Situação financeira da pequena indústria piora pelo segundo trimestre consecutivo

Índice elaborado pela CNI caiu 1,4 ponto entre janeiro e março 

Índice da CNI mede a avaliação dos empresários sobre finanças, lucro operacional e acesso ao crédito

A situação financeira das pequenas indústrias piorou pelo segundo trimestre consecutivo, mostra levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na passagem do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre de 2025, o indicador que mede a avaliação dos empresários sobre as finanças, margem de lucro operacional e facilidade de acesso ao crédito caiu 1,4 ponto, de 42 pontos para 40,6 pontos. O índice de situação financeira das indústrias de pequeno porte já havia recuado 0,8 ponto entre o terceiro e o quarto trimestres do ano passado. A queda observada na pesquisa mais recente é, portanto, quase o dobro da anterior. O indicador vai de 0 a 100. Quanto menor, pior é a avaliação da situação financeira pelas pequenas indústrias.

Assim como a situação financeira, o desempenho das pequenas indústrias caiu no entre janeiro e março, em relação ao mesmo intervalo do ano anterior. O indicador recuou 2,1 pontos, passando de 46,8, pontos para 44,7 pontos. A queda é usual para o período e o índice mostra desempenho parecido com o do 1º trimestre de 2024, quando registrou 44,3 pontos. O indicador pondera volume de produção, utilização da capacidade instalada efetiva em relação ao usual e evolução do número de empregados.

Confiança da pequena indústria cai pelo quinto mês seguido
Em abril, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) das indústrias de pequeno porte caiu de 46,5 pontos para 45,6 pontos. O ICEI ficou abaixo dos 50 pontos pelo quinto mês consecutivo, sugerindo que os empresários do segmento estão sem confiança. Desde outubro do ano passado, o indicador acumula perda de 6,4 pontos. Segundo o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a principal explicação para a queda dos indicadores da pequena indústria nos últimos meses é a elevação da Selic. “Não à toa, a piora da situação financeira e da confiança começou logo após o início do ciclo de elevação da taxa de juros. Até então, o setor apresentava dados bastante positivos, com demanda e atividade aquecidas, mas isso foi se enfraquecendo desde o fim do ano passado”, pontua.

O índice de perspectivas da indústria de pequeno porte, que captura as expectativas dessas empresas com relação ao desempenho de seus próprios negócios, caiu 0,5 ponto em abril, para 47,7 pontos. O patamar é inferior ao observado no mesmo mês do ano passado – quando se situava em 49,2 pontos –, o que demonstra que as pequenas indústrias estão mais pessimistas.

Índice elaborado pela CNI caiu 1,4 ponto entre janeiro e março 

Indústria nacional avança 1,2% em março

É a maior taxa desde junho de 2024

O mês de março se caracterizou por um maior dinamismo após cinco meses de menor intensidade

A produção industrial brasileira cresceu 1,2% na passagem de fevereiro para março, após registrar 0,0% em fevereiro e 0,1% em janeiro de 2025. Este é o maior crescimento desde junho de 2024 (4,3%). Em relação a março de 2024, a indústria teve crescimento de 3,1% na sua produção, décimo resultado positivo seguido e o mais intenso desde outubro de 2024 (6,0%). No ano, acumula alta de 1,9% e, em 12 meses, expansão de 3,1%. Com esses resultados, a indústria se encontra 2,8% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 14,4% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM – Brasil), divulgada pelo IBGE.

“O mês de março se caracterizou por um maior dinamismo após cinco meses de menor intensidade. O maior ritmo verificado em março de 2025 foi caracterizado não só pela maior intensidade do resultado, mas também pelo perfil disseminado de taxas positiva”, explica André Macedo, gerente da PIM Brasil. De fevereiro para março, três das quatro grandes categorias econômicas e 16 dos 25 ramos industriais pesquisados tiveram expansão na produção. As principais influências positivas vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,4%), indústrias extrativas (2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (4,0%).

De acordo com Macedo, “a explicação para o resultado desse mês passa pela combinação de meses sem crescimento relevante mais setores importantes recuperando perdas de meses anteriores”. Por outro lado, entre as nove atividades que apontaram queda na produção, produtos químicos (-2,1%) e produtos alimentícios (-0,7%) exerceram os principais impactos na média da indústria, com a primeira eliminando o avanço de 2% registrado no mês anterior; e a segunda voltando a recuar após acumular expansão de 3,7% no período dezembro de 2024-fevereiro de 2025. No sentido inverso, o segmento bens de capital (-0,7%) assinalou o único resultado negativo em março de 2025.

É a maior taxa desde junho de 2024

Empresas de capital aberto tiveram aumento médio de receita de 7,7%

Estudo da PwC Brasil analisou 348 companhias em diferentes níveis de governança

Empresas com ações em bolsa demonstraram resiliência e eficiência operacional, aponta a PwC Brasil

Uma análise da PwC Brasil revela que a receita líquida das empresas de capital aberto no Brasil aumentou, em média, 7,7% no ano passado quando comparadas a 2023, com destaque para os setores como água e saneamento (28,4%), serviços diversos (28,4%), material de transporte (20,5%), construção civil (19,3%), madeira e papel (16,6%) e transporte (14,6%). Em termos reais, a receita líquida elevou, em média 2,8% acima da inflação para o ano de 2024.

Em termos de rentabilidade, na média geral, o levantamento revela aumento de margem operacional de 14 pontos percentuais, de 33,1% em 2023 para 47,2% neste ano. Na média geral, as despesas financeiras aumentaram em 74,9% no ano, potencialmente pelos efeitos de aumento das taxas de juros e câmbio. Ainda assim, na média e em termos nominais, o lucro líquido permanece praticamente estável. “Ou seja, as empresas conseguiram compensar o cenário financeiro mais desafiador com eficiência operacional”, comenta Alessandro Marchesino, sócio e líder de mercado de capitais da PwC Brasil.

Em relação ao endividamento das empresas, na média, a dívida bruta total aumentou 19,7%. Houve também um leve aumento do índice de dívida bruta sobre o total do ativo, de 37,7% para 40,1%. No entanto, observa-se desalavancagem importante em alguns setores, como comércio (de 23,7% para 17,2%), serviços diversos (de 38,8% para 32,4%), telecomunicações (de 30,5% para 27,9%) e construção civil (de 29,3% para 27,7%). “Trata-se de uma boa notícia, pois as empresas demonstraram resiliência”, contextualiza Marchesino.

Estudo da PwC Brasil analisou 348 companhias em diferentes níveis de governança

Brasil pode zerar emissões até 2040

Projeção é do cientista Carlos Nobre

Nobre vê urgência de transição para matriz energética 100% limpa

No segundo dia da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, em Brasília, o climatologista Carlos Nobre abriu a programação com uma palestra magna sobre mudanças climáticas. Em sua exposição, o cientista antecipou dados de um estudo em andamento, no qual constata que o Brasil é capaz de zerar as emissões de gases do efeito estufa até 2040. Segundo ele, são necessárias transições para uma matriz energética 100% limpa, agricultura neutra em carbono, emissões negativas a partir do uso adequado da terra e restauração em grande escala.

“O Brasil tem total potencial para ter 100% de energia limpa e renovável e, até 2040, com agricultura muito mais neutra em carbono, grande restauração florestal. Nosso estudo aponta que podemos remover até 600 milhões de toneladas de CO2 por ano, a partir de 2040, restaurando os biomas”, diz o climatologista. O cientista destacou que os efeitos dessas medidas, além de ir além do enfrentamento à urgência climática, poderiam garantir mais qualidade de vida às populações. “Caso vocês não saibam, a queima dos combustíveis fósseis gera poluentes em todas as cidades do mundo. Quantas pessoas morrem devido à poluição urbana no mundo? Seis a sete milhões de pessoas por ano.”

Nobre destacou que, em 2022, o Brasil era o quinto maior emissor do planeta, com o despejo de 11 toneladas de gases do efeito estufa por pessoa ao ano. Na comparação com outros grandes emissores, a China emitia na época 10,5 toneladas por pessoa, a Índia, 2 toneladas e Estados Unidos 16,5 toneladas por pessoa ao ano. De acordo com ele, o Brasil vem melhorando esse quadro, mas, com as políticas do governo atual, como restauração de 12 milhões de hectares e a meta de zerar o desmatamento de todos os biomas até 2030, o país ainda terá emissão de 1,2 bilhão de toneladas de CO2 equivalente, caso seja mantido o uso de energia fóssil e agropecuária de alta emissão.

Consequências
Sem medidas mais enfáticas de enfrentamento à urgência climática, Carlos Nobre mostra que haverá consequências graves, como o branqueamento de corais, que põe em risco 25% de toda biodiversidade oceânica, a intensificação do aquecimento global, com indicativo de desaparecimento de 99% das espécies, caso o planeta ultrapasse 2 graus acima do período industrial. Outras consequências desastrosas destacadas pelo climatologista são o descongelamento de terras com água sólida, responsáveis pela retenção de uma quantidade gigantesca de metano e gás carbônico. “Se passar de 2 graus, nós vamos liberar mais de 200 bilhões de toneladas de metano e gás carbônico. O metano é um gás muito poderoso do efeito estufa, 30 vezes mais forte que o gás carbônico”, explica.

Com ABR 

Projeção é do cientista Carlos Nobre

Fed não altera juros nos Estados Unidos

Comitê declarou que a inflação permanece relativamente elevada

“A incerteza quanto às perspectivas econômicas aumentou ainda mais”, revelam os membros do Fed, que é liderado por Jerome Powell (na foto, ao centro)

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), principal órgão do Fed, o Banco Central norte-americano, responsável pela política monetária, decidiu manter nesta quarta-feira (7) a meta para a taxa básica de juros entre 4,25% e 4,5% ao ano. “Embora as oscilações nas exportações líquidas tenham afetado os dados, indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em ritmo sólido. A taxa de desemprego se estabilizou em um nível baixo nos últimos meses e as condições do mercado de trabalho permanecem sólidas. A inflação permanece relativamente elevada”, listam os membros do colegiado no comunicado anunciado após o encontro.

“A incerteza quanto às perspectivas econômicas aumentou ainda mais. O Comitê está atento aos riscos para ambos os lados de seu duplo mandato e avalia que os riscos de aumento do desemprego e da inflação aumentaram”, apontam. Os membros do FOMC também afirmaram que a autoridade monetária continuará reduzindo seus investimentos em títulos do Tesouro, títulos de dívida de agências e títulos lastreados em hipotecas de agências.

Comitê declarou que a inflação permanece relativamente elevada

Apple estuda trocar o Google por buscas com inteligência artificial no Safari

A Apple está estudando uma mudança importante no Safari, seu navegador para iPhones, iPads e Macs. A ideia é trazer ferramentas de busca baseadas em inteligência artificial (IA), que funcionariam de forma diferente das buscas tradicionais que usamos hoje com o Google. A possível mudança acontece num momento em que o acordo bilionário entre Apple […]A Apple está estudando uma mudança importante no Safari, seu navegador para iPhones, iPads e Macs. A ideia é trazer ferramentas de busca baseadas em inteligência artificial (IA), que funcionariam de forma diferente das buscas tradicionais que usamos hoje com o Google. A possível mudança acontece num momento em que o acordo bilionário entre Apple […]

Ações da Alphabet caem após Apple sugerir que IA será o futuro da busca

As ações da Alphabet, empresa dona do Google, despencaram mais de 8% nesta quarta-feira (7) após uma declaração impactante de Eddy Cue, vice-presidente sênior de serviços da Apple. Em depoimento à Justiça dos Estados Unidos, Cue afirmou acreditar que os buscadores com inteligência artificial estão a caminho de substituir os mecanismos de busca tradicionais — […]As ações da Alphabet, empresa dona do Google, despencaram mais de 8% nesta quarta-feira (7) após uma declaração impactante de Eddy Cue, vice-presidente sênior de serviços da Apple. Em depoimento à Justiça dos Estados Unidos, Cue afirmou acreditar que os buscadores com inteligência artificial estão a caminho de substituir os mecanismos de busca tradicionais — […]

Google investe em energia nuclear para sustentar o crescimento da inteligência artificial

huge cooling towers in nuclear power plantO Google anunciou que vai financiar o desenvolvimento de três usinas nucleares em parceria com a empresa americana Elementl Power. A decisão tem como objetivo garantir o fornecimento de energia limpa e contínua para suprir a crescente demanda dos centros de dados que alimentam os sistemas de inteligência artificial da empresa. O investimento do Google […]O Google anunciou que vai financiar o desenvolvimento de três usinas nucleares em parceria com a empresa americana Elementl Power. A decisão tem como objetivo garantir o fornecimento de energia limpa e contínua para suprir a crescente demanda dos centros de dados que alimentam os sistemas de inteligência artificial da empresa. O investimento do Google […]

Microsoft adota padrão do Google para fazer IAs conversarem entre si

A Microsoft anunciou que vai adotar o novo protocolo aberto do Google chamado Agent2Agent (A2A), uma tecnologia que permite que agentes de inteligência artificial se comuniquem e colaborem entre si, mesmo quando estão em plataformas, aplicativos ou serviços diferentes. Na prática, o que isso significa? Imagine que você tenha um assistente virtual da Microsoft organizando […]A Microsoft anunciou que vai adotar o novo protocolo aberto do Google chamado Agent2Agent (A2A), uma tecnologia que permite que agentes de inteligência artificial se comuniquem e colaborem entre si, mesmo quando estão em plataformas, aplicativos ou serviços diferentes. Na prática, o que isso significa? Imagine que você tenha um assistente virtual da Microsoft organizando […]

A história da troca de bolos entre Google, Microsoft e Mozilla

No mundo da tecnologia, onde rivalidades costumam ser marcadas por disputas acirradas, existiu uma tradição peculiar — e adoravelmente humana — entre gigantes como Google, Microsoft e Mozilla: a troca de bolos sempre que um novo navegador era lançado. Entre 2006 e 2022, essa prática simbolizava um raro momento de respeito e celebração mútua entre […]No mundo da tecnologia, onde rivalidades costumam ser marcadas por disputas acirradas, existiu uma tradição peculiar — e adoravelmente humana — entre gigantes como Google, Microsoft e Mozilla: a troca de bolos sempre que um novo navegador era lançado. Entre 2006 e 2022, essa prática simbolizava um raro momento de respeito e celebração mútua entre […]

Receita líquida da Marcopolo avança 68% no primeiro trimestre

Companhia também se destacou nas exportações a partir do Brasil

Entrega do modelo elétrico Attivi foi um dos destaques do trimestre

A produção total da Marcopolo no primeiro trimestre foi de 3.294 unidades, crescimento de 1% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Do total, 2.748 unidades foram feitas no Brasil e 546 unidades fabricadas no exterior. O desempenho no período resultou em uma receita líquida de R$ 1,7 bilhão, incremento de 1,3% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Entre janeiro e março, a companhia registrou lucro bruto consolidado de R$ 384,3 milhões, com margem de 22,9%, contra R$ 385,3 milhões e margem de 23,3% no primeiro trimestre de 2024.

Até março, o mix de vendas da companhia se concentrou em modelos rodoviários dedicados ao fretamento, veículos urbanos leves, micro-ônibus e Volares. Como destaque, a Marcopolo realizou a entrega de 32 carrocerias Attivi – modelo elétrico – para a cidade de São Paulo, parte de um lote maior que deve seguir com volumes adicionais ao longo deste ano. A companhia sediada em Caxias do Sul (RS) se destacou na atuação internacional, com o crescimento de mercados relevantes, como a Argentina (Metalsur), com oportunidades de negócios no segmento de veículos rodoviários. Enquanto Austrália (Volgren), México (Polomex) e África do Sul (MASA) seguiram com boas oportunidades de negócios.

“Enxergamos boas oportunidades para o ano, com o crescimento de entregas de produtos com maior valor agregado, já a partir deste segundo trimestre. Aliado a isso, seguiremos em busca de negócios focados na descarbonização dos transportes, além de investimentos internos em automação industrial e melhorias em produtos já existentes”, pontua Pablo Motta, CFO da Marcopolo. O programa federal Caminho da Escola também afetou positivamente a performance dos segmentos de micro-ônibus e Volare. No primeiro trimestre, foram entregues 692 veículos, sendo 523 micro-ônibus e 169 modelos Volare, que contemplam a licitação realizada em 2023. “Nossa expectativa é de que as entregas se mantenham constantes ao longo do ano. Esse ritmo de entregas contribuiu com o desempenho da companhia até março”, destaca Motta.

A Marcopolo é a 34ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Companhia também se destacou nas exportações a partir do Brasil

Cooperativas catarinenses faturam R$ 91,2 bilhões

As sobras avançaram 55,1% e chegaram a R$ 5,5 bilhões

Estudos da Ocesc projetam uma vigorosa expansão do sistema cooperativista catarinense para o próximo triênio

O cooperativismo surgiu em Santa Catarina há mais de 130 anos e se transformou em um modelo de negócio que movimenta R$ 91,2 bilhões por ano. O balanço do setor foi levantado pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) junto às 235 cooperativas associadas e anunciado nesta quarta-feira (30) em Florianópolis pelo presidente Vanir Zanatta e pelo superintendente Ricardo Miotto Ternus. O crescimento das receitas, em 2024, foi de 7%, acima, portanto da expansão do PIB brasileiro no mesmo período (3,4%).

As sobras (lucros) avançaram 55,1% e chegaram a R$ 5,5 bilhões, valores que serão destinados a investimentos, fundos estatutários e rateio entre os associados. Um dos dados mais relevantes do levantamento é a expansão do número de cooperados que cresceu 9,8% no ano passado com o ingresso de mais de 419 mil pessoas no quadro das cooperativas. No conjunto, as cooperativas reúnem, agora, 4,7 milhões de catarinenses, o que representa 58% da população barriga-verde.

As que mais atraíram novos associados foram as cooperativas de crédito que têm atualmente 3,6 milhões de cooperados, as de infraestrutura que atuam em distribuição de energia elétrica (464.114 pessoas), as de consumo (430.339) e as agropecuárias (84.069). As cooperativas de saúde têm 15.280 associados e, as de transporte, 2.901 cooperados. As cooperativas do agronegócio foram, novamente, as mais expressivas na geração de empregos diretos e de receita operacional bruta, respondendo por 62,5% dos postos de trabalho e também por 63,2% das receitas globais do universo cooperativista.

As exportações das cooperativas catarinenses atingiram R$ 11,6 bilhões no ano passado com aumento de 17% e foram suportadas, basicamente, pelo agronegócio. O presidente da Ocesc prevê que continuará expressiva a participação das cooperativas nas exportações do agronegócio, que respondem por cerca de 30% do PIB catarinense e por 70% das vendas catarinenses no exterior, decorrente da imensa presença das cooperativas nas cadeias produtivas de grãos, leite, suínos e aves.

Estudos da Ocesc projetam uma vigorosa expansão do sistema cooperativista catarinense para o próximo triênio em três esferas: faturamento, número de cooperados e geração de empregos diretos. A receita operacional bruta crescerá para R$ 111,5 bilhões em 2026, chegando a R$ 123,3 bilhões no ano seguinte, com 35,2% de crescimento. Já o quadro social aumentará 34,7%, atingido 6,3 milhões de associados em 2027.

As sobras avançaram 55,1% e chegaram a R$ 5,5 bilhões

Lucro da Weg sobe 16,4% até março

A empresa de Jaraguá do Sul faturou 25,5% mais no mesmo período

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A receita operacional líquida da Weg alcançou R$ 10 bilhões no primeiro trimestre do ano, valor 25,5% superior ao mesmo intervalo do ano passado. O lucro, por sua vez, avançou 16,4%, para R$ 1,3 bilhão (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem). A Weg relata que teve boa demanda pelos seus produtos e serviços, fruto em especial da dinâmica positiva dos negócios de ciclo longo, além da contribuição das últimas aquisições realizadas recentemente.

“No Brasil observamos o crescimento da receita, suportado pela área de geração, transmissão e distribuição de energia, com destaque para a concentração de negócios de geração solar neste trimestre e a continuidade de entrega dos projetos de transmissão e distribuição. Adicionalmente, tivemos a contribuição dos negócios de motores comerciais e Appliance e equipamentos eletroeletrônicos industriais de ciclo curto, como motores elétricos de baixa tensão e produtos seriados de automação”, detalha a companhia de Jaraguá do Sul (SC) em seu relatório trimestral.

No mercado externo a empresa catarinense obteve mais um trimestre com bom desempenho da área de geração, transmissão e distribuição de energia, onde os negócios de transmissão e distribuição na América do Norte continuaram a apresentar evolução importante. Na área de equipamentos eletroeletrônicos industriais, a Web observou manutenção da demanda dos produtos em segmentos importantes como de óleo, gás e mineração. “Apesar do momento incerteza no cenário geopolítico atual, continuamos confiantes em nosso modelo de negócio, sustentado por uma visão de longo prazo, presença global e diversificação de produtos e soluções. Essa combinação, somada a exposição a negócios com boas perspectivas de longo prazo, ajudam a mitigar riscos em momentos de oscilação”, declara a companhia.

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

A empresa de Jaraguá do Sul faturou 25,5% mais no mesmo período

Material 3 Expressive: conheça o novo visual do Android vazado pelo próprio Google

Um deslize do próprio Google acabou revelando por acidente o que pode ser a próxima grande mudança visual do Android: o Material 3 Expressive. A informação veio à tona através de um post publicado — e logo apagado — no blog oficial da empresa, mas que foi flagrado pelo site 9to5Google. De acordo com a […]Um deslize do próprio Google acabou revelando por acidente o que pode ser a próxima grande mudança visual do Android: o Material 3 Expressive. A informação veio à tona através de um post publicado — e logo apagado — no blog oficial da empresa, mas que foi flagrado pelo site 9to5Google. De acordo com a […]

NotebookLM agora resume seus conteúdos em áudio e em português

O Google anunciou uma grande novidade para quem usa o NotebookLM: a partir de agora, os Resumos de Áudio também estão disponíveis em português brasileiro. O que significa que os usuários poderão ouvir resumos dos seus próprios materiais, com narração feita por apresentadores de inteligência artificial, facilitando o aprendizado de temas complexos e tornando o […]O Google anunciou uma grande novidade para quem usa o NotebookLM: a partir de agora, os Resumos de Áudio também estão disponíveis em português brasileiro. O que significa que os usuários poderão ouvir resumos dos seus próprios materiais, com narração feita por apresentadores de inteligência artificial, facilitando o aprendizado de temas complexos e tornando o […]