Archives 2022

Risotolândia passa a atuar em gestão de serviços terceirizados

Grupo criou nova marca para atender demanda

A R. Facilities chega ao mercado com serviços que atenderão demandas de empresas, escolas e hospitais

O mercado de terceirização está em franca expansão. Segundo o IBGE, cerca de 22% da mão de obra empregada no país é terceirizada. De olho nesse crescimento, a Risotolândia acaba de lançar sua nova marca, a R. Facilities. A empresa chega ao mercado com serviços que atenderão demandas de empresas, escolas e hospitais. A companhia oferecerá equipes treinadas para limpeza, jardinagem, recepção, telefonia, manutenção, copa, suporte administrativo e de gestão.

“É uma marca com atuação independente, mas com os mesmos valores que fizeram do Grupo Risotolândia uma empresa de sucesso, incluindo processos bem definidos de qualidade, segurança e gestão de pessoas”, destaca o CEO Carlos Humberto de Souza, em nota. Com a nova marca, a expectativa do conglomerado paranaense é um crescimento de 22% neste ano.

A decisão de ampliar as operações veio da constatação das dificuldades que os clientes de refeições terceirizadas têm em encontrar fornecedores na contratação de outros serviços, sem contar na experiência de já atender muitas empresas com o serviço de refeições, o que permitiu uma avaliação profunda das necessidades de cada cliente no dia a dia.

“Com a nossa experiência e a proximidade com cada cliente que atendemos percebemos uma excelente possibilidade de crescimento, além da oportunidade de formar novos vínculos com os clientes”, acrescenta o CEO.

As oportunidades para o negócio são diversas, uma vez que serviços integrados de facilities reduzem a complexidade da gestão de terceiros, o custo fixo da operação e possibilita maior controle de qualidade. Além disso, há uma clara tendência de aumento da terceirização de atividades-meio, que continua impactando o mercado visando a redução de custos operacionais.

Grupo criou nova marca para atender demanda

Compra direta de biodiesel supera demanda prevista para bimestre

Total contratado por distribuidores é 50% maior que o estimado

Resultado demonstra o sucesso do novo modelo de comercialização

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que os contratos feitos por distribuidores de combustíveis com produtores de biodiesel totalizaram 1,3 bilhão de litros desse produto para o abastecimento no primeiro bimestre deste ano. O volume contratado é cerca de 50% superior à demanda estimada de biodiesel para o período e objetiva o atendimento do percentual de mistura obrigatória ao óleo diesel.

A comercialização foi feita no novo modelo, implementado no dia 1º de janeiro, atendendo à Resolução nº 14/2020 do Conselho Nacional de Pesquisa Energética, e regulamentado pela Resolução ANP n° 857/2021. O novo formato estabelece que os distribuidores contratem e comprem o produto diretamente dos produtores, em substituição aos leilões de biodiesel.

Segundo a ANP, os contratos de fornecimento de biodiesel foram informados e validados com sucesso pelos distribuidores de combustíveis e produtores, por meio de sistema desenvolvido pela agência, denominado SRD-Biodiesel.

“A contratação acima da demanda estimada demonstra o sucesso do novo modelo de comercialização já no primeiro bimestre de sua vigência, com a adesão maciça dos distribuidores de combustíveis e dos produtores, garantindo o abastecimento ao consumidor final em todo o território nacional”, descreve a ANP.

Com Agência Brasil

Total contratado por distribuidores é 50% maior que o estimado

Governo do RS passa o controle da Sulgás para a Compass

Empresa deverá investir cerca de R$ 300 milhões nos próximos cinco anos

A Sulgás opera os serviços de gás canalizado em modelo de concessão, com vigência até agosto de 2044

O governo do Estado transferiu, na segunda-feira (3), o controle da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás) para a Compass Gás & Energia. O evento contou com a presença do governador Eduardo Leite, do presidente da Sulgás, Carlos Colón, e do CEO da Compass, Nelson Roseira Gomes Neto, além de outras autoridades. A empresa, pertencente ao Grupo Cosan, venceu o leilão de privatização realizado em outubro do ano passado, na sede da B3, em São Paulo, com uma oferta de R$ 92737 milhões.

A Sulgás iniciou a comercialização de gás natural em 2000, com a conclusão do gasoduto Bolívia-Brasil, e desde sua criação, em 1993, atua como uma sociedade de economia mista. A Compass arrematou 51% do capital social da companhia, que pertencia ao governo gaúcho. Os 49% restantes pertencem à Petrobras Gás S/A (Gaspetro).

Atualmente, a empresa conta com uma rede de distribuição de aproximadamente 1,4 mil quilômetros, atendendo mais de 68 mil clientes em 42 municípios, com uma média de 2 milhões de metros cúbicos de gás natural distribuídos por dia. A empresa opera os serviços de gás canalizado em modelo de concessão, com vigência até agosto de 2044. O plano de investimentos para a companhia é de cerca de R$ 300 milhões nos próximos cinco anos, com possibilidade de ampliação a partir de novas soluções para o suprimento de gás.

O CEO da Compass Gás e Energia, Nelson Roseira Gomes Neto, ressaltou que o mercado brasileiro de gás natural passa por um momento de transformação e que a privatização da Sulgás marca esse processo, sendo a primeira em cerca de 20 anos no setor. Destacou ainda que o grupo não busca uma ruptura com o trabalho que vinha sendo executado no estado, mas sim a soma de experiências. “O gás natural promove o desenvolvimento das cidades, e a experiência que adquirimos ao longo de mais de dez anos de gestão na distribuição desse energético, unida ao belo trabalho que vem sendo conduzido pela Sulgás, vai beneficiar a população e a economia do Rio Grande do Sul”, explicou. Ele também afirmou que o atual presidente da Sulgás, Carlos Colón, seguirá no posto. A decisão deve ser referendada nesta terça-feira (4) em uma reunião do conselho de administração da Compass.

O grupo é responsável pela gestão da Comgás, de São Paulo, a maior distribuidora de gás encanado do país. Além da distribuição, a atuação da nova empresa está focada em outro três segmentos: infraestrutura e originação de gás natural, aumentando o acesso à oferta de gás do pré-sal e conectando a Baixada Santista e o Estado de São Paulo ao mercado global de gás; comercialização de gás; e geração térmica a gás, transformando gás em eletricidade e trazendo segurança ao sistema elétrico.

Banrisul
Ao ser perguntado sobre uma possível privatização do Banrisul, Leite declarou que é favorável que isso aconteça, porém, essa discussão deverá ser feita nas próximas eleições. O governador recordou que a atual administração pública do Rio Grande do Sul tinha de vencer uma agenda de privatizações envolvendo serviços concedidos, como energia elétrica, gás e saneamento e não haveria tempo nem mesmo capital político para levar adiante a iniciativa. “Na minha opinião, esse tema deve ser debatido no próximo processo eleitoral, de modo que um governo possa à frente encaminhar. Vivemos uma mudança de cenário no sistema financeiro atual que enseja essa discussão, pois o Estado deve refletir se vale a pena manter um banco de varejo, ainda que dê lucro, em um cenário onde as novas tecnologias imperam e fintechs como o Nubank, por exemplo, criado há menos de uma década, têm um valor de mercado muito maior que as empresas tradicionais”, detalhou.

A Sulgás é a 205ª maior empresa da região e também a 82ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Empresa deverá investir cerca de R$ 300 milhões nos próximos cinco anos

De olho nos gigantes

Grupo K1 inicia processo de internacionalização da marca nos Estados Unidos e planeja ampliar presença no mercado asiático

Conglomerado também sentiu a desorganização da cadeia produtiva mundial, com falta de insumos e a alta de preços

“Nossa inquietude é desafiadora”, escreveu Celso Theisen, vice-presidente do Grupo K1, ao responder sobre os resultados colhidos em 2020 e, principalmente, em 2021, ano que teve como principal destaque a ampliação dos embarques para o exterior. O resultado lá fora foi surpreendente ao exibir um crescimento próximo de 100% em vendas em comparação ao ano anterior. De acordo com cálculos preliminares de Theisen, o acréscimo resultará em uma receita até 18% maior.

Nesse passo, dois consumidores gigantescos estão na linha de visão da companhia. “Iniciamos um processo de internacionalização da marca nos Estados Unidos com diferentes formas de comercialização e armazenamento em um centro de distribuição em Miami. Além disso, planejamos ampliar nossa presença no mercado asiático por meio de participação na feira CIFF Internacional Fair, na China”, conta Theisen, animado.

Catapultado pelo “novo normal” da pandemia – que impulsionou as vendas de móveis e decoração para reformas de residências –, o Grupo K1 também sentiu a desorganização da cadeia produtiva mundial, com falta de insumos e a alta de preços. “Aliar a tendência do novo formato de trabalho remoto ao aumento de consumo on-line nos fez buscar mais um canal de venda e nos aproximarmos do nosso consumidor através dos marketplaces e e-commerce próprio”, destaca Theisen.

Outra estratégia do conglomerado é fazer com que a fábrica de Tupandi (RS), cidade-sede da companhia, tenha toda a sua produção voltada exclusivamente para o exterior. O Brasil será atendido pela unidade do Nordeste. A companhia implantou uma indústria de estofados na região de Santa Rita, próximo a João Pessoa (PB) em uma área de 10 mil metros quadrados, investimento que demandou inicialmente um aporte de R$ 12 milhões.

Nos próximos quatro anos, a ideia é instalar em uma área de 100 hectares, nos arredores da capital paraibana, as demais linhas de produção de interesse do Grupo K1.

Este conteúdo integra o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Grupo K1 inicia processo de internacionalização da marca nos Estados Unidos e planeja ampliar presença no mercado asiático

Athletico Paranaense dispara entre os clubes de futebol do Sul

Também pertence ao Furacão a supremacia em patrimônio e lucro

O Athletico Paranaense ampliou a vantagem sobre o Internacional

O Athletico Paranaense ampliou de quase R$ 100 milhões para R$ 259,4 milhões a vantagem sobre o Internacional, segundo colocado no ranking dos clubes do Sul, pelo critério do Valor Ponderado de Grandeza (VPG), principal indicador de 500 MAIORES DO SUL, lista publicada pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC.

Também pertence ao Furacão a supremacia em patrimônio e lucro. O rubro-negro de Curitiba somente perde em receita – neste caso, para o Grêmio. O maior prejuízo é do Internacional que, em 2020, obteve um resultado negativo de mais de R$ 90 milhões. o negativo de mais de R$ 90 milhões. Veja todos os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem.

Aliás, a novidade desta edição de 500 MAIORES DO SUL é o retorno das administradoras dos estádios, ausentes no ano passado por não terem apresentado seus balanços em tempo hábil. Entre elas, quem se destaca é a Karangounis, companhia da OAS, responsável pela construção da Arena do Grêmio. No entanto nenhuma das três se livrou de ter prejuízo, pois todos os clubes sofreram em razão de não contar com a venda de ingressos de suas partidas, algo que só passou a acontecer em outubro de 2021.

O Furacão e o Colorado, por exemplo, perderam juntos, em 2020, R$ 37,8 milhões de bilheteria, de acordo com levantamento da consultoria Sports Value. Já a Arena Porto-Alegrense deixou de embolsar cerca de R$ 26 milhões com camarotes, entradas e cadeiras.

Este conteúdo integra o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Também pertence ao Furacão a supremacia em patrimônio e lucro

Sul pede apoio ao Planalto para minimizar os impactos da estiagem na região

Em Santa Catarina, as regiões Extremo Oeste, Oeste e Meio Oeste são as mais afetadas

O Paraná pretendia colher 4,2 milhões de toneladas e reduziu a estimativa para 2,4 milhões de toneladas

Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e parte do Mato Grosso do Sul já contabilizam prejuízos com a falta de chuvas e recorrem ao Governo Federal em busca de apoio na renegociação de dívidas e agilidade no pagamento do seguro agrícola para os produtores rurais. Nesta segunda-feira (3) os secretários da agricultura dos quatro estados participaram de reunião virtual com o secretário de política agrícola do ministério da agricultura, pecuária e abastecimento (SPA/Mapa), Guilherme Soria Bastos Filho, para apresentar os cenários e as demandas.

“Essa reunião foi resultado de uma conversa que tivemos com a ministra Tereza Cristina na última semana, quando relatamos as dificuldades enfrentadas pelos produtores catarinenses. Nós estamos direcionando nossas ações para agilizar os decretos de emergência dos municípios e também a elaboração dos laudos para liberação do Proagro. A nossa solicitação principal para o Ministério da Agricultura é a criação de um crédito emergencial para aqueles produtores que perderam sua fonte de renda”, destaca o secretário da agricultura, da pesca e do desenvolvimento rural de Santa Catarina, Altair Silva.

Em Santa Catarina, as regiões Extremo Oeste, Oeste e Meio Oeste são as mais afetadas. A média atual de precipitações nesses locais é de, respectivamente, 20, 31 e 46 milímetros – sendo que o esperado seria uma média em torno de 150 milímetros. A principal preocupação do setor produtivo é a quebra na safra de milho – tanto milho grão quanto silagem – que deve impactar diretamente as cadeias produtivas de carne e leite.

O secretário Altair Silva explica que no Extremo Oeste a colheita de milho esperada deve ter uma redução de até 50% e a expectativa de safra estadual já está sendo reduzida. “Nós esperávamos uma safra voltando à normalidade com 2,7 milhões de toneladas colhidas, já estamos revendo esses números e talvez nossa colheita não passe de 1,9 milhão de toneladas. O que atinge diretamente o setor produtivo de carnes e leite, sem contar o prejuízo dos produtores de grãos”.

Até o momento o estado conta com 67 municípios com decretos de emergência publicados ou em vias de publicação e 1.500 famílias rurais que perderam sua fonte de renda devido à estiagem, principalmente produtores de grãos e silagem.

Nos outros estados do Sul, a situação é semelhante. Segundo o secretário da agricultura e abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, os prejuízos calculados são bilionários, principalmente nos cultivos de soja, milho e feijão. “Nós trabalhávamos com uma colheita de 21 milhões de toneladas de soja, hoje já reduzimos a expectativa para 13 milhões de toneladas e esse quadro tende a ter uma evolução para pior”. No milho, o cenário é ainda mais preocupante. O estado pretendia colher 4,2 milhões de toneladas e reduziu a estimativa para 2,4 milhões de toneladas. São 144 municípios paranaenses com decretos ou sinalizando fazer decretos de emergência. No Rio Grande do Sul, são 110 municípios afetados.

Ainda esta semana haverá uma nova reunião com a equipe técnica do Ministério da Agricultura para apresentar as ações disponíveis para os produtores rurais que tiveram prejuízos devido à falta de chuvas. O governo federal trabalha ainda com a possibilidade de uma visita da ministra Tereza Cristina aos estados do Sul.

Em Santa Catarina, as regiões Extremo Oeste, Oeste e Meio Oeste são as mais afetadas

Superávit da balança comercial bate recorde em 2021

Exportações superam importações em US$ 61 bilhões

Impulsionadas pela recuperação da economia e pela alta do preço internacional do petróleo, as importações cresceram mais

Beneficiada pela aceleração do preço das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial encerrou 2021 com recorde. No ano passado, o Brasil exportou US$ 61 bilhões a mais do que importou, o melhor resultado da série histórica iniciada em 1989.

O resultado representa crescimento de 21,1% em relação ao superávit comercial de US$ 50,39 bilhões registrado em 2020. Em relação ao recorde anterior, registrado em 2017, houve crescimento de 8,9%. Naquele ano, o Brasil tinha exportado US$ 56 bilhões a mais do que tinha importado.

Apesar do recorde, o número final ficou abaixo das estimativas do Ministério da Economia. A pasta previa que o superávit da balança comercial encerraria 2021 em US$ 70,9 bilhões. O resultado final, no entanto, ficou acima da previsão do boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, que projetava superávit de US$ 59,1 bilhões no ano passado.

Impulsionadas pela recuperação da economia e pela alta do preço internacional do petróleo, as importações cresceram mais. No ano passado, o Brasil importou US$ 219,3 bilhões, com alta de 38,2% em relação a 2020, também pelo critério da média diária. Apesar do crescimento, o valor importado foi o quinto maior da história, sendo superado pelos montantes registrados em 2013 (recorde de US$ 241,5 bilhões), 2014, 2011 e 2012.

Estimativa
Para 2022, o governo prevê superávit de US$ 79,4 bilhões, valor parecido com o deste ano. A estimativa já considera a nova metodologia de cálculo da balança comercial. As projeções estão mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus projeta superávit de US$ 55 bilhões neste ano.

Em abril do ano passado, o Ministério da Economia mudou o cálculo da balança comercial. Entre as principais alterações, estão a exclusão de exportações e importações fictícias de plataformas de petróleo. Nessas operações, plataformas de petróleo que jamais saíram do país eram contabilizadas como exportação, ao serem registradas em subsidiárias da Petrobras no exterior, e como importação, ao serem registradas no Brasil.

Outras mudanças foram a inclusão, nas importações, da energia elétrica produzida pela usina de Itaipu e comprada do Paraguai, num total de US$ 1,5 bilhão por ano, e das compras feitas pelo programa Recof, que concede isenção tributária a importações usadas para produção de bens que serão exportados. Toda a série histórica a partir de 1989 foi revisada com a nova metodologia.

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Com Agência Brasil

Exportações superam importações em US$ 61 bilhões

Canadense CCL adquire Tecnoblu

Negócio será fechado por pouco mais de R$ 100 milhões

A Tecnoblu é líder em rótulos e etiquetas para o varejo e a indústria de vestuário

A Tecnoblu, de Blumenau (SC), foi adquirida pela canadense CCL Industries, multinacional com sede em Toronto. O negócio foi fechado por meio da Checkpoint Brasil, braço de segurança e tecnologia da CCL. A Tecnoblu é líder em rótulos e etiquetas para o varejo e a indústria de vestuário estrategicamente localizada no coração da indústria têxtil brasileira.

De acordo com fato relevante publicado pela CCL Industries, para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2021, as vendas e o Ebitda ajustado da Tecnoblu estão estimados em US$ 17,6 milhões e US$ 3,1 milhões, respectivamente. “O preço de compra, líquido de dinheiro e dívida, é de aproximadamente US$ 19,1 milhões, sujeito aos ajustes de fechamento do cliente. O fechamento está previsto para os próximos 30 dias”, informa o documento. De acordo com a cotação da moeda norte-americana desta segunda-feira (3), a aquisição custará algo em torno de R$ 108 milhões.

A Tecnoblu conta com escritórios de pesquisa de mercado e design em Xangai, na China, e também em Portugal, onde desde o começo de 2019 conta com um showroom na cidade de Guimarães, a Casa Europa – porta de entrada para o mercado europeu.

A Tecnoblu é a 804ª maior empresa da região, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, que também revela a lista das emergentes – as companhias relacionadas entre as posições 501 e 1000. O anuário é publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Negócio será fechado por pouco mais de R$ 100 milhões

Mercado financeiro diminui novamente a previsão para o PIB

Economia deve crescer 0,36% em 2022

A estimativa de inflação ficou em 5,03%

O mercado financeiro diminuiu novamente a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2022. As projeções constam do primeiro boletim Focus de 2022, divulgado pelo Banco Central. O documento reúne a projeção para os principais indicadores econômicos do país e aponta para um Produto Interno Bruto (PIB) de 0,36% ante 0,42% estimado na semana passada.

O mercado também reduziu a previsão do PIB para o ano de 2021, para 4,5%. Na semana anterior, a estimativa era de que o PIB ficasse em 4,51%. Há quatro semanas, o boletim estimou um crescimento de 4,71% em 2021.

Para 2022, a estimativa de inflação ficou em 5,03%, a mesma da semana passada. Para 2021, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, também variou para baixo, de 10,02% para 10,01%. É a quarta redução depois de 35 semanas consecutivas de alta da projeção.

A previsão para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2022, ficou em 11,5% no ano, a mesma da semana anterior. Atualmente, a taxa definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) está em 9,25% ao ano. Para a próxima reunião do órgão, em fevereiro, o Copom já sinalizou que deve elevar a Selic em mais 1,5 ponto percentual.

A expectativa do mercado para a cotação do dólar em 2022 é R$ 5,60, a mesma da semana anterior.

Com Agência Brasil

Economia deve crescer 0,36% em 2022

Oferta de crédito deve crescer 6,7% neste ano

Estimativa foi feita pela Febraban

Cenário reflete a piora das perspectivas econômicas e as condições financeiras mais adversas

O saldo das operações de crédito deverá crescer, ao menos, 13,9% em 2021, acima da revisão de novembro passado, que apontava aumento de 12,7%. Após o crescimento atípico registrado em 2020 e 2021, a carteira total de crédito continuará em expansão em 2022, mas naturalmente em ritmo próximo ao período pré-pandemia (6,5% em 2019), e deverá se elevar em 6,7% neste ano de 2022, revela a Pesquisa Febraban de Economia Bancária e Expectativas.

Essa expansão esperada para 2022 é menor do que a apurada em levantamento anterior, que estava em 7,3%, e está em linha com a redução, pelo Banco Central, das estimativas de crescimento do PIB em 2022 (de 2,1% para 1%) e também decorre da elevada base de comparação (forte e surpreendente expansão em 2021).

A Pesquisa Febraban é feita a cada 45 dias, logo após a divulgação da Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O atual levantamento foi realizado entre os dias 15 e 21 de dezembro e reuniu as percepções de 18 bancos sobre a última ata do Copom e as projeções para o desempenho das carteiras de crédito para o ano corrente e o próximo.

O estudo mostra que as estimativas para a carteira total de crédito em 2021 estão abaixo da nova projeção do Banco Central, que passou de crescimento de 12,6% para 14,6%, reforçando a expectativa de alguma acomodação em relação ao ritmo atual de expansão de crédito (de 16% em outubro), mas ainda sim com um resultado bastante expressivo.

“Mesmo em um cenário de continuidade da pandemia da Covid 19, o crédito, em 2021, assim como já tinha acontecido em 2020, funcionou como uma espécie de muro de contenção na preservação da atividade econômica. Os bancos irrigaram a economia com forte expansão de sua carteira, especialmente no crédito destinado às famílias, que se acelerou com a reabertura das atividades econômicas em decorrência principalmente do avanço da vacinação no país”, avalia o diretor de economia, regulação prudencial e riscos da Febraban, Rubens Sardenberg.

“Entretanto, as estimativas para 2022 mostram que teremos um ano com maior acomodação do ritmo de crescimento do crédito, refletindo a piora das perspectivas econômicas e as condições financeiras mais adversas, com alta mais acentuada da Selic para conter a inflação”, acrescenta.

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Estimativa foi feita pela Febraban

Plantar para colher os frutos

Com investimentos de R$ 15 bilhões em dez anos, a Yara segue adubando o plano de ser a principal parceira do campo

O mercado brasileiro deverá ter mais um ano de forte crescimento

A demanda por fertilizantes se mantém aquecida em 2021, após crescimento de 12% no ano anterior por conta do cenário positivo de rentabilidade para as principais commodities agrícolas – destacadamente grãos, o que tem motivado os agricultores a investir mais e antecipar as compras de fertilizantes. 

O mercado brasileiro deverá ter mais um ano de forte crescimento: acima de 5% em comparação a 2020, ultrapassando a marca de 42 milhões de toneladas entregues ao agricultor. Mas, ainda assim, a Yara está com sinais de alerta em toda a sua cadeia, como pela crescente demanda pelas mais diversas matérias-primas a nível global e obstáculos na logística.

“Este momento atípico tem levado o setor agrícola a enfrentar pressões no preço e na disponibilidade de insumo para a safra que se inicia”, explica Maicon Cossa, vice-presidente comercial da Yara Brasil. “O que plantamos e nutrimos hoje repercute diretamente na segurança alimentar do país e até de outras nações na sequência, devido ao grande potencial agrícola do Brasil”, completa.

Nesse sentido, a companhia está determinada a se firmar como a principal parceira de agricultores e empresas de alimentos, fornecendo soluções em nutrição de plantas sustentáveis para ajudá-los a prosperar. A Yara tem contribuído decisivamente para esse processo de desenvolvimento, tanto por trazer e adaptar para o Brasil tecnologias já utilizadas em outros países quanto no investimento em pesquisa e desenvolvimento totalmente focados nas especificidades dos solos e culturas do país. “O produtor brasileiro está percebendo cada vez mais, safra a safra, que investir em soluções tecnológicas e produtos de alta performance está associado diretamente ao fato de conseguir resultados ainda melhores”, conclui Cossa.

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Taxa de custódia do Tesouro Direto cai para 0,2% em janeiro

Iniciativa pretende fazer o investimento mais acessível

Redução faz parte de compromisso firmado entre governo e B3

O investidor com recursos no Tesouro Direto pagará menos para manter o dinheiro aplicado. A taxa de custódia dos títulos cairá de 0,25% para 0,2% do valor dos papéis. Segundo o Tesouro Nacional, a redução da taxa atende a um compromisso firmado entre o Tesouro e a B3 para monitorar as condições de mercado e aproveitar oportunidades para baratear de forma permanente a taxa cobrada pela bolsa de valores.

Em nota, o órgão informou que as mudanças pretendem tornar o Tesouro Direto mais barato, acessível, com liquidez e seguro para os investidores. Segundo o órgão, a democratização de títulos públicos a pessoas físicas ajuda a sociedade a ter mais educação financeira e a entender como o governo se financia.

A medida foi anunciada em outubro, durante a Semana do Investidor, promovida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em parceria com a B3, a bolsa de valores brasileira. A custódia (manutenção) dos títulos públicos comprados por pessoas físicas cabe à bolsa de valores, que recebe uma remuneração pelo serviço duas vezes por ano, uma em janeiro e outra em julho.

Histórico
No início do Programa Tesouro Direto, em 2002, os bancos e as corretoras cobravam taxa de administração, e a B3 tinha taxa de custódia de 0,5%. Ao longo dos anos, as taxas de administração deixaram de existir e a taxa de custódia caiu progressivamente, até chegar a 0,3% em 2019. Naquele ano, a taxa de custódia caiu para 0,25%.

Além disso, em agosto de 2020, os investimentos de até R$ 10 mil no Tesouro Selic, título corrigido pelos juros básicos da economia, passaram a ser isentos da taxa de custódia. Somente saldos acima desse valor aplicados no Tesouro Selic são cobrados. Além das cobranças semestrais, a taxa de custódia incide sobre o pagamento de juros, a venda do título para terceiros ou o encerramento da posição do investidor, com a forma de cobrança definida pelo evento que ocorrer primeiro.

Captação de recursos
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

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Com Agência Brasil

Iniciativa pretende fazer o investimento mais acessível

Desoneração da folha para 17 setores é prorrogada até 2023

Projeto foi sancionado sem vetos e está em vigor

As empresas beneficiadas podem optar por deixar de pagar a contribuição previdenciária calculada sobre a folha de pagamentos e continuar a contribuir com a alíquota sobre a receita bruta

O governo federal sancionou a prorrogação até o fim de 2023 da desoneração da folha de pagamento das empresas dos 17 setores da economia que mais geram empregos. A sanção do Projeto de Lei (PL) 2.541/2021 foi publicada na sexta-feira (31), data em que o benefício fiscal se encerraria, no Diário Oficial da União. O projeto foi sancionado integralmente, sem vetos e já está em vigor.

O projeto, aprovado em dezembro passado pelo Senado, diz que as empresas beneficiadas podem optar por deixar de pagar a contribuição previdenciária calculada sobre a folha de pagamentos, de 20% sobre os salários dos empregados, e continuar a contribuir com a alíquota sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%. Em tese, a iniciativa oferece um maior incentivo para a contratação de pessoal.

A medida beneficia as empresas de transporte rodoviário coletivo e de cargas, metroferroviário de passageiros, empresas de informática, de circuitos integrados, de tecnologia de comunicação, do setor da construção civil, empresas de obras de infraestrutura, empresas de call center, calçados, confecção/vestuário, couro, jornais e empresas de comunicação.

A legislação também prorroga o prazo referente a acréscimo de alíquota da Contribuição Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior (Cofins-Importação). “O projeto sancionado tem capacidade de oferecer estímulos aos setores beneficiados à necessária retomada da economia, principalmente, em face da diminuição de encargos fiscais a cargo dos empregadores”, informou o Ministério da Economia.

Com Agência Brasil 

Projeto foi sancionado sem vetos e está em vigor

Entra em vigor o novo salário mínimo de R$ 1.212

Piso nacional teve reajuste de 10,1%

O novo mínimo altera o valor de cálculo de benefícios previdenciários, sociais e trabalhistas

Começou a valer, a partir de sábado (1), o novo valor do salário mínimo no Brasil, que passa a ser de R$ 1.212 por mês. O novo valor considera a correção monetária pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) de janeiro a novembro de 2021 e a projeção de inflação de dezembro de 2021, estimada pela área técnica do Ministério da Economia. No total, o aumento será de 10,1% em relação ao valor anterior, que era de R$ 1.100.

Os estados também podem ter salários mínimos locais e pisos salariais por categoria maiores do que o valor fixado pelo governo federal, desde que não sejam inferiores ao valor do piso nacional.

O novo mínimo altera o valor de cálculo de benefícios previdenciários, sociais e trabalhistas. No caso das aposentadorias e pensões por morte ou auxílio-doença, os valores deverão ser atualizados com base no novo mínimo. O mesmo vale para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que corresponde a um salário mínimo e é pago a idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda.

Cálculos das contribuições dos trabalhadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também serão reajustados. Uma portaria do Ministério da Economia deverá ser publicada, nos próximos dias, com a oficialização dos novos valores.

Com Agência Brasil

Piso nacional teve reajuste de 10,1%

Matriz catarinense aponta 15 regiões no nível moderado e duas no alto

Nordeste e Meio Oeste tiveram pioras nos índices

A dimensão gravidade sofreu influência do aumento no número de internações

A matriz de risco potencial regionalizado de Santa Catarina revela 15 regiões classificadas como risco potencial moderado (cor azul) e duas no nível de risco alto (cor amarelo). Comparando com o relatório divulgado há 15 dias, houve piora nos indicadores da região Nordeste e Meio Oeste, que tiveram pioras nos índices. As demais regionais permaneceram estabilizadas.

Na dimensão monitoramento, que reflete a cobertura vacinal e a variação semanal de casos, apesar das coberturas vacinais estarem acima de 70% em todas as regiões, a piora nessa dimensão sofreu influência dos números de casos notificados nos últimos dias a partir da liberação dos dados do Ministério da Saúde, que estavam represados por conta do ataque hacker.

Em relação à transmissibilidade, que monitora a taxa de infectantes e os parâmetros de transmissão (Rt), apenas a região Meio Oeste foi classificada no nível alto. As demais seguem no nível moderado. Na capacidade de atenção, a região Nordeste foi classificada no nível grave (ocupação de 41%), a Oeste foi classificada como nível alto (ocupação de 21%), enquanto as demais foram classificadas no nível moderado, com taxas de ocupação abaixo de 20%.

Por fim, a dimensão gravidade, que mede a taxa de óbitos por Covid-19 e internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sofreu influência do aumento no número de internações e registro de óbitos nos últimos 15 dias, classificando a região Carbonífera no nível grave e as demais no nível alto.

Os resultados da matriz de risco potencial regionalizado devem ser analisados com cautela devido ao ataque sofrido pelo Ministério da Saúde no dia 9 de dezembro e que afetou todos os sistemas de informações em saúde do nível federal que realizam o monitoramento da Covid-19. Estes sistemas são utilizados por todos os municípios para registro de casos leves, hospitalizações e óbitos de Covid-19, bem como para registro de doses de vacinas.

O monitoramento dos dados de vacinação também se encontra prejudicado, pois o sistema SIPNI on-line também está apresentando problemas desde o dia 9 de dezembro, impossibilitando que os municípios registrem todas as doses aplicadas. A SES solicitou a todos os municípios que continuem promovendo a vacinação, e aqueles que não tenham sistemas próprios e utilizem o sistema SI-PNI para registro de doses aplicadas, mantenham os registros em formulários e planilhas, para serem inseridos no sistema, quando o sistema retornar.

O principal objetivo da matriz catarinense é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo.

Nordeste e Meio Oeste tiveram pioras nos índices