Elephant Skin apresenta nova diretora executiva para a região Sul

Patrícia Fernandes assume posição na empresa global de marketing imobiliário

Patrícia é formada em administração e possui um MBA Executivo Internacional pela UFRGS

Com abordagem inovadora e portfólio de mais de 400 projetos, a Elephant Skin, plataforma global voltada ao marketing imobiliário, anuncia a chegada de Patrícia Borges Fernandes, nova diretora executiva da empresa na região Sul. A profissional, com mais de 30 anos de carreira, se junta ao time com o objetivo de fortalecer e ampliar o relacionamento com clientes dos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Nascida em Porto Alegre, Patrícia é formada em administração e possui um MBA Executivo Internacional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Tem experiência em áreas como gestão comercial e operações, planejamento comercial e estratégico, marketing e entregas de projetos de grande porte. Ao longo da carreira, já trabalhou em empresas do ramo imobiliário e de turismo em diferentes cidades e, hoje, tem residência fixa em Balneário Camboriú, um dos grandes polos de desenvolvimento imobiliário do Brasil. É VP de governança da ADVB Santa Catarina e, em 2023, foi escolhida como uma das top 50 líderes de marketing do estado.

Em suas vivências na área de construção e incorporação, Patrícia conta que muitas vezes esteve do lado de quem queria contratar um serviço, mas não conseguia encontrar um parceiro que atendesse o projeto de maneira completa. “Como vivenciei a dificuldade de quem compra, vejo agora a oportunidade de ser uma facilitadora no processo de explicação sobre nossos serviços, destacando as vantagens da Elephant Skin — financeiras, de qualidade e de acesso — e reforçando que oferecemos o que há de mais moderno no mercado em termos de tecnologia”, relata. A profissional identifica um grande campo de oportunidades para o negócio na região Sul, que cada vez mais tem se desenvolvido para mercados que vão além das construções residenciais, como o ramo da hotelaria e de entretenimento, a partir da construção de parques e atrações turísticas. Santa Catarina, especificamente, tem sido uma região atrativa para investidores, com movimentações nos setores públicos e privados para desenvolvimento de projetos.

Um exemplo disso é o projeto que a Elephant Skin participa por meio do desenvolvimento de estratégias de marketing 360º ao lado das incorporadoras Müze e Melnick na Praia Brava, em Itajaí. O empreendimento denominado Tempo conta com sete torres residenciais e um hotel de luxo da rede Emiliano, com VGV de R$ 2,5 bilhões. Serão unidades de 400 a 1.000 metros quadrados com custo de até R$ 100 milhões. “A globalização é ótima para dar acesso e agilidade no que diz respeito às informações. Mas a gente também sabe que é impossível estar em todos os locais ao mesmo tempo. Então, quando a Elephant Skin opta por montar uma estrutura local, está mostrando disponibilidade para discutir uma solução Tailor Made de maneira direta e próxima”, reforça Patrícia.

Patrícia Fernandes assume posição na empresa global de marketing imobiliário

Transpetro assina contrato bilionário no Sul

Navios da classe Handy serão usados no transporte de derivados de petróleo na costa brasileira

O consórcio entre os estaleiros Rio Grande (foto) e Mac Laren apresentou um preço final de US$ 69,5 milhões por embarcação

A Transpetro, subsidiária integral da Petrobras, e o consórcio formado pelos estaleiros Rio Grande e Mac Laren assinaram contrato para a aquisição de quatro navios da classe Handy na manhã desta segunda-feira (24) em Rio Grande (RS). As embarcações, com valor de US$ 69,5 milhões cada uma, serão utilizados para transporte de derivados de petróleo na costa brasileira. O negócio é estimado em aproximadamente R$ 1,5 bilhão. O evento contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se do primeiro contrato a ser assinado pela Transpetro no âmbito do Programa de Renovação e Ampliação da Frota do Sistema Petrobras. Dentro da mesma iniciativa, a companhia lançou na semana passada a licitação para aquisição de oito navios gaseiros.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou a importância de ampliar a frota própria de navios e reduzir os custos com afretamentos, devido à previsão de aumento da produção e da capacidade de refino da empresa nos próximos anos. “Estamos contratando 44 embarcações, que serão fundamentais para apoiar nossas operações. Todas já estão contratadas ou estão em processo de licitação. São investimentos de R$ 23 bilhões, um forte incentivo para o desenvolvimento da indústria naval nacional”, disse Magda. O presidente da Transpetro, Sérgio Bacci, ressaltou que essa é apenas a primeira contratação prevista pela companhia. “Pretendemos lançar futuramente licitações para contratar pelo menos mais 13 embarcações até 2026, ampliando a capacidade logística da Transpetro em até 25%”, afirmou.

O consórcio entre os estaleiros Rio Grande e Mac Laren apresentou um preço final de US$ 69,5 milhões por embarcação e venceu a licitação, lançada em julho de 2024, após o cumprimento de todas as etapas do edital. Os novos navios irão ampliar a capacidade de atendimento da Transpetro à Petrobras, permitindo a redução da sua exposição ao afretamento desse tipo de unidade, que tem baixa liquidez no mercado. Os Handy vão contemplar soluções que garantem maior eficiência energética e menor emissão de gases que provocam o efeito estufa. Além disso, as embarcações poderão ser abastecidas com bunker ou biocombustíveis. Como resultado, estima-se reduzir em 30% as emissões em relação aos atuais navios da frota, atendendo às determinações da Organização Marítima Internacional (IMO). Os navios serão aptos a transportar produtos claros derivados de petróleo, como Diesel Marítimo, Diesel S10, Diesel S500 e gasolina de aviação (GAV).

Maior subsidiária da Petrobras, a Transpetro opera 48 terminais (27 aquaviários e 21 terrestres), cerca de 8,5 mil quilômetros de dutos e 33 navios. A empresa é considerada a maior companhia de logística multimodal de petróleo, derivados e biocombustíveis da América Latina. Com mais de 160 clientes, a companhia presta serviços a distribuidoras, à indústria petroquímica e demais empresas do setor de óleo e gás.

Navios da classe Handy serão usados no transporte de derivados de petróleo na costa brasileira

Michelle Reffo é a nova head de marketing do Hospital IPO

A profissional acumula mais de 20 anos de experiência

“Será uma grande honra atuar em uma instituição com o porte do IPO, que tem um papel extremamente relevante para o mercado da saúde nacional e internacional”, destaca Michelle

O Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), de Curitiba, acaba de anunciar Michelle Reffo como sua nova head de marketing. Premiada como Profissional de Marketing do Ano do Paraná, em 2018, Michelle acumula mais de 20 anos de experiência atuando como gestora nas áreas do marketing, publicidade, propaganda e relações públicas. Nos últimos anos, teve um papel de destaque no Grupo RIC, um dos maiores conglomerados de comunicação do Brasil, e, mais recentemente, ocupou o cargo de head de marketing e relacionamento na agência V3COM.

“Acredito no marketing como uma ferramenta essencial para conectar o hospital a todos os públicos de interesse. Estou animada para implementar estratégias que destaquem a qualidade e a humanização dos nossos serviços. Além disso, será uma grande honra atuar em uma instituição com o porte do IPO, que tem um papel extremamente relevante para o mercado da saúde nacional e internacional”, destaca Michelle.

De acordo com a especialista, sua expertise em gestão de marcas, desenvolvimento de campanhas e excelente relações interpessoais será fundamental para fortalecer a presença do Hospital IPO no mercado e aprimorar a experiência dos pacientes, corpo clínico e comunidade em geral. “O IPO está passando por uma grande reformulação em seus processos de marketing e comunicação. Vamos realinhar estratégias, montar equipes e traçar narrativas assertivas para que possamos retratar para a sociedade toda essa excelência que norteia o trabalho da instituição”, anuncia Michelle.

A profissional acumula mais de 20 anos de experiência

Adama anuncia novo gerente de operações estruturadas

Posto será ocupado por Tiago Sakagushi

Ele será responsável por desenvolver e implementar estratégias que impulsionarão o crescimento dos negócios da companhia no Brasil

A Adama (lê-se Adamá) anunciou a contratação de Tiago Sakagushi para o cargo de gerente de operações estruturadas. Com mais de 17 anos de experiência no setor agrícola, TSakagushi traz consigo um profundo conhecimento em áreas cruciais como crédito e cobrança, barter [operação financeira que consiste na troca de produtos agrícolas por insumos agrícolas, sem a necessidade de dinheiro] e commodities. Formado em administração de empresas, sua trajetória inclui passagens por grandes empresas do segmento, onde desenvolveu sólida expertise em operações estruturadas.

Em seu novo papel na Adama, ele será responsável por desenvolver e implementar estratégias que impulsionarão o crescimento dos negócios da companhia. Seu foco estará em otimizar as operações de barter, uma área de crescente importância no cenário atual do agronegócio brasileiro. Sakagushi se reportará diretamente a Adner Pozzobon. “É um enorme prazer fazer parte desta empresa. Meu objetivo é, além de alavancar as operações de barter e os negócios da companhia como um todo, criar uma área que tenha um olhar para a rentabilidade de toda a cadeia, seja na visão do produtor, da revenda ou indústria, gerenciando as oscilações de preços de commodities e fortalecendo o mercado agrícola”, revelou, por meio de nota. A Adama é a 83ª maior empresa da região e também a 31ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui).

Posto será ocupado por Tiago Sakagushi

Lages e região passam a ter distribuição de gás natural

Projeto Serra Catarinense demandou aporte de R$ 350 milhões

Foram construídos mais de 220 quilômetros de gasoduto que conectam várias cidades da região serrana, de Indaial a Lages

O governador Jorginho Mello inaugurou na quarta-feira (16) o Projeto Serra Catarinense, um dos maiores planos de distribuição de gás natural do Brasil. Foram construídos mais de 220 quilômetros de gasoduto que conectam várias cidades da região serrana, de Indaial a Lages. O evento, na Associação Empresarial de Lages (Acil), contou com a presença do presidente da SCGÁS, Otmar Müller, além de autoridades locais. O projeto teve início em dezembro de 2010 e totaliza mais de R$ 350 milhões de investimento. A construção exigiu soluções de engenharia avançadas e tecnologias poucas vezes usadas no país. Lages até então, era atendida pela rede local e isolada que é abastecida com o modal Gás Natural Comprimido (GNC).

“Foi um trabalho longo, foram 14 anos de obra e uma circunstância bastante incomum, bastante difícil com a subida do Vale do Itajaí, um ambiente rochoso, rios a serem atravessados. Então foi uma obra muito expressiva e é a maior obra de interiorização de gás natural no Brasil. Por isso realmente requereu o engajamento muito grande das equipes, tanto dos colaboradores, funcionários da SCGÁS como das empresas contratadas”, comemorou o presidente da SCGÁS, Otmar Muller.

O objetivo do projeto é impulsionar o desenvolvimento econômico e social da região, fornecendo gás natural para indústrias, postos de combustíveis, comércios e residências. Além de atender a indústrias e postos de combustíveis, também apresenta um potencial de consumo de 30 mil metros cúbicos por dia. A expansão urbana em Lages já conta com diversos clientes, incluindo hotéis e restaurantes, além de planos para novos projetos residenciais na região. “Isso é uma equiparação da competitividade com outras regiões do estado, é um importante instrumento para a efetivação de negócios, para o ambiente de negócios da serra Catarinense. Já estamos combinados com o presidente da SCGÁS para ele vir na Acil nas próximas semanas e vamos fazer a reunião de todos os empresários consumidores de energia térmica”, disse o presidente da Associação Empresarial de Lages, Antônio Wiggers.

Projeto Serra Catarinense demandou aporte de R$ 350 milhões

Randoncorp anuncia aquisição de empresa britânica

Transação está entre as maiores da história da companhia

Com liderança no mercado de reposição, nova controlada potencializa a diversificação de receitas e de atuação na vertical de negócios de autopeças

A Randoncorp comunicou ao mercado que a Master Freios, joint-venture com o grupo Cummins, está adquirindo o controle do Grupo EBS – European Braking Systems, do Reino Unido, referência em soluções de sistemas de freios e reposição para veículos comerciais. A transação, que ainda depende do cumprimento dos termos estabelecidos no contrato para ser efetivada, é de aproximadamente 56 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 410 milhões – entre as maiores da história da companhia.

Maior fabricante de sistemas de freios para caminhões, ônibus e semirreboques da América Latina, a Master Freios atua há 38 anos no mercado brasileiro e internacional, com liderança nacional no fornecimento para montadoras, e forte presença em produtos de reposição. Além de freios pneumáticos e hidráulicos, nas versões disco e tambor, a empresa também possui em seu portfólio sistemas de atuação e controle, como válvulas, câmaras de freio, sistemas de ABS, ajustadores de freio e peças em alumínio injetado.

Com a aquisição, a Master Freios passa a incorporar a expertise, estrutura e rede de distribuição do Grupo EBS, presente em mercados fortes de países europeus e asiáticos. A European Braking Systems está entre as líderes no mercado de reposição no Reino Unido e conta com um amplo portfólio de soluções de reposição na indústria automotiva, atuando na fabricação e distribuição de componentes de freios a ar, sistemas de controle de veículos comerciais, como câmaras, válvulas, cilindros e servos para embreagem, entre outros produtos. A empresa conta com duas unidades no Reino Unido e está presente também na China, Irlanda, Estados Unidos, Países Baixos e Romênia.

“Hoje a Master defende a liderança no fornecimento de peças originais para montadoras. Essa transação vai diversificar nosso portfólio e aumentar a exposição para o mercado de reposição de componentes, para que possamos entregar ainda mais soluções aos nossos parceiros”, pontua o diretor de negócios da Master, Bernardo Soares. “É uma negociação importante para a história da Master Freios, projetando a empresa para um novo patamar, associando uma maior resiliência de receita com atuação global. Além de avanços significativos no segmento do aftermarket, a partir desse movimento, a empresa passará a alcançar novos clientes na Europa e na Ásia, contribuindo significativamente para as estratégias de internacionalização da companhia”, complementa o vice-presidente Executivo para América do Sul e COO da vertical Autopeças da Randoncorp, Ricardo Escoboza.

Com unidades de produção localizadas no Rio Grande do Sul e rede de vendas consolidada com atuação na América Latina, a Master Freios é destaque no desenvolvimento de freios para veículos comerciais com padrões de reconhecimento mundial, entregando aos clientes produtos com alta tecnologia, qualidade e performance, garantindo ainda mais segurança nas estradas. “Temos uma estratégia clara de buscar a diversificação dos nossos negócios, seja em segmentos de atuação ou pela nossa presença global. A cada movimento, vamos impulsionando nossas verticais de negócios nesse objetivo geral, levando a expertise, liderança e excelência que o mercado já conhece para novas geografias, garantindo, assim, uma jornada de crescimento sustentável”, reforça o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Transação está entre as maiores da história da companhia

Randoncorp anuncia aquisição de empresa britânica

Transação está entre as maiores da história da companhia

Com liderança no mercado de reposição, nova controlada potencializa a diversificação de receitas e de atuação na vertical de negócios de autopeças

A Randoncorp comunicou ao mercado que a Master Freios, joint-venture com o grupo Cummins, está adquirindo o controle do Grupo EBS – European Braking Systems, do Reino Unido, referência em soluções de sistemas de freios e reposição para veículos comerciais. A transação, que ainda depende do cumprimento dos termos estabelecidos no contrato para ser efetivada, é de aproximadamente 56 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 410 milhões – entre as maiores da história da companhia.

Maior fabricante de sistemas de freios para caminhões, ônibus e semirreboques da América Latina, a Master Freios atua há 38 anos no mercado brasileiro e internacional, com liderança nacional no fornecimento para montadoras, e forte presença em produtos de reposição. Além de freios pneumáticos e hidráulicos, nas versões disco e tambor, a empresa também possui em seu portfólio sistemas de atuação e controle, como vlvulas, câmaras de freio, sistemas de ABS, ajustadores de freio e peças em alumínio injetado.

Com a aquisição, a Master Freios passa a incorporar a expertise, estrutura e rede de distribuição do Grupo EBS, presente em mercados fortes de países europeus e asiáticos. A European Braking Systems está entre as líderes no mercado de reposição no Reino Unido e conta com um amplo portfólio de soluções de reposição na indústria automotiva, atuando na fabricação e distribuição de componentes de freios a ar, sistemas de controle de veículos comerciais, como câmaras, válvulas, cilindros e servos para embreagem, entre outros produtos. A empresa conta com duas unidades no Reino Unido e está presente também na China, Irlanda, Estados Unidos, Países Baixos e Romênia.

“Hoje a Master defende a liderança no fornecimento de peças originais para montadoras. Essa transação vai diversificar nosso portfólio e aumentar a exposição para o mercado de reposição de componentes, para que possamos entregar ainda mais soluções aos nossos parceiros”, pontua o diretor de negócios da Master, Bernardo Soares. “É uma negociação importante para a história da Master Freios, projetando a empresa para um novo patamar, associando uma maior resiliência de receita com atuação global. Além de avanços significativos no segmento do aftermarket, a partir desse movimento, a empresa passará a alcançar novos clientes na Europa e na Ásia, contribuindo significativamente para as estratégias de internacionalização da companhia”, complementa o vice-presidente Executivo para América do Sul e COO da vertical Autopeças da Randoncorp, Ricardo Escoboza.

Com unidades de produção localizadas no Rio Grande do Sul e rede de vendas consolidada com atuação na América Latina, a Master Freios é destaque no desenvolvimento de freios para veículos comerciais com padrões de reconhecimento mundial, entregando aos clientes produtos com alta tecnologia, qualidade e performance, garantindo ainda mais segurança nas estradas. “Temos uma estratégia clara de buscar a diversificação dos nossos negócios, seja em segmentos de atuação ou pela nossa presença global. A cada movimento, vamos impulsionando nossas verticais de negócios nesse objetivo geral, levando a expertise, liderança e excelência que o mercado já conhece para novas geografias, garantindo, assim, uma jornada de crescimento sustentável”, reforça o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Transação está entre as maiores da história da companhia

Marcelo Hoffmeister assume diretoria na Unicred Central Geração

Ele será responsável pela área de negócios e desenvolvimento

No sistema Unicred desde 2018, Hoffmeister ocupa novo cargo reforçando olhar da cooperativa para a educação financeira

A Unicred Central Geração apresenta uma novidade em sua estrutura executiva neste mês de setembro. No Sistema Unicred desde 2018, Marcelo Hoffmeister passa a ocupar o cargo de diretor de desenvolvimento e negócios. Graduado em administração de empresas com MBA em gestão financeira e controladoria, além de expertise em educação financeira, Hoffmeister começou sua carreira na área comercial, nos segmentos de consultoria e valuation. Na sequência, ingressou no mercado financeiro, onde atuou por aproximadamente 15 anos em empresas como Itaú Unibanco e Santander.

Em 2018, Hoffmeister ingressou na Unicred Central Geração como gerente de desenvolvimento de negócios, onde seguiu até 2021, quando se tornou superintendente da instituição, com o objetivo de disseminar o trabalho de sinergia e desenvolvimento em todas as verticais da empresa. Em sua atuação no novo cargo, Hoffmeister terá a educação financeira como uma das diretrizes. Recentemente, uma pesquisa do Instituto Locomotiva e MFM Tecnologia revelou que oito em cada dez famílias brasileiras estavam endividadas. Por isso, Hoffmeister buscará difundir a relevância de gerenciar os recursos. “Entender o problema que cada produto e serviço pode resolver na vida financeira do Cooperado e os seus diferenciais em relação ao mercado é fundamental para que se possa fazer as melhores escolhas visando um planejamento financeiro saudável evitando riscos fora do planejamento”, ressalta Hoffmeister.

Ele será responsável pela área de negócios e desenvolvimento

Paraná vai qualificar 3 mil jovens em TI

No total, serão 1.500 bolsas para alunos e egressos do ensino médio e outras 1.500 bolsas para alunos do ensino superior

A ideia é que sejam formados 60 alunos por município ao final dos três anos do projeto

Em encontro realizado na sede da Celepar, em Curitiba, foi realizada uma apresentação da ideia para os 50 municípios que devem aderir ao projeto Talento Tech, liderado pelo governo paranaense. Essa será a maior iniciativa de qualificação profissional voltada para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do país. Com investimento de R$ 62 milhões, o Talento Tech vai qualificar 3 mil alunos com cursos gratuitos e bolsas remuneradas em TIC. O projeto é coordenado em conjunto pelas secretarias da Inovação, Modernização e Transformação Digital, do Planejamento, da Educação, de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fundação Araucária e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

No total, serão 1.500 bolsas para alunos e egressos do ensino médio e outras 1.500 bolsas para alunos do ensino superior que estudam nas universidades estaduais do Paraná. A ideia é formar 1.000 alunos por ano, sendo 500 de cada categoria, totalizando as 3 mil qualificações. O critério para escolha dos 50 municípios participantes levou em consideração o Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM). Ele mede o desempenho dos 399 municípios considerando três dimensões: renda, emprego e produção agropecuária, saúde e educação. As cidades selecionadas têm os menores IPDMs do Paraná.

Os municípios e os critérios serão oficializados no lançamento do edital, previsto para abril. A ideia é que sejam formados 60 alunos por município ao final dos três anos do projeto. O objetivo é que os futuros profissionais atuem em suas cidades após a conclusão do projeto, contribuindo para o desenvolvimento econômico e a geração de valor na estrutura produtiva local. O secretário do planejamento, Guto Silva, disse que o objetivo do projeto é transformar o Paraná em um celeiro de talentos no setor de tecnologia, complementando as aulas de programação da rede estadual e oferta de cursos regulares nas universidades estaduais. “O jovem vai ganhar um salário para estudar, ganhar um notebook para poder concluir o curso e depois vai precisar ficar no município para que a cidade também ganhe. Nós queremos esses talentos vivendo no Paraná”, afirma.

O secretário da Inovação, Marcelo Rangel, afirma que o projeto é pioneiro no Brasil, com um investimento de R$ 42 milhões destinado somente para bolsas. Ele explica que o objetivo é formar parcerias com as Big Techs do setor de tecnologia para que o aluno saia do curso empregado. “O Paraná é o estado que mais atrai empresas da área de tecnologia, mas também temos que ter qualificação. Temos que ter profissionais preparados para assumir posições de destaque nestas grandes empresas”, explica.

Os cursos terão duração de 10 meses, período em que os alunos terão direito a uma bolsa remunerada para dedicação à formação na área. Elas terão valor R$ 1.350 para alunos e ex-alunos do ensino médio e R$ 1.500 para alunos que estejam cursando o ensino superior na rede pública de ensino. Além disso, cada aluno receberá um notebook durante o aprendizado. Os critérios de seleção serão determinados pelo edital, que será publicado pelo Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (Nutead) da UEPG. As aulas serão híbridas, com parte do curso em EAD e aulas presenciais quinzenais. A UEPG será a responsável pela estruturação dos cursos, assim como organização com as demais universidades no auxílio para aplicação das aulas em cada região.

Cada curso terá a duração de 800 horas, divididas em três módulos, sendo dois iniciais de 360 horas e um final de 80 horas, dedicado para o projeto integrador com empresas parceiras. O Talento Tech tem o objetivo de explorar as habilidades de formação em TIC, além de conteúdos de soft skills, fundamentos da computação, inglês técnico, engenharia de software e o desenvolvimento de uma aplicação prática ao final dessas formações. Os cursos serão ministrados por professores das instituições de Ensino Superior e por profissionais indicados pelas empresas de tecnologia parceiras. Cada município terá um apoio presencial à docência e cada turma terá um apoio online à docência como forma de acompanhar o desempenho.

No total, serão 1.500 bolsas para alunos e egressos do ensino médio e outras 1.500 bolsas para alunos do ensino superior

Paraná vai qualificar 3 mil jovens em TI

No total, serão 1.500 bolsas para alunos e egressos do ensino médio e outras 1.500 bolsas para alunos do ensino superior

A ideia é que sejam formados 60 alunos por município ao final dos três anos do projeto

Em encontro realizado na sede da Celepar, em Curitiba, foi realizada uma apresentação da ideia para os 50 municípios que devem aderir ao projeto Talento Tech, liderado pelo governo paranaense. Essa será a maior iniciativa de qualificação profissional voltada para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do país. Com investimento de R$ 62 milhões, o Talento Tech vai qualificar 3 mil alunos com cursos gratuitos e bolsas remuneradas em TIC. O projeto é coordenado em conjunto pelas secretarias da Inovação, Modernização e Transformação Digital, do Planejamento, da Educação, de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fundação Araucária e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

No total, serão 1.500 bolsas para alunos e egressos do ensino médio e outras 1.500 bolsas para alunos do ensino superior que estudam nas universidades estaduais do Paraná. A ideia é formar 1.000 alunos por ano, sendo 500 de cada categoria, totalizando as 3 mil qualificações. O critério para escolha dos 50 municípios participantes levou em consideração o Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM). Ele mede o desempenho dos 399 municípios considerando três dimensões: renda, emprego e produção agropecuária, saúde e educação. As cidades selecionadas têm os menores IPDMs do Paraná.

Os municípios e os critérios serão oficializados no lançamento do edital, previsto para abril. A ideia é que sejam formados 60 alunos por município ao final dos três anos do projeto. O objetivo é que os futuros profissionais atuem em suas cidades após a conclusão do projeto, contribuindo para o desenvolvimento econômico e a geração de valor na estrutura produtiva local. O secretário do planejamento, Guto Silva, disse que o objetivo do projeto é transformar o Paraná em um celeiro de talentos no setor de tecnologia, complementando as aulas de programação da rede estadual e oferta de cursos regulares nas universidades estaduais. “O jovem vai ganhar um salário para estudar, ganhar um notebook para poder concluir o curso e depois vai precisar ficar no município para que a cidade também ganhe. Nós queremos esses talentos vivendo no Paraná”, afirma.

O secretário da Inovação, Marcelo Rangel, afirma que o projeto é pioneiro no Brasil, com um investimento de R$ 42 milhões destinado somente para bolsas. Ele explica que o objetivo é formar parcerias com as Big Techs do setor de tecnologia para que o aluno saia do curso empregado. “O Paraná é o estado que mais atrai empresas da área de tecnologia, mas também temos que ter qualificação. Temos que ter profissionais preparados para assumir posições de destaque nestas grandes empresas”, explica.

Os cursos terão duração de 10 meses, período em que os alunos terão direito a uma bolsa remunerada para dedicação à formação na área. Elas terão valor R$ 1.350 para alunos e ex-alunos do ensino médio e R$ 1.500 para alunos que estejam cursando o ensino superior na rede pública de ensino. Além disso, cada aluno receberá um notebook durante o aprendizado. Os critérios de seleção serão determinados pelo edital, que será publicado pelo Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (Nutead) da UEPG. As aulas serão híbridas, com parte do curso em EAD e aulas presenciais quinzenais. A UEPG será a responsável pela estruturação dos cursos, assim como organização com as demais universidades no auxílio para aplicação das aulas em cada região.

Cada curso terá a duração de 800 horas, divididas em três módulos, sendo dois iniciais de 360 horas e um final de 80 horas, dedicado para o projeto integrador com empresas parceiras. O Talento Tech tem o objetivo de explorar as habilidades de formação em TIC, além de conteúdos de soft skills, fundamentos da computação, inglês técnico, engenharia de software e o desenvolvimento de uma aplicação prática ao final dessas formações. Os cursos serão ministrados por professores das instituições de Ensino Superior e por profissionais indicados pelas empresas de tecnologia parceiras. Cada município terá um apoio presencial à docência e cada turma terá um apoio online à docência como forma de acompanhar o desempenho.

No total, serão 1.500 bolsas para alunos e egressos do ensino médio e outras 1.500 bolsas para alunos do ensino superior

Weg vai investir R$ 670 milhões no México e no Brasil

Aporte prevê expansão da capacidade e verticalização dos negócios de transformadores e motores elétricos

Praticamente metade do investimento será feito em fábricas de Santa Catarina

A Weg comunicou nesta quarta-feira (18) que investirá aproximadamente R$ 670 milhões ao longo dos próximos cinco anos na expansão da capacidade e verticalização dos negócios de transformadores e motores elétricos no México e no Brasil. No México os investimentos serão destinados para a construção de um novo prédio para fabricação de fios, em Atotonilco de Tula, além da aquisição e instalação de equipamentos. O objetivo é atender a demanda atual e projetada para fios e cabos empregados nos negócios de transformadores e motores elétricos na América do Norte. O investimento previsto é de aproximadamente R$ 336 milhões, também longo dos próximos cinco anos.

No Brasil, os investimentos serão aplicados nos parques fabris de Itajaí e Guaramirim, ambos em Santa Catarina. Em Itajaí, a companhia vai expandir em 9.500 metros quadrados sua fábrica de fios, atualmente com 8.500 metros quadrados, para atender a demanda atual e projetada para transformadores no Brasil. O investimento previsto neste projeto, próximo a R$ 169 milhões, tem um cronograma estimado de cinco anos. Já em Guaramirim, o plano consiste na expansão de um dos prédios da fundição, atualmente com 11 mil metros quadrados, em mais 6 mil metros quadrados, bem como a modernização do maquinário, com um aporte previsto de cerca de R$ 165 milhões no decorrer dos próximos três anos.

“Com estes novos investimentos, é dado um passo importante que faltava na verticalização da fabricação de motores elétricos no México e demonstra otimismo com as perspectivas de crescimento, tanto neste mercado quanto de transformadores no Brasil e no exterior”, avalia a companhia sediada em Jaraguá do Sul, por meio de nota.

Aporte prevê expansão da capacidade e verticalização dos negócios de transformadores e motores elétricos

PwC Brasil abre vagas para talentos em auditoria

Inscrições podem ser feitas até o dia 27 de junho

O programa é aberto a estudantes ou pessoas recém-formadas

A PwC Brasil, empresa global de prestação de serviços profissionais, está com inscrições abertas para a nova geração de solvers para a área de auditoria e asseguração. O programa é aberto a estudantes ou pessoas recém-formadas e quem tiver interesse poderá se candidatar, até 27 de junho, no site da PwC Brasil, página de Carreira. Há vagas para escritórios da firma em 15 cidades e onze estados. “Esse programa é a oportunidade perfeita para quem busca desenvolvimento profissional diferenciado, deseja começar a carreira em equipes multiculturais e tem interesse em utilizar tecnologias avançadas e inovadoras para ajudar organizações a construir confiança e produzir resultados sustentáveis”, informa a PwC Brasil por meio de comunicado.

A PwC é reconhecida por seu ambiente diverso e inclusivo. A companhia recebeu diversos prêmios, entre eles, o prêmio Melhores Empresas em Práticas e Ações da Diversidade, promovido pela Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, com o programa Nova Geração de Solvers. Também é conhecida por fazer relevantes investimentos no desenvolvimento de seus profissionais e no cuidado com suas pessoas.

Inscrições podem ser feitas até o dia 27 de junho

Conexões que transformam

Como o networking pode impulsionar seu crescimento profissional e empresarial

Com uma rede sólida, as possibilidades são praticamente infinitas

No mundo dos negócios, o ditado “não é o que você sabe, mas quem você conhece” é mais relevante do que nunca. Se você é empreendedor ou trabalha em uma empresa que busca expandir seus negócios, conexões fortes podem resultar em colaborações que impulsionam o crescimento. Conhecer um investidor ou um parceiro de negócios pode ser a chave para transformar uma ideia em um sucesso, por exemplo.

Parte do segredo está em ser genuíno, proativo e recíproco. Com uma rede sólida, as possibilidades são praticamente infinitas. Networking não é apenas sobre o que os outros podem fazer por você, mas também sobre o que você pode oferecer a eles. Essa troca mútua de valor cria relacionamentos duradouros e significativos que podem abrir portas e gerar oportunidades inesperadas.

Além disso, ao gerar valor em trocas de networking, você fortalece suas conexões com pessoas dos mais variados nichos e status. Essas conexões diversificadas ampliam sua perspectiva e trazem insights valiosos de diferentes setores. Não importa se são líderes de mercado ou recém-chegados na indústria, pois cada interação pode ser uma oportunidade de aprendizado e crescimento.

Investir tempo e esforço em construir e manter essas conexões é essencial para qualquer profissional ou empresa que deseja crescer e prosperar no mercado atual. Ao cultivar uma rede de contatos sólida e diversificada, você não só aumenta suas chances de sucesso, mas também contribui para um ecossistema mais colaborativo e inovador.

Como o networking pode impulsionar seu crescimento profissional e empresarial

Quanto vale o CEO?

Diferenças salariais e transparência na remuneração

Os bônus se tornaram padrão nas grandes organizações, a ponto de diferenças entre topo e média (ou mediana) das remunerações passarem da casa da centena

Trabalhadores insatisfeitos com a sua remuneração e com a diferença salarial em relação a seus superiores existem aos montes. Aqueles que vocalizam tal contrariedade dentro de organizações, nem tanto – menos ainda se ela correr o risco de vir a público. Foi o que aconteceu recentemente no Banco do Brasil. Relembrando: em maio, vazaram alguns diálogos numa rede interna do Banco do Brasil em que funcionários se queixavam do aumento salarial pleiteado para a CEO da instituição, a ser votado pelo conselho deliberativo dali alguns dias. Nem tanto pelo que ela viria a ganhar – pouco mais de R$ 100 mil, o que nem é muito dinheiro em se tratando de um banco – , mas pelo que os demais escalões recebiam. O que conduz às questões: deve haver um limite para a diferença salarial entre o topo e a base da pirâmide corporativa? E os salários devem ser de conhecimento de todos os colaboradores?

Primeira resposta: sim. E há razões para isso. Diferenças salariais excessivas podem alimentar o ressentimento e a desmotivação nas equipes, dizia Peter Drucker (1909-2005). E, mesmo quando os ganhos do topo estão associados a desempenho, constituem um incentivo perverso para resultados de curto prazo. O banqueiro J.P. Morgan não emprestava dinheiro a empresas em que a maior remuneração superasse em 20 vezes a menor. Seria um sinal de que os executivos estariam no cargo mais dispostos a atender aos próprios interesses do que aos da companhia que lideravam (p. 55).

Entretanto, mais recentemente, os bônus se tornaram padrão nas grandes organizações, a ponto de diferenças entre topo e média (ou mediana) das remunerações passarem da casa da centena, como mostra esse levantamento e também esse. Encontrar o limite estabelecido por J. P. Morgan é impossível no universo das grandes companhias hoje em dia, e talvez a recomendação de Peter Drucker – diferença máximo de 20 vezes, também, mas em relação aos “funcionários de escritório na linha de frente” (p. 55) – seja não apenas a mais plausível, como também a mais recomendável, pois factível. Nessa faixa, aliás, se enquadra o próprio BB, segundo os estudos citados acima.

Segunda questão: salários devem ser de conhecimento de todos? Bem, “o segredo alimenta conspirações, mas a abertura provoca indignação e fúria” (p. 95). Uma solução intermediária, ainda que fora de moda, seja elaborar um manual de cargos e salários, atualizado periodicamente e disponibilizado a qualquer colaborador pelo RH. Ao conhecer os diferentes níveis hierárquicos e as remunerações correspondentes, o trabalhador tem uma ideia de suas perspectivas de carreira e, por tabela, infere quanto ganham colegas e superiores. Pode não evitar choros nem ranger de dentes, mas estes só serão suprimidos da vida corporativa quando humanos derem lugar a robôs – e se tornarem saudosos de seus holerites, fossem eles magros ou gordos.

Diferenças salariais e transparência na remuneração

Empregos que exigem especialidade em IA oferecem salário até 25% maior

Conclusão faz parte do primeiro Barômetro Global de Empregos em IA de 2024 da PwC

“Existem enormes oportunidades para pessoas, organizações e economias com experiência em tecnologias novas e emergentes, como a IA”, afirma Camila Cinquetti, sócia líder da área de Workforce da PwC Brasil

Setores de trabalho mais expostos à Inteligência Artificial (IA) registraram um crescimento de 4,8 vezes na produtividade, de acordo com o primeiro Barômetro Global de Empregos em IA de 2024 da PwC. Além disso, em alguns mercados, empregos que exigem competências especializadas em IA oferecem salário até 25% maior. O relatório, que analisou mais de meio bilhão de anúncios de emprego de 15 países, sugere que a IA pode permitir que nações superem um persistente quadro de baixo crescimento na produtividade, gerando desenvolvimento econômico, salários mais elevados e melhores padrões de vida. “Empresas e governos precisam garantir que estão investindo nas competências necessárias, tanto para os cidadãos como para as organizações, se quiserem prosperar em um contexto de trabalho que já está sendo transformado pela IA”, afirma Camila Cinquetti, sócia líder da área de Workforce da PwC Brasil. “Existem enormes oportunidades para pessoas, organizações e economias com experiência em tecnologias novas e emergentes, como a IA”, conclui Camila.

No Brasil, 72% dos CEOs no Brasil afirmam que a IA mudará significativamente a forma como suas empresas criam, entregam e capturam valor nos próximos três anos, de acordo com a 27ª edição da CEO Survey, pesquisa anual da PwC. Na última edição, lançada em janeiro, foram consultados mais de 4.700 líderes empresariais em todo o mundo. O Barômetro Global de Empregos da PwC revela que trabalhadores capacitados para a IA são mais produtivos e mais valiosos para o negócio, conclusão que também converge com a 27ª CEO Survey. No levantamento, CEOs no mundo cujas empresas começaram a adotar a IA acreditam que ela aumentará a eficiência do tempo de trabalho de seus funcionários.

O Barômetro concluiu que, para cada anúncio de emprego em 2012 que exigia competências vinculadas ao domínio de IA (como machine learning), existem agora sete anúncios de vagas com essa condição. Em contraste, os anúncios para todos os empregos cresceram mais lentamente, apenas dobrando desde 2012. Também de acordo com o mesmo levantamento, o crescimento de empregos que exigem competências especializadas em IA superou o de todas as outras categorias de trabalho desde 2016, bem antes do surgimento do ChatGPT. O número de vagas para especialistas em IA aumentou 3,5 vezes mais rápido do que o total de empregos.

A proporção de anúncios de emprego que requerem habilidades relacionadas à IA é maior no setor de serviços, informação e comunicação e serviços financeiros – precisamente os segmentos previstos para estarem mais expostos à IA. Em serviços financeiros, há uma proporção de empregos que exigem habilidades em IA quase três vezes maior do que em outros setores; em serviços, também três vezes maior; e, em informação e comunicação, cinco vezes maior. “A IA proporciona muito mais do que ganhos de eficiência”, comenta Denise Pinheiro, sócia da PwC Brasil especialista em transformação digital. “A IA oferece formas fundamentalmente novas de criar valor. Em nosso trabalho com os clientes, vemos empresas usando IA para ampliar o valor que seus funcionários podem oferecer. Neste momento, existe uma demanda de mercado por profissionais como desenvolvedores de software”, opina.

Conclusão faz parte do primeiro Barômetro Global de Empregos em IA de 2024 da PwC