Grandes marcas abrem novas lojas no mercado londrinense

Starbucks do Shopping Aurora será a segunda maior unidade do Paraná

No Aurora Shopping, um dos cinco maiores da cidade, os consumidores encontrarão marcas aguardadas como Starbucks, Arezzo, Bagaggio, Authentic Feet e O Boticário

Grandes marcas chegam ao varejo de Londrina, segunda maior cidade do Paraná e quarto maior mercado da região Sul, com mais de 500 mil habitantes. No Aurora Shopping, um dos cinco maiores da cidade, os consumidores encontrarão marcas aguardadas como Starbucks, Arezzo, Bagaggio, Authentic Feet e O Boticário, além de destaques do varejo regional como Leo Cosméticos e La Baby. Completam as novidades no shopping ainda o bar-café italiano Gocce di Caffé, Menu Poke e BiCase.

Em contagem regressiva para a inauguração nos próximos meses, a unidade da Starbucks no Aurora será a segunda maior no Paraná, ocupando uma área de 184 metros quadrados no térreo do shopping, em frente à praça de eventos, e contará com duas entradas: uma pelo corredor do empreendimento e outra na rua, com acesso pela Avenida Ayrton Senna. A unidade é aguardada com ansiedade pelos apaixonados por café e pelos itens exclusivos da marca, conhecida internacionalmente.

“Na gastronomia, moda, lazer e todos os segmentos, aqui no Aurora Shopping buscamos continuamente enriquecer a experiência dos nossos clientes. Estes grandes nomes que estão chegando ao empreendimento fortalecem nosso conjunto de operações e consolidam o Aurora Shopping como um destino qualificado de varejo e serviços”, aponta o superintendente Marcos Crestani. Nilsen Mary de Melo Moraes, sócia-diretora executiva do grupo Mello, que mantém franquias e multimarcas exclusivas, vê no Aurora uma escolha estratégica, por tratar-se de “um shopping muito bem estruturado, aconchegante, localizado em região nobre e com um mix de lojas e restaurantes que se completam”.

Starbucks do Shopping Aurora será a segunda maior unidade do Paraná

3S CORP quadruplica capacidade de armazenagem em Itajaí

Empresa de comércio exterior investe R$ 3 milhões em novo galpão

A mudança representa um grande aumento na capacidade de armazenamento

O Grupo 3S CORP Soluções Internacionais está investindo cerca de R$ 3 milhões em um novo galpão, localizado em Itajaí, que vai quadruplicar a capacidade de armazenagem da empresa. A mudança está em fase final e a previsão é concluir a ocupação do novo espaço ainda neste mês de setembro. “Diante do crescimento de demandas desde o início do ano, optamos por deixar o atual centro logístico de Brusque e investir na mudança para o novo, em Itajaí, maior e mais moderno. Mudar de Brusque para Itajaí também traz um ganho competitivo e logístico por estarmos mais próximos dos portos, dos aeroportos e das rodovias de escoamento das mercadorias, levando aos clientes mais velocidade, proximidade e reduzindo custos de transporte em muitos casos”, conta o CEO e cofundador do Grupo 3S CORP, Lucas Vogt Schommer.

O novo centro está localizado na Rodovia Reynoldo Merlo, esquina com a Rodovia Antônio Heil. A mudança representa também um grande aumento na capacidade de armazenamento. O galpão de Brusque tem 7 mil metros quadrados e o de Itajaí possui 8,3 mil metros quadrados. “Tivemos um ganho expressivo de espaço, agora temos 13 metros no ponto mais baixo e 17 metros no ponto mais alto. Em capacidade de armazenagem verticalizada nós iremos praticamente quadruplicar, teremos um aumento de 436% de capacidade”, acrescenta o CEO.

A diretora de expansão do Grupo 3S CORP, Larissa Anselmo, explica que, além de manter todo o portfólio de serviços que já eram entregues em Brusque, agora em Itajaí a empresa vai começar a atender clientes que necessitam de um operador logístico com certificação Anvisa, como é o caso de medicamentos, cosméticos, luvas e outros itens da área da saúde. “No conceito one stop shop, melhoramos ainda mais, reduzindo custo de transporte de Itajaí para Brusque e deixando mais próximas a estrutura operacional e administrativa, aumentando a integração dos profissionais”, acrescenta. O Grupo 3S CORP foi fundado em 2011, no Rio Grande do Sul, mas hoje tem atuação nacional. Faturou R$ 660 milhões em 2022 e conta com escritórios nas cidades de Novo Hamburgo (RS), São Paulo (SP), Itajaí (SC), Porto Velho (RO) e Brusque (SC). A empresa vem apresentando crescimento ano a ano. Em 2019, tinha 100 clientes, hoje são 500.

Empresa de comércio exterior investe R$ 3 milhões em novo galpão

Shein oficializa produção de peças em Santa Catarina

Marca projeta atingir outros países com a industrialização catarinense até 2026

A Shein tem um modelo de negócios único baseado em produção de pequena escala

O governo catarinense reuniu-se nesta semana com a diretora de relações exteriores da Shein, Anna Beatriz Lima. No encontro foi oficializada a produção de peças em Santa Catarina, com a parceria de empresas locais. Inicialmente, foram mapeadas dezenas de empresas do setor têxtil para permitir esse trabalho. Anna Beatriz destacou o potencial de Santa Catarina. “A ideia é que a gente consiga construir uma forma de apoio para a nossa produção. Recentemente anunciamos que estamos trazendo a produção local para o Brasil. E esse é um dos motivos de vir até Santa Catarina. Queremos ser um terceiro mercado com a parceria das empresas já instaladas”, relatou. “A Shein não vem com a proposta de criar novas indústrias, mas de agregar e ajudar a desenvolver e construir o potencial produtivo existente. Reconhecemos a capacidade produtiva do estado e a vocação têxtil. Até 2026 queremos atingir outros países com a produção catarinense”, projetou.

O secretário de planejamento, Edgard Usuy destacou que a logística de Santa Catarina foi um ponto forte para o avanço das negociações. “O mais importante na leitura da Shein foi a capilaridade que o estado tem da distribuição das empresas têxteis em todo o território catarinense. Isso somado com a questão dos nossos portos, aeroportos e a nossa malha viária. Toda a possibilidade de exportação que existe em Santa Catarina, certamente, também foi importante na decisão em começar a produção no nosso estado”, listou.

A Shein tem um modelo de negócios único baseado em produção de pequena escala. A companhia produz somente um pequeno lote de 100 a 200 unidades por produto e mede a resposta do mercado em tempo real, produzindo em maior escala somente os produtos que têm demanda garantida. A companhia trabalha com mais de 6 mil fornecedores, muitos dos quais são pequenas empresas, para produzir produtos com a marca Shein e também itens de vendedores locais para comercializar em seu marketplace. A empresa alcança clientes em mais de 165 países e tem como centros de operação-chaves os escritórios de Singapura, da China e dos Estados Unidos.

Marca projeta atingir outros países com a industrialização catarinense até 2026

Florianópolis ganhará voo regular para Montevidéu e Lima

Rota, operada pela Sky, entrará em operação em janeiro

Com a nova rota, a Sky passa a ser a companhia aérea estrangeira com mais voos em Santa Catarina

A companhia aérea chilena Sky anunciou a criação de uma nova rota aérea ligando Florianópolis a Montevidéu, capital do Uruguai, e Lima, capital do Peru. A operação terá início em 2 de janeiro, com três voos por semana, e a venda de passagens já começou. Em 2022, a Sky passou a operar de maneira regular em Florianópolis, com voos semanais para Santiago do Chile. Com a nova rota, a Sky passa a ser a companhia aérea estrangeira com mais voos em Santa Catarina.

“As novas opções demonstram o potencial do aeroporto para se tornar um hub da América do Sul. Com estes voos, vamos oferecer um total de 7 destinos internacionais durante a alta temporada” afirma Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil, que administra o Floripa Airport. A venda de passagens, iniciada na semana passada (31), terá as tarifas promocionais de lançamento, que serão aplicadas até 8 de setembro. A rota Florianópolis – Montevidéu (ida e volta) terá o valor de R$ 930, para viagens entre 2 de janeiro e 31 de março. Já o voo entre Florianópolis e Lima via Montevidéu (ida e volta) terá o prço de R$ 1.604, para viagens no mesmo período.

Rota, operada pela Sky, entrará em operação em janeiro

Cimed ultrapassa R$ 60 milhões de faturamento mensal no Sul

Região respondeu por quase 20% do total das vendas em agosto

Dentre os estados do Sul, o Paraná lidera com R$ 25,6 milhões em receita

Pela primeira vez a farmacêutica Cimed fechou o mês de agosto com faturamento recorde de R$ 309 milhões. O resultado é fruto de uma série de fatores, incluindo o grande sucesso da marca de hidratante labial Carmed em collab com a grife de doces Fini. Com apenas quatro meses de lançamento, o produto já atingiu a barreira dos R$ 100 milhões em vendas.

Dentre os estados do Sul, o Paraná lidera com R$ 25,6 milhões em receita. No Rio Grande do Sul, onde a empresa tem o centro de distribuição em Porto Alegre, o faturamento foi de R$ 24 milhões e Santa Catarina trouxe ao caixa da companhia outros R$ 11 milhões. Juntos, os estados sulistas respondem por quase 20% do total de faturamento. “Mais um mês em que estamos batendo recorde de faturamento e cada vez mais perto do nosso objetivo de fechar o ano com R$ 3 bilhões”, prevê João Adibe Marques, presidente da Cimed.

A Cimed é a terceira maior indústria farmacêutica do país em volume de vendas. São mais de 600 produtos no catálogo e uma distribuição nacional para mais de 60 mil pontos de vendas atendidos diretamente, marcando presença em 90% das farmácias brasileiras. Além disso, a Cimed é líder em segmentos de produtos como antigripais, vitaminas e medicamentos isentos de prescrição médica. Com sede administrativa em São Paulo, a empresa tem mais de cinco mil funcionários em todo o país.

Região respondeu por quase 20% do total das vendas em agosto

Porto de Antonina pode movimentar 4 mil toneladas a mais por navio

Profundidade do calado passou de 8,5 metros para 9 metros

Os navios podem entrar ou sair mais carregados, o que garante mais atratividade para o porto paranaense

A Portos do Paraná atualizou a Norma de Tráfego Marítimo e Permanência nos Portos de Paranaguá e Antonina. O principal ajuste foi no aumento do calado operacional do Porto de Antonina. Com berços, bacia de evolução e canal de acesso dragados, o ganho foi de 0,5 metro. O calado é a profundidade em que as embarcações podem ficar submersas na água, quando carregadas. Com a alteração, essa medida passa de 8,5 metros para 9 metros em Antonina. Assim, os navios podem entrar ou sair mais carregados, o que garante mais atratividade para o Porto de Antonina.

“Por contrato, é nossa reponsabilidade manter o canal de acesso e bacia de evolução do Porto de Antonina dragados e adequado às dimensões. Esses 9 metros são mais um avanço que conquistamos em parceria com a Praticagem, as empresas de rebocadores e a Marinha do Brasil”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. Segundo ele, o ganho representa, diretamente, mais carga e menor custo para os usuários do Porto de Antonina. Nos dois berços de Antonina, onde opera a empresa arrendatária Porto Ponta do Félix, podem atracar navios de 200 metros de comprimento e 34 metros de largura. “O aumento do calado representa, pelo menos, 4 mil toneladas a mais em cada navio”, informa Gilberto Birkhan, presidente do Porto Ponta do Félix. “Isso tem um impacto enorme na arrecadação do município, geração de mais renda e trabalho dentro da atividade portuária e chega até o setor produtivo”, destaca.

Profundidade do calado passou de 8,5 metros para 9 metros

Joinville recebe investimento da MRV avaliado em mais de R$ 100 milhões

Empreendimentos da construtora na cidade geram cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos

As unidades no Jardim di Ávila custam a partir de R$ 245 mil

Atuando em Joinville (SC) desde 2001 e com mais de 4,5 mil unidades entregues, a MRV destina para a cidade investimentos em construção superiores a R$ 100 milhões. No mês de setembro, lança no bairro Floresta, na Zona Sul da cidade, o empreendimento Jardim di Ávila com 192 apartamentos. Além desse residencial, estão confirmados mais dois novos empreendimentos no município para o próximo ano, totalizando o Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 109 milhões. Até o momento, a MRV já aportou pelo menos R$ 21 milhões em impostos e mais de R$ 470 milhões em investimentos em construção que beneficiaram 12.852 pessoas. Atualmente, um a cada 43 habitantes de Joinville mora em um MRV. O Valor Geral de Vendas (VGV) vendido e entregue é de R$ 506 milhões.

As 992 unidades em construção geram aproximadamente 500 empregos diretos e 2.500 indiretos. Com os novos investimentos, a previsão é que 3.252 pessoas realizem o sonho da casa própria. Segundo estimativa da Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville (IPPUJ), o déficit habitacional local para o ano de 2022 era de 11.080 famílias. Gian Tagliari, gestor executivo de vendas da MRV em Santa Catarina, explica que Joinville é o maior polo industrial de Santa Catarina e que isso gera uma alta demanda por moradia acessível. Ele avalia que os investimentos da MRV na cidade contribuem para elevar a oferta habitacional, além de gerar emprego e renda, valorizar a região e atrair novos empreendimentos e investimentos.

O novo condomínio conta com três torres e infraestrutura completa de lazer, incluindo espaço gourmet, playground, piscinas adulto e infantil, pomar e gazebo. As unidades custam a partir de R$ 245 mil. O bairro Floresta saltou de uma população estimada em 17.986 habitantes em 2010 para 21.345 em 2022, de acordo com o caderno “Joinville cidade em dados 2023”. O investimento em contrapartida em razão da construção do condomínio Jardim di Ávila é de aproximadamente R$ 1 milhão e a previsão de impostos gira em torno de R$ 3,4 milhões.

Empreendimentos da construtora na cidade geram cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos

Celesc terá três novas usinas fotovoltaicas

O investimento será de R$ 22 milhões

Usinas de Capivari, Videira e Lages II irão adicionar 5 MW à capacidade instalada de geração de energia do estado

A Celesc anunciou a implantação de três novas usinas fotovoltaicas (UFV). As unidades de Capivari, Videira e Lages II serão construídas pela Quantum Engenharia, que venceu a licitação realizada em maio. Juntas, terão capacidade de produzir 5 MW, sendo 3 MW na unidade de Capivari e 1 MW em cada uma das demais. As ordens de serviço, no valor somado de R$ 22 milhões, foram assinadas na semana passada e o prazo para as obras é de 300 dias. A UFV Capivari será implantada junto à Subestação Capivari, da Celesc Distribuição. A UFV Videira será construída junto à área da futura nova Agência Regional de Videira, e a UFV Lages II será implantada junto à UFV Lages I.

As usinas enquadram-se no formato de minigeração distribuída, modelo de negócio inédito na Celesc, que prevê a locação da usina para consumidores de médio porte. Nesse modelo, a Celesc fica responsável pela manutenção e operação da usina, enquanto o consumidor que alugá-la poderá receber os créditos pela energia gerada, conforme o sistema de compensação de energia previsto pela Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Celesc é a 20ª maior empresa da região e também a sexta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil, com base nos balanços publicados no exercício de 2021. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

O investimento será de R$ 22 milhões

Um verdadeiro divisor de águas

Ao lançar o primeiro refrigerador do Brasil com três temperaturas de água e dispensador de gelo em dois formatos, Whirlpool reconquista a liderança do ranking campeãs da inovação na região Sul

A multinacional sediada em Joinville precisou repensar parte da produção da geladeira, já que, com o novo reservatório, a configuração da porta foi completamente alterada

Com a missão de estar cada vez mais próxima do seu consumidor para trazer soluções que facilitem o dia a dia dentro de casa, a Whirlpool foi mais uma vez reconhecida como a empresa mais inovadora da região Sul no ranking de Campeãs da Inovação 2023, retomando a liderança que, na edição passada, pertencia à Gerdau. Em entrevista, a empresa adianta que enxerga a inovação como a compreensão das necessidades dos consumidores, elaborando soluções eficazes e que façam a diferença. E a estratégia vem funcionando, realmente. O case inscrito pela Whirlpool foi da Brastemp French Door BRH85-86, o primeiro refrigerador do país com três temperaturas de água e dispensador de gelo em dois formatos – em cubos e triturado – na porta.

Desenvolvido e produzido 100% nos laboratórios da empresa em Joinville, o utensílio é equipado com a tecnologia Inverter A++, até 20% mais eficiente que a classificação A do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, o Inmetro. Além de inaugurar uma nova categoria de mercado para refrigeradores premium, o Brastemp BRH85-86 também pode se tornar a principal fonte de água potável nas residências, já que, além da regulagem da temperatura, está ligada diretamente à rede de água e possui filtro próprio. “A experiência do cliente com esse refrigerador é um divisor de águas”, avalia Eduardo Vasconcelos, diretor de relações institucionais, antitruste e comércio da Whirlpool para a América Latina.

A French Door BRH85-86
“Nosso compromisso é ser a melhor empresa de cozinha e lavanderia”, revela Vasconcelos. Com isso em mente, a empresa conversa constantemente com os consumidores para entender os pontos problemáticos em relação às geladeiras com dispensadores. E o que mais ouviam era que a água saia muito fria. Foi assim que surgiu a invenção. “Coletamos feedback direto dos consumidores de refrigeradores por meio de entrevistas em grupos focais, acompanhamento e sessões de brainstorming. Isso nos permitiu obter uma visão mais profunda das necessidades e desejos específicos dos consumidores brasileiros e nos capacitou a criar um produto que superasse essas expectativas”, completa.

Mas não bastou apenas compreender a necessidade dos consumidores. A multinacional sediada em Santa Catarina também precisou repensar parte da produção, já que, com o novo reservatório, a configuração da porta foi completamente alterada. Durante todo o processo de desenvolvimento, a Whirlpool utilizou simulações virtuais para reduzir o desperdício de matéria-prima. Internamente, foram 14 equipes colaborando para criar o novo produto através da inovação incremental. O que faz a água sair sempre fria do dispensador é o trajeto que ela percorre dentro do refrigerador, que é um ambiente muito frio. Por conta disso, Vasconcelos relembra que a companhia precisou repensar todo o sistema de transporte de água e criar um complexo arranjo de elementos para garantir que não houvesse vazamentos ou mudanças de temperatura. “Encontramos um novo posicionamento para o reservatório de água, bem como um novo circuito elétrico para controle de temperatura, que exigia a adição de elementos como resistores, conectores e válvulas”, relembra. Outro desafio enfrentado foi relacionado à produção: devido ao novo reservatório e painel, foi preciso encontrar alternativas para o processo de injeção de poliuretano na porta. A companhia conseguiu resolver o desafio através de diferentes protótipos e inúmeras simulações informáticas, que concentraram esforços de todo o ecossistema produtivo interno.

Muito além dos produtos
A Whirlpool afirma que a inovação faz parte de seu DNA. Por isso, investe na ordem de 3% a 4% de seu faturamento em inovação, independentemente do cenário, além de contar com mais de 13 mil colaboradores no Brasil engajados em trazer as melhores tecnologias e inovações – destes, 800 profissionais se dedicam exclusivamente à PD&I. Também conta com 56 centros de pesquisa de tecnologia e fabricação e diversos parceiros, como universidades, centros de tecnologia e startups. Com eletrodomésticos exportados para mais de 70 países em todos os continentes, a qualidade dos produtos manufaturados elevou o desempenho da Whirlpool na América Latina, tornando a região um de seus principais mercados consumidores no mundo. As marcas Brastemp e Consul são líderes em preferência no Brasil e, juntas, correspondem a quase metade do mercado da companhia.

Juntos, designers, engenheiros e profissionais do marketing, finanças e manufatura iniciam uma série de testes e desenvolvimentos até a criação dos primeiros conceitos

“Desenvolvemos inovação muito além dos produtos, mas também em nossos processos”, ressalta Vasconcelos. E essa jornada não é de hoje: a Whirlpool investe em Open Innovation há mais de 30 anos por meio de uma parceria com o Polo, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na qual desenvolvem tecnologia de ponta para refrigeração. A companhia também tem ampliado seu relacionamento com startups, principalmente através da participação no programa de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), o LinkLab. Além disso, a Whirlpool é uma das dez empresas que mais usam o Inova Talentos no Brasil, com mais de 200 bolsistas desde 2013. Desses, aproximadamente 50 foram efetivados. Há mais de cinco anos, globalmente, a empresa caminha para a Indústria 4.0, focada em tornar suas fábricas mais inteligentes por meio de tecnologias digitais e abordagem ágil. Ambas em sinergia com o World Class Manufacturing (WCM), uma metodologia global de manufatura para excelência operacional e que já concedeu à Whirlpool as certificações Prata em Rio Claro (SP) e Joinville e Bronze em Manaus (AM). Internamente, a companhia também busca avançar na difusão da cultura de inovação aberta entre os colaboradores, desenvolvendo seu ecossistema nos mais diversos setores, como logística, RH, suprimentos, jurídico, finanças e outros. Em 2019, implementou em seus processos a metodologia Agile, com mais de 100 funcionários trabalhando em squads para pensar nas melhores soluções no menor tempo possível.

“Trabalhamos muito para que os nossos produtos ofereçam praticidade, tecnologia, design, qualidade e atributos ligados aos pilares ESG, seja garantindo economia de energia ou de água”, orgulha-se Vasconcelos. O processo para isso, é, inicialmente, analisar os hábitos e comportamentos dos consumidores brasileiros por meio de pesquisas. A partir dessas referências, os times multidisciplinares de desenvolvimento são formados e, juntos, designers, engenheiros e profissionais do marketing, finanças e manufatura iniciam uma série de testes e desenvolvimentos até a criação dos primeiros conceitos, que são testados e validados também pelos consumidores, para então serem lançados. A empresa envolve os consumidores em todas as etapas do desenvolvimento de seus produtos, permitindo que eles participem na criação de conceitos e avaliem diretamente o impacto das inovações propostas. Os protótipos testados nas casas dos clientes, por exemplo, são totalmente funcionais, permitindo que a empresa obtenha feedbacks valiosos sobre o produto. “Essa abordagem de inovação de ponta a ponta demonstra a importância dada à consolidação de estratégias de inovação em todas as etapas do processo de desenvolvimento”, avalia Vasconcelos. Para medir o sucesso de cada inovação, a Whirlpool também investe em avaliações por meio de indicadores-chave de desempenho de cada projeto de inovação desenvolvido, assim como vendas e giro dos produtos no mercado.

Mesmo com o trunfo do French Door BRH85-86, esta não foi, nem de longe, a primeira inovação da Whirlpool que revolucionou seu setor. A cervejeira Smart Beer, por exemplo, é o primeiro modelo 100% conectado a um aplicativo de controle de estoque, que permite verificar, de qualquer lugar e a qualquer momento, a quantidade disponível de cerveja em litros, latas, long necks e garrafas. Além disso, o consumidor pode controlar a temperatura das bebidas à distância, acionar o modo Happy Hour – que mantém a cerveja gelada mesmo com o abre e fecha da porta – e integrar o aplicativo com marketplaces, permitindo a fácil compra de bebidas nos principais e-commerces. A Brastemp B.blend também trouxe uma importante inovação para o segmento, sendo a primeira máquina de bebidas all-in-one do mundo a oferecer mais de 10 diferentes tipos de categorias ao toque de um botão e mais de 35 sabores de bebidas. Já a lavadora Double Wash, com cestos independentes, foi a primeira Top Load (abertura superior) no mundo a lavar roupas de cores, tecidos e nível de sujeira diferentes, ao mesmo tempo, sem manchar, danificar ou estragar.

A empresa também busca se adaptar constantemente às preferências do cliente. Em uma pesquisa realizada com mais de 19 mil consumidores em dez países, incluindo o Brasil, constatou que eles estão, cada vez mais, preocupados com as questões ambientais e priorizando eletrodomésticos mais sustentáveis: desses, 40% afirmaram optar por produtos que usam menos energia e 35% menos carbono. Atenta a isso, em 2022, a empresa firmou o compromisso de converter 100% de seu consumo de energia para energia limpa em suas unidades brasileiras. “Buscamos sempre nos reinventar, não só acompanhando, mas definindo tendências, tudo isso tendo o nosso consumidor no centro. Assim, temos cultivado a mobilização dos times para a geração de novas ideias em produtos, serviços, otimização de processos e de custos”, resume Vasconcelos. O desafio, daqui em diante, segue sendo equilibrar a busca pela inovação com a garantia de resultados tangíveis e sustentáveis. Apenas o tempo dirá se essas estratégias serão capazes de manter a Whirlpool como líder em um mercado em constante evolução – mas, ao que tudo indica, não deverá ser uma tarefa difícil.

Esse conteúdo integra a edição 344 da revista AMANHÃ, publicação do Grupo AMANHÃ. Clique aqui para acessar a publicação online, mediante pequeno cadastro.

Ao lançar o primeiro refrigerador do Brasil com três temperaturas de água e dispensador de gelo em dois formatos, Whirlpool reconquista a liderança do ranking campeãs da inovação na região Sul

Rodonaves amplia a capacidade de processamento de cargas no Sul

Região representa 37% da movimentação de carga da empresa

Com investimentos em Itajaí, Curitibanos e Chapecó, companhia aumenta operação para mais de 3 mil toneladas por dia

A RTE Rodonaves, empresa do Grupo Rodonaves e referência nacional em transporte de carga no país, acaba de investir R$ 42,5 milhões na ampliação da sua operação no Sul do país. Com uma estratégia de aumentar a capilaridade na região e oferecer serviços mais completos, os recursos foram destinados aos Centros de Transferências de Cargas (CTCs) em Itajaí, Chapecó e Curitibanos, todos em Santa Catarina, o que vai expandir em quatro vezes a capacidade de carga processada na região. Com 66 unidades distribuídas entre os três estados no Sul, com espaços próprios e parceiros, o projeto de expansão tem como objetivo otimizar as frotas operadas pela companhia, atender a uma demanda do mercado, estando ainda mais próximo do cliente e tornar as entregas mais ágeis.

Atualmente, a região representa 37% das movimentações de cargas da RTE Rodonaves, de acordo com números do primeiro semestre, com 97 mil clientes ativos só no último ano e geração de mais de 2,9 mil empregos diretos e indiretos. Até março, a soma do faturamento do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi de cerca de R$ 300 milhões. “Apostamos em uma forte estrutura para atender a região Sul, o que nos torna dá melhores prazos de entregas e agilidade no atendimento”, destaca João Naves, fundador do Grupo Rodonaves.

Entre as novas operações de Santa Catarina, o CTC de Itajaí é considerado um dos maiores projetos da empresa. Com 7.100 metros quadrados, a unidade é responsável por realizar o descarregamento, carregamento e transferência de cargas, e ainda tem conexão com outros postos da companhia nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A nova estrutura vai ampliar em cinco vezes a capacidade de carga processada. Para essa nova estrutura, além dos 65 profissionais que já atuam de forma direta na operação, serão abertas cerca de 150 vagas ao longo dos próximos meses para cargos como auxiliar de transportes, conferente e motoristas.

“O novo CTC faz parte de nossas ações de fomento a regionalização do transporte de cargas, o que proporciona mais eficiência e qualidade aos nossos clientes. O estado de Santa Catarina, por exemplo, tem ótima infraestrutura logística, com os portos de Itajaí, Navegantes e Itapoá, e estradas que conectam os estados do Sul do país e fácil acesso ao Sudeste e Centro-Oeste”, avalia Naves. Os investimentos em Santa Catarina envolvem ainda o aumento da operação em Chapecó, com expansão da capacidade diária de processamento de 300 toneladas por dia para 500 toneladas diárias.

Região representa 37% da movimentação de carga da empresa

JBS movimenta 1,7% do PIB do Sul do Brasil

Empresa contribui para a geração de 2,9% dos empregos na região, revela estudo da Fipe

A JBS está presente em 53 municípios do Sul, com forte atuação nas indústrias de aves e suínos e na produção de alimentos preparados

A JBS e as cadeias produtivas ligadas a ela movimentaram, em 2020, o equivalente a 1,7% do PIB da região Sul e contribuíram para a geração de 2,9% dos empregos nos estados em 2021. As informações constam de levantamento inédito produzido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) via Nereus (Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo) sobre a mensuração da importância socioeconômica das atividades relacionadas à Companhia em todo o Brasil. No Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, em números totais, o impacto da JBS no PIB foi de R$ 22,4 bilhões em 2020, assim como a empresa gerou 483.198 empregos diretos, indiretos e induzidos em 2021. A JBS está presente em 53 municípios do Sul, com forte atuação nas indústrias de aves e suínos e na produção de alimentos preparados. Para chegar a esses números, calculados no biênio 2020-2021, os pesquisadores consideraram o efeito inicial (a partir das próprias unidades), o efeito direto (relacionamento com fornecedores diretos de insumos), o efeito indireto (impactos ao longo de toda a cadeia de suprimentos) e o efeito renda (indução da atividade econômica).

Efeito no Brasil
O trabalho concluiu que o benefício das atividades da JBS se estende a cidades vizinhas, pelo efeito nos empregos e salários. “A JBS induz ganhos de produtividade nos municípios em que está e leva ao crescimento da atividade econômica em todas as regiões em que atua”, complementa o estudo. A JBS e as cadeias produtivas ligadas a ela no Brasil movimentaram, em 2021, o equivalente a 2,1% do PIB e contribuíram para a geração de 2,7% dos empregos do país. Por meio de informações públicas e privadas, foi possível chegar ao tamanho da cadeia de produção de todas as atividades ligadas à companhia e determinar a importância de cada grupo de atividades por meio da análise de modelagem de insumo-produto, técnica que procura mapear a economia como uma série de setores interligados. Entraram no cálculo produção, capital, consumo das famílias, exportações, insumos, trabalho e terra, entre outros fatores. Foram analisados 67 setores e 127 produtos.

A JBS conta com unidades de produção em mais de 130 municípios, o que contribui para a geração de riqueza no interior do país, analisa o estudo, coordenado por Eduardo Amaral Haddad e Carlos Roberto Azzoni e que se estendeu por todo o ano de 2022. “Para nós, que como empresa completamos 70 anos agora em 2023, esse estudo é de extrema importância, pela evidência que ele apresenta de como a indústria de alimentos é positiva para o país. Gera muitos empregos diretos e indiretos, além de ter uma cadeia longa de fornecedores e clientes, estimulando uma grande porção da economia”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS.

Empresa contribui para a geração de 2,9% dos empregos na região, revela estudo da Fipe

GIMI anuncia fusão com IAOIP

Negócio cria a maior organização em governança de inovação do mundo

“Estamos entusiasmados com as oportunidades que esta fusão apresenta para nossos clientes e esperamos trabalhando em conjunto com a IAOIP para impulsionar a excelência em inovação”, sublinha Hitendra Patel, CEO do GIMI

A Associação Internacional de Profissionais de Inovação (IAOIP) e o Global Innovation Management Institute (GIMI) anunciaram que firmaram um acordo de fusão. O negócio reúne dois líderes globais em gestão da inovação que aborda temas como: liderança inovadora, metodologias, ferramentas, capacitação e certificação de gestão da inovação. As sinergias entre IAOIP e GIMI posicionarão a nova organização como líder absoluta e maior rede global em inovação. O ranking Campeãs da Inovação, publicada pelo grupo AMANHÃ de forma pioneira no Brasil, adota o Innovation Management Index, ferramenta da metodologia do GIMI aplicada pelo IXL Center, de Cambridge, região metropolitana de Boston, nos Estados Unidos.

A organização combinada alavancará os pontos fortes do modelo de associação e reforça a presença da IAOIP e do GIMI em governos, grandes corporações, PMEs e universidades para oferecer mais oportunidades de networking e fornecer soluções para líderes em todo o mundo. A nova organização fornecerá um fórum para inovação global, boas práticas de liderança inovadora, eventos e um conjunto abrangente de programas de capacitação e certificação de gestão que ajudarão organizações em todo o mundo a impulsionar a excelência na gestão da inovação. “Esta fusão é uma excelente oportunidade para servir um público mais amplo, à medida que duas organizações combinam seus pontos fortes e impulsionam soluções inovadoras globalmente, seja para empresas, governo, academia e organizações sem fins lucrativos. Estamos entusiasmados em unir forças para criar um mercado global ainda mais impactante. rede líder e impactante em inovação pensamento liderança, gestão, certificação e treinamento”, destaca Brett Trusko, CEO da IAOIP.

“A fusão nos permitirá oferecer um conjunto ainda mais abrangente de programas de certificação de gestão da inovação, cursos de treinamento, ofertas de emprego e publicações acadêmicas para clientes em todo o mundo. Estamos entusiasmados com as oportunidades que esta fusão apresenta para nossos clientes e esperamos trabalhando em conjunto com a IAOIP para impulsionar a excelência em inovação”, sublinha Hitendra Patel, CEO do GIMI. “Para os membros associados e certificados tanto pelo GIMI como pelo IAOIP, a fusão apresenta um enorme ganho de valor, não só pela complementaridade de produtos e serviços como na consolidação de uma rede ainda maior de colaboração, elemento chave para um ecossistema global de inovação robusto”, complementa Fernando Onosaki, embaixador do GIMI no Brasil.

Negócio cria a maior organização em governança de inovação do mundo

Weg anuncia investimento de US$ 40 milhões para aquisição de novo terreno no México

Objetivo é garantir o crescimento contínuo e sustentável da companhia a longo prazo

O terreno faz parte da estratégia de longo prazo para o aumento gradual da capacidade produtiva da empresa de Jaraguá do Sul no país

A Weg anunciou nesta sexta-feira (25) a aquisição de um novo terreno na cidade de Atotonilco de Tula, estado de Hidalgo, no México. Localizado em frente ao maior parque fabril da companhia no país, o terreno possui 640 mil metros quadrados de área total e faz parte da estratégia de longo prazo para o aumento gradual da capacidade produtiva e expansão da empresa de Jaraguá do Sul (SC) no país. A Weg investiu US$ 40 milhões para a aquisição do novo espaço.

“Esse é um aporte fundamental para suportar o crescimento da Weg no futuro, pois fortalece nossa posição em um dos maiores mercados do mundo para o portfólio de produtos da companhia. Além disso, com esse investimento teremos condições de continuar crescendo, tanto em capacidade produtiva, quando em verticalização das operações, seguindo nossa estratégia de expansão modular”, explica André Luis Rodrigues, CFO da Weg. A proximidade do novo terreno ao maior parque industrial da Weg no país facilitará a integração dos processos produtivos e verticalização das operações mexicanas no futuro, bem como o processo logístico, permitindo compartilhar recursos de áreas de apoio entre as unidades.

A Weg está no México desde 2000 e contabiliza cinco unidades fabris no país: duas em Huehuetoca, produtoras de motores elétricos e transformadores, uma em Tizayuca, especializada na fabricação de transformadores, e duas em Atotonilco de Tula, onde a companhia possui fábricas voltadas para a produção de motores elétricos, painéis elétricos e tintas em pó industriais. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC, com base nos balanços publicados no exercício de 2021. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Objetivo é garantir o crescimento contínuo e sustentável da companhia a longo prazo

Grupo Mueller anuncia a chegada de seu novo CEO

Alexandre Pires da Luz retorna à empresa após sua primeira passagem

O executivo já atuou como diretor comercial do grupo sediado em Timbó

A Mueller anuncia Alexandre Pires da Luz como novo CEO do grupo. “Estou muito entusiasmado pela oportunidade de retornar ao grupo Mueller para conduzir nosso time de diretores executivos. Depois de passagens e experiências no mercado, tenho plena convicção de que poderei contribuir muito positivamente na expansão dos nossos negócios”, declara o CEO, que em sua primeira passagem pela Mueller atuou como diretor comercial.

A Mueller está há mais de 70 anos no mercado desenvolvendo eletrodomésticos para oferecer experiências agradáveis e memoráveis às pessoas, facilitando o dia a dia com muito estilo e elegância. Além dos diversos pontos de venda no Brasil, a Mueller apresenta a opção de adquirir seus produtos direto de fábrica, localizada em Timbó (SC), através de seu e-commerce próprio. Expandindo as fronteiras, a empresa também exporta para mais de 20 países. O Grupo Mueller é composto pelas marcas Mueller, que produz eletrodomésticos, Hércules Motores Elétricos e a Thor Condutores Elétricos.

Alexandre Pires da Luz retorna à empresa após sua primeira passagem

Unimed Nordeste-RS aprova criação de holding

Na condição de acionista única de uma S/A, que poderá controlar empresas subsidiárias, cooperativa médica abre caminho para o investimento em novos negócios

A Unimed Nordeste-RS, enquanto operadora de saúde, é regulada por legislação própria, o que limita sua atuação empresarial

Uma decisão histórica dará início a uma fase inédita na trajetória de 51 anos da Unimed Nordeste-RS. Em assembleia geral extraordinária realizada nesta semana os médicos cooperados aprovaram a criação de uma Sociedade Anônima, tendo a cooperativa médica como subsidiária integral (acionista única). A finalidade da nova companhia será o controle de uma holding e a participação, como acionista majoritária, em empresas subsidiárias – que podem ser outras Sociedades Anônimas (S/As), Sociedades Limitadas (Ltdas) ou Sociedades de Propósito Específico (SPEs).

“Este modelo abre a possibilidade de prospecção de novos negócios, transformando parcerias em empreendimentos e gerando outras fontes de receita”, explica o presidente da Unimed Nordeste-RS, André Germano Leite – também eleito diretor-presidente da S/A. A gestão será completada pelo vice-presidente da cooperativa, Lisandro Pavan, como diretor vice-presidente. A instituição da nova personalidade jurídica, detalha Leite, é necessária para a expansão de negócios porque a Unimed Nordeste-RS, enquanto operadora de saúde, é regulada por legislação própria, o que limita sua atuação empresarial. “A diversificação do portfólio de produtos e serviços é o principal incremento dessa configuração, além agilidade de gestão da controladora e das subsidiárias”, aponta o presidente.

Embora os recursos para a constituição do capital social inicial da holding provenham da rubrica de investimentos da Unimed Nordeste-RS, como acionista única, o funcionamento e a estrutura da cooperativa médica em nada se alteram com a criação da S/A. “Trata-se de uma outra empresa, com regime jurídico próprio, pertencente à cooperativa, mas diferente dela”, frisa. Com mais de 432 mil vidas sob sua proteção e abrangência em 17 municípios, a Unimed Nordeste-RS é a maior operadora de saúde da região, respondendo por cerca de 55% do mercado. A Unimed Nordeste – RS é a 211ª maior empresa da região e também a 89ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC, com base nos balanços publicados em 2021. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Na condição de acionista única de uma S/A, que poderá controlar empresas subsidiárias, cooperativa médica abre caminho para o investimento em novos negócios