Archives Novembro 2021

Fertilizantes Santa Catarina arremata terminal em Imbituba

Investimento será de R$ 25 milhões em dez anos

O terminal catarinense movimentará granéis líquidos combustíveis ou químicos, provenientes principalmente de Maceió (AL) para abastecer empresas localizadas na região Sul

O maior leilão da história do setor portuário garantiu nesta sexta-feira (19) R$ 703,35 milhões em investimentos privados em terminais nos portos de Santos (SP) e Imbituba (SC), com mais de 12 mil empregos – diretos, indiretos e efeito renda – durante a duração dos contratos. Arrematados na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, o STS08A e o IMB05 serão administrados, respectivamente, pela Petrobras e pela Fertilizantes Santa Catarina.

Um dos primeiros a ser leiloado pelo modelo de arrendamento simplificado, que prevê menos burocracia e um tempo menor de contrato, o IMB05 foi arrematado pela Fertilizantes Santa Catarina, que ofereceu R$ 200 mil de outorga. O terminal movimentará granéis líquidos combustíveis ou químicos, provenientes principalmente de Maceió (AL) para abastecer empresas localizadas em toda a região Sul.

O terminal é composto por três tanques de armazenamento, dois deles fora de operação. O tanque operante tem capacidade de 4.826 metros cúbicos. O terminal também conta com 806 metros de dutos de alimentação, que ligam o cais ao terminal, e equipamento para carregamento de veículos de transporte rodoviário.

A área do terminal é de 7.455 metros quadrados. Estima-se a geração de 383 empregos, durante os dez anos de contrato, e investimentos de R$ 25 milhões. “Esse investimento vai dinamizar a movimentação de carga no Porto de Imbituba, que passa a ser cada vez mais diversificado”, comemorou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Em Santos, investimento previsto de R$ 678,3 milhões será aplicado no aperfeiçoamento operacional e na segurança das instalações já existentes. Além disso, o arrendamento desse terminal, que possui 297.349 metros quadrados, vai possibilitar a ampliação da capacidade de armazenamento e a construção de mais dois berços de atracação, o que garante mais espaço para navios no Porto de Santos.

O terminal será responsável por movimentar mais de 140 milhões de toneladas de petróleo e seus derivados, garantindo o abastecimento de toda a região de abrangência do porto santista. Ao longo dos 25 anos de contrato, serão gerados 12.111 empregos. Para administrar o local pelos próximos 25 anos, a Petrobras ofereceu R$ 558,2 milhões em valor de outorga pelo terminal STS08A, de Santos.

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Investimento será de R$ 25 milhões em dez anos

Reveja o evento 500 Maiores do Sul 2021

Acompanhe na íntegra como foi 31a edição da premiação do ranking regional das maiores empresas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul: o anuário das 500 MAIORES DO SUL

Acompanhe na íntegra como foi 31a edição da premiação do ranking regional das maiores empresas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul: o anuário das 500 MAIORES DO SUL

BMW anuncia investimento de R$ 500 milhões em Araquari

O valor será usado para o início de produção de um carro totalmente novo

A BMW também confirmou a produção local das novas gerações dos modelos X3 e X4 na planta catarinense

A BMW anunciou que investirá R$ 500 milhões na fábrica de Araquari (SC) nos próximos três anos. De acordo com a companhia, o valor será usado para a renovação de modelos, início de produção de um carro totalmente novo e na área de engenharia.

A BMW também confirmou a produção local das novas gerações dos modelos X3 e X4 menos de seis meses depois do lançamento desses modelos na Europa. Segundo a empresa, todas as versões a combustão das novas gerações das linhas X3 e X4 serão fabricadas em solo catarinense.

Também não está previsto aumento de capacidade da fábrica inaugurada em 2014 e que hoje está adequada para produzir 32 mil veículos por ano. O atual volume de produção (10 mil unidades por ano), e que deve se repetir em 2022, atende o mercado brasileiro.

A direção da montadora mantém os planos de a fábrica de Araquari, onde trabalham 700 dos cerca de 1 mil funcionários da BMW no país, atender ao mercado interno. A unidade tem características diferentes da fábrica mexicana, onde quase 90% da produção é destinada à exportação. Desde que foi inaugurada, a fábrica catarinense já recebeu R$ 1,8 bilhão em investimentos, incluindo o valor de R$ 500 milhões agora revelado.

O valor será usado para o início de produção de um carro totalmente novo

Paraná lidera nos principais indicadores de 500 MAIORES DO SUL

As 179 companhias paranaenses obtiveram melhores resultados em vendas e lucro

O Top 10 das maiores empresas do Paraná tem novidade neste ano, com o ingresso da Cálamo, distribuidora de produtos de O Boticário

O Paraná segue exibindo vantagem sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ainda que tenha perdido terreno em um dos principais indicadores de 500 MAIORES DO SUL. O ranking do Grupo AMANHÃ em parceria com a PwC Brasil mostra que as 179 companhias paranaenses produziram cifras mais elevadas que as 185 gaúchas em vendas e em patrimônios (que são os três componentes do Valor Ponderado de Grandeza, principal indicador da lista). Assim como na edição anterior, a soma de receitas é o resultado mais vistoso das paranaenses: R$ 270,2 bilhões – valor 13,4% maior que a soma das representantes catarinenses (R$ 238,1 bilhões) e 17,9% maior que a das gaúchas (R$ 229,1 bilhões). Porém, as companhias paranaenses apresentaram soma de patrimônios inferior à das gaúchas.

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O Top 10 das maiores empresas do Paraná tem novidade neste ano, com o ingresso da Cálamo, distribuidora de produtos de O Boticário, que fará companhia a pesos-pesados como Copel, Renault e Klabin. A estatal de energia segue como a maior companhia do estado, ostentando um VPG de R$ 17,9 bilhões (clique aqui para ver os resultados na íntegra).

Nesta edição de 500 MAIORES DO SUL, o Paraná foi superado pelo Rio Grande do Sul em número de empresas: 185 contra 179. Santa Catarina tem 136. Nesta edição, Rio Grande do Sul e Santa Catarina contam com duas empresas a mais em cada estado, enquanto o Paraná perdeu quatro representantes comparativamente à edição anterior.

“O ranking 500 MAIORES DO SUL, que a PwC realiza em parceria com o Grupo AMANHÃ há mais de três décadas, é um fiel raio-x da economia e do cenário corporativo na região Sul, servindo de base para diversas finalidades durante todo o ano. Nesta edição de 2020, ficou bastante claro como os apontamentos levantados no exercício de 2019, ou seja, antes da pandemia, se confirmaram, uma vez que a crise não foi capaz de afetar aquelas empresas que, resilientes, já estavam no caminho de um crescimento sustentável. O desafio das empresas agora é compreender o cenário pós-pandemia com todos os seus novos indicadores, como disrupções tecnológicas, divisões geopolíticas, mudanças climáticas, construindo confiança do mercado”, afirma Rafael Biedermann, sócio da PwC Brasil.

O critério de classificação das empresas
Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

As 179 companhias paranaenses obtiveram melhores resultados em vendas e lucro

Empresas catarinenses exibem a melhor rentabilidade do Sul

Representantes de SC se destacam na região com o menor endividamento e a menor soma de prejuízos

Weg lidera em patrimônio e exibe o maior lucro líquido

Ainda que seja o menor dos três estados do Sul, Santa Catarina exibe eficiência na 31ª edição de 500 MAIORES DO SUL. As empresas catarinenses bateram as gaúchas em volume total de receitas líquidas pelo segundo ano consecutivo. Foram R$ 238,1 bilhões em vendas em 2020 contra R$ 229,1 bilhões das gaúchas.

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Santa Catarina também é destaque por apresentar a menor média de endividamento (52,8%), ante 53,3% das representantes do Paraná e 55,5% das companhias do Rio Grande do Sul. A rentabilidade das catarinenses também é maior: 14,5% (frente a 11,4% das paranaenses e 10,2% das gaúchas). As representantes de Santa Catarina registram, ainda, a menor soma de prejuízos, R$ 200 milhões, frente a R$ 1,4 bilhão das gaúchas e R$ 4,6 bilhões das paranaenses.

Pela terceira edição consecutiva, duas catarinenses – Bunge e BRF – duelam pelo primeiro lugar do maior ranking regional de empresas do Brasil, publicado por AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A vice-líder BRF segue no retrovisor, mas a diferença, que era de menos de R$ 1 bilhão no principal indicador do ranking, o Valor Ponderado de Grandeza, aumentou nesta edição para R$ 4 bilhões (clique aqui para ver os resultados na íntegra).

Entre as 500 Maiores, o Rio Grande do Sul supera o Paraná em número de empresas: 185 contra 179. Santa Catarina tem 136. Nesta edição, comparativamente à anterior, Rio Grande do Sul e Santa Catarina contam com duas empresas a mais em cada estado, enquanto o Paraná perdeu quatro representantes.

O critério de classificação das empresas
Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

Representantes de SC se destacam na região com o menor endividamento e a menor soma de prejuízos

Rio Grande do Sul tem o maior número de empresas entre as 500 MAIORES DO SUL

Na soma de patrimônios de empresas dos três estados, as gaúchas lideram

Farmácias São João debuta no ranking uma posição à frente da Panvel

O Sicredi é a maior empresa do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado por AMANHÃ e pela PwC Brasil. No ranking de 2021, com base em balanços de 2020, a cooperativa de crédito segue no topo com um Valor Ponderado de Grandeza de R$ 15,6 bilhões – praticamente o dobro da nova vice-líder, a Yara (R$ 7,8 bilhões), e da CMPC, a terceira colocada.

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O Banrisul caiu para o quarto lugar. Outra novidade da lista é a entrada da rede de farmácias São João. A companhia de Passo Fundo debuta na 25ª colocação entre as cem maiores gaúchas, uma posição à frente da concorrente Panvel. A disputa promete, pois a diferença do VPG entre elas é de apenas R$ 40,7 milhões (clique aqui para ver os resultados na íntegra).

Entre os principais indicadores de 500 MAIORES DO SUL, o Rio Grande do Sul bate o Paraná e Santa Catarina na soma dos patrimônios. As representantes do estado têm um patrimônio total de R$ 153,4 bilhões, um pouco acima das paranaenses (R$ 143, 3 bilhões). Outro trunfo do Rio Grande do Sul se dá no ranking setorial, emplacando um número de empresas líderes superior ao do Paraná e de Santa Catarina quando computadas as campeãs por rentabilidade e por volume de vendas em cada setor: no total, são 13 gaúchas líderes por receita e 11 pela margem de lucro em seus setores.

No conjunto das 500 Maiores, o Rio Grande do Sul também supera o Paraná em número de empresas: 185 contra 179. Santa Catarina tem 136. Nesta edição, comparativamente à anterior, Rio Grande do Sul e Santa Catarina contam com duas empresas a mais em cada estado, enquanto o Paraná perdeu quatro representantes. As empresas de Santa Catarina bateram as gaúchas em volume total de receitas líquidas pelo segundo ano consecutivo. Foram R$ 238,1 bilhões em vendas em 2020 contra R$ 229,1 bilhões das gaúchas.

Critério de classificação das empresas
Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

Na soma de patrimônios de empresas dos três estados, as gaúchas lideram

As 500 MAIORES DO SUL faturaram R$ 737,4 bilhões em 2020

A soma dos patrimônios alcançou R$ 394,2 bilhões, um avanço de 22,2%

A catarinense Bunge lidera o ranking pela terceira edição consecutiva

No ano em que a pandemia infectou de angústia e pessimismo todos os mercados, os números do ranking 500 MAIORES DO SUL trazem um alento. Os resultados das empresas sediadas no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul demonstram que, apesar de tudo, em 2020 elas conseguiram elevar seus indicadores de desempenho, como mostra o maior ranking regional de empresas do Brasil, lançado por AMANHÃ e PwC Brasil na noite desta quinta-feira (18) em um evento on-line que também coroou as principais companhias da região.

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Juntas, as 500 empresas faturaram em 2020 R$ 737,4 bilhões, valor 18,7% maior que o do exercício de 2019. Quem mais faturou foi a catarinense Bunge (R$ 50,5 bilhões), que também encabeça o ranking como a maior empresa do Sul pela terceira edição consecutiva. A soma dos patrimônios das 500 alcançou no ano passado R$ 394,2 bilhões, um avanço de 22,2%. Também em 2020, o lucro líquido das 500 saltou 41,7%, para R$ 71,6 bilhões. Itaipu Binacional (R$ 9,5 bilhões), Copel (R$ 3,9 bilhões) e Sicredi (R$ 3,3 bilhões) figuraram entre os lucros mais vistosos.

Em 2020, as companhias da região elevaram suas margens para 12%, ante 10,6% das duas edições anteriores. O prejuízo, no entanto, aumentou para R$ 6,2 bilhões – quase o triplo do prejuízo de 2019 (R$ 2,3 bilhões). Quase 40% dessa cifra negativa foi puxada pela Klabin, que amargou perdas de R$ 2,3 bilhões. Nesta edição de 500 MAIORES DO SUL, a maré vermelha atingiu 53 empresas – 12 a menos que no ranking anterior, com base em balanços de 2019. “O ranking 500 MAIORES DO SUL sempre destacou a transparência das companhias do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul por aceitar apenas balanços publicados ou mesmo enviados por elas”, destaca Jorge Polydoro, Publisher do Grupo AMANHÃ.

“Em nossa análise dos mais de 2 mil balanços de empresas da região Sul para a elaboração do ranking das 500 MAIORES DO SUL, pudemos perceber que o ano de 2020 foi um dos mais desafiadores dos últimos tempos. Com a entrada da crise gerada pela pandemia, ainda no primeiro trimestre do ano, as empresas tiveram de enfrentar uma série de dificuldades desde o aspecto logístico ao produtivo, o que inevitavelmente afetou suas performances e a economia como um todo. Porém, em contrapartida, também foi possível notar que aquelas companhias que fizeram o ‘dever de casa’, que estruturaram suas práticas de ESG, englobando governança, sustentabilidade, social e diversidade, saíram na frente e demonstraram resultados bastante positivos”, assinala Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul.

A Bunge, pela terceira edição consecutiva, lidera o ranking. A vice-líder BRF segue no retrovisor, mas a diferença, que era de menos de R$ 1 bilhão no principal indicador do ranking, o Valor Ponderado de Grandeza, aumentou para R$ 4 bilhões. Rumo e Itaipu Binacional entraram no Top 10, deixando o Banrisul na 12ª posição e a Klabin em 14º lugar (clique aqui para ver os resultados na íntegra).

A soma dos patrimônios alcançou R$ 394,2 bilhões, um avanço de 22,2%

O papel do líder em um cenário repleto de incertezas

Noite que premiou as 500 MAIORES DO SUL apresentou um debate com cinco lideranças da região

As maiores e mais eficientes empresas listadas no ranking 500 MAIORES DO SUL foram premiadas em um evento on-line transmitido no canal do AMANHÃ TV no YouTube

As maiores e mais eficientes empresas listadas no ranking 500 MAIORES DO SUL, desenvolvido pelo Grupo AMANHÃ e PwC Brasil, foram premiadas em um evento on-line transmitido no canal do AMANHÃ TV no YouTube na noite desta quinta-feira (18). Além de apresentar o mapa da excelência empresarial na região, o projeto 500 MAIORES DO SUL deu voz a quem têm a responsabilidade de conduzir grandes empresas do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Um grupo de dirigentes foi provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades (leia mais detalhes a seguir).

Clique aqui e veja como foi o evento de lançamento e premiação de 500 MAIORES DO SUL.

“Essa é uma parceria histórica entre AMANHÃ e PwC que criou de forma inédita o Valor Ponderado de Grandeza, que é a soma do patrimônio, vendas e o resultado das empresas. Também revelamos as 500 emergentes, formando 1 mil companhias na lista, que dá um cenário histórico de muitas delas que estão há mais de 30 anos no ranking”, assinalou Jorge Polydoro, Publisher do Grupo AMANHÃ.

“As empresas foram resilientes em 2020, ano mais impactado pela pandemia, com um crescimento de 20,3% no VPG, principal indicador do ranking. As companhias da região se mostraram disruptivas nesse período e a capacidade do empresariado da região em alcançar resultados positivos”, pontuou Rafael Biedermann, sócio da PwC Brasil, que apresentou alguns dos principais dados da pesquisa. A Bunge, pela terceira edição consecutiva, lidera o ranking. A vice-líder BRF segue no retrovisor, mas a diferença, que era de menos de R$ 1 bilhão no VPG, aumentou para R$ 4 bilhões. Rumo e Itaipu Binacional entraram no Top 10, deixando o Banrisul na 12ª posição e a Klabin em 14º lugar (clique aqui para ver os resultados na íntegra).

“O dia é de festa e junto com vocês temos muito a comemorar, pois em 2021 fizemos 60 anos. Juntamente com a comunidade conseguimos oferecer novos produtos e serviços fazendo uma boa política social que é dar dignidade a todos que moram nos três estados do Sul”, saudou Wilson Bley, presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). “Gostaria de saudar os empreendedores nesta noite, ainda mais nesse período que estamos passando com a retomada das atividades e superação dos desafios. Temos de fazer com que renda e o emprego retornem. Isso é um esforço de todos nós”, conclamou Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.

Carlos Moisés, governador de Santa Catarina, enalteceu o avanço das companhias do estado. “Estamos juntos com vocês, empresários, para fortalecer a economia catarinense que é um estado pujante que tem crescido muito e gerado muitos empregos”, sublinhou. Ratinho Junior, governador do Paraná, também teve razões para celebrar. “É inegável o papel fundamental das empresas para alavancar a economia. Estamos promovendo a retomada econômica. Por isso o ranking 500 MAIORES DO SUL é tão importante, pois reconhece o papel fundamental das grandes empresas que ajudam a mover a economia do nosso país, em especial os estados do Sul”, exaltou.

A voz da liderança
O painel “A voz da liderança”, mediado por Eugênio Esber, diretor de Redação de AMANHÃ, reuniu Antônio Sérgio Gabriel, diretor administrativo financeiro da Coamo; Daniel Slaviero, presidente da Copel; Fernanda Sacchi, diretora de gente, ESG e comunicação da Rumo; Erasmo Carlos Battistella, presidente da BSBIOS; e Daniel Randon, presidente das Empresas Randon. Eles foram instigados a responder quais atributos novos passam a fazer parte do perfil e do papel de um líder nesse “novo normal” no exercício da liderança. “O primeiro atributo é que não somos heróis e o principal pilar é cuidar das pessoas. Nosso novo normal é que não é necessário estar no mesmo local para produzir. Nos demos conta que a gente precisa ter empatia e ter um cuidado com as pessoas. Primeiro exercício nosso é que, na volta ao trabalho presencial, não teremos escritórios repletos novamente. O pilar da empatia foi, em resumo, o mais importante desse período”, declarou Fernanda, da Rumo.

Randon lembrou que houve uma aceleração da transformação digital muito forte. “Por isso, os líderes devem estar cada vez mais atentos. A volatilidade não muda o desafio de liderar. A pandemia também mostrou que as empresas têm de ter um proposito além da rentabilidade, daí o ESG. É preciso se adaptar às mudanças, mas trabalhando com muita delegação [de tarefas]”, disse. Slaviero, da Copel, afirmou que o exercício da liderança continua o mesmo, mas o que mudou foram as circunstâncias onde ela ocorre. “O ambiente hoje é mais desafiador. Empresas mais longevas se interessam por seus colaboradores, acionistas e comunidade em geral. Isso ficou referendado nesse processo. Eu sou um entusiasta da volta aos escritórios, mas nada supera a cultura obtida pessoalmente dentro de uma empresa”, assegurou.

“Acredito que o ano que passou trouxe uma variável que nenhum líder se preparou que foi a pandemia. A máxima de quem sobrevive é quem mais se adapta rapidamente e não os mais fortes. Aqui [na BSBIOS] investimos nas pessoas, onde a maioria não conseguiu ficar em casa, pois não podemos parar nossas fábricas. Mas trabalhamos para que todos tivessem saúde. Felizmente não tivemos nenhuma perda”, contou Battistella. Para ele, que teve oportunidade de estar presente na COP 26, em Glasgow, as práticas sustentáveis serão cada vez mais adotadas pelas companhias. Antônio Sérgio Gabriel, diretor administrativo financeiro da Coamo, também relatou que a cooperativa sediada em Campo Mourão (PR) não pode parar durante a pandemia. “Esse novo normal foi extremamente propalado no começo da pandemia, mas sou da opinião que não mudou o exercício da liderança. Os atributos seguem sendo liderar pelo conhecimento e atitudes”, frisou.

Por fim, os painelistas relatam qual seria o grande desafio para o cenário dos negócios em 2022. Randon afirmou que o ano será desafiador, porém o país pode ter uma oportunidade em razão da China. “O mundo tem de buscar produtos além da China. E aí pode ter uma oportunidade no campo da manufatura. Outro ponto importante, para as empresas, será cuidar do caixa”, afiançou. O presidente da BSBIOS concordou com a colocação. “Ter cuidado com a rentabilidade do negócio e a saúde financeira é fundamental. Mas tentar adaptar o negócio às condições do futuro também é importante”, enfatizou Battistella. Slaviero prevê que será um ano turbulento. “Mas o Brasil é mais ou menos assim, vivemos de anos complicados, teremos instabilidade e isso requer cuidado. As empresas que cuidarem em ter equilíbrio [em suas contas], continuarão se destacando”, assegurou. No campo de visão do diretor administrativo financeiro da Coamo há duas inquietações. “Algo que nos preocupa é a qualidade da mão de obra e como levar a tecnologia para o campo. Precisamos ter profissionais devidamente treinados. Até mesmo criamos uma universidade empresarial para dar esse treinamento”, revelou. Fernanda Sacchi, diretora de gente, ESG e comunicação da Rumo, espera que a companhia paranaense tenha um ano de grandes resultados.

Noite que premiou as 500 MAIORES DO SUL apresentou um debate com cinco lideranças da região

AMANHÃ e PwC Brasil anunciarão o ranking 500 MAIORES DO SUL nesta quinta-feira

Grupo de empresários será provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades

O grupo de dirigentes será provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades

Nesta quinta-feira (18) o Grupo AMANHÃ e PwC Brasil anunciarão os resultados do ranking 500 MAIORES DO SUL. A transmissão iniciará às 19 horas no canal do YouTube do Grupo AMANHÃ. Além de apresentar o mapa da excelência empresarial na região, o projeto 500 MAIORES DO SUL vai dar voz a quem têm a responsabilidade de conduzir grandes empresas do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O grupo de dirigentes será provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades.

O painel “A voz da liderança” terá duração de 30 minutos e será mediado por Eugênio Esber, diretor de Redação de AMANHÃ. Entre os painelistas estarão Antônio Sérgio Gabriel, diretor administrativo financeiro da Coamo; Daniel Slaviero, presidente da Copel; Fernanda Sacchi, diretora de gente, ESG e comunicação da Rumo; Erasmo Carlos Battistella, presidente da BSBIOS; e Daniel Randon, presidente das Empresas Randon.

SERVIÇO
A voz da liderança
Em tempos desafiadores, todos querem ouvir o líder
Dia: 18 de novembro, quinta-feira
Horário: 19h
Local: YouTube do Grupo AMANHÃ (clique aqui e ative o lembrete)

Grupo de empresários será provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades

Confiança do comércio cai pelo terceiro mês seguido

Situação econômica frustra expectativas de empresários

Mesmo com o aumento de circulação de pessoas nas ruas, a conjuntura econômica tem afetado a confiança empresarial

Pelo terceiro mês seguido, os comerciantes brasileiros se mostraram menos otimistas. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a pesquisa, o indicador teve redução mensal de 1,3% em novembro. O resultado, no entanto, não anulou a performance da confiança empresarial até o momento, que subiu cerca de 9,7% em 2021.

Apesar de ter caído oito vezes em onze meses, indicando oscilação do otimismo, o índice registrou 119 pontos, permanecendo na zona de satisfação, acima dos 100 pontos. Os resultados foram influenciados por variações adversas no subíndice Condições Atuais do Empresário do Comércio, que teve reduções em todos os itens que o compõem: condições atuais da economia, do setor e da empresa.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que os números deixam implícito que, mesmo com o aumento de circulação de pessoas nas ruas, a conjuntura econômica tem afetado a confiança empresarial. “Os dados indicam que, apesar de fundamental, o avanço da vacinação já não tem sido mais suficiente para injetar ânimo no comércio. Será preciso que a situação da economia melhore para a recuperação acontecer”, afirma.

Cenário de redução da confiança
Entre os componentes apurados pelo Icec, apenas o que se refere às intenções de investimento variou positivamente no mês, com crescimento de 0,5%, o que, segundo a análise, pode ser atribuído ao término do ano e à sazonalidade das compras de Natal. Por outro lado, o item relativo a condições atuais do empresário do comércio apresentou a maior queda mensal: 4,1%. Expectativas do empresário do comércio contou com menor retração (0,7%).

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, aponta que fatores como a inflação; a desvalorização da moeda, encarecendo as importações; os juros; a escalada dos preços dos combustíveis e o aumento da energia nas vésperas da chegada do verão constituem um ambiente complicado para vendas. Além dos fatores diretos, outros ingredientes compõem um cenário de redução de confiança dos empresários, como o encerramento do auxílio emergencial; o endividamento das famílias e a taxa de desemprego ainda elevada.

“Na prática, compõem um conjunto de elementos que se tangenciam na contramão da virtuosidade, tornando a fase de recuperação mais complexa. O contexto ajuda a explicar, então, por que há maior circulação de pessoas, e a movimentação parece não impactar o crescimento das vendas e do otimismo”, observa Everton.

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Situação econômica frustra expectativas de empresários

Plaenge anuncia primeiro lançamento em Joinville

Construtora paranaense terá cinco projetos na cidade totalizando um VGV de R$ 400 milhões

Vitra terá apartamentos de 110 a 136 metros quadrados, trazendo opções de plantas que atendem a diferentes perfis de moradores

Chama-se Vitra o primeiro projeto com a marca da Plaenge em Joinville, que será apresentado ao mercado no dia 25 de novembro. A estreia da companhia paranaense em Santa Catarina será em grande estilo, com um empreendimento localizado no coração do bairro Atiradores, zona nobre e uma das mais valorizadas da maior cidade do estado. O endereço situa-se nas proximidades da Via Gastronômica e do Hospital Dona Helena, com acesso a toda a estrutura de lazer e serviços do Centro.

Com 15 pavimentos, o Vitra terá apartamentos de 110 a 136 metros quadrados, trazendo opções de plantas que atendem a diferentes perfis de moradores, além de dois duplex de 258 metros quadrados. A construtora já anunciou cinco projetos para os próximos dois anos em Joinville, totalizando VGV de R$ 400 milhões.

“Estamos muito orgulhosos. Acredito que teremos um papel fundamental no desenvolvimento imobiliário de Joinville, por meio de mais uma marca de excelência”, afirma Maurício Dallagrana, gerente regional do Grupo Plaenge. A holding atua há 12 anos em Joinville, com a construtora Vanguard, focada em apartamentos para o público jovem. “A Vanguardé conhecida por produtos inovadores e autênticos, e a Plaenge será responsável por realizar sonhos de clientes que buscam a sofisticação, a elegância e a modernidade.” O lançamento do Vitra vai marcar a abertura da nova central de vendas da Plaenge em Joinville, em área de 4 mil metros quadrados, no bairro Atiradores.

A Plaenge opera nas maiores cidades do Centro-Sul do país – Joinville, Curitiba, Londrina, Maringá, Campo Grande, Cuiabá, Campinas, Porto Alegre e São Paulo –, além do Chile. A empresa atua nos segmentos de incorporação residencial, desenvolvimento urbano, construção civil, projetos e montagens industriais. A empresa já entregou mais de 400 empreendimentos que somam mais de 6 milhões de metros quadrados de área construída e onde vivem 100 mil pessoas.

Em 2020, a Plaenge totalizou 19 lançamentos imobiliários no Brasil e no Chile, que somam VGV de R$ 1,6 bilhão. A previsão é encerrar 2021 com 26 novos empreendimentos no Brasil e no Chile, com VGV estimado de R$ 2,2 bilhões. Nos últimos anos, a empresa inovou ao trazer para o mercado imobiliário práticas de gestão e de design do mercado automobilístico europeu. “Temos uma forte parceria com a Porsche Consulting, que nos permitiu ter um controle rigoroso e de alto nível de nossos processos de criação de produtos, gestão da produção e de relacionamento digital com nossos clientes”, analisa Dallagrana.

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Construtora paranaense terá cinco projetos na cidade totalizando um VGV de R$ 400 milhões

Custos para produção de soja e milho apresentam forte alta

FecoAgro/RS indica que elevação de insumos e combustíveis impactam negativamente

O produtor respondeu em aumento de área plantada, mas não contava enfrentar tamanha elevação de custos

A projeção de custos de produção das lavouras de milho e soja de verão apontam níveis de elevação preocupantes. É o que mostra novo levantamento realizado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS). Segundo a entidade, isto é reflexo dos aumentos dos preços de insumos como fertilizantes e defensivos, além das máquinas, implementos e combustíveis.

Alguns produtos tiveram elevação superior a 150% nos últimos 12 meses, ocorrendo também falta de oferta de alguns insumos, bem como a restrição da oferta de diesel. Os novos patamares de custos, tanto no milho como na soja, indicam uma tendência forte de queda de rentabilidade nas duas culturas, reduzindo em 40,2% no milho e em 36,2% na soja no final do ciclo.

A projeção da entidade, com base nos preços de 1º de novembro de 2021, no caso da soja, indica uma perda por parte do produtor na relação de troca de 48,8% em número de sacas necessárias para pagar o custo total de produção, que era de 26,1 sacas, e agora indica uma necessidade de colher 38,8 sacas. Já em relação ao desembolso, o produtor precisará colher 26,6 sacas contra 16,9 na safra passada, uma elevação de 57,5%. Isso reduz significativamente a rentabilidade futura apesar dos preços no mercado permanecerem aquecidos.

No caso do milho, a relação de troca sofreu impacto maior pelo fato de usar mais insumos do que a soja. Com isso, o produtor vai precisar colher 108,5 sacas por hectare para cobrir o custo total de produção ante as 69,6 sacas da safra anterior, um aumento de 57% de produção diante do atual patamar de custo. Em relação ao desembolso, o produtor sofreu impacto maior e vai precisar produzir 82,4 sacas por hectares frente as 49 sacas na safra passada, uma elevação de 68%.

Outras atenções, conforme a entidade, ficam por conta da possível restrição de oferta de alguns insumos para a próxima safra, a questão climática e a manutenção dos atuais preços para que os produtores não venham a perder ainda a rentabilidade. Segundo a FecoAgro/RS, qualquer queda de produtividade poderá gerar prejuízos aos produtores.

Portanto, de acordo com a entidade, o quadro indica que o produtor terá de fazer um bom manejo da lavoura e contar com boas condições de clima para obter uma boa safra. Enquanto o custo da soja subiu 52,1% e do milho 65,6%, a variação de preço no mesmo período de 12 meses foi de 2,6% na soja e de 5,4% no milho. A expectativa é de um aumento de área de soja superior a 3,5%, ultrapassando os 6,3 milhões de hectares, e no milho a projeção é de uma área acima de 820 mil hectares, 5% a mais em relação à safra passada.

Segundo o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, o produtor respondeu em aumento de área plantada, mas não contava enfrentar tamanha elevação de custos. “Diante dos altos riscos que o produtor enfrenta na produção, ele precisa se proteger com seguro agrícola para se prevenir de eventuais danos causados por fatores como clima e mercado, evitando assim possíveis prejuízos maiores”, observa.

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FecoAgro/RS indica que elevação de insumos e combustíveis impactam negativamente

Saiba mais sobre o “metaverso”, nova tecnologia lançada pelo Facebook

Alteração marca união de diferentes aplicativos da rede

O Facebook afirmou que o metaverso anunciado ainda está sendo desenvolvido e não informou quando os recursos e produtos desse novo ambiente estarão disponíveis no Brasil

O Facebook deixou de ser uma rede social apenas. A empresa mudou de nome e passou a se chamar Meta. Essa alteração marcou a união de diferentes aplicativos do grupo (como Instagram e WhatsApp) em sua marca e indicou a valorização de sua nova aposta tecnológica e de negócios: o chamado “metaverso”.

O Facebook definiu o metaverso como “combinação híbrida das experiências sociais on-line atuais, às vezes expandido em três dimensões ou se projetando no mundo físico”. A empresa argumenta que será possível compartilhar “experiências imersivas” com pessoas mesmo sem estar presente.

Em carta divulgada há alguns dias, o fundador e diretor da empresa, Mark Zuckerberg, declarou que essa experiência imersiva consistirá em uma vivência em que a pessoa “está” nessa atividade ou conteúdo interativo, e não apenas olhando para ele. O uso de realidade virtual e aumentada permitirá, nas palavras de Zuckerberg, que as pessoas “estejam” onde quiser, do trabalho a uma reunião de amigos, sem obstáculos como o tempo de deslocamento e seus problemas, como o tráfego, por exemplo.

“Você vai se mover por meio dessas experiências em diferentes dispositivos – óculos de realidade aumentada para ficar presente no mundo físico, realidade virtual para ficar totalmente imerso e fones e computadores para pular entre plataformas existentes”, acrescentou o fundador da empresa.

O Facebook afirmou que o metaverso anunciado ainda está sendo desenvolvido e não informou quando os recursos e produtos desse novo ambiente estarão disponíveis no Brasil. “O metaverso ainda está um pouco distante, mas algumas partes dele já estão ganhando vida, e muito mais ainda está por vir. Estamos desenvolvendo para aprimorar a realidade virtual e a realidade aumentada que conhecemos até agora”, afirma a empresa, em nota.

O metaverso vai combinar funcionalidades e negócios que o Facebook já oferecia, mas de forma separada. A empresa surgiu como uma rede social e ganhou o mundo, chegando a 2,9 bilhões de usuários ativos mensais em novembro deste ano, segundo a consultoria Statista. O Facebook ampliou seu domínio nas redes sociais com a compra do Instagram em 2012 e do Whatsapp em 2014. Neste mesmo ano, adquiriu a empresa de realidade virtual Oculus, e passou a ofertar equipamentos e programas relacionados a esse tipo de tecnologia.

Mas a realidade virtual ainda demanda conexões robustas para viabilizar o carregamento dos dados de vídeo e as respostas imediatas aos movimentos realizados pelo indivíduo nos espaços imersivos. Esse ambiente tem mudado com a ampliação da capacidade de conexão da banda larga física e agora com a chegada do 5G. No Brasil, o leilão foi realizado neste mês, e a tecnologia começar a ser implantada no ano que vem pelos grandes centros.

Agora, o metaverso nasce com a promessa de se tornar uma “super rede social” em que a interação não ocorre apenas pelo teclado do computador ou smartphone, mas por meio de avatares dos indivíduos, que poderão atuar conjuntamente tanto em locais virtuais quanto acrescentando elementos virtuais a locais físicos.

Em entrevista, a ex-funcionária do Facebook que denunciou problemas na empresa em audiências no Congresso dos Estados Unidos, Frances Haugen, falou de riscos no metaverso. Segundo ela, esse novo sistema terá capacidade ainda maior de coleta e exploração dos dados pessoais para viabilizar as experiências imersivas e poderá ter caráter viciante. O Facebook anunciou que deixaria de utilizar a tecnologia de reconhecimento facial, altamente criticada por entidades de defesa da privacidade, mas voltou atrás e informou que seguiria adotando esse recurso no metaverso.

Para André Lucas Fernandes, diretor do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife (IP.rec), o metaverso cria um simulacro que levará atividades sociais e econômicas para um cenário mais abstrato, impondo desafios às democracias e do ponto de vista jurídico. Ele indica riscos de ampliação das desigualdades no ambiente da internet. “Se pensarmos em termos de infraestrutura e acesso à internet, há uma questão de abismo digital urgente, e o metaverso pode ser fator catalisador de exclusão das pessoas que não estão conectadas, já que demandará equipamentos sofisticados e mais caros”, avalia.

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Com Agência Brasil 

Alteração marca união de diferentes aplicativos da rede

Receita apura valores de “gap tributário”

A conta é resultado da diferença do que pode ser arrecadado e o que se sonega ou se subsidia em determinados setores da economia

O cenário que será desenhado a partir do resultado do trabalho da Receita deverá contribuir para uma avaliação consistente do potencial arrecadatório e auxiliará na elaboração de políticas fiscais mais eficientes

A Receita Federal está fazendo um trabalho hercúleo de levantamento do tamanho da sonegação fiscal no Brasil, noticia o jornal Valor Econômico. O foco inicial é a PIS/COFINS, e, em seguida, deverá partir para outros tributos, como imposto de renda e contribuições sobre a folha. O estudo pretende obter informações também sobre os valores que deixam de ser arrecadados em razão de disputas judiciais ou por subsídios concedidos para determinados setores.

O objetivo é medir a diferença entre o que Estado poderia estar arrecadando e o que realmente ingressa em seus cofres. A diferença é o “gap tributário”. E será utilizada a mesma metodologia de aferição do Fundo Monetário Internacional (FMI), permitindo um comparativo com outros países. O cenário que será desenhado a partir do resultado do trabalho da Receita deverá contribuir para uma avaliação consistente do potencial arrecadatório e auxiliará na elaboração de políticas fiscais mais eficientes.

A Receita deverá divulgar o resultado em quatro “gaps”, por setor da economia, informou o secretário especial adjunto da Receita Federal, Marcelo de Sousa Silva, em recente declaração para o Valor. A previsão é que se avance no cálculo também em relação aos entes da federação com o cruzamento de informações obtidas a partir das Notas Fiscais Eletrônicas.

O conjunto das informações fiscais, envolvendo o Produto Interno Bruto (PIB), e um maior detalhamento sobre o que é produzido e consumido, permitirá estimar impactos econômicos, e fornecerá elementos para a análise com maior precisão pelo legislativo que também se debruça em estudos sobre a tributação. Os dados específicos serão tratados com sigilo e servirão de base para a otimização de resultados e discussão da matriz fiscal, com o compartilhamento interno entre instituições de pesquisa e o meio acadêmico.

No momento em que se reflete sobre uma ampla reforma tributária, cada vez mais tardia, a coleta e processamento de informações com esse nível qualitativo representa uma verdadeira vantagem racional e estratégica para a formulação de propostas que sirvam à otimização de recursos, aumento da receita e desoneração, em relação ao que efetivamente importa ao desenvolvimento econômico e social.

*Doutor em Direito Civil pela UFRGS, Mestre em Direito Romano e Unificação do Direito pela Università di Roma ‘Tor Vergata’, professor no curso de Pós-Graduação da PUC/RS sobre Responsabilidade Civil e advogado em Porto Alegre.

A conta é resultado da diferença do que pode ser arrecadado e o que se sonega ou se subsidia em determinados setores da economia

Em tempos desafiadores, todos querem ouvir o líder

Grupo AMANHÃ e PwC Brasil anunciarão os resultados do ranking 500 MAIORES DO SUL na quinta-feira

O grupo de dirigentes será provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades

Nesta quinta-feira (18) o Grupo AMANHÃ e PwC Brasil anunciarão os resultados do ranking 500 MAIORES DO SUL. A transmissão iniciará às 19 horas no canal do YouTube do Grupo AMANHÃ. Além de apresentar o mapa da excelência empresarial na região, o projeto 500 MAIORES DO SUL vai dar voz a quem têm a responsabilidade de conduzir grandes empresas do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O grupo de dirigentes será provocado a falar sobre o papel do líder em um cenário repleto de incertezas, transformações e oportunidades.

O painel “A voz da liderança” terá duração de 30 minutos e será mediado por Eugênio Esber, diretor de Redação de AMANHÃ. Entre os painelistas estarão Antônio Sérgio Gabriel, diretor administrativo financeiro da Coamo; Daniel Slaviero, presidente da Copel; Fernanda Sacchi, diretora de gente, ESG e comunicação da Rumo; Erasmo Carlos Battistella, presidente da BSBIOS; e Daniel Randon, presidente das Empresas Randon.

SERVIÇO
A voz da liderança
Em tempos desafiadores, todos querem ouvir o líder
Dia: 18 de novembro, quinta-feira
Horário: 19h
Local: YouTube do Grupo AMANHÃ (clique aqui e ative o lembrete)

Grupo AMANHÃ e PwC Brasil anunciarão os resultados do ranking 500 MAIORES DO SUL na quinta-feira