Archives Setembro 2022

Como monetizar no metaverso

No segundo episódio do podcast sobre o tema, especialista esclarece possibilidades para os empreendedores lucrarem no metaverso

No segundo episódio do podcast sobre metaverso Mario Rosa, do Team de inovação e futuros da Ioasys, empresa de tecnologia e transformação digital que faz parte do Grupo Alpargatas e diretor da Associação Brasileira de Empresas de Design, aborda as possibilidades de monetizar nesse universo. Dê o play. Ouça também no Spotify. 

No segundo episódio do podcast sobre o tema, especialista esclarece possibilidades para os empreendedores lucrarem no metaverso

Brasileiros têm perspectiva de melhoria profissional no próximo semestre

Índice cresceu 1,4% em setembro, maior percentual desde abril de 2020

Conforme a pesquisa, a maior parte da população (47,1%) acredita que terá melhorias profissionais nos próximos seis meses

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) alcançou 84,4 pontos em setembro de 2022, superando novamente os resultados do mesmo mês nos dois anos anteriores e mantendo a tendência de alta, iniciada em janeiro deste ano. O indicador, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), avançou 1,4% no mês, com crescimento de todos os seus componentes. Na comparação anual, houve evolução de 16,5%, com recuo apenas na avaliação do Momento para Compra de Duráveis, que apresentou queda de 0,2%, em virtude do aumento dos juros no período.

Um dos fatores que explicam o aumento da intenção de consumo é a melhora do mercado de trabalho. Após o indicador de Perspectiva Profissional recuar no mês passado, ele apontou alta de 1,4% já em setembro. Conforme a pesquisa, a maior parte da população (47,1%) acredita que terá melhorias profissionais nos próximos seis meses, o mais alto percentual desde abril de 2020. No mesmo sentido, a taxa de satisfação com o Emprego Atual teve crescimento de 1,2% no mês e 25,3% em relação aos 12 meses anteriores.

“As famílias estão otimistas em relação à sua manutenção nos empregos e têm boas expectativas quanto à sua situação profissional, o que deve levar a um cenário de ampliação do consumo nos próximos meses”, analisa o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

A taxa de desemprego atual está em 9,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o menor índice desde o último trimestre de 2015. Desde o início do ano, o saldo entre contratações e demissões é positivo – 6,42% de aumento em julho de 2022, em relação a 2021, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). “O movimento no comércio de bens e serviços está aquecido, o que implica uma maior contratação de trabalhadores, que, por sua vez, refletem o otimismo em sua intenção de consumo”, pontua Tadros.

Satisfação com a renda atual 

Na esteira dos resultados positivos do mercado de trabalho, o segundo componente de maior influência no ICF de setembro foi a avaliação da Renda Atual, que chegou a 99,1 pontos em setembro, um crescimento de 2,1% no mês. Esse indicador também teve ampliação de 25,6% no ano. “Contribuíram para isso o aumento do valor do Auxílio Brasil e a recuperação de parte do poder de compra decorrente das deflações de julho e agosto”, explica a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro. De acordo com ela, para as famílias com renda abaixo de 10 salários mínimos, a alta foi ainda mais expressiva, de 2,2%, corroborando a influência dos programas de renda.

Os avanços nas condições de consumo, com renda, inflação e mercado de trabalho mais favoráveis, levaram a Perspectiva de Consumo nos próximos meses a acelerar 1,2%. “Apesar do maior suporte temporário às famílias mais necessitadas, esses consumidores estão cautelosos por conta de sua vulnerabilidade econômica e, com isso, o indicador cresceu mais, influenciado pelas famílias com renda acima de 10 salários mínimos”, afirma Catarina Carneiro.

Índice cresceu 1,4% em setembro, maior percentual desde abril de 2020

iCities apresenta nova marca e identidade visual

Empresa se reposiciona como o mais importante hub brasileiro em negócios para smart cities

A nova marca, site e toda a identidade visual foram desenvolvidas após 90 dias de estudo das necessidades do mercado, dos clientes e da concorrência

A empresa curitibana iCities, fundada em 2011, quando ainda pouco se falava sobre ecossistemas de inovação ou cidades inteligentes no Brasil, tornou-se o mais importante hub brasileiro em negócios para smart cities, gerando projetos, conhecimento, networking e conectando iniciativas da academia e iniciativa privada com o poder público. Agora, esse posicionamento está expresso em uma nova marca e identidade visual, desenvolvidas pela Agência Mercadológika, especializada em serviços de marketing 360 graus.

“O iCities avançou em sua caminhada, saindo da venda de serviços isolados para uma jornada que ajuda a construir cidades mais inteligentes. Nosso principal papel é a mediação. O hub, que atualmente participa da implantação de projetos em cidades inteligentes, conecta as empresas ao conhecimento e ao ecossistema de smart cities. E também faz o caminho inverso, mostrando às cidades o que o mercado tem de mais relevante em qualidade e inovação”, explica Caio Castro, sócio e diretor de relações com o mercado.

A nova marca, site e toda a identidade visual foram desenvolvidas após 90 dias de estudo das necessidades do mercado, dos clientes e da concorrência. “Como o iCities foi pioneiro no uso dos hexágonos neste segmento, decidimos manter a simbologia. Mas além de levar a forma para o flat design, exploramos o conceito de mediação, parte da nova estratégia, conectando o hexágono original a mais dois, representando o mercado e a cidade inteligente. O iCities é o que conecta, e isso passa a ser transmitido em uma tipografia mais arrojada e corporativa, com foco em negócios”, detalha Leandro Coelho, sócio-fundador da Mercadológika.

Jornada smart
Sócio-fundador do iCities, o diretor de relações governamentais Beto Marcelino conta que a empresa foi por muito tempo reconhecida apenas pela realização do Smart City Expo Curitiba (SCECWB), a edição brasileira do maior evento mundial de cidades inteligentes, que conta com a chancela da Fira Barcelona. “Nossa jornada hoje oferece três grandes etapas: o desenvolvimento de projetos e soluções com o iCities Intelligence; a capacitação, no iCities Academy, por meio de cursos e programas como o Smart City Expert; e o engajamento dos resultados em momentos de grande networking mundial, com o iCities Events, que promove eventos customizados como o Smart City Session e as edições anuais do SCECWB.”

“O iCities Academy é um dos nossos mais importantes motores de atuação, porque ensinamos as pessoas a serem empreendedores, gestores, educadores, e profissionais que podem atuar em inúmeras áreas a partir da capacitação em smart cities. Isso se dá tanto no programa Smart City Expert, quanto em iniciativas junto a parceiros como o Sebrae Paraná, oficinas, workshops e ações de EAD”, enfatiza Marcelino.

Ao todo, são sete grandes áreas em que os municípios e a gestão pública podem investir para oferecer, expandir ou aprimorar as soluções smart. “Segurança, mobilidade, energia, gestão, infraestrutura, saúde e meio ambiente. Todas essas áreas podem ser beneficiadas por soluções que já existem na academia ou no mercado, mas que muitas vezes não conseguem cruzar os entraves da burocracia pública. São soluções que, quando bem empregadas, garantem mais segurança, economia de energia, redução de custos, sustentabilidade, ganho de tempo, segurança de dados, aproximação com o cidadão e até mesmo capital político”, detalha Eduardo Mazzarolo Marques, sócio e diretor de estratégia do iCities.

Participaram da criação da nova estratégia de marca Leonardo Nunes (especialista em Inteligência de Mercado e Pesquisa Competitiva), Vitória Cardoso (head de conteúdo), Michele Coelho (head de operações) e Leandro Coelho, todos da Agência Mercadológika. A campanha foi coordenada por Nathalia Zotti, analista de comunicação do iCities.

Empresa se reposiciona como o mais importante hub brasileiro em negócios para smart cities

Petrobras anuncia redução de R$ 0,30 no diesel

Novo preço vale a partir de terça-feira

Com a mudança, o litro do diesel A fornecido pela empresa passará a custar R$ 4,89

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (19) a redução no preço do diesel A vendido às distribuidoras de combustíveis em R$ 0,30, a partir de terça-feira (20). Com a mudança, o litro do diesel A fornecido pela empresa passará a custar R$ 4,89. A queda no valor equivale a 5,7% e, segundo a estatal, “acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com sua prática de preços”.

A Petrobras explica ainda que, como o diesel vendido nos postos tem uma mistura obrigatória de 20% de biodiesel, a parcela do diesel A no preço final passará de R$ 4,67, em média, para R$ 4,40, a cada litro vendido. O preço do diesel comercializado pela Petrobras teve aumento pela última vez em 18 de junho, quando chegou a R$ 5,61 o litro. Desde então, o valor foi reduzido em R$ 0,20, em 5 de agosto; e em R$ 0,22, em 12 de agosto.

Com Agência Brasil

Novo preço vale a partir de terça-feira

Petrobras anuncia nova redução no preço do GLP para as distribuidoras

Trata-se da terceira redução no preço médio do produto em 2022

A partir de hoje (23), o preço médio de venda do quilo de GLP para as distribuidoras cairá de R$ 4,0265 para R$ 3,7842, equivalente a R$ 49,19 por botijão de 13kg

A Petrobras anunciou ontem (22) nova redução no preço de venda de gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha.

A partir de hoje (23), o preço médio de venda do quilo de GLP para as distribuidoras cairá de R$ 4,0265 para R$ 3,7842, equivalente a R$ 49,19 por botijão de 13kg. A redução média será de R$ 3,15 por 13kg.

Segundo informou a Petrobras, essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da empresa, “que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”.

Outros ajustes 

Essa é a segunda redução do preço médio de venda do GLP da Petrobras para as distribuidoras em setembro e a terceira do ano. No último dia 13, o preço médio de venda do gás de cozinha passou de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13kg, com redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

Em 9 de abril, houve redução de R$ 4,48/kg para R$ 4,23/kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg. A redução média refletida foi de R$ 3,27 por 13kg.

Já em março, houve variação, mas para cima. No dia 11 daquele mês o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passou de R$ 3,86/kg para R$ 4,48/kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg e refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg.

Com Agência Brasil 

Trata-se da terceira redução no preço médio do produto em 2022

Mili antecipa meta de R$ 2 bilhões em faturamento anual

Empresa paranaense registrou 38% de alta no primeiro semestre

“O público já conhece nosso comprometimento com qualidade e bom custo-benefício”, comemora Daniel Signori, diretor técnico da Mili

Maior fabricante 100% brasileira do setor de papel tissue, a Mili antecipou em dois anos a meta de R$ 2 bilhões de faturamento anual. A empresa havia traçado o objetivo em 2020 para 2024, e pretende quebrar a marca já em 2022, puxada pelo crescimento nas vendas de produtos de personal care, como absorventes, hastes higiênicas, fraldas e toalhas umedecidas.

“A estratégia da empresa é manter a produção na proporção de 40% para o papel higiênico produzido com fibra virgem e 30% para o de papel reciclado. Os demais 30% se referem ao personal care. Como esperamos um crescimento significativo nesse último setor, estamos ampliando os investimentos”, explica Daniel Signori, diretor técnico da Mili. Assim, a meta da companhia para os próximos anos é estabelecer um crescimento anual de 10%, com foco em faturamento na casa dos R$ 3 bilhões por ano. Destaque-se que no primeiro semestre de 2022 a empresa registrou alta de 38% no faturamento em comparação com o mesmo período de 2021.

A Mili irá investir cerca de R$ 100 milhões em maquinários para ampliar a produção de papel higiênico folha tripla e de produtos de personal care. A expectativa é de que até o início de 2023 esses equipamentos estejam em funcionamento e possam incrementar o faturamento da companhia em até R$ 450 milhões por ano. Os investimentos serão realizados nas plantas da empresa localizadas nos municípios de Maceió (AL) e Três Barras (SC). A principal intenção é substituir tecnologias obsoletas da área de automação, algo fundamental para a manutenção da qualidade na parte da conversão.

Personal care
Em relação aos produtos de personal care com boa saída no mercado, a Mili planeja destinar R$ 33 milhões do investimento total ao lançamento de uma nova linha de produção de absorventes femininos. Em até dois anos, a empresa espera arrecadar R$ 6 milhões a mais por mês em comparação com o faturamento atual desse produto. “Nosso absorvente se adequou em questões de tamanho, conforto e materiais para oferecer ao mercado um produto de primeira linha. Isso vale também para as fraldas. O público já conhece nosso comprometimento com qualidade e bom custo-benefício”, complementa Signori.

O crescimento do mercado de produtos de personal care é uma tendência que vem sendo registrada nos últimos anos no país. Segundo levantamento da Euromonitor International, a venda desses itens cresceu 4,7% em 2020, registrando R$ 122,4 bilhões em receitas. O Brasil é o quarto maior mercado do segmento no mundo, atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão.

Empresa paranaense registrou 38% de alta no primeiro semestre

Dânica segue firme em reestruturação, mudando foco para rentabilidade

Após vários anos operando no vermelho, empresa aposta em renovação  

Como parte do plano de reestruturação, em junho deste ano a companhia teve seu pedido de recuperação judicial aprovado

A Dânica Soluções Termoisolantes Integradas, empresa que atende segmentos como indústria frigorífica, construção civil, aeroportos, shoppings, escolas e hospitais, segue com seu processo de recuperação financeira em 2022. Atingida pela crise do mercado da construção nos últimos anos e pelo incêndio, em 2019, na unidade de Aparecida do Taboado-MS, sua principal fábrica, a Dânica, que era líder de mercado, teve de pedir recuperação extrajudicial em 2020. No mesmo ano, foi adquirida pelo empresário Pedro Echegaray, que passou a executar um robusto plano de reestruturação, visando reduzir custos e recuperar margens.

Como parte do plano de reestruturação, em junho deste ano a companhia teve seu pedido de recuperação judicial aprovado. Assim, poderá renegociar dívidas de forma controlada, sem prejudicar suas operações e com garantias das leis brasileiras tanto para a Dânica quanto aos credores. “Queremos equilibrar as finanças da empresa e, ao mesmo tempo, trabalhamos em sua expansão. Para isso temos conduzido nossas operações pelo viés da sustentabilidade”, explica o CEO Echegaray.

“Mirando qualidade, serviços técnicos e soluções personalizadas, mudamos o foco da quantidade para a rentabilidade”, afirma o CEO da Dânica. “Em 2021, começamos a colher os frutos, com a volta do lucro, impulsionada também pelo reaquecimento do mercado. Mas, para mim, a prova de fogo foi seguirmos no azul neste primeiro trimestre de 2022, mesmo com desaquecimento e impacto da alta do dólar nos preços”, avalia o CEO.

Com fábricas em Aparecida do Taboado (MS) e em Toluca, no México, além da sede administrativa localizada em Joinville (SC), a empresa gera 250 empregos diretos e mais de 100 empregos indiretos e alcançou R$ 3,3 milhões de lucro líquido no primeiro trimestre do ano – resultado positivo que sucede um 2021 no azul, que trouxe uma receita de R$ 305 milhões, 10% acima do ano anterior, com uma geração de caixa operacional (Ebitda) de 21,7 milhões de reais, algo que não acontecia nos últimos 4 anos.

O mercado de produtos e soluções termoisolantes para engenharia civil tem amplo potencial de crescimento no Brasil. As construções que utilizam estas soluções apresentam uma diferença de até 7 graus na temperatura ambiente, o que reduz em mais de 50% o consumo de energia com refrigeração. Além disso, o processo construtivo é limpo, sem utilização de água e com praticamente zero de resíduos, pois as placas são feitas sob medida.

Após vários anos operando no vermelho, empresa aposta em renovação  

Dânica segue firme em reestruturação, mudando foco para rentabilidade

Após vários anos operando no vermelho, empresa aposta em renovação  

Como parte do plano de reestruturação, em junho deste ano a companhia teve seu pedido de recuperação judicial aprovado

A Dânica Soluções Termoisolantes Integradas, empresa que atende segmentos como indústria frigorífica, construção civil, aeroportos, shoppings, escolas e hospitais, segue com seu processo de recuperação financeira em 2022. Atingida pela crise do mercado da construção nos últimos anos e pelo incêndio, em 2019, na unidade de Aparecida do Taboado-MS, sua principal fábrica, a Dânica, que era líder de mercado, teve de pedir recuperação extrajudicial em 2020. No mesmo ano, foi adquirida pelo empresário Pedro Echegaray, que passou a executar um robusto plano de reestruturação, visando reduzir custos e recuperar margens.

Como parte do plano de reestruturação, em junho deste ano a companhia teve seu pedido de recuperação judicial aprovado. Assim, poderá renegociar dívidas de forma controlada, sem prejudicar suas operações e com garantias das leis brasileiras tanto para a Dânica quanto aos credores. “Queremos equilibrar as finanças da empresa e, ao mesmo tempo, trabalhamos em sua expansão. Para isso temos conduzido nossas operações pelo viés da sustentabilidade”, explica o CEO Echegaray.

“Mirando qualidade, serviços técnicos e soluções personalizadas, mudamos o foco da quantidade para a rentabilidade”, afirma o CEO da Dânica. “Em 2021, começamos a colher os frutos, com a volta do lucro, impulsionada também pelo reaquecimento do mercado. Mas, para mim, a prova de fogo foi seguirmos no azul neste primeiro trimestre de 2022, mesmo com desaquecimento e impacto da alta do dólar nos preços”, avalia o CEO.

Com fábricas em Aparecida do Taboado (MS) e em Toluca, no México, além da sede administrativa localizada em Joinville (SC), a empresa gera 250 empregos diretos e mais de 100 empregos indiretos e alcançou R$ 3,3 milhões de lucro líquido no primeiro trimestre do ano – resultado positivo que sucede um 2021 no azul, que trouxe uma receita de R$ 305 milhões, 10% acima do ano anterior, com uma geração de caixa operacional (Ebitda) de 21,7 milhões de reais, algo que não acontecia nos últimos 4 anos.

O mercado de produtos e soluções termoisolantes para engenharia civil tem amplo potencial de crescimento no Brasil. As construções que utilizam estas soluções apresentam uma diferença de até 7 graus na temperatura ambiente, o que reduz em mais de 50% o consumo de energia com refrigeração. Além disso, o processo construtivo é limpo, sem utilização de água e com praticamente zero de resíduos, pois as placas são feitas sob medida.

Após vários anos operando no vermelho, empresa aposta em renovação  

Crédito a pessoas físicas fica 32% mais caro em um ano e meio

Aumento para pessoas jurídicas chega a 45% no período

Embora as elevações mais recentes tenham tido impacto pequeno nos financiamentos e empréstimos, o saldo final é considerável

O ciclo de alta da Selic (juros básicos da economia), que chegou ao fim hoje (21), encareceu o crédito em 32% para pessoas físicas e 45% para empresas, divulgou a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Embora as elevações mais recentes tenham tido impacto pequeno nos financiamentos e empréstimos, o saldo final é considerável após um ano e meio de reajustes contínuos.

De março de 2021 a setembro deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a Selic de 2% para 13,75% ao ano. Em alguns casos, o impacto acumulado elevou o valor final dos financiamentos em montantes superiores a R$ 10 mil, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Segundo a Anefac, o juro médio para as pessoas físicas passou de 92,59%, no início de 2021, para 122,65% ao ano agora. Para as pessoas jurídicas, a taxa média saiu de 41,2% para 59,92% ao ano. Isso representa encarecimento de 32,44% nas taxas anuais para pessoas físicas e de 45,44% para empresas.

Simulações 

A Anefac fez simulações para medir o impacto da alta da Selic em um ano e meio. No financiamento de uma geladeira de R$ 1,5 mil em 12 prestações, o comprador desembolsa R$ 6,97 a mais por prestação e R$ 83,67 a mais no valor final com a taxa Selic atual. O cliente que entra no cheque especial em R$ 1 mil por 20 dias paga R$ 6,47 a mais.

Na utilização de R$ 3 mil do rotativo do cartão de crédito por 30 dias, o cliente gasta R$ 93,30 a mais. Um empréstimo pessoal de R$ 5 mil por 12 meses cobra R$ 29,69 a mais por prestação e R$ 356,22 a mais após o pagamento da última parcela.

Um empréstimo de R$ 500 em 12 meses numa financeira sai R$ 3,70 mais caro por prestação e R$ 44,42 mais caro no total. No financiamento de um automóvel de R$ 40 mil por 60 meses, o comprador pagará R$ 218,46 a mais por parcela e R$ 13.107,83 a mais no total da operação.

Em relação às pessoas jurídicas, as empresas pagam R$ 1.437,03 a mais por um empréstimo de capital de giro de R$ 50 mil por 90 dias, R$ 539,21 pelo desconto de R$ 20 mil em duplicatas por 90 dias e R$ 94,67 a mais pela utilização de conta garantida no valor de R$ 10 mil por 20 dias.

Poupança 

A Anefac também produziu uma simulação sobre o impacto da nova taxa Selic sobre os rendimentos da poupança. Com a taxa de 13,75% ao ano, a caderneta só rende mais que os fundos de investimento quando o prazo da aplicação é curto e a taxa de administração cobrada pelos fundos é alta.

Segundo as simulações, a poupança rende mais que os fundos em apenas um cenário, com aplicação de até um ano em relação a fundos com taxa de 3% ao ano. Quando o fundo tem taxa de administração de 2,5% ao ano, a poupança rende o mesmo somente quando o dinheiro ficar aplicado por até seis meses.

A vantagem dos fundos ocorre mesmo com a cobrança de Imposto de Renda e de taxa de administração. Isso porque a poupança, apesar de ser isenta de tributos, rende apenas 6,17% ao ano (0,5% ao mês) mais a Taxa Referencial (TR), que aumenta quando a Selic sobe. Esse rendimento da poupança é aplicado quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, o que ocorre desde dezembro de 2021.

Com Agência Brasil

Aumento para pessoas jurídicas chega a 45% no período

Abrir – e manter – um negócio é um desafio

É importante alguns cuidados para aumentar o fluxo de entradas do seu negócio

Durante a pandemia, cerca de 716 mil PMEs fecharam as portas

A gestão de pequenas e médias empresas pode ser difícil. As pequenas e médias empresas (PMEs) respondem por 99% das companhias existentes, são responsáveis por 27% do PIB e por 62% dos empregos de carteira assinada do país, de acordo com dados do Sebrae. Durante a pandemia, cerca de 716 mil PMEs fecharam as portas. Mas, mais de 4 milhões de empresas foram abertas em 2021, de acordo com o Mapa de Empresas do Ministério da Economia. Por isso, é importante alguns cuidados para aumentar o fluxo de entradas do seu negócio. Confira.

Mais formas de pagamento 

A variedade de formas de pagamento é importante, pois oferece liberdade ao cliente, ao passo que ele pode optar por diferentes maneiras de efetuar suas compras de acordo com o que achar melhor para o momento.

Novas tecnologias

Investir em novas tecnologias permite um trabalho mais eficaz, bem como a utilização correta dos recursos, o que pode acabar levando a uma redução de custos. 

Renda recorrente

Aumentar o retorno sobre o capital investido na empresa é o que todo empreendedor deseja. Isso se torna possível ao investir em assinaturas mensais ou anuais, vendas de produtos e serviços agregados ao seu negócio, mentorias e consultorias. 

Criação de novos negócios

Tenha produtos que possibilitem entrar em novos mercados, gerando assim novos negócios potenciais para a empresa e mapeando oportunidades. Assim, você pode personalizar fluxos financeiros e se preparar para variações de receitas que possam ocorrer no seu negócio. 

É importante alguns cuidados para aumentar o fluxo de entradas do seu negócio

Piccadilly chega ao sudeste com primeira franquia em São Paulo

Até 2025, a gaúcha pretende inaugurar mais 100 unidades em todo o Brasil

Com a produção de 32 mil pares de sapatos por dia, a Piccadilly tem investido no franchising com o objetivo de aumentar a visibilidade da marca

A gaúcha Piccadilly, uma das maiores calçadistas feminina do país, deu mais um passo em direção à expansão da marca dentro do franchising e está prestes a inaugurar sua primeira unidade na região Sudeste do país, no estado de São Paulo. A loja, localizada no Shopping Ibirapuera, faz parte do plano agressivo da calçadista, que visa a abertura de 15 franquias em diferentes regiões do país até o final de 2022; até 2025, serão mais 100 inaugurações. A marca já tem próximos destinos no Sudeste e irá inaugurar, em breve, unidades no Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Com a produção de 32 mil pares de sapatos por dia, a Piccadilly tem investido no franchising com o objetivo de aumentar a visibilidade da marca, melhorar a experiência das consumidoras, conhecer mais seu público-alvo e oferecer um grande mix de produtos em um único lugar. “As franquias são uma oportunidade de nos aproximarmos ainda mais de nossas consumidoras locais, atendendo suas necessidades e oferecendo um atendimento personalizado”, comenta Marcos Finokiet, head de franquias da empresa. Com foco na omnicanalidade, a empresa atua em vários canais de distribuição, além das franquias, como o e-commerce e lojas multimarcas, em que está presente em mais de 14 mil pontos de venda.

Em 2021, a rede de franquias da Piccadilly dobrou de tamanho e ocupou importantes territórios. Atualmente, a marca possui 16 unidades espalhadas em todo o país e já conta com lojas em estados como o Rio Grande do Sul, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Pará, Paraíba, Piauí e Distrito Federal.

Um cenário positivo 

A Pesquisa Trimestral de Desempenho do setor de franquias referente a janeiro a março deste ano, realizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), demonstra um comportamento de estabilidade e crescimento, já que as redes de franquias cresceram 8,8% em faturamento no 1º trimestre frente a igual período do ano passado, com uma receita que passou de R$ 39,881 bilhões para R$ 43,380 bilhões. Na comparação com o 1º tri de 2020, quando o faturamento registrado foi de R$ 41,537 bilhões, o avanço foi de 4,4%. Já quanto à receita das franquias no período acumulado de 12 meses, o crescimento foi ainda maior, com uma variação de 13,9% e um faturamento que avançou de R$ 165,5 bilhões para R$ 188,5 bilhões – um patamar equivalente ao período pré-pandemia. Inclusive, este é o quarto trimestre seguido de alta do setor.

Outro sinal positivo para o varejo são os dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP); de acordo com o levantamento, o faturamento do comércio varejista do estado de São Paulo teve um crescimento significativo, atingindo um valor de R$ 988,3 bilhões em 2021, um crescimento de 10,2% em comparação ao ano anterior.

Até 2025, a gaúcha pretende inaugurar mais 100 unidades em todo o Brasil

Meus dados vazaram. E agora?

A vítima pode buscar os responsáveis para reparação de danos

Troque todas as suas senhas e de preferência para opções com mais de um fator de autenticação para evitar problemas futuros

Iniciemos esse post imaginando que todas as suas medidas de segurança falharam e seus dados foram vazados na internet. E agora? O primeiro passo é averiguar se é possível saber quais informações foram vazadas e se elas representam algum risco físico ou financeiro para você. Recentemente, por exemplo, uma gigante japonesa teve mais de 300 mil registros de cartão de crédito vazados na internet, o que pode apresentar um enorme risco financeiro para diversas pessoas. Do outro lado do mundo, algumas companhias no setor de convênios de saúde nos Estados Unidos estavam disponibilizando o endereço de seus clientes por meio de buscas simples em seus websites, o que fez com que diversas pessoas, vítimas de violência doméstica, fossem encontradas por seus agressores.

Se esse tipo de informação sensível foi vazado, é essencial que você possa alterá-las com grande urgência, entrando em contato com as instituições financeiras competentes. Em caso de informações que não possam ser modificadas e possam apresentar riscos físicos para a integridade da pessoa, é importante comunicar a polícia sobre qualquer pessoa que possa representar perigo e contar com a ajuda de amigos e familiares. Esses dois casos, é claro, representam extremos e não são os únicos problemas que podem ocorrer. No caso de números de documentos vazados, é necessário fazer um boletim de ocorrência para evitar que fraudes sejam realizadas em seu nome.

Medidas emergenciais tomadas, a vítima pode buscar os responsáveis pelo vazamento de dados para reparação de danos resultantes da divulgação não autorizada de dados sensíveis. Esse tópico envolve a LGPD e é necessário o auxílio de profissionais especializados para que se possa prosseguir. As violações das disposições da LGPD podem acarretar multas e sanções pesadas para uma empresa.

Com os fatores mais sensíveis resolvidos, também é preciso sanar o problema com a sua vida virtual. Primeiro, é essencial utilizar um computador limpo, por isso, escolha uma máquina diferente ou formate sua máquina regular. Feito isso, troque todas as suas senhas e de preferência para opções com mais de um fator de autenticação para evitar problemas futuros. No caso das redes sociais, procure informar qualquer pessoa que possa ter recebido mensagens ou links suspeitos partindo das suas contas, uma vez que eles também possam ser vítimas de ataques virtuais por parte de alguém que tenha conseguido acesso aos seus dados.

Contenção e prevenção
É complexo prever se uma empresa terá suas informações vazadas na rede, o que torna muito difícil uma reação imediata ao incidente, uma vez que só vamos descobrir que somos vítimas quando algum dano já tiver sido causado. Nesse caso, as medidas de contenção que abordamos aqui tornam-se essenciais para evitar que os problemas se espalhem.

Existe também a possibilidade de que suas informações sejam vazadas por você mesmo! Isso ocorre quando você voluntariamente passa seus dados para fontes duvidosas, como um cadastro online ou uma chamada telefônica. É importante ressaltar que a maioria dos roubos de informação é feita com técnicas de persuasão e não com tecnologia. Por isso, é importante ter consciência de onde você está preenchendo esses dados.

A vítima pode buscar os responsáveis para reparação de danos

Copom mantém juros básicos da economia em 13,75% ao ano

BC interrompeu ciclo de alta, após um ano e meio de reajustes seguidos

A taxa continua no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano

A queda da inflação fez o Banco Central (BC) interromper o ciclo de alta dos juros após um ano e meio de reajustes seguidos. Por 7 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Em comunicado, o Copom informou que continuará a monitorar a economia e poderá voltar a subir a taxa Selic caso a inflação não caia como esperado. “O comitê reforça que irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas. O comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso o processo de desinflação não transcorra como esperado”, destacou o texto.

A taxa continua no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Essa foi a primeira pausa nas elevações após 12 altas consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.

De março a junho do ano passado, o Copom tinha elevado a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Com a alta da inflação e o agravamento das tensões no mercado financeiro, a Selic foi elevada em 1,5 ponto de outubro do ano passado até fevereiro deste ano. O Copom promoveu dois aumentos de 1 ponto, em março e maio, e dois aumentos de 0,5 ponto, em junho e agosto.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Com Agência Brasil 

BC interrompeu ciclo de alta, após um ano e meio de reajustes seguidos

Floripa Conecta gerou cerca de R$ 15 milhões para a economia da cidade

As mais de 60 atrações que integraram o hub de eventos reuniram um público aproximado de 65 mil pessoas em agosto

Os 60 eventos que fizeram parte desse movimento atingiram um público estimado de 65 mil pessoas — se considerar também quem participou de atividades online

A segunda edição do Floripa Conecta deixou um saldo positivo para a economia da Capital. Em agosto, justamente um dos meses menos agitados para o turismo da cidade, o hub de eventos movimentou a cena criativa com mais de 420 horas de atrações. Os 60 eventos que fizeram parte desse movimento atingiram um público estimado de 65 mil pessoas — se considerar também quem participou de atividades online, em mais de 30 lugares diferentes. Para a economia da Capital, o resultado foi significativo. Em valores, o número estimado foi de R$ 15 milhões, mostrando o quanto a indústria criativa é potente, gera renda e emprego.

O cálculo foi baseado no impacto no turismo da cidade a partir da movimentação do público nesses mais de 60 eventos. Foram 17,8% a mais na rede hoteleira se comparado a 2019, na primeira edição do Floripa Conecta. Além dos números, o sucesso do projeto foi medido a partir das conexões que surgiram entre grandes e pequenos produtores, a descentralização de atividades e a possibilidade de moradores e visitantes, conhecerem a produção cultural, de tecnologia e a cena empreendedora de Florianópolis.

Passados dois anos de espera, o Floripa Conecta 2022 marcou a retomada da Indústria Criativa de Florianópolis. Thaynan Mariano, executivo do projeto, destaca que nesta segunda edição foi possível conectar a Ilha e o Continente, empreendedores e clientes, a comunidade e o centro da cidade. “Fica claro que é em Florianópolis que nos encontramos em agosto quando queremos explorar o nosso potencial criativo”, diz Mariano.

Ele também ressalta o engajamento de moradores, turistas e dos próprios agentes criativos. Esse engajamento pode ser medido a partir dos resultados de mídia: as redes digitais do Floripa Conecta tiveram aumento de 250% em número de seguidores, mais de 200 mil pessoas alcançadas e mais de 500 mil impressões, mostrando que o projeto contribui para dar visibilidade principalmente para os pequenos produtores. 

Floripa Conecta 2023 

A expectativa é que em 2023 o projeto seja ainda maior. O evento do próximo ano ocorrerá de 18 a 27 de agosto. Uma das novidades anunciadas nesta edição são as Rodadas de Negócios SEBRAE SC entre produtores, agitadores culturais, empreendedores e entidades pós-evento. Essas rodadas estão marcadas para outubro e têm o propósito de promover e facilitar colaborações e cooperações entre quem atua na área.

A segunda novidade são workshops de capacitação para produtores sobre como captar recursos via leis de incentivo e concorrer em editais. As oficinas serão em novembro deste ano. “A ideia é apoiar produtores de eventos a passar de nível e conectá-los com fornecedores da cidade”, afirma Mariano.

As mais de 60 atrações que integraram o hub de eventos reuniram um público aproximado de 65 mil pessoas em agosto

A Dell está preparada para o futuro

A empresa amplia ainda mais seu ritmo de inovação

“Temos mais de 90 startups em nosso portfólio e investimos aproximadamente US$ 100 milhões anualmente em áreas de tecnologia”, conta Diego Puerta, líder da Dell Technologies no Brasil

Nos últimos anos, a Dell consolidou sua posição de liderança no mercado brasileiro em segmentos prioritários para a empresa como servidores, storage, HCI e PCs. A empresa é líder no mercado brasileiro em desktop, notebook, workstation, servidor, storage e hiper convergência. Entre seus sucessos estão equipamentos como o PowerStore, que a Dell anuncia como a mais moderna solução de armazenamento midrange do mercado, e o Alienware m15, apresentado pela companhia como o mais poderoso notebook gamer disponível hoje no mercado nacional. “Esses são exemplos claros de nosso contínuo investimento para oferecer o melhor da tecnologia ao mercado brasileiro”, ressalta Diego Puerta (foto), líder da Dell Technologies no Brasil.

A Dell está ampliando ainda mais seu ritmo de inovação, despejando anualmente US$ 4,5 bilhões a partir de 17 centros globais de Pesquisa e Desenvolvimento que priorizam inovações tecnológicas que resolvam problemas dos clientes e os ajudem a expandir negócios por meio da transformação digital.”Expandimos e capacitamos nosso time para auxiliar nossos clientes a tomarem as decisões de tecnologia necessárias para a sua realidade, de forma customizada”, afirma Puerta.

A relação direta e próxima da Dell com clientes e parceiros também permite que a empresa enxergue as necessidades de hoje e se prepare para as novas tendências do futuro. A partir deste aprendizado, desenvolve soluções para essas necessidades, sempre levando em conta o estágio em que os clientes estão e como podem adotar as novas tecnologias sem enfrentar problemas ou riscos.

“Sabendo da importância do impacto social e do poder da tecnologia, perguntamos constantemente como nós – junto com nossos clientes, parceiros e fornecedores – podemos ter um impacto profundo e positivo na sociedade e no planeta”, conta Puerta. Para ajudar a responder a essa pergunta, a companhia lançou o Progress Made Real, um plano ambicioso que envolve inovação e sustentabilidade. Para cada produto que um cliente compra, por exemplo, a companhia se compromete a reutilizar ou reciclar um produto equivalente. Outra providência será fazer com que todas as embalagens sejam feitas de material reciclado ou renovável.

A Dell Technologies Capital, braço de empreendimentos corporativos, tem o objetivo de investir em startups inovadoras e fazer parcerias para fornecer soluções de tecnologia aos clientes. “Na verdade, temos mais de 90 startups em nosso portfólio e investimos aproximadamente US$ 100 milhões anualmente em áreas de tecnologia que estão alinhadas com a estratégia da nossa empresa – incluindo nuvem, segurança, IA/ML e IoT”, reflete Puerta.

Esse conteúdo integra a edição 340 da revista AMANHÃ, publicação do Grupo AMANHÃ, que trouxe os resultados da 18ª edição do ranking Campeãs da Inovação. Clique aqui para acessar a publicação online, mediante pequeno cadastro.

A empresa amplia ainda mais seu ritmo de inovação