Gemini ganha novas extensões em português: Keep, Tarefas, Calendário, Mensagens e Utilitários no Android

O Gemini, o assistente de inteligência artificial do Google, ganhou cinco novas extensões em português, e isso pode facilitar muito a vida dos brasileiros. Agora, ele se conecta com ferramentas populares como Google Keep, Tarefas, Calendário, Mensagens e Utilitários em dispositivos Android. Com essas integrações, o Gemini se torna ainda mais versátil, ajudando desde tarefas […]O Gemini, o assistente de inteligência artificial do Google, ganhou cinco novas extensões em português, e isso pode facilitar muito a vida dos brasileiros. Agora, ele se conecta com ferramentas populares como Google Keep, Tarefas, Calendário, Mensagens e Utilitários em dispositivos Android. Com essas integrações, o Gemini se torna ainda mais versátil, ajudando desde tarefas […]

Fábio Coelho celebra 14 anos liderando o Google no Brasil

Há duas décadas, o Google chegou ao Brasil, e desde então, tem sido uma força transformadora no cenário tecnológico do país. Nos últimos 14 anos, essa jornada foi liderada por Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, que compartilha os desafios, conquistas e planos para o futuro em uma entrevista exclusiva a Exame. Sua filosofia de […]Há duas décadas, o Google chegou ao Brasil, e desde então, tem sido uma força transformadora no cenário tecnológico do país. Nos últimos 14 anos, essa jornada foi liderada por Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, que compartilha os desafios, conquistas e planos para o futuro em uma entrevista exclusiva a Exame. Sua filosofia de […]

Instituto Hélice anuncia laboratório de Inteligência Artificial

Iniciativa faz parte de reposicionamento e novo pacote de serviços para associados

O reposicionamento do Hélice a partir deste ano passa por um modelo de operação baseado em fomento à inovação e ao empreendedorismo, sem um espaço físico específico

Com foco em transformar a Serra Gaúcha em referência global em inovação, o Instituto Hélice está anunciando uma série de melhorias nos seus produtos, serviços e forma de atuação. Uma das principais novidades é um laboratório de Inteligência Artificial, iniciativa inédita que oferecerá aos associados um programa de capacitação, ambientes para prototipação com uso de tecnologia e foco em automações e ganhos de produtividade. Os encontros mensais começarão em março. O Lab IA Hélice, como será chamado o laboratório, terá tecnologia e expertise da empresa DB e capacitações realizadas pela Conexo – onde estará sediado, em Caxias do Sul. Haverá um fórum para discussão e compartilhamento de estratégias relacionadas à tecnologia, mentorias com especialistas para habilitar a IA como diferencial competitivo, capacitações para os times na utilização de ferramentas de IA, espaço para testagem e compartilhamento de experiências.

“Tudo isso estará ao alcance das empresas associadas ao Instituto, que segue de portas abertas para acolher as organizações que quiserem fazer parte. Podemos considerar aplicações do laboratório na logística, com o controle de movimentos; na jornada do cliente, em empresas de qualquer segmento; na manufatura inteligente; na gestão de estoques com algoritmos que preveem demanda e otimizam o abastecimento, evitando desperdícios; e ainda na manutenção preditiva com Sensores IoT e IA que monitoram equipamentos em tempo real, prevendo falhas e reduzindo paradas e custos”, exemplifica Salissa Paes, diretora-executiva do Hélice.

O reposicionamento do Hélice a partir deste ano passa por um modelo de operação baseado em fomento à inovação e ao empreendedorismo, sem um espaço físico específico. Com isso, o Instituto não mais terá um hub, mas irá homologar espaços de inovação na Serra Gaúcha, criando uma rede descentralizada de casas do Hélice. Além do Lab IA Hélice, o Instituto prevê a criação de um espaço online para associados, a fim de acelerar trocas, compartilhar aprendizados e facilitar conexões – a Comunidade Hélice. Nela, haverá conteúdos exclusivos da rede e de especialistas parceiros, mostrando as boas práticas de quem faz a inovação acontecer na Serra Gaúcha.

O Hélice sempre buscou soluções tecnológicas no mercado de startups para as necessidades das empresas associadas. Agora, promoverá hackathons: encontros temáticos para a solução de problemas com a participação das empresas associadas e de especialistas convidados. O foco será a busca conjunta por soluções que possam beneficiar várias empresas com problemas semelhantes. O Instituto realizará, ainda, uma comunidade de boas práticas e visitas institucionais para apresentar empresas, cases e ampliar o engajamento dos associados, mostrando o que pode ser feito na região em termos de inovação. Além disso, os produtos do Hélice, como o diagnóstico e acompanhamento do nível de inovação das empresas associadas, agora ficarão disponíveis na plataforma da comunidade Hélice, com uma curadoria de capacitações e serviços para a empresa economizar tempo e dinheiro ao fomentar sua cultura de inovação.

“O que a gente prega, a gente faz. Constantemente estamos olhando para nossos serviços, para nossos processos, para as necessidades dos associados e para as tendências globais, buscando sermos protagonistas e pioneiros em algumas frentes. As mudanças e renovações são frequentes porque estamos sempre nos adequando ao mercado”, reforça Salissa. A atuação do Instituto não se restringe às empresas associadas, mas alcança toda a Serra. “Temos ações com a comunidade e iremos ampliar atividades como o Hélice Conecta, nos municípios, e a oferta de cursos e formações, como a Escola da Inovação e outras iniciativas semelhantes”, destaca. O Instituto Hélice foi fundado em 2018 e é uma instituição sem fins lucrativos, que trabalha para desenvolver o ecossistema e a cultura de inovação da Serra Gaúcha. As seis empresas mantenedoras do Hélice são Florense, Marcopolo, Metadados, Soprano, Unimed Serra Gaúcha e Randoncorp.

Iniciativa faz parte de reposicionamento e novo pacote de serviços para associados

Produção industrial cai em janeiro

Recuo na passagem de ano era esperado, mas foi mais brando do que o usual

Otimismo dos empresários para os próximos seis meses e intenção de investimento aumentaram

A produção da indústria caiu na passagem de dezembro para janeiro, aponta a Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (19). O índice ficou em 48,9 pontos, abaixo da linha de 50 pontos, que separa aumento de queda na produção do setor. O levantamento revela que a produção diminuiu nas pequenas e médias empresas, mas cresceu entre as grandes. No recorte por região, o indicador revelou queda da produção nas indústrias do Centro-Oeste, Norte e Sudeste. No Nordeste e no Sul, a produção cresceu. “Normalmente, a produção acelera no fim do terceiro trimestre para atender as festas de fim de ano. Após isso, é normal que a produção caia, mas é importante notar que, em 2025, ela foi mais branda que em outros períodos semelhantes”, compara Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI.

O emprego industrial ficou praticamente estável no primeiro mês de 2025. Em janeiro, o índice de evolução do número de empregados ficou em 49,6 pontos. Assim como a produção, o emprego avançou nas grandes indústrias, mas recuou nas pequenas e médias. A quantidade de trabalhadores nas indústrias do Centro-Oeste e do Sul aumentou, mas caiu no Nordeste, no Norte e no Sudeste. Depois de avançar 1 ponto percentual frente a dezembro, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) fechou janeiro em 69%. Trata-se do 11º mês consecutivo em que a UCI fica acima das médias mensais da série histórica. A UCI subiu nas grandes indústrias, manteve-se estável nas médias e recuou nas pequenas. No recorte por região, a UCI só não avançou no Norte e no Centro-Oeste.

Pelo terceiro mês consecutivo, o indicador de evolução do nível de estoques ficou abaixo dos 50 pontos. O movimento foi visto entre pequenas, médias e grandes empresas. Na passagem para janeiro, o índice se aproximou da linha divisória de 50 pontos, o que mostra que o recuo observado no mês foi menos intenso do que o recuo em dezembro. Entre as regiões, apenas as indústrias do Norte e do Nordeste não revelaram queda dos estoques. De acordo com a pesquisa, o índice de estoque efetivo em relação ao usual permaneceu em 49,3 pontos. O indicador, que não ultrapassa os 50 pontos há 14 meses, revela que os estoques ficaram abaixo do nível planejado pelos industriais no mês. O nível de estoques ficou abaixo do planejado nas pequenas e médias indústrias, mas, nas grandes, ultrapassou o planejado. O índice ficou abaixo da linha divisória em todas as regiões.

Em fevereiro, os indicadores que medem as expectativas de demanda, quantidade exportada, compras de matérias-primas e número de empregados aumentaram. Todos eles já estavam acima da linha de 50 pontos. Por isso, o resultado mostra que o otimismo dos industriais para os próximos seis meses se intensificou. O indicador de intenção de investimento também subiu em fevereiro. Avançou 0,3 ponto em relação a janeiro, chegando aos 58 pontos. O índice está 5,7 pontos acima da média histórica.

Recuo na passagem de ano era esperado, mas foi mais brando do que o usual

Lucro do Banrisul registra crescimento de 5,2% no ano passado

Apesar do cenário desafiador, banco também aposta na retomada econômica do Rio Grande do Sul

Lemos anunciou que, a partir deste mês, o banco planeja tornar a conta digital disponível para clientes em todo o Brasil

O Banrisul anunciou hoje (13) que alcançou um lucro líquido de R$ 916,1 milhões em 2024, refletindo um crescimento de 5,2% em relação ao ano anterior. Esse desempenho positivo foi impulsionado por uma série de fatores, incluindo o aumento da margem financeira, a ampliação da carteira de crédito, que cresceu 15%, e o fortalecimento das receitas com serviços e tarifas bancárias. A instituição também viu um crescimento expressivo no patrimônio líquido, que atingiu R$ 10,4 bilhões, com um aumento de 7,7% no comparativo anual. “Apesar do cenário econômico desafiador, marcado pela alta taxa Selic e seus efeitos sobre o crédito e o consumo, seguimos apostando em uma recuperação robusta, com o fortalecimento da nossa relação com os clientes e a continuidade do nosso investimento em tecnologia”, resumiu Fernando Lemos, presidente do Banrisul, durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (13). 

Ao todo, em 2024, o banco captou e administrou R$ 116,1 bilhões, o que representou um crescimento de 14,3% em relação ao ano anterior. Os depósitos a prazo foram destaque, com uma expansão de 22,3%,. Além disso, a digitalização continuou sendo uma prioridade para o Banrisul, com 86,2% das operações realizadas por meio dos canais digitais, somando 681,5 milhões de acessos ao Internet Banking e ao aplicativo, um aumento de 12,4% em relação a 2023. Como de costume, o Banrisul também seguiu apostando fortemente na ampliação de sua presença no mercado digital, com um investimento de R$ 474,4 milhões em áreas voltadas a TI. 

Em 2024, a expansão da Conta Digital Banrisul registrou 74,3 mil novas adesões — e a partir deste mês, o banco planeja tornar esse produto disponível para clientes em todo o Brasil. No segmento de contas multimoeda, foi lançada a Banri Global Account, voltada para clientes que realizam transações internacionais. Entre as iniciativas no período, foi desenvolvido e implementado o Pix Parcelado, linha de crédito inovadora que oferece flexibilidade na escolha da origem dos recursos para transações por Pix. Também foi antecipada aos clientes a disponibilização do produto Pix Automático, que possibilita autorizar débitos recorrentes pelo Pix. Além disso, o banco introduziu a Conta Única Banrisul, voltada para pessoas jurídicas e produtores rurais, simplificando a gestão financeira para esse público. 

O Banrisul anunciou ainda que será o primeiro banco brasileiro a abrir sua rede de caixas eletrônicos para clientes de outras instituições, por meio de uma parceria com o Banco24Horas. A partir deste ano, os ATMs do banco estarão disponíveis para não correntistas, ampliando o acesso aos serviços bancários e reforçando o compromisso com a inclusão financeira. Para 2025, de maneira geral, o Banrisul projeta um cenário otimista, especialmente com a previsão de uma boa safra agrícola e o impacto positivo dos investimentos anunciados pelo governo estadual no Plano Rio Grande. “Acreditamos que, apesar dos desafios econômicos, o futuro do Banrisul e do Rio Grande do Sul é promissor, especialmente com o anúncio de R$ 14 bilhões em investimentos públicos na infraestrutura gaúcha. Estamos prontos para apoiar a retomada econômica e fortalecer nossa presença no estado e no Brasil”, prometeu Lemos.

Apesar do cenário desafiador, banco também aposta na retomada econômica do Rio Grande do Sul

Com embarque de 55,7 mil toneladas de carne suína, Santa Catarina bate recorde em janeiro

Estado foi responsável por 56,1% da quantidade e 56,4% das receitas das exportações brasileiras de carne suína do primeiro mês deste ano

Esses resultados marcam a interrupção do movimento de queda registrado nos dois meses anteriores, embora os preços ainda estejam distantes dos patamares alcançados em novembro do ano passado

Em janeiro de 2025, Santa Catarina exportou 55,7 mil toneladas de carne suína, alta de 2,9% na comparação com os embarques de janeiro de 2024. As receitas do período foram de US$ 130,7 milhões, que apontam crescimento de 12,0% em relação às de janeiro de 2024. Esses números foram divulgados no Boletim Agropecuário, publicação mensal da Epagri/Cepa que reúne informações conjunturais das safras e dos mercados dos principais produtos agropecuários do Estado. Dados da Epagri/Cepa apontam que os resultados de janeiro de 2025 são os melhores para o período desde o início da série histórica, em 1997, tanto em quantidade quanto em receita.

Santa Catarina foi responsável por 56,1% da quantidade e 56,4% das receitas das exportações brasileiras de carne suína do primeiro mês deste ano. Os preços do suíno vivo apresentaram altas em todos os principais estados produtores nas primeiras semanas de fevereiro, quando comparados aos de janeiro. Esses resultados marcam a interrupção do movimento de queda registrado nos dois meses anteriores, embora os preços ainda estejam distantes dos patamares alcançados em novembro do ano passado, pico de alta deste produto.

Arroz

O levantamento da Epagri/Cepa destaca uma queda de 25% nos preços em janeiro de 2025 em relação ao ano anterior, reflexo do avanço da colheita e maior oferta do grão. Apesar do aumento nos custos de produção em 2024, a rentabilidade foi positiva para os produtores, embora a tendência de baixa nos preços para 2025 possa reduzir as margens. No comércio exterior, as exportações caíram 61% em 2024, enquanto as importações subiram 19,56%, impulsionadas por problemas climáticos na oferta interna. A safra 2024/25 foi concluída com 145 mil hectares plantados e deve apresentar um crescimento de 9,52% na produção, beneficiada por condições climáticas favoráveis e avanços tecnológicos. O cenário geral aponta desafios no mercado, mas uma recuperação produtiva para o setor.

Feijão

O ano de 2025 inicia com os preços recebidos pelo produtor de feijão em queda. No mês de janeiro, o preço médio recebido pelos produtores catarinenses de feijão-carioca teve variação negativa de 12,21%. Para o feijão-preto, o preço médio recebido pelos produtores também reduziu 19,76%. Com mais de 61% da área de feijão 1ª safra já colhidos, o comportamento baixista se deve a grande oferta de feijão nesse momento. Até o final da primeira quinzena de janeiro, cerca de 61% das áreas destinadas ao cultivo de feijão 1ª safra já haviam sido colhidos. Para as lavouras que estão a campo, 67% da área encontram-se em maturação; 16% em floração e 18% em desenvolvimento vegetativo. O feijão 2ª safra 2024/25, com plantio de janeiro a março, 82% da área já havia sido semeada. Para as lavouras já implantadas, as fases predominantes são a germinação e o desenvolvimento vegetativo. A expectativa é que Santa Catarina cultive na safra 2024/25, cerca de 66 mil hectares de feijão, 5% a mais do que na safra passada. A produtividade deverá aumentar 3% e a produção deverá chegar a 122 mil toneladas, incremento de 8,3% em relação à safra passada.

Trigo

O ano de 2025 inicia com os preços da saca de trigo estáveis. No mês de janeiro, o preço médio recebido pelos produtores catarinenses de trigo registrou elevação de 0,32%. Na variação anual, em termos reais, a alta foi de 2,80%. A sustentação dos preços está relacionada à baixa disponibilidade de trigo para comercialização, já que produtores e cooperativas estão realizando vendas pontuais, na expectativa de que as cotações do cereal se elevem. Muitos moinhos estão dando preferência por aquisições de trigo importado, no mês de dezembro o país importou cerca de 591 mil toneladas, 31,6% a mais do que no mesmo período de 2023. Com safra encerrada, nesta temporada foram cultivados 123 mil hectares, redução de 10% em relação à safra passada. A produção estadual cresceu 38%, chegando a 426 mil toneladas. Nessa safra, tivemos uma boa recuperação na produtividade média estadual, que está em 3.452kg/ha, contra 2.237kg/ha, obtidos na safra 2023, portanto, um incremento de 54%.

Milho

Para a primeira safra, a área de cultivo diminuiu 11,5% em comparação com a safra passada. Entre os fatores que contribuíram para essa redução estão os altos custos de produção, a insegurança a possíveis ataques de cigarrinha e os baixos preços praticados em 2024. Apesar da redução da área de cultivo, é previsto um aumento da produção no estado em função da expectativa do incremento da produtividade média de aproximadamente 32% na safra atual, alcançando 9.000kg/ha. As primeiras colheitas estão indicando uma safra excelente em termos de rendimento, pode ser a maior produtividade da série histórica. Com relação ao mercado, em janeiro de 2025 a cotação média estadual manteve um indicativo de retração dos preços, embora pequena. Os preços internos no Brasil divergem do mercado internacional em janeiro, o mercado futuro com previsão de alta para o contrato de março/2025, na Bolsa de Chicago e IBOVESPA-B3. Há uma expectativa de preços melhores para os produtores em 2025 em relação aos praticados em 2024, os preços futuros dão sinais neste sentido no momento.

Soja

Na safra atual os levantamentos realizados pela Epagri/CEPA apontam para um aumento de 2,6% da área plantada, alcançando 772,5 mil hectares na primeira safra. A produtividade média esperada deverá ter um incremento de 9,36%, chegando a 3.771kg/ha. Com isso, espera-se um aumento de 12,2% na produção e no volume colhido de aproximadamente 2,91 milhões de toneladas de soja 1ª safra. As chuvas irregulares em janeiro e início de fevereiro de 2025 podem afetar as lavouras, em especial aquelas em fase de florescimento e enchimento de grãos. No próximo relatório as estimativas serão atualizadas e, podem ser rebaixadas conforme as condições climáticas e fase de desenvolvimento das lavouras em cada região. Os preços da soja ao produtor apresentaram desde novembro de 2024 sucessivas quedas, em janeiro foi de 2,7% em relação a dez/2024. Em fevereiro indica a continuidade da redução dos preços nos primeiros 10 dias. A expectativa da boa produção no Brasil na atual safra é um dos fatores relevantes na formação dos preços no início do ano.

Alho

No mês de janeiro o preço do alho ao produtor teve redução de 5,7% em relação a dezembro. No início de fevereiro a cotação aumentou em 9,09% em relação a janeiro passando a R$18,00/kg. Por outro lado, no atacado houve redução de preços em janeiro com o alho classes 4-5 sendo comercializado a R$21,20/kg, redução de 4,5% em relação a dezembro. O mês de fevereiro iniciou com nova redução de preços, de 13,2% em relação a janeiro, travando um pouco o ritmo de comercialização da safra catarinense. A safra 2024/25 é considerada muito boa sendo 98 % já colhida. A condição da lavoura é considerada 95% como boa e 5% média. A colheita foi finalizada no estado. Em janeiro a importação foi de 15,31 mil toneladas, quantidade semelhante ao que historicamente é importado para o mês.

Cebola

A grande oferta de cebola no mercado nacional permanece e afeta fortemente as cotações da hortaliça. O preço médio da cebola ao produtor catarinense em janeiro foi de R$ 21,46/sc de 20 kg. O mês de fevereiro iniciou com nova redução passando a R$ 18,46/kg, portanto abaixo do custo médio de produção. A estimativa de produção para a safra é de 556 mil toneladas. Em Santa Catarina, a colheita da safra da cebola se encaminha para o final, com 96% da área plantada já colhida. As importações foram de apenas 307 toneladas, portanto muito abaixo da média histórica para o mês.

Bovinos

Nas primeiras semanas de fevereiro, os preços do boi gordo em Santa Catarina mantiveram-se relativamente estáveis em relação ao mês anterior, com variação de apenas 0,4% no período, tendência que já havia sido observada em janeiro, quando o preço subiu 1,2%. Dessa forma, ratifica-se a desaceleração do movimento de alta observado no último trimestre de 2024, quando o preço do boi gordo chegou a subir cerca de 25% no estado. Os preços de atacado da carne bovina, por sua vez, apresentaram oscilação negativa nas primeiras semanas de fevereiro, com queda de 0,2% em relação ao mês anterior. Embora essa variação seja pouco expressiva, interrompe um consistente movimento de alta que vigorava desde meados de 2024.

Frangos

Santa Catarina exportou 94,3 mil toneladas de carne de frango em janeiro – queda de 5,8% em relação aos embarques do mês anterior, mas alta de 3,9% na comparação com os de janeiro de 2024. As receitas foram de US$ 183,9 milhões – queda de 8,1% em relação às do mês anterior, mas crescimento de 10,3% na comparação com as de janeiro de 2024. Vale destacar que o resultado financeiro do último mês foi o segundo melhor da série histórica para o mês de janeiro, ficando atrás apenas de janeiro de 2023. O estado foi responsável por 21,9% da quantidade e 22,7% das receitas geradas pelas exportações brasileiras de carne de frango em 2025.

Leite

Em 2024, a produção nacional de leite inspecionado alcançou 25,155 bilhões de litros, a segunda maior produção de toda a série histórica. Santa Catarina respondeu por 13% do total nacional. A soma dessa produção inspecionada com o leite importado (2,3 bilhões de litros) mostra que a oferta total de leite de 2024 foi 2,4% maior do que em 2023. As importações representaram 8,3% da oferta total. O preço aos produtores em janeiro/fevereiro foram bem superiores aos dos mesmos meses de 2024, com boa rentabilidade para a atividade. Tendência de preços em elevação nos próximos meses: redução da oferta pela entressafra e aumento da concorrência pelo leite.

Estado foi responsável por 56,1% da quantidade e 56,4% das receitas das exportações brasileiras de carne suína do primeiro mês deste ano

Novos incentivos irão garantir R$ 4,3 bilhões em investimentos privados em SC

Contratos dos programas Prodec, Pró-Emprego e TTD 489 contemplam 57 projetos de 55 empresas que buscam apoio governamental para expandir ou instalar unidades no estado

Como contrapartida ao apoio governamental, as empresas assumiram o compromisso de investir um total de R$ 20,2 bilhões e a criar 74,8 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina

Foram aprovados nesta terça-feira (18) 57 novos projetos em programas que garantem incentivos ao setor produtivo de Santa Catarina. Juntas, as 55 empresas contempladas nesta que é a primeira rodada de benefícios concedidos em 2025 devem investir R$ 4,3 bilhões e gerar 10,6 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina até 2028. São 45 projetos contemplados nos programas Prodec e Pró-Emprego e 12 beneficiados com o chamado Tratamento Tributário Diferenciado 489 (TTD 489). Somados os incentivos concedidos desde o início de 2023 até agora, foram contemplados 299 projetos em pouco mais de dois anos. Como contrapartida ao apoio governamental, as empresas assumiram o compromisso de investir um total de R$ 20,2 bilhões e a criar 74,8 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina (confira o balanço no final da matéria). 

Os incentivos estaduais concedidos vão da postergação de ICMS (Prodec) à desoneração do imposto na aquisição de bens, mercadorias e serviços (Pró-Emprego). Já o TTD 489 diz respeito à autorização de limites adicionais para transferência de créditos, sendo condicionado a investimentos em projetos de expansão de atividades ou à criação de novos negócios. As empresas contempladas nesta rodada pelos programas Prodec, Pró-Emprego e TTD 489 atuam nos mais variados segmentos econômicos. Na lista estão indústrias têxteis, moveleira e alimentícia, voltadas ao agronegócio e à energia. O secretário Silvio Dreveck (Indústria, Comércio e Serviços) explica que os projetos selecionados preveem a instalação e/ou expansão de novas unidades no Estado, investimentos na modernização tecnológica e compra de maquinário para o aumento da produtividade industrial.

PRODEC

O Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense tem como finalidade conceder incentivo à implantação ou expansão de empreendimentos industriais que vierem a produzir e gerar emprego e renda no Estado. O incentivo se dá por meio da postergação de percentual pré-determinado sobre o valor do ICMS a ser gerado pelo novo projeto. Criado em 1988, o programa completou 35 anos em junho do ano passado.

Empresas contempladas nesta rodada com o PRODEC:

  • Mili S/A (Três Barras)
  • Metalúrgica Trapp Ltda (Jaraguá do Sul)
  • S.M.G. Laticínios Ltda (Presidente Castello Branco)
  • Adami S/A Madeiras (Caçador)
  • Caiman Indústria e Comércio de Malhas Ltda (Schroeder)
  • CCP – Indústria e Comércio de Compostos de PVC Ltda (Araquari)
  • DIPAES Indústria de Pães Ltda (Paraíso)
  • Eikto Battery Comércio Ltda (Laguna)
  • Entrerios Gestão de Negócios Ltda (Biguaçu)
  • Rinaldi Alumínios e Vidros Ltda (Tubarão)
  • Fortlev Indústria e Comércio de Plásticos Ltda (Araquari)
  • Sudati Painéis S/A (Otacílio Costa)
  • Oxford Porcelanas S/A (São Bento do Sul)
  • MR Paper – Indústria de papel Eireli* (Major Vieira)
  • Tex Cotton Indústria de Confecções Ltda (Blumenau)
  • Rudolph Usinados S/A (Timbó)
  • Calemba Alimentos S/A (Santo Amaro da Imperatriz)
  • Pfiffner do Brasil Indústria e Comércio de Transformadores Ltda (Itajaí)
  • Ventisol Indústria e Comércio Ltda (Major Vieira)
  • Steelrool Indústria Metalúrgica Ltda (Palhoça)
  • Duas Rodas Industrial S/A (Jaraguá do Sul)

Período do Investimento: até 2028
Quantidade de empresas: 21 empresas e 22 projetos*
Investimentos: R$ 3,1 bilhões
ICMS postergado: R$ 210,9 milhões
Faturamento acrescido: R$ 7,9 bilhões

PRÓ-EMPREGO

Tem como objetivo a geração de emprego e renda por meio de tratamento tributário diferenciado do ICMS, destinando-se a incentivar empreendimentos de relevante interesse socioeconômico situados em SC ou que venham a se instalar no Estado.

Novas empresas contempladas pelo PRÓ-EMPREGO:

  • Heidrich Industrial Mercantil e Agrícola S/A (Taió)
  • IML Indústria de Embalagens Ltda (Joinville)
  • Costa Rica Malhas e Confecções Ltda (Canelinha)
  • Cromotransfer Indústria de Estampas e Transfer Ltda (Joinville)
  • Laticínio Fazenda do Lírio Ltda (São Miguel do Oeste)
  • BTA Aditivos Ltda (Xanxerê)
  • Cooperativa Agroindustrial Alfa (Caxambu do Sul)
  • CBHidro Companhia Hidromecânicos Ltda (Xanxerê)
  • Hidrelétrica Garcia de Angelina SPE Ltda (Florianópolis/Angelina)
  • Segala´s Alimentos Ltda (Gaspar)
  • São Roque Energética S/A (Vargem)
  • Ituporanga Geração de Energia Ltda (Biguaçu)
  • ZNZ Empreendimentos Hidrelétricos SPE Ltda (Brusque)
  • Joãozinho Geração de Energia Ltda (Ponte Serrada)
  • Heidrich Geração Elétrica Ltda (Taió)
  • Copercampos – Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos (Trombudo Central)
  • Cooperativa de Eletricidade de Paulo Lopes (Paulo Lopes)
  • CGH Amanda Geração de Energia Ltda (São Bernardino)
  • Ceraçá – Cooperativa de Infraestrutura e Desenvolvimento Vale do Araçá (Pinhalzinho)
  • BRF S/A (Concórdia)
  • Cermoful Energia – Cooperativa Fumacense de Eletricidade (Morro da Fumaça)
  • Fertilizantes Santa Catarina Ltda (Imbituba)
  • MTS Comércio e Representações Ltda (Chapecó)

Período de investimento: até 2027
Quantidade de empresas: 23 empresas e 23 projetos
Investimentos: R$ 1 bilhão
ICMS a ser gerado: R$ 2,2 bilhões (entre 2025 e 2027)
Faturamento acrescido: R$ 35,3 bilhões (entre 2025 e 2027)

TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO 489

Tem como objetivo autorizar limites adicionais para a transferência de créditos acumulados de ICMS decorrentes de operações ou prestações destinadas ao exterior, isentas ou diferidas.

Novas empresas contempladas com o TTD 489:

  • Biobase Alimentação Animal Ltda (Águas Frias)
  • Lunelli Têxtil Ltda (Jaraguá do Sul)
  • Nexen Energias Renováveis Ltda (Chapecó)
  • Salvaro Indústria e Comércio de Madeiras (Criciúma)
  • Turamix Indústria e Comércio Ltda (Braço do Norte)
  • Machs Nutrição Animal Ltda (Taió)
  • Coopervil – Cooperativa Agropecuária Videirense (Videira)
  • Nova Serrana Ltda (São Joaquim)
  • Móveis Paulo Ltda (São Bento do Sul)
  • Esquadribrás – Indústria de Esquadrias Ltda (Rio dos Cedros)
  • BRF S/A (Concórdia)
  • Turazzi Agronegócios Ltda (Campo Erê)

Período de investimento: até 2027
Quantidade de empresas: 12 empresas e 12 projetos
Investimentos: R$ 221,2 milhões
Faturamento acrescido: R$ 612,1 milhões (2025 a 2027)

BALANÇO DE 2023 A 2025 (PRIMEIRA RODADA)

PRODEC
Projetos 67
Investimentos R$ 7,6 bilhões

PRÓ-EMPREGO
Projetos 186
Investimentos R$ 10,1 bilhões

TTD 489
Projetos 46
Investimentos R$ 2,5 bilhões

TOTAL DE 2023 A 2025 (PRIMEIRA RODADA)

299 projetos
R$ 20,2 bilhões em investimentos
74,8 mil empregos diretos e indiretos

Contratos dos programas Prodec, Pró-Emprego e TTD 489 contemplam 57 projetos de 55 empresas que buscam apoio governamental para expandir ou instalar unidades no estado

No trabalho, é melhor ser especialista ou generalista?

Mentores de carreira afirmam que os dois profissionais têm espaço no mundo corporativo e que a escolha depende principalmente da área de atuação 

Para se dar bem no mercado de trabalho atual, é melhor ser especialista (dominar determinado assunto) ou ser generalista (saber de tudo um pouco)? Não há resposta definitiva. Especialistas em carreira afirmam que os dois perfis têm espaço e que a escolha depende da área de atuação e dos objetivos de carreira. Entretanto, observam que, no geral, empresas inovadoras tendem a valorizar profissionais versáteis, enquanto setores técnicos exigem conhecimento aprofundado. Confira as vantagens e desvantagens de cada um dos perfis.

VANTAGENS DO ESPECIALISTA

Conhecimento profundo – por dominar um campo específico, torna-se referência na área.

Maior valorização em nichos – em setores técnicos, a especialização é mais reconhecida e remunerada.

Menos concorrência direta – quanto mais raro o conhecimento, menor a competição por oportunidades.

Autoridade no mercado – empresas e clientes confiam em especialistas para soluções complexas.

DESVANTAGENS DO ESPECIALISTA

Menor flexibilidade – pode ter dificuldade para atuar fora da sua área específica.

Risco de ficar para trás – se a tecnologia ou o mercado mudam, o conhecimento pode se tornar ultrapassado rapidamente.

Dependência de oportunidades restritas – pode ser desafiador encontrar vagas quando o mercado para sua especialidade está saturado.

VANTAGENS DO GENERALISTA

Visão estratégica – consegue conectar diferentes áreas e encontrar soluções inovadoras.

Facilidade de adaptação – se ajusta rapidamente a mudanças no mercado e na empresa.

Mais oportunidades de carreira – pode atuar em diversos setores e funções.

Colaboração eficaz – comunicação e trabalho em equipe são pontos fortes.

DESVANTAGENS DO GENERALISTA

Menos profundidade técnica – pode ter dificuldades em resolver problemas altamente especializados.

Maior concorrência – como muitas pessoas possuem habilidades amplas, o diferencial pode ser menos evidente.

Crescimento mais demorado – pode levar mais tempo para alcançar altos níveis de reconhecimento e salário.

Mentores de carreira afirmam que os dois profissionais têm espaço no mundo corporativo e que a escolha depende principalmente da área de atuação 

Google Gemini pode ganhar recurso de criar vídeos diretamente no app

Uma descoberta recente no código do aplicativo do Google sugere que o Gemini pode estar prestes a ganhar uma função bastante esperada: a capacidade de gerar vídeos. Essa novidade, ainda em desenvolvimento, foi identificada na versão 16.6.23 do app, onde termos como “videogen” aparecem associados ao Gemini. O Gemini, que já é conhecido por ajudar […]Uma descoberta recente no código do aplicativo do Google sugere que o Gemini pode estar prestes a ganhar uma função bastante esperada: a capacidade de gerar vídeos. Essa novidade, ainda em desenvolvimento, foi identificada na versão 16.6.23 do app, onde termos como “videogen” aparecem associados ao Gemini. O Gemini, que já é conhecido por ajudar […]

Governo do RS busca soluções para retomada de operações em Candiota

A usina ainda tem condições técnicas de operar por pelo menos mais dez anos

O Rio Grande do Sul possui 90% das reservas brasileiras de carvão mineral em seu subsolo, e a região de Candiota é responsável por importante parcela da geração termelétrica do país

Uma força-tarefa de prefeitos, parlamentares gaúchos e integrantes do governo gaúcho esteve em Brasília na quarta-feira (12) em busca de uma solução para a UTE Candiota III, que está paralisada desde 1º de janeiro deste ano. O governador Eduardo Leite integrou o grupo, que se reuniu com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Durante o encontro com o ministro, Leite defendeu a importância de uma transição energética justa para a região de Candiota, que tem cerca de 80% de sua economia dependente do carvão mineral.

Entre as alternativas discutidas para a retomada das operações está a possibilidade de edição de uma Medida Provisória (MP) pelo governo federal. A usina, que iniciou suas operações em 2009 e teve seu contrato encerrado em dezembro de 2024, ainda possui condições técnicas de operar por pelo menos mais dez anos. “O que nós pedimos é justamente a oportunidade de fazer esta transição de forma justa, sem deixar as pessoas para trás. O governo do Rio Grande do Sul contratou consultorias especializadas e estamos trabalhando com a Way Carbon e o Centro Brasil no Clima para dar suporte a um plano de ação”, explicou. O estudo, com duração prevista de 13 meses, vai orientar as políticas públicas nas regiões dependentes do carvão.

O Rio Grande do Sul possui 90% das reservas brasileiras de carvão mineral em seu subsolo, e a região de Candiota é responsável por importante parcela da geração termelétrica do país. Em 2023, o município foi o primeiro colocado nacional em emissões de GEE de termelétricas, sendo responsável por 22,5% do total. O governo federal, por meio do ministério, se comprometeu a avaliar uma alternativa para a situação de Candiota.

A usina ainda tem condições técnicas de operar por pelo menos mais dez anos

Google registra aumento nas buscas por segurança aérea após incidentes aéreos

person holding smartphone riding airplaneNos últimos dias, um aumento expressivo nas buscas do Google mostra que muitos americanos estão preocupados com a segurança dos voos comerciais. Dados do Google Trends revelam que termos como “É seguro voar?” e “Quantos acidentes de avião aconteceram em 2025?” tiveram um grande crescimento, refletindo o impacto de recentes incidentes aéreos de grande repercussão. […]Nos últimos dias, um aumento expressivo nas buscas do Google mostra que muitos americanos estão preocupados com a segurança dos voos comerciais. Dados do Google Trends revelam que termos como “É seguro voar?” e “Quantos acidentes de avião aconteceram em 2025?” tiveram um grande crescimento, refletindo o impacto de recentes incidentes aéreos de grande repercussão. […]

Google TV pode ganhar controle remoto iluminado

Uma grande novidade para os usuários do Google TV pode estar a caminho: controles remotos com retroiluminação. Após uma atualização recente, foi encontrado um código que indica que o Google está desenvolvendo um recurso aguardado há muito tempo. Mas o que isso significa, afinal, para quem usa o dispositivo? Atualmente, o controle remoto do Google […]Uma grande novidade para os usuários do Google TV pode estar a caminho: controles remotos com retroiluminação. Após uma atualização recente, foi encontrado um código que indica que o Google está desenvolvendo um recurso aguardado há muito tempo. Mas o que isso significa, afinal, para quem usa o dispositivo? Atualmente, o controle remoto do Google […]

Google aumenta segurança no Android 16 com novo modo de Proteção Avançada

O Android 16 está chegando com uma novidade que promete facilitar a vida de quem se preocupa com segurança digital. Chamada de Proteção Avançada, essa nova funcionalidade permite ativar várias camadas de proteção com apenas um toque. Imagine não precisar mais configurar manualmente cada aplicativo para garantir que suas contas e dados estejam seguros. Mas […]O Android 16 está chegando com uma novidade que promete facilitar a vida de quem se preocupa com segurança digital. Chamada de Proteção Avançada, essa nova funcionalidade permite ativar várias camadas de proteção com apenas um toque. Imagine não precisar mais configurar manualmente cada aplicativo para garantir que suas contas e dados estejam seguros. Mas […]

Google Play Books agora permite compras de ebooks no iOS

O Google Play Books para iPhone e iPad finalmente está facilitando a compra de ebooks e audiolivros. A partir de agora, os usuários poderão acessar um link externo direto para concluir suas compras, algo que antes não era permitido devido às regras da App Store. Até então, quem usava o Google Play Books no iOS […]O Google Play Books para iPhone e iPad finalmente está facilitando a compra de ebooks e audiolivros. A partir de agora, os usuários poderão acessar um link externo direto para concluir suas compras, algo que antes não era permitido devido às regras da App Store. Até então, quem usava o Google Play Books no iOS […]

Bye bye, Cacá

Em uma expressão casual, a contribuição do cineasta fora das telas

Cacá refere-se a seus detratores: “quando eu ouço essas pessoas falarem, parece que eu estou vendo os policiais que eu encontrei na Censura. (…) Tanto faz você ser censurado por bandeira branca ou bandeira azul”

Os especialistas que façam a retrospectiva da obra de Cacá Diegues (1940-2025), cineasta morto no último dia 14. Eu fico com a expressão que cunhou, meio por acaso, numa entrevista ao Estadão em fins dos anos 1970: “patrulha ideológica”. Referia-se à vigilância que militantes e artistas exerciam sobre as obras alheias, a fim de se assegurar que eram suficientemente brasileiras, engajadas e não comerciais – dignas, portanto, de aplauso, independentemente do que oferecessem em qualidade estética ou apelo popular. Cacá, categórico, repetia Brecht: “a função social do espetáculo é divertir”.

Não sei se Cacá era versado no mundo virtual, mas, em caso positivo, deve ter sentido um arrepio ao ver a tal patrulha transmutada em múltiplas brigadas de supervisão e controle do que é exibido e dito no ambiente digital. Uma empresa divulga uma foto inocente de sua equipe reunida. Problema? Não há diversidade étnica, social ou sexual em seus quadros. Um jornalista tem seu passado de mau marido revelado num podcast. Por que não alijá-lo de suas funções na empresa da qual é sócio?. Uma atriz cotada ao Oscar deixa um rastro de tuítes preconceituosos no ar. Hora de boicotar a película e vetar-lhe o prêmio (‘Emilia Pérez’: do triunfo em Cannes à rejeição do público), certo?

Convicções pessoais, travestidas de bem comum, são impingidas à força aos negócios, às artes e aos indivíduos, quando nada mais são do que…convicções pessoais. Não há boa-fé, liberdade de escolha e expressão ou mera separação entre sujeito e obra capaz de funcionar como argumento contra tamanha vontade de mudar o mundo na marra.

Mudar o mundo ou posar de vestal? Antes de cineastas serem vítimas de sentinelas do idealismo, músicos sofreram a mesma pressão. E coube a Roberto Carlos, surpreendentemente, sair-se com uma lúcida assertiva a respeito de seus colegas: “se os compositores e cantores que adotaram posições fossem radicais de verdade, melhor que entrassem para as guerrilhas. Se continuam fazendo música é porque não são radicais, não é verdade?”. Marcus Valle arrematou, em uma canção oportunamente batizada de “A Resposta”: “falar do morro morando de frente pro mar / não vai fazer ninguém melhorar”.

Hoje, o que Cacá apelidou de patrulha ideológica recebe o nome de hipocondria moral, sinalização de virtude (Sinalização de virtude – Wikipédia, a enciclopédia livre), epidemia de drama (‘Há uma epidemia de drama, o mundo inteiro é o nosso palco para sermos recompensados com likes’, diz psicólogo) ou pura e simplesmente “lacração”. Sua consequência é o chamado cancelamento, uma espécie de opróbrio social, uma mácula pública eterna enquanto dure a memória coletiva ou o alcance das buscas do Google.

Na mesma célebre entrevista, Cacá refere-se a seus detratores: “quando eu ouço essas pessoas falarem, parece que eu estou vendo os policiais que eu encontrei na Censura. (…) Tanto faz você ser censurado por bandeira branca ou bandeira azul”.

Tanto faz mesmo. 

Em uma expressão casual, a contribuição do cineasta fora das telas