Neco Argenta é escolhido como executivo de finanças do ano pelo IBEF-RS

Presidente da SIM Rede de Postos receberá o Troféu no dia 4 de novembro

Nascido na Serra Gaúcha, Neco é um apaixonado e profundo conhecedor das dificuldades e oportunidades do setor varejista de combustíveis e conveniências

Os associados do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-RS) escolheram Neco Argenta, presidente da SIM Rede de Postos, como executivo de finanças do ano. Ele receberá o Troféu Equilibrista em um evento no dia 4 de novembro.

Argenta é presidente e fundador da SIM Rede de Postos, empresa com 37 anos de atuação. Está à frente de 4 mil funcionários, sendo a maior rede varejista de postos e conveniências do país com 155 unidades distribuídas nos três estados do sul do país. Recentemente, a SIM adquiriu a Querodiesel, Distribuidora Charrua e chegou a São Paulo com a SIM Lubrificantes. Nascido na Serra Gaúcha, terra de importantes empreendedores, Neco Argenta é um apaixonado e profundo conhecedor das dificuldades e oportunidades do setor varejista de combustíveis e conveniências. Já integrou o conselho de Revendedores da Petrobras, atuando em importantes projetos para fortalecimento de um mercado tão complexo e desafiador.

Serão também homenageados com diplomas de méritos os Destaques IBEF-RS de 2022: Ana Paula Grings, diretora financeira do grupo Piccadilly Company; Leonita dos Santos Boufet, diretora administrativa financeira da Docile Alimentos, e Rogério Martins, diretor financeiro e operações da Neugebauer.

O Troféu Equilibrista e os diplomas de méritos são reconhecidos pela comunidade de negócios como o “Oscar” do setor por homenagear executivos de finanças que se destacaram em meio a suas realizações, ao longo de suas carreiras e em atividades exercidas no ano. A homenagem avalia a postura de liderança, a forma como foram contornadas situações adversas, a conquista de objetivos traçados por meio de modernas técnicas de administração e a colaboração da empresa no setor que atua.

“O prêmio Equilibrista destaca o trabalho de profissionais que primeiro são impactados por mudanças vivenciadas na sociedade e cujo esforço e busca por melhores resultados para suas empresas contribui diretamente para o desenvolvimento local”, destaca o Presidente do IBEF-RS, Giancarlo Chiapinotto.

Presidente da SIM Rede de Postos receberá o Troféu no dia 4 de novembro

PipeRun compra 5hub e incorpora atendimento em múltiplos canais

Juntas, as empresas de CRM e conversational commerce somarão 90 profissionais e faturamento anual recorrente de R$ 12,5 milhões

Fausto Reichert (à esq) e Cezar Augusto Gehm, CRO e CEO da PipeRun, e Sandro Wegner, CEO da 5hub. Na frente: Jonas Schen (à esq) e Matheus Rosa, CTO e CIO da 5Hub, e Osvaldo Gehm, CTO da PipeRun

Mais de 150 milhões de brasileiros usam todos os dias WhatsApp, Telegram, Messenger e Instagram. De olho nas grandes oportunidades de vendas que esses canais oferecem, a PipeRun anunciou, na quinta-feira (13), a compra da 5Hub, startup que atua no mercado de conversational commerce — que é a conversa em tempo real entre marcas e clientes através de diversas plataformas, com uso da tecnologia. Juntas, as companhias vão chegar a 90 profissionais e um faturamento recorrente anual de R$ 12,5 milhões.

Com essa aquisição, a plataforma de aceleração de vendas passa a incorporar a frente de atendimento omnichannel, atuando de ponta a ponta no processo. Com origem em Caxias do Sul (RS) e presença nacional, a 5hub atende mais de 100 grandes empresas, incluindo marcas como Marcopolo, Brinox, Martiplast, Santa Clara, QI Faculdade e Famiglia Valduga. Atua em toda a área de atendimento: da captura de leads e vendas até o pós-vendas com o controle de protocolos e tabulação de dados, contemplando ainda o módulo de pesquisa de satisfação (C-Sat).

CEO da PipeRun, Cezar Augusto Gehm Filho conta que as duas empresas são parceiras desde 2018 e cresceram juntas. “Foi algo natural, que decorreu da nossa proximidade. Unidos, vamos conseguir ter uma oferta mais completa ao mercado, que é gigantesco. Aceleração de vendas e atendimento omnichannel estão altamente relacionados”, destaca Cezar, que lidera a salestech ao lado dos sócios Osvaldo Gehm e Fausto Reichert. A startup registra expansão de 500% na receita recorrente mensal desde 2019 e deve dobrar, mais uma vez, de tamanho em 2022.

Complementaridade e sinergia
À frente da 5hub, o CEO Sandro Wegner ressalta que há uma identidade clara entre as duas startups. “Nós nos conhecemos há um bom tempo e temos uma sinergia grande de valores e de cultura. Nossa empresa lançou algo praticamente inédito há dois anos, respondendo a uma dor de muitas companhias: uma ferramenta que unifica o atendimento de vários canais. Deu certo, e logo conquistamos clientes importantes e conseguimos dobrar de tamanho a cada seis meses”, afirma, detalhando que a plataforma integra WhatsApp, Messenger, Instagram, e-mail, telefonia por voz, SMS, chatbot e Telegram. Recentemente, ficou no top 10 das melhores startups do Brasil do Sebrae Like a Boss, que contou com mais de quatro mil inscritos. Além disso, integra o programa de inovação do Instituto Hélice.

Segundo Wegner, a expansão dos negócios ocorre devido a uma questão de mercado que tem gerado preocupação às empresas. “O nicho de conversational commerce cresce em ritmo acelerado. Não estar disponível nos canais de comunicação que os leads e clientes preferem virou uma falha grave para as marcas brasileiras. Não é mais admissível”, analisa o CEO da 5hub, revelando que novas funcionalidades serão anunciadas em breve, a partir da realização de investimentos. Com o suporte da PipeRun, os upgrades nos produtos também serão mais rápidos.

Integração com independência
Os executivos deixam claro que, mesmo com a aquisição, cada startup seguirá trilhando um caminho de autonomia. “Os produtos da 5hub continuarão com vida própria e poderão ser comercializados independentemente do nosso CRM de Vendas. E vice-versa. Nada muda com a ampla rede de integrações que foi formada até aqui, que seguirá em expansão”, pontua Fausto Reichert, Chief Revenue Officer (CRO) da PipeRun, que totaliza mais de 500 parceiros homologados, inclusive outros players de conversational commerce.

O processo de integração entre os times já está em andamento e deve ser concluído até o final do ano. A equipe da 5hub será absorvida, e os sócios-fundadores Sandro Wegner, Matheus Rosa e Jonas Schen seguirão na operação. “Temos diversas vagas abertas na PipeRun e dificuldade de preenchê-las, um fenômeno que muitas operações de tecnologia estão enfrentando. Com a chegada do time da 5hub, contaremos com o reforço de 15 profissionais altamente especializados. Isso agrega muito”, diz Fausto Reichert, acrescentando que o escritório de Caxias do Sul da adquirida será ampliado, buscando atender os clientes de ambas as companhias na Serra Gaúcha. “Estamos construindo uma transição suave para todos. Muito mais do que empresas de software, somos empresas de gente”, complementa.

Essa é a primeira ação de M&A da PipeRun, que foi listada no ranking Exame Negócios em Expansão entre as empresas de pequeno e médio porte que mais cresceram em receita líquida no Brasil entre 2020 e 2021. Desde sua fundação, em 2017, a salestech optou pelo caminho do bootstrapping, contando apenas com recursos próprios. “Até aqui, nosso crescimento foi totalmente orgânico. Com essa aquisição, agregamos um novo componente à nossa trajetória de expansão. Vamos consolidar esse modelo. E já temos no nosso pipeline outras oportunidades de compra”, conclui o CEO Cezar Augusto Gehm Filho.

Juntas, as empresas de CRM e conversational commerce somarão 90 profissionais e faturamento anual recorrente de R$ 12,5 milhões

Sorrifácil planeja chegar a 20 clínicas em Santa Catarina até 2023

Rede própria de odontologia já tem nove unidades em operação no estado catarinense

Seguindo o movimento de expansão da companhia em todo o país, a empresa pretende ampliar as atividades em Criciúma, Jaraguá do Sul, Palhoça, Lages e Balneário Camboriú

A rede própria de odontologia Sorrifácil deve dobrar o número de clínicas em Santa Catarina até o próximo ano. A companhia vê o estado como estratégico para a expansão de seus negócios. Já são nove unidades em atividade em solo catarinense. “Santa Catarina é um estado diferenciado, que vem se desenvolvendo rapidamente. A Sorrifácil olha com muita atenção para cá. Nos últimos anos, crescendo com velocidade, principalmente com o modelo de franquias, gerando oportunidades e empregos nas comunidades onde estamos inseridos”, afirma o presidente Everson Baptista Martins.

As cidades de Chapecó e de Blumenau inauguraram, neste ano, clínicas com o que tem de mais moderno na odontologia — trazendo a chancela da rede que ganhou novamente o selo de Excelência em Franchising pela ABF, em 2022. Em Chapecó, a marca abriu em julho uma clínica com mais de 300 metros quadrados. Na cidade de Blumenau, onde a operação iniciou em fevereiro, o investimento chegou a R$ 1 milhão, gerando 10 empregos para a região. Além desses dois municípios, Concórdia, Florianópolis, Itajaí, Itapema, São José e Tubarão contam com a presença da Sorrifácil.

Seguindo o movimento de expansão da companhia em todo o país, a empresa pretende ampliar as atividades em Criciúma, Jaraguá do Sul, Palhoça, Lages e Balneário Camboriú. Uma unidade será inaugurada em Brusque ainda em 2022. E Joinville deve receber uma operação da marca em breve.

Rede própria de odontologia já tem nove unidades em operação no estado catarinense

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A rede própria de odontologia Sorrifácil deve dobrar o número de clínicas em Santa Catarina até o próximo ano. A companhia vê o estado como estratégico para a expansão de seus negócios. Já são nove unidades em atividade em solo catarinense. “Santa Catarina é um estado diferenciado, que vem se desenvolvendo rapidamente. A Sorrifácil olha com muita atenção para cá. Nos últimos anos, crescendo com velocidade, principalmente com o modelo de franquias, gerando oportunidades e empregos nas comunidades onde estamos inseridos”, afirma o presidente Everson Baptista Martins.

As cidades de Chapecó e de Blumenau inauguraram, neste ano, clínicas com o que tem de mais moderno na odontologia — trazendo a chancela da rede que ganhou novamente o selo de Excelência em Franchising pela ABF, em 2022. Em Chapecó, a marca abriu em julho uma clínica com mais de 300 metros quadrados. Na cidade de Blumenau, onde a operação iniciou em fevereiro, o investimento chegou a R$ 1 milhão, gerando 10 empregos para a região. Além desses dois municípios, Concórdia, Florianópolis, Itajaí, Itapema, São José e Tubarão contam com a presença da Sorrifácil.

Seguindo o movimento de expansão da companhia em todo o país, a empresa pretende ampliar as atividades em Criciúma, Jaraguá do Sul, Palhoça, Lages e Balneário Camboriú. Uma unidade será inaugurada em Brusque ainda em 2022. E Joinville deve receber uma operação da marca em breve.

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As cidades de Chapecó e de Blumenau inauguraram, neste ano, clínicas com o que tem de mais moderno na odontologia — trazendo a chancela da rede que ganhou novamente o selo de Excelência em Franchising pela ABF, em 2022. Em Chapecó, a marca abriu em julho uma clínica com mais de 300 metros quadrados. Na cidade de Blumenau, onde a operação iniciou em fevereiro, o investimento chegou a R$ 1 milhão, gerando 10 empregos para a região. Além desses dois municípios, Concórdia, Florianópolis, Itajaí, Itapema, São José e Tubarão contam com a presença da Sorrifácil.

Seguindo o movimento de expansão da companhia em todo o país, a empresa pretende ampliar as atividades em Criciúma, Jaraguá do Sul, Palhoça, Lages e Balneário Camboriú. Uma unidade será inaugurada em Brusque ainda em 2022. E Joinville deve receber uma operação da marca em breve.

Rede própria de odontologia já tem nove unidades em operação no estado catarinense

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

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Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

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A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

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Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

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Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

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Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

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Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

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Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

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Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Construtora investe R$ 50 milhões em projetos unindo matas nativas e mares catarinenses

Empreendimento residencial será construído em Tijucas, conta com 480 lotes na primeira fase e busca investidores gaúchos

A previsão de entrega da primeira fase é 2024

Um empreendimento que une o verde das matas com o azul dos mares catarinenses. É com este conceito que surge em Tijucas (SC) o empreendimento Reserva Royal, um investimento inicial de R$ 50 milhões da construtora Verde & Azul Urbanismo em 4,3 milhões de metros quadrados para priorizar a harmonia entre as pessoas e a natureza, em um local repleto de mata nativa e nascentes de cursos d’água. A previsão de entrega da primeira fase é 2024.

Distante quase 500 quilômetros de Porto Alegre, o Reserva Royal será construído na fazenda secular da família Bayer, o primeiro empreendimento intermunicipal do Estado e um dos maiores do Sul do país. As obras tem previsão de conclusão de até 20 meses de execução na primeira das quatro fases de implantação.

A primeira fase do empreendimento abrange 480 lotes distribuídos em 400 mil m², subindo para 520 lotes em 500 mil m² na segunda fase. Na terceira e quarta fase estão previstas novas áreas comerciais, novas centralidades e verticalização moderna. “Vamos ocupar espaço dentro de um conceito moderno. Em função desse potencial natural ambiental, contemplamos o conceito de que o projeto urbanístico fosse feito para as pessoas, com preservação do verde, sem pensar unicamente na ocupação do concreto”, destaca o empresário e CEO da Verde & Azul Urbanismo, Luiz Carlos Gallotti Bayer.

Segundo o empresário, a ideia é atrair os consumidores gaúchos que, tradicionalmente, prezam pela beleza natural de Santa Catarina, seja na serra ou nas praias do estado vizinho. Bayer destaca a capacidade do investidor do Rio Grande do Sul em investir em imóveis, em especial um segundo imóvel para desfrutar de momentos de lazer. “Principalmente o público rural, com alto poder de compra em período de grandes volumes de produção da safra agrícola, é um consumidor para quem desejamos mostrar as vantagens de investir num local que associa o verde com o azul, o campo com o mar”, comenta Bayer.

Mais do que preservar a área já existente, o projeto prevê a ampliação da mata ciliar, de 30 metros para 100 metros de largura, ao longo de um trecho de quase um quilômetro do Rio Santa Luzia, que faz limite entre Tijucas e Porto Belo. Essa área de aproximadamente 400 mil metros quadrados será destinada à criação de um parque ecológico intermunicipal. “A gente acredita na valorização do empreendimento com o crescimento da área verde”, enfatiza Bayer.  Um corredor ambiental está projetado para alcançar o vasto maciço de Mata Atlântica localizado por trás das cidades de Porto Belo, Itapema e Camboriú. Com isso, muitas espécies de pássaros e répteis serão resgatadas, enriquecendo ainda mais a fauna já existente

Empreendimento residencial será construído em Tijucas, conta com 480 lotes na primeira fase e busca investidores gaúchos

Curso de certificação em inovação abre inscrições

Metodologia do GIMI já conta com mais de 10 mil pessoas certificadas em mais de 60 países

Profissionais certificados obterão insights que podem ser aplicados em diversas áreas funcionais de uma empresa, incluindo marketing, tecnologia, finanças e vendas

Com o intuito de auxiliar profissionais a desenvolver competências de inovação em suas organizações, o Global Innovation Management Institute (GIMI), maior certificador do mundo na área, está aceitando novas inscrições para a sua certificação em inovação. Já são mais de 10 mil pessoas certificadas em cerca de 60 países, com uma metodologia aprovada e endossada por especialistas em inovação, empresas líderes em consultoria de gestão, universidades e experts do setor.

O curso será nos dias 10, 11 e 12 de maio. O valor da inscrição é R$ 4.300, sendo que o total poderá ser parcelado. Empresas que participaram da 18ª edição de Campeãs da Inovação terão 15% de desconto. O curso será ministrado por Fernando Onosaki e Alexandre Chang, ambos executivos do IXL-Center no Brasil. Confira mais informações sobre o curso acessando aqui.

O curso do GIMI é destinado a quem deseja ampliar suas capacidades de inovação, construir uma carreira em inovação e ajudar sua organização a encontrar novas oportunidades de crescimento. Profissionais certificados obterão insights que podem ser aplicados em diversas áreas funcionais de uma empresa, incluindo marketing, tecnologia, finanças e vendas.

Benefícios da certificação em inovação do GIMI
• Reconhecimento global: a credencial GIMI é a única projetada especificamente para inovação e reconhecida globalmente.

• Habilidades universais de inovação: relevantes em todo o mundo, oferecem aos alunos a flexibilidade de usar seus conhecimentos, habilidades e competências em qualquer lugar, independentemente das responsabilidades do trabalho ou dos níveis de carreira.

• Maior capacidade de comercialização: indivíduos certificados representam um quadro único de inovadores treinados, com capacidade comprovada de inovação para gerenciá-la em toda a organização e além dela.

• Prontidão de trabalho aprimorada: desenvolvimento de conhecimento, habilidades e confiança para inovar.

• Comunidade com ideias semelhantes: acesso à rede global do GIMI e profissionais certificados.

Metodologia do GIMI já conta com mais de 10 mil pessoas certificadas em mais de 60 países