Grupo Muffato anuncia oitava loja de Foz do Iguaçu

Prédio na avenida JK vai abrigar terceira loja do Max Atacadista e gerar mais de 400 empregos

A companhia paranaense não divulgou o valor do investimento

Nesta terça (27), o diretor do Grupo Muffato, Ederson Muffato, anunciou o lançamento de um novo empreendimento em Foz do Iguaçu. Em um ano marcado pela expansão no estado de São Paulo, o grupo também celebra suas raízes e laços com o município aonde o grupo chegou em 1976. Em um ponto tradicional, na avenida JK com a rua Davi Muffato, será lançado o terceiro Max Atacadista e a oitava loja na cidade. Com área de vendas de aproximadamente 6 mil metros quadrados, a proposta é oferecer um atacarejo completo, com ampla galeria de lojas, cafeteria e buffet grill, uma das marcas do Grupo Muffato em Foz. A companhia paranaense não divulgou o valor do investimento.

A reforma de modernização e revitalização promete ser finalizada em tempo recorde. O prédio tradicional, inaugurado em 1989, já abrigou diversas bandeiras de hipermercados e atacadistas, sendo que a última fechou em abril deste ano. A expectativa é que a unidade gere aproximadamente 400 novas vagas – diretas e indiretas – e mobilize todo o ecossistema regional com parcerias comerciais. De acordo com Ederson Muffato, é um marco importante. “Estamos retornando a um espaço tradicional e icônico, que nosso pai ajudou a fundar, há 33 anos. Queremos valorizar nossa história em Foz, ao mesmo tempo em que ajudamos a construir um futuro com desenvolvimento e oportunidades”, declarou o diretor, por meio de nota.

Prédio na avenida JK vai abrigar terceira loja do Max Atacadista e gerar mais de 400 empregos

Artecola anuncia Rodrigo Dece como gerente de negócios B2C

Ele assume a área comercial do segmento de construção civil e consumo

Pós-graduado em administração de negócios pela Universidade Mackenzie, Dece é especialista no mercado de varejo

A Artecola anunciou seu novo gerente de negócios B2C nesta sexta-feira (23). O especialista em administração Rodrigo Dece assume a área comercial do segmento de construção civil e consumo. Com 20 anos de experiência em indústrias nacionais e multinacionais nos segmentos de materiais de construção e automotivo, Dece soma conhecimento em gestão de equipes comerciais e canais de vendas. Pós-graduado em administração de negócios pela Universidade Mackenzie, Dece é especialista no mercado de varejo e se aperfeiçoa com atualizações periódicas, a exemplo dos cursos de liderança e empreendedorismo e gerência comercial. No mercado B2C, a Artecola atua com um portfólio de soluções em adesivos, selantes, silicones, espumas expansivas e estruturais, todos sob a marca comercial Afix.

Ele assume a área comercial do segmento de construção civil e consumo

Banrisul supera meta e cresce 76% em crédito agrícola

Volume de concessões alcançou valor recorde de R$ 8,6 bilhões

Do volume total, produtores, empresas e cooperativas receberam R$ 4,2 bilhões

O Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) encerra o Ano Safra 2022/2023 com mais um ciclo de volume recorde: R$ 8,6 bilhões em crédito agrícola e um crescimento de 76% em relação ao período anterior. Os valores referem-se aos dados computados até 9 de junho. Segundo o presidente do Banrisul, Cláudio Coutinho, a meta inicial era chegar a R$ 7 bilhões. “Fortalecemos ano a ano o agronegócio, setor que é a base do desenvolvimento do nosso Estado e que movimenta o PIB do nosso país”, observa, em nota. As linhas do Pronamp, destinadas a médios produtores, receberam R$ 2,9 bilhões, crescimento de 131,4%. Já as do Pronaf, para pequenos produtores da agricultura familiar, atingiram um incremento de 77,1%, com um total movimentado de R$ 1,5 bilhão. Para os demais produtores, empresas e cooperativas foram destinados R$ 4,2 bilhões, aumento de 50,5%.

O diretor de crédito da instituição, Osvaldo Lobo Pires, esclarece que o Banco manteve contratações durante todo o ano safra. “O fato de termos conseguido recursos equalizados, aliado à gestão de funding, nos permitiu atender a demanda dos clientes ao longo de todo o ano”, avalia, também por meio de nota. O executivo destaca, ainda, a implementação dos Espaços Agro, com ambientes exclusivos e idealizados para relacionamento e atendimento especializado aos produtores rurais. O lançamento do Plano Safra 2023/2024 do Banrisul será no dia 6 de julho, em Porto Alegre.

Volume de concessões alcançou valor recorde de R$ 8,6 bilhões

Relatório do Grupo RAC destaca alinhamento com Agenda 2030 da ONU

Documento da construtora paranaense relata descarbonização dos processos, mapeamentos inéditos e metas públicas assumidas para 2023

O documento do Grupo RAC prevê soluções regenerativas que visam não apenas mitigar os impactos negativos, mas potencializar os positivos, mantendo índices de transparência

Com 22 anos de atuação no setor da construção civil, o Grupo RAC acaba de lançar a segunda edição de seu relatório de sustentabilidade. O documento reúne ações e estratégias envolvendo planos ambientais, econômicos e sociais para materializar as práticas de ESG (Environmental, Social and Governance) e relacionar o negócio da empresa à Agenda 2030 da ONU, série de compromissos assumidos pelos países-membros da instituição, que inclui 169 metas atreladas a 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), visando erradicar problemas socioambientais. Em seu novo relatório, a RAC apresenta o mapeamento de alguns dos objetivos estratégicos do negócio em metas dos ODS mais impactados pela companhia, seguindo uma análise profunda dos resultados de 2021 e 2022 de suas quatro unidades de negócio: RAC Engenharia, que abrange as operações de obras de todo o grupo; HIEX Empreendimentos, área que une forças com as melhores empresas da construção civil para desenvolver empreendimentos sustentáveis; BPRO Smart Engineering, responsável pela utilização da metodologia BIM e RAC Infra, empresa que oferece inteligência de mercado específica para a construção civil.

De acordo com Júlia Berticelli Basso, coordenadora de sustentabilidade corporativa do Grupo RAC, o documento prevê soluções regenerativas que visam não apenas mitigar os impactos negativos, mas potencializar os positivos, mantendo índices de transparência. A ferramenta de comunicação também intenciona melhorar o monitoramento das atividades da empresa e avaliar os impactos do dia a dia, visando traçar metas mais ambiciosas e contribuir com o desenvolvimento do mercado. “Temos um sólido histórico na construção de empreendimentos de alto desempenho sustentável, seguindo rigorosos padrões em quesitos de energia, água, materiais e resíduos. Mas é nosso desejo e dever ir além. Desenvolvemos o material dentro do compromisso de tornar as boas práticas mais condizentes com a escala de nossos negócios, comprovando que é possível adequar o mercado aos compromissos propostos na Agenda 2030 da ONU, visando a uma transformação social, ambiental e ética em prol de um mundo mais inclusivo, sustentável e justo”, explica.

Relatório padrão SASB
Além de seguir os ODS e as Normas GRI (Global Reporting Initiative), o relatório do Grupo RAC inclui, pela primeira vez, o padrão SASB (Sustainability Accounting Standards Board), conjunto de diretrizes específicas para divulgar informações relevantes sobre a sustentabilidade financeira da empresa. O material reúne entrevistas com gestores, análises de dados, documentos, políticas e diretrizes do grupo, além de apresentar depoimentos dos stakeholders e informações distribuídas em seis editorias, que detalham as metas públicas assumidas pela companhia com prazo para 2023. Entre elas, destaque especial para a realização, também inédita, do inventário de emissões de gases de efeito estufa das atividades do Grupo RAC, em 2023, e a compensação de 100% das emissões de GEE das atividades da HIEX inventariadas em 2022. O levantamento subsidiou um plano de mitigação e neutralização das emissões de carbono da sede da empresa e da HIEX, que em 2022 totalizou 146 toneladas de emissões de CO2. Entre os objetivos elaborados, ênfase para o mapeamento e expansão da comunicação sobre diversidade e inclusão. De acordo com o relatório, no ano passado, a empresa contabilizou 1.260 colaboradores diretos e terceirizados. Por fim, o relatório informa a obtenção do Prêmio Sesi ODS 2022 na categoria Governança, que reconheceu a empresa entre as 12 indústrias paranaenses premiadas por atuar na temática ESG, e a obtenção do selo que chancela a RAC como a primeira Empresa B certificada no setor de construção civil do Sul do país.

Documento da construtora paranaense relata descarbonização dos processos, mapeamentos inéditos e metas públicas assumidas para 2023

PwC Brasil abre inscrições para recrutamento de talentos

O programa é um dos mais concorridos e o mais inclusivo para quem deseja iniciar a carreira em auditoria

Programa foi desenvolvido para preparar a nova geração de profissionais com domínio do mundo digital

A PwC Brasil, empresa global de prestação de serviços profissionais, está com inscrições abertas para a seleção de uma nova geração de solvers para as áreas de auditoria externa; consultoria e auditoria atuarial; serviços de sustentabilidade; e riscos e controles. O programa é aberto a estudantes universitários ou profissionais recém-formados. Os interessados podem candidatar-se até 20 de junho no site da PwC Brasil. Esse programa, único no mercado, foi desenvolvido para preparar a nova geração de profissionais com domínio do mundo digital e é ideal para pessoas que buscam desenvolvimento contínuo e conhecimento de variadas indústrias, além de trabalhar em equipes multiculturais em um ambiente de constante inovação. A PwC oferece práticas flexíveis de trabalho e aceita inscrições de onde os interessados estiverem.

Presente em 152 países, a PwC atua na prestação de serviços nas áreas de auditoria e asseguração, consultoria tributária, consultoria estratégica, consultoria de negócios e em tecnologia e assessoria em transações a clientes dos mais variados segmentos. Com atuação em todas as regiões do país, a PwC é reconhecida por seu ambiente diverso e inclusivo tendo recebido o prêmio Melhores Empresas em Práticas e Ações da Diversidade, promovido pela Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, com o programa Nova Geração de Solvers. Também é conhecida por fazer investimentos no desenvolvimento de seus profissionais, que, como uma das possibilidades de desdobramento de carreira, podem se tornar sócios da empresa.

O programa é um dos mais concorridos e o mais inclusivo para quem deseja iniciar a carreira em auditoria

Zonta adquire indústria e rede regional em Santa Catarina

Grupo paranaense compra rede Hipermais e indústria plástica Cipla

“Os investimentos demonstram a nossa confiança no mercado catarinense”, afirma o presidente do Grupo Zonta, Pedro Joanir Zonta

O Grupo Zonta, do Paraná, anunciou nesta terça-feira (23) a aquisição de duas tradicionais empresas de Santa Catarina: a indústria de plásticos injetáveis Cipla e a rede de varejo e atacados Hipermais. Os negócios precisarão de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Segundo o presidente do Grupo Zonta, Pedro Joanir Zonta, as aquisições fazem parte do plano de expansão da rede, que contempla a ampliação do seu número de lojas e a diversificação dos negócios. “Os investimentos demonstram a nossa confiança no mercado catarinense, que nos acolheu desde quando decidimos inaugurar a nossa primeira unidade no estado”, afirma, por meio de nota.

Com a aquisição do Hipermais, o grupo passa a contar com o reforço de seis unidades nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul e Araquari, sendo cinco atacarejos, um supermercado, além do Atacado Joinville. “Encontramos uma empresa que demonstrou sinergia com as nossas operações atuais, o que nos fez acreditar que esta negociação renderá ótimas oportunidades de crescimento, não só com a manutenção, mas com a criação de novas vagas de emprego”, destaca Zonta. A rede Hipermais tem 46 anos de história, com o primeiro supermercado fundado em 1977 pelo empresário Ewaldo Rieper Júnior. Hoje, a operação emprega 720 funcionários. O grupo não revelou o valor que pagou pela varejista. 

Já a Cipla foi adquirida por meio de um leilão judicial, que garantiu que tanto as operações quanto o terreno de 35 mil metros quadrados, no bairro Bucarein, passasse a fazer parte do conglomerado paranaense. O Zonta desembolsou R$ 65 milhões no leilão e vai investir ainda mais R$ 30 milhões na empresa. Com 60 anos de existência, a Cipla é responsável pela geração de mais de 300 empregos na cidade de Joinville. A partir de 1º de junho, a companhia passa a se chamar Cipla Condor Indústria Plástica. A compra garante a continuidade das atividades da indústria, que mesmo com sua intervenção judicial decretada em 2019, manteve ativa a industrialização de uma linha de 900 produtos plásticos para os segmentos hospitalar, automotivo e construção civil.

O Zonta atua no varejo com as operações do Condor Super Center, no atacado com o Gigante Atacadista, além de ter negócios no setor imobiliário, estar à frente de 21 postos de combustíveis, logística, administração de crédito, processamento de carnes e frios e no setor publicitário. Com os novos negócios são mais de 13 mil colaboradores no Paraná e Santa Catarina, que garantem mais de 50 milhões de atendimentos a clientes por ano. Com a homologação do Cade, o grupo passará a ter 67 lojas, entre super, hipermercados e atacarejos, em 21 cidades do Paraná e Santa Catarina, além do Atacado Joinville.

Grupo paranaense compra rede Hipermais e indústria plástica Cipla

Número de trabalhadores com mais de 50 anos dobra no país

O ritmo de crescimento dos 50+ é quase três vezes maior que o geral

Trabalhadores 50+ com maior nível de escolaridade têm mais espaço no mercado de trabalho

O número de trabalhadores com mais de 50 anos no Brasil mais do que dobrou em 15 anos, indo de 4,4 milhões em 2006 para 9,3 milhões em 2021 – aumento de 110,6%. O estoque de emprego formal geral, nesse mesmo período, cresceu 38,6%. Isso significa que o ritmo de crescimento dos 50+ é quase três vezes maior que o geral. Em 2006, os profissionais 50+ ocupavam 12,6% do total de vagas; e, em 2021, eles já eram 19,1%. Portanto, a participação desse grupo no estoque de emprego formal cresceu 51,6% nessa década e meia. O levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) revela que o mercado de trabalho está seguindo uma tendência, irreversível, de envelhecimento da população. No Sul, o avanço foi de 125,2% (veja o gráfico ao final desta reportagem).

“Essa é uma espécie de ‘mapa dos trabalhadores 50+ no Brasil’, importante para entendermos o impacto da transição demográfica no mercado de trabalho, o que vem ocorrendo de maneira acelerada. Outro dado que chama atenção é o maior aumento nas vagas para os níveis de maior escolaridade, o que comprova que quem parar de estudar vai ficar para trás”, alerta o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. Segundo ele, esse é um cenário que precisa ser considerado na elaboração e implementação de políticas educacionais e de emprego. “Requalificação é palavra-chave. Nos diferentes países, surgem iniciativas do governo, das empresas e de instituições de ensino, envolvendo estratégias para atualizar os profissionais ou mesmo recolocá-los no mercado”.

Em 15 anos, o número de brasileiros com mais de 50 anos aumentou 63,2%, indo de 34 milhões para 55,5 milhões. Em 2006, os 50+ eram 18,2% da população geral e, em 2021, esse percentual tinha subido para 26%, um crescimento de 43% na participação. Apesar do crescimento do número de mulheres com mais de 50 anos ter sido maior que o dos homens, elas ainda são menos da metade dos trabalhadores (42,4%) dessa faixa etária. Trabalhadores 50+ com maior nível de escolaridade têm mais espaço no mercado de trabalho. Dos postos ocupados por esse grupo, 38% são por pessoas com ensino médio completo e 24,6% com superior completo. O número de trabalhadores 50+ com mestrado e doutorado praticamente quintuplicou, indo de 26,4 mil profissionais para cerca de 150 mil.

O ritmo de crescimento dos 50+ é quase três vezes maior que o geral

Número de trabalhadores com mais de 50 anos dobra no país

O ritmo de crescimento dos 50+ é quase três vezes maior que o geral

Trabalhadores 50+ com maior nível de escolaridade têm mais espaço no mercado de trabalho

O número de trabalhadores com mais de 50 anos no Brasil mais do que dobrou em 15 anos, indo de 4,4 milhões em 2006 para 9,3 milhões em 2021 – aumento de 110,6%. O estoque de emprego formal geral, nesse mesmo período, cresceu 38,6%. Isso significa que o ritmo de crescimento dos 50+ é quase três vezes maior que o geral. Em 2006, os profissionais 50+ ocupavam 12,6% do total de vagas; e, em 2021, eles já eram 19,1%. Portanto, a participação desse grupo no estoque de emprego formal cresceu 51,6% nessa década e meia. O levantamento realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) revela que o mercado de trabalho está seguindo uma tendência, irreversível, de envelhecimento da população. No Sul, o avanço foi de 125,2% (veja o gráfico ao final desta reportagem).

“Essa é uma espécie de ‘mapa dos trabalhadores 50+ no Brasil’, importante para entendermos o impacto da transição demográfica no mercado de trabalho, o que vem ocorrendo de maneira acelerada. Outro dado que chama atenção é o maior aumento nas vagas para os níveis de maior escolaridade, o que comprova que quem parar de estudar vai ficar para trás”, alerta o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. Segundo ele, esse é um cenário que precisa ser considerado na elaboração e implementação de políticas educacionais e de emprego. “Requalificação é palavra-chave. Nos diferentes países, surgem iniciativas do governo, das empresas e de instituições de ensino, envolvendo estratégias para atualizar os profissionais ou mesmo recolocá-los no mercado”.

Em 15 anos, o número de brasileiros com mais de 50 anos aumentou 63,2%, indo de 34 milhões para 55,5 milhões. Em 2006, os 50+ eram 18,2% da população geral e, em 2021, esse percentual tinha subido para 26%, um crescimento de 43% na participação. Apesar do crescimento do número de mulheres com mais de 50 anos ter sido maior que o dos homens, elas ainda são menos da metade dos trabalhadores (42,4%) dessa faixa etária. Trabalhadores 50+ com maior nível de escolaridade têm mais espaço no mercado de trabalho. Dos postos ocupados por esse grupo, 38% são por pessoas com ensino médio completo e 24,6% com superior completo. O número de trabalhadores 50+ com mestrado e doutorado praticamente quintuplicou, indo de 26,4 mil profissionais para cerca de 150 mil.

O ritmo de crescimento dos 50+ é quase três vezes maior que o geral

Fesa Group expande atuação no Sul com nova sócia especializada

Priscila Schapke tem experiência no atendimento a empresas da região

Priscila foi sócia-fundadora da PS Hunter, consultoria de recrutamento do Rio Grande do Sul, fundada em 2016

A Fesa Group, consultoria de recursos humanos, expande atuação no Sul e anuncia a gaúcha Priscila Schapke como nova sócia especializada no mercado do Rio Grande do Sul. Ao lado dos sócios Adaildo Vieira e Fabiana Calixto, a executiva chega para fortalecer o ecossistema de forma estratégica, com experiência no atendimento a empresas da região. Formada em administração de empresas – empreendedorismo pela PUC-RS e com MBA em finanças e controladoria pela FGV, a profissional possui mais de 16 anos de carreira, sendo 12 anos dedicados ao mercado de Searching. Foi sócia-fundadora da PS Hunter, consultoria de recrutamento do Rio Grande do Sul, fundada em 2016.

Composto por um ecossistema de soluções de pessoas, ancorado em relações humanas, tecnologia e ciência de dados, o Grupo FESA oferece soluções online e offline para aquisição e gestão de talentos, desenvolvimento de liderança, avaliação de pessoas, remuneração e benefícios, carreira, voluntariado corporativo, cultura e performance, entre outros.

Priscila Schapke tem experiência no atendimento a empresas da região

Fesa Group expande atuação no Sul com nova sócia especializada

Priscila Schapke tem experiência no atendimento a empresas da região

Priscila foi sócia-fundadora da PS Hunter, consultoria de recrutamento do Rio Grande do Sul, fundada em 2016

A Fesa Group, consultoria de recursos humanos, expande atuação no Sul e anuncia a gaúcha Priscila Schapke como nova sócia especializada no mercado do Rio Grande do Sul. Ao lado dos sócios Adaildo Vieira e Fabiana Calixto, a executiva chega para fortalecer o ecossistema de forma estratégica, com experiência no atendimento a empresas da região. Formada em administração de empresas – empreendedorismo pela PUC-RS e com MBA em finanças e controladoria pela FGV, a profissional possui mais de 16 anos de carreira, sendo 12 anos dedicados ao mercado de Searching. Foi sócia-fundadora da PS Hunter, consultoria de recrutamento do Rio Grande do Sul, fundada em 2016.

Composto por um ecossistema de soluções de pessoas, ancorado em relações humanas, tecnologia e ciência de dados, o Grupo FESA oferece soluções online e offline para aquisição e gestão de talentos, desenvolvimento de liderança, avaliação de pessoas, remuneração e benefícios, carreira, voluntariado corporativo, cultura e performance, entre outros.

Priscila Schapke tem experiência no atendimento a empresas da região

Entenda o que muda na política de preços dos combustíveis

Petrobras deixará de usar paridade internacional como base de cálculo

Pelo novo modelo, a Petrobras não deixa de levar em conta o mercado internacional, mas o fará com base em outras referências para cálculo

Chegou ao fim a política de Preço de Paridade Internacional (PPI) adotada pela Petrobras há mais de seis anos, durante o governo de Michel Temer. A estatal anunciou nesta terça-feira (15) a adoção de um novo modelo para definir seus preços. As primeiras quedas nos preços do diesel, da gasolina e do gás de cozinha já foram divulgadas. Mas o que mudou na prática? Desde 2016, com base no PPI, os preços praticados no país se vinculavam aos valores no mercado internacional tendo como referência o preço do barril de petróleo tipo brent, que é calculado em dólar.

Também eram considerados custos, como frete de navios, logística interna de transporte e taxas portuárias. Além disso, acrescentava-se uma margem para remuneração de riscos ligados à operação, como volatilidade da taxa de câmbio e dos preços praticados em portos. Na prática, os preços seguiam a tendência do mercado internacional: a estatal não tinha autonomia para contrabalancear as grandes variações e para evitar fortes repercussões no Brasil que chegassem ao consumidor. Com esse modelo, a Petrobras alcançou recordes de lucros e distribuição de dividendos. Os resultados do segundo semestre de 2022, por exemplo, permitiram um repasse histórico aos acionistas de R$ 87,8 bilhões.

Como será a partir de agora?
Pelo novo modelo, a Petrobras não deixa de levar em conta o mercado internacional, mas o fará com base em outras referências para cálculo. Além disso, serão incorporadas referências do mercado interno. A proposta sinaliza um esforço de mediação entre os interesses dos acionistas e o papel social da estatal defendido pelo governo, voltado para atender a expectativa do consumidor brasileiro por valores mais baixos. A estatal anunciou que o novo modelo vai considerar o “custo alternativo do cliente” e o “valor marginal para a Petrobras”. O custo alternativo para o cliente é estabelecido a partir das alternativas que o consumidor tem no mercado, sendo observados os preços praticados por outros fornecedores que ofereçam os mesmos produtos ou similares. Já o valor marginal para a Petrobras considera as melhores condições obtidas pela companhia para produção, importação e exportação. Segundo a Petrobras, esse modelo vai permitir ainda que ela seja mais competitiva em cada mercado e região, aplicando valores alinhados às especificidades locais.

Com Agência Brasil

Petrobras deixará de usar paridade internacional como base de cálculo

Segunda maior empresa do Sul tem novo prejuízo no trimestre

Mesmo eliminando os efeitos contábeis da hiperinflação na Turquia, o resultado negativo da BRF permanece

A BRF é a segunda maior empresa da região e também a segunda maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

Ainda que tenha fechado o primeiro trimestre do ano com uma receita líquida consolidada de R$ 13,2 bilhões, sendo 9,4% superior ao do mesmo período de 2022, a BRF teve um novo prejuízo. A segunda maior empresa da região e também a segunda maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC, acumulou um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão entre janeiro e março. Mesmo eliminando os efeitos contábeis da hiperinflação na Turquia, cuja economia passou a ser considerada hiperinflacionária, o resultado negativo permanece (veja todos os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem). De acordo com o relatório trimestral, o prejuízo é explicado principalmente pelo desempenho do resultado operacional impactado principalmente pela queda do preço nos mercados internacionais do frango in natura e as despesas financeiras líquidas em R$ 860 milhões.

No Brasil, a companhia avançou 9,1% em receita líquida operacional com relação ao mesmo intervalo de 2022. Durante o período, a empresa permaneceu focada na execução do plano de eficiência, o BRF+. “Melhoramos na conversão alimentar de frango em 4,3%, reduzimos os índices de mortalidade de animais em 1,4 ponto percentual, aumentamos os rendimentos da indústria em 1,6 ponto percentual e reduzimos as perdas na cadeia produtiva em 49,9%”, lista o CEO da BRF, Miguel Gularte, por meio de nota. A empresa reduziu em mais de 4 pontos percentuais os descontos concedidos por conta da vida útil dos produtos no mercado doméstico em comparação ao mesmo período do ano anterior, reforçando os avanços no planejamento de demanda, nas diferentes fases de vendas e maior giro de estoques.

Em sua divisão internacional, a BRF manteve sua liderança nos países do Golfo com mais de 50% de share de exportação. Até março, a empresa avançou na estratégia de diversificação de mercados com a conquista de novas habilitações para envio de mercadorias para países como China, Malásia, Chile, México, Peru, entre outros. A receita líquida da divisão ficou em R$ 6,1 bilhões, 11,8% maior que do a soma do primeiro trimestre de 2022, influenciada pelo recorde de exportações registrado em março e o crescimento da receita em produtos de valor agregado no mercado Halal. A BRF atingiu 25,9% de participação de produtos de valor agregado nas vendas na região do Golfo e Turquia, onde impulsionou a disponibilidade de produto com a inauguração da nova linha de processados em Bandirma. A expectativa é que o cenário se desdobre favoravelmente nos próximos meses. “Estamos vivenciando um cenário de recuperação gradativa dos preços de frango nas exportações que, em conjunto com o avanço do plano de eficiência e a queda acentuada dos grãos potencializará os ganhos de rentabilidade da Companhia ao longo dos próximos trimestres”, pontua o CFO da companhia, Fábio Mariano, também por meio de nota.

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Mesmo eliminando os efeitos contábeis da hiperinflação na Turquia, o resultado negativo da BRF permanece

Petrobras reduz preços de diesel e gasolina para as distribuidoras

Os novos valores passarão a vigorar a partir desta quarta-feira

Anúncio foi feito no mesmo dia que a estatal anunciou sua nova política de preços para os combustíveis

Um pouco depois de anunciar sua nova política de preços para os combustíveis, a Petrobras revelou que reduzirá em R$ 0,44 por litro o seu preço médio de venda de diesel A para as distribuidoras, que passará de R$ 3,46 para R$ 3,02 por litro. Os novos valores passarão a vigorar a partir desta quarta-feira (17). Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel S10 comercializado nos postos, por exemplo, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,69 a cada litro vendido na bomba. Mantidas as parcelas referentes aos demais agentes conforme a pesquisa de preços da ANP para o período de 7 a 13 de maio, o preço médio ao consumidor final poderia atingir o valor de R$ 5,18 por litro de diesel S10.

Para a gasolina A, a Petrobras reduzirá em R$ 0,40 por litro o seu preço médio de venda para as distribuidoras, que passará de R$ 3,18 para R$ 2,78 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,03 a cada litro vendido na bomba. Mantidas as parcelas referentes aos demais agentes conforme a pesquisa de preços da ANP para o período de 7 a 13 de maio, o preço médio ao consumidor final poderia atingir o valor de R$ 5,20 por litro.

“Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”, afirma a estatal no comunicado. “A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com os mercados nacional e internacional”, completa a Petrobras. “Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, finaliza a nota.

Os novos valores passarão a vigorar a partir desta quarta-feira

ArcelorMittal Vega conclui primeira etapa do projeto de expansão

Iniciada em 2021, obra totalizará investimento de US$ 350 milhões

A previsão é de que a unidade catarinense amplie a sua capacidade de produção de 1,6 milhão para 2,2 milhões de toneladas de aço anuais

A ArcelorMittal Vega comemora neste primeiro semestre a conclusão da obra e o comissionamento de uma das várias etapas da sua expansão, a Unidade de Regeneração de Ácido (URA 2). Todas as etapas do projeto de expansão serão concluídas no final de 2023. Iniciada em 2021 e com um investimento de US$ 350 milhões, a extensão projeta o aumento da capacidade de produção de Vega em São Francisco do Sul (SC). “A expansão irá nos permitir fortalecer a atuação no mercado automotivo, ampliando o mix de produtos de alto valor agregado que já oferecemos a este segmento, e também avançarmos para novos mercados”, analisa Sandro Sambaqui, gerente geral da ArcelorMittal Vega.

O projeto da URA 2 iniciou em março de 2021 pelas fases de engenharia, fabricação e início da construção civil. Com a chegada dos equipamentos, foi dado início à montagem da linha. Com a conclusão desta primeira etapa do projeto, Vega agora conta com duas unidades de regeneração de ácido, um processo que torna a produção do aço mais limpa e sustentável. A nova URA é interconectada à unidade atual através de uma passarela suspensa, facilitando o acesso entre as duas unidades, e foi projetada para absorver o aumento da demanda prevista.

Os próximos passos ainda preveem a instalação dos equipamentos que irão integrar a nova linha de galvanização e recozimento contínuo, com os demais ativos da planta industrial. No final do ano, a previsão é de que a unidade amplie a sua capacidade de produção de 1,6 milhão para 2,2 milhões de toneladas de aço anuais e aumente o seu portfólio de produtos oferecidos ao mercado.

Iniciada em 2021, obra totalizará investimento de US$ 350 milhões

Petrobras anuncia nova política de preços de combustíveis

Empresa não se baseará mais nos preços de importação

A partir de agora, as referências de mercado serão o custo alternativo do cliente como prioridade e o valor marginal para a Petrobras

A diretoria executiva da Petrobras aprovou, na segunda-feira (15), sua estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina. A nova política encerra a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação. A partir de agora, as referências de mercado serão o custo alternativo do cliente como prioridade e o valor marginal para a Petrobras. Segundo a empresa, o custo alternativo do cliente contempla alternativas de suprimento por fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o custo marginal da Petrobras se baseia no custo das diversas alternativas para a empresa, entre elas a produção, importação e exportação do produto.

As premissas, de acordo com a nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação “ótima” da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável. “Nosso modelo vai considerar a participação da Petrobras e o preço competitivo em cada mercado e região, a otimização dos nossos ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável”, afirmou o diretor de logística, comercialização e mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, segundo nota divulgada pela empresa.

Os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros. “A precificação competitiva mantém também um patamar de preço que garante a realização de investimentos previstos no planejamento estratégico. A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com a sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado, ao passo que entrega aos seus clientes maior previsibilidade por meio da contenção de picos súbitos de volatilidade”, diz a nota. As decisões sobre os preços continuam sendo subordinadas ao grupo executivo de mercado e preço, composto pelo presidente da empresa, Jean Paul Prates, pelo diretor executivo de logística, comercialização e mercados e pelo diretor financeiro e de relacionamento com investidores.

Com Agência Brasil

Empresa não se baseará mais nos preços de importação