Archives Outubro 2022

Google Workspace Individual vai ampliar armazenamento de 15GB para 1TB

O Google anunciou novidades no plano individual do Workspace, incluindo um novo limite de armazenamento de 1 TB, em vez dos 15 GB.

A conta individual do Google Workspace destina-se a pequenas empresas que precisam de uma única conta do Google para gerenciar as necessidades diárias de trabalho.

Em um post no blog, o Google disse que o limite de armazenamento atualizado será implementado sem que os usuários precisem fazer algo para obter o armazenamento.

“Você não precisa mexer um dedo para obter o armazenamento atualizado: todas as contas serão atualizadas automaticamente de seus 15 GB de armazenamento existentes para 1 TB à medida que isso for implementado”, diz o Google.

O Google também anunciou uma atualização que facilita o envio de e-mails para vários destinatários sem comprometer a privacidade. Os recursos do modo de envio múltiplo no serviço de correio foram expandidos para incluir tags de mala direta.

O Google anunciou novidades no plano individual do Workspace, incluindo um novo limite de armazenamento de 1 TB,…

YouTube promete deletar vídeos com desinformação sobre as Eleições 2022

O YouTube anunciou hoje que atualizou sua política de desinformação sobre as eleições de 2022 com base nos resultados verificados pelo TSE e se comprometeu a remover vídeos que violem as regras.

Com os resultados das eleições presidenciais validados pelo TSE, estamos atualizando nossa Política de Integridade Eleitoral e passaremos a remover conteúdos que violem nossa política. Saiba mais em https://t.co/2eZ9yloijb

— YouTube Brasil (@YouTubeBrasil) October 31, 2022

“Com os resultados das eleições presidenciais validados pelo TSE, estamos atualizando nossa Política de Integridade Eleitoral e passaremos a remover conteúdos que violem nossa política”, publicou o Google.

Conteúdos relacionado às eleições que se encaixem em alguma das descrições abaixo será deletado. O Google alerta que esta “não é um lista completa”.

Supressão de eleitores: conteúdo que tem como objetivo fornecer informações incorretas sobre o horário, local, meios ou requisitos de qualificação para votação, ou conteúdo com alegações falsas que podem desestimular a participação.
Qualificação dos candidatos: vídeos que propagam declarações falsas sobre os requisitos técnicos de qualificação de candidatos políticos e representantes do governo eleitos para ocupar um cargo público. Os requisitos de qualificação considerados têm como base a lei nacional aplicável e incluem idade, cidadania e status de saúde.
Incitar o público a interferir em processos democráticos: conteúdo que encoraja outras pessoas a interferir em processos democráticos. Isso inclui a obstrução ou interrupção do processo eleitoral.
Distribuição de material roubado por hackers: conteúdo com informações roubadas, que, caso divulgadas, podem interferir nos processos democráticos.
Integridade das eleições: conteúdo com alegações falsas de que fraudes, erros ou problemas técnicos generalizados ocorreram em determinadas eleições passadas para determinar os chefes de governo. Ou conteúdo que afirma que os resultados certificados dessas eleições são falsos. Atualmente, essa política se aplica a:

qualquer eleição presidencial dos EUA;
eleições federais da Alemanha de 2021;
eleições presidenciais do Brasil de 2014, 2018 e 2022.

O YouTube anunciou hoje que atualizou sua política de desinformação sobre as eleições de 2022 com base nos…

Como o mercado reagiu ao resultado das urnas

Ibovespa sobe e dólar cai no dia seguinte das eleições

Investidores também especulam sobre a formação da equipe econômica do terceiro governo Lula

Após o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abrir em queda de quase de 2%, virou para alta de mais 1,2%, aos 115,9 mil pontos. O dólar caia 1,38%, sendo comercializado a R$ 5,27 perto do meio-dia. Investidores também especulam sobre a formação da equipe econômica do terceiro governo Lula.

Para a XP, nos próximos dias as ações das estatais devem continuar voláteis, dada a persistente incerteza em relação às suas políticas futuras. No caso do Banco do Brasil (BBAS3), essas questões giram em torno das linhas de concessão de crédito subsidiadas. Para a Petrobras (PETR4), as principais questões são em relação à futura política de precificação de combustíveis, bem como seus programas de investimentos futuros. A eleição de Lula não deve gerar uma reestatização da Eletrobras, afirma o Credit Suisse. O banco destaca que o processo geraria um custo elevado para a União, com ativação de cláusula de barreira (“poison pill”) que obrigaria a realização de uma oferta para aquisição de todas as ações ordinárias.

Ações como as de construtoras podem se beneficiar da eleição do petista. O comércio também tem se beneficiado. A maioria dos papéis das companhias ligadas ao varejo registra forte alta. Magazine Luiza subia 5,25%, a R$ 4,61, Via avançava 4,93%, a R$ 3,19, e Americanas registrava valorização de 3,63%, a R$ 15,74. Entre as empresas de moda, Lojas Renner sobe 7,83%, a R$ 31,14, Guararapes apresenta ganho de 8,2%, a R$ 9,76 e Soma tem alta de 6,51%, sendo vendida a R$ 14,73.

O Goldman Sachs afirmou que as ações de varejo devem reagir positivamente à vitória de Lula. Na visão do banco, as expectativas de apoio à renda e a promessa de um programa de reestruturação da dívida do consumidor estão entre as propostas que podem ser vistas como um suporte para o consumo. As ações de empresas de educação também operam em forte alta na B3. Os papéis da Cogna, por exemplo, avançam 2,51%, cotadas a R$ 3,26, enquanto as da Yduqs sobem 4,25%, precificadas a R$ 15,95, e as da Ânima têm alta de 8,59%, cotadas a R$ 6,70.

Ibovespa sobe e dólar cai no dia seguinte das eleições

Aneel mantém bandeira tarifária verde para novembro

Contas de luz ficam sem cobrança extra por sétimo mês seguido

A conta de luz está sem taxas extras desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em novembro para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz pelo sétimo mês seguido. A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado no fim de junho pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras tarifárias
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril deste ano, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Com Agência Brasil

Contas de luz ficam sem cobrança extra por sétimo mês seguido

Lula é eleito presidente

Com 99% das seções apuradas, político governará o país pela terceira vez

Lula foi eleito para o posto mais alto do país em 2002, tendo sido reeleito em 2006, e agora em 2022

Com 99% das seções apuradas, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva está matematicamente eleito. Ele tem, até agora, 50,84% dos votos válidos. Jair Bolsonaro (PL) soma 49,16%.

Nascido em Garanhuns (PE), Lula se mudou ainda criança para o estado de São Paulo. Durante a adolescência, completou um curso de torneiro mecânico em uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e, posteriormente, passou a trabalhar como metalúrgico na cidade de São Bernardo do Campo, quando também começou a se envolver com a atividade sindical.

No final dos anos 1970 e 1980, Lula liderou grandes greves de metalúrgicos da região do ABC paulista. Junto a outros sindicalistas, intelectuais e militantes de movimentos sociais, fundou o Partido dos Trabalhadores (PT). Pela legenda, se tornou deputado da Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição de 1988 e foi derrotado nas eleições presidenciais de 1989, de 1994 e de 1998. Foi eleito para o posto mais alto do país em 2002, tendo sido reeleito em 2006. Deixou a Presidência em 2010, sendo sucedido por sua então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que venceu as eleições com o seu apoio.

Em 2017, Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Em 2018, teve a prisão decretada pelo então juiz Sergio Moro. As condenações foram anuladas em 2021 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que a 13ª Vara Federal em Curitiba não tinha competência legal para julgar as acusações. O STF também considerou posteriormente que Moro agiu sem a devida imparcialidade no processo.

O vice eleito é Geraldo Alckmin (PSB) que foi adversário de Lula na disputa de 2006. Nascido em Pindamonhangaba (SP), ele tem 68 anos, é médico e professor. Alckmin foi um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e ocupou os quadros do partido entre 1988 e 2021. Ele também foi constituinte e governou São Paulo em duas ocasiões: de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018.

Com Agência Brasil 

Com 99% das seções apuradas, político governará o país pela terceira vez

Eduardo Leite vence disputa pelo governo gaúcho

Com 91,3% das urnas apuradas, a eleição no estado foi definida

O jovem de 37 anos estudou também gestão pública na Universidade de Columbia, nos EUA, e fez mestrado em gestão e políticas públicas na FGV

O candidato Eduardo Leite (PSDB) venceu a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul com 57,12% dos votos válidos. Onyx Lorenzoni (PL) ficou em segundo lugar, com 42,88% dos votos válidos. Até agora, foram apurados 91,3% das urnas.

Leite é bacharel em direito pela Universidade Federal de Pelotas. O jovem de 37 anos estudou também gestão pública na Universidade de Columbia, nos EUA, e fez mestrado em gestão e políticas públicas na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo. Foi presidente da Câmara dos Vereadores e prefeito de Pelotas (RS). Em 2018, foi eleito governador do Rio Grande do Sul com 33 anos de idade. Teve 26,81% dos votos válidos, ao receber 1.702.815 votos, no primeiro turno. O vice na chapa, Gabriel Souza (MDB), 38 anos, foi eleito deputado estadual em 2014 e 2018.

Com Agência Brasil 

Com 91,3% das urnas apuradas, a eleição no estado foi definida

Jorginho Mello será governador de SC

Candidato do PL tem 70,72% dos votos válidos

Mello foi gerente e diretor do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc)

Com 87,36% das urnas apuradas, o candidato Jorginho Mello (PL) vence a disputa pelo governo de Santa Catarina, com 70,72% dos votos válidos.

Mello, 66 anos, nascido na cidade de Ibicaré (SC), foi vereador em Herval d’Oeste (SC), deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, governador interino do estado e duas vezes deputado federal. Ficou em primeiro lugar na disputa, com 1,57 milhão de votos, 38,65% do total. Está no segundo ano de mandato como senador. Formado em direito e estudos sociais, foi gerente e diretor do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). A candidata a vice é a Delegada Marilisa (PL).

Com Agência Brasil 

Candidato do PL tem 70,72% dos votos válidos

Zaffari inaugura novo supermercado no Sul

Localizado em Porto Alegre, empreendimento gerará 150 empregos diretos

A companhia gaúcha não revela o valor do investimento

Abre ao público nesta quinta-feira (27) o Zaffari Lucas de Oliveira, localizado na Avenida Coronel Lucas de Oliveira, 740, no bairro Mont’Serrat, em Porto Alegre. A 39ª unidade da rede supermercadista do Grupo Zaffari renova um importante ponto comercial de abastecimento varejista para o bairro e região que deixou de operar em 2017. A companhia gaúcha não revela o valor do investimento. A edificação do empreendimento foi ampliada, passando a abrigar o supermercado Zaffari com 1.400 metros quadrados de área de venda e as instalações de apoio à operação, assim como espaço para lojas de serviços que devem passar a operar em breve. A inauguração do Zaffari Lucas de Oliveira corresponde à geração de 150 empregos diretos.

Com 11 checkouts, sendo quatro deles de autoatendimento, a loja apresenta seções tradicionais da rede, como hortifrutis, padaria, área de refrigeradores disponibilizando cortes de carne, peixes e laticínios, além de fiambreria que inclui uma “cava de frios” para fatiamento de produtos sob demanda. A loja também conta com adega e floricultura, e selecionada exposição de produtos de bazar. A arquitetura da edificação do Zaffari Lucas de Oliveira é em estilo contemporâneo, com inserção adequada ao bairro, cuidados paisagísticos e iluminação natural concedida por grandes aberturas em vidro na fachada e na lateral do prédio. A arquitetura interna conjuga a modernidade das estruturas aparentes e ambientes amplos com o aconchego do estilo empório, padrão que vem sendo adotado pelas lojas da rede recentemente inauguradas, como o Zaffari ParkShopping Canoas, o Teresópolis e o Zaffari Lindoia.

O Grupo Zaffari atua há 87 anos no varejo, acumulando 57 anos de experiência no autosserviço supermercadista e 31 na administração de shopping centers, e contando atualmente com cerca de 12 mil colaboradores. Suas atividades iniciaram com a abertura de uma casa de comércio no interior do Rio Grande do Sul, em 1935, por iniciativa dos fundadores Francisco José Zaffari e Santina De Carli Zaffari. O Grupo estreou sua atuação fora do estado em 2008, inaugurando o Bourbon Shopping São Paulo, na capital paulista. A rede de supermercados é formada por 39 unidades, e está entre as maiores redes de autosserviço supermercadista do Brasil, conforme ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A atuação no setor de shopping centers inclui a administração de 10 empreendimentos, com as bandeiras Bourbon Shopping (sete unidades no Rio Grande do Sul e uma em São Paulo); Moinhos Shopping e Porto Alegre Centerlar.

Localizado em Porto Alegre, empreendimento gerará 150 empregos diretos

Ruy Scomazzon falece aos 93 anos

Empresário foi responsável por expandir a marca Tramontina para mais de 120 países

Com 21 anos passou a administrar a indústria ao lado do falecido Ivo Tramontina, filho dos fundadores Valentin Tramontina e Elisa De Cecco Tramontina

Sócio da Tramontina desde 1949, Ruy J. Scomazzon morreu neste domingo (30) aos 93 anos. Ele estava no hospital, em Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul e teve óbito confirmado por volta das 8h.

Nascido em 1928, em Carlos Barbosa, berço e até hoje sede das empresas Tramontina, Ruy é filho de Agostinho e Anna Scomazzon. Com 21 anos passou a administrar a indústria ao lado do falecido Ivo Tramontina, filho dos fundadores Valentin Tramontina e Elisa De Cecco Tramontina. Na ocasião, a fábrica tinha 16 empregados, e é quando a criação da marca começa a tomar forma. O empresário comandou o negócio e foi responsável por expandir o empreendimento para mais de 120 países. Atualmente, era conselheiro da empresa.

Viúvo de Wanda Demartini Scomazzon, o empresário deixa três filhos: Eduardo Scomazzon, atual presidente do conselho de administração da Tramontina, Beatris Scomazzon e Márcia Scomazzon Gusso, além do genro, nora, netos e bisnetos.

Empresário foi responsável por expandir a marca Tramontina para mais de 120 países

As armadilhas no desenvolvimento das novas versões de antigos produtos digitais

Sua empresa está pensando em refazer seu antigo sistema digital? Conheça as armadilhas mais comuns para que possa evitá-las e construir uma estratégia de sucesso

Os sistemas que estão iniciando seu desenvolvimento hoje em dia têm a oportunidade de nascer já com novos paradigmas de tecnologia e de experiência incorporados

O mercado de tecnologia no Brasil é formado em grande parte por empresas que desenvolvem sistemas de gestão empresarial, os chamados ERPs (Enterprise Resource Planning). Segundo pesquisa de 2018 da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), são 54 mil empresas de ERP distribuídas em todo o território nacional. São sistemas que, em sua maioria, tiveram suas primeiras versões desenvolvidas no início da década de 1990 com o objetivo de informatizar as organizações, auxiliando-as em suas rotinas administrativas. Primeiramente o foco era na gestão de fluxo de caixa, folha de pagamento, compras e outras funções contábeis. Com o tempo, foram crescendo e incorporando mais funcionalidades para atender outras áreas como operacionalização de chão de fábrica, reposição de suprimentos e estoques e demais necessidades relevantes para o andamento do negócio. A certa altura, os ERPs começaram a se especializar em verticais — ERP para varejo, para indústria, hospitais, etc. Atualmente é muito difícil encontrarmos no mercado alguma organização que não utilize nenhum sistema de gestão que as apoie.

Ocorre que dos anos 1990 para cá houve uma revolução digital que transformou a sociedade. Estamos todos hiperconectados em tempo real. A chamada informática que antes era prerrogativa de ambientes corporativos hoje é onipresente e em um outro patamar de sofisticação. Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Big Data são apenas alguns exemplos de novas tecnologias que já estão em uso e impactam as nossas vidas de forma crescente, mesmo que a gente nem perceba.

Sou diretora da Hypervisual, empresa de consultoria em design de experiência para a área de TI que atua complementando as equipes de desenvolvimento de sistemas levando a perspectiva do usuário final. Atuamos desde 1996 acompanhando as transformações de mercado. Atualmente trabalhamos tanto com projetos que utilizam tecnologia de ponta quanto também com sistemas legados — é como chamamos as plataformas que foram desenvolvidas há anos atrás e, mesmo estando obsoletas, seguem em uso nas companhias por fatores diversos, tais como muitos ERPs do mercado. Os sistemas que estão iniciando seu desenvolvimento hoje em dia têm a oportunidade de nascer já com novos paradigmas de tecnologia e de experiência incorporados (nem sempre o fazem, mas isso é tema para outro artigo). Já as que estão há mais tempo no mercado enfrentam grandes desafios para permanecerem relevantes. Elas contam com a vantagem de ter um conhecimento aprofundado do negócio de seus clientes e também estão “entranhadas” em toda a operação. Quem já vivenciou a troca de ERP em sua empresa conhece o desgaste que isso provoca. Só a ideia já assusta. Por pior que seja, o sistema vigente já é conhecido e dominado. A resistência do cliente final a mudanças é um dos principais fatores de retenção. No entanto, do ponto de vista de negócio, contar apenas com isso é extremamente arriscado.

Partindo dessas considerações, resolvi compilar quatro situações que já vi acontecer em algumas organizações e que considero verdadeiras armadilhas. Através destes relatos, tenho a pretensão de sensibilizar a alta gestão de outras empresas que, ao se identificarem com os acontecimentos, possam refletir e iniciar um processo de mudança bem estruturado. Descrevo a seguir duas delas.

Armadilha 1 — Deixar para começar quando já se está perdendo mercado
Primeiro, ressalto que empresas que estão atuando há muito tempo merecem o nosso respeito. Foram pioneiras em sua época e construíram uma história de sucesso, conquistando mercados, gerando empregos e movimentando a economia. Com isso, já possuem uma grande base de clientes e faturamento estável. Além disso, suas rotinas já são bastante atribuladas. Existe muita pressão: precisam dar conta de manter o negócio do cliente operando, com mão de obra escassa, disponibilizando suporte e manutenção constantes e um log de tarefas que parece crescer exponencialmente. A pergunta que fica é: faz sentido o esforço de mudança em um ambiente já tão complexo em uma empresa que é saudável? A resposta é sim. Justamente a prosperidade do negócio é que dará as condições necessárias para uma transformação bem alicerçada. Quando percebemos que estamos perdendo mercado costuma ser tarde demais. Não temos mais tempo nem dinheiro para uma estratégia bem estruturada de transformação. Alguns exemplos notórios como Kodak, Blockbuster e Blackberry — citando apenas três de muitos outros — já comprovaram que a posição de estabilidade pode ser traiçoeira. É preciso uma certa dose de visão e humildade para reconhecer que o momento é outro. O que foi feito até agora é digno de orgulho e reconhecimento. Mas daqui para frente é uma nova história a ser construída. Se a sua empresa de ERP segue próspera, esse é o momento ideal de iniciar um processo de renovação. Não espere ficar obsoleto para iniciar.

Armadilha 2 — Reproduzir velhos paradigmas com novas tecnologias
Essa é uma situação relativamente usual. A empresa entende que precisa renovar e decide iniciar o processo. Ocorre que a cultura dessas organizações costuma ser predominantemente técnica, justamente por terem nascido em uma época pré-revolução digital. Com isso, a ênfase dada é na atualização tecnológica. Após muitos anos de especialização em um ferramental, a equipe precisa incorporar novos conhecimentos. Quem já acompanhou o processo de decisão de adoção de uma nova tecnologia sabe do que estou falando. A responsabilidade na escolha é grande. Tudo o que for definido nesse momento deverá sustentar a empresa pelos próximos anos, um verdadeiro casamento. E uma vez definida, as equipes passam a se capacitar, aprender novas linguagens, adotar frameworks do momento, enfim, tomar uma série de atitudes nessa direção. A carga depositada na renovação tecnológica é tanta que acaba ofuscando outros aspectos tão relevantes quanto. Claro que a renovação tecnológica é fundamental, mas ela por si só não se sustenta. O resultado é que no novo ERP acabam sendo transpostos os mesmos paradigmas do modelo anterior de desenvolvimento e interface. Na prática, é quase como se fosse o mesmo sistema, porém com uma aparência um pouco mais moderna, carregando todos os vícios e práticas antigas mascarados como algo supostamente novo. O esforço na renovação de sistemas legados é enorme e só se justifica se for visto como uma oportunidade de preparar a empresa para o futuro do negócio. Um produto digital não é apenas um conjunto complexo de algoritmos. Ele precisa estar conectado a negócios e pessoas para entregar, de forma simples e direta, algo de valor. O conceito é simples, porém sua aplicação não. Requer uma boa dose de desapego de anos de práticas que precisam ser repensadas. Se sua empresa já tomou a difícil, porém vital, decisão da mudança, faça valer todo o investimento de tempo, dinheiro e expectativa e acolha essa transformação com tudo o que isso representa.

Em breve irei compartilhar o que considero ser as demais armadilhas. Enquanto isso, aguardo seu comentário em relação às já descritas. Você se identificou ou viu acontecer em alguma empresa? Compartilhe a sua experiência!

Sua empresa está pensando em refazer seu antigo sistema digital? Conheça as armadilhas mais comuns para que possa evitá-las e construir uma estratégia de sucesso

Curitiba é eleita uma das sete Comunidades Mais Inteligentes do Mundo

Pelo segundo ano consecutivo, a capital paranaense é a única cidade da América do Sul selecionada

Em nome do prefeito Rafael Greca, o diretor técnico da da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Paulo Krauss (segundo da direita para a esquerda), recebeu a premiação

Curitiba recebeu na quinta-feira (27) o troféu de uma das sete Comunidades Mais Inteligente do Mundo 2022, segundo o Prêmio Intelligent Community Forum (ICF), sendo, pelo segundo ano consecutivo, a única cidade da América do Sul selecionada para oTop 7. A premiação foi entregue durante o IFC Global Summit 2022, no Ohio State House, sede do governo estadual de Ohio, nos Estados Unidos. Representando o prefeito Rafael Greca, o diretor técnico da da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Paulo Krauss recebeu o troféu, ao lado de representantes das outras seis cidades finalistas: Binh Duong Smart City (Vietnã), Durham (Canadá), Fredericton (Canadá), Nova Taipei (Taiwan), Prospect (Austrália) e Sunshine Coast (Austrália). Nova Taipei conquistou o título de Comunidade Mais Inteligente do Mundo em 2022. A capital do Paraná sempre foi exemplo de inovação: historicamente, é referência em mobilidade, meio ambiente e planejamento urbano. Esse escopo vem sendo ampliado para áreas transformação tecnológica com foco em cidade inteligente e empreendedorismo de impacto social. Com esse objetivo, a prefeitura criou, em 2017, o Vale do Pinhão.

Evolução progressiva
O desempenho de Curitiba neste ranking foi progressivo nos últimos quatro anos. Este é o segundo ano consecutivo em que a capital paranaense figurou entre no Top 7 das comunidades do mundo finalistas desta premiação. Em 2019 e 2020, classificou-se no ranking das 21 comunidades mais inteligentes pelo ICF. A evolução é resultado do investimento da cidade em iniciativas que aliam apoio ao crescimento econômico sustentável às pautas de impacto ambiental e social. A prefeitura tem investido em energias renováveis, mobilidade ativa, serviços públicos na palma da mão do cidadão, revitalização urbana e projetos de diminuição da emissão de carbono até 2050.

Comunidade Mais Inteligente
O Prêmio Intelligent Community Forum (ICF) reconhece, anualmente, ações de governança para prosperidade econômica, saúde social e riqueza cultural, que juntas tornam uma comunidade forte e resiliente. O ICF é uma organização sem fins lucrativos para pesquisa de políticas de comunidades inteligentes, envolvendo todo o ecossistema da cidade, focadas na criação de empregos e desenvolvimento econômico sustentável. Na fase final, Curitiba e as outras seis comunidades finalistas foram avaliadas individualmente, com uma visita virtual do comitê avaliador do ICF, considerando seis eixos: conexão, sustentabilidade, trabalho, inovação, inclusão e engajamento.

Pelo segundo ano consecutivo, a capital paranaense é a única cidade da América do Sul selecionada

Receita e lucro da Weg avançam no terceiro trimestre

O lucro líquido foi de R$ 1,1 bilhão entre julho e setembro

De acordo com a Weg, o crescimento forte das receitas no Brasil foi resultado tanto das atividades industriais, motivada por negócios relacionados à commodities, quanto do segmento de geração, transmissão e distribuição

A receita operacional líquida da Weg cresceu 27,6% no terceiro trimestre deste ano, para R$ 7,9 bilhões. O lucro líquido foi de R$ 1,1 bilhão entre julho e setembro, alta de 42,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (veja os principais indicadores ao final desta reportagem). “Apresentamos mais um trimestre de bons resultados, com destaque para o crescimento consistente das receitas, aliadas ao aumento das margens operacionais, o que nos permitiu a manutenção do retorno sobre o capital investido em nível atrativo”, relata a companhia catarinense em seu relatório trimestral.

De acordo com a Weg, o crescimento forte das receitas no Brasil foi resultado tanto das atividades industriais, motivada por negócios relacionados à commodities, quanto do segmento de geração, transmissão e distribuição (GTD), impulsionado pelos projetos de geração eólica. No mercado externo, a demanda de equipamentos industriais para segmentos importantes como óleo e gás, mineração e água e saneamento continuou aquecida, e os resultados foram pouco impactados pela variação do dólar. Segundo a Weg, o cenário macroeconômico global continua desafiador, e mesmo com uma boa carteira de pedidos, é importante estar atento aos riscos e incertezas político-econômicas e seus possíveis impactos, especialmente na demanda pelos equipamentos industriais de ciclo curto.

No terceiro trimestre a empresa de Jaraguá do Sul investiu R$ 326,7 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva, máquinas e equipamentos e licenças de uso de softwares, sendo 50% destinados às unidades produtivas no Brasil e 50% destinados aos parques industriais e demais instalações no exterior.

O lucro líquido foi de R$ 1,1 bilhão entre julho e setembro

Empresários precisam pensar mais na educação profissionalizante

Jorge Gerdau Johannpeter e Daniel Randon pediram que empresários atuem mais nesse processo

Gerdau, Cardoso e Randon e o livro em comemoração aos 95 anos da Federasul

A Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande Sul (Federasul) realizou nesta semana mais um evento em comemoração aos 95 anos da entidade. Desta vez, a tradicional reunião-almoço Tá na Mesa foi especial pelo descerramento de uma placa alusiva à data, pelo lançamento do livro que comemora a passagem dos 95 anos, além do descerramento de uma placa. O atual presidente, Anderson Trautman Cardoso e o presidente do Conselho Superior, Humberto Ruga, foram os responsáveis pelo descerramento.

O evento recebeu ainda como palestrantes os empresários Jorge Gerdau Johannpeter e Daniel Randon. A importância do trabalho associativo realizado pela Federasul foi destacada pelo empresário Jorge Gerdau. “É uma honra participar desta homenagem aos 95 anos desta entidade independente e que realiza importante trabalho na construção do desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, ressaltou ao acrescentar que se os empresários não participarem do processo político, o estado continuaria sem receber os investimentos necessários para prosperar.

Daniel Randon lembrou que as lideranças empresariais precisam estar atentas às mudanças decorrentes da transformação digital que criam ambientes de oportunidades às empresas. “Precisamos revisitar conceitos e trabalhar em colaboração olhando para o futuro. As novas tecnologias estão obrigando as lideranças empresariais a adotar novas atitudes. Precisamos estar atentos”, argumentou.

Ambos destacaram a importância da educação profissionalizante para a formação de futuros líderes e lembraram que o setor privado precisa se inserir nesse processo, ajudando na formação de empresariais. “Precisamos nos posicionar na política”, lembrou Randon. Já Gerdau declarou que o setor empresarial no Brasil está criando um passivo de omissões históricas, pela falta de participação. “É inaceitável que as novas tecnologias não sejam aproveitadas nos processos educacionais”.

Jorge Gerdau Johannpeter e Daniel Randon pediram que empresários atuem mais nesse processo

Largada da safra gaúcha acirra disputa de venda de apólices de seguro agrícola

Seguradoras especializadas, como a Sombrero, alertam para o esgotamento do subsídio concedido pelo governo

Preparo da terra para iniciar plantio da soja em fazenda de Santa Rosa (RS)

A janela do vazio sanitário (período no qual não se pode ter plantas de soja nas lavouras) no Rio Grande do Sul acabou em 10 de outubro. Desse período em diante, ocorre um sprint final na “corrida” para a venda de apólices de seguro agrícola no estado, segundo maior contratante deste serviço no Brasil, atrás apenas do Paraná. A oleaginosa sozinha responde por 43% do mercado, que tem crescido de forma consistente. Nos últimos cinco anos, o valor assegurado pelos gaúchos saltou de R$ 2,3 bilhões, em 2018, para 12,2 bilhões, em 2021 (+422%). Os dados são do Atlas do Seguro Rural, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Uma questão que tem preocupado o setor de seguro agrícola é que a venda de apólices depende em boa parte do subsídio do governo federal, disputado entre todos os estados brasileiros. De janeiro até 23 de setembro de 2022, segundo o Atlas do Seguro Rural, o governo pagou R$ 915,7 milhões em subsídios. O previsto para o PSR 2022 foi de R$ 1 bilhão. “Há toda uma movimentação entre as entidades representativas do agro para a liberação de recursos complementares, mas até agora não houve uma confirmação de que haverá dinheiro extra para a subvenção”, explica Wilson Sartori, cofundador da Sombrero, responsável pela área de agronegócio da seguradora, que tem um olhar especial para os produtores do Rio Grande do Sul.

A Sombrero entrou no mercado de seguro agrícola em janeiro deste ano, o que significa que o início de setembro marca a primeira rodada de venda de apólices para uma safra de verão. Mesmo assim, a companhia já é a quinta maior empresa do ramo do Brasil e tem mirado na escalada desse ranking. “Somos uma empresa recém-chegada ao mercado, com o DNA da inovação muito forte. Aliado a isso contamos também com a experiência de um time que já esteve à frente de instituições entre as mais importantes de seguro no Brasil, o que garante consistência desde os primeiros meses de operação”, enfatiza Leonardo Paixão, CEO da Sombrero.

Subvenção aumentou três vezes desde 2018
A subvenção (ou subsídio) é um aspecto importante para analisar a política de seguro agrícola. Trata-se de um valor destinado pelo governo para ajudar os produtores rurais a pagarem suas apólices. No caso da soja, o Programa de Seguro Rural (PSR) destina 20% para auxiliar os agricultores de todo o Brasil, com exceção dos do Norte e Nordeste, que recebem 30%. Há um limite por pessoa para esse subsídio (até R$ 60 mil para grãos, por exemplo) e também no total, que no PSR 2023 está definido em até R$ 2 bilhões.

O subsídio do governo federal é a principal ferramenta do Mapa para incentivar a contratação de seguro agrícola pelos produtores, que aumentou três vezes de 2018 a 2021. O valor saiu de R$ 366,5 milhões em 2018 para R$ 1,1 bilhão em 2021, evolução que acompanhou o volume de recursos assegurado. Para 2023, o PSR prevê o dobro de recursos, o que sinaliza uma expectativa do Mapa de que a expansão do mercado de seguro agrícola siga em ritmo acelerado no ano que vem.

O mercado de seguro agrícola no Brasil se concentra, sobretudo nos grãos, que respondem por 71,5% de todas as apólices. Os três estados que mais concentram apólices têm destaque na produção desse tipo de produto, apesar de não serem os campeões nacionais. São eles: Paraná (38,3%), Rio Grande do Sul (21,1%) e São Paulo (13,6%). “Isso se explica porque a quantidade de apólices nesses locais reflete a maior quantidade de propriedades rurais, já que há mais produtores em áreas menores e mais pulverizadas”, comenta Sartori.

Seguradoras especializadas, como a Sombrero, alertam para o esgotamento do subsídio concedido pelo governo

Feira de inovação encerra edição anual do IXLerator no Sul

Empresas apresentarão cases de sucesso com base em metodologias do IXL Center

“Outro ponto forte do IXLerator é troca de conhecimento entre empresas de diversos portes, setores e tempo de atuação no mercado”, destaca Onosaki

O IXL Center vai encerrar a edição anual do IXLerator no Sul no dia 10 de novembro promovendo uma feira de inovação no Nau Live Spaces, em Porto Alegre. O evento, que será realizado entre 9h e 12h, vai apresentar dois cases de sucesso de empresas que usaram as metodologias proprietárias do IXL Center que já foram implementadas em mais de 150 companhias globais e centenas de PMEs a nível mundial. A feira é aberta ao público.

Na oportunidade, o IXL Center também abrirá as inscrições para o programa que iniciará em março de 2023 e que também terá como palco a capital gaúcha. “Teremos vagas para 20 empresas que poderão inscrever cinco gestores cada uma”, antecipa Fernando Onosaki, sócio-diretor do IXL-Center. Ele também destaca que o IXLerator é uma jornada de aprendizado onde são colocados em prática ferramentas que ajudam desde a concepção de um novo produto ou serviço até a apresentação aos consumidores. “Outro ponto forte do IXLerator é troca de conhecimento entre empresas de diversos portes, setores e tempo de atuação no mercado”, destaca Onosaki.

O IXLerator foi concebido por Hitendra Patel, cofundador do IXL Center, pensador e especialista na área de inovação, que já auxiliou marcas globais como LG, Pepsico e P&G a se tornarem líderes em inovação, assim como gigantes nacionais, como Braskem, Havaianas e Natura. Ele também é responsável pela criação da maior aceleradora de startups a nível global em parceria com a Clinton Foundation, a maior olimpíada de Open Innovation envolvendo mais de 200 universidades a nível mundial.

O curso tem como objetivo auxiliar empresas a se conectar com o mundo, gerar trajetórias de crescimento disruptivas, trazer novas ideias para comercialização e desenvolver capacidades para continuar inovando por si mesmas. Mais de 700 companhias de diversos segmentos, portes e geografias já participaram do curso, sendo que mais de 90% delas conseguiram criar novas trajetórias de crescimento, traduzidas em aumento de faturamento. O IXL Center fornecerá facilitadores, consultores, professores, experts e uma estrutura de coordenação e suporte de nível internacional para a execução do programa.

Empresas apresentarão cases de sucesso com base em metodologias do IXL Center