Archives 2021

Anosmia inspira Boticário a criar o Centro de Pesquisa do Olfato

Local reunirá profissionais multidisciplinares para gerar conhecimento e incentivar pesquisas

O Centro de Pesquisa do Olfato reunirá pesquisadores, médicos, especialistas em neurociência, em perfumaria e comportamento humano

O Grupo Boticário resolveu investir em uma das mais estranhas sequelas deixadas em 86% dos pacientes de Covid-19: a anosmia, ou ausência de olfato. Nascido em Curitiba, numa pequena farmácia de manipulação e hoje um dos maiores conglomerados de beleza do mundo, o grupo anunciou a criação do Centro de Pesquisa do Olfato, área dedicada ao estudo e ao desenvolvimento tecnológico e científico, com o objetivo de fomentar e difundir conhecimento em torno do tema.

“Entendemos a importância social do olfato por sermos referência no assunto. O cheiro marca momentos, nos transporta entre tempos e resgata emoções vividas. Nosso objetivo é contribuir com renomadas instituições autorizadas que, por sua vez, conduzirão as pesquisas visando a prevenção e diagnóstico de distúrbios que afetam a qualidade de vida. Foi partindo disto que decidimos ir além dos nossos frascos e usar nossa expertise para deixar um legado para a sociedade”, explica César Veiga, expert em fragrâncias do Grupo Boticário.

O Grupo também criou em novembro um hub de conteúdo para o público, hospedado no e-commerce da marca, com artigos, pesquisas e um canal de conversa para compartilhamento de relatos sobre a perda olfativa, que futuramente podem se tornar objeto de estudo.

O Centro de Pesquisa do Olfato reunirá pesquisadores, médicos, especialistas em neurociência, em perfumaria e comportamento humano, atuando em quatro pilares: Ciências das Emoções, vai se amparar na neurociência como recurso para relacionar sentidos, ativar memórias e apurar o olfato; Diversidade Sensorial, terá como premissa a investigação de diferentes percepções do olfato influenciadas pela diversidade populacional, como gerações, etnias, deficiências auditiva e visual, promovendo iniciativas de inclusão; Futuro do Olfato, atuará no aperfeiçoamento científico como forma de desvendar o sentido em todas suas camadas, mesmo as intangíveis; e por fim, Disseminação do Conhecimento, vai liderar e apoiar pesquisas acerca do tema no intuito de disseminar e democratizar conhecimento e informação para profissionais de outras áreas e sociedade.

Liderado por Gustavo Dieamant, diretor executivo de P&D, e por Rafael Muller, diretor de categoria de perfumaria, o Centro de Pesquisa do Olfato vai abrigar áreas já existentes no Grupo Boticário, que há décadas desenvolvem, coletivamente, um trabalho focado em inovação para entregar fragrâncias para o consumidor final, acumulando cases de sucesso como o uso de estudos de neurociência e inteligência artificial.

“Para nós, o olfato vai além da função fisiológica relacionada ao odor e suas memórias. Há uma relação funcional com um órgão complexo como a pele e essa interação diz muito sobre os efeitos biológicos positivos gerados por algumas fragrâncias e seus componentes, por exemplo. É uma ciência que tem sua beleza, mas também sua complexidade”, explica Dieamant, que é também doutor em Neuroimunoendocrinologia Cutânea.

Pesquisa e inovação
Entre os principais estudos que já estão sendo conduzidos no Centro de Pesquisa do Olfato, um deles investiga a evolução multissensorial com foco na fisiologia olfativa. A ideia é estimular o cérebro a entender o cheiro por outras vias, que não seja o nervo olfatório. Outra pesquisa está ligada à diversidade e inclusão.

O Diversidade Sensorial está desenvolvendo um treinamento olfativo para pessoas com deficiência visual, com o intuito de inseri-las no mercado de trabalho por meio de uma habilitação para atuar na área de avaliação sensorial do Grupo Boticário. Para o futuro, o Centro de Pesquisa do Olfato pretende apoiar pesquisas com instituições autorizadas focando no estímulo olfativo, de forma contribuir para a melhora do bem-estar.

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Local reunirá profissionais multidisciplinares para gerar conhecimento e incentivar pesquisas

Balança comercial do Sul tem déficit de US$ 2,8 bilhões até novembro

Região foi responsável por 18,1% das exportações e por 24,5% das importações no ano

O Rio Grande do Sul fechou o acumulado anual até outubro com saldo positivo de US$ 8,4 bilhões, enquanto o Paraná teve superávit de US$ 2 bilhões

A balança comercial do Sul encerrou o acumulado até novembro com um déficit de US$ 2,8 bilhões. Um ano antes a região obtinha um superávit de US$ 5,1 bilhões. No período, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul exportaram US$ 46 bilhões e importaram R$ 48,8 bilhões. Os números foram divulgados nesta terça-feira (7) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), vinculado ao Ministério da Economia, e compilados pelo Portal AMANHÃ.

Nos números por estado, o Rio Grande do Sul fechou o acumulado anual até novembro com saldo positivo de US$ 8,4 bilhões, enquanto o Paraná teve superávit de US$ 2 bilhões. Já Santa Catarina acumulou déficit (confira os números detalhados na tabela abaixo). Porém, os catarinenses têm uma peculiaridade: o estado é porto de entrada de produtos importados que, depois, são distribuídos para outras regiões do Brasil. O Sul foi responsável por 18,1% das exportações e por 24,5% das importações entre janeiro e outubro.

Os principais produtos da pauta exportadora do Sul no período foram soja, inclusive farelo, carnes de aves e de porco, além de tabaco. No sentido inverso, a região importou cobre, combustíveis, têxteis e peças para veículos.

Metodologia
Em abril, o Ministério da Economia mudou o cálculo da balança comercial. Entre as principais alterações, estão a exclusão de exportações e importações fictas de plataformas de petróleo. Nessas operações, plataformas de petróleo que jamais saíram do país eram contabilizadas como exportação, ao serem registradas em subsidiárias da Petrobras no exterior, e como importação, ao serem registradas no Brasil.

Outras mudanças foram a inclusão, nas importações, da energia elétrica produzida pela usina de Itaipu e comprada do Paraguai, num total de US$ 1,5 bilhão por ano, e das compras feitas pelo programa Recof, que concede isenção tributária a importações usadas para produção de bens que serão exportados. Toda a série histórica a partir de 1989 foi revisada com a nova metodologia.

Região foi responsável por 18,1% das exportações e por 24,5% das importações no ano

Saques em poupança superam depósitos em R$ 12,3 bilhões

Essa foi a maior retirada líquida para novembro desde 1995

Em novembro, o investimento rendeu 0,44%, abaixo do IPCA-15, índice conhecido como a prévia da inflação

As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 12,377 bilhões, em novembro, informou o Banco Central (BC). Essa foi a maior retirada líquida para o mês, na série histórica iniciada em 1995. No mês passado, os depósitos chegaram a R$ 281,7 bilhões e os saques a R$ 294 bilhões. Em novembro de 2020, houve mais depósitos do que saques, com saldo positivo de R$ 1,4 bilhão.

De janeiro a novembro, foi registada retirada líquida de R$ 43,1 bilhões. Em 2020, a poupança captou R$ 166,3 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica, por influência dos depósitos do auxílio emergencial e o aumento do interesse pelo investimento, em meio à crise gerada pela pandemia de Covid-19.

Rendimentos
Em novembro, o investimento rendeu 0,44%, segundo o BC. O rendimento ficou abaixo da prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que chegou a 1,17%, no mês passado.

De acordo com a legislação atual, a remuneração dos depósitos de poupança é composta pela Taxa Referencial, que está em zero, mais 70% da taxa básica de juros, a Selic. Essa regra vale enquanto a taxa Selic for igual ou inferior a 8,5%. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende a TR mais 0,5% ao mês. De acordo com a expectativa do mercado financeiro, a Selic deve subir para 9,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa, nesta semana.

Com Agência Brasil 

Essa foi a maior retirada líquida para novembro desde 1995

SC demanda R$ 18,5 bilhões até 2025 para obras envolvendo transportes

O valor contempla a necessidade de investimentos para o período 2022-2025 nas esferas federal, estadual, municipal e privada

Aguiar afirmou que Santa Catarina precisa de um planejamento integrado e sistêmico da macrologística para o curto, médio e longo prazos

A Agenda Estratégica da Indústria para Infraestrutura de Transporte e a Logística Catarinense revela que o estado demanda R$ 18,5 bilhões até 2025 para manter e ampliar a infraestrutura de transporte nos modais rodoviário (R$ 14,4 bilhões), ferroviário (R$ 928,7 milhões), aeroviário (R$ 1,28 bilhão), dutoviário (R$ 400 milhões) e aquaviário (R$ 1,5 bilhão). Dos R$ 18,5 bilhões, R$ 5,6 bilhões são relativos a investimentos federais, R$ 4 bilhões estaduais, R$ 200 milhões municipais e R$ 8,7 bilhões privados. As informações estão no documento, apresentado pela Federação das Indústrias (Fiesc), nesta segunda-feira (6), em Florianópolis, com a participação de lideranças industriais, políticas e especialistas da CNI e do Ministério da Infraestrutura.

O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, afirmou que Santa Catarina precisa de um planejamento integrado e sistêmico da macrologística para o curto, médio e longo prazos. “Essa é a grande questão de Santa Catarina. Não temos esse planejamento e não temos um banco de projetos para receber os investimentos privados”, disse. Ele salientou que uma conquista importante foi a inserção de Santa Catarina no contexto logístico nacional. “Não havia essa visão por parte do Ministério da Infraestrutura, que não considerava as cargas de valor agregado, que são as cargas características de Santa Catarina. Indo a Brasília demonstramos a necessidade e o direito de estarmos inseridos no plano logístico nacional”, afirmou Aguiar.

Em sua apresentação, ele também defendeu a elaboração do Plano Logístico de Santa Catarina, considerando a malha atual e futura do estado e incluindo o modal ferroviário. “Com as cargas de valor agregado, está comprovado que Santa Catarina tem, sim, a viabilidade de implantação do complexo ferroviário”, disse.

O diretor de política e planejamento integrado da secretaria de fomento, planejamento e parcerias do Ministério da Infraestrutura, Tito Lívio Pereira Queiroz e Silva, apresentou as principais diretrizes do Plano Nacional de Logística (PNL 2035), para o qual a Fiesc fez um conjunto de contribuições durante a fase de consulta pública, que foram contempladas pelo governo. “As necessidades são grandes em logística e os recursos são limitados. Nesse cenário é importante a participação privada nos projetos de infraestrutura”, disse. Em relação às ferrovias, ele informou que a viabilidade econômica será estudada em detalhes pelo Ministério. Mas vemos que há, sim, uma carga relevante sendo puxada por essas ferrovias quando elas forem ativadas”, explicou ele, destacando que esse cenário é baseado nas simulações feitas pelo governo federal no âmbito do PNL.

O secretário-executivo da Câmara de Transporte e Logística da FIESC, Egídio Martorano, destacou os principais avanços que o PNL 2035 trouxe para Santa Catarina. “Vimos as simulações (do Ministério) e como Santa Catarina se destaca. Reitero que temos um dos mais importantes complexos portuários da América Latina. Santa Catarina ocupa a segunda posição no país na movimentação de contêineres. Se considerarmos carga de valor agregado e contêiner, temos um espaço especial. Fizemos contribuições ao PNL que foram incorporadas”, declarou.

Orçamento federal: Para 2021, o orçamento do governo federal (OGU, PAC e PIL) para obras de infraestrutura de Santa Catarina prevê R$ 493 milhões, mas até novembro foram pagos R$ 191,8 milhões, ou seja, 38,9% do previsto para o ano.

Prioridades Obras Federais para 2022
BR 163: Continuidade das obras de adequação da capacidade: R$ 56,8 milhões
BR 470: Continuidade das obras de duplicação: R$ 250 milhões
BR 280: Continuidade das obras de duplicação: R$ 225 milhões
BR 282: Obras de adequação da capacidade entre Chapecó e São Miguel do Oeste: R$ 26,4 milhões
BR 285: Continuidade das obras de implantação e pavimentação: R$ 36 milhões
– Conservação, Restauração e Manutenção das Rodovias Federais (CREMA): BR’s: 470, 280, 282, 153, 158, 163, 480: R$ 400 milhões
– Bacia de Evolução e Canal de Acesso Complexo Portuário Rio Itajaí: R$ 62,5 milhões
Aprofundamento do Canal Externo Complexo Portuário Baía da Babitonga: R$ 70 milhões.

Valor Estimado Total Prioridades Federais: R$ 1,1 bilhão

Prioridades Investimentos Estaduais 2022
– Conservação Preventiva e Rotineira das Rodovias Estaduais: R$ 200 milhões Valor Mínimo: R$ 120 milhões/ano
– Investimentos do Programa Novos Rumos: SCs: 110, 108 (norte e sul), 120, 135, 283, 290, 350, 416, 417 (valores a definir)
– Garantir os Investimentos nas Rodovias Federais (BRs 470, 280, 163 e 285): R$ 465 milhões

Valor Estimado Total Prioridades Estaduais: R$ 585 milhões/ano

Prioridades Concessão – BR 101 (SC) Norte
Garantir os Investimentos Travessia de Navegantes, Itajaí e Balneário Camboriú: R$ 430 milhões

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O valor contempla a necessidade de investimentos para o período 2022-2025 nas esferas federal, estadual, municipal e privada

Premium Ads conta como ampliou a monetização dos sites de clientes

Durante a pandemia da Covid-19, empresa maringaense finalista do Top de Marketing quase triplicou o faturamento

Sócios e fundadores, Michael Silva e Leandro Lanceloti escalaram o negócio com um plano ousado que incluiu investimento em tecnologias e profissionais

A Premium Ads é finalista do Prêmio Top de Marketing 2021, na categoria Comunicação, com o case “Criando soluções para empresas de mídia tradicional faturarem – e muito – no ambiente on-line”. A empresa paranaense destacada pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB-PR), nasceu em Maringá há seis anos e tornou-se líder nacional do mercado de monetização de sites. O case finalista conta como a Premium Ads iniciou um plano audacioso para ampliar os resultados dos clientes – R$ 60 milhões já foram distribuídos em verba de mídia para 200 clientes em todo o país – e escalar seu próprio faturamento, que em 2021 será 170% maior do que em 2020, atingindo R$ 50 milhões.

Mais de 50 trabalhos foram inscritos na 49ª edição do Top de Marketing, cujo tema é “Depois deste ano, você merece um prêmio”, como um reconhecimento aos que fizeram a diferença, por meio de suas ações inovadoras neste período de pandemia. A apuração foi feita por uma plataforma virtual, desenvolvida para a entidade pela Datacenso, que também realiza a auditoria do prêmio, e contou com a avaliação criteriosa de um time de 50 jurados, entre diretores da associação e grandes nomes do mercado. Os vencedores serão conhecidos no dia 8, durante evento no pequeno auditório do Teatro Positivo, em Curitiba, com transmissão ao vivo.

“Estamos muito felizes, temos muito orgulho deste resultado. Surgimos com a observação de um problema/oportunidade em um jornal impresso local e hoje somos os parceiros que possibilitam um faturamento maior no ambiente digital a emissoras Globo, Record, SBT, grandes rádios e jornais de todo o país”, diz Michael Silva.

Em 2016, percebendo o jornal impresso de sua família, em Maringá, perder faturamento, o empreendedor Michael Silva viu a necessidade de soluções para faturar na versão online do jornal. Então, junto de seu sócio Leandro Lanceloti, vislumbrou que outros inúmeros veículos de mídia tradicional também passavam pelo desafio de monetizar seu conteúdo no ambiente online. Assim, criou a Premium Ads, empresa para ajudar empresas tradicionais de mídia a faturarem mais e conquistarem parte da fatia de mídia da Internet, descomplicando o processo de venda de mídia programática.

Em 2020, na pandemia, o cenário ficou mais difícil para os veículos de mídia. Com o varejo e serviços fechados, consumidores direcionaram suas compras para plataformas digitais e muitos anunciantes suspenderam veiculações ou diminuíram a verba em mídia tradicional para migrar investimentos para o digital.

A Premium deu início a um plano audacioso com a contratação de novos colaboradores, busca por novas tecnologias, especialização para oferecer serviços mais personalizados de forma a ampliar os resultados dos clientes, conquista de mais clientes e escalar em seu faturamento.

Além de faturar 170% acima do resultado de 2020, a Premium Ads demonstra em seu case a importância do serviço prestado à sociedade, ao contribuir para a longevidade de empresas tradicionais de mídia e para a manutenção da produção de conteúdo confiável – imprescindível em um mundo assolado pelas fake News.

O modelo de negócios da Premium consiste em perceber uma remuneração atrelada ao faturamento que seus clientes – publishers, veículos ou produtores de conteúdo – conquistam no ambiente online. Por isso, quanto maior o sucesso de faturamento de seus clientes, maior será o faturamento da Premium também. Desta forma, encontrar formas de buscar mais clientes e, principalmente, conseguir oferecer soluções que lhes permitam faturar mais é vital para o modelo de negócios da empresa.

Além disso, a Pandemia entendeu a urgência de as empresas de mídia tradicional estarem de forma profissional e competente no ambiente online – não apenas para faturar mais, mas para sobreviver. Esta era uma grande oportunidade para a Premium, mas era preciso agir rápido e fazer os investimentos e esforços necessários para aproveitar da melhor forma esta oportunidade.

De acordo com o Conselho Executivo de Normas Padrão (CENP), o cenário é de perdas para os veículos impressos de comunicação e para as emissoras de TV aberta no bolo publicitário nacional. Em contrapartida, a participação da internet cresceu absurdamente, passando de 5,1% em 2011 para 28,2% no 1º semestre de 2021.

“Percebemos que a maioria das empresas de mídia tradicional deixa de faturar no ambiente online, não por falta de conteúdo. Mas por falta de conhecimento no mundo digital, em mídia programática, tecnologia ou por terem sites que não exploram ao máximo sua capacidade de faturamento”, afirma Silva.

Principalmente com a pandemia, a Premium Ads enxergou aí uma grande oportunidade para expandir seus negócios, ao fortalecer a empresa para oferecer a solução que estes veículos precisam para faturar online. “Para isso, entendemos que precisaríamos passar credibilidade e buscamos certificações importantes que nos credenciassem, além de investimos para oferecer serviços que, de fato, trouxessem grande resultado de faturamento para estes clientes”, acrescenta Leandro Lanceloti.

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Durante a pandemia da Covid-19, empresa maringaense finalista do Top de Marketing quase triplicou o faturamento

Deisi da Costa conquista o título de Melhor Sommelier do RS

Além do concurso, foram divulgados os vencedores do Prêmio ABS-RS 2020 e 2021

“Eu sonhava com isso há muito tempo, admirava as competições dos outros estados, e agora temos o concurso no Rio Grande do Sul”, revela Deisi

Por Eduarda Pereira/Especial para o Cepas & Cifras


É da Serra Gaúcha, principal polo vitivinícola do Brasil, a vencedora do concurso Melhor Sommelier do Rio Grande do Sul 2021, promovido de forma inédita pela seccional gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS). Deisi da Costa, radicada em Bento Gonçalves há 10 anos, conquistou o título no sábado (4), após prova prática realizada ao lado dos também sommeliers Felipe Guarnieri de Lima (Bento Gonçalves) e Luiz Gustavo da Silva Buske (Canela).

O anúncio ocorreu durante o Wine Summit Pocket, em transmissão ao vivo no canal da entidade no YouTube. Na cerimônia, que foi realizada no Spa do Vinho, no Vale dos Vinhedos, também foram revelados os destaques gaúchos do Prêmio ABS-RS 2020 e 2021, eleitos através de voto popular, e a escolha de Babiana Mugnol, nomeada Embaixadora da associação (leia mais detalhes abaixo).

“É muito emocionante. A parte prática foi de muita adrenalina. Agora veio a confirmação de todo este esforço, dessa trajetória que é muito longa, pois o trabalho de sommelier exige conhecimento do mundo todo. A emoção é ótima. É muito gratificante ver essa valorização do nosso Estado. Eu sonhava com isso há muito tempo, admirava as competições dos outros estados, e agora temos o concurso no Rio Grande do Sul. Mais do que nunca, fico feliz por representar as mulheres. Esse título tem um valor muito grande na minha carreira, por ser valorizada e abrir esse caminho, inspirando outras mulheres”, celebra Deisi da Costa, que presta consultoria pela SOMMDE – Vinhos in English e é sócia da expedição cultural Voudevinho (@voudevinho).

Por ter conquistado o concurso, Deisi será a segunda profissional do Rio Grande do Sul a obter o Pin verde-e-amarelo. Antes dela, apenas o sommelier Vinícius de Miranda Santiago, também diretor da ABS-RS, tinha essa honraria. A sommelière de 32 anos é formada pela ABS-RS, com cursos em Negócios e Mercado do Vinho e Sommelier Master (em execução) pela associação, além de outras cinco qualificações na área. Em 2019, na primeira edição do Prêmio ABS-RS, Deisi foi escolhida na categoria Melhor Sommelier do estado.

Além do título de Melhor Sommelier do Rio Grande do Sul, Deisi será preparada pela ABS-RS para participar do concurso de Melhor Sommelier do Brasil, que ocorre no próximo ano, e ganhará passagens e a hospedagem para a competição nacional. No total, os prêmios para a campeã alcançam um valor equivalente a mais de R$ 10 mil. Os três classificados para a final também foram presenteados com ingressos e hospedagem para a Wine South America 2022, em Bento Gonçalves.

Presidido por Danio Braga (presidente da ABS-Brasil) e por Vinícius de Miranda Santiago (diretor de Degustação da ABS-RS), o júri do concurso ainda foi composto por Alexandra Aranovich (publicitária e sommelière formada pela ABS-RS), André Gasperin (presidente da Associação Brasileira de Enologia – ABE), Babiana Mugnol (jornalista e sommelière formada pela ABS-RS), Júlio César Kunz (presidente da ABS-RS), Jussara Konrad (gestora da Wine South America), José Luiz Borges (presidente da ABS-SP) e Rossela Ceni (presidente da ABS-SC), além de outros diretores da seccional gaúcha da ABS.

O grupo de 15 especialistas avaliou diversos pontos entre os candidatos, como a identificação de determinadas bebidas servidas às cegas e erros em uma carta. Os três finalistas também apresentaram o serviço formal do vinho.

“Na prova teórica já nos surpreendemos com o nível dos candidatos, que tiveram médias muito boas. Os três finalistas tiveram notas acima dos outros, se destacando desde a parte teórica por seus conhecimentos. Na prática, observamos o alto nível do serviço do vinho, que mostra que a sommellerie do Rio Grande do Sul tem um belo potencial”, destaca o presidente da ABS-RS, Júlio César Kunz, que acompanhou todo o processo, desde as inscrições até as provas teórica e prática dos candidatos.

Para participar do concurso, o profissional precisava ter, ao menos, um ano de experiência como sommelier atuando no Estado. Antes do teste prático, os selecionados realizaram um exame teórico, em novembro. No total, 12 sommeliers participaram da disputa, sendo 75% homens e 25% mulheres. Quase metade dos candidatos eram de cidades turísticas da Serra Gaúcha (Bento Gonçalves, Canela, Garibaldi e Gramado) e os demais dos três maiores municípios do Estado (Canoas, Caxias do Sul e Porto Alegre).

Destaques gaúchos são homenageados no Prêmio ABS-RS
A ABS-RS também voltou a promover os destaques gaúchos do setor vitivinícola. Profissionais, empresas e região vitícola foram escolhidos pelo público, em oito categorias, no Prêmio ABS-RS 2020 e 2021. A revelação e entrega dos troféus também ocorreu na noite de sábado.

Com mais de 1,3 mil votantes, foram eleitos: Cobo Wine Bar (Carta de Vinhos); Garbo Enologia Criativa (Vinícola); Cuvée Vinoboutique (Winebar); Clô Restaurante (Serviço de Vinho em Restaurante); Casa Valduga (Melhor Experiência de Enoturismo); Cesar Curra (Personalidade do Vinho); Boccati (Loja de Vinho); e Vale dos Vinhedos (Paisagem Vitícola). A votação on-line foi realizada entre os dias 15 e 22 de novembro, diretamente no site da ABS-RS.

A entidade também elegeu, de forma exclusiva, a jornalista e sommelière Babiana Mugnol, Rádio Gaúcha Serra e colunista do jornal Pioneiro, como Embaixadora ABS-RS 2021. A distinção homenageia a personalidade que mais se destacou em divulgar as ações da associação.

Além do concurso, foram divulgados os vencedores do Prêmio ABS-RS 2020 e 2021

Mills anuncia aquisição da gaúcha Altoplat por R$ 72,5 milhões

Companhia tem aproximadamente 417 equipamentos

No seu plano de desenvolvimento, a Mills prevê aumento significativo de sua oferta de equipamentos nos próximos anos

A Mills, empresa líder na locação de equipamentos para a execução de trabalhos em altura na America Latina, informou nesta segunda-feira (6) que fechou um acordo de compra e venda para adquirir a totalidade do business de plataformas elevatórias da Altoplat e Juceli por R$ 72,5 milhões. Com aproximadamente 417 equipamentos, a Altoplat é atualmente a maior locadora de plataformas elevatórias em Porto Alegre (RS), com clientes de setores como siderurgia, construção, petroquímica e educação.

A transação está alinhada aos objetivos estratégicos da Mills relacionados à melhoria da experiência dos clientes, ganho de escala, sinergia, capacidade de alocação de capital de forma disciplinada, além de complementar a sua frota e sua posição de liderança no Brasil.

“Depois da compra da SK Rental, a aquisição da totalidade do business de plataformas elevatórias da Altoplat fortalece ainda mais a posição da Mills como referência em todo o território nacional. Essa capilaridade ajuda a proporcionar uma relação mais próxima do cliente e rapidez no atendimento de diversas demandas”, celebra o CEO da Mills, Sergio Kariya, em nota.

A compra da totalidade do business de plataformas elevatórias da Altoplat aumentará em mais de 400 unidades a quantidade de equipamentos da Mills, que já tem a maior frota da América Latina e alcançará aproximadamente 9 mil unidades. No seu plano de desenvolvimento, a Mills prevê aumento significativo de sua oferta de equipamentos nos próximos anos, já considerando ainda novas tecnologias que visam maior eficiência energética.

“Essa aquisição contribui com nosso plano de crescimento acentuado, incluindo a ampliação de setores atendidos, abertura de novas filiais e inovações tecnológicas voltadas para aumentar a nossa oferta de serviços, estratégias alinhadas aos nossos sonhos de crescer, encantar e transformar nossa rede de clientes, colaboradores, parceiros, acionistas e a sociedade em geral”, inform Kariya.

As empresas precisam realizar algumas obrigações usuais neste tipo de operação para que a compra possa ser concluída e, durante o processo, que deve durar entre um e dois meses, as atividades realizadas com clientes e fornecedores de ambas não sofrerão nenhuma alteração.

Companhia tem aproximadamente 417 equipamentos

Carência global de semicondutores prejudica indústria automobilística em novembro

Apesar do retorno às atividades da maioria das fábricas, o ritmo de produção contínua prejudicado

Cerca de 300 mil veículos devem deixar de ser produzidos em 2021 por causa da falta de componentes

A inédita crise de oferta, provocada pela carência global de semicondutores, continua derrubando os números da indústria automobilística, e não foi diferente em novembro. Mesmo com uma ligeira melhora de 6,5% nas vendas na comparação com outubro, os resultados ficaram muito aquém para um mês historicamente aquecido. Os 173 mil veículos licenciados representaram um recuo de 23,1% sobre o mesmo mês de 2020, no pior novembro em 16 anos, segundo as estatísticas apresentadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Autoveículos (Anfavea).

Apesar do retorno às atividades da maioria das fábricas, o ritmo de produção contínua prejudicado. Em novembro foram produzidas 206 mil unidades, 15,1% a mais que em outubro, porém 13,5% a menos que em novembro de 2020, configurando o pior resultado para o mês desde a crise (de demanda) de 2015. As exportações também não trouxeram alívio no mês passado, com apenas 28 mil unidades embarcadas, queda de 6% em relação ao mês anterior e de 36,3% sobre novembro do ano passado.

“Temos muitos veículos incompletos nos pátios das fábricas, à espera de componentes eletrônicos. Esperamos que eles possam ser completados neste mês, amenizando um pouco as filas de espera nessa virada de ano”, afirmou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, acrescentando que a expectativa para o próximo ano é de uma melhora gradual no fornecimento de semicondutores, embora a solução completa da crise só esteja prevista para o final de 2022. Nos cálculos preliminares feitos pela associação, cerca de 300 mil veículos devem deixar de ser produzidos em 2021 por causa da falta de componentes. Segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), as montadoras seguem recusando novos pedidos, pois não é possível entregar em tempo hábil.

De acordo com Moraes, chama a atenção a diferença de desempenho de mercado dos veículos de transporte de carga, muito superior ao dos modelos voltados para passageiros. No acumulado do ano, caminhões cresceram 46,3%, picapes 28,4% e furgões 27,8%, quando comparados aos volumes do acumulado do ano de 2020. Por outro lado, automóveis recuaram 1,3%, vans cresceram 1,6% e ônibus subiram apenas 0,7%. “Dentro do universo de automóveis, vale uma ressalva para a evolução de vendas dos SUVs, que cresceram 30% sobre o ano passado e em novembro representaram impressionantes 45,5% do total de carros de passeio”, destacou Moraes.

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Apesar do retorno às atividades da maioria das fábricas, o ritmo de produção contínua prejudicado

Salto de 48% na tarifa do gás natural deixa indústria em alerta

Só em 2021, o insumo para o setor acumula alta de 82%

A projeção de reajuste de 48% na tarifa do gás natural a partir de 1° de janeiro de 2022 preocupa a indústria de Santa Catarina

A projeção de reajuste de 48% na tarifa do gás natural a partir de 1° de janeiro de 2022 preocupa a indústria de Santa Catarina. A estimativa de aumento é da SCGás e o percentual precisa ser aprovado pela Agência Reguladora (Aresc). Só em 2021, o insumo para o setor industrial acumula alta de 82%.

“O gás é um insumo fundamental para a indústria. Em alguns setores, ele representa até 30% do custo de produção. As empresas não têm como absorver um aumento dessa magnitude. Elas já enfrentam alta no preço das matérias-primas. O reajuste do gás é mais um componente que se soma a esse ambiente adverso e que alimenta a inflação”, afirma o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, em nota.

O presidente da Câmara de Assuntos de Energia da Fiesc, Otmar Müller, lembra que em 2021 entrou em vigor a lei que instituiu o novo mercado de gás no país, que possibilita a abertura do mercado a novos fornecedores e redução de custos, por exemplo.

“O fato é que isso não aconteceu. Existem novos fornecedores aptos, mas a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) não emitiu a tempo as regulações necessárias para o uso e a precificação dos gasodutos. Isso impede que novos fornecedores possam assegurar a entrega do gás à SCGÁS. Assim, continua o monopólio da Petrobras no mercado brasileiro. Dessa forma, empurra-se para a indústria o peso de uma conta que não é dela. Não há como suportar”, escreveu, também em nota.

Só em 2021, o insumo para o setor acumula alta de 82%

Joiarte Curitiba terá edição de Natal presencial com marcas inéditas

Evento reúne designers renomados do Paraná e de outros estados

O movimento é o responsável por colocar em perspectiva o trabalho de ourives, artesãos e criadores de variadas formações

O Joiarte – Movimento de Joias Contemporâneas –, iniciativa que reúne e fomenta o segmento de acessórios em Curitiba, volta a promover feira presencial, com o afrouxamento do isolamento sanitário provocado pela pandemia da Covid-19. Nos dias 9 e 11 de dezembro, no Design Center, a edição de Natal reúne nomes renomados no mercado de design autoral de joias, com convidados do Paraná, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo.

O movimento é o responsável por colocar em perspectiva o trabalho de ourives, artesãos e criadores de variadas formações. Verdadeiros artistas que construíram suas marcas embasados na criatividade, na originalidade e na produção em pequena escala.

Outra característica dos participantes da feira é explorar os mais variados materiais, além do ouro e da prata, cerâmica plástica, porcelana, cerâmica, cobre, flores desidratadas, tecido, couro e madeira, incrementados com gemas brutas ou lapidadas, pérolas e cristais.

“Extrair a potência transformadora dos diversos materiais é uma das características do que chamamos de joias contemporâneas”, pontua Tatiana Gravina, idealizadora do Joiarte e designer da marca homônima.

Nesta edição, o Joiarte conta com novas coleções de joias das marcas que ajudaram a fundar o movimento como Tatiana Gravina, VLuxo, Rodrigo Alarcón, Luciá Consalter Joias e ainda Renata Romanó Joias, LiMerxi Art, Poesya e Marcelo Novaes Joias; além de receber pela primeira vez As Joias da Rainha, Claudia Fantinati Joias, Perri Joias, Fabiana Zerbinatto Joias, Levitá Joias e Atelier Alberta.

Evento reúne designers renomados do Paraná e de outros estados

Mercado financeiro projeta inflação em 10,1% para este ano

Previsão para o crescimento do PIB cai para 4,71%

Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Copom

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 10,15% para 10,18% neste ano. Essa foi a 35ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realiza nesta terça (7) e quarta-feira (8) a última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic.

Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano. Com a alta da inflação, a expectativa do mercado financeiro, consultado pelo BC, é que os juros básicos subam 1,5 ponto percentual para 9,25% ao ano. O atual ciclo de alta da Selic começou em março deste ano, quando a taxa subiu de 2% para 2,75% ao ano. Veja, a seguir, a evolução da taxa Selic entre fevereiro de 2020 até outubro de 2021.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,78% para 4,71%. A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,50 de R$ 5,56 para o final deste ano.

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Com Agência Brasil

Previsão para o crescimento do PIB cai para 4,71%

Vai a leilão maior terreno disponível na Cidade Industrial de Curitiba

Imóvel que abrigou a sede das Indústrias Químicas Carbomafra tem 240 mil metros quadrados

O imóvel pode ser destinado a diversos tipos de empreendimentos, como transportadoras, condomínios empresariais e centros de distribuição

Vai a leilão na quarta-feira (8) o terreno que abrigou a sede das Indústrias Químicas Carbomafra na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Em junho de 2018 a empresa já acumulava um passivo da ordem de R$ 160 milhões. Com 240 mil metros quadrados, essa é a maior área disponível para venda na CIC, o maior distrito industrial do Paraná. O imóvel tem lance inicial de R$ 50,4 milhões e caso não seja vendido será leiloado novamente no dia 15. O leilão é de responsabilidade da Nogari Leilões, organização leiloeira que acumula 50 anos de experiência na área.

Este será o último ativo a ser vendido de um patrimônio que envolvia grandes áreas urbanas e rurais localizadas na capital e em Rio Negro, no Sul do Paraná, e em Mafra, em Santa Catarina. Em leilão anterior, foi batido o martelo e consumada a venda de todo o maquinário da fábrica de Curitiba, deixando o imóvel livre para o ingresso de novo proprietário.

Por estar situado em um ponto estratégico, o imóvel pode ser destinado a diversos tipos de empreendimentos, como transportadoras, condomínios empresariais e centros de distribuição. Localizado na Rua Wiegando Olsen, número 2.540 – CIC, o terreno fica próximo à Refinaria da Petrobrás, com acesso facilitado às saídas rodoviárias para São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, bem como para o interior do Paraná, e a cerca de 1h20 de viagem do Porto de Paranaguá.

“É uma área plana, com acesso em três laterais, muito bem localizada em termos de logística, e de frente para a Rodovia do Xisto, o que faz do imóvel uma verdadeira ‘vitrine’. Na CIC, atualmente, não há área semelhante disponível para venda”, comenta o leiloeiro Jorge Nogari, que também destaca como diferenciais o preço e as possibilidades de pagamento.

Segundo Nogari, o metro quadrado tem sido comercializado na região por valor que varia de R$ 300 a R$ 350. No leilão, o preço ofertado está na casa dos R$ 200 por metro quadrado. Além disso, enquanto outros certames do gênero costumam exigir pagamento à vista, a Justiça autorizou o parcelamento para o procedimento organizado pela Nogari Leilões. Assim, o pagamento poderá ser realizado com entrada de 20% do valor e saldo em até 36 meses. Sobre as parcelas não incidirá juro bancário, apenas correção dos valores pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Função social

Por se tratar de um leilão de massa falida, o valor arrecadado será destinado ao pagamento de dívidas da Carbomafra junto a antigos funcionários e fornecedores, assim como referentes a impostos e financiamentos, entre outros credores. A venda do imóvel, portanto, tem como função a restituição a pessoas e empresas que aguardam o encerramento do processo falimentar para que possam receber seus créditos.

“Precisamos destacar também que nos casos de leilão de massa falida o imóvel é entregue ao novo proprietário livre e desembaraçado de quaisquer ônus pendentes, conforme determina a lei falimentar, como se tivesse sido registrado em matrícula pela primeira vez. É o que chamamos de aquisição originária”, reforça Nogari.

Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem participar do leilão. Para tanto, é preciso se cadastrar com ao menos 48 horas de antecedência na plataforma, onde também está disponibilizado o edital com todos os requisitos e regras referentes ao certame: www.nogarileiloes.com.br. O procedimento será realizado de forma totalmente eletrônica, de acordo com decreto do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR).

Imóvel que abrigou a sede das Indústrias Químicas Carbomafra tem 240 mil metros quadrados

Matriz catarinense mostra 13 regiões no nível moderado

Outras quatro regionais se encontram no nível alto

Até o momento, já foram aplicadas mais de 11,3 milhões de vacinas contra a Covid-19 em Santa Catarina

Pela nona semana consecutiva, nenhuma região de Santa Catarina foi classificada nos níveis de risco grave (laranja) ou gravíssimo (vermelho). A matriz de risco potencial regionalizado divulgada no dia 04 de dezembro aponta 13 regiões como risco potencial moderado (cor azul) e 4 regiões como risco potencial alto (cor amarela). A última vez que a matriz classificou uma região no nível grave foi no dia 1 de outubro e, no nível gravíssimo, no dia 11 de setembro. de lá para cá, houve avanço na vacinação que, alinhado a uma redução na taxa de ocupação de leitos de uti adulto com pacientes diagnosticados com Covid-19 e na taxa de mortalidade, vem mantendo a tendência de redução da gravidade da pandemia em todas as regiões do estado. Veja o mapa da evolução das matrizes, por semana, a seguir.

Houve melhora nos indicadores das regiões Alto Vale do Itajaí, Nordeste e Oeste, a partir da redução no número de óbitos aliada à redução da taxa de hospitalizações (casos graves) de Covid-19, aumento da cobertura vacinal e menor variação do número de casos na semana, resultando na melhora das dimensões gravidade e monitoramento. Com isso, estas regiões, que na semana anterior estavam classificadas como nível alto (amarelo), passaram a ser classificadas como nível moderado (azul), se juntando às regiões do Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Rio do Peixe, Carbonífera, Extremo Oeste, Laguna, Meio Oeste, Planalto Norte, Serra Catarinense e Vale do Itapocu, que se mantiveram no nível moderado.

Por outro lado, houve uma piora nos indicadores das regiões Médio Vale do Itajaí e Xanxerê a partir da elevação na detecção de casos novos e a persistência de uma cobertura vacinal da população acima de 12 anos abaixo da média estadual, que provocaram uma piora na dimensão monitoramento. Com isso, estas regiões, que na semana anterior estavam classificadas como nível moderado (azul), passaram a ser classificadas como nível alto (amarelo), juntamente com as regiões Extremo Sul e Grande Florianópolis, que permaneceram no nível alto, apresentando alta taxa de casos infectantes (ativos) por 100 mil habitantes.

A taxa de ocupação de leitos de UTI adulto de pacientes com diagnóstico de Covid-19 em Santa Catarina é de 18% no total, com uma ocupação de 264 leitos num total de 1.449 disponíveis, o que classifica a capacidade de atenção do estado como nível moderado. Em relação às regiões, somente as regiões Nordeste e Oeste estão com uma ocupação acima de 40%, com 63 leitos ocupados dos 150 leitos disponíveis (42%) na região Nordeste e 42 leitos ocupados dos 100 disponíveis (40%) na região Oeste, sendo classificados como nível de risco grave. As regiões Grande Florianópolis, Extremo Oeste, Xanxerê e Laguna estão com taxas de ocupação de leitos de UTI adulto com pacientes diagnosticados com Covid-19 entre 20 a 40%, sendo classificados como risco alto, e as demais estão todas abaixo de 20%, sendo classificados no nível de risco moderado.

A análise desse indicador torna possível uma melhor gestão da ocupação de leitos de UTI no Estado, servindo tanto para monitorar a situação de gravidade da pandemia no estado de forma regionalizada, quanto servindo de parâmetro para a retomada das cirurgias eletivas que foram paralisadas durante o período mais crítico da pandemia.

Balanço da vacinação
Até o momento, já foram aplicadas 11.344.973 doses e vacinas contra a Covid-19 em todo o estado. Dessas, um total de 5.758.861 foram primeira dose, equivalente a 94% da população vacinável (acima de 12 anos) ou 79,4% da população geral, e 5.037.204 segunda dose ou dose única, equivalendo a 82,2% da população vacinável ou 69,4% da população total completamente imunizada. Outras 529.280 doses foram utilizadas como dose de reforço e 19.628 como dose adicional.

Considerando o número de doses aplicadas por faixa etária, o índice de cobertura vacinal ultrapassou 83% na população com 30 a 39 anos, superou 93% nas populações de 40 a 59 anos, e alcançou 100% na população de 60 anos ou mais. Para os adultos jovens, de 18 a 19 anos e 20 a 29 anos, a cobertura ainda é de 69,8% e 74,8% respectivamente, o que demonstra que muitos ainda não retornaram para completar o esquema vacinal com as duas doses. Já em relação aos adolescentes, 79,1% já receberam a primeira dose e 22,6% a segunda dose. Este foi o último grupo a ser inserido na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19, e vem tendo uma boa adesão até o momento.

A homogeneidade vacinal é um importante indicador de desempenho do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e demonstra a proporção de municípios que alcançam a meta estabelecida de uma campanha de vacinação. A meta estabelecida para a campanha de vacinação contra a Covid-19 é de 85% de cobertura vacinal da população em geral. Nesse quesito, 56 municípios (19%) já alcançaram a meta. Outros 76 municípios (26%) estão entre 75 e 84%, 104 municípios (35%) estão entre 65 e 74%, 50 municípios (17%) estão entre 55 e 64% e apenas 9 municípios (3 %) estão com coberturas abaixo de 55%.

A vacinação contra a Covid-19 teve início no dia 18 de janeiro de 2021, e até fevereiro, pouco mais de 63.543 catarinenses estavam com o esquema vacinal completo. Na medida em que a vacinação foi avançando, o número de mortes por Covid-19 foi gradualmente reduzindo.Nos meses de março a maio foram registrados 7.914 óbitos, enquanto 762.904 pessoas estavam com o esquema vacinal completo. Nos meses de junho a agosto houve 3.290 mortes, quando 2.472.827 pessoas estavam vacinadas. Isso representa uma queda de 58,4% nos óbitos e um aumento de 224% no número de pessoas vacinadas, quando comparado os períodos de março-maio com junho-agosto. Já no período de setembro a novembro, foram registradas 1.188 mortes, com um total de 5.011.080 pessoas completamente vacinadas. Comparando-se com o período anterior, houve uma redução de 63,9% nos óbitos por Covid-19, paralelo a um aumento de 103% na vacinação.

O principal objetivo da matriz de risco é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo.

Outras quatro regionais se encontram no nível alto

Conta de luz pode subir 19% no ano que vem

Estimativas da TR Soluções mostram que crise hídrica é a principal razão do reajuste

As bandeiras tarifárias não estão sendo suficientes para cobrir os custos associados à geração térmica e ao risco hidrológico

As tarifas de energia poderão ter alta média de 19% em 2022. A estimativa da TR Soluções, empresa de tecnologia especializada em tarifas de energia, vale para os consumidores de todo o país, considerando as 53 concessionárias de distribuição de energia elétrica.

As projeções foram calculadas por meio do Serviço para Estimativa de Tarifas de Energia (Sete), plataforma da empresa que, há uma década, reproduz os cálculos tarifários de acordo com os procedimentos definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), incluindo parâmetros como condições do mercado da distribuidora, contratos de energia e variação do dólar, por exemplo.

“A maior parte do aumento – 12 pontos percentuais – se deve ao déficit da Conta Bandeiras a ser considerado em cada processo tarifário individual de 2022, o que representa a diferença entre as despesas de responsabilidade das bandeiras e as receitas decorrentes de seu acionamento e do prêmio de repactuação do risco hidrológico dos contratos regulados na modalidade quantidade”, explica Helder Sousa, diretor de Regulação da TR Soluções.

A variação se deve ao fato de que as bandeiras tarifárias não estão sendo suficientes para cobrir os custos associados à geração térmica e ao risco hidrológico. A projeção indica que o saldo da conta nos eventos tarifários no próximo ano deve representar um déficit de R$ 17,8 bilhões.

A variação das tarifas também deve ser pressionada por custos atrelados à geração térmica relativos aos contratos por disponibilidade. Além disso, a inflação deve afetar as contas de luz, principalmente no caso das empresas cujos processos tarifários se dão no primeiro semestre.

Estimativas da TR Soluções mostram que crise hídrica é a principal razão do reajuste

O que as empresas estão fazendo pelo futuro do planeta?

Grupo AMANHÃ debate o tema com líderes de grandes companhias brasileiras

O evento será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do Grupo AMANHÃ na próxima sexta-feira, 11 horas

O Grupo AMANHÃ promove na próxima sexta-feira (10), às 11 horas, o fórum “Carbono Neutro – O compromisso das empresas”. Líderes de grandes empresas brasileiras, a Rede Brasil do Pacto Global da ONU, CEBDS e o Sistema B Brasil analisam os desafios que as metas de Carbono Neutro representam para o setor privado: as práticas para reduzir as emissões de CO2; as metas para alcançar o carbono neutro; e as expectativas sobre o futuro mercado de créditos de carbono. O evento será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do Grupo AMANHÃ (clique aqui para acionar o lembrete).

Mediado por Jorge Polydoro, presidente do Grupo AMANHÃ, o debate contará com as participações de Carlo Pereira, diretor executivo da Rede Brasil – Pacto Global da ONU; Marcelo Thomé, presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Jorge Soto, diretor de desenvolvimento sustentável da Braskem; Júlio Nogueira, gerente de inovação e sustentabilidade da Klabin; Francine Lemos, diretora executiva do Sistema B Brasil; e Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

Serviço
Fórum “Carbono Neutro – O compromisso das empresas”
Sexta-feira, 10/12, 11 horas
Canal do YouTube do Grupo AMANHÃ (clique aqui para acionar o lembrete)

Grupo AMANHÃ debate o tema com líderes de grandes companhias brasileiras