Archives Fevereiro 2025

Transpetro assina contrato bilionário no Sul

Navios da classe Handy serão usados no transporte de derivados de petróleo na costa brasileira

O consórcio entre os estaleiros Rio Grande (foto) e Mac Laren apresentou um preço final de US$ 69,5 milhões por embarcação

A Transpetro, subsidiária integral da Petrobras, e o consórcio formado pelos estaleiros Rio Grande e Mac Laren assinaram contrato para a aquisição de quatro navios da classe Handy na manhã desta segunda-feira (24) em Rio Grande (RS). As embarcações, com valor de US$ 69,5 milhões cada uma, serão utilizados para transporte de derivados de petróleo na costa brasileira. O negócio é estimado em aproximadamente R$ 1,5 bilhão. O evento contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se do primeiro contrato a ser assinado pela Transpetro no âmbito do Programa de Renovação e Ampliação da Frota do Sistema Petrobras. Dentro da mesma iniciativa, a companhia lançou na semana passada a licitação para aquisição de oito navios gaseiros.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou a importância de ampliar a frota própria de navios e reduzir os custos com afretamentos, devido à previsão de aumento da produção e da capacidade de refino da empresa nos próximos anos. “Estamos contratando 44 embarcações, que serão fundamentais para apoiar nossas operações. Todas já estão contratadas ou estão em processo de licitação. São investimentos de R$ 23 bilhões, um forte incentivo para o desenvolvimento da indústria naval nacional”, disse Magda. O presidente da Transpetro, Sérgio Bacci, ressaltou que essa é apenas a primeira contratação prevista pela companhia. “Pretendemos lançar futuramente licitações para contratar pelo menos mais 13 embarcações até 2026, ampliando a capacidade logística da Transpetro em até 25%”, afirmou.

O consórcio entre os estaleiros Rio Grande e Mac Laren apresentou um preço final de US$ 69,5 milhões por embarcação e venceu a licitação, lançada em julho de 2024, após o cumprimento de todas as etapas do edital. Os novos navios irão ampliar a capacidade de atendimento da Transpetro à Petrobras, permitindo a redução da sua exposição ao afretamento desse tipo de unidade, que tem baixa liquidez no mercado. Os Handy vão contemplar soluções que garantem maior eficiência energética e menor emissão de gases que provocam o efeito estufa. Além disso, as embarcações poderão ser abastecidas com bunker ou biocombustíveis. Como resultado, estima-se reduzir em 30% as emissões em relação aos atuais navios da frota, atendendo às determinações da Organização Marítima Internacional (IMO). Os navios serão aptos a transportar produtos claros derivados de petróleo, como Diesel Marítimo, Diesel S10, Diesel S500 e gasolina de aviação (GAV).

Maior subsidiária da Petrobras, a Transpetro opera 48 terminais (27 aquaviários e 21 terrestres), cerca de 8,5 mil quilômetros de dutos e 33 navios. A empresa é considerada a maior companhia de logística multimodal de petróleo, derivados e biocombustíveis da América Latina. Com mais de 160 clientes, a companhia presta serviços a distribuidoras, à indústria petroquímica e demais empresas do setor de óleo e gás.

Navios da classe Handy serão usados no transporte de derivados de petróleo na costa brasileira

Marcopolo vê perspectivas positivas para este ano

Companhia sinaliza aumento de volume no mercado de ônibus no Brasil e no exterior em 2025

Volare híbrido a etanol foi lançado em 2024

A Marcopolo registrou crescimento significativo da produção total e da receita em 2024, reforçando a sua posição de liderança no setor. A companhia produziu 15.289 unidades no ano passado, um crescimento de 17,3% em comparação com o ano anterior, considerando-se as fábricas no Brasil e no exterior. A receita operacional líquida aumentou 28,6%, de R$ 6,6 bilhões em 2023 para R$ 8,5 bilhões em 2024 (veja outros resultados na tabela ao final desta reportagem). As vendas no mercado interno somaram R$ 5,4 bilhões em 2024, um crescimento de 36,3% em relação ao ano anterior. Esse resultado foi impulsionado pela alta demanda nos segmentos de rodoviários e micros, além da retomada gradual das vendas de urbanos, que devem continuar em expansão ao longo de 2025.

Em 2024, a companhia sediada em Caxias do Sul (RS) lançou modelos inovadores, como o Volare Fly 12 e o Volare Attack híbrido, realizou a entrega dos primeiros veículos elétricos integrais Attivi, homologado em diversas cidades brasileiras. Expandindo o portfólio, a Marcopolo reinaugurou o segmento de motorhomes no país com o lançamento do NOMADE e avançou no mercado metroferroviário, com a entrega das composições que farão a conexão dos terminais do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A Marcopolo também apresentou resultados positivos no quarto trimestre de 2024. A produção consolidada foi de 3.867 unidades, com crescimento de 8,6% na comparação anual. A receita líquida alcançou R$ 2,6 bilhões — um incremento de 30,1% ante outubro a dezembro de 2023.

Para este ano, a Marcopolo avalia o cenário de forma positiva, com crescimento do volume no mercado brasileiro de ônibus, mesmo no contexto de altas taxas de juros, e aumento das exportações. “O desempenho de 2024 superou as nossas expectativas, permitindo que redefinamos nossos desafios para os próximos anos. Com uma carteira de pedidos robusta no Brasil, a retomada do segmento de urbanos e boas perspectivas em mercados externos relevantes, como América Latina e África, estamos preparados para um novo ciclo de crescimento”, afirma o CEO André Armaganijan. A Marcopolo é a 34ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Companhia sinaliza aumento de volume no mercado de ônibus no Brasil e no exterior em 2025

Infraestrutura do Sul pode receber recursos de fundo internacional

Pelo menos US$ 15 bilhões deverão ser aportados na região e também no Rio de Janeiro

Fundo Brasilinvest-ADIG foi criado para investir na infraestrutura brasileira

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul deverão ser contemplados com os recursos do Fundo Brasilinvest-ADIG que foi criado para aplicação na infraestrutura brasileira. O fundo é formado pela Abu Dabi Investment Group (ADIG) e fundos de investidores da GF Capital e Brasilinvest. A expectativa da GF Capital, gestora norte-americana responsável pela estruturação, é de que pelo menos US$ 15 bilhões do total de US$ 100 bilhões deverão ser aportados em projetos de smart cities na região e também no Rio de Janeiro. Os recursos deverão ser liberados em 60 dias após a aprovação dos projetos.

Os recursos também serão disponibilizados às empresas brasileiras que quiserem investir em expansão no exterior ou ampliar suas exportações. A propósito, US$ 30 bilhões do total já estão destinados a projetos com protocolos de intenção assinados em diferentes segmentos. Trata-se de um fundo criado recentemente como fruto do interesse de mais de 50 empresários e instituições dos Estados Unidos, Canadá, França, Emirados Árabes e Brasil vocacionado para setores como infraestrutura, meio ambiente, indústria, aeroespacial, comunicações, saúde, imobiliário, tecnologia e automotivo, entre outros. A expectativa é de que nada menos do que US$ 20 bilhões sejam absorvidos em projetos verdes, bastante concentrados na região amazônica.

O Brasilinvest-ADIG tem Mario Garnero como chairman e Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES, como vice-chairman. O fundo também contempla recursos para a reconstrução de infraestrutura viária e de transporte, educação e saúde prejudicada por fenômenos climáticos extremos, como foram os casos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. “Todos os projetos voltados a investimentos envolvendo o desenvolvimento econômico brasileiro podem se candidatar para análise individual”, anuncia Renato Costa, CEO do fundo e da GF Capital.

Pelo menos US$ 15 bilhões deverão ser aportados na região e também no Rio de Janeiro

Indústria gaúcha está disposta a investir

Índice atingiu o patamar mais alto desde setembro de 2022

Emprego cresce, ociosidade e estoques caem em janeiro

Com crescimento no emprego, quedas na ociosidade e nos estoques e estabilidade na produção, a Sondagem Industrial, divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), mostra um início de ano mais promissor para o setor industrial gaúcho. A pesquisa de opinião empresarial, realizada mensalmente pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs, apresentou em janeiro um cenário de perspectivas positivas para os próximos seis meses. “O levantamento é um termômetro do momento atual e traz sinais positivos, mas não afasta a necessidade de uma reforma fiscal, com controle nos gastos públicos que reduza a pressão sobre indicadores como a inflação e os juros”, afirma Claudio Bier, presidente da Fiergs.

Para os próximos seis meses, a sondagem industrial revela que o setor espera aumento da demanda, das exportações, do emprego e das compras de matérias-primas no Rio Grande do Sul. Em função desta perspectiva mais positiva, a intenção de investir da indústria gaúcha atingiu o patamar mais alto desde setembro de 2022, com o índice crescendo de 57,6 pontos, em janeiro, para 61,5, em fevereiro, quase dez pontos acima da média histórica (veja o gráfico abaixo). Pouco mais de dois terços das empresas (66,9%) mostra disposição em realizar investimentos nos próximos seis meses.

O índice de produção alcançou 50,1 pontos em janeiro, o maior para mês desde 2021, indicando um ritmo acima do esperado para o início do ano. Outro índice medido na Sondagem é o de número de empregados, que atingiu 51,7 em janeiro, revelando aumento do emprego industrial ante dezembro. O resultado ganha importância porque supera a média histórica de 50,1 do período. O índice varia de zero a cem pontos. Valores acima de 50 representam crescimento em relação ao mês anterior. A utilização da capacidade instalada (UCI), também medida na Sondagem, alcançou 71% em janeiro, subindo três pontos percentuais em relação a dezembro e ficando acima da média histórica de 68,1% do mês. Mesmo com a estabilidade da produção, os estoques de produtos finais caíram na passagem de dezembro para janeiro, a quinta redução seguida e a oitava em nove meses. O índice relacionado a estoques alcançou 47,9 pontos. Neste caso, valores acima de 50 pontos indicam estoque além do planejado pelas empresas. Foram consultadas 145 empresas, sendo 30 pequenas, 50 médias e 65 grandes, entre 1º e 12 de fevereiro.

Índice atingiu o patamar mais alto desde setembro de 2022

Consumo de vinhos cresce entre os brasileiros

Cenário contraria tendência mundial de queda

A transformação no mercado brasileiro se deve a diversos fatores, incluindo a popularização da bebida entre novos públicos e a maior valorização dos rótulos nacionais

O consumo de vinho diminuiu em diversas partes do mundo, enquanto o Brasil segue na contramão dessa tendência. Nos últimos anos, o interesse dos brasileiros pela bebida cresceu significativamente, impulsionado por mudanças nos hábitos de consumo, maior oferta de rótulos nacionais e importados e pelo fortalecimento da cultura do vinho entre os consumidores. Entre 2022 e 2023, o consumo de vinho no Brasil avançou 11,6%, o segundo maior aumento do mundo, atrás apenas da Romênia, com 20%, de acordo com a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). A pesquisa indica, também, que o consumo global diminuiu 2,6%. A OIV ainda não divulgou os dados atualizados, mas deve fazer isso até o final de abril.

A ascensão desse segmento no Brasil foi o foco do painel “O crescimento do consumo de vinhos brasileiros e como isso impacta em seu negócio”, apresentado por Márcio Silmar, gerente nacional da Bueno Wines, no 36º Congresso Abrasel. Na ocasião, ele discutiu o avanço desse mercado e a importância de criar experiências encantadoras para os clientes. “O vinho é um negócio que cresce a passos largos no Brasil. O ambiente dessa bebida traz glamour. Quem você convida para tomar um vinho, se sente prestigiado”, comenta. De acordo com ele, um exemplo desse crescimento está no Rio de Janeiro. “Há oito anos, o estado tinha apenas uma vinícola. Hoje, entre projetos prontos e em funcionamento, são 35 vinícolas”, contou.

Para o consultor Diego Bertolini, essa transformação no mercado se deve a diversos fatores, incluindo a popularização da bebida entre novos públicos e a maior valorização dos rótulos nacionais. “Nos últimos anos, o brasileiro passou a enxergar o vinho como uma bebida mais acessível e compatível com diferentes ocasiões. Isso impulsionou tanto as vendas quanto a produção local”, explica. “Com isso, atualmente, o Brasil tem regiões vinícolas em plena expansão, como o Vale dos Vinhedos, a Campanha Gaúcha e até áreas surpreendentes como o Nordeste, que vêm produzindo vinhos de excelente qualidade”, completa Bertolini.

Outro ponto relevante é a mudança no perfil do consumidor. Se antes o vinho era visto como uma bebida reservada para ocasiões especiais, hoje ele é cada vez mais incorporado ao dia a dia, sendo consumido tanto em casa quanto em bares e restaurantes. “O brasileiro quer explorar novos sabores e experiências. A harmonização do vinho com a comida tem se tornado uma prática cada vez mais comum”, conclui o gerente nacional da Bueno Wines.

Cenário contraria tendência mundial de queda

Lucro da 3tentos avança 31,8% em 2024

Companhia obteve receita líquida R$ 12,8 bilhões no ano passado

A construção da indústria de processamento de milho em Porto Alegre do Norte (MT) segue avançando dentro do cronograma

A 3tentos encerrou o ano de 2024 com lucro líquido de R$ 756,4 milhões em 2024, crescimento de 31,8% no período. A receita operacional líquida da empresa gaúcha sediada em Santa Bárbara do Sul atingiu R$ 12,8 bilhões no ano passado, crescimento de 42,5% no período. De acordo com o CEO da companhia, Luiz Osório Dumoncel, a 3tentos entregou um ano de forte desempenho e as perspectivas para 2025 são positivas. “Mantemos um ritmo sólido e bem estruturado de expansão das operações comerciais e industriais, sempre com o objetivo de fortalecer a integração e sinergia entre os negócios”, disse ele, acrescentando que a entrada no estado do Mato Grosso, iniciada no segundo semestre de 2021, tem contribuído para mitigar riscos climáticos. O CEO acrescentou ainda que a 3tentos iniciou o fomento de uma nova cultura, a canola, no Rio Grande do Sul, como nova alternativa de diversificação para o período do inverno, fornecendo insumos e originando o grão.

No ano de 2024, a 3tentos abriu sete novas lojas, acelerando a expansão da companhia. Três lojas foram inauguradas na nova área de atuação, no Vale do Araguaia (MT), nos municípios de Confresa, São Félix do Araguaia e Querência; outra na BR-163 (Nova Mutum/MT) e mais três no Rio Grande do Sul (Santo Antônio das Missões, Espumoso e Arroio Grande). No total, a 3tentos chega a 70 lojas atendendo o produtor na venda de insumos (sementes, fertilizantes e defensivos) e originação de grãos (soja, milho e trigo). A construção da indústria de processamento de milho em Porto Alegre do Norte (MT) segue avançando dentro do cronograma e já contando com estruturas prontas para originação de grãos.

O segmento de grãos registrou forte desempenho no quarto trimestre de 2024, principalmente na comercialização de soja e trigo, com safras melhores no Rio Grande do Sul, na comparação com o ano de 2023. Já no milho, a maior concentração na comercialização foi durante o terceiro trimestre. No ano, houve crescimento em todas as culturas com a companhia atuando ativamente no campo com a originação, estreitando relacionamento com os principais compradores globais desses grãos. A 3tentos é a 28ª maior empresa da região e também a 10ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Companhia obteve receita líquida R$ 12,8 bilhões no ano passado

Meta planeja novo app de IA para concorrer com ChatGPT e Gemini

A Meta, empresa de Mark Zuckerberg, está prestes a lançar um aplicativo independente de inteligência artificial (IA), que promete competir diretamente com os populares ChatGPT, da OpenAI, e o Gemini, do Google. A expectativa é que o novo app da Meta seja lançado no segundo trimestre deste ano, em um movimento estratégico para tornar a […]A Meta, empresa de Mark Zuckerberg, está prestes a lançar um aplicativo independente de inteligência artificial (IA), que promete competir diretamente com os populares ChatGPT, da OpenAI, e o Gemini, do Google. A expectativa é que o novo app da Meta seja lançado no segundo trimestre deste ano, em um movimento estratégico para tornar a […]

Amazon entra na corrida quântica: Conheça o chip Ocelot

A competição pela computação quântica está esquentando, e a Amazon acaba de entrar no jogo com um anúncio que promete mudar as regras. A empresa revelou seu primeiro protótipo de chip quântico, chamado Ocelot, desenvolvido pelo AWS Center for Quantum Computing em Pasadena, Califórnia. Segundo a Amazon, essa nova tecnologia pode reduzir os custos de […]A competição pela computação quântica está esquentando, e a Amazon acaba de entrar no jogo com um anúncio que promete mudar as regras. A empresa revelou seu primeiro protótipo de chip quântico, chamado Ocelot, desenvolvido pelo AWS Center for Quantum Computing em Pasadena, Califórnia. Segundo a Amazon, essa nova tecnologia pode reduzir os custos de […]

Google Chrome testa nova função de tela dividida

O Google Chrome está prestes a ganhar uma nova ferramenta de tela dividida, chamada “Show side-by-side” (ou “Mostrar lado a lado”) que pode facilitar muito a vida de quem precisa multitarefas no navegador. A ideia é simples: permitir que você visualize duas páginas diferentes dentro de uma única aba, com a possibilidade de ajustar o […]O Google Chrome está prestes a ganhar uma nova ferramenta de tela dividida, chamada “Show side-by-side” (ou “Mostrar lado a lado”) que pode facilitar muito a vida de quem precisa multitarefas no navegador. A ideia é simples: permitir que você visualize duas páginas diferentes dentro de uma única aba, com a possibilidade de ajustar o […]

Google TV com Gemini: 7 novidades que estão chegando à sua casa

O Google TV está prestes a receber uma série de novas funcionalidades que irão tornar a experiência de assistir TV mais fácil e inteligente. A grande novidade vem do Google Gemini, uma tecnologia que está sendo integrada à plataforma para tornar tudo mais interativo e intuitivo. Se você é fã de tecnologia e busca uma […]O Google TV está prestes a receber uma série de novas funcionalidades que irão tornar a experiência de assistir TV mais fácil e inteligente. A grande novidade vem do Google Gemini, uma tecnologia que está sendo integrada à plataforma para tornar tudo mais interativo e intuitivo. Se você é fã de tecnologia e busca uma […]

Google Tradutor ganha IA para traduções mais precisas e personalizadas

O Google está preparando uma grande atualização para o Google Tradutor (aka. Translate), trazendo inteligência artificial para tornar as traduções mais precisas, contextuais e personalizadas. A nova funcionalidade inclui um botão chamado “Fazer uma Pergunta”, que permite aos usuários refinarem a tradução de acordo com suas necessidades e obterem mais detalhes sobre o significado das […]O Google está preparando uma grande atualização para o Google Tradutor (aka. Translate), trazendo inteligência artificial para tornar as traduções mais precisas, contextuais e personalizadas. A nova funcionalidade inclui um botão chamado “Fazer uma Pergunta”, que permite aos usuários refinarem a tradução de acordo com suas necessidades e obterem mais detalhes sobre o significado das […]

Google Mensagens pode ganhar nova página de detalhes para mostrar quem leu suas mensagens

O Google está desenvolvendo uma nova interface para exibir informações detalhadas sobre o status das mensagens enviadas no app Google Mensagens. A mudança, descoberta pelo site Android Authority, substituiria a atual janela pop-up de “detalhes” por uma página completa, facilitando a visualização das informações de entrega e leitura. Na versão beta do aplicativo, a novidade […]O Google está desenvolvendo uma nova interface para exibir informações detalhadas sobre o status das mensagens enviadas no app Google Mensagens. A mudança, descoberta pelo site Android Authority, substituiria a atual janela pop-up de “detalhes” por uma página completa, facilitando a visualização das informações de entrega e leitura. Na versão beta do aplicativo, a novidade […]

Google realiza novos cortes de funcionários em diversas áreas, incluindo Cloud e publicidade

O Google voltou a reduzir seu quadro de funcionários nesta semana, atingindo diferentes setores dentro da empresa. Entre as áreas afetadas estão Cloud, vendas de anúncios e Trust & Safety, responsáveis por garantir a segurança na plataforma. A informação veio à tona por meio de um documento interno compartilhado entre os próprios funcionários, que tentam […]O Google voltou a reduzir seu quadro de funcionários nesta semana, atingindo diferentes setores dentro da empresa. Entre as áreas afetadas estão Cloud, vendas de anúncios e Trust & Safety, responsáveis por garantir a segurança na plataforma. A informação veio à tona por meio de um documento interno compartilhado entre os próprios funcionários, que tentam […]

Sergey Brin defende trabalho presencial diário para acelerar avanço da IA no Google

Desde o lançamento do ChatGPT em 2022, a inteligência artificial se tornou o grande foco das gigantes da tecnologia, e o Google tem trabalhado para manter sua posição de liderança. Recentemente, Sergey Brin, cofundador da empresa, publicou um memorando interno defendendo que a presença diária dos funcionários no escritório pode ser decisiva para alcançar um […]Desde o lançamento do ChatGPT em 2022, a inteligência artificial se tornou o grande foco das gigantes da tecnologia, e o Google tem trabalhado para manter sua posição de liderança. Recentemente, Sergey Brin, cofundador da empresa, publicou um memorando interno defendendo que a presença diária dos funcionários no escritório pode ser decisiva para alcançar um […]

Bancos apontam risco fiscal como ameaça à estabilidade financeira

Pesquisa aborda ainda riscos prospectivos e confiança na estabilidade

Para 52% dos que responderam à pesquisa, o risco fiscal foi apontado como o fator mais importante, com destaque para preocupações com a sustentabilidade da dívida pública

O risco fiscal, em razão de um eventual descontrole das contas públicas, permanece como principal fator de preocupação para a estabilidade financeira nos próximos três anos, informaram representantes de instituições ouvidas pelo Banco Central (BC). O resultado consta da Pesquisa de Estabilidade Financeira (PEF), publicada nesta quinta-feira (27) e divulgada a cada três meses pelo órgão. A PEF busca captar a percepção das instituições do setor sobre a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN), durante os próximos três anos. A pesquisa aborda várias dimensões, como riscos prospectivos, confiança na estabilidade e avaliação sobre os ciclos econômico e financeiro. Na pesquisa anterior, o risco fiscal também foi apontado como o maior fator de desestabilização do sistema financeiro. O levantamento ouviu 91 instituições no período de 13 de janeiro a 5 de fevereiro. Para 52% dos que responderam à pesquisa, o risco fiscal foi apontado como o fator mais importante, com destaque para preocupações com a sustentabilidade da dívida pública. No levantamento anterior, o risco fiscal foi apontado como o principal por 42% das instituições.

“Os riscos fiscais, que já eram preponderantes na pesquisa anterior, ganharam ainda maior relevância, com o aumento do impacto médio esperado, cuja magnitude é superior à dos outros riscos, e mais da metade dos respondentes descrevendo-o como o risco mais importante, com destaque para preocupações com a sustentabilidade da dívida pública”, diz o levantamento. Em segundo lugar, vieram os riscos internacionais, citados por 16% dos bancos e corretoras como a preocupação mais importante no momento. Entre as preocupações citadas estão os associados principalmente à política econômica nos Estados Unidos (EUA) e a conflitos geopolíticos.

Em terceiro lugar, aparece o risco de inadimplência e atividade econômica interna, citado por 13%, com aumento de um ponto percentual em relação a novembro. De acordo com o BC, esse tipo de risco também apresenta impacto alto nas avaliações sobre o sistema financeiro. Quanto à avaliação sobre os ciclos econômico e financeiro, a pesquisa revelou piora na percepção sobre o ciclo econômico, com preponderância de avaliação de economia em contração. A piora na percepção sobre os ciclos financeiros se reflete em uma menor disposição para tomar riscos e em piora na avaliação sobre preços de ativos e acesso a financiamento e meios de liquidez, acompanhado de aumento na percepção de tendência de queda do hiato de crédito em relação ao PIB.

Com ABR 

Pesquisa aborda ainda riscos prospectivos e confiança na estabilidade