Archives 2022

Produção industrial cai 0,7% em setembro

O setor encontra-se 2,4% abaixo do patamar pré-pandemia

Indústria de produtos alimentícios puxou a queda com a maior influência negativa em setembro

A produção industrial recuou 0,7% na passagem de agosto para setembro, segunda taxa negativa consecutiva, acumulando queda de 1,4% no período, com redução em 21 dos 26 ramos industriais pesquisados. Com esses resultados, o setor encontra-se 2,4% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 18,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Em relação a setembro de 2021, a indústria assinalou avanço de 0,4%. No índice acumulado no ano (janeiro-setembro de 2022), houve queda de 1,1% e, nos últimos 12 meses, de 2,3%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo IBGE.

“Podemos dizer que há uma redução no ritmo da produção industrial. Isso fica bem evidenciado não apenas nesses dois meses de queda em sequência, mas também na maior frequência de taxas negativas nos últimos quatro meses, com três variações negativas. Com esses últimos resultados e um perfil bem disseminado de recuo na produção em setembro de 2022, entendemos que houve perda no ritmo da produção nos últimos meses”, analisa o gerente da pesquisa, André Macedo.

A maior influência negativa entre as atividades foi da indústria de produtos alimentícios (-2,9%), seguida por metalurgia (-7,6%) e coque, produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (-2,6%). “Produtos alimentícios apresentam dois meses consecutivos com queda na produção, totalizando um recuo de 6,1%. Porém, destaco que nos três meses anteriores a esses dois recuos, essa atividade havia apresentado crescimento de 6,7% de forma acumulada. Produtos derivados de soja, açúcar e carnes de aves são itens importantes no entendimento dessa queda no setor alimentício em setembro”, comenta o pesquisador.

Já o setor de metalurgia assinalou em setembro de 2022 a queda mais intensa desde janeiro de 2021 (-9,9%) nesse tipo de comparação. “Mas é importante lembrar que esse segmento industrial vem de dois meses com resultados positivos, acumulando 2,4% nesse período. O setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis acumula redução de 6,9% em dois meses seguidos de perda e foi pressionado, nesse mês, pelos derivados do petróleo e álcool”, explica Macedo.

“Esse perfil disseminado de queda na produção, com apenas 5 setores avançando seu ritmo produtivo, não era observado desde janeiro de 2022, quando apenas 4 segmentos industriais mostraram crescimento. Entre as atividades que crescem, o setor extrativo (1,8%) é o de maior impacto positivo, com destaque para os avanços na extração dos óleos brutos de petróleo, gás natural e os minérios de ferro. Entre as grandes categorias econômicas, todas mostraram recuo na produção em setembro”, esclarece o gerente da pesquisa.

O setor encontra-se 2,4% abaixo do patamar pré-pandemia

Preços de venda de gás natural têm redução a partir desta terça

Queda média é de 5%

A Petrobras destacou que o preço final do gás natural ao consumidor não é definido somente pelo preço de venda da companhia

Os preços atualizados de venda de gás natural, transportado e distribuído por dutos terão – redução média de 5% em reais por metro cúbico, com relação ao trimestre entre agosto e outubro, conforme determinam os contratos acordados pela Petrobras com as distribuidoras. Segundo a companhia, eles “preveem atualizações trimestrais e vinculam a variação do preço do gás às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio”. As novas tarifas serão aplicadas nesta terça-feira (1).

Durante o trimestre, de acordo com a empresa, o petróleo teve queda de 11,5%, além da depreciação de 6,5% no câmbio, o que significa que “a quantia em reais para se converter em um dólar aumentou 6,5%”. A Petrobras destacou que o preço final do gás natural ao consumidor não é definido somente pelo preço de venda da companhia, as margens das distribuidoras e, no caso do gás natural veicular (GNV), dos postos de revenda entram nas contas, como também os tributos federais e estaduais.

Tarifas
A companhia ressaltou ainda que as tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas. “Importante informar que a atualização anunciada para 1/11/22 não se refere ao preço do GLP (gás de cozinha), envasado em botijões ou vendido a granel”, observou a Petrobras.

Como estabelecido nos contratos acertados, os preços atualizados vão valer até 31 de janeiro de 2023. “A atualização trimestral do preço do gás natural e anual para o transporte do produto permite atenuar volatilidades momentâneas e aliviar, no preço final, o impacto de oscilações bruscas e pontuais no mercado externo, assegurando, desta forma, previsibilidade e transparência aos clientes”, informou a empresa, acrescentando que os contratos são públicos e divulgados no site da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Com Agência Brasil

Queda média é de 5%

Kepler Weber registra receita de R$ 515 milhões

Companhia também destaca avanço de rentabilidade no terceiro trimestre

As ações da companhia em setembro registraram valorização de 72% em comparação com dezembro de 2021

A Kepler Weber fechou o terceiro trimestre com receita de R$ 515,8 milhões e lucro líquido de R$ 115,6 milhões. Segundo o balanço divulgado ao mercado, a receita avançou 56,1% ante o mesmo trimestre de 2021 e foi 43,2% maior que o segundo trimestre deste ano, quando a companhia reportou receita líquida de R$ 360,1 milhões. Já o lucro líquido saltou 181,3% neste trimestre em comparação com julho, agosto e setembro do ano passado, quando registrou R$ 41,1 milhões.

No balanço, a Kepler Weber também destaca a evolução do ROIC (da sigla em inglês para Retorno do Capital Investido) em 51,3 pontos percentuais, atingindo 107,5%. As ações da companhia em setembro registraram valorização de 72% em comparação com dezembro de 2021, resultado melhor que o índice Ibovespa (5%) e que o índice das Small Caps (-9%).

Pós-colheita, principal área de negócio da companhia, cresceu 57,5% em receita no terceiro trimestre deste ano, atingindo R$ 387,2 milhões, ante os R$ 245,9 milhões de igual período do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre, o crescimento foi de 75,6%, quando a empresa havia registrado R$ 220,6 milhões em receita. A Kepler Weber destaca que os resultados são reflexo de uma conjunção de fatores, como uma carteira “robusta” de clientes, o bom momento do agronegócio, a valorização de commodities – que permite manter o produtor capitalizado, além de ações estratégicas de vendas. A empresa destaca também o crescimento da “rentabilidade em todas as regiões agrícolas do Brasil, principalmente nos cerrados, onde tivemos crescimento expressivo de vendas em estados como Goiás, Mato Grosso, Piauí, Tocantins e Maranhão”, diz o balanço, que traz ainda a confirmação de vendas de projetos que totalizam R$ 93,8 milhões no trimestre.

A área de portos e terminais atingiu receita de R$ 13,7 milhões no terceiro trimestre, ante R$ 1 milhão registrado em igual período do ano passado. O crescimento de 1326,5% se deve a um perfil desta unidade de negócio, “caracterizado por projetos de ticket elevado e ciclo comercial prolongado, podendo gerar grandes variações de faturamento”, explica o balanço. O resultado do trimestre decorre da entrega de um projeto no terminal de Santos, Litoral de São Paulo, modernização de equipamentos alinhados com ESG e de um projeto novo no Terminal de Paranaguá, no Paraná. Ao longo do ano, a área de negócio soma R$ 73,5 milhões em novas vendas, com previsão de faturamento para o primeiro semestre de 2023.

Agroindústrias, segmento criado este ano, registrou R$ 10,5 milhões em receita no trimestre, redução de 77,8% na comparação com o trimestre anterior, quando a empresa atingiu R$ 47,5 milhões. Assim como portos e terminais, essa unidade de negócio também apresenta variações entre trimestres devido a magnitude dos projetos e a ciclos comerciais maiores. No acumulado do ano, a área soma R$ 152 milhões em receita.

Companhia também destaca avanço de rentabilidade no terceiro trimestre

Mutirão nacional de negociação de dívidas começa hoje

BC, Procon e vários órgãos promovem ação conjunta

Podem participar do mutirão pessoas físicas com débitos em atraso com bancos e demais tipos de instituições financeiras, desde que a dívida não esteja atrelada a bens dados em garantia

Ao longo de todo este mês, pessoas endividadas terão a oportunidade de limpar o nome. De hoje (1º) até o dia 30, ocorre o segundo mutirão nacional de negociação de dívidas e orientação financeira deste ano. Ação conjunta do Banco Central (BC), da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e dos Procons de todo o país, o mutirão oferece oportunidade de renegociação de dívidas com desconto e parcelamentos que caibam no bolso.

Podem participar do mutirão pessoas físicas com débitos em atraso com bancos e demais tipos de instituições financeiras, desde que a dívida não esteja atrelada a bens dados em garantia. As negociações podem ser pedidas por meio da plataforma Consumidor.gov.br ou pelos canais diretos das instituições participantes, disponíveis na página do mutirão.

No site do mutirão, o interessado também terá acesso ao link do Registrato, sistema do Banco Central que informa todos os relacionamentos do cidadão com o sistema financeiro. A página permite a consultas sobre informações de dívidas com bancos e órgãos públicos, cheques devolvidos, contas, chaves Pix e operações de câmbio. A página da ação conjunta também dará acesso à plataforma de educação financeira Meu Bolso em Dia, da Febraban.

Neste ano, o mutirão alertará os cidadãos sobre o superendividamento e a possibilidade de pedir renegociação, conforme previsto na Lei 14.181/21. Pela lei, os cidadãos superendividados têm direito a renegociar o valor global do débito, simultaneamente com todos os credores. Segundo o BC, isso permite acordos mais vantajosos do que negociar uma dívida com cada banco. O BC orienta as pessoas com suspeita de superendividamento a não renegociar os débitos pelo mutirão. Segundo o órgão, as pessoas devem buscar ajuda especializada nos órgãos de proteção e defesa do consumidor, cujos links estão disponíveis na página da ação conjunta.

No último mutirão, realizado em março, foram negociados 1,7 milhão de contratos em atraso durante 25 dias. De acordo com o BC, o endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) alcançou 52,9% da renda familiar disponível em agosto. Definido como o valor atual da dívida e os rendimentos em 12 meses, o indicador caiu 0,4 ponto percentual em relação ao mês anterior, mas subiu 3,5 pontos no acumulado em 12 meses.

O comprometimento de renda, que equivale às parcelas mensais divididas pela renda mensal da família, atingiu 29,4% em agosto, no maior nível desde o início da série, em 2005. O indicador subiu 0,8 ponto percentual na comparação com julho e de 3,9 pontos em 12 meses.

Com Agência Brasil

BC, Procon e vários órgãos promovem ação conjunta

Google Workspace Individual vai ampliar armazenamento de 15GB para 1TB

O Google anunciou novidades no plano individual do Workspace, incluindo um novo limite de armazenamento de 1 TB, em vez dos 15 GB.

A conta individual do Google Workspace destina-se a pequenas empresas que precisam de uma única conta do Google para gerenciar as necessidades diárias de trabalho.

Em um post no blog, o Google disse que o limite de armazenamento atualizado será implementado sem que os usuários precisem fazer algo para obter o armazenamento.

“Você não precisa mexer um dedo para obter o armazenamento atualizado: todas as contas serão atualizadas automaticamente de seus 15 GB de armazenamento existentes para 1 TB à medida que isso for implementado”, diz o Google.

O Google também anunciou uma atualização que facilita o envio de e-mails para vários destinatários sem comprometer a privacidade. Os recursos do modo de envio múltiplo no serviço de correio foram expandidos para incluir tags de mala direta.

O Google anunciou novidades no plano individual do Workspace, incluindo um novo limite de armazenamento de 1 TB,…

YouTube promete deletar vídeos com desinformação sobre as Eleições 2022

O YouTube anunciou hoje que atualizou sua política de desinformação sobre as eleições de 2022 com base nos resultados verificados pelo TSE e se comprometeu a remover vídeos que violem as regras.

Com os resultados das eleições presidenciais validados pelo TSE, estamos atualizando nossa Política de Integridade Eleitoral e passaremos a remover conteúdos que violem nossa política. Saiba mais em https://t.co/2eZ9yloijb

— YouTube Brasil (@YouTubeBrasil) October 31, 2022

“Com os resultados das eleições presidenciais validados pelo TSE, estamos atualizando nossa Política de Integridade Eleitoral e passaremos a remover conteúdos que violem nossa política”, publicou o Google.

Conteúdos relacionado às eleições que se encaixem em alguma das descrições abaixo será deletado. O Google alerta que esta “não é um lista completa”.

Supressão de eleitores: conteúdo que tem como objetivo fornecer informações incorretas sobre o horário, local, meios ou requisitos de qualificação para votação, ou conteúdo com alegações falsas que podem desestimular a participação.
Qualificação dos candidatos: vídeos que propagam declarações falsas sobre os requisitos técnicos de qualificação de candidatos políticos e representantes do governo eleitos para ocupar um cargo público. Os requisitos de qualificação considerados têm como base a lei nacional aplicável e incluem idade, cidadania e status de saúde.
Incitar o público a interferir em processos democráticos: conteúdo que encoraja outras pessoas a interferir em processos democráticos. Isso inclui a obstrução ou interrupção do processo eleitoral.
Distribuição de material roubado por hackers: conteúdo com informações roubadas, que, caso divulgadas, podem interferir nos processos democráticos.
Integridade das eleições: conteúdo com alegações falsas de que fraudes, erros ou problemas técnicos generalizados ocorreram em determinadas eleições passadas para determinar os chefes de governo. Ou conteúdo que afirma que os resultados certificados dessas eleições são falsos. Atualmente, essa política se aplica a:

qualquer eleição presidencial dos EUA;
eleições federais da Alemanha de 2021;
eleições presidenciais do Brasil de 2014, 2018 e 2022.

O YouTube anunciou hoje que atualizou sua política de desinformação sobre as eleições de 2022 com base nos…

Como o mercado reagiu ao resultado das urnas

Ibovespa sobe e dólar cai no dia seguinte das eleições

Investidores também especulam sobre a formação da equipe econômica do terceiro governo Lula

Após o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abrir em queda de quase de 2%, virou para alta de mais 1,2%, aos 115,9 mil pontos. O dólar caia 1,38%, sendo comercializado a R$ 5,27 perto do meio-dia. Investidores também especulam sobre a formação da equipe econômica do terceiro governo Lula.

Para a XP, nos próximos dias as ações das estatais devem continuar voláteis, dada a persistente incerteza em relação às suas políticas futuras. No caso do Banco do Brasil (BBAS3), essas questões giram em torno das linhas de concessão de crédito subsidiadas. Para a Petrobras (PETR4), as principais questões são em relação à futura política de precificação de combustíveis, bem como seus programas de investimentos futuros. A eleição de Lula não deve gerar uma reestatização da Eletrobras, afirma o Credit Suisse. O banco destaca que o processo geraria um custo elevado para a União, com ativação de cláusula de barreira (“poison pill”) que obrigaria a realização de uma oferta para aquisição de todas as ações ordinárias.

Ações como as de construtoras podem se beneficiar da eleição do petista. O comércio também tem se beneficiado. A maioria dos papéis das companhias ligadas ao varejo registra forte alta. Magazine Luiza subia 5,25%, a R$ 4,61, Via avançava 4,93%, a R$ 3,19, e Americanas registrava valorização de 3,63%, a R$ 15,74. Entre as empresas de moda, Lojas Renner sobe 7,83%, a R$ 31,14, Guararapes apresenta ganho de 8,2%, a R$ 9,76 e Soma tem alta de 6,51%, sendo vendida a R$ 14,73.

O Goldman Sachs afirmou que as ações de varejo devem reagir positivamente à vitória de Lula. Na visão do banco, as expectativas de apoio à renda e a promessa de um programa de reestruturação da dívida do consumidor estão entre as propostas que podem ser vistas como um suporte para o consumo. As ações de empresas de educação também operam em forte alta na B3. Os papéis da Cogna, por exemplo, avançam 2,51%, cotadas a R$ 3,26, enquanto as da Yduqs sobem 4,25%, precificadas a R$ 15,95, e as da Ânima têm alta de 8,59%, cotadas a R$ 6,70.

Ibovespa sobe e dólar cai no dia seguinte das eleições

Aneel mantém bandeira tarifária verde para novembro

Contas de luz ficam sem cobrança extra por sétimo mês seguido

A conta de luz está sem taxas extras desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em novembro para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz pelo sétimo mês seguido. A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado no fim de junho pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras tarifárias
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril deste ano, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Com Agência Brasil

Contas de luz ficam sem cobrança extra por sétimo mês seguido

Lula é eleito presidente

Com 99% das seções apuradas, político governará o país pela terceira vez

Lula foi eleito para o posto mais alto do país em 2002, tendo sido reeleito em 2006, e agora em 2022

Com 99% das seções apuradas, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva está matematicamente eleito. Ele tem, até agora, 50,84% dos votos válidos. Jair Bolsonaro (PL) soma 49,16%.

Nascido em Garanhuns (PE), Lula se mudou ainda criança para o estado de São Paulo. Durante a adolescência, completou um curso de torneiro mecânico em uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e, posteriormente, passou a trabalhar como metalúrgico na cidade de São Bernardo do Campo, quando também começou a se envolver com a atividade sindical.

No final dos anos 1970 e 1980, Lula liderou grandes greves de metalúrgicos da região do ABC paulista. Junto a outros sindicalistas, intelectuais e militantes de movimentos sociais, fundou o Partido dos Trabalhadores (PT). Pela legenda, se tornou deputado da Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição de 1988 e foi derrotado nas eleições presidenciais de 1989, de 1994 e de 1998. Foi eleito para o posto mais alto do país em 2002, tendo sido reeleito em 2006. Deixou a Presidência em 2010, sendo sucedido por sua então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que venceu as eleições com o seu apoio.

Em 2017, Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Em 2018, teve a prisão decretada pelo então juiz Sergio Moro. As condenações foram anuladas em 2021 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que a 13ª Vara Federal em Curitiba não tinha competência legal para julgar as acusações. O STF também considerou posteriormente que Moro agiu sem a devida imparcialidade no processo.

O vice eleito é Geraldo Alckmin (PSB) que foi adversário de Lula na disputa de 2006. Nascido em Pindamonhangaba (SP), ele tem 68 anos, é médico e professor. Alckmin foi um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e ocupou os quadros do partido entre 1988 e 2021. Ele também foi constituinte e governou São Paulo em duas ocasiões: de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018.

Com Agência Brasil 

Com 99% das seções apuradas, político governará o país pela terceira vez

Eduardo Leite vence disputa pelo governo gaúcho

Com 91,3% das urnas apuradas, a eleição no estado foi definida

O jovem de 37 anos estudou também gestão pública na Universidade de Columbia, nos EUA, e fez mestrado em gestão e políticas públicas na FGV

O candidato Eduardo Leite (PSDB) venceu a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul com 57,12% dos votos válidos. Onyx Lorenzoni (PL) ficou em segundo lugar, com 42,88% dos votos válidos. Até agora, foram apurados 91,3% das urnas.

Leite é bacharel em direito pela Universidade Federal de Pelotas. O jovem de 37 anos estudou também gestão pública na Universidade de Columbia, nos EUA, e fez mestrado em gestão e políticas públicas na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo. Foi presidente da Câmara dos Vereadores e prefeito de Pelotas (RS). Em 2018, foi eleito governador do Rio Grande do Sul com 33 anos de idade. Teve 26,81% dos votos válidos, ao receber 1.702.815 votos, no primeiro turno. O vice na chapa, Gabriel Souza (MDB), 38 anos, foi eleito deputado estadual em 2014 e 2018.

Com Agência Brasil 

Com 91,3% das urnas apuradas, a eleição no estado foi definida

Jorginho Mello será governador de SC

Candidato do PL tem 70,72% dos votos válidos

Mello foi gerente e diretor do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc)

Com 87,36% das urnas apuradas, o candidato Jorginho Mello (PL) vence a disputa pelo governo de Santa Catarina, com 70,72% dos votos válidos.

Mello, 66 anos, nascido na cidade de Ibicaré (SC), foi vereador em Herval d’Oeste (SC), deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, governador interino do estado e duas vezes deputado federal. Ficou em primeiro lugar na disputa, com 1,57 milhão de votos, 38,65% do total. Está no segundo ano de mandato como senador. Formado em direito e estudos sociais, foi gerente e diretor do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). A candidata a vice é a Delegada Marilisa (PL).

Com Agência Brasil 

Candidato do PL tem 70,72% dos votos válidos

Zaffari inaugura novo supermercado no Sul

Localizado em Porto Alegre, empreendimento gerará 150 empregos diretos

A companhia gaúcha não revela o valor do investimento

Abre ao público nesta quinta-feira (27) o Zaffari Lucas de Oliveira, localizado na Avenida Coronel Lucas de Oliveira, 740, no bairro Mont’Serrat, em Porto Alegre. A 39ª unidade da rede supermercadista do Grupo Zaffari renova um importante ponto comercial de abastecimento varejista para o bairro e região que deixou de operar em 2017. A companhia gaúcha não revela o valor do investimento. A edificação do empreendimento foi ampliada, passando a abrigar o supermercado Zaffari com 1.400 metros quadrados de área de venda e as instalações de apoio à operação, assim como espaço para lojas de serviços que devem passar a operar em breve. A inauguração do Zaffari Lucas de Oliveira corresponde à geração de 150 empregos diretos.

Com 11 checkouts, sendo quatro deles de autoatendimento, a loja apresenta seções tradicionais da rede, como hortifrutis, padaria, área de refrigeradores disponibilizando cortes de carne, peixes e laticínios, além de fiambreria que inclui uma “cava de frios” para fatiamento de produtos sob demanda. A loja também conta com adega e floricultura, e selecionada exposição de produtos de bazar. A arquitetura da edificação do Zaffari Lucas de Oliveira é em estilo contemporâneo, com inserção adequada ao bairro, cuidados paisagísticos e iluminação natural concedida por grandes aberturas em vidro na fachada e na lateral do prédio. A arquitetura interna conjuga a modernidade das estruturas aparentes e ambientes amplos com o aconchego do estilo empório, padrão que vem sendo adotado pelas lojas da rede recentemente inauguradas, como o Zaffari ParkShopping Canoas, o Teresópolis e o Zaffari Lindoia.

O Grupo Zaffari atua há 87 anos no varejo, acumulando 57 anos de experiência no autosserviço supermercadista e 31 na administração de shopping centers, e contando atualmente com cerca de 12 mil colaboradores. Suas atividades iniciaram com a abertura de uma casa de comércio no interior do Rio Grande do Sul, em 1935, por iniciativa dos fundadores Francisco José Zaffari e Santina De Carli Zaffari. O Grupo estreou sua atuação fora do estado em 2008, inaugurando o Bourbon Shopping São Paulo, na capital paulista. A rede de supermercados é formada por 39 unidades, e está entre as maiores redes de autosserviço supermercadista do Brasil, conforme ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A atuação no setor de shopping centers inclui a administração de 10 empreendimentos, com as bandeiras Bourbon Shopping (sete unidades no Rio Grande do Sul e uma em São Paulo); Moinhos Shopping e Porto Alegre Centerlar.

Localizado em Porto Alegre, empreendimento gerará 150 empregos diretos

Ruy Scomazzon falece aos 93 anos

Empresário foi responsável por expandir a marca Tramontina para mais de 120 países

Com 21 anos passou a administrar a indústria ao lado do falecido Ivo Tramontina, filho dos fundadores Valentin Tramontina e Elisa De Cecco Tramontina

Sócio da Tramontina desde 1949, Ruy J. Scomazzon morreu neste domingo (30) aos 93 anos. Ele estava no hospital, em Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul e teve óbito confirmado por volta das 8h.

Nascido em 1928, em Carlos Barbosa, berço e até hoje sede das empresas Tramontina, Ruy é filho de Agostinho e Anna Scomazzon. Com 21 anos passou a administrar a indústria ao lado do falecido Ivo Tramontina, filho dos fundadores Valentin Tramontina e Elisa De Cecco Tramontina. Na ocasião, a fábrica tinha 16 empregados, e é quando a criação da marca começa a tomar forma. O empresário comandou o negócio e foi responsável por expandir o empreendimento para mais de 120 países. Atualmente, era conselheiro da empresa.

Viúvo de Wanda Demartini Scomazzon, o empresário deixa três filhos: Eduardo Scomazzon, atual presidente do conselho de administração da Tramontina, Beatris Scomazzon e Márcia Scomazzon Gusso, além do genro, nora, netos e bisnetos.

Empresário foi responsável por expandir a marca Tramontina para mais de 120 países

As armadilhas no desenvolvimento das novas versões de antigos produtos digitais

Sua empresa está pensando em refazer seu antigo sistema digital? Conheça as armadilhas mais comuns para que possa evitá-las e construir uma estratégia de sucesso

Os sistemas que estão iniciando seu desenvolvimento hoje em dia têm a oportunidade de nascer já com novos paradigmas de tecnologia e de experiência incorporados

O mercado de tecnologia no Brasil é formado em grande parte por empresas que desenvolvem sistemas de gestão empresarial, os chamados ERPs (Enterprise Resource Planning). Segundo pesquisa de 2018 da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), são 54 mil empresas de ERP distribuídas em todo o território nacional. São sistemas que, em sua maioria, tiveram suas primeiras versões desenvolvidas no início da década de 1990 com o objetivo de informatizar as organizações, auxiliando-as em suas rotinas administrativas. Primeiramente o foco era na gestão de fluxo de caixa, folha de pagamento, compras e outras funções contábeis. Com o tempo, foram crescendo e incorporando mais funcionalidades para atender outras áreas como operacionalização de chão de fábrica, reposição de suprimentos e estoques e demais necessidades relevantes para o andamento do negócio. A certa altura, os ERPs começaram a se especializar em verticais — ERP para varejo, para indústria, hospitais, etc. Atualmente é muito difícil encontrarmos no mercado alguma organização que não utilize nenhum sistema de gestão que as apoie.

Ocorre que dos anos 1990 para cá houve uma revolução digital que transformou a sociedade. Estamos todos hiperconectados em tempo real. A chamada informática que antes era prerrogativa de ambientes corporativos hoje é onipresente e em um outro patamar de sofisticação. Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Big Data são apenas alguns exemplos de novas tecnologias que já estão em uso e impactam as nossas vidas de forma crescente, mesmo que a gente nem perceba.

Sou diretora da Hypervisual, empresa de consultoria em design de experiência para a área de TI que atua complementando as equipes de desenvolvimento de sistemas levando a perspectiva do usuário final. Atuamos desde 1996 acompanhando as transformações de mercado. Atualmente trabalhamos tanto com projetos que utilizam tecnologia de ponta quanto também com sistemas legados — é como chamamos as plataformas que foram desenvolvidas há anos atrás e, mesmo estando obsoletas, seguem em uso nas companhias por fatores diversos, tais como muitos ERPs do mercado. Os sistemas que estão iniciando seu desenvolvimento hoje em dia têm a oportunidade de nascer já com novos paradigmas de tecnologia e de experiência incorporados (nem sempre o fazem, mas isso é tema para outro artigo). Já as que estão há mais tempo no mercado enfrentam grandes desafios para permanecerem relevantes. Elas contam com a vantagem de ter um conhecimento aprofundado do negócio de seus clientes e também estão “entranhadas” em toda a operação. Quem já vivenciou a troca de ERP em sua empresa conhece o desgaste que isso provoca. Só a ideia já assusta. Por pior que seja, o sistema vigente já é conhecido e dominado. A resistência do cliente final a mudanças é um dos principais fatores de retenção. No entanto, do ponto de vista de negócio, contar apenas com isso é extremamente arriscado.

Partindo dessas considerações, resolvi compilar quatro situações que já vi acontecer em algumas organizações e que considero verdadeiras armadilhas. Através destes relatos, tenho a pretensão de sensibilizar a alta gestão de outras empresas que, ao se identificarem com os acontecimentos, possam refletir e iniciar um processo de mudança bem estruturado. Descrevo a seguir duas delas.

Armadilha 1 — Deixar para começar quando já se está perdendo mercado
Primeiro, ressalto que empresas que estão atuando há muito tempo merecem o nosso respeito. Foram pioneiras em sua época e construíram uma história de sucesso, conquistando mercados, gerando empregos e movimentando a economia. Com isso, já possuem uma grande base de clientes e faturamento estável. Além disso, suas rotinas já são bastante atribuladas. Existe muita pressão: precisam dar conta de manter o negócio do cliente operando, com mão de obra escassa, disponibilizando suporte e manutenção constantes e um log de tarefas que parece crescer exponencialmente. A pergunta que fica é: faz sentido o esforço de mudança em um ambiente já tão complexo em uma empresa que é saudável? A resposta é sim. Justamente a prosperidade do negócio é que dará as condições necessárias para uma transformação bem alicerçada. Quando percebemos que estamos perdendo mercado costuma ser tarde demais. Não temos mais tempo nem dinheiro para uma estratégia bem estruturada de transformação. Alguns exemplos notórios como Kodak, Blockbuster e Blackberry — citando apenas três de muitos outros — já comprovaram que a posição de estabilidade pode ser traiçoeira. É preciso uma certa dose de visão e humildade para reconhecer que o momento é outro. O que foi feito até agora é digno de orgulho e reconhecimento. Mas daqui para frente é uma nova história a ser construída. Se a sua empresa de ERP segue próspera, esse é o momento ideal de iniciar um processo de renovação. Não espere ficar obsoleto para iniciar.

Armadilha 2 — Reproduzir velhos paradigmas com novas tecnologias
Essa é uma situação relativamente usual. A empresa entende que precisa renovar e decide iniciar o processo. Ocorre que a cultura dessas organizações costuma ser predominantemente técnica, justamente por terem nascido em uma época pré-revolução digital. Com isso, a ênfase dada é na atualização tecnológica. Após muitos anos de especialização em um ferramental, a equipe precisa incorporar novos conhecimentos. Quem já acompanhou o processo de decisão de adoção de uma nova tecnologia sabe do que estou falando. A responsabilidade na escolha é grande. Tudo o que for definido nesse momento deverá sustentar a empresa pelos próximos anos, um verdadeiro casamento. E uma vez definida, as equipes passam a se capacitar, aprender novas linguagens, adotar frameworks do momento, enfim, tomar uma série de atitudes nessa direção. A carga depositada na renovação tecnológica é tanta que acaba ofuscando outros aspectos tão relevantes quanto. Claro que a renovação tecnológica é fundamental, mas ela por si só não se sustenta. O resultado é que no novo ERP acabam sendo transpostos os mesmos paradigmas do modelo anterior de desenvolvimento e interface. Na prática, é quase como se fosse o mesmo sistema, porém com uma aparência um pouco mais moderna, carregando todos os vícios e práticas antigas mascarados como algo supostamente novo. O esforço na renovação de sistemas legados é enorme e só se justifica se for visto como uma oportunidade de preparar a empresa para o futuro do negócio. Um produto digital não é apenas um conjunto complexo de algoritmos. Ele precisa estar conectado a negócios e pessoas para entregar, de forma simples e direta, algo de valor. O conceito é simples, porém sua aplicação não. Requer uma boa dose de desapego de anos de práticas que precisam ser repensadas. Se sua empresa já tomou a difícil, porém vital, decisão da mudança, faça valer todo o investimento de tempo, dinheiro e expectativa e acolha essa transformação com tudo o que isso representa.

Em breve irei compartilhar o que considero ser as demais armadilhas. Enquanto isso, aguardo seu comentário em relação às já descritas. Você se identificou ou viu acontecer em alguma empresa? Compartilhe a sua experiência!

Sua empresa está pensando em refazer seu antigo sistema digital? Conheça as armadilhas mais comuns para que possa evitá-las e construir uma estratégia de sucesso

Curitiba é eleita uma das sete Comunidades Mais Inteligentes do Mundo

Pelo segundo ano consecutivo, a capital paranaense é a única cidade da América do Sul selecionada

Em nome do prefeito Rafael Greca, o diretor técnico da da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Paulo Krauss (segundo da direita para a esquerda), recebeu a premiação

Curitiba recebeu na quinta-feira (27) o troféu de uma das sete Comunidades Mais Inteligente do Mundo 2022, segundo o Prêmio Intelligent Community Forum (ICF), sendo, pelo segundo ano consecutivo, a única cidade da América do Sul selecionada para oTop 7. A premiação foi entregue durante o IFC Global Summit 2022, no Ohio State House, sede do governo estadual de Ohio, nos Estados Unidos. Representando o prefeito Rafael Greca, o diretor técnico da da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Paulo Krauss recebeu o troféu, ao lado de representantes das outras seis cidades finalistas: Binh Duong Smart City (Vietnã), Durham (Canadá), Fredericton (Canadá), Nova Taipei (Taiwan), Prospect (Austrália) e Sunshine Coast (Austrália). Nova Taipei conquistou o título de Comunidade Mais Inteligente do Mundo em 2022. A capital do Paraná sempre foi exemplo de inovação: historicamente, é referência em mobilidade, meio ambiente e planejamento urbano. Esse escopo vem sendo ampliado para áreas transformação tecnológica com foco em cidade inteligente e empreendedorismo de impacto social. Com esse objetivo, a prefeitura criou, em 2017, o Vale do Pinhão.

Evolução progressiva
O desempenho de Curitiba neste ranking foi progressivo nos últimos quatro anos. Este é o segundo ano consecutivo em que a capital paranaense figurou entre no Top 7 das comunidades do mundo finalistas desta premiação. Em 2019 e 2020, classificou-se no ranking das 21 comunidades mais inteligentes pelo ICF. A evolução é resultado do investimento da cidade em iniciativas que aliam apoio ao crescimento econômico sustentável às pautas de impacto ambiental e social. A prefeitura tem investido em energias renováveis, mobilidade ativa, serviços públicos na palma da mão do cidadão, revitalização urbana e projetos de diminuição da emissão de carbono até 2050.

Comunidade Mais Inteligente
O Prêmio Intelligent Community Forum (ICF) reconhece, anualmente, ações de governança para prosperidade econômica, saúde social e riqueza cultural, que juntas tornam uma comunidade forte e resiliente. O ICF é uma organização sem fins lucrativos para pesquisa de políticas de comunidades inteligentes, envolvendo todo o ecossistema da cidade, focadas na criação de empregos e desenvolvimento econômico sustentável. Na fase final, Curitiba e as outras seis comunidades finalistas foram avaliadas individualmente, com uma visita virtual do comitê avaliador do ICF, considerando seis eixos: conexão, sustentabilidade, trabalho, inovação, inclusão e engajamento.

Pelo segundo ano consecutivo, a capital paranaense é a única cidade da América do Sul selecionada