica, inovação e dinamismo econômico, capital humano e telecomunicações. O levantamento procura demonstrar como a competição no setor público é um elemento fundamental para a promoção da justiça, equidade e desenvolvimento econômico e social dos municípios para garantir serviços públicos de mais qualidade para a população.

Resultados ESG e ODS no Sul
Os dois rankings de sustentabilidade – ODS e ESG – são independentes entre si. Cada um deles traz uma abordagem e, por consequência, uma contribuição diferente para os governos e organizações. O município do Sul com maior destaque no Ranking ESG foi Balneário Camboriú (SC0, que ficou na quarta colocação geral. Na sequência, aparecem Curitiba (5ª), Florianópolis (9ª), Maringá (11ª) e Jaraguá do Sul (14ª). Já no Ranking ODS, Florianópolis é a líder do levantamento, seguida por Porto Alegre (3ª), Balneário Camboriú (5ª), Jaraguá do Sul (9ª) e Curitiba (14ª). 

Pela primeira vez, Florianópolis fica em segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Municípios, e Porto Alegre em quarto

Vendas no comércio recuam 0,8% em julho

Setor tem terceiro mês seguido de queda

Setor de vestuário e calçados teve a maior queda do comércio em julho (Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias)

O volume de vendas do comércio varejista no país recuou 0,8% em julho, na comparação com junho, apresentando o terceiro mês consecutivo de taxa negativa. No acumulado de 2022, o varejo registra variação de 0,4%. Já nos últimos 12 meses, o setor acumula queda de 1,8%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (14) pelo IBGE. No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas em julho caiu 0,7% frente a junho e 6,8% contra julho de 2021.

De acordo com o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, a terceira queda seguida após meses de alta demonstra a retomada da trajetória irregular detectada desde o período mais grave da pandemia. “O setor repete a trajetória que vem acontecendo desde março de 2020, com alta volatilidade”, explica. O mês de abril foi o último com crescimento. Desde então, maio, junho e julho acumulam recuo de 2,7%. Por conta desses resultados, o setor se encontra praticamente do mesmo nível do período pré-pandemia, fevereiro de 2020, com variação de 0,5%. “Esse patamar já esteve muito mais alto. Em julho de 2021, apresentou 5,3% acima de fevereiro de 2020”, relembra Santos.

Entretanto, nesta comparação com o nível pré-pandemia, o comércio varejista mostra desigualdades em termos setoriais. Há atividades muito acima, caso de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (20,7%), combustíveis e lubrificantes (11,3%) e material de construção (2,3%), por exemplo. Já outras estão em patamar muito abaixo, caso de livros, jornais, revistas e papelaria (-37,2%), com uma trajetória de perda muito por conta da própria lógica contemporânea do mercado, além de tecidos, vestuário e calçados (-25,6%), móveis e eletrodomésticos (-18,4%) e veículos e motos, partes e peças (-12,4%).

Combustíveis e lubrificantes foram única atividade com alta nas vendas
O recuo de 0,8% no volume de vendas do varejo em julho, na comparação com junho, apresentou queda em nove das 10 atividades pesquisadas, contando com o varejo ampliado. O maior recuo foi em tecidos, vestuário e calçados (-17,1%). Para Santos, o comportamento na atividade tem alguns fatores. “Algumas das grandes cadeias comerciais apresentaram redução na receita, sobretudo na parte de calçados. Além disso, pode haver também escolhas do consumidor, considerando a redução da capacidade do consumo atual”, afirma. Apenas a atividade de combustíveis e lubrificantes (12,2%) mostrou crescimento. “Resultado da política de redução do preço dos combustíveis”, justifica o pesquisador, destacando a deflação de 14,15% no item demonstrado no IPCA de julho.

Setor tem terceiro mês seguido de queda

Estados do Sul seguem entre os mais competitivos do país

Ficando atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina e Paraná são os estados mais competitivos do país, revela ranking do CLP

Santa Catarina foi o primeiro do país em eficiência da máquina pública, com melhora de uma posição em relação ao ano passado e ficou em segundo em infraestrutura

Nenhum estado da região Sul ficou menos competitivo em 2022, sendo que na região estão o segundo e o terceiro mais competitivos do país. As informações são da edição de 2022 do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria, divulgados nesta terça-feira (13). Confira todos os resultados do ranking. Santa Catarina se manteve na segunda colocação pelo segundo ano consecutivo. Já o Paraná, por sua vez, subiu uma posição e ficou em terceiro lugar enquanto o Rio Grande do Sul foi o que mais avançou em relação ao ano passado, subindo três posições e ocupando o sexto lugar. O estado perdeu apenas para São Paulo.

Nesta edição foram avaliadas as 27 unidades federativas a partir de 86 indicadores, distribuídos em dez pilares temáticos considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos estados brasileiros: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação. Além disso, o levantamento também conta com camadas adaptadas aos parâmetros ESG e ODS, e também com dados dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dessa forma, se mede o tamanho do desafio dos estados sob uma ótica internacional buscando-se, inclusive, boas práticas que possam ser replicadas no Brasil.

Santa Catarina
O estado conseguiu manter o bom desempenho e pelo sétimo ano consecutivo ficou em primeiro lugar no pilar de sustentabilidade social e pelo quarto ano seguido liderou em segurança pública. Para completar o bom desempenho, o estado também foi o primeiro do país em eficiência da máquina pública, com melhora de uma posição em relação ao ano passado e ficou em segundo em infraestrutura, também uma posição a mais em relação ao ano passado. Por outro lado, Santa Catarina perdeu nove posições em capital humano, chegando na 24ª colocação. Também caiu uma posição em educação (3 ª colocação) e em inovação (4 ª colocação).

Paraná
Avançou uma posição e ocupa a vice-liderança da região e a terceira colocação do país. Se manteve na primeira posição no pilar de sustentabilidade ambiental e se tornou o segundo do país no pilar eficiência da máquina pública, após subir quaro posições. Também avançou uma posição em Inovação e duas em segurança pública, passando a ser o terceiro melhor do país nesses dois pilares. Por outro lado, o estado perdeu duas posições em capital humano e potencial de mercado, ocupando 15ª e 16ª colocações, respectivamente.

Rio Grande do Sul
Foi o que mais avançou na região, subindo três posições e ocupando a sexta colocação geral. Dos dez pilares avaliados, em seis deles, Rio Grande do Sul está entre as dez melhores posições. O estado sem manteve em primeiro lugar em inovação, e avançou uma posição em eficiência da máquina pública e sustentabilidade social, ocupando a terceira colocação nos dois pilares. O estado também teve melhorias em segurança pública, subindo duas posições em relação ao ano passado e se tornando o quinto melhor do país no pilar. Pelo quinto ano consecutivo, o estado teve queda em capital humano, foram menos quatro posições, o que levou Rio Grande do Sul para a 25ª colocação. Também teve queda de cinco posições em infraestrutura, chegando na 21ª colocação neste pilar.

ESG e ODS
Realizado pelo CLP pelo segundo ano consecutivo, o Ranking de Sustentabilidade dos Estados é uma adaptação do Ranking de Competitividade dos Estados a partir dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e suas 169 metas, bem como critérios ESG (Environmental, Social and Governance) chancelados pela União Europeia para valorização das boas práticas ambientais, sociais e econômicas dos estados. Na camada ESG, os 86 indicadores de competitividade foram reclassificados segundo os três pilares da sustentabilidade: ambiental, social e governança. Por se tratar de uma análise multidimensional, a soma do número de indicadores pertencente a cada eixo é maior que 86, já que cada indicador pode contemplar mais de uma perspectiva ESG.

Santa Catarina e Paraná ocupam o 2º e o 3º lugar do ranking, com as notas 86,5 e 84,1, respectivamente. O Rio Grande do Sul ocupa a 5ª posição com a nota 65,5. Na camada ODS, há um forte apelo para que ações sejam desenvolvidas por todos os países – pobres, ricos e de renda média, inclusive pelas organizações privadas. Para Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP, “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são globais, mas a realização de cada um deles depende da nossa capacidade de torná-los realidade no país, na região, no estado ou até mesmo no município em que vivemos”.

Os estados de Santa Catarina (81,9) e Paraná (75,5) ocupam o 2º e 3º lugar na média de pontuação nos critérios ODS. Rio Grande do Sul aparece em 9º com a média de 60,1. Os dois rankings de sustentabilidade – ODS e ESG – são independentes entre si. Cada um deles traz uma abordagem e, por consequência, uma contribuição diferente para os governos e organizações. Confira todos os resultados dos Rankings ESG e ODS.

Sobre o Ranking de Competitividade dos Estados
O Ranking de Competitividades dos Estados é realizado há 11 anos pelo CLP. Na edição 2022, as 27 unidades federativas foram avaliadas a partir de 86 indicadores, distribuídos em dez pilares temáticos considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos estados brasileiros: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.

Ficando atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina e Paraná são os estados mais competitivos do país, revela ranking do CLP

Como funciona o sistema de recomendação do YouTube?

Uma pauta bastante forte na imprensa afirma que o YouTube estaria valorizando um determinado conteúdo para os usuários brasileiros em detrimento de outros. Será isso uma verdade?

Mais ou menos. É sim verídico que o YouTube direciona conteúdo aos usuários, mas essa recomendação acontece por meio de sinais captados pelo algoritmo que aprende os interesses do visitante.

Na prática, a recomendação do YouTube sugere o que os usuários devem assistir em primeiro lugar e o que devem assistir em seguida.

O sistema de recomendação do YouTube vem sendo desenvolvido desde 2008 e melhorado de forma contínua.

Antes disso, o YouTube realmente apresentava vídeos aleatórios ou aqueles mais assistidos – o que poderia ser influenciado pelos próprios usuários.

Em 2021, o Vice-presidente de engenharia do YouTube, Cristos Goodrow, explicou como o sistema de recomendação atual do YouTube funciona:

“Nosso sistema compara seus hábitos de visualização com aqueles que são semelhantes a você e usa essas informações para sugerir outros conteúdos que você pode querer assistir. 

“Portanto, se você gosta de vídeos de tênis e nosso sistema percebe que outras pessoas que gostam dos mesmos vídeos de tênis que você também curtem vídeos de jazz, você pode ser recomendado a vídeos de jazz, mesmo que nunca tenha assistido a um antes (para categorias como notícias e informações , isso pode funcionar de maneira diferente – mais sobre isso depois)”.

“Ao contrário de outras plataformas, não conectamos os espectadores ao conteúdo por meio de sua rede social. Em vez disso, o sucesso das recomendações do YouTube depende de prever com precisão os vídeos que você deseja assistir”

Sinais de interesse para o YouTube

De acordo com Goodrow, esses são os principais fatores que o algoritmo leva em conta para o sistema de recomendações:

Cliques: Ao clicar em um vídeo fornece uma forte indicação de que você também o achará satisfatório. Tempo de exibição: seu tempo de exibição — quais vídeos você assistiu e por quanto tempo — fornece sinais personalizados sobre o que você provavelmente deseja assistir. Respostas da pesquisa: YouTube avalia o tempo gasto assistindo a um vídeo vindo de uma pesquisa. Ao encerrar o conteúdo, uma pesquisa com até 5 estrelas avalia o grau de satisfação do conteúdo. Somente os vídeos avaliados com quatro ou cinco estrelas são contados como tempo de exibição valorizado. Compartilhamento, curtidas, não curtidas: Assim como as redes sociais, o sistema do YouTube usa as ações de reação para tentar prever a probabilidade de você compartilhar ou curtir mais vídeos.

O executivo esclareceu que, apesar do algoritmo ter um forte papel nas recomendações, a empresa também conta com avaliadores humanos na curadoria do conteúdo recomendado.

“Alguém pode relatar que está muito satisfeito com vídeos que afirmam ‘a Terra é plana’, mas isso não significa que queremos recomendar esse tipo de conteúdo de baixa qualidade”. 

“Essas classificações contam com avaliadores humanos que avaliam a qualidade das informações em cada canal ou vídeo. Esses avaliadores vêm de todo o mundo e são treinados por meio de um conjunto de diretrizes de classificação detalhadas e  publicamente disponíveis. Também contamos com especialistas certificados, como médicos, quando o conteúdo envolve informações de saúde”.

“Essas avaliações humanas treinam nosso sistema para modelar suas decisões e agora dimensionamos suas avaliações para todos os vídeos no YouTube”.

Uma pauta bastante forte na imprensa afirma que o YouTube estaria valorizando um determinado conteúdo para os usuários…

Setor industrial demonstra otimismo nos próximos meses

Confiança da indústria melhora pelo segundo mês consecutivo

É o segundo mês consecutivo de melhora da confiança do setor, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu três pontos e alcançou o nível mais elevado desde agosto de 2021. É o segundo mês consecutivo de melhora da confiança do setor, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em setembro, o Icei ficou em 62,8 pontos. “Ao permanecer acima da linha divisória de 50 pontos, o indicador demonstra que a indústria segue confiante”, explicou a CNI.

Segundo a entidade, a melhora aconteceu, principalmente, no componente relativo à economia brasileira, que cresceu 5,9 pontos. Mas houve alta em todos os componentes do índice: condições atuais e expectativas, relativas tanto à economia brasileira quanto às próprias empresas.

O Índice de Condições Atuais avançou 4,2 pontos e ficou em 58,4 pontos em setembro. “Ao se afastar para mais acima da linha divisória de 50 pontos, o indicador demonstra que o empresário percebe melhora mais forte e disseminada das condições atuais na comparação com os últimos seis meses”, diz a CNI. O Índice de Expectativas também subiu no mês passado e demonstra otimismo “ainda mais forte e disseminado da indústria para os próximos 6 meses”. A alta foi de 2,4 pontos, para 65 pontos.

Foram ouvidas 1.469 empresas, entre os dias 1º e 8 setembro, sendo 573 de pequeno porte, 554 médias empresas e 342 de grande porte.

Com Agência Brasil

Confiança da indústria melhora pelo segundo mês consecutivo