Movimentações no Porto Itapoá crescem 18% no primeiro semestre

Em maio terminal registrou um novo recorde

A importação de longo curso foi o vetor que teve maior crescimento

Um crescimento substancial e recordes de movimentação batidos mais de uma vez. Esses foram alguns dos importantes marcos atingidos pelo Porto Itapoá no primeiro semestre de 2023. Nos primeiros seis meses de 2022, o Terminal havia movimentado 450.638 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Já no mesmo período deste ano, a movimentação foi de 533.423, um crescimento de cerca de 18%. O mês de maio viu um novo recorde de movimentação – que já havia sido batido em março –, com 98.113 TEUs movimentados. O presidente do Porto Itapoá, Cássio Schreiner, explica que o crescimento ocorreu tanto no sentido de importação como também de exportação. “A cabotagem, navegação entre os portos brasileiros, também viu um incremento em nosso terminal neste primeiro semestre”, completa Schreiner.

A importação de longo curso foi o vetor que teve maior crescimento, indo 124.425 TEUs no primeiro semestre de 2022 para 174.601 TEUs no primeiro semestre de 2023. Um incremento de 40%. “O mix de cargas foi bastante variado, sendo que o setor de automóveis e peças automotivas foi responsável por 6,5% desse montante, enquanto o setor de tecidos, vestuários e calçados foi responsável por pouco mais de 6%”, exemplifica Schreiner. “A China segue sendo um importante mercado para os importadores, sendo origem de mais 30% das importações que passaram pelo Porto Itapoá”, informa o presidente do terminal.

A exportação de longo curso cresceu 24%, indo de 122.982 para 152.954 TEUs em 2023. Carnes congeladas ou refrigeradas foram o produto mais expressivo, correspondendo a 27% do total de exportações movimentadas pelo Porto Itapoá. “É um segmento em forte expansão, até por isso batemos nosso recorde histórico de exportação de cargas reefer em março, com 9.016 TEUs”, ressalta Schreiner. A Espanha foi o país que mais recebeu exportações operadas pelo Porto Itapoá, correspondendo a 8,2% do total. A cabotagem, por sua vez, foi de 73.805 para 82.299 TEUs, um aumento de 11%. “É também um marco importante para nós, que atualmente contamos com serviços dos três maiores armadores que trabalham com cabotagem no Brasil”, finaliza.

Em maio terminal registrou um novo recorde

Aegea investirá R$ 15 bilhões em dez anos no RS

Nova controladora da Corsan anunciou o plano para os primeiros 100 dias de operação

“O principal investimento a ser feito diz respeito aos problemas relacionados à falta de cobertura da rede de esgotamento sanitário”, destacou Marin

A Aegea, nova controladora da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), anunciou nesta terça-feira (11) em coletiva de imprensa os pilares do trabalho para os primeiros 100 dias de operação. O investimento destinado pela empresa ao funcionamento e qualificação da infraestrutura de abastecimento de água e expansão do sistema de esgotamento sanitário é de R$ 1,5 bilhão ao ano, totalizando R$ 15 bilhões até 2033, prazo estabelecido por lei federal para a universalização dos serviços de saneamento no Brasil. O valor é mais que o dobro do investimento anual máximo da história da Corsan (R$ 643 milhões). Divididas em três eixos de atuação, as iniciativas contemplam a entrega de um pacote de 356 intervenções, atendendo os 317 municípios da área de atuação da Corsan; a ativação do Plano Litoral, com o objetivo de implantar um novo sistema de tratamento e dispersão de esgoto no Litoral Norte; e os primeiros passos do Plano de Resiliência Hídrica, cujo foco são ações de combate à falta d’água e o fim do uso estrutural de caminhão pipa.

O trabalho dedica-se a iniciar uma transformação nos indicadores do serviço de saneamento básico no estado. O Rio Grande do Sul está bem abaixo da média Brasil (55,8%) em atendimento da população com rede de esgoto: somente 34,1% dos gaúchos têm acesso a esse serviço básico. Na área Corsan, o índice é ainda menor: 19,8%. Além disso, somente 25,3% do esgoto gerado é tratado, metade da média Brasil (51,2%). Já na área Corsan, 84,4% do esgoto coletado é descartado sem tratamento na natureza. “O principal investimento a ser feito diz respeito aos problemas relacionados à falta de cobertura da rede de esgotamento sanitário, mas também o combate à insegurança hídrica e seus impactos, como a falta de água, a intermitência do abastecimento e outros problemas crônicos de diversas regiões do estado”, destacou Leandro Marin, vice-presidente de operações do Grupo Aegea. A Corsan é a 46ª maior empresa da região e também a 19ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Nova controladora da Corsan anunciou o plano para os primeiros 100 dias de operação

Catarinense Bistek terá três novas lojas no RS no segundo semestre

Resultados alcançados por filiais em Porto Alegre e Torres levam rede a projetar 15 unidades no estado em cinco anos

Investimentos em cinco unidades devem somar R$ 150 milhões

O mercado do Rio Grande do Sul ocupa espaço importante na estratégia de expansão do Bistek Supermercados, rede que hoje tem 22 lojas em Santa Catarina e duas em solo gaúcho. Ainda no segundo semestre serão inauguradas três novas unidades no estado – duas na capital e uma em Sapiranga, na Grande Porto Alegre. Em 2024, outras duas filiais abrem as portas – em Tramandaí e na região metropolitana. Apenas nessas cinco unidades, os investimentos devem somar R$ 150 milhões. Mas os planos para o estado são mais ambiciosos. Em cinco anos, o objetivo é ter 15 lojas e garantir mais de 3,5 mil empregos diretos. “Testamos nosso modelo no mercado local durante dois anos e meio e tivemos ótima aceitação. Estamos bastante otimistas”, diz o diretor comercial da empresa, Walter Ghislandi. Ao Portal AMANHÃ, a rede catarinense afirmou que não há plano de expansão para o Paraná no momento.

O modelo escolhido pelo Bistek para crescer é diferente daquele adotado por outras redes. Em vez dos “atacarejos”, a companhia aposta em lojas de vizinhança, com área de vendas que varia entre 1,5 mil metros quadrados e 2,5 mil metros quadrados, e na oferta de itens valorizados pelo consumidor da classe média. A rede se destaca, por exemplo, pelas carnes preparadas em frigorífico próprio, abastecido por produtores selecionados, e pelos setores de padaria, adega e floricultura, com itens trazidos de Holambra, capital nacional das flores. “Já o nosso setor de frutas, verduras e legumes é ‘direto da roça’. Fazemos compras diárias para abastecer as gôndolas”, propagandeia Ghislandi. Segundo ele, a definição do mix de produtos e a opção por lojas localizadas em regiões de grande adensamento populacional permitem ao Bistek tirar proveito de mudanças no perfil de consumo do brasileiro.

“As pessoas ampliaram muito a frequência de idas ao supermercado. Em vez dos ‘ranchos’ mensais, hoje há quem vá diariamente ou até duas vezes ao dia buscar algo que está faltando no armário ou na geladeira de casa. Esse consumidor valoriza o ‘frescor’ que oferecemos em nossas gôndolas”, destaca. Os resultados da primeira loja aberta em Porto Alegre e da filial de Torres, inauguradas em 2020, revelam o acerto da proposta. “O desempenho dessas unidades foi essencial para nos mostrar que o mercado local aprova nossa forma de trabalhar”, comemora o diretor comercial. Ele acrescenta que é importante garantir que a expansão seja acompanhada pela agilidade no envio de itens como frutas, verduras e legumes para as unidades do Rio Grande do Sul, o que levou a rede a projetar a construção de um novo entreposto de mercadorias no sul catarinense.

A expansão no Rio Grande do Sul ocorre em um momento de otimismo com a recuperação da economia do estado e crescimento nas vendas em toda a rede. “Setores importantes, como o agronegócio e a indústria metalmecânica têm grande potencial e devem voltar a crescer, o que é importante para a economia local, que sempre foi pujante. Queremos acompanhar essa retomada”, prevê o executivo. Ao mesmo tempo, a inflação sob controle e a queda nos preços de itens básicos garantem aumento na capacidade de consumo das famílias e refletem de forma positiva no setor supermercadista. Em 2023 o Bistek deve ter alta de mais de 17% no volume de vendas em suas lojas. No ano passado a rede teve faturamento de R$ 1,6 bilhão. Além das três unidades em terras gaúchas, em 2023 ainda será aberta nova loja em Balneário Camboriú, no litoral catarinense.

Resultados alcançados por filiais em Porto Alegre e Torres levam rede a projetar 15 unidades no estado em cinco anos

Gerdau arremata leilão para reciclar plataforma P-32 da Petrobras

Primeira reciclagem verde da estatal vai gerar empregos no Sul

A Gerdau apresentará um plano de reciclagem que será acompanhado pela Petrobras, a fim de garantir o cumprimento das práticas exigidas pelo contrato

A Petrobras concluiu nesta sexta-feira (7) o leilão que vai permitir a empresa romper mais uma fronteira na indústria de exploração de petróleo. A Gerdau, em parceria com o estaleiro Ecovix, arrematou a plataforma de exploração P-32, para que seja submetida ao processo de descomissionamento – uma forma de reciclagem da estrutura, mitigando impactos ambientais. É a primeira vez que uma plataforma fora de uso da companhia passará pelo processo de “reciclagem verde”. A estatal não informou o valor do lance vencedor, mas enfatizou que o processo – que foi destinado exclusivamente ao mercado nacional – vai permitir a geração de emprego e negócios. “As unidades precisam ser descomissionadas e nós precisamos dar uma destinação responsável aos resíduos. Como o Brasil é importador desse tipo de material metálico, identificamos como uma boa oportunidade para o mercado, ao mesmo tempo em que conseguimos promover uma destinação verde para plataformas desativadas e gerar empregos diretos e indiretos”, disse o diretor de engenharia, tecnologia e inovação da Petrobras, Carlos Travassos.

O processo de venda impôs às empresas interessadas critérios técnicos para a garantir respeito às práticas da agenda ESG da indústria mundial durante a reciclagem e a destinação final dos resíduos metálicos, com foco na geração de valor, sustentabilidade, segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente. A estatal explicou que após a quitação do lance vencedor, a Gerdau apresentará um plano de reciclagem que será acompanhado pela Petrobras, a fim de garantir o cumprimento das práticas exigidas pelo contrato. Responsável pelo Estaleiro Rio Grande, na cidade de Rio Grande (RS), a Ecovix tem licença de operação para a atividade de desmontagem de plataformas. 

Para a Petrobras, inaugurar no Brasil a prática de “reciclagem verde” de plataformas é uma forma de alinhamento com as práticas mais avançadas da indústria global de petróleo. “Garantir a forma apropriada de destinação final de materiais oriundos do descomissionamento também revela nossa preocupação com a sustentabilidade do negócio”, enfatizou o diretor de logística, comercialização e mercados, Claudio Schlosser. A empresa planeja reciclar 26 unidades de exploração nos próximos cinco anos, se tornando referência global nessa atividade. Primeira plataforma da Petrobras a ser submetida à “reciclagem verde”, a plataforma P-32 é uma das dez unidades que produziam nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos, e estão sendo substituídas pelas novas plataformas Anna Nery e Anita Garibaldi, que compõe o projeto de revitalização dos campos de exploração. As duas têm capacidade de produzir, em conjunto, até 150 mil barris por dia.

Com Agência Brasil

Primeira reciclagem verde da estatal vai gerar empregos no Sul

Sul poderá ter até três fábricas de biometano

A gestora eB Capital e a Sebigas Cótica investirão R$ 600 milhões em plataforma de biometano

Serão as primeiras usinas com estas características a tratar resíduos orgânicos industriais em larga escala no Brasil

A eB Capital, gestora de investimentos alternativos, anuncia investimento de R$ 600 milhões em plataforma de biosoluções para produção de biometano, gás carbônico e fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais, em parceria com a Sebigas Cótica. O movimento integra um fundo destinado à infraestrutura sustentável da gestora, que tem como sócios Eduardo Sirotsky Melzer, Luciana Antonini Ribeiro e Pedro Parente. Intitulada Bioo, a iniciativa contempla a criação de uma plataforma de biogás e tratamento de resíduo orgânico, em sociedade entre ambas as empresas, com controle da eB Capital. A plataforma foi concebida e terá a operação gerida pela Sebigas Cótica. Serão as primeiras usinas com estas características a tratar resíduos orgânicos industriais em larga escala no Brasil, mitigando gases de efeito estufa e auxiliando as empresas brasileiras em suas metas de descarbonização a aterro zero.

Metade dos recursos financeiros (R$ 300 milhões) são oriundos de capital próprio e serão utilizados para concluir a construção da primeira planta e iniciar a estruturação e construção das demais unidades. Outros R$ 300 milhões estão sendo captados com instituições financeiras e fundos institucionais de organizações oficiais de fomento. A expectativa é que o montante total – R$ 600 milhões – esteja totalmente alocado até o final de 2025, mas a primeira unidade deve entrar em operação até o final do próximo ano, na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul, estrategicamente posicionada ao lado do Polo Petroquímico do Sul. Esta primeira planta já possui contrato firmado com a distribuidora Sulgás para fornecimento do biometano gerado para injeção diretamente no gasoduto da companhia. Outras duas unidades estão em estudos.

Ao portal AMANHÃ, Pedro Parente, cofundador da eB Capital, revelou que o Sul poderá ganhar ao menos uma das plantas restantes. “Não há decisão ainda. As outras duas plantas estão em estudo de viabilidade das localidades, mas há uma grande possibilidade de serem implementadas nos mercados do Sul e Sudeste”, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa. Ao jornal Zero Hora, ele revelou, no entanto, que há grande chance de que as três sejam no Sul, com possibilidade forte de que a segunda também fique no Rio Grande do Sul. De acordo com a gestora, o mercado de transição energética no Brasil representa mais de R$ 130 bilhões em investimentos mapeados para os próximos cinco anos.

Mercado de biogás
O biometano já é uma realidade em diversos países ao redor do mundo. Segundo a European Biogas Association, na União Europeia, por exemplo, existem mais de 1 mil plantas em operação, e o setor quadruplicou desde 2011. Apenas na França, há 921 plantas em construção. Na Dinamarca, 25% do gás natural já é biometano, enquanto na Suécia esse número chega a 20%. Nos Estados Unidos, a capacidade instalada de biogás é de cerca de 2 GW, distribuída em mais de 500 projetos. O governo norte-americano prevê incentivos fiscais de até 30% do valor do investimento para novos projetos no segmento, segundo o US Department of Energy. De acordo com a Associação Brasileira do Biogás (Abiogás), no Brasil, o setor tem crescido a uma taxa anual de 20%, mas a capacidade atual representa apenas 3% do potencial nacional. Além disso, apenas 16% do biogás produzido provém de resíduos da agroindústria, e 22% do biogás é utilizado como biometano.

A gestora eB Capital e a Sebigas Cótica investirão R$ 600 milhões em plataforma de biometano

Banrisul anuncia maior Plano Safra de sua história com R$ 11 bilhões em crédito

Crescimento é de 57% em relação à oferta de crédito da safra anterior

“Vamos seguir incentivando a agricultura de baixo carbono, o uso de energia fotovoltaica e de biodigestores, além da irrigação, solos e armazenagem”, salienta Cláudio Coutinho, presidente do banco

O Banrisul lançou, nesta quinta-feira (6), o maior Plano Safra de sua história, com disponibilidade de R$ 11 bilhões em crédito, 57% a mais em relação à safra anterior — que também foi recorde e disponibilizou R$ 7 bilhões ao agronegócio. Esse é o terceiro ano consecutivo de valores substanciais, com R$ 5 bilhões no ciclo 2020/2021. “Estamos, hoje, anunciando o maior Plano Safra da história do nosso Banrisul, reforçando o foco estratégico do Banco para o setor e consolidando sua posição como fomentador do agronegócio e do desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul”, observa Cláudio Coutinho, presidente do banco. No total, serão mais de 50 mil produtores beneficiados.

Em conexão com o pilar da sustentabilidade, o Banrisul manterá as linhas de investimento com foco estratégico em práticas socioambientais. “Pela modalidade AgroInvest Sustentabilidade, queremos incentivar a adoção de práticas sustentáveis e energias renováveis, alinhado ao movimento de finanças verdes e ESG. Também vamos seguir incentivando a agricultura de baixo carbono, o uso de energia fotovoltaica e de biodigestores, além da irrigação, solos e armazenagem”, salienta o presidente. Ao todo, o Plano Safra 2023/2024 disponibilizará R$ 5,2 bilhões para grandes produtores, R$ 3,8 bilhões para médios produtores e R$ 2 bilhões para a agricultura familiar. Considerando os pequenos e médios agricultores, a ampliação de recursos será de mais de 66%, na comparação com a safra anterior.

A instituição financeira deu início ainda em 2021 a um projeto de qualificação dos espaços de atendimento desse setor, com ambientes tematizados e exclusivos. Hoje, os Espaços Agro já estão disponíveis em Santo Ângelo, Cruz Alta, Passo Fundo, Ijuí, Carazinho, Bagé e Santana do Livramento. Estão em fase de implantação outros 11 espaços. “Estamos ampliando nosso time de gerentes e especialistas em agronegócio. Atualmente, temos 51 gerentes de relacionamento, atendendo carteiras exclusivas de clientes do agro, com abrangência em mais de 100 municípios. Também outros 26 gerentes de agronegócio, que atuam em microrregionais em todo o estado e são responsáveis pela orientação técnica às agências, e expansão de parcerias e negócios, com parceiros e entidades em todas as regiões. São mais de 350 agências com perfil para o agro”, salienta Fernando Postal, diretor comercial do banco.

Crescimento é de 57% em relação à oferta de crédito da safra anterior

Grupo Patense investe R$ 35 milhões nas unidades catarinenses

Empresa tem unidades em Itajaí, Camboriú e Biguaçu

O diretor de originação e transporte da empresa, Vinícius Marques de Oliveira, esteve na Fiesc nesta semana

O Grupo Patense está investindo R$ 35 milhões entre 2022 e 2023 nas unidades de Santa Catarina, informou o diretor de originação e transporte da empresa, Vinícius Marques de Oliveira, em reunião da Câmara de Desenvolvimento da Indústria da Pesca da Fiesc nesta semana. O grupo tem 16 unidades industriais no país, das quais, quatro estão em Santa Catarina — sendo duas em Itajaí, uma em Camboriú e outra em Biguaçu —, que estão aptas a processar resíduos de pescados. No ano passado, o conglomerado, sediado em Pato de Minas (MG), faturou R$ 1,6 bilhão. A companhia transforma resíduos de origem animal não-comestíveis em produtos como: farinhas de camarão, de salmão, de peixe, farinha de carne e ossos suínos, além de gorduras bovina e de aves. No caso das farinhas, elas são usadas na fabricação de ração animal. As gorduras têm aplicações nas indústrias químicas de higiene e limpeza e na produção de biodiesel. 

A companhia atua no mercado nacional e internacional. Ainda na reunião, foram apresentados os principais números do setor de pesca e aquicultura catarinense, que é integrado por 551 empresas que empregam 12,3 mil trabalhadores formais. É o estado que tem o maior número de empresas do segmento no país, com participação de 15% do total nacional, além de gerar 25% dos postos de trabalho do total nacional. No ano passado, as exportações catarinenses de pescados totalizaram US$ 37,9 milhões. Os principais destinos foram Estados Unidos, Argentina, Taiwan, Coreia do Sul e Uruguai. 

Empresa tem unidades em Itajaí, Camboriú e Biguaçu

Usina de Itaipu tem o melhor primeiro semestre dos últimos cinco anos

A produção de energia cresceu 35% em relação ao mesmo período de 2022

A produção até junho equivale a 2,9 vezes o consumo anual de eletricidade do Paraguai e seria suficiente para atender por 28 dias a demanda de toda a eletricidade do Brasil

A usina de Itaipu registrou em 2023 o melhor primeiro semestre dos últimos cinco anos. De janeiro até o final de junho, foram produzidos 40.650.877 megawatts-hora (MWh), ante 30.111.313 MWh no mesmo período de 2022. No comparativo, o aumento na produção foi de 35%. A produção entre janeiro e junho equivale a 2,9 vezes o consumo anual de eletricidade do Paraguai e seria suficiente para atender por 28 dias a demanda de toda a eletricidade do Brasil. Os 40.650.877 MWh também poderiam abastecer por 14 meses o Paraná; por 13 meses o estado do Rio de Janeiro; ou, por um ano, toda região Centro-Oeste. Quando comparada a outras usinas do Brasil, a geração de Itaipu em seis meses foi superior à produção de todo o ano de 2022 da maior usina inteiramente brasileira, a hidrelétrica de Belo Monte. Foi, ainda, 24% maior que a geração anual da usina de Tucuruí e 28% superior ao total anual produzido pelo complexo do Rio Madeira (soma das usinas de Santo Antônio e Jirau).

De acordo com a diretoria técnica de Itaipu, o aumento da geração se deve à maior disponibilidade de água afluente para produção, associada a uma maior demanda dos sistemas interligados do Brasil e Paraguai. O aumento da afluência é decorrente das chuvas de verão dentro da normalidade esperada e da recuperação dos reservatórios das usinas do Rio Paraná e afluentes a montante (acima) de Itaipu, caracterizando o fim da crise hídrica registrada em 2020 e 2021. Em 2022, Itaipu foi responsável por 8,6% do suprimento de eletricidade do Brasil e 86,3% do Paraguai. A usina já chegou a atender 25% da demanda de eletricidade brasileira, nos anos 1990, e perto de 20%, na década seguinte.

Ao longo de 39 anos de produção, a usina adotou várias evoluções tecnológicas, incorporando digitalizações pontuais ou de camada, substituindo sistemas, equipamentos e componentes, buscando sempre a excelência e melhores práticas em segurança e eficiência operacional. Para manter os excelentes índices de desempenho operacional, a Itaipu está passando por uma atualização tecnológica, o projeto mais complexo desde a sua construção. Há pouco mais de um ano, Itaipu e o Consórcio Modernização de Itaipu (CMI) assinaram a ordem para o início da execução dos trabalhos. O contrato prevê até 14 anos de serviços, até 2036. Também está em andamento a construção de infraestruturas de apoio, com dois novos almoxarifados e dois centros de integração de sistemas e capacitação. No total, o plano de atualização tecnológica conta com investimentos de US$ 666 milhões já contratados.

O plano contempla a substituição dos sistemas de controle e proteção das 20 unidades geradoras de Itaipu, da subestação isolada a gás, dos serviços auxiliares da usina, das comportas do vertedouro e da barragem. Além disso será substituída toda a fiação de força e controle desses dispositivos. Também será modernizada a subestação da margem direita, que conecta Itaipu ao sistema elétrico paraguaio e ao sistema de corrente contínua de Furnas. Já os equipamentos pesados como turbinas e geradores possuem um ciclo de vida mais longo e não são objetos dessa atualização. A atualização das unidades geradoras deve começar em 2026 e seguir nos dez anos seguintes. Serão duas unidades atualizadas por ano, na média de seis meses cada uma, de forma a ter o mínimo impacto possível na produção e fornecimento de energia para o Brasil e o Paraguai. A Itaipu Binacional é a 14ª maior empresa da região e também a quinta maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

A produção de energia cresceu 35% em relação ao mesmo período de 2022

Programa de capacitação da PwC para jovens está com inscrições abertas

As vagas são para todo o Brasil e ficam disponíveis de 3 a 31 de julho

“Sabemos que há ainda muitos desafios, mas temos a missão de ajudar a diversificar o mercado de trabalho, promovendo inclusão de perfis variados”, comenta Leandro Ardito, sócio da PwC Brasil e líder de sustentabilidade corporativa e NetZero

A PwC Brasil abre as inscrições para uma nova edição do programa que contribui com o ingresso e recolocação profissional de jovens de todo o país, o Access Your Potential (AYP). A iniciativa oferece mentorias gratuitas com profissionais da firma e bolsas de estudo. As inscrições estão abertas de 3 a 31 de julho e podem ser feitas por meio deste link. Para participar do programa, é preciso ter de 18 a 26 anos e comprovar renda total familiar de até R$ 3 mil. As atividades promovidas contam com metodologia focada em três pilares de desenvolvimento: autoestima, autoconhecimento e desenvolvimento de talentos. Durante as mentorias, serão abordados tópicos como inteligência financeira, marketing pessoal e preparo para entrevistas de emprego. A fase de seleção ocorre de 1º a 30 de agosto e as sessões de mentoria têm início no dia 13 de setembro.

“Nosso programa é um vetor de transformação. Ao longo desses últimos três anos, pudemos colaborar com novas perspectivas para jovens de diferentes realidades. Sabemos que há ainda muitos desafios, mas temos a missão de ajudar a diversificar o mercado de trabalho, promovendo inclusão de perfis variados”, comenta Leandro Ardito, sócio da PwC Brasil e líder de sustentabilidade corporativa e NetZero. Além das mentorias com os profissionais da PwC, os jovens selecionados para participar do AYP também vivem outras experiências. Neste ano estão previstos webinars e um novo hackathon imersivo na intenção de aplicar os conhecimentos adquiridos. Ao final do programa, os participantes podem ganhar bolsas de estudo nas instituições parceiras, como EF English, Trevisan e Fiap.

As vagas são para todo o Brasil e ficam disponíveis de 3 a 31 de julho

Weg anuncia investimento bilionário para autoprodução de energia eólica

Negócios, que envolvem a 2W Ecobank e a Alupar, somam R$ 1,4 bilhão

Contratos passam a vigorar a partir de janeiro de 2024

A Weg comunicou que firmou dois acordos para autoprodução de energia a ser utilizada nas operações da companhia catarinense no Brasil. O maior deles foi fechado com a 2W Ecobank e envolvem os parques Eólicos Anemus, I, II e III, localizados no município de Currais Novos, no Estado do Rio Grande do Norte. Com contratos de compra de energia de aproximadamente R$ 970 milhões, com duração de 20 anos e início a partir de janeiro de 2024, a iniciativa garantirá 30 MW médios de energia renovável para as operações industriais da Weg. Esses parques com 33 aerogeradores modelo e totalizam 138,6 MW de capacidade instalada.

Outro contrato foi firmado com a Alupar, empresa especializada em geração e transmissão de energia elétrica, para a formação de uma parceria societária para autoprodução de energia a ser utilizada nas fábricas da empresa no país. O acordo prevê a entrega anual de cerca de 15 MW médios, que serão utilizados em operações fabris da companhia de Jaraguá do Sul, por um período de 18 anos. Hoje, essa energia responde por aproximadamente 30% do consumo dessas operações. O início do suprimento de energia para as fábricas será a partir de janeiro de 2024, com contratos de compra de energia estimados em R$ 460 milhões no decorrer do período do contrato.

Localizado no município de Jandaíra, no Rio Grande do Norte, no complexo Eólico Agreste Potiguar, o parque eólico AW Santa Régia (EAP II) terá capacidade instalada de 37,8 MW, garantia física de 21,7 MW médios, e vai operar com nove aerogeradores da própria Weg com potência nominal de 4,2 MW. O parque eólico AW Santa Régia está localizado no mesmo complexo eólico do parque AW São João, que conta com outros seis aerogeradores, também da Weg. Ambos os parques estão em implantação e totalizarão 63 MW de capacidade instalada. Os dois acordos ainda dependem do cumprimento de condições precedentes, dentre elas o aval das autoridades brasileiras. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Negócios, que envolvem a 2W Ecobank e a Alupar, somam R$ 1,4 bilhão

Nissei capta R$ 250 milhões para expandir em São Paulo

O valor foi alcançado por meio de uma oferta pública de CRI

A Nissei é a 145ª maior empresa da região e também a 53ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

Com atuação no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina, a Nissei finalizou a captação de R$ 250 milhões por meio de um processo de oferta pública de distribuição de certificados de recebíveis imobiliários (CRI). Desse modo, a companhia paranaense mantém sua estrutura de capital otimizada e parte destes recursos será destinada para acelerar seu programa de expansão. “Em 2017 a Nissei iniciou projeto para acelerar seu crescimento de forma sustentável, que incluía entre outras coisas a readequação da estrutura de capital da companhia. Ao longo destes últimos anos fizemos diversas operações neste sentido, e o CRI vem coroar este processo de forma a alongar ainda mais as dívidas, bem como reduzir o seu custo financeiro”, relata André Lissner, CFO e diretor de relações com investidores da Nissei, por meio de nota.

“Parte dos recursos serão utilizados para nosso programa expansão, reforçando nossa presença no estado de São Paulo e permitindo um maior adensamento neste mercado”, completa. A Nissei conta hoje com mais de 360 lojas, que geram mais de 6 mil empregos diretos e mais de 3,5 milhões de atendimentos a clientes por mês. A rede foi responsável por introduzir o conceito de drugstore no mercado paranaense e oferece ao estado o maior número de farmácias 24 horas. A Nissei é a 145ª maior empresa da região e também a 53ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

O valor foi alcançado por meio de uma oferta pública de CRI

Catarinense Althoff Supermercados chega ao Rio Grande do Sul

Loja de Capão da Canoa é a 13° unidade da empresa

O valor total investido na unidade, localizada na Avenida Paraguassu, a principal via de Capão da Canoa, é de R$ 10 milhões

A rede catarinense Althoff Supermercados inaugura sua primeira loja no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (5). A cidade de Capão da Canoa, no litoral norte gaúcho, foi a escolhida para a chegada ao Estado. Com 12 unidades em Santa Catarina e com 70 anos de atuação, a escolha pelo município teve alguns fatores decisivos que levam em conta oportunidades, bem como características demográficas e de localização. O valor total investido na unidade, localizada na Avenida Paraguassu, a principal via de Capão da Canoa, é de R$ 10 milhões. O empreendimento gerou em torno de 150 empregos diretos, que já foram preenchidos. No ano passado, a companhia faturou R$ 342 milhões.

De acordo com o vice-presidente da rede, Ricardo Althoff, foi realizado um estudo para identificar a oportunidade de um local adequado para a nova unidade. Segundo o empresário, utilizou-se de um sistema com informações de geolocalização que analisa uma série de informações do IBGE através do qual foi possível obter dados que contribuíram para a escolha da melhor localização. “Conseguimos perceber o crescimento da região durante a pandemia em termos de população e de comércio, que vem se desenvolvendo cada vez mais. Isso atraiu o nosso olhar e acabou se concretizando nessa loja”, explica. Outro fator que ajudou na consolidação do empreendimento foi a experiência com localizações e público litorâneos. “Nossas duas primeiras lojas foram em Imbituba e Garopaba, dois municípios com características praianas. Isso nos dá um diferencial no olhar para a gestão do negócio em uma região com esta característica”, completa.

Uma das maiores redes de supermercados do estado de Santa Catarina, a empresa foi fundada em Criciúma no ano de 1952, com a pioneira inauguração do Atacado Althoff pelos irmãos Paulo e Tarcísio Althoff. Em 1977, foi inaugurada a primeira loja Althoff Supermercados, localizada na cidade de Imbituba. Com a dedicação ao trabalho e respeito ao consumidor característicos dos empreendedores, a Rede Althoff Supermercados cresceu e se desenvolveu. Logo a empresa estaria novamente investindo no mercado da cidade de Criciúma, inaugurando mais uma filial no ano de 1980. Em 1984, foi a vez de Urussanga receber mais uma loja da rede, que seria futuramente remodelada e ampliada devido ao grande prestígio que lhe presta a população desta cidade. Na sequência, em 1996, foi a vez da praia de Garopaba. Em 1998, foi para Orleans que a empresa apontou seus investimentos. Já em 2001, a rede voltou ao litoral catarinense, onde inaugurou sua loja na cidade da heroína Anita Garibaldi, a histórica Laguna.

Em 2005, foi à cidade de Tubarão que a rede entregou um novo centro de compras. O empreendimento conta com facilidades como amplo estacionamento coberto, projetos modernos de layout e comunicação visual, lanchonete, espaço para cursos e degustações oferecidos aos clientes e cinco lojas suporte. Nesta nova fase, a empresa adquiriu três lojas em 2016, nas cidades de Criciúma, Cocal do Sul e Urussanga. Em 2019, o Plano de Expansão da Rede Althoff Supermercados foi marcado pela inauguração de três novas lojas: no distrito de Caravaggio, a segunda loja na cidade de Criciúma, localizada no bairro Metropol, e em Morro Grande, na cidade de Sangão.

Loja de Capão da Canoa é a 13° unidade da empresa

Tramontina inaugura primeira loja oficial em Porto Alegre

Unidade no Barra Shopping Sul é uma das duas novas lojas da marca abertas este ano na capital

A unidade localizada no Nível Jockey do Barra Shopping Sul oferece mais de 800 produtos

A Tramontina inaugurou nesta terça-feira (4) sua primeira loja oficial em Porto Alegre. A unidade localizada no Nível Jockey do Barra Shopping Sul oferece mais de 800 produtos. A Tramontina Store do Barra Shopping Sul é a terceira no estado e a primeira localizada em um shopping do Rio Grande do Sul. Os outros dois pontos de venda direta da marca são a Tramontina Factory Store de Carlos Barbosa e a de Farroupilha, ambas situadas nos municípios da Serra Gaúcha, berço da marca.

O gerente geral da Tramontina Store, Evandro Costa, lembra que o desejo de estar ainda mais próximo dos porto-alegrenses é antigo. “Temos importantes parceiros que representam a qualidade e credibilidade dos nossos produtos em seus negócios. O objetivo da T store é servir como um complemento à experiência do varejo e estreitar a comunicação da marca com os clientes finais”, salienta Evandro. Em 2023, a oportunidade de ampliar a presença em Porto Alegre surgiu e os planos foram acelerados. “Tanto que resolvemos abrir não só uma, mas duas lojas em shoppings com localizações estratégicas, na zona Sul e Norte, a fim de atender aos moradores de todas as regiões”, comemora.

A segunda loja oficial da Tramontina na capital também já está confirmada. Será inaugurada em setembro no Shopping Iguatemi, um dos mais tradicionais e movimentados da cidade. As unidades visam oferecer atendimento qualificado da equipe treinada para apresentar soluções e auxiliar na tomada de decisão. Ambas contarão, ainda, com o programa de logística reversa Seu Ambiente Mais Consciente com pontos de coleta de produtos Tramontina pós-consumo e suas embalagens, além de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, pilhas e baterias de qualquer marca. Esse serviço está hoje presente nas lojas físicas oficiais, distribuídas em nove estados brasileiros.

Unidade no Barra Shopping Sul é uma das duas novas lojas da marca abertas este ano na capital

Tramontina inaugura primeira loja oficial em Porto Alegre

Unidade no Barra Shopping Sul é uma das duas novas lojas da marca abertas este ano na capital

A unidade localizada no Nível Jockey do Barra Shopping Sul oferece mais de 800 produtos

A Tramontina inaugurou nesta terça-feira (4) sua primeira loja oficial em Porto Alegre. A unidade localizada no Nível Jockey do Barra Shopping Sul oferece mais de 800 produtos. A Tramontina Store do Barra Shopping Sul é a terceira no estado e a primeira localizada em um shopping do Rio Grande do Sul. Os outros dois pontos de venda direta da marca são a Tramontina Factory Store de Carlos Barbosa e a de Farroupilha, ambas situadas nos municípios da Serra Gaúcha, berço da marca.

O gerente geral da Tramontina Store, Evandro Costa, lembra que o desejo de estar ainda mais próximo dos porto-alegrenses é antigo. “Temos importantes parceiros que representam a qualidade e credibilidade dos nossos produtos em seus negócios. O objetivo da T store é servir como um complemento à experiência do varejo e estreitar a comunicação da marca com os clientes finais”, salienta Evandro. Em 2023, a oportunidade de ampliar a presença em Porto Alegre surgiu e os planos foram acelerados. “Tanto que resolvemos abrir não só uma, mas duas lojas em shoppings com localizações estratégicas, na zona Sul e Norte, a fim de atender aos moradores de todas as regiões”, comemora.

A segunda loja oficial da Tramontina na capital também já está confirmada. Será inaugurada em setembro no Shopping Iguatemi, um dos mais tradicionais e movimentados da cidade. As unidades visam oferecer atendimento qualificado da equipe treinada para apresentar soluções e auxiliar na tomada de decisão. Ambas contarão, ainda, com o programa de logística reversa Seu Ambiente Mais Consciente com pontos de coleta de produtos Tramontina pós-consumo e suas embalagens, além de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, pilhas e baterias de qualquer marca. Esse serviço está hoje presente nas lojas físicas oficiais, distribuídas em nove estados brasileiros.

Unidade no Barra Shopping Sul é uma das duas novas lojas da marca abertas este ano na capital

A importância de uma liderança responsável

A boa gestão impacta diretamente no sucesso de uma equipe

Ao demonstrar resiliência diante dos desafios, os líderes inspiram os outros a perseverar e superar os obstáculos

Ser um bom líder não é apenas ocupar uma posição de autoridade. Trata-se de incorporar certas qualidades e características que inspiram e capacitam os outros. A liderança é um processo contínuo de aprendizado e desenvolvimento e, desta forma, envolve adaptação e constante aperfeiçoamento. Saber liderar é uma habilidade que pode estar presente no indivíduo, mas também pode ser desenvolvida. Ouvir os colaboradores, ter equilíbrio emocional e ser um exemplo para a equipe são características e ações essenciais para uma liderança eficaz e assertiva. Ao demonstrar resiliência diante dos desafios, os líderes inspiram os outros a perseverar e superar os obstáculos.

Os líderes abordam os desafios com uma mentalidade positiva, buscando soluções inovadoras e aprendendo com as falhas. Eles reconhecem e alimentam os pontos fortes dos indivíduos, promovendo uma cultura de aprendizado contínuo. A comunicação aberta e transparente gera confiança e promove um ambiente de trabalho positivo. O desenvolvimento dessas habilidades de liderança deve ser um processo contínuo, que requer paciência, perseverança e prática constante. Para se diferenciar como líder, é importante desenvolver um conjunto único de habilidades e características que o diferencie dos demais. Ao incorporar essas qualidades, os líderes podem criar ambientes de trabalho positivos e produtivos, onde os indivíduos prosperam e atingem todo o seu potencial. Uma boa gestão impacta diretamente no sucesso de uma equipe ou organização, capaz de aumentar a produtividade, melhorar a satisfação dos colaboradores e alcançar metas desafiadoras.

A boa gestão impacta diretamente no sucesso de uma equipe