Como a Gerdau molda a inovação

Durante a primeira edição do Gerdau Innovation Day, empresa detalhou suas estratégias de inovação e discutiu desafios do setor ao lado de parceiros e líderes do ecossistema

Transformação cultural, inovação aberta e conexões estratégicas foram temas do painel com Elder Rapachi (Gerdau), Daniel Randon (Randoncorp) e mediação de Carolina Cavalheiro (Instituto Caldeira)

Na véspera da abertura do South Summit Brazil 2025, a Gerdau promoveu um encontro que expôs em detalhes as engrenagens por trás de sua estratégia de inovação. Realizada no Instituto Caldeira, em Porto Alegre, a primeira edição do Gerdau Innovation Day reuniu representantes da própria companhia, de startups, hubs de inovação, outras grandes empresas e do poder público para debater modelos de crescimento, cultura empreendedora e colaboração entre diferentes atores do ecossistema. A escolha do local, por si só, já foi carregada de simbolismo: o Caldeira foi um dos pontos mais afetados pelas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul no ano passado. Mesmo assim, foi justamente nesse espaço — que hoje abriga mais de 130 empresas e já acelerou mais de 300 startups — que a Gerdau decidiu abrir a semana do South Summit. Como se antecipasse as discussões que ocorreriam ali, a escolha revela que inovação, resiliência e reconstrução se complementam. Confira, a seguir, os destaques do evento.

Alianças para enfrentar desafios
O primeiro painel do evento abordou a importância da articulação entre grandes empresas, hubs e startups para promover soluções inovadoras e acelerar transformações. A conversa foi mediada por André Gerdau, vice-presidente do conselho de administração da companhia, e contou com a participação de Pedro Valério, diretor executivo do Instituto Caldeira, e Sergio Finger, CEO da Trashin, startup que atua na cadeia de gestão de resíduos com foco em economia circular. Pedro lembrou que o Caldeira nasceu em 2020 como um projeto coletivo de grandes empresas do estado e cresceu rapidamente, mesmo enfrentando dois grandes eventos extremos. “Hoje, somos talvez o primeiro hub de inovação do mundo que nasceu numa pandemia e sobreviveu a uma enchente”, disse. A instituição, que ocupa atualmente dois prédios no Quarto Distrito de Porto Alegre, projeta expansão de 33 mil metros quadrados destinados à nova economia. 

Sergio, por sua vez, compartilhou os bastidores da criação da Trashin e como a conexão com o Caldeira e com a Gerdau foi essencial para profissionalizar e escalar o negócio. “Nosso desafio era trazer rastreabilidade e dados para um setor ainda muito analógico. Com apoio do ecossistema, conseguimos acelerar isso e hoje atuamos em todo o Brasil”, contou. Segundo ele, o apoio de grandes empresas tem sido decisivo para abrir portas e criar um ambiente propício para inovação de impacto. Já André Gerdau destacou que o papel da empresa é justamente ajudar a traduzir linguagens. “A startup fala um idioma, a grande empresa outro, o investidor um terceiro. Precisamos de pontes. E o que importa, no fim, é gerar negócio. Inovação só se sustenta quando vira resultado”, afirmou.

Da ideia à escala
O segundo painel reuniu Elder Rapachi, diretor executivo da Gerdau Next, e Daniel Randon, presidente da Randoncorp, com mediação de Carolina Cavalheiro, do Instituto Caldeira. A conversa girou em torno dos caminhos para transformar ideias em negócios de fato — e da importância da governança, da cultura e da definição clara de prioridades nesse processo. Elder destacou que a criação da Gerdau Next, em 2020, foi um movimento necessário diante da transformação cultural que a companhia já vinha vivendo desde 2013. “Tínhamos clareza de que precisávamos criar uma estrutura específica para desenvolver novos negócios e lidar com inovação aberta. A Gerdau Next nasce com esse foco, e hoje atua com investimentos, parcerias e criação de novas empresas a partir de teses estratégicas”, explicou. Segundo ele, o grupo mantém cinco teses prioritárias: construção civil, mobilidade, sustentabilidade, digitalização e energia. A partir delas, avalia startups e projetos em que vale a pena investir, sempre com o cuidado de manter um portfólio alinhado à cultura da Gerdau e à sua capacidade de execução. “A arte de dizer não é parte do processo. A gente aprende a não se desviar daquilo que faz sentido pra nós”, disse Elder.

Daniel Randon compartilhou um caso emblemático: a criação de uma joint venture com a Gerdau para locação de veículos da chamada “linha amarela” — escavadeiras, tratores e outros equipamentos pesados. O negócio surgiu de uma conversa informal em um programa de aceleração, ganhou tração com alinhamento cultural e foi selado em um churrasco entre os sócios. “Foi um sonho antigo que se tornou possível porque as duas empresas tinham uma visão parecida de futuro, propósito e ESG. A confiança foi o principal ativo.” Além dos investimentos, as empresas têm apostado em programas de formação e aceleração de startups.  

Grandes palcos, grandes marcas
Ao longo do dia, dois painéis distintos abordaram os bastidores de eventos com alcance global e exigência operacional de alto nível: o Rock in Rio e a Fórmula 1 — ambos apoiados pela Gerdau. Luis Justo, CEO da Rock World, compartilhou os aprendizados do festival em um painel exclusivo. Já Francisco Matos, diretor executivo da Fórmula 1, participou de uma conversa ao lado de Pedro Torres, diretor global de comunicação, marca e relações institucionais da Gerdau. Justo explicou como o Rock in Rio criou, ao longo dos anos, uma metodologia de gestão da experiência do público que parte de escutas constantes e ativações práticas. “A gente tem uma equipe com bloquinhos no bolso, registrando sugestões e reconhecendo quem ajuda a construir a experiência coletiva. É uma forma de nos mantermos conectados com o que acontece no chão do evento”, contou. A Gerdau, além de patrocinadora, é responsável por parte da estrutura da Cidade do Rock — incluindo palcos e instalações construídas com aço reciclado e reciclável. A parceria com o festival foi firmada em 2022, com foco na sustentabilidade e na aproximação com novos públicos. “É uma vitrine importante para a marca, mas também um ambiente de aprendizado sobre operação em larga escala e conexão emocional com o consumidor”, resumiu Torres.

Já Francisco Matos destacou que, na Fórmula 1, a Gerdau passou a ter papel ativo na infraestrutura da etapa brasileira do campeonato, especialmente em locais de alta visibilidade. “Neste ano, vamos revitalizar áreas nobres do autódromo, como a torre da bandeirada e os semáforos de largada e chegada, todos com aço Gerdau. É um produto brasileiro, de altíssimo padrão, ganhando visibilidade global”, explicou. Ele lembrou que, por se tratar de um evento com padrões internacionais rígidos, inovar na Fórmula 1 exige tanto capacidade técnica quanto sensibilidade cultural. “Mesmo com todas as normas, o Brasil consegue imprimir um jeito próprio, uma leveza que o público e os próprios pilotos valorizam. E a Gerdau tem se integrado muito bem a isso”, refletiu Matos. A partir desta semana e ao longo dos próximos dois meses, os passageiros que passarem pelo saguão de embarque e desembarque do aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, terão a oportunidade de admirar de perto uma réplica em tamanho real de um carro de Fórmula 1, construída com 1,4 tonelada de sucata metálica, seguindo as medidas oficiais da competição.

Moldando o futuro
O encerramento do Gerdau Innovation Day teve como foco as transformações tecnológicas em curso e como as empresas podem se preparar para um futuro em que as mudanças são cada vez mais rápidas e, muitas vezes, assimétricas. O painel final reuniu Gustavo França, diretor global de tecnologia da informação e digital da Gerdau, e Mônica Magalhães, especialista em inovação disruptiva e fundadora da agência Disrupta. Mônica iniciou sua fala com uma provocação: “O futuro chega, mas o progresso nem sempre vem junto. Precisamos aprender a distinguir mudança de melhoria real.” Segundo ela, o avanço tecnológico não pode ser analisado apenas em termos de eficiência, mas também de impacto social e cultural. Um dos principais desafios, afirmou, está na falta de planejamento estratégico de longo prazo — algo que ainda é escasso tanto no setor público quanto privado.

Ela também chamou atenção para a ausência de fluência digital em muitas lideranças e para a necessidade de atualizar não só as tecnologias, mas as mentalidades que moldam seu uso. “Se a inteligência artificial está nos ajudando a fazer mais em menos tempo, a pergunta é: o que estamos fazendo com esse tempo extra? Estamos expandindo a capacidade humana ou apenas cobrando mais?”, questionou. Já França compartilhou como a Gerdau tem buscado incorporar essas reflexões na prática. Segundo ele, a companhia vem investindo em automação industrial, inteligência artificial e sistemas digitais de apoio à decisão, mas com atenção à cultura organizacional. “Tecnologia sem contexto vira ferramenta vazia. Nosso papel é garantir que as pessoas saibam para quê ela serve e como usá-la de forma responsável”, afirmou. O painel também abordou as barreiras enfrentadas por projetos inovadores, como a ausência de recursos, a falta de visão de futuro e a desconexão entre o mundo técnico e o mundo da gestão. “Não se trata de romantizar a inovação, mas de reconhecer que ela exige preparo, formação e abertura para o desconhecido”, contextualizou Mônica.

Durante a primeira edição do Gerdau Innovation Day, empresa detalhou suas estratégias de inovação e discutiu desafios do setor ao lado de parceiros e líderes do ecossistema

WTM projeta faturar R$ 100 milhões no ano

Receita prevista por empresa de Balneário Camboriú é 42,86 superior à do ano passado

Especialista em importação e exportação de serviços de tecnologia, empresa está incentivando negócios internacionais e aproximando soluções brasileiras do mercado estrangeiro

Focada em soluções para empresas importadoras ou exportadoras de serviços de tecnologia, a WTM projeta ter em 2025 o seu melhor período dos mais de 20 anos de história, atingindo um faturamento na casa dos R$100 milhões no mercado brasileiro. O cálculo vem a partir de um crescimento exponencial recente, de um faturamento anual de cerca de R$1,2 milhão em 2021, que avançou para mais de R$70 milhões em 2024. Para CEO da WTM Lisandro Vieira, o segredo do crescimento é olhar para as oportunidades globais.

Com sede em Balneário Camboriú (SC) e unidades nos Estados Unidos, Canadá, Emirados Árabes Unidos, México, Peru, Portugal e Uruguai, a WTM atuava até 2020 com soluções tecnológicas ligadas ao Siscoserv, programa da Receita Federal que lidava com operações internacionais de serviços e bens intangíveis. Com o programa descontinuado pelo governo em 2020, a WTM perdeu em um único dia 4300 clientes e 70% do faturamento. Quase quebrando, a empresa pivotou o negócio, mas deu a volta por cima.

“Em oito meses criamos uma tecnologia pioneira no Brasil, que assume toda a burocracia, e passamos a oferecer um serviço que atende a todas as necessidades tributárias de importações e exportações de tecnologia para empresas de qualquer porte. Para cuidar de todos os trâmites, qualificamos o time de tecnologia e trouxemos especialistas com experiência na Receita Federal, e o que começou como uma planilha de Excel virou uma plataforma”, explica, o CEO da WTM.

Tributação “ignorada” traz riscos às empresas
O crescimento da WTM acompanha uma necessidade do mercado, que cada vez mais demanda soluções tecnológicas que são, frequentemente, importadas. Vieira ressalta que ainda há um grande desconhecimento que traz riscos para empresários que não tratam da forma correta a tributação de softwares e ferramentas digitais, como ChatGPT, Zoom, Slack e outros aplicativos populares em empresas. Geralmente com assinaturas pagas por meio de um cartão de crédito, essas ferramentas são compras internacionais que demandam um recolhimento específico de impostos como IRRF, Cide, PIS/Cofins, IOF e ISSQN. Sem recolher esses tributos, empresas correm o risco de serem multadas pela Receita.

“O Brasil ainda está para trás na questão da internacionalização. Tem a questão do idioma, políticas públicas, iniciativas de fomento e a própria cabeça do empreendedor, que muitas vezes não imagina que seu serviço pode ter clientes também no exterior”, ressalta Vieira, que tem aproximado a WTM e o ITH de universidades para que o tema seja tratado em disciplinas de comércio exterior, por exemplo.

Especializando o negócio em torno de tudo que envolve a importação e exportação de serviços de tecnologia, a WTM passou a atuar também como um agente de incentivo dentro do ecossistema. Vieira acumula também o cargo de diretor do grupo temático de internacionalização da ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia), posição em que segue o propósito de “incentivar pessoas e empresas a se tornarem globais”. Um propósito que conversa com o International Tech Hub (ITH), empresa spinoff da WTM aberta em 2023 com foco em trazer maturidade para negócios internacionais em ecossistemas de tecnologia e inovação — como a própria ACATE e outros hubs no país.

Receita prevista por empresa de Balneário Camboriú é 42,86 superior à do ano passado

México processa Google por mudar nome do Golfo do México para ‘Golfo da América’ nos EUA

O governo do México entrou com uma ação judicial contra o Google após identificar que a empresa passou a exibir o nome “Golfo da América” no lugar do tradicional “Golfo do México” para usuários localizados nos Estados Unidos. A alteração aconteceu no Google Maps, em resposta a uma ordem executiva assinada pelo presidente norte-americano Donald […]O governo do México entrou com uma ação judicial contra o Google após identificar que a empresa passou a exibir o nome “Golfo da América” no lugar do tradicional “Golfo do México” para usuários localizados nos Estados Unidos. A alteração aconteceu no Google Maps, em resposta a uma ordem executiva assinada pelo presidente norte-americano Donald […]

Google Chrome coleta mais dados do que qualquer outro navegador móvel

No mundo digital, muitos de nós já sabemos que nossos dados estão sendo coletados o tempo todo. Mas o que talvez você não saiba é que o Google Chrome, o navegador mais popular do planeta, é um dos maiores “coletores” de dados entre os navegadores mais usados. Um estudo publicado em 6 de maio pela […]No mundo digital, muitos de nós já sabemos que nossos dados estão sendo coletados o tempo todo. Mas o que talvez você não saiba é que o Google Chrome, o navegador mais popular do planeta, é um dos maiores “coletores” de dados entre os navegadores mais usados. Um estudo publicado em 6 de maio pela […]

Enquanto o Google liberou o Pix por aproximação, Apple quer cobrar taxa pelo serviço

A funcionalidade de “Pix por aproximação” chegou ao Brasil em fevereiro de 2025, permitindo que usuários de dispositivos Android realizem pagamentos instantâneos apenas aproximando o celular da maquininha, sem a necessidade de digitar senhas ou escanear QR Codes. Essa inovação foi implementada pelo Google em parceria com o Banco Central, visando facilitar o uso do […]A funcionalidade de “Pix por aproximação” chegou ao Brasil em fevereiro de 2025, permitindo que usuários de dispositivos Android realizem pagamentos instantâneos apenas aproximando o celular da maquininha, sem a necessidade de digitar senhas ou escanear QR Codes. Essa inovação foi implementada pelo Google em parceria com o Banco Central, visando facilitar o uso do […]

O Rio Grande tem futuro

Plano de Desenvolvimento Econômico, Inclusivo e Sustentável traça estratégias para alavancar o PIB gaúcho

O governo do Rio Grande do Sul tem colocado em prática o Plano de Desenvolvimento Econômico, Inclusivo e Sustentável, documento atrelado ao Plano Rio Grande que traça estratégias e ações factíveis a serem adotadas com a finalidade de impulsionar o PIB e, consequentemente, ter efeito positivo no crescimento econômico e na vida de todos os gaúchos. “A partir desse plano, o Rio Grande do Sul passa a ter uma política de Estado, guiada por evidências científicas, para acelerar o desenvolvimento econômico e social. Queremos que o Rio Grande do Sul seja o melhor Estado para se viver no Brasil. Estamos muito confiantes de que daremos um salto em direção a um futuro à altura do que merece a nossa população nos próximos anos”, destaca o governador Eduardo Leite.

Com o dever de casa feito na primeira gestão, com pagamentos e salários em dia, reforma administrativa aprovada e dívida federal renegociada, o Rio Grande do Sul agora tem em mãos um plano que funciona como um GPS, sendo integrado e transversal a diversas dimensões do desenvolvimento. O amplo estudo elenca cinco prioridades estratégicas, entre elas a qualificação da educação básica e profissional, a simplificação do ambiente para empreendedores, a conversão da tecnologia em produtividade, a diversificação da logística estratégica e, por fim, a potencialização da transição energética, da resiliência climática e da irrigação.

A partir das análises e projeções realizadas, foram identificados 12 setores nos quais o Rio Grande do Sul é competitivo e há demanda crescente. Em cada um deles, foram destacados produtos e serviços mais complexos e inovadores que reúnem grande chance de avanços. O plano propõe ações concretas a serem implementadas em sinergia com diferentes integrantes do ecossistema para que o crescimento econômico ocorra de forma inclusiva e sustentável, englobando todas as regiões gaúchas – que hoje apresentam níveis distintos de desenvolvimento. Em relação ao PIB, a meta é dobrar o crescimento econômico anual até 2030, chegando a 3%. Nas últimas duas décadas, a média ficou em 1,6% ao ano.

Um dos instrumentos para a execução prática do plano é a Agência de Desenvolvimento Invest RS que tem como principal tarefa inserir o Estado na agenda global de negócios. A Invest RS oferece informações detalhadas para investidores, aconselhamento para estratégias de expansão e detalhamento sobre processos envolvidos na exportação, além de opções de financiamento. “O objetivo é construir uma visão de futuro compartilhada entre os diversos atores e entidades para a transformação do Rio Grande do Sul, pois o futuro nos une”, resume Leite.

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Google testa novo recurso ‘Discussions’ dentro da Busca para incentivar debates entre usuários

google search engine on screenO Google começou a testar uma nova funcionalidade que promete tornar a experiência de busca mais interativa: o Discussions, ou “Discussões”, em português. A novidade, que está em fase beta e foi liberada para alguns usuários nos Estados Unidos, permite que as pessoas comentem diretamente dentro dos resultados da Busca, interagindo com outros usuários em […]O Google começou a testar uma nova funcionalidade que promete tornar a experiência de busca mais interativa: o Discussions, ou “Discussões”, em português. A novidade, que está em fase beta e foi liberada para alguns usuários nos Estados Unidos, permite que as pessoas comentem diretamente dentro dos resultados da Busca, interagindo com outros usuários em […]

Honor lança recurso inédito de IA do Google que transforma fotos em vídeos animados

A fabricante chinesa Honor apresentou um recurso de inteligência artificial inédito, desenvolvido em parceria com o Google, que promete impressionar: transformar fotos comuns em vídeos curtos e animados. A novidade chega primeiro nos novos smartphones da marca, o Honor 400 e Honor 400 Pro, que serão lançados oficialmente no próximo dia 22 de maio. O […]A fabricante chinesa Honor apresentou um recurso de inteligência artificial inédito, desenvolvido em parceria com o Google, que promete impressionar: transformar fotos comuns em vídeos curtos e animados. A novidade chega primeiro nos novos smartphones da marca, o Honor 400 e Honor 400 Pro, que serão lançados oficialmente no próximo dia 22 de maio. O […]

Alerta: Google descobre malware russo que rouba arquivos do seu computador

O Google revelou recentemente a descoberta de um novo malware perigoso chamado Lostkeys, desenvolvido por um grupo de hackers russos conhecido como Coldriver. Essa ameaça é capaz de roubar arquivos específicos do seu computador e enviar informações confidenciais diretamente para os invasores — tudo isso sem que o usuário perceba. Segundo o Grupo de Inteligência […]O Google revelou recentemente a descoberta de um novo malware perigoso chamado Lostkeys, desenvolvido por um grupo de hackers russos conhecido como Coldriver. Essa ameaça é capaz de roubar arquivos específicos do seu computador e enviar informações confidenciais diretamente para os invasores — tudo isso sem que o usuário perceba. Segundo o Grupo de Inteligência […]

Dever, poder e querer

A diferença entre exigências, expectativas e desejos

Hotéis norte-americanos desafiaram um dos alicerces do seu serviço, a arrumação do quarto, oferecendo tarifas mais econômicas para quem dispensasse o trabalho da camareira

Que tal um carro sem retrovisor direito, limpador de vidro traseiro, encosto para cabeça e ajuste no banco do carona? Pois eram assim, “pelados”, os modelos populares de meados da década de 1990 beneficiados por isenções tributárias semelhantes àquelas oferecidas pelo governo federal há exatos dois anos, em maio de 2023. Tão logo os incentivos foram divulgados, a imprensa se esmerou em comparar os automóveis daquela época com os atuais, tratando como “impensável” comercializá-los hoje, desprovidos de itens de conforto considerados essenciais pelo consumidor – em um sinal claro de que as expectativas de motoristas e passageiros brasileiros aumentaram muito de lá para cá.

O exemplo pareceria um tanto quanto óbvio (espera-se mais do que se obteve no passado), não fosse um detalhe: as expectativas dos consumidores não raro diminuem também – e quem viajou de avião em tempos passados sabe que não encontrará mais aquele conforto e serviço de bordo atualmente.

A questão é: por quê?

Bem, expectativas são dinâmicas. Surgem das constantes interações entre empresas e consumidores, e estão sujeitas a condicionantes de momento e de longo-prazo. Depois do boom de demanda por mão-de-obra pós-pandemia, por exemplo, hotéis norte-americanos desafiaram um dos alicerces do seu serviço, a arrumação do quarto, oferecendo tarifas mais econômicas para quem dispensasse o trabalho da camareira. Outros, já há alguns anos, cobram o café da manhã à parte. E a tendência, agora, é fixar horários de entrada e saída mais estritos.

Mas repare: todos os casos citados (automóveis, companhias aéreas e hotéis) foram de expectativas que mudaram ao longo do tempo, e não de exigências. A diferença? Bem, exigências são o patamar mínimo aceitável para oferta de um produto ou a prestação de um serviço, definidos pela legislação ou por práticas de mercado. Carros e aviões seguros e quartos habitáveis para pernoite são exemplos de exigências, geralmente mais duradouras que as expectativas, passíveis de transformação a cada tanto – às vezes, até, por único player. Pense no que seria a internet sem o Google, nos celulares sem o iPhone e no varejo estadunidense sem o Walmart, cujos preços baixos “redefinem rotineiramente as expectativas sobre quanto deveria custar todo tipo de coisa” (p. 17).

Há, finalmente, um terceiro componente que deve ser levado em consideração: os desejos do consumidor, aquilo que ele gostaria de obter com o que adquire ou contrata. Estes costumam variar não apenas de tempos em tempos, mas de segmento para segmento e de pessoa para pessoa. O que torna sua satisfação bem mais complicada, num verdadeiro desafio à imaginação dos profissionais de marketing, instados todo o tempo a “inventar algo em que as pessoas não tenham pensado antes”, como disse certa vez o hoteleiro Ali Kasikci.

Uma expectativa e tanto sobre os marqueteiros, convenhamos – ou melhor, exigência.

A diferença entre exigências, expectativas e desejos

EUA e China chegam a um acordo para reduzir tarifas

Negociação é válida por 90 dias

As duas maiores economias do mundo concordaram em uma declaração conjunta em reduzir suas tarifas de três dígitos para dois dígitos

Os Estados Unidos e a China anunciaram nesta segunda-feira (12) um acordo para redução das tarifas retaliatórias por três meses. As duas maiores economias do mundo concordaram em uma declaração conjunta em reduzir suas tarifas de três dígitos para dois dígitos e continuar as negociações. Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, descreveu as conversas de fim de semana com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng e o representante de comércio internacional Li Chenggang como “produtivas” e “robustas”.

Ele ainda declarou que as reduções tarifárias não se aplicam às tarifas setoriais impostas a todos os parceiros comerciais norte-americanos, e que permanecem em vigor as tarifas aplicadas especificamente à China durante o primeiro governo Trump. Questionado sobre o que acontecerá ao fim dos 90 dias para evitar uma nova escalada tarifária, Bessent declarou que há chance de estender a trégua.

Negociação é válida por 90 dias

Continental finaliza obra de expansão da fábrica em Ponta Grossa

Multinacional alemã ampliou produção de correias transportadoras de alta resistência

Com a ampliação, a fábrica atenderá toda a América do Sul com correias transportadoras de cabos de aço

A Continental realizou uma cerimônia nesta quarta-feira (7) que marcou a conclusão da expansão da fábrica em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, no Paraná. Com investimento de R$ 175 milhões, a multinacional alemã ampliou a produção de correias transportadoras de alta resistência. A unidade ganhou 7 mil metros quadrados, chegando a um total de 49 mil metros quadrados de área construída. Com a ampliação, a fábrica atenderá toda a América do Sul com correias transportadoras de cabos de aço com resistência entre 6.000 e 10.000 Newton/milímetros.

A expansão da fábrica foi guiada pela crescente demanda por projetos de infraestrutura e energia na América do Sul, que exigem matérias-primas minerais como minério de ferro e cobre. Por serem materiais muito pesados, estes minerais precisam ser transportados por correias muito potentes, com alta resistência. Os sistemas produzidos na empresa também poderão ser usados em projetos de expansão portuária, que precisam de correias transportadoras resistentes. De acordo com a Continental, a ampliação da planta ajudará a reduzir os prazos de remessa de produtos e a atender melhor às necessidades dos clientes na América do Sul, o maior mercado regional do mundo para correias de cabo de aço pesado.

“Ao aprimorar nossa capacidade de produção, reforçamos nossa habilidade de fornecer correias transportadoras de alta qualidade e alto desempenho que atendem às necessidades em constante evolução dos nossos clientes em toda a América do Sul. Esse investimento reforça nossa dedicação em estabelecer novos padrões para o setor e fortalecer nossa presença regional”, afirmou o CEO da área de negócios ContiTech, Philip Nelles.

As novas linhas de produção contam com tecnologias avançadas de mistura de borracha, calandragem, vulcanização e inspeção para garantir qualidade e eficiência em todas as etapas do processo. O investimento amplia a eficiência, a durabilidade e o desempenho no setor de correias transportadoras. “Ao produzir as correias transportadoras de cabo de aço mais resistentes do mundo, estamos não apenas respondendo à crescente demanda por soluções de alta resistência, mas também estabelecendo novos parâmetros de desempenho e confiabilidade no setor”, complementou o CEO da ContiTech USA e responsável pela área Industrial Solutions Américas, Andreas Gerstenberger.

Multinacional alemã ampliou produção de correias transportadoras de alta resistência

Apple tenta enfraquecer imagem do Google em buscas para proteger acordo bilionário?

Durante uma audiência do processo antitruste contra o Google nos EUA, uma declaração da Apple chamou atenção: pela primeira vez, segundo a empresa, houve uma queda nas buscas feitas pelo Safari, navegador padrão do iPhone. A fala veio de Eddy Cue, vice-presidente sênior da Apple, que apontou a crescente popularidade de ferramentas como ChatGPT e […]Durante uma audiência do processo antitruste contra o Google nos EUA, uma declaração da Apple chamou atenção: pela primeira vez, segundo a empresa, houve uma queda nas buscas feitas pelo Safari, navegador padrão do iPhone. A fala veio de Eddy Cue, vice-presidente sênior da Apple, que apontou a crescente popularidade de ferramentas como ChatGPT e […]

IA está quebrando o modelo de negócios da web, diz CEO da Cloudflare

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Google rebate Apple após insinuação de queda nas buscas

Durante o julgamento antitruste que investiga o domínio do Google sobre o mercado de buscas, uma fala do executivo Eddie Cue, da Apple, chamou a atenção e gerou forte reação da gigante das buscas. Segundo Cue, o volume de pesquisas feitas pelo navegador Safari — que tem o Google como buscador padrão — caiu em […]Durante o julgamento antitruste que investiga o domínio do Google sobre o mercado de buscas, uma fala do executivo Eddie Cue, da Apple, chamou a atenção e gerou forte reação da gigante das buscas. Segundo Cue, o volume de pesquisas feitas pelo navegador Safari — que tem o Google como buscador padrão — caiu em […]