Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais do Sul em 2024

Florianópolis e Porto Alegre registraram a segunda e terceira cestas básicas mais caras do Brasil

Em dezembro de 2024, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 7.067,68

Em 2024, o valor da cesta básica aumentou nas três capitais do Sul, que fazem parte do rol de cidades onde o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. O resultado mais recente da pesquisa, referente a dezembro de 2024, foi divulgado nesta quarta-feira (8). Entre dezembro de 2023 e dezembro de 2024, Porto Alegre registrou a menor variação de preço do país (2,24%), seguida, considerando apenas a região Sul, por Curitiba (6,41%) e Florianópolis (6,72%). As capitais de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul também tiveram, respectivamente, a segunda e terceira cestas básicas mais caras do Brasil (R$ 809,46 eR$ 783,72, respectivamente), atrás apenas de São Paulo (R$ 841,29). Em Curitiba, o custo foi de R$ 741,90. 

Com base no maior valor registrado de cesta básica e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2024, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 7.067,68, ou 5 vezes o mínimo de R$ 1.412,00. Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 6.959,31 ou 4,93 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2023, ficou em R$ 6.439,62, ou 4,88 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 1.320,00.

Em dezembro de 2024, o tempo médio de trabalho necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 109 horas e 23 minutos. Em novembro, a jornada necessária foi calculada em 107 horas e 58 minutos. Em dezembro de 2023, a média era de 109 horas e 03 minutos. Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, nota-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro de 2024, 53,75% do rendimento para adquirir os mesmos produtos que, em novembro, demandaram 53,05%. Em dezembro de 2023, a média era de 53,59%. Na região Sul, Florianópolis apresentou a maior jornada necessária para adquirir os produtos da cesta básica, com 126h07m e comprometimento de 62% do salário mínimo líquido; Porto Alegre vem logo atrás, com 122h07m e comprometimento de 60%; e Curitiba fica em terceiro, com 115h35m e 56,8% do salário mínimo comprometido para essa finalidade.

 Confira, abaixo, a tabela completa com os resultados por capital. 

Comportamento dos preços dos produtos da cesta em 2024

Em 12 meses, a tendência para todos os produtos da cesta básica foi de elevação de preços, consequência da instabilidade climática, da demanda externa e do real desvalorizado em relação ao dólar. Seis itens apresentaram alta nos preços em todas as capitais: carne bovina de primeira, leite integral, arroz agulhinha, café em pó, banana e óleo de soja. O pão francês e a manteiga encareceram na maior parte das localidades pesquisadas. O valor médio do açúcar – cristal e refinado – subiu em nove capitais e diminuiu em sete. Entre dezembro de 2023 e o mesmo mês de 2024, batata, feijão, farinha de mandioca, trigo e tomate foram os itens que, com mais frequência, apresentaram redução de preço médio nas capitais analisadas.

Na região Sul, entre os produtos com maior alta, a carne bovina de primeira se destacou em Florianópolis, com um aumento de 25,7%. Em Porto Alegre, o preço do mesmo corte subiu 8% apenas entre novembro e dezembro de 2024. As enchentes no Rio Grande do Sul impactaram diretamente o mercado de arroz agulhinha, dificultando o escoamento da produção e influenciando no aumento dos preços em todas as capitais pesquisadas. Já o feijão preto registrou comportamento distinto nas cidades: enquanto Florianópolis e Curitiba tiveram altas de 3,6% e 2%, respectivamente, Porto Alegre apresentou queda de 1,7%. Entre os derivados, a manteiga teve elevação significativa em Curitiba, com aumento de 11,8%. Em contrapartida, alguns alimentos apresentaram quedas acentuadas. O preço da batata caiu 20,3% em Florianópolis, enquanto o tomate teve recuo ainda mais expressivo, de 49,7%, na mesma capital. Em Porto Alegre, a farinha de trigo também registrou redução, com queda de 7% no período analisado.

Florianópolis e Porto Alegre registraram a segunda e terceira cestas básicas mais caras do Brasil

Produção da indústria brasileira recua 0,6% em novembro

Em 12 meses, setor acumula expansão de 3%

Analisando o desempenho de outubro para novembro de 2024, o IBGE aponta que 19 dos 25 ramos industriais ficaram no campo negativo

A produção da indústria brasileira recuou 0,6% na passagem de outubro para novembro. Foi o segundo mês consecutivo de queda. Em outubro o setor já tinha caído 0,2%. No entanto, no conjunto dos 11 meses de 2024, a indústria acumula alta de 3,2% e, em 12 meses, expansão de 3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a indústria brasileira se posiciona 1,8% do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 15,1% abaixo do ponto mais alto já registrado, em maio de 2011.

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, as perdas na indústria em outubro e novembro (acumulado de 0,8%) são, de certa forma, impacto de questões como desvalorização do real ante o dólar e aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic. “Não imagino que o aumento de juros já tenha um efeito direto, porque começou em setembro, mas claro que isso gera impacto na expectativa de consumidores e empresários”, avalia. Outro fator que pode ter influenciado o recuo industrial é o aumento no preço dos alimentos, que tem o efeito de comprometer mais o orçamento das famílias e diminuir a busca por bens de consumo. “Isso traz algum tipo de reflexo sobre a renda disponível das famílias, pode ter impacto sobre as decisões de consumo”, diz.

Na comparação com novembro de 2023, foi registrada alta de 1,7% na produção industrial – sexta expansão consecutiva nesse tipo de comparação interanual. Analisando o desempenho de outubro para novembro de 2024, o IBGE aponta que 19 dos 25 ramos industriais ficaram no campo negativo. “É um sinal amarelo importante”, adverte Macedo. As atividades de maior influência negativa foram veículos automotores, reboques e carrocerias (-11,5%), e coque (derivado do carvão), produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,5%). Macedo ressalta que a queda de dois dígitos na produção de veículos ainda mantém saldo positivo em relação ao fim de 2023. “Isso não tira o comportamento que a atividade teve ao longo do ano. O patamar está 14,2% acima de 2023”. O resultado entre meses seguidos, anunciado nesta quarta-feira (-0,6%), é o menor para um mês de novembro desde 2019, quando houve recuo de 2,3%.

Com ABR

Em 12 meses, setor acumula expansão de 3%

Empreendedores têm até 31 de janeiro para aderir ao Simples Nacional

Para aqueles que não tiveram pendências com o Fisco, a renovação é automática

Segundo a Receita, atualmente, o Simples Nacional abrange 23,4 milhões de CNPJs, sendo 16 milhões microempreendedores individuais (MEI)

Contribuintes que desejam aderir ao Simples Nacional têm até o dia 31 de janeiro para fazer o seu pedido de opção. A medida vale também para os empreendedores que foram excluídos e desejam retornar ao regime de tributação, dentre eles os que não regularizaram seus débitos vinculados aos Termos de Exclusão enviados pelo Fisco entre os dias 30/09/2024 e 04/10/2024. Os contribuintes que estão no Simples Nacional e não foram excluídos seguem automaticamente no sistema. A Receita Federal informa que, dos 1.876.334 contribuintes que receberam o citado Termo, aproximadamente 1,5 milhão não regularizaram sua situação e foram excluídos a partir de 1º de janeiro deste ano. Os contribuintes que regularizaram seus débitos no prazo previsto na legislação continuarão no regime do Simples de forma automática.

Para que os empreendedores excluídos possam reingressar no regime, são oferecidas diversas opções de regularização, incluindo parcelamento e transação. O contribuinte poderá acessar a Consulta Optantes para saber se foi excluído ou não do Simples Nacional. É imprescindível observar que o CNPJ, para ingressar ou reingressar no Simples, está em regularidade com as administrações tributárias da União, Estados, DF e Municípios. Segundo a Receita, atualmente, o Simples Nacional abrange 23,4 milhões de CNPJs, sendo 16 milhões microempreendedores individuais (MEI). A projeção do órgão é receber um número de pedidos formulados compatível com os anos anteriores, em torno de 1,2 milhão de contribuintes, até o fim do mês.

Com Agência Sebrae

Para aqueles que não tiveram pendências com o Fisco, a renovação é automática

Vendas de veículos crescem 14% no Brasil em 2024

Ao todo, foram emplacadas 2.484.740 unidades

Para 2025, a expectativa da Fenabrave é de crescimento de 7% no total

As vendas de veículos novos, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), tiveram desempenho positivo em 2024, com crescimento de 14% em relação a 2023. Ao todo, foram emplacadas 2.484.740 unidades. A informação foi divulgada hoje (8) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Somando-se a venda de ônibus e caminhões com a de comerciais leves, o resultado também foi positivo, com o emplacamento de 2.634.514 unidades, aumento de 14,15% em relação a 2023. Quando se considera o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o crescimento foi de 15,49% no período, com a comercialização de 4.744.179 unidades. Para 2025, a expectativa da Fenabrave é de crescimento de 7% no total, considerando-se todos os segmentos somados.

Em dezembro, a venda de automóveis e comerciais leves apresentou expansão de 1% em relação a novembro e de 3% na comparação com dezembro de 2023, totalizando 243.691 unidades emplacadas. No total de todos os segmentos, houve aumento de 2,11% em relação a novembro e de 7,11% em relação a dezembro de 2023, somando 428.415 unidades.

Com ABR

Ao todo, foram emplacadas 2.484.740 unidades

Entenda as mudanças na aposentadoria em 2025

Reforma da Previdência estabelece regras automáticas de transição

A pontuação para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu alterações

Quem está prestes a se aposentar precisa estar atento. Promulgada em 2019, a reforma da Previdência estabeleceu regras automáticas de transição, que mudam a concessão de benefícios a cada ano. A pontuação para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu alterações. Confira abaixo as mudanças que começam a vigorar neste ano.

Aposentadoria por tempo de contribuição
A reforma da Previdência estabeleceu quatro regras de transição, das quais duas previram modificações na virada de 2024 para 2025. Na primeira regra, que estabelece um cronograma de transição para a regra 86/96, a pontuação composta pela soma da idade e dos anos de contribuição subiu em janeiro: para 92 pontos (mulheres) e 102 pontos (homens). Os servidores públicos estão submetidos à mesma regra de pontuação, com a diferença de que é necessário ter 62 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens), 57 anos de idade e 30 anos (mulheres). Para ambos os sexos, é necessário ter 20 anos no serviço público e cinco anos no cargo. Na segunda regra, que prevê idade mínima mais baixa para quem tem longo tempo de contribuição, a idade mínima para requerer o benefício passou para 59 anos (mulheres) e 64 anos (homens). A reforma da Previdência acrescenta seis meses às idades mínimas a cada ano até atingirem 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. Nos dois casos, o tempo mínimo de contribuição exigido é de 30 anos para as mulheres e 35 anos para homens.

Professores
Em relação aos professores, que obedecem a uma regra de transição com base no tempo de contribuição na função de magistério combinada com a idade mínima, as mulheres passam a se aposentar aos 54 anos; e os homens, aos 59 anos. A idade é acrescida seis meses a cada ano até atingir o limite de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, em 2031. O tempo de contribuição mínimo para obter a aposentadoria como professor corresponde a 25 anos para as mulheres e a 30 anos para os homens. A regra vale para os professores da iniciativa privada, das instituições federais de ensino e de pequenos municípios. Os professores estaduais e de grandes municípios obedecem às regras dos regimes próprios de previdência.

Aposentadoria por idade
Desde 2023, está plenamente em vigor a regra para a aposentadoria por idade, destinada a trabalhadores de baixa renda que contribuíram pouco para a Previdência Social e se aposentariam por idade na regra antiga. Para homens, a idade mínima está fixada em 65 anos desde 2019. Para as mulheres, a idade de transição está em 62 anos desde 2023. Para ambos os sexos, o tempo mínimo de contribuição exigido para se aposentar por idade está em 15 anos. Na promulgação da reforma da Previdência, em novembro de 2019, a idade mínima para as mulheres estava em 60 anos, passando a aumentar seis meses por ano nos quatro anos seguintes. Subiu para 60 anos e meio em janeiro de 2020, para 61 anos em janeiro de 2021, 61 anos e meio em 2022 e 62 anos no ano passado.

Regras que não mudarão
Por já ter sido cumprida, a regra do pedágio de 100% sobre o tempo de contribuição não mudará no setor privado. Quem tem mais de 60 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens) ou 57 anos de idade e 30 anos de contribuição (mulheres) pode se aposentar. A regra estabelecia que o segurado tinha de cumprir o dobro do período que faltava para se aposentar na promulgação da reforma, em 2019. No serviço público, alguns terão de esperar mais um pouco, porque, além do pedágio, é necessário ter 20 anos de serviço público e cinco anos no cargo. Em tese, quem começou a contribuir para a Previdência muito jovem e entrou no serviço público há pelo menos 20 anos ainda tem possibilidade de ser beneficiado pela regra em 2025. A reforma tinha outra regra de pedágio, desta vez para o setor privado. 

Quem estava a até dois anos da aposentadoria em 2019 tinha de cumprir 50% a mais em relação ao tempo que faltava para se aposentar. No entanto, essa regra de transição foi integralmente cumprida e não beneficiará mais ninguém em 2024. No cenário mais abrangente, quem trabalharia por mais dois anos em 2019 teve de trabalhar um ano extra, totalizando três anos. No fim de 2022, todos os que estavam enquadrados na regra do pedágio de 50% já se aposentaram.

Com ABR

Reforma da Previdência estabelece regras automáticas de transição

Quatro em cada 10 brasileiros que compram pela internet já fizeram isso por impulso

Levantamento da CNI traz detalhes sobre hábitos de consumo da população, como preferência por lojas físicas e produtos nacionais

Quase 60% da população já fez compras online, mostra a pesquisa

Quatro em cada 10 brasileiros que compram pela internet admitem que já fizeram isso por impulso e se arrependeram depois, revela levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira (RSB) – Hábitos de Consumo pela Internet, o percentual de pessoas que compram produtos online sem pensar e se lamentam posteriormente chega a 45% entre os mais jovens e a 43% entre aqueles com maior escolaridade e maior renda. O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, lembra que as pessoas podem encarar consequências negativas se comprarem sem refletir. “Muitas vezes, o consumidor é levado a comprar por impulso, seja porque percebe uma queda muito forte de preo ou uma oportunidade que pode passar rapidamente. Mas, ao fazer isso, ele não reflete sobre a real possibilidade e necessidade de fazer aquela compra, o que pode trazer impacto negativo, inclusive, na hora de fazer compras mais corriqueiras e mais necessárias”, ressalta.

Segundo a pesquisa, 62% dos entrevistados disseram nunca ter deixado de comprar no mercado nacional para comprar no exterior. Por outro lado, 36% dos brasileiros disseram já ter deixado de comprar produtos nacionais para adquirir produtos importados por meio de sites e aplicativos de outros países. Na faixa etária de 16 a 24 anos, esse percentual sobe para 52%. A proporção dos que desistiram de adquirir bens brasileiros para comprar importados chega a 44% entre as pessoas com ensino superior e a 43% nas famílias com renda superior a cinco salários-mínimos. O menor preço do produto é a principal razão para a preferência pelos importados para 54% dos entrevistados. A melhor qualidade do produto (15%) e a falta do bem no mercado nacional (13%) aparecem em seguida.

A pesquisa da CNI mostra, ainda, que quase metade dos brasileiros que compraram pela internet já receberam produto com defeito ou diferente do anunciado. Entre as pessoas que passaram por esses problemas, 44% decidiram devolver ou trocar o item; 34% entraram em contato imediato com o serviço de atendimento ao cliente; e 18% se decepcionaram com a qualidade do produto. Para 74% dos entrevistados, há vantagens em comprar pela internet, sendo o preço mais baixo em comparação às lojas físicas a principal delas (36%). A praticidade/comodidade para fazer compras sem sair de casa foi o segundo ponto positivo mais citado (28%). O levantamento diz que dois terços dos brasileiros veem desvantagens em comprar nas lojas virtuais. Para 18% da população, a demora na entrega é o principal ponto negativo das compras online, seguida pela falta de segurança no momento da compra (9%) e pela falta de contato com o produto (8%).

Seis em cada dez brasileiros já compraram pela internet

Quase 60% da população já fez compras online, mostra a RSB. O percentual chega a 89% entre aqueles que têm ensino superior; a 88% nas famílias de maior renda; e a 77% entre os mais jovens. Por outro lado, é de apenas 17% entre os analfabetos ou sem grau de instrução; 27% entre os mais velhos; e 38% nas famílias com renda de até um salário-mínimo. O levantamento também mostra que a população continua preferindo comprar presencialmente do que pela internet, independentemente do produto. A escolha pelas lojas físicas ultrapassa os 80% para itens como móveis, produtos para animais, alimentos e bebidas. No entanto, mais de um terço da população afirma priorizar a compra online no caso de produtos de informática, equipamentos eletrônicos, livros, revistas e brinquedos. As roupas são os itens mais frequentemente comprados pela internet, com 59% de frequência, entre aqueles que já compraram por esse meio. Em seguida, vêm os produtos de informática e equipamentos eletrônicos (44%), calçados e bolsas (44%), eletrodomésticos (37%) e utensílios para o lar (33%).

Levantamento da CNI traz detalhes sobre hábitos de consumo da população, como preferência por lojas físicas e produtos nacionais

Balança comercial tem superávit de US$ 74,55 bi em 2024

Resultado é o segundo melhor da história, só perdendo para 2023, mas representa queda de 24,6% em relação ao ano anterior

O superávit veio acima das estimativas da pasta, que previa saldo positivo de US$ 70 bilhões para 2024

A queda no preço de diversos produtos agrícolas e o crescimento das importações fizeram o superávit da balança comercial (exportações menos importações) cair em 2024. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o país exportou US$ 74,552 bilhões a mais do que importou no ano passado. O resultado representa queda de 24,6% em relação a 2023, quando o saldo da balança comercial tinha batido recorde e registrado superávit de US$ 98,903 bilhões. Mesmo assim, é o segundo maior saldo anual positivo desde o início da série histórica, em 1989. No ano passado, o país exportou US$ 337,036 bilhões, com recuo de apenas 0,8% em relação ao recorde de exportações de US$ 339,696 bilhões registrado em 2023. Em contrapartida, as importações cresceram 9% e encerraram 2024 em US$ 262,484 bilhões, contra US$ 240,793 bilhões em 2023.

O superávit veio acima das estimativas da pasta, que previa saldo positivo de US$ 70 bilhões para 2024. As exportações ficaram levemente acima da projeção de US$ 335,7 bilhões divulgada pela pasta em outubro. As importações encerraram o ano levemente abaixo da previsão de US$ 264,3 bilhões. Na comparação entre volume e preços, o total de mercadorias exportadas cresceu 3% em 2024, com os preços médios caindo 3,6%, puxado principalmente pela soja e pelo milho. O volume de bens importados subiu 17,2%, impulsionado pelo crescimento do consumo decorrente da recuperação econômica. Os preços médios das mercadorias importadas recuaram 7,4%.

Pela primeira vez, o Mdic divulgou estimativas para a balança comercial do ano em janeiro. A pasta prevê que o Brasil terá superávit entre US$ 60 bilhões e US$ 80 bilhões em 2025, com as exportações ficando entre US$ 320 bilhões e US$ 360 bilhões, e as importações entre US$ 260 bilhões e US$ 280 bilhões. Tradicionalmente, a pasta divulgava as projeções para o ano a partir de abril, com revisões em julho e em outubro.

Divisão por produtos
Na divisão por produtos, o petróleo bruto tomou o lugar da soja entre as maiores exportações brasileiras em 2024. No ano passado, o valor exportado subiu 5,2%, com o volume embarcado aumentando 10,1%, e o preço médio caindo 4,4%. As exportações de soja recuaram 19,4% em valor, com o volume caindo 3% e o preço médio, 16,9%. Com o milho, o desempenho foi ainda pior no ano passado. O valor exportado recuou 39,9%, com o volume embarcado desabando 28,8%, e os preços caindo 15,6%. Tanto a soja como o milho sofreram com as condições climáticas no ano passado, marcado por enchentes na Região Sul e forte seca no Sudeste e no Centro-Oeste.

Resultado de dezembro
No resultado de dezembro, a balança comercial teve superávit de US$ 4,803 bilhões, com queda de 48,5% em relação a dezembro de 2023, quando o resultado tinha ficado positivo em US$ 9,323 bilhões. As exportações somaram US$ 24,904 bilhões, com queda de 13,5% em relação a dezembro de 2023. As importações totalizaram US$ 20,101 bilhões, com alta de 3,3% na mesma comparação. Assim como ao longo do segundo semestre de 2024, a combinação de queda no preço das commodities (bens primários com cotação internacional), de menor safra e de alta nas importações provocada pelo aumento do consumo influenciou o saldo comercial. Em dezembro, o volume de mercadorias exportadas caiu 8,8%, com o preço médio recuando 5% na comparação com o mesmo mês de 2023.

Apenas na agropecuária, o volume de exportações caiu 20,4% em dezembro em relação a dezembro de 2023, com destaque para soja, milho e café. O preço médio recuou 3,8%. Na indústria extrativa, o volume despencou 19,4%, e o preço médio despencou 18,4%, impulsionado tanto pela queda nas exportações mensais de petróleo e de minério de ferro. Em relação às importações, o volume de mercadorias compradas subiu 8%, com o preço médio caindo 6,6% em relação a dezembro de 2023. Os principais destaques foram motores não elétricos, partes e acessórios de veículos automotivos e medicamentos.

Com ABR

Resultado é o segundo melhor da história, só perdendo para 2023, mas representa queda de 24,6% em relação ao ano anterior

Em décima alta consecutiva, preços da indústria sobem 1,23% em novembro

18 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações positivas de preço quando comparadas ao mês anterior

O setor de alimentos, impulsionado pela alta das carnes, foi o que exerceu maior influência no IPP de novembro

Pela décima vez seguida, os preços da indústria nacional registraram crescimento, com ganho de 1,23% em novembro de 2024 frente a outubro último. Os dados foram divulgados hoje (7) pelo IBGE. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), assim, acumula alta de 7,59% em 12 meses, o maior resultado desde setembro de 2022 (9,84%). Já o acumulado no ano ficou em 7,81%. Em novembro de 2023, a taxa mensal havia diminuído em 0,34%. Em novembro de 2024, 18 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações positivas de preço quando comparadas ao mês anterior, acompanhando a variação do índice na indústria geral. Em outubro do ano passado, 15 atividades haviam apresentado maiores preços médios em relação a setembro. “O resultado do IPP em novembro, com a décima alta consecutiva, intensifica o índice positivo visto em outubro (0,97%). Isso, em grande parte, é consequência da dinâmica dos preços de alimentos. No acumulado no ano, por exemplo, esse setor responde por 2,93 pontos percentuais [p.p.], em 7,81%, e no acumulado em 12 meses, por 2,98 p.p. em 7,59%. Nesses casos, assim como na comparação mensal, foi a atividade mais influente”, destaca Alexandre Brandão, gerente do IPP.

As atividades industriais responsáveis pelas maiores influências no resultado de novembro foram alimentos (0,53 p.p.), metalurgia (0,24 p.p.), indústrias extrativas (0,09 p.p.) e refino de petróleo e biocombustíveis (0,09 p.p.). Em termos de variação, metalurgia (3,62%), outros equipamentos de transporte (2,74%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (2,56%) e fumo (2,41%) foram os destaques em novembro. O setor de alimentos (2,09%) mostrou variação positiva pelo oitavo mês seguido, ficando atrás, no período, apenas daquela registrada em setembro (3,60%). O acumulado no ano está em 11,85%, diferente do que foi observado em novembro de 2023, quando a variação acumulada atingiu -3,03%. Já em relação à variação acumulada em 12 meses, o resultado de 12,12% em novembro de 2024 foi o maior registrado desde agosto de 2022 (12,72%). 

Dentre as 24 atividades analisadas pela pesquisa, a atividade de alimentos foi a de maior influência nos três indicadores citados. “O aumento dos preços de alimentos tem muitos fatores. A desvalorização do real, chegando a quase 19% no acumulado do ano e em 12 meses, é um deles. Mas existem ainda questões climáticas, tanto internas quanto externas, como é o caso da produção de café no Vietnã, prejudicada ao longo do ano. Há também um aquecimento da demanda, em decorrência da melhora no mercado de trabalho”, explica Alexandre.

A atividade de metalurgia (3,62%) voltou a apresentar um comportamento positivo, décimo resultado positivo seguido. De outubro para novembro, a variação de preços do setor foi a mais intensa entre todas as pesquisadas. Em termos de influência, ficou na segunda posição (0,24 p.p.) nos três indicadores calculados. “O grupo de maior influência em metalurgia foi o de metais não ferrosos. Novamente, a depreciação do real é importante, mas o aquecimento do mercado internacional, com o aumento de preços tanto do minério de ferro quanto de seus derivados, e, principalmente, o aumento dos não ferrosos, em particular do óxido de alumínio (por várias paralisações da produção em muitas partes do mundo), são igualmente importantes”, observa Alexandre.

Em terceiro lugar no ranking de influências em novembro de 2024, o setor de indústrias extrativas (0,09 p.p.) apresentou variação positiva de preços nesse mês (1,99%), dando sequência ao resultado positivo verificado em outubro (7,84%). Na comparação em 12 meses, o resultado voltou ao campo positivo (2,09%), após dois meses com resultados negativos (-9,22% em setembro e -6,99% em outubro). Pela perspectiva das grandes categorias econômicas, a variação de preços observada na passagem de outubro para novembro de 2024 repercutiu da seguinte forma: 1,52% de variação em bens de capital (BK); 1,39% em bens intermediários (BI); e 0,94% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de 0,15%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de 1,10%. Os bens intermediários (0,76 p.p.) foram os que mais influenciaram o IPP em novembro.

18 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações positivas de preço quando comparadas ao mês anterior

Morre Jean-Marie Le Pen, ex-líder da extrema-direita francesa

Ao longo de mais de cinco décadas, Le Pen consolidou a presença da extrema-direita no cenário político francês

Desde seu primeiro mandato parlamentar, em 1956, até sua saída da vida pública em 2019, Le Pen exerceu influência significativa na política do país

Jean-Marie Le Pen, fundador e figura central da extrema-direita na França, morreu nesta terça-feira (7), aos 96 anos, em um hospital na região de Paris, onde estava internado há várias semanas. A informação foi confirmada por sua família à agência France Presse. Ao longo de mais de cinco décadas, Le Pen consolidou a presença da extrema-direita no cenário político francês. Desde seu primeiro mandato parlamentar, em 1956, até sua saída da vida pública em 2019, ele exerceu influência significativa na política do país. Em 2002, alcançou o segundo turno das eleições presidenciais, onde foi derrotado por Jacques Chirac. A liderança do partido que fundou, originalmente chamado Frente Nacional, foi assumida por sua filha, Marine Le Pen. Sob sua condução, o partido passou por transformações, incluindo a mudança de nome para Rassemblement National (Reunião Nacional), consolidando-se como uma das principais forças políticas da França nos últimos anos.

Ao longo de mais de cinco décadas, Le Pen consolidou a presença da extrema-direita no cenário político francês

B3 anuncia nova carteira do Ibovespa com entrada da gaúcha Marcopolo

Bolsa divulgou também as novas carteiras dos demais índices, que vão vigorar até 2 de maio

A composição das carteiras do Ibovespa B3 e dos demais índices de ações calculados pela bolsa do Brasil é revisada a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro, com a possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice

A nova carteira do Ibovespa B3, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas da Bolsa, que começou a vigorar ontem (6) até 2 de maio de 2025, conta com 87 papéis de 84 empresas brasileiras (ações ordinárias, ON, e preferenciais, PN, de uma mesma companhia também podem integrar o indicador). A nova composição do indicador, com base no fechamento do pregão de 03/01/2025, registra a entrada das empresas Marcopolo (POMO4) e Porto Seguro (PSSA3) e a saída das companhias Alpargatas (ALPA4) e Eztec (EZTC3). Os cinco ativos com maior peso na composição do índice são:

Vale ON (11,783%)

Petrobras PN (8,353%)

Itaú Unibanco PN (7,406%)

Petrobras ON (4,720%)

Banco do Brasil ON (3,497%)

A composição das carteiras do Ibovespa B3 e dos demais índices de ações calculados pela bolsa do Brasil é revisada a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro, com a possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice. Além da carteira oficial, a B3 divulgou três prévias das carteiras, antes da divulgação da carteira definitiva, para que investidores e gestores de fundos, por exemplo, tenham previsibilidade quanto à necessidade de fazer ajustes no peso de cada papel em suas alocações:

– 1ª prévia: no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira (2/12/2024);

– 2ª prévia: no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira (16/12/2024);

– 3ª prévia: no penúltimo pregão de vigência da carteira (2/1/2025); e

– Carteira definitiva (6/1/2025).

Com B3

Bolsa divulgou também as novas carteiras dos demais índices, que vão vigorar até 2 de maio

Desemprego em novembro chega a 6,1%, menor índice desde 2012

Dados são da pesquisa PNAD Contínua, do IBGE

A indústria subiu 2,4%, ou seja, mais 309 mil pessoas, e a construção se expandiu em 3,6%, mais 269 mil pessoas

A taxa de desocupação no Brasil chegou a 6,1%, com o recuo de 0,5 ponto percentual (p.p.) no trimestre encerrado em novembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a menor taxa da série histórica da PNAD Contínua, iniciada no primeiro trimestre de 2012. A queda é em comparação ao trimestre de junho a agosto, quando ficou em 6,6% e caiu 1,4 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2023, que foi de 7,5%. A taxa equivale a 6,8 milhões de pessoas em busca de emprego no país, o que representa o menor contingente desde o trimestre terminado em dezembro de 2014. Em um trimestre, 510 mil pessoas deixaram o desemprego. Ante o mesmo trimestre de 2023, 1,4 milhão de pessoas saíram da população desocupada. A pesquisa indicou ainda que a taxa de desocupação alcançou 8,8 pontos percentuais abaixo do recorde da série histórica da PNAD Contínua, que ficou em 14,9%, atingido no trimestre encerrado em setembro de 2020. Já o número de desocupados está 55,6% abaixo do recorde da série de 15,3 milhões, verificado no primeiro trimestre de 2021. Os dois períodos foram durante a pandemia da covid-19.

As pessoas ocupadas somaram 103,9 milhões, sendo um novo recorde no país. Antes disso, essa população havia caído ao menor contingente na série histórica, somando 82,6 milhões no trimestre encerrado em agosto de 2020. De lá para cá, houve alta de 25,8%, o equivalente a 21,3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho. Com o desempenho da ocupação no trimestre terminado em novembro, o Brasil tem recorde também entre os empregados no setor privado, que atingiu 53,5 milhões, e os trabalhadores com carteira assinada, que alcançaram 39,1 milhões. No setor público, foram 12,8 milhões de trabalhadores. Segundo o IBGE, novamente, o nível de ocupação, que é a proporção de pessoas com 14 anos de idade ou mais que estavam trabalhando, foi recorde também, chegando a 58,8%.

Outro dado da pesquisa é sobre o número de empregados sem carteira assinada, que não teve variação significativa no trimestre e permaneceu em 14,4 milhões. Já o total de trabalhadores por conta própria avançou 1,8% no trimestre ou 25,9 milhões e ficou estável no ano. Com 38,7%, a taxa de informalidade equivale a 40,3 milhões de trabalhadores. “Essa taxa está ligeiramente abaixo da registrada no trimestre anterior [38,8%] e foi menor que a do mesmo período de 2023 [39,2%]”, informou o IBGE.

Grupos
A alta da ocupação foi puxada por quatro dos dez grupamentos de atividade investigados pela pesquisa. A indústria subiu 2,4%, ou seja, mais 309 mil pessoas; a construção se expandiu em 3,6%, mais 269 mil pessoas; o setor de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde Humana e serviços sociais avançou 1,2%, mais 215 mil pessoas; e os serviços domésticos, com alta de 3%, empregou mais 174 mil pessoas. Conforme o IBGE, a soma dessas atividades econômicas representou um ganho de 967 mil trabalhadores no trimestre.

Na comparação com o mesmo período de 2023, a alta foi em sete grupamentos: indústria geral (3,6%, ou mais 466 mil pessoas), construção (6%, ou mais 440 mil pessoas), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,6%, ou mais 692 mil pessoas), transporte, armazenagem e correio (5,8%, ou mais 322 mil pessoas), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (4,4%, ou mais 548 mil pessoas), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,4%, ou mais 790 mil pessoas) e outros serviços (5%, ou mais 270 mil pessoas). Somadas, essas sete atividades econômicas ganharam mais 3,5 milhões de trabalhadores, frente ao mesmo período de 2023. Na mesma comparação, o grupamento de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura caiu 4,4%, ou menos 358 mil pessoas, enquanto os demais grupamentos ficaram estáveis.

Rendimento
O rendimento real habitual de todos os trabalhos atingiu R$ 3.285 e ficou estável no trimestre, mas apresentou crescimento de 3,4% no ano. A massa de rendimento real habitual teve novo recorde, ao atingir R$ 332,7 bilhões. A alta é de 2,1%, o que representa mais R$ 7,1 bilhões no trimestre e de 7,2%, mais R$ 22,5 bilhões, no ano. Na comparação trimestral, apenas o grupamento transporte, armazenagem e correio registrou alta no rendimento médio, de 4,7%, ou mais R$ 141. Não houve variações significativas no rendimento médio dos demais grupamentos de atividade. No ano, três atividades tiveram alta no rendimento: comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%, ou mais R$ 102); transporte, armazenagem e correio (7,8%, ou mais R$ 229) e serviços domésticos (3,6%, ou mais R$ 43), com estabilidade nos demais grupamentos. 

Sobre a PNAD Contínua
A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE. Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta de forma presencial.

Dados são da pesquisa PNAD Contínua, do IBGE

Vagas de emprego na Vale por todo o Brasil com inscrição online

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A multinacional Vale anunciou abertura de diversas vagas de emprego pelo Brasil. Ao todo, estão sendo ofertadas diversas vagas de emprego. Elas estão distribuídas em várias áreas de atuação.

A Vale é uma das maiores do mundo no ramo de mineração, sendo a maior produtora de minério de ferro, de níquel e de pelotas. A Vale também produz manganês, cobre, bauxita, entre outros.

No setor de energia elétrica, a Vale participa de consórcios e atualmente está operando em 9 usinas hidrelétricas, no Brasil, Indonésia e Canadá. Ao preencher as vagas de emprego, o candidato vai entrar em uma empresa que é a primeira em produção de minério de ferro, níquel e pelotas.

Cargos disponíveis para as vagas de emprego

– Engenheiro de Segurança do Trabalho

– Soldador

– Mecânico

– Eletricista

– Assistente Administrativo, PCD

– Supervisor de Manutenção

– Supervisor de Gestão de Materiais

– Analista de Recursos Humanos

– Operador de Equipamentos

– Gerente de Engenharia de Produção

– Supervisor de Processos

– Analista Financeiro

– Técnico de Eletroeletrônica

– Gerente de Gestão de Projetos

– Médico Auxiliar

– Auxiliar Técnico

– Geólogo

– Analista de Negócios

São diversos cargos para as vagas de emprego que estão disponíveis, podendo ser preenchidos a qualquer hora e ainda pode aparecer novas vagas de empregos para novos cargos.

As oportunidades estão disponíveis para o Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Maranhão, entre outros estados.

Vagas de emprego – inscrições e informações   

Quem se interessar pelas vagas podem se candidatar e obter mais informações através do site da Vale.

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Stefanini abre vagas de emprego pelo Brasil

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A Stefanini, multinacional brasileira e prestadora de serviços software para informática e consultoria, está disponibilizando vagas de emprego por todo o Brasil.

Segundo a empresa, o principal objetivo das vagas de emprego é ajudar as pessoas no desafio dos negócios:

Nosso principal objetivo é ajudar você no desafio do seu negócio. Presente em 40 países com mais de 15 mil funcionários, somos a quinta multinacional brasileira mais internacionalizada e estamos entre as 100 maiores empresas de TI do mundo”.

Segundo a entidade, a Stefanini procura encontrar soluções que sejam ideais para os seus desafios comerciais e assim impulsionar a inovação necessária para que sua empresa cresça na era digital.

Vagas de empresa Stefanini – confira os cargos     

– Suporte Técnico

– Desenvolvedor

– Analista de Suporte

– Analista de Teste de Sistema

– Analista de Redes

– Analista Administrativo

– Administrador Financeiro

– Analista de Infraestrutura

– Suporte de Campo

– Engenheiro de Projeto

– Líder Técnico

– Consultor Técnico

– Assistente de Recursos Humanos

As vagas de emprego da Stefanini estão disponíveis para os seguintes estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraíba, Bahia, Paraná, Pernambuco, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Alagoas, Mato Grosso, Sergipe e Rio Grande do Norte. Contudo, ao consultar no site mais abaixo, em outros estados podem haver vagas disponíveis.

Requisitos para uma das vagas de emprego da Stefanini

– O candidato deve ter o Ensino Médio (2° grau completo), curso superior ou curso técnico, dependendo do cargo desejado

– Deve conhecer ainda o pacote office

Benefícios

Dependendo do cargo, os benefícios podem ser os seguintes:

– Assistência médica e assistência odontológica

– Auxílio combustível

– Seguro de vida

– Vale alimentação, vale refeição e vale transporte

Mais informações e inscrição para as vagas de emprego da Stefanini

Os interessados devem acessar o link de participação para realizar a inscrição em uma das vagas de emprego do seu interesse.

Os interessados podem realizar a inscrição a qualquer momento, são diversas áreas de atuação.

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MRV abre vagas de emprego pelo Brasil com inscrição online

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A maior construtora da América Latina, a MRV, atualizou de forma recente suas vagas de emprego. Isso porque empresa abre constantemente vagas de emprego em todo o Brasil em diversas áreas de atuação.

A MRV trabalha no mercado imobiliário desde 1979 e é considerada a maior construtora do Brasil quando se fala em imóveis para a classe média e para a classe média baixa. Além disso, ela é a única que oferece apartamentos e casas em mais de 155 cidades.

Ao longo de sua atuação, a MRV priorizou e esteve sintonizada com o mercado nacional e suas práticas, atendendo as necessidades de cada cliente. Vale salientar que todos os anos diversas vagas de emprego são abertas pela empresa para atuar em áreas diversas.

A MRV está presente em mais de 155 cidades do Brasil, sendo líder no mercado de construção civil no ramo de imóveis residenciais e possui mais de 4000 casas e apartamentos que foram lançados em 22 estados do Brasil e o Distrito Federal.

Assim, construindo casas, ou melhor, empreendimentos que são direcionados a classe média, ela possibilita que as pessoas realizem seus sonhos em ter uma casa. Além disso, a empresa gera 6 postos de trabalho todos os anos e milhares de vagas de emprego.

Vagas de emprego da MRV – cargos  

– Vendedor;

– Corretor de imóveis;

– Consultor imobiliário;

– Supervisor de contas a pagar;

– Consultor de vendas;

– Gerente de loja;

– Gerente comercial;

– Supervisor de vendas;

– Gerente de crédito imobiliário;

– Vendedor autônomo;

– Servente de obras;

– Recepcionista;

– Auxiliar de serviços gerais;

– Assistente comercial;

– Analista de relacionamento;

– Promotor de vendas;

– Vendedor interno;

– Vendedor externo;

– Pintor;

– Analista de crédito imobiliário;

– Assistente de crédito imobiliário;

– Analista de performance;

– Auxiliar de limpeza;

– Porteiro.

Vale salientar que as vagas de emprego da MRV são para os mais diversos estados.

Vagas de emprego – requisitos

– Ensino médio completo;

– Ensino superior completo;

– Carteira de motorista (Categoria A e B);

– Veículo próprio;

– Aplicações para usar no escritório: Microsoft Outlook, Microsoft Excel, Microsoft Word e Microsoft Powerpoint.

Também saiba que vaga tem requisitos variados

Benefícios

– Assistência odontológica;

– Assistência médica;

– Vale-alimentação;

– Vale-refeição;

– Participação nos lucros.

Inscrição para uma das vagas de emprego na MRV

Quem se interessar pode concorrer a uma das vagas entrando no site da MRV. Ah, é necessário escolher a vaga desejada. Em seguida, você deve cadastrar seu currículo.

Bom, trabalhar em uma das grandes construtoras do Brasil é uma grande oportunidade para voltar ou mesmo se colocar pela primeira vez no mercado de trabalho.

Sendo assim, você pode cadastrar seu currículo na MRV e concorrer a uma das vagas de emprego. Além do mais, a empresa dá total condições para que seus colaboradores cheguem a cargos hierárquicos mais altos, como por exemplo: supervisor.

Não perca mais tempo, cadastre agora mesmo seu currículo na MRV e concorra a uma das vagas de emprego.

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10 países onde existem vagas de emprego disponíveis

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Oportunidades de trabalho, mão de obra sobrando e qualidade de vida para viver, esses motivos podem ser considerados os melhores para procurar emprego em qualquer lugar do mundo. No entanto, existem outros fatores que podem levar qualquer pessoa a procurar outro país para trabalhar: custo de vida baixo ou ainda ganhar mais.

Bem, de acordo com os motivos acima, preparamos uma lista com 10 países onde existe mão de obra sobrando. Dessa forma, quem sabe, você que está em busca de uma nova oportunidade de trabalho pode se organizar e entender melhor o funcionamento desse processo.

Estônia

De acordo com alguns estudos (em especial Glassdoor), a Estônia é um dos países, ou melhor, está entre os melhores países da Europa para conseguir emprego. Isso porque além de ter mão de obra disponível, o pequeno país o Báltico (em torno de 1,3 milhões de habitantes), apresentou três grandes indicadores com pontuações perfeitas para trabalhar: emprego temporário de jovens, emprego temporário e trabalho imparcial involuntário.

Noruega

Outro país que tem mão de obra disponível e que, inclusive, teve uma nota de 0,9 na mesma pesquisa citada acima, é a Noruega. O Noruega está classificado entre os três primeiros por quatro entre os seis indicadores. Além disso, o país foi votado o de melhor prosperidade no ranking no Instituto Legatum, desde 2009.

Reino Unido

A Grã-Bretanha está entre os três melhores países da Europa para conseguir emprego porque tem mão de obra disponível. A nota de 0,8 também deixa o país entre os três principais indicadores. A Grã-Bretanha também tem uma qualidade de vida espetacular, mas nos quesitos trabalho em tempo parcial e involuntário, está abaixo na média.

Áustria

Outro país que tem disponibilidade de mão de obra é a Áustria. O país, que também tem excelente qualidade de vida, está entre os primeiros colocados entre os países pesquisados que tem pessoas empregas mesmo em momentos de crise. A Áustria está localizada no centro da Europa e tem cerca de 8,9 milhões de habitantes.

Dinamarca

A Dinamarca já foi considerada o país mais feliz do mundo. Esse título foi dado segundo o ranking de felicidade da ONU (Organização das Nações Unidas). E o que torna isso ainda melhor é que o país tem menos de 10% dos jovens sem trabalhar, índice abaixo de acordo com a OCDE. E quando falamos em mão de obra e nos três índices principais, o país tem pontuação acima da média.

Alemanha

Considerada a maior economia da Europa, a Alemanha está entre os melhores países da Europa para viver em diversos aspectos. O país, que é referência em educação não apenas na Europa, mas em todo o mundo, está sempre com mão de obra disponível e investe pesado nos jovens. Ah, e o país está sempre criando postos de trabalho, estando sempre com índice de desemprego baixo.

Suíça  

A Suíça tem uma das melhores qualidades de vida na Europa, sendo também um dos países mais felizes do velho continente. Por lá, o desemprego á baixo porque existe mão de obra disponível. Outro ponto que chama atenção é o salário do país, que está entre os mais altos da Europa.

Bélgica

Bem, a Bélgica é considerada um país muito grande para encontrar mão de obra. A pontuação dela é bem acima da média encontrar emprego, menos em um dos indicadores: empregos temporários. O país é tido como um dos melhores para viver na Europa, proporcionando qualidade de vida para seus moradores.

Finlândia

Para se ter ideia, a Finlândia é um dos melhores países quando falamos em educação. E por causa disso, outros países estão aplicando alguns métodos usados por lá para chegar ao mesmo nível de excelência. Além disso, no quesito mão de obra, o país está sempre com mão de obra disponível, ou seja, sempre tem emprego sobrando.

Países Baixos

Outro local que teve boa pontuação foram os Países Baixos. Nele, a índice de disponibilidade de mão de obra é bom, no entanto, quando falamos em emprego temporário, os Países Baixos deixam a desejar. Outro ponto legal é que por lá a qualidade de vida é alta.

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