Você está preparado para escalar no marketing digital?

Neste webinar você vai saber como é importante entender e definir algumas características do seu negócio para criar a estratégia de marketing digital e performance compatível com a maturidade do seu e-commerce.

Com isso, uma agência é capaz de apoiar você a escalar e administrar melhores resultados de curto e longo prazos.

Palestrantes:

Matheus Motta – Head de Aceleração na Adtail

Matheus é formado em Publicidade e Propaganda (ESPM-Sul) e especialista em Vendas e Relacionamento com Cliente (UNIRITTER), atua há mais de 8 anos com Marketing Digital, com experiências em agências e clientes. Atualmente, aplica estratégias de Growth Hacker para testar ações de forma simples e colher resultados rapidamente na Adtail.

Gustavo Prates – Head de Novos Negócios na Adtail

Atua na área comercial há mais de 7 anos com elaboração de projetos de marketing digital. Participou diretamente de projetos com grandes marcas como Ifood, Marisa, RentCars e Alelo. Com 20 anos de experiência em Marketing Digital, possui uma visão estratégica que conecta comunicação, performance e Growth.

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Com isso, uma agência é capaz de apoiar você a escalar e administrar melhores resultados de curto e longo prazos.

Palestrantes:

Matheus Motta – Head de Aceleração na Adtail

Matheus é formado em Publicidade e Propaganda (ESPM-Sul) e especialista em Vendas e Relacionamento com Cliente (UNIRITTER), atua há mais de 8 anos com Marketing Digital, com experiências em agências e clientes. Atualmente, aplica estratégias de Growth Hacker para testar ações de forma simples e colher resultados rapidamente na Adtail.

Gustavo Prates – Head de Novos Negócios na Adtail

Atua na área comercial há mais de 7 anos com elaboração de projetos de marketing digital. Participou diretamente de projetos com grandes marcas como Ifood, Marisa, RentCars e Alelo. Com 20 anos de experiência em Marketing Digital, possui uma visão estratégica que conecta comunicação, performance e Growth.

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Os impactos e a importância da personalização na experiência do cliente

Nesse webinar, você vai entender que realizar um bom atendimento ao usuário por meio de canais automatizados já não é mais suficiente. Atualmente, o diferencial é proporcionar a experiência do cliente de forma personalizada.

Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por grandes transformações e com isso os clientes tornaram-se mais propícios a escolherem empresas adaptadas a esta nova realidade e que oferecem o serviço nos seus canais preferidos. A personalização deve estar presente em todas as etapas de relacionamento do cliente com a empresa.

E como está a personalização do seu negócio? Está conectada com os interesses dos seus clientes e com as mudanças do mercado? Junte-se a nós neste bate-papo onde abordaremos temas como Personalização, UX e Connected Commerce.

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E como está a personalização do seu negócio? Está conectada com os interesses dos seus clientes e com as mudanças do mercado? Junte-se a nós neste bate-papo onde abordaremos temas como Personalização, UX e Connected Commerce.

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Heurísticas: os atalhos mentais para encurtar o caminho da conversão

Não é novidade para ninguém que os seres humanos sempre procuram um jeito de encurtar o caminho, diminuir o esforço, e facilitar qualquer tarefa. Nossas escolhas e decisões acabam sendo influenciadas ou até mesmo guiadas por métodos que elaboramos conscientemente ou não. E como você pode utilizar isso para aumentar a conversão no seu e-commerce? Vamos lá.

Quando tratamos de processos cognitivos assim, é possível resumir a conversa em apenas um termo: heurística. Para simplificar, podemos dizer que heurísticas são maneiras que a nossa mente encontra para formular respostas rápidas em situações que exijam uma tomada de decisão. São como atalhos mentais que, se trabalhados de modo correto no seu e-commerce, podem ser ativados durante o processo de navegação e, consequentemente, contribuir para que o usuário opte por seu produto ou serviço.

Para que você termine de ler e esteja pronto para melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce, vou falar de três heurísticas que podem impactar positivamente o faturamento da sua loja.

Heurística da Representatividade

Quando temos informações limitadas sobre alguma questão, é muito comum utilizarmos estereótipos para a tomada de decisão. Experiências similares, já vivenciadas no passado, acabam servindo de modelo para o momento presente. Pensando assim, não seria exagero dizer que quando está claro que outros consumidores tiveram um bom resultado com os seus produtos, automaticamente tende-se a acreditar que também é possível repetir esse mesmo resultado.

Considerando isso, destaque provas sociais. Deixe em evidência que existem pessoas satisfeitas com aquilo que você tem a oferecer na sua loja. Avaliações e depoimentos ajudam a quebrar a barreira da desconfiança e ativar esse atalho mental, impulsionando usuários a se tornarem não apenas clientes, mas promotores da sua marca.

Heurística da Ancoragem

Ao falar de ancoragem, falamos de pontos de referência, de experiências iniciais que servem para introduzir uma base de comparação. Aplicando isso à realidade do seu e-commerce, é possível quebrar a objeção da compra por meio da precificação dos seus produtos. Por exemplo, oferecer primeiramente um produto com um preço elevado para, só então, apresentar os demais, é um jeito simples de enfatizar que há vários produtos com um bom preço — já que o valor mais alto foi a base de comparação.

Heurística do Afeto

Quanto mais próximos são os relacionamentos, maior é a tendência a tolerar e, principalmente, a apoiar tanto o discurso quanto ações de outrem. A coisa não é muito diferente quando o assunto é o seu e-commerce. Ao entender em qual fase está o relacionamento do usuário com a sua marca, é possível saber se é necessário investir mais em comunicar pontos importantes sobre o seu negócio. Se o posicionamento e o porquê de ser da sua marca estiverem claros, fica muito mais fácil criar conexões verdadeiras durante a experiência no seu e-commerce.

Para pôr em prática essas ou quaisquer outras heurísticas, é essencial compreender em quais etapas do processo de compra os usuários estão chegando à sua loja. Esse é o primeiro passo para identificar as principais barreiras a serem transpostas em cada etapa. Assim você conseguirá elaborar estratégias e escolher as técnicas ideais para ajudar o usuário, eliminando impedimentos e encurtando o trajeto para a conversão. Afinal, é nos detalhes da experiência que se constrói o caminho para conquistar mais lucratividade.

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Não é novidade para ninguém que os seres humanos sempre procuram um jeito de encurtar o caminho, diminuir o esforço, e facilitar qualquer tarefa. Nossas escolhas e decisões acabam sendo influenciadas ou até mesmo guiadas por métodos que elaboramos conscientemente ou não. E como você pode utilizar isso para aumentar a conversão no seu e-commerce? Vamos lá.

Quando tratamos de processos cognitivos assim, é possível resumir a conversa em apenas um termo: heurística. Para simplificar, podemos dizer que heurísticas são maneiras que a nossa mente encontra para formular respostas rápidas em situações que exijam uma tomada de decisão. São como atalhos mentais que, se trabalhados de modo correto no seu e-commerce, podem ser ativados durante o processo de navegação e, consequentemente, contribuir para que o usuário opte por seu produto ou serviço.

Para que você termine de ler e esteja pronto para melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce, vou falar de três heurísticas que podem impactar positivamente o faturamento da sua loja.

Heurística da Representatividade

Quando temos informações limitadas sobre alguma questão, é muito comum utilizarmos estereótipos para a tomada de decisão. Experiências similares, já vivenciadas no passado, acabam servindo de modelo para o momento presente. Pensando assim, não seria exagero dizer que quando está claro que outros consumidores tiveram um bom resultado com os seus produtos, automaticamente tende-se a acreditar que também é possível repetir esse mesmo resultado.

Considerando isso, destaque provas sociais. Deixe em evidência que existem pessoas satisfeitas com aquilo que você tem a oferecer na sua loja. Avaliações e depoimentos ajudam a quebrar a barreira da desconfiança e ativar esse atalho mental, impulsionando usuários a se tornarem não apenas clientes, mas promotores da sua marca.

Heurística da Ancoragem

Ao falar de ancoragem, falamos de pontos de referência, de experiências iniciais que servem para introduzir uma base de comparação. Aplicando isso à realidade do seu e-commerce, é possível quebrar a objeção da compra por meio da precificação dos seus produtos. Por exemplo, oferecer primeiramente um produto com um preço elevado para, só então, apresentar os demais, é um jeito simples de enfatizar que há vários produtos com um bom preço — já que o valor mais alto foi a base de comparação.

Heurística do Afeto

Quanto mais próximos são os relacionamentos, maior é a tendência a tolerar e, principalmente, a apoiar tanto o discurso quanto ações de outrem. A coisa não é muito diferente quando o assunto é o seu e-commerce. Ao entender em qual fase está o relacionamento do usuário com a sua marca, é possível saber se é necessário investir mais em comunicar pontos importantes sobre o seu negócio. Se o posicionamento e o porquê de ser da sua marca estiverem claros, fica muito mais fácil criar conexões verdadeiras durante a experiência no seu e-commerce.

Para pôr em prática essas ou quaisquer outras heurísticas, é essencial compreender em quais etapas do processo de compra os usuários estão chegando à sua loja. Esse é o primeiro passo para identificar as principais barreiras a serem transpostas em cada etapa. Assim você conseguirá elaborar estratégias e escolher as técnicas ideais para ajudar o usuário, eliminando impedimentos e encurtando o trajeto para a conversão. Afinal, é nos detalhes da experiência que se constrói o caminho para conquistar mais lucratividade.

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Mercado Livre passa a ofertar produtos frescos em parceria com Mambo

O Mercado Livre anunciou na quinta-feira (7) que passará a oferecer produtos frescos em seu marketplace, em parceria com a rede de Supermercados Mambo. A partir da primeira quinzena de outubro, a empresa disponibilizará em sua plataforma itens perecíveis de açougue, hortifrúti, laticínios e congelados. Disponível inicialmente aos consumidores da zona oeste da capital paulista, a nova seção será ampliada progressivamente para toda cidade e Grande São Paulo.

Com esta ação, milhares de itens perecíveis e secos do Mambo irão somar aos mais de 60 mil produtos disponíveis na categoria de supermercado do Mercado Livre atualmente, que estão distribuídos entre as seções de Alimentos, Bebidas, Pets, Higiene e Limpeza, Bebês, entre outras.

A princípio, as entregas serão feitas na zona oeste de São Paulo. Imagem: Reprodução/Instagram

“Hoje damos mais um importante passo na nossa jornada de seguir encantando cada vez mais os nossos clientes em tudo o que desejam comprar. Estamos anunciando a entrada em itens perecíveis de supermercado. Não poderíamos estar mais satisfeitos, pois, além da comodidade e rapidez na entrega, estamos também entregando a qualidade e o sortimento do Mambo. Seguiremos avançando em democratizar o comércio e os serviços financeiros no Brasil e América Latina”, comenta Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a parceria, as entregas de produtos de supermercado do Mercado Livre serão feitas de forma híbrida. Os itens que estão inseridos no modelo Fulfillment — em que a companhia é responsável por todo o processo logístico do vendedor, desde o estoque até a entrega ao consumidor final — continuarão sendo enviados pela logística do Mercado Livre. Já os itens do Mambo serão entregues pela própria rede.

Expansão do Mambo no omnichannel

“A parceria com o Mambo não mudará a forma com que o consumidor faz as suas compras em nossa plataforma. Pelo contrário, vai ampliar ainda mais o nosso sortimento. A única diferença é que os produtos do Mambo serão entregues pela própria companhia. Já os demais itens de supermercado ofertados no Mercado Livre continuarão sendo entregues pela nossa logística própria”, complementa Maria Eduarda Cyreno, diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil

De acordo com Luciano Kleiman, COO do Supermercados Mambo, a parceria com o Mercado Livre é um pilar central na expansão omnichannel da rede, que irá triplicar o número de lojas físicas, potencializando a aceleração digital via canais próprios e parcerias.

Segundo ele, “a venda de perecíveis é a última fronteira na operação do e-commerce, pela alta complexidade em aspectos como temperatura, manuseio, embalagem, pesagem e processamento. Estamos orgulhosos por termos sido a primeira rede a oferecer perecíveis no Mercado Livre e levaremos nossa eficiência e qualidade aos detalhes à casa de cada um de nossos clientes. O objetivo é atender rapidamente a toda a Grande São Paulo, o que acontecerá de forma faseada nos próximos meses”.

Atualmente, as compras de supermercado do Mercado Livre são entregues em até 1 dia em mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% das entregas. Já 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da companhia, podem receber as suas encomendas no mesmo dia. As entregas em até 2 dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90% das entregas.

Leia também: Cade mantém aprovação de compra do Natural da Terra pela Americanas

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O Mercado Livre anunciou na quinta-feira (7) que passará a oferecer produtos frescos em seu marketplace, em parceria com a rede de Supermercados Mambo. A partir da primeira quinzena de outubro, a empresa disponibilizará em sua plataforma itens perecíveis de açougue, hortifrúti, laticínios e congelados. Disponível inicialmente aos consumidores da zona oeste da capital paulista, a nova seção será ampliada progressivamente para toda cidade e Grande São Paulo.

Com esta ação, milhares de itens perecíveis e secos do Mambo irão somar aos mais de 60 mil produtos disponíveis na categoria de supermercado do Mercado Livre atualmente, que estão distribuídos entre as seções de Alimentos, Bebidas, Pets, Higiene e Limpeza, Bebês, entre outras.

A princípio, as entregas serão feitas na zona oeste de São Paulo. Imagem: Reprodução/Instagram

“Hoje damos mais um importante passo na nossa jornada de seguir encantando cada vez mais os nossos clientes em tudo o que desejam comprar. Estamos anunciando a entrada em itens perecíveis de supermercado. Não poderíamos estar mais satisfeitos, pois, além da comodidade e rapidez na entrega, estamos também entregando a qualidade e o sortimento do Mambo. Seguiremos avançando em democratizar o comércio e os serviços financeiros no Brasil e América Latina”, comenta Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a parceria, as entregas de produtos de supermercado do Mercado Livre serão feitas de forma híbrida. Os itens que estão inseridos no modelo Fulfillment — em que a companhia é responsável por todo o processo logístico do vendedor, desde o estoque até a entrega ao consumidor final — continuarão sendo enviados pela logística do Mercado Livre. Já os itens do Mambo serão entregues pela própria rede.

Expansão do Mambo no omnichannel

“A parceria com o Mambo não mudará a forma com que o consumidor faz as suas compras em nossa plataforma. Pelo contrário, vai ampliar ainda mais o nosso sortimento. A única diferença é que os produtos do Mambo serão entregues pela própria companhia. Já os demais itens de supermercado ofertados no Mercado Livre continuarão sendo entregues pela nossa logística própria”, complementa Maria Eduarda Cyreno, diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil

De acordo com Luciano Kleiman, COO do Supermercados Mambo, a parceria com o Mercado Livre é um pilar central na expansão omnichannel da rede, que irá triplicar o número de lojas físicas, potencializando a aceleração digital via canais próprios e parcerias.

Segundo ele, “a venda de perecíveis é a última fronteira na operação do e-commerce, pela alta complexidade em aspectos como temperatura, manuseio, embalagem, pesagem e processamento. Estamos orgulhosos por termos sido a primeira rede a oferecer perecíveis no Mercado Livre e levaremos nossa eficiência e qualidade aos detalhes à casa de cada um de nossos clientes. O objetivo é atender rapidamente a toda a Grande São Paulo, o que acontecerá de forma faseada nos próximos meses”.

Atualmente, as compras de supermercado do Mercado Livre são entregues em até 1 dia em mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% das entregas. Já 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da companhia, podem receber as suas encomendas no mesmo dia. As entregas em até 2 dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90% das entregas.

Leia também: Cade mantém aprovação de compra do Natural da Terra pela Americanas

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Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia

As vendas totais nas PMEs (pequenas e médias empresas) aumentaram 4,5% ao ano até agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, enquanto as vendas no comércio eletrônico aumentaram 31,4%. Os dados fazem parte do relatório Recovery Insights: Small Business Reset, da Mastercard, realizado em mercados em todo o mundo.

Segundo o relatório, as vendas em PMEs (pequenas e médias empresas ficaram para trás das empresas maiores em até 20 pontos percentuais no pico da crise. No entanto, os gastos apresentaram uma recuperação em 2021.

Com base no novo índice do Mastercard Economics Institute* de desempenho de pequenas empresas em atividades de vendas agregadas e anonimizadas dentro da rede Mastercard, o relatório identifica várias tendências importantes:

Fechamento

Globalmente, as pequenas empresas que fecharam as portas no início da pandemia tinham uma probabilidade três vezes maior do que empresas grandes de permanecerem fechadas no longo prazo. Um terço das pequenas empresas que fecharam as portas em abril de 2020 permaneceram fechadas após seis meses, e cerca de um quinto delas ainda estavam fechadas após 12 meses. A situação variou dependendo do local: nos EUA, aproximadamente um em cada quatro pequenos varejistas (26%) permaneceu fechado após 6 meses, contra aproximadamente um em cada 12 grandes varejistas. No Brasil, essa proporção foi um pouco maior (28%).

Localização

Os gastos em PMEs varejistas em regiões comerciais centrais caíram 33% em comparação com 2019, enquanto as vendas nos pequenos varejistas suburbanos cresceram 8%. À medida que turistas e trabalhadores permanecem mais próximos de casa, pequenas empresas em bairros comerciais sofrem com a queda nas vendas.

E-commerce

Após os fechamentos, o número de empresas que migraram para o online a cada mês foi três vezes maior do que nos níveis pré-pandêmicos, com um pico em julho de 2020. Isso reflete o aumento da demanda por um canal de vendas online, bem como o ligeiro atraso depois que os lockdowns começaram a trazer isso para a realidade. A mudança para o digital persiste, desde então, em um nível elevado globalmente. No Brasil, por exemplo, o número de empresas que fizeram essa migração em 2020 cresceu 208% em comparação com a quantidade registrada em 2019.

Empreendedorismo

Um terço a mais de pequenos varejistas abriram suas portas em 2020 do que em 2019, um número quase 8 vezes maior que o da criação de empresas maiores. Esta tendência de uma considerável criação de novas PMEs em 2020 é refletida em todo o mundo: Reino Unido (+101%), EUA (+86%), Austrália (+73%), Alemanha (+62%), Canadá (58%), Brasil (+35%) e África do Sul (+13%).

Setores

Restaurantes e Hospedagem: pequenas empresas de hospedagem superaram as grandes por uma ampla margem durante os verões de 2020 e 2021. Nos destinos para os quais as pessoas estão viajando, a tendência de permanecer localmente beneficiou pequenas empresas de hospedagem e atingiram os grandes hotéis. Com os restaurantes foi uma história diferente, com restaurantes PME perdendo dos grandes globalmente em termos de desempenho por aproximadamente 17 pontos percentuais até o momento em 2021.

“O apoio às empresas de bairro têm sido um ponto de atração em toda a pandemia. No entanto, os desafios enfrentados foram muito reais, devido à sua dependência dos mercados locais, cadeias de fornecimento locais e fluxos de caixa mais apertados”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e diretor do Mastercard Economics Institute. “Mas vemos oportunidades mais brilhantes pela frente. A mudança para o digital abriu as portas para o lado bom da pandemia: um ressurgimento do empreendedorismo e da inovação”.

Você pode acessar aqui a versão completa do Recovery Insights: Small Business Reset. Este é o quinto relatório da série de Recovery Insights; outros relatórios podem ser encontrados aqui.

Leia também: BC adia para junho de 2022 prazo para decisão sobre estrutura definitiva do open banking

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As vendas totais nas PMEs (pequenas e médias empresas) aumentaram 4,5% ao ano até agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, enquanto as vendas no comércio eletrônico aumentaram 31,4%. Os dados fazem parte do relatório Recovery Insights: Small Business Reset, da Mastercard, realizado em mercados em todo o mundo.

Segundo o relatório, as vendas em PMEs (pequenas e médias empresas ficaram para trás das empresas maiores em até 20 pontos percentuais no pico da crise. No entanto, os gastos apresentaram uma recuperação em 2021.

Com base no novo índice do Mastercard Economics Institute* de desempenho de pequenas empresas em atividades de vendas agregadas e anonimizadas dentro da rede Mastercard, o relatório identifica várias tendências importantes:

Fechamento

Globalmente, as pequenas empresas que fecharam as portas no início da pandemia tinham uma probabilidade três vezes maior do que empresas grandes de permanecerem fechadas no longo prazo. Um terço das pequenas empresas que fecharam as portas em abril de 2020 permaneceram fechadas após seis meses, e cerca de um quinto delas ainda estavam fechadas após 12 meses. A situação variou dependendo do local: nos EUA, aproximadamente um em cada quatro pequenos varejistas (26%) permaneceu fechado após 6 meses, contra aproximadamente um em cada 12 grandes varejistas. No Brasil, essa proporção foi um pouco maior (28%).

Localização

Os gastos em PMEs varejistas em regiões comerciais centrais caíram 33% em comparação com 2019, enquanto as vendas nos pequenos varejistas suburbanos cresceram 8%. À medida que turistas e trabalhadores permanecem mais próximos de casa, pequenas empresas em bairros comerciais sofrem com a queda nas vendas.

E-commerce

Após os fechamentos, o número de empresas que migraram para o online a cada mês foi três vezes maior do que nos níveis pré-pandêmicos, com um pico em julho de 2020. Isso reflete o aumento da demanda por um canal de vendas online, bem como o ligeiro atraso depois que os lockdowns começaram a trazer isso para a realidade. A mudança para o digital persiste, desde então, em um nível elevado globalmente. No Brasil, por exemplo, o número de empresas que fizeram essa migração em 2020 cresceu 208% em comparação com a quantidade registrada em 2019.

Empreendedorismo

Um terço a mais de pequenos varejistas abriram suas portas em 2020 do que em 2019, um número quase 8 vezes maior que o da criação de empresas maiores. Esta tendência de uma considerável criação de novas PMEs em 2020 é refletida em todo o mundo: Reino Unido (+101%), EUA (+86%), Austrália (+73%), Alemanha (+62%), Canadá (58%), Brasil (+35%) e África do Sul (+13%).

Setores

Restaurantes e Hospedagem: pequenas empresas de hospedagem superaram as grandes por uma ampla margem durante os verões de 2020 e 2021. Nos destinos para os quais as pessoas estão viajando, a tendência de permanecer localmente beneficiou pequenas empresas de hospedagem e atingiram os grandes hotéis. Com os restaurantes foi uma história diferente, com restaurantes PME perdendo dos grandes globalmente em termos de desempenho por aproximadamente 17 pontos percentuais até o momento em 2021.

“O apoio às empresas de bairro têm sido um ponto de atração em toda a pandemia. No entanto, os desafios enfrentados foram muito reais, devido à sua dependência dos mercados locais, cadeias de fornecimento locais e fluxos de caixa mais apertados”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e diretor do Mastercard Economics Institute. “Mas vemos oportunidades mais brilhantes pela frente. A mudança para o digital abriu as portas para o lado bom da pandemia: um ressurgimento do empreendedorismo e da inovação”.

Você pode acessar aqui a versão completa do Recovery Insights: Small Business Reset. Este é o quinto relatório da série de Recovery Insights; outros relatórios podem ser encontrados aqui.

Leia também: BC adia para junho de 2022 prazo para decisão sobre estrutura definitiva do open banking

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