Marco Aurélio Braga assume comunicação e marketing da Döhler

Jornalista tem vasta experiência no mercado de comunicação com mais de 25 anos de atuação

Braga ficou à frente da secretaria de comunicação da prefeitura de Joinville entre 2013 e 2020

O jornalista Marco Aurélio Braga assume nesta semana como Head de comunicação e marketing da Döhler, uma das principais e mais sustentáveis indústrias têxteis da América Latina, com sede em Joinville (SC). Braga ficará responsável pelos setores de comunicação, marketing, e-commerce e Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), além de traçar toda a estratégia offline e online da gigante catarinense. Responsável em desenhar estratégias de comunicação, marketing e e-commerce, Braga pretende impulsionar a digitalização e contribuir para fortalecer ainda mais a imagem da Döhler.

Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de Comunicação, desde 2021 passou a atender a Döhler e outras grandes empresas das áreas da construção civil e de tecnologia por meio da sua agência, a Braga`s Inteligência, Comunicação e Negócios, até receber a proposta de se consolidar na indústria joinvilense como porta-voz e head de comunicação e marketing. Braga atuou, ainda, com sólida carreira na mídia impressa em grandes veículos de comunicação de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, com especialidade em jornalismo investigativo e de dados.

Em 2007 foi finalista do Prêmio Esso de Jornalismo, uma das principais premiações do gênero no Brasil. De 2013 a 2020 ficou à frente da secretaria de comunicação da prefeitura de Joinville. A Döhler é a 180ª maior empresa da região e também a 39ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Jornalista tem vasta experiência no mercado de comunicação com mais de 25 anos de atuação

Marco Aurélio Braga assume comunicação e marketing da Döhler

Jornalista tem vasta experiência no mercado de comunicação com mais de 25 anos de atuação

Braga ficou à frente da secretaria de comunicação da prefeitura de Joinville entre 2013 e 2020

O jornalista Marco Aurélio Braga assume nesta semana como Head de comunicação e marketing da Döhler, uma das principais e mais sustentáveis indústrias têxteis da América Latina, com sede em Joinville (SC). Braga ficará responsável pelos setores de comunicação, marketing, e-commerce e Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), além de traçar toda a estratégia offline e online da gigante catarinense. Responsável em desenhar estratégias de comunicação, marketing e e-commerce, Braga pretende impulsionar a digitalização e contribuir para fortalecer ainda mais a imagem da Döhler.

Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de Comunicação, desde 2021 passou a atender a Döhler e outras grandes empresas das áreas da construção civil e de tecnologia por meio da sua agência, a Braga`s Inteligência, Comunicação e Negócios, até receber a proposta de se consolidar na indústria joinvilense como porta-voz e head de comunicação e marketing. Braga atuou, ainda, com sólida carreira na mídia impressa em grandes veículos de comunicação de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, com especialidade em jornalismo investigativo e de dados.

Em 2007 foi finalista do Prêmio Esso de Jornalismo, uma das principais premiações do gênero no Brasil. De 2013 a 2020 ficou à frente da secretaria de comunicação da prefeitura de Joinville. A Döhler é a 180ª maior empresa da região e também a 39ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Jornalista tem vasta experiência no mercado de comunicação com mais de 25 anos de atuação

SC tem a menor geração “nem-nem” do Brasil

No estado, 178 mil jovens não estudam nem trabalham

São 377 mil jovens trabalham e estudam em Santa Catarina

Santa Catarina tem 178 mil pessoas entre 15 e 29 anos que não trabalham e nem estudam, fazendo parte da chamada geração “nem-nem”. O número representa 10,6% dos jovens nessa faixa etária, o que coloca Santa Catarina com o menor percentual do Brasil. A média nacional de jovens nessa situação é de 20%. Os dados têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) – Educação, de 2022, e foram analisados pelo Observatório Fiesc. A pesquisa registrou uma melhora entre 2019 e 2022, com redução de 38 mil jovens (-18%) no número de jovens que estão nesta situação em Santa Catarina. No estado, 377 mil jovens trabalham e estudam (22,5%); 819 mil trabalham e não estudam (48,8%); e 304 mil não trabalham, mas estudam (18,1%).

Em 2022, foram gerados 6,6 mil empregos formais para jovens de 17 a 24 anos de idade. Segundo dados do Caged, mais da metade das vagas geradas no último ano foram ocupadas por pessoas de 18 a 24 anos. Os dados mostram uma tendência de crescimento na empregabilidade nessa faixa etária. Em Santa Catarina, Senai e Sesi atuam em parceria para diminuir ainda mais a quantidade de jovens da geração nem-nem, com iniciativas e ofertas de cursos de aprendizagem, técnicos, graduação tecnológica, entre outros. Em 2022, por exemplo, foram 175.172 alunos em busca de qualificação. Desse número, 93.636 estudantes são da faixa de 15 a 29 anos, o que representa 53,45%. O estado possui a 3ª menor taxa de analfabetismo do país, com apenas 2,2% da população de 15 anos ou mais, de acordo com dados da PNAD para 2022.

No mesmo sentido, a taxa de escolarização dos catarinenses é uma das mais altas do país, com 93,1% dos jovens com idades entre 15 e 17 anos matriculados em alguma instituição de ensino. “Para aumentar as oportunidades no mercado de trabalho o caminho passa pela educação. Por isso, é essencial que os estudantes recebam suporte durante o processo de qualificação, seja por meio da graduação, cursos técnicos, profissionalizantes ou especializações. Além disso, é importante oferecer atividades que incentivem o empreendedorismo e preparem os jovens para diversas áreas”, afirma o diretor regional do Senai/SC, Fabrizio Machado. O termo “nem-nem” é a variação da sigla Neet (Not in Education, Employment, or Training), que significa “não está na educação, emprego ou treinamento”, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O conceito surgiu na Inglaterra, na década de 1990, resultado das primeiras discussões sobre os jovens que não trabalhavam e nem estudavam, por diversas razões, sejam financeiras, precariedade de formação, estrutura familiar ou condições sociais.

No estado, 178 mil jovens não estudam nem trabalham

SC tem a menor geração “nem-nem” do Brasil

No estado, 178 mil jovens não estudam nem trabalham

São 377 mil jovens trabalham e estudam em Santa Catarina

Santa Catarina tem 178 mil pessoas entre 15 e 29 anos que não trabalham e nem estudam, fazendo parte da chamada geração “nem-nem”. O número representa 10,6% dos jovens nessa faixa etária, o que coloca Santa Catarina com o menor percentual do Brasil. A média nacional de jovens nessa situação é de 20%. Os dados têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) – Educação, de 2022, e foram analisados pelo Observatório Fiesc. A pesquisa registrou uma melhora entre 2019 e 2022, com redução de 38 mil jovens (-18%) no número de jovens que estão nesta situação em Santa Catarina. No estado, 377 mil jovens trabalham e estudam (22,5%); 819 mil trabalham e não estudam (48,8%); e 304 mil não trabalham, mas estudam (18,1%).

Em 2022, foram gerados 6,6 mil empregos formais para jovens de 17 a 24 anos de idade. Segundo dados do Caged, mais da metade das vagas geradas no último ano foram ocupadas por pessoas de 18 a 24 anos. Os dados mostram uma tendência de crescimento na empregabilidade nessa faixa etária. Em Santa Catarina, Senai e Sesi atuam em parceria para diminuir ainda mais a quantidade de jovens da geração nem-nem, com iniciativas e ofertas de cursos de aprendizagem, técnicos, graduação tecnológica, entre outros. Em 2022, por exemplo, foram 175.172 alunos em busca de qualificação. Desse número, 93.636 estudantes são da faixa de 15 a 29 anos, o que representa 53,45%. O estado possui a 3ª menor taxa de analfabetismo do país, com apenas 2,2% da população de 15 anos ou mais, de acordo com dados da PNAD para 2022.

No mesmo sentido, a taxa de escolarização dos catarinenses é uma das mais altas do país, com 93,1% dos jovens com idades entre 15 e 17 anos matriculados em alguma instituição de ensino. “Para aumentar as oportunidades no mercado de trabalho o caminho passa pela educação. Por isso, é essencial que os estudantes recebam suporte durante o processo de qualificação, seja por meio da graduação, cursos técnicos, profissionalizantes ou especializações. Além disso, é importante oferecer atividades que incentivem o empreendedorismo e preparem os jovens para diversas áreas”, afirma o diretor regional do Senai/SC, Fabrizio Machado. O termo “nem-nem” é a variação da sigla Neet (Not in Education, Employment, or Training), que significa “não está na educação, emprego ou treinamento”, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O conceito surgiu na Inglaterra, na década de 1990, resultado das primeiras discussões sobre os jovens que não trabalhavam e nem estudavam, por diversas razões, sejam financeiras, precariedade de formação, estrutura familiar ou condições sociais.

No estado, 178 mil jovens não estudam nem trabalham

Grupo Potencial investe R$ 1,7 bilhão para ampliar produção de biodiesel no Paraná

Nova unidade de esmagamento de soja do grupo paranaense fica na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba

O presidente do Grupo Potencial, Arnoldo Hammerschimidt, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o governador Ratinho Junior lançam a pedra fundamental da esmagadora de soja para produção de biodiesel

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta sexta-feira (30), na Lapa, Região Metropolitana de Curitiba, do lançamento da pedra fundamental da indústria de esmagadora de soja do Grupo Potencial. A primeira fase da obra vai receber R$ 1,7 bilhão em investimentos para ampliar a produção de biodiesel, com a expectativa de gerar cerca de 250 postos de trabalho diretos e até 3 mil indiretos. O vice-presidente Geraldo Alckmin também acompanhou a solenidade. O mercado de industrialização de soja é a nova frente de negócio do Grupo Potencial, que atua no setor de combustíveis, energia e transportes e é um dos principais produtores de biodiesel do país. A previsão é que a nova planta seja concluída em 18 meses a partir do início da construção, podendo levar até 24 meses se for considerado o prazo de negociações comerciais. “O Paraná é um dos principais produtores de energia limpa do Brasil. E essa planta do Grupo Potencial consolida esse cenário, pois vai ampliar a produção de biocombustível, o que é essencial para reduzir as emissões de carbono na atmosfera”, destacou Ratinho Junior. 

O vice-presidente Geraldo Alckmin, que é também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), destacou que a indústria de biocombustíveis é estratégica para o projeto de desenvolvimento econômico do País, principalmente em um momento em que é necessário reduzir as emissões de carbono. “O Brasil pode ser protagonista do mundo em sustentabilidade, e o Paraná é um exemplo disso”, afirmou. Ele explicou que, neste ano, o país elevou para 12% a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel vendido no Brasil, o que amplia a demanda por biocombustíveis. “Somente com esse aumento, vamos deixar de importar 1 bilhão de litros de diesel no ano, sendo trocado por biodiesel. Isso também ajuda na questão das mudanças climáticas. A descarbonização é uma exigência do nosso tempo, e o Brasil tem uma oportunidade fantástica nesse sentido”, sublinhou.

A esmagadora de soja será construída no Complexo Industrial do Grupo Potencial, na Lapa, junto à usina de biodiesel da companhia, que é a maior do Brasil e a terceira maior do mundo. Já foi iniciado o processo de terraplanagem do terreno e a expectativa é que a construção da planta inicie nos próximos meses. Este é o maior investimento dos próximos anos do grupo, que se projeta para se tornar um dos líderes mundiais do setor de esmagamento. A planta terá capacidade de processar cerca de 3,5 mil toneladas de soja por dia, ou 1,1 milhão de toneladas por ano a partir de 2025. “O mercado de industrialização de soja é uma frente de negócios nova para o Grupo Potencial, assim como aconteceu com o biodiesel, que iniciamos a produção em 2012. Mas temos confiança no nosso projeto e ele tem muito potencial para estar nas primeiras colocações no mercado nos próximos anos”, destacou o presidente do Grupo Potencial, Arnoldo Hammerschmidt. 

Serão construídos dois silos para armazenamento de soja, com capacidade de 150 mil toneladas cada, e outro silo, com capacidade de 100 mil toneladas, para armazenar o farelo, um dos resíduos da extração do óleo, que pode ser utilizado na produção de ração e outros produtos e será comercializado nos mercados interno e externo. O projeto prevê, ainda, a construção de um terminal ferroviário para ligar a planta industrial com a linha férrea que vai até o Porto de Paranaguá. A Potencial Biodiesel é a 52ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Nova unidade de esmagamento de soja do grupo paranaense fica na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba

Grupo Potencial investe R$ 1,7 bilhão para ampliar produção de biodiesel no Paraná

Nova unidade de esmagamento de soja do grupo paranaense fica na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba

O presidente do Grupo Potencial, Arnoldo Hammerschimidt, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o governador Ratinho Junior lançam a pedra fundamental da esmagadora de soja para produção de biodiesel

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta sexta-feira (30), na Lapa, Região Metropolitana de Curitiba, do lançamento da pedra fundamental da indústria de esmagadora de soja do Grupo Potencial. A primeira fase da obra vai receber R$ 1,7 bilhão em investimentos para ampliar a produção de biodiesel, com a expectativa de gerar cerca de 250 postos de trabalho diretos e até 3 mil indiretos. O vice-presidente Geraldo Alckmin também acompanhou a solenidade. O mercado de industrialização de soja é a nova frente de negócio do Grupo Potencial, que atua no setor de combustíveis, energia e transportes e é um dos principais produtores de biodiesel do país. A previsão é que a nova planta seja concluída em 18 meses a partir do início da construção, podendo levar até 24 meses se for considerado o prazo de negociações comerciais. “O Paraná é um dos principais produtores de energia limpa do Brasil. E essa planta do Grupo Potencial consolida esse cenário, pois vai ampliar a produção de biocombustível, o que é essencial para reduzir as emissões de carbono na atmosfera”, destacou Ratinho Junior. 

O vice-presidente Geraldo Alckmin, que é também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), destacou que a indústria de biocombustíveis é estratégica para o projeto de desenvolvimento econômico do País, principalmente em um momento em que é necessário reduzir as emissões de carbono. “O Brasil pode ser protagonista do mundo em sustentabilidade, e o Paraná é um exemplo disso”, afirmou. Ele explicou que, neste ano, o país elevou para 12% a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel vendido no Brasil, o que amplia a demanda por biocombustíveis. “Somente com esse aumento, vamos deixar de importar 1 bilhão de litros de diesel no ano, sendo trocado por biodiesel. Isso também ajuda na questão das mudanças climáticas. A descarbonização é uma exigência do nosso tempo, e o Brasil tem uma oportunidade fantástica nesse sentido”, sublinhou.

A esmagadora de soja será construída no Complexo Industrial do Grupo Potencial, na Lapa, junto à usina de biodiesel da companhia, que é a maior do Brasil e a terceira maior do mundo. Já foi iniciado o processo de terraplanagem do terreno e a expectativa é que a construção da planta inicie nos próximos meses. Este é o maior investimento dos próximos anos do grupo, que se projeta para se tornar um dos líderes mundiais do setor de esmagamento. A planta terá capacidade de processar cerca de 3,5 mil toneladas de soja por dia, ou 1,1 milhão de toneladas por ano a partir de 2025. “O mercado de industrialização de soja é uma frente de negócios nova para o Grupo Potencial, assim como aconteceu com o biodiesel, que iniciamos a produção em 2012. Mas temos confiança no nosso projeto e ele tem muito potencial para estar nas primeiras colocações no mercado nos próximos anos”, destacou o presidente do Grupo Potencial, Arnoldo Hammerschmidt. 

Serão construídos dois silos para armazenamento de soja, com capacidade de 150 mil toneladas cada, e outro silo, com capacidade de 100 mil toneladas, para armazenar o farelo, um dos resíduos da extração do óleo, que pode ser utilizado na produção de ração e outros produtos e será comercializado nos mercados interno e externo. O projeto prevê, ainda, a construção de um terminal ferroviário para ligar a planta industrial com a linha férrea que vai até o Porto de Paranaguá. A Potencial Biodiesel é a 52ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Nova unidade de esmagamento de soja do grupo paranaense fica na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba

Catarinense Engie arremata lote de linhas de transmissão por R$ 249,3 milhões

Empreendimento expandirá o sistema de transmissão de energia de Minas Gerais e Espírito Santo

O primeiro leilão de linhas de transmissão de 2023 negociou nove lotes para construção, operação e manutenção de 6.184 quilômetros (km) de linhas e subestações com capacidade de transformação de 400 megavolts-ampére (MVA). Os deságios foram superiores a 40%, com investimentos totais de R$ 15,3 bilhões. Ocorrido na manhã desta sexta-feira (30) na B3, a bolsa de valores do Brasil, em São Paulo, este foi o primeiro de uma série de leilões, sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que deve ocorrer até março de 2024. Serão 33 empreendimentos em sete estados: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. A expectativa é de criação de 29 mil empregos diretos e indiretos. O prazo de conclusão é de 36 meses a 66 meses.

Com a proposta inicial de R$ 19,5 milhões e deságio de 55,3%, o Consórcio Gênesis foi vencedor do Lote 8, com a finalidade de aumentar a confiabilidade no atendimento à região metropolitana de Recife. A linha liga as cidades de Jaboatão dos Guararapes (PE) e Recife. O vencedor do Lote 9 foi a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), que arrematou o lote com proposta de R$ 7,4 milhões, que representou deságio de 50,3%. O lote tem a finalidade de ampliar o sistema da região noroeste do estado de São Paulo para escoamento de excedentes de geração fotovoltaica e biomassa.

Nos lotes de 1 a 7, a função dos empreendimentos é a expansão do sistema de transmissão da área Sul da região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo para fazer frente à expectativa de contratação de elevados montantes de energia provenientes de empreendimentos de geração renovável na região com destaque para as usinas eólicas e solares. O Lote 5 foi arrematado pelo Consórcio Engie Brasil Transmissão, com proposta de R$ 249,3 milhões e deságio de 42,8%. O lote engloba 1.006 quilômetros de linhas, para expandir o sistema de transmissão de energia de Minas Gerais e Espírito Santo. A Engie é a 13ª maior empresa da região e também a quinta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

O Lote 1 foi arrematado pelo Consórcio Gênesis, proposta de R$ 174 milhões e deságio de 46,1%. O objetivo é expandir o sistema de transmissão no Nordeste, com linhas entre Bahia e Minas Gerais. Já para o Lote 2, o vencedor foi o Consórcio Rialma, com proposta de R$347,8 milhões – deságio de 51%. A linha visa ampliar a capacidade de transmissão dos estados da Bahia e Minas Gerais para escoamento de geração renovável aos centros consumidores do Sul e Sudeste. O Lote 3 ficou para a Cymi Construções e Participações, que arrematou com proposta de R$ 70,8 milhões, deságio de 52,1%. Com empreendimentos em Minas Gerais, o Lote 3 visa expandir o sistema para contratar energia eólica e solar na região. A Furnas Centrais Elétricas arrematou o Lote 4 com deságio de 45,7% e proposta de R$ 68,7 milhões. Esse lote consiste em 303 km de linhas em Minas Gerais que vão expandir a transmissão para contratação de energia eólica e solar. A Celeo Redes Brasil foi o vencedor do Lote 6, lance de R$ 99,8 milhões e deságio de 48,2%. O lote prevê a ampliação de 714 km de linhas no sistema de transmissão entre Bahia e Sergipe. A vencedora do Lote 7 foi a CTEEP com proposta de R$ 218,8 milhões e deságio de 41,8%. O lote prevê 1.044 km de linhas para interligar a transmissão entre os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Com Agência Brasil 

Empreendimento expandirá o sistema de transmissão de energia de Minas Gerais e Espírito Santo

Petrobras reduz preço da gasolina para as distribuidoras

Estatal também diminuirá o valor do botijão de gás

A parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 1,84 a cada litro vendido na bomba

A partir de sábado (1), a Petrobras reduzirá em R$ 0,14 por litro (-5,3%) o seu preço médio de venda de gasolina A, que passará a ser de R$ 2,52 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 1,84 a cada litro vendido na bomba. A companhia também diminuirá em R$ 0,10 por quilo (-3,9%) o preço médio de venda para as distribuidoras, que passará de R$ 2,5356 para R$ 2,4356 por quilo, equivalente a R$ 31,66 por botijão de 13 quilos. A estatal afirma que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda.

“A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com os mercados nacional e internacional. Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, aponta a Petrobras em seu comunicado oficial.

Estatal também diminuirá o valor do botijão de gás

Primeira loja do Grupo Koch em Garopaba é inaugurada

Foram investidos R$ 37 milhões na unidade da bandeira Komprão

A loja é a 57ª do Grupo Koch em Santa Catarina

A primeira loja do Grupo Koch em Garopaba foi inaugurada nesta quinta-feira (29). A loja da bandeira Komprão foi aberta no centro da cidade. Foram investidos R$ 37 milhões na nova unidade e gerados 150 empregos diretos e 450 indiretos. A loja é a 57ª do Grupo Koch em Santa Catarina. “Seguimos em forte ritmo de expansão em 2023. Essa é a terceira que abrimos neste ano, todas da bandeira Komprão. Já inauguramos uma em Camboriú, outra em Governador Celso Ramos e agora em Garopaba. Acreditamos muito no potencial econômico da região”, destacou o CEO do grupo, José Koch, por meio de nota. A nova loja tem 8,5 mil metros quadrados de área construída em um terreno de 60 mil metros quadrados. A unidade aceitará todos os tipos de cartões, débito, crédito, alimentação e Pix.

Maior rede supermercadista em Santa Catarina e a 13ª do país, de acordo com o ranking 2023 da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Grupo Koch está presente agora em 28 cidades do estado. São 57 lojas no segmento alimentício, nos formatos varejo (com a bandeira SuperKoch) e atacarejo (com a bandeira Komprão Atacadista), além de vendas pelo e-commerce. O grupo também tem um centro de distribuição e uma sede administrativa em Tijucas e um centro administrativo e comercial em Itapema. O conglomerado foi fundado em 1994, em Tijucas, e tem à frente como CEO o empresário José Koch, um dos cinco irmãos que começaram a história da empresa nos anos 80 vendendo produtos hortifrúti nas feiras da Grande Florianópolis.

Foram investidos R$ 37 milhões na unidade da bandeira Komprão

Petrobras celebra contratos com a SCGÁS

Valor estimado é de R$ 7,6 bilhões

Contratos terão vigência a partir de janeiro de 2024 e 2026. Ambos terminarão em dezembro de 2034

A Petrobras informou que celebrou dois novos contratos de compra e venda de gás natural com a Companhia de Gás de Santa Catarina – (SCGÁS), com vigência a partir de janeiro de 2024 e 2026 e ambos com término em dezembro de 2034, no valor estimado de R$ 7,6 bilhões. Os contratos são resultado de uma chamada pública, realizada pela SCGÁS, que visa o suprimento de gás natural para atendimento ao mercado regulado, cuja área de concessão está situada no estado de Santa Catarina. 

“Os novos contratos reforçam a parceria comercial entre as empresas e contemplam flexibilidades para a SCGÁS que corroboram marcos da abertura do mercado de gás natural brasileiro, mantendo a segurança e confiabilidade do suprimento Petrobras em condições comerciais competitivas e aderentes à realidade da indústria de gás natural”, afirma a Petrobras, por meio de comunicado. “Estabelecido o rito regulatório, o contrato será enviado para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, responsável pela publicidade do mesmo de acordo com a resolução que prevê que a ANP dará publicidade integral dos contratos de compra e venda de gás natural firmados entre os comercializadores e as distribuidoras locais de gás canalizado para atendimento a mercados cativos”, explica a Petrobras.

Valor estimado é de R$ 7,6 bilhões

Petrobras celebra contratos com a SCGÁS

Valor estimado é de R$ 7,6 bilhões

Contratos terão vigência a partir de janeiro de 2024 e 2026. Ambos terminarão em dezembro de 2034

A Petrobras informou que celebrou dois novos contratos de compra e venda de gás natural com a Companhia de Gás de Santa Catarina – (SCGÁS), com vigência a partir de janeiro de 2024 e 2026 e ambos com término em dezembro de 2034, no valor estimado de R$ 7,6 bilhões. Os contratos são resultado de uma chamada pública, realizada pela SCGÁS, que visa o suprimento de gás natural para atendimento ao mercado regulado, cuja área de concessão está situada no estado de Santa Catarina. 

“Os novos contratos reforçam a parceria comercial entre as empresas e contemplam flexibilidades para a SCGÁS que corroboram marcos da abertura do mercado de gás natural brasileiro, mantendo a segurança e confiabilidade do suprimento Petrobras em condições comerciais competitivas e aderentes à realidade da indústria de gás natural”, afirma a Petrobras, por meio de comunicado. “Estabelecido o rito regulatório, o contrato será enviado para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, responsável pela publicidade do mesmo de acordo com a resolução que prevê que a ANP dará publicidade integral dos contratos de compra e venda de gás natural firmados entre os comercializadores e as distribuidoras locais de gás canalizado para atendimento a mercados cativos”, explica a Petrobras.

Valor estimado é de R$ 7,6 bilhões

Volkswagen suspende produção de carros no Paraná

Causa é a estagnação do mercado automotivo

Além da unidade paranaense, plantas de São Bernardo do Campo e Taubaté (SP) também vão parar suas linhas de produção

A Volkswagen anunciou que vai paralisar a produção nas fábricas de São José dos Pinhais (PR), São Bernardo do Campo e Taubaté (SP) por conta da estagnação do mercado automotivo. A montadora destaca em seu comunicado que a planta do Paraná, onde é produzido o T-Cross, está com um turno em layoff desde o dia 5 de junho, com duração prevista entre dois e cinco meses. O outro turno ficará paralisado entre a segunda-feira (26) e a sexta-feira (30), em regime de banco de horas.

Na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, a empresa protocolou férias coletivas de dez dias para os dois turnos a partir de 10 de julho. Já na unidade de Taubaté, os dois turnos de produção estarão interrompidos durante esta semana, também em regime de banco de horas. A multinacional alemã ainda afirma que as ferramentas de flexibilização estão previstas em acordo coletivo firmado entre o sindicato e seus funcionários. O anúncio ocorre justamente enquanto as medidas de incentivo ao carro popular adotadas pelo governo federal ainda não se refletem no número de licenciamentos de automóveis. Segundo o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), a média até 19 de junho é de 6.285 unidades vendidas por dia, queda de 20,4% na comparação com o mesmo período de maio.

Causa é a estagnação do mercado automotivo

Catarinense Aurora Coop firma acordo de intercooperação com a paranaense Unium

Cooperativa de Chapecó assumirá divisão de carnes da Unium

Com o acordo, Frísia, Castrolanda e Capal tornam-se associadas da Aurora Coop

A diretoria da Unium, composta pelas cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal, em conjunto com a Aurora Coop, de Chapecó (SC), anunciou que estabeleceu um acordo de intercooperação, incluindo aspectos societários, relacionado à Unidade Industrial de Carnes da Unium (Alegra). Atualmente, o trio de cooperativas de Castro (PR) opera em conjunto essa unidade. Com o acordo, Frísia, Castrolanda e Capal tornam-se associadas da Aurora Coop, que, como Cooperativa Central, assume a operação da Unidade Industrial de Carnes da Unium (Alegra). O valor da transação não foi divulgado. O Portal AMANHÃ entrou em contato com a cooperativa catarinense, que revelou que a implementação do acordo de intercooperação está sujeita à aprovação das autoridades regulatórias competentes, e somente se pronunciará após essa manifestação.

A Aurora Coop, que é formada por cooperativas que atuam em Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, faturou R$ 22 bilhões no ano passado. A Alegra Foods comercializou R$ 1 bilhão no mesmo período. De acordo com a edição digital do Valor Econômico, a Alegra informou no início deste mês ao jornal o plano de investir R$ 15 milhões este ano, dos quais R$ 12 milhões foram aplicados no primeiro semestre. “A empresa não comentou ontem se os R$ 3 milhões restantes vão se realizar em meio à mudança no controle do frigorífico. Com esses investimentos, a Alegra informou que pretendia manter em curso sua expansão em São Paulo, principal Estado consumidor de proteína do país. A empresa inaugurou um Centro de Distribuição em Barueri, município da Grande São Paulo, em fevereiro”, detalha a reportagem assinada pelos jornalistas Carolina Mainardes e José Florentino.

A Aurora Coop é a 11ª maior empresa da região e também a quarta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. A Aurora Coop também é a segunda maior Cooperativa de Produção no ranking exclusivo produzido por AMANHÃ. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Cooperativa de Chapecó assumirá divisão de carnes da Unium

Volkswagen suspende produção de carros no Paraná

Causa é a estagnação do mercado automotivo

Além da unidade paranaense, plantas de São Bernardo do Campo e Taubaté (SP) também vão parar suas linhas de produção

A Volkswagen anunciou que vai paralisar a produção nas fábricas de São José dos Pinhais (PR), São Bernardo do Campo e Taubaté (SP) por conta da estagnação do mercado automotivo. A montadora destaca em seu comunicado que a planta do Paraná, onde é produzido o T-Cross, está com um turno em layoff desde o dia 5 de junho, com duração prevista entre dois e cinco meses. O outro turno ficará paralisado entre a segunda-feira (26) e a sexta-feira (30), em regime de banco de horas.

Na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, a empresa protocolou férias coletivas de dez dias para os dois turnos a partir de 10 de julho. Já na unidade de Taubaté, os dois turnos de produção estarão interrompidos durante esta semana, também em regime de banco de horas. A multinacional alemã ainda afirma que as ferramentas de flexibilização estão previstas em acordo coletivo firmado entre o sindicato e seus funcionários. O anúncio ocorre justamente enquanto as medidas de incentivo ao carro popular adotadas pelo governo federal ainda não se refletem no número de licenciamentos de automóveis. Segundo o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), a média até 19 de junho é de 6.285 unidades vendidas por dia, queda de 20,4% na comparação com o mesmo período de maio.

Causa é a estagnação do mercado automotivo

Petrobras ampliará capacidade de produção de diesel renovável via Repar

Estatal operará mais uma unidade de produção do combustível no Paraná

Volume passará de 5 milhões para 12,3 milhões de litros por dia

A Petrobras informou que prevê aumentar em 146% a capacidade de produção de diesel com conteúdo renovável (Diesel R), após ter recebido autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar mais uma unidade de produção do combustível na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, Paraná. Segundo a empresa, o uso da capacidade depende da disponibilidade de matéria-prima e das condições de mercado. Dos atuais 5 milhões de litros por dia, a companhia passará a ter um potencial de processar 12,3 milhões de litros por dia ainda neste ano. De acordo com a estatal, esse volume total seria suficiente para abastecer cerca de 41 mil ônibus convencionais, gerando redução de emissão de em torno de 1.300 toneladas de gases de efeito estufa. O diesel com conteúdo renovável é o primeiro produto lançado no âmbito do Programa de BioRefino da Petrobras, que investirá, nos próximos cinco anos, aproximadamente US$ 600 milhões no desenvolvimento de uma nova geração de combustíveis sustentáveis. O gerente-geral da Repar, Felipe Leonardo Gomes, destacou os ganhos da implementação do projeto. “A ampliação da capacidade de processamento de óleo vegetal na Repar agregará maior confiabilidade e flexibilidade para a produção de Diesel R, atendendo às demandas dos clientes e da sociedade por produtos de menor impacto ambiental”, disse, em nota.

Para o diretor de processos industriais e produtos da Petrobras, William França, o aumento da capacidade de produção do Diesel R representa um importante marco para o programa BioRefino da Petrobras. “Estamos preparando a companhia para o futuro. Na trajetória para a transição energética, o coprocessamento de diesel mineral com matéria-prima de origem renovável tem se mostrado um caminho industrialmente viável e irá contribuir para um mercado ambientalmente mais sustentável”. O Diesel R é um combustível da Petrobras produzido por coprocessamento de diesel mineral com óleo vegetal, com uma proporção de até 10% de conteúdo renovável.Além do benefício ambiental, o Diesel R pode ser misturado ao diesel convencional em diferentes proporções, sem a necessidade de adaptações nos motores dos veículos e sem exigir alterações ou mudanças na cadeia logística ou no seu armazenamento.

Com Agência Brasil

Estatal operará mais uma unidade de produção do combustível no Paraná