Irani Ventures acelera startup do Paraná que produz embalagens sustentáveis

A Mush desenvolve também itens de mobiliários e itens de decoração, design, moda e construção civil

A partir de resíduos orgânicos, a tecnologia desenvolvida pela Mush faz com que seja possível controlar o processo natural de crescimento do micélio

A Irani Ventures, veículo de Corporate Venture Capital da Irani, anuncia um aporte a startups, agora com um investimento de R$ 900 mil na paranaense Mush. A iniciativa escolhida desenvolve produtos ecológicos e biodegradáveis à base de fungos oriundos de resíduos agrícolas e vegetais. A Mush foi fundada em 2019 por Eduardo Sydney, Leandro Oshiro e Antônio Carlos de Francisco. “Enquanto indústria, queremos, cada vez mais, apoiar iniciativas inovadoras que tenham uma forte preocupação com o meio ambiente. Acreditamos que essa preocupação se reflete no desenvolvimento do ecossistema como um todo, por isso o trabalho da Mush nos encantou tanto”, diz Fabiano Alves Oliveira, diretor de pessoas, estratégia e gestão da Irani.

A partir de resíduos orgânicos, a tecnologia desenvolvida pela Mush faz com que seja possível controlar o processo natural de crescimento do micélio (parte vegetativa dos fungos composta por uma rede de fibras finas, semelhantes a raízes). Assim, o aglomerado de hifas (filamentos do fungo) se desenvolve como uma espécie de rede, agindo como cola e unindo resíduos uns nos outros, formando um material único, sólido e bastante resistente. Atualmente, a startup utiliza essa técnica para produzir materiais 100% orgânicos e biodegradáveis em condições domésticas, o que gera um impacto ambiental muito positivo. Seu catálogo inclui embalagens, mobiliários e itens de decoração, design, moda e construção civil.

Para Paulo Beck, Head de Investimentos da Grow+, gestores do Irani Ventures, essa é uma aposta com enormes chances de escala. “Quando estávamos selecionando startups para receber investimento da Irani Ventures, procurávamos uma empresa com tecnologia de ponta, capaz de transformar resíduos em matéria-prima e que suas soluções estivessem aderentes à nossa tese de novas embalagens. Encontramos na Mush muito mais do que uma empresa de transformação de resíduos: é uma empresa com processo inovador, tecnologia patenteada e pesquisadores suportados pelo CNPQ, que lhes permite manter um time robusto e multidisciplinar de pesquisa científica”, ressalta o executivo. “Nossas embalagens, assim com outros itens do catálogo, são totalmente sustentáveis e atendem ao anseio do consumidor em gerar menos lixo. E, além de embalagens, percebemos que essa matéria-prima pode ter muitas aplicações, com pesquisas que este novo aporte realizado pela Irani Ventures irá ajudar a acelerar”, explica Eduardo Sydney, um dos fundadores.

Em 2022, a Irani Ventures anunciou o seu primeiro aporte financeiro, investindo R$ 1,5 milhão na Trashin, startup de impacto criada em 2018. Com sede em Porto Alegre, a iniciativa promove a economia circular através da gestão de resíduos e de programas de logística reversa. Em 2023, a segunda escolhida para o aporte foi a growPack, com R$ 1,4 milhão. A startup desenvolve tecnologias para produzir embalagens alimentícias sustentáveis utilizando resíduos reaproveitados de agricultura local, como a palha do milho.

A Mush desenvolve também itens de mobiliários e itens de decoração, design, moda e construção civil

BRDE tem avanço positivo em classificação de risco

Melhora da avaliação pela agência Moody´s reconhece crescimento na captação de recursos em fontes internacionais

Atuando nos três estados do Sul e também no Mato Grosso do Sul, o BRDE contabiliza atualmente mais de 36 mil clientes ativos

A agência de classificação de risco de crédito do mercado Moody´s elevou a classificação de emissor do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para A+.br de A.br, com perspectiva positiva. O principal fator que definiu a revisão para melhor do grau de risco se refere a um avanço gradual da estrutura de captação e do acesso do BRDE a recursos junto aos bancos internacionais. A avaliação da agência coloca o BRDE à frente de outros bancos de fomento do país.

No comunicado que emitiu ao mercado, a Moody´s reconheceu os avanços da política de diversificação de fundings adotada nos últimos anos, reduzindo sua dependência de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “A captação via repasses do BNDES e Finame, que em 2017 era de 97% do total do estoque de captações, encerrou o primeiro semestre de 2023 em 78%. O BRDE ampliou as captações no exterior com agências multilaterais, tendência esta que deve se acentuar no futuro, dado que o BNDES já representa menos de 50% dos desembolsos em 2023”, destaca o relatório.

Em seu comunicado, a Moody´s reforça a “atuação relevante do BRDE no setor do agronegócio”, resultando em uma carteira de crédito rural que representa cerca de metade do total de financiamentos. O documento enfatiza também que o “portfólio se divide em infraestrutura, indústria, varejo, turismo, construção civil, entre outros”. Atuando nos três estados do Sul e também no Mato Grosso do Sul, o BRDE contabiliza atualmente mais de 36 mil clientes ativos. Do total das operações realizadas do primeiro semestre deste ano, os fundings internacionais já responderam por mais de 23% do total, com um volume de R$ 501 milhões. Atualmente, a partir das captações já realizadas com os bancos estrangeiros, o BRDE dispõe de R$ 2 bilhões para novos investimentos na região Sul.

A avaliação destaca também os baixos índices de inadimplência (de 0,6% da carteira de crédito que estavam cobertos pelas reservas de provisão para devedores duvidosos em 297% em junho de 2023), bem como a marca de R$ 16,4 bilhões alcançada em junho deste ano em sua carteira de crédito – o que representa crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. O relatório menciona ainda que a avaliação positiva do BRDE “incorpora também um elevado nível de suporte de seus controladores (estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul), devido ao seu papel estratégico no desenvolvimento da região Sul”.

Melhora da avaliação pela agência Moody´s reconhece crescimento na captação de recursos em fontes internacionais

Fruki Bebidas anuncia novo centro de distribuição em Santa Catarina

Com previsão de inauguração em novembro, empreendimento ficará localizado em Biguaçu, na Grande Florianópolis

O valor do investimento não foi revelado pela empresa sediada em Lajeado

Seis anos após a chegada das suas marcas em Santa Catarina, e quatro anos depois da inauguração do centro de distribuição de Blumenau, a Fruki Bebidas terá mais um, desta vez na Grande Florianópolis, no município de Biguaçu. Com mais de 3,2 mil metros quadrados, a sede será localizada na rodovia SC-401 e terá capacidade de armazenagem de até 120 mil pacotes de todo o mix de produtos. O empreendimento e responderá pelo atendimento de 17 municípios do litoral. O valor do investimento não foi revelado pela empresa sediada em Lajeado (RS).  

A previsão de inauguração, em novembro, coincide com o período de início das operações da nova fábrica no Rio Grande do Sul. “A operação em Biguaçu representa um marco na expansão da empresa em Santa Catarina. Estar fisicamente próximos à capital Florianópolis nos permitirá otimizar a logística, garantindo mais agilidade e qualidade de atendimento junto aos clientes, características que a Fruki sempre prioriza”, afirma Fabrício Gigena, gerente executivo de logística da empresa.

Os recentes lançamentos anunciados pela empresa estarão entre os itens que serão distribuídos a partir da nova unidade. Entre eles, Elev sabor Coco&Açaí e a nova linha de águas saborizadas em lata de Água da Pedra, que dispõe dos sabores abacaxi com hortelã, frutas vermelhas e limão com alecrim.”A nova linha de Água da Pedra chega para atender à necessidade dos consumidores que buscam por produtos saudáveis e com sabor. Hoje, o Brasil recicla praticamente a totalidade de latas produzidas. Com isso, reforçamos o compromisso de evoluções cada vez mais sustentáveis”, salienta Júlio Eggers, diretor de marketing da Fruki.

Com previsão de inauguração em novembro, empreendimento ficará localizado em Biguaçu, na Grande Florianópolis

Rumo apresenta locomotivas híbridas com menor impacto ambiental

Primeiros modelos serão utilizados no trecho da Ferroeste entre Cascavel e Guarapuava

Paraná será pioneiro no teste de locomotivas híbridas com menor impacto ambiental

A Rumo apresentou as novas locomotivas híbridas que deverão circular a partir deste mês de outubro. Durante evento em Curitiba, também foi assinado um termo de autorização para uso dos maquinários no trecho da Ferroeste entre Cascavel e Guarapuava. Serão as primeiras locomotivas híbridas a circular no país. Elas têm foco em reduzir as emissões de CO2 e contribuir para os estudos de desenvolvimento de novos maquinários nesse modelo. Os testes para avaliar o desempenho das novas locomotivas serão realizados durante seis meses. As duas locomotivas serão utilizadas para compor os trens que percorrem o trecho da Ferroeste entre Cascavel e Guarapuava e o trecho da Rumo entre Guarapuava e a estação de Desvio Ribas, no município de Ponta Grossa.

Desenvolvidas pela Progress Rail, da Caterpillar, o modelo funciona com sistema diesel-elétrico em conjunto com um banco de baterias. A energia usada para alimentar os motores de tração pode ser proveniente de motores diesel ou de um banco de baterias. Neste caso, a energia é regenerada durante a operação do freio dinâmico ao invés de ser dissipada em forma de calor por meio de resistores de alta potência. Um dos destaques das novas locomotivas é a capacidade de gerar menor impacto ambiental. O modelo é 22% mais econômico no consumo de combustível do que os utilizados na operação atualmente. Além disso, o uso das baterias como fonte de energia acrescenta um ganho de 15% nessa economia. Soma-se a isso os benefícios do motor mais moderno e a expectativa é que a economia chegue a até 42% no consumo de diesel. As locomotivas também se destacam pela redução de barulhos, fazendo com que tenham um menor impacto sonoro.

Daniel Rockenbach, vice-presidente de operações da Rumo, explicou que os resultados na fábrica apresentados pela Progress foram positivos e indicam que o modelo pode contribuir para o futuro das operações no setor ferroviário. “Com a operação na nossa malha e no trecho da Ferroeste poderemos avaliar a performance considerando as características da via e carga transportada. É um processo importante para analisar a viabilidade de ampliar o uso de locomotivas utilizando esse sistema”, explicou. Frente à nova tecnologia da hibridização, novos parâmetros para controle de segurança foram implementados, podendo ser monitorados remotamente, permitindo antever possíveis falhas. Já as baterias são acionadas automaticamente pelo sistema da locomotiva, alinhada à potência exigida pelo maquinista para o trecho em que irá circular.

“Uma vez confirmado o desempenho esperado, essas locomotivas representam um grande passo para que novos maquinários sejam desenvolvidos. Hoje o Paraná é o estado com maior representatividade nas operações ferroviárias na região Sul”, destaca Rockenbach. O trecho entre Guarapuava e Ponta Grossa será fundamental para os testes. A região tem um traçado desafiador e favorável a esse tipo de tecnologia, em razão das áreas de serra e curvas sinuosas que requerem um equipamento de menor porte. Para se ter uma ideia, uma composição, antes puxada por seis locomotivas, poderá contar apenas com os dois modelos híbridos adquiridos pela Rumo.

Primeiros modelos serão utilizados no trecho da Ferroeste entre Cascavel e Guarapuava

Na luta pela autonomia farmacêutica em recursos

Para diminuir a dependência brasileira de importação da substância, Prati-Donaduzzi investiu em fábrica de IFAs em Toledo, no Paraná

“Aprendemos aqui na empresa que a inovação também se faz nas pequenas coisas, estimulando-se a criatividade e a busca de possibilidades além do lugar-comum”, celebra Claro Junior

A substância com o efeito de tratar ou prevenir uma doença em um medicamento é o chamado princípio ativo. No jargão técnico, os princípios ativos são conhecidos como insumos farmacêuticos ativos, ou simplesmente IFAs. No Brasil, há muitas indústrias farmacêuticas capazes de produzir os medicamentos dos quais a população brasileira necessita, porém são poucas as que fabricam no Brasil os IFAs, que são justamente os componentes mais importantes de uma formulação. Atualmente, entre 90% e 95% de todos os IFAs usados no Brasil para a fabricação de medicamentos são importados, uma situação vista como negativa pela indústria, já que depender da importação do IFA pode levar à falta de medicamentos para a população. Atenta a isso e identificando um risco de falta de fornecimento do princípio ativo Cabergolina, importado para a fabricação do seu medicamento genérico Cabergolina comprimido de 0,5 mg, em 2022 a Prati-Donaduzzi investiu em um laboratório de pesquisa e em uma fábrica em Toledo, no Paraná, 100% dedicados ao desenvolvimento e produção de IFAs. Assim, busca reduzir esta vulnerabilidade e contribuir para que o Brasil possa reverter esta situação de dependência. Pela ideia inovadora e os benefícios que trará à população, a iniciativa da paranaense foi selecionada como case de excelência da edição 2023 de Campeãs da Inovação.

Para que o IFA Cabergolina fabricado pela empresa possa ser utilizado na produção de lotes comerciais de seu medicamento genérico, há a necessidade de se cumprir alguns ritos regulatórios no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esses processos regulatórios já estão em andamento, e a empresa aguarda a manifestação da agência, o que deve ocorrer ainda em 2023. Fernando Onosaki, sócio-diretor do IXL-Center, destaca que o desenvolvimento de tecnologia para a fabricação de novos produtos é um dos carros-chefe do setor farmacêutico. “Além da inovação tecnológica, é importante salientar a disrupção de negócios que ela traz ao mercado brasileiro, que reduz a dependência do IFA produzido no exterior, assim promovendo o acesso a tratamentos para a saúde e bem-estar da população. Esse movimento de reavaliação e redesenho da cadeia de suprimentos e fornecedores provocada pelo período de pandemia é algo que também vem acontecendo com outros setores da indústria”, nota.

Um marco para a indústria farmacêutica brasileira
Para Nelson Ferreira Claro Junior, diretor de farmoquímicos da Specialità – companhia que a farmacêutica paranaense criou especialmente para a produção do IFA –, a relevância dessa inovação para o Brasil está no aumento da capacitação tecnológica e da massa crítica de profissionais com expertise na fabricação de IFAs no país, atividade industrial na qual o país demonstrou ser altamente dependente do exterior durante a pandemia de Covid-19 e que, segundo ele, precisa ser fortalecida como área estratégica na promoção da saúde dos brasileiros. “O setor de química fina [no Brasil] tem déficit de cultura e de massa crítica especializada neste negócio. Os mestres e doutores em síntese orgânica egressos das universidades detêm o conhecimento teórico das reações e processos químicos, mas falta o conhecimento prático e regulatório na aplicação deste conhecimento na geração de produtos”, contextualiza. “Com essa inovação, a empresa teve a oportunidade de amadurecer seus processos de desenvolvimento de IFAs genéricos, treinar mão de obra especializada com foco nos requisitos do negócio e consolidar sua plataforma tecnológica recentemente instalada para a produção de princípios ativos por síntese química em território nacional”, completa.

A aposta da Prati-Donaduzzi reflete que a inovação está em seu DNA, e é um dos legados dos seus sócios-fundadores. “Aprendemos aqui na empresa que a inovação também se faz nas pequenas coisas, estimulando-se a criatividade e a busca de possibilidades além do lugar-comum. Temos orgulho também de sermos uma empresa de capital 100% nacional, que emprega brasileiros e brasileiras do Paraná e de vários outros estados, e que cresceu pelo esforço, dedicação e paixão da nossa gente em prover saúde e bem-estar às pessoas”, celebra Claro Junior. Desde 1999, a partir da lei dos medicamentos genéricos no Brasil, a empresa vem contribuindo com o país ao oportunizar o acesso da população a produtos farmacêuticos de alta qualidade e confiabilidade. E agora, com esta iniciativa inovadora de internalização do desenvolvimento e da produção de IFAs, ajuda a absorver profissionais especializados, formando massa crítica e adquirindo competências em uma área estratégica para o complexo econômico e industrial da saúde.

Esse conteúdo integra a edição 344 da revista AMANHÃ, publicação do Grupo AMANHÃ. Clique aqui para acessar a publicação online, mediante pequeno cadastro.

Para diminuir a dependência brasileira de importação da substância, Prati-Donaduzzi investiu em fábrica de IFAs em Toledo, no Paraná

BNDES financia usina de biometano em aterro na região Sul

É o primeiro financiamento com recursos do Fundo Clima. Projeto fica em Minas do Leão, no Rio Grande do Sul

Implantado no Aterro Minas do Leão, que atende 123 municípios, projeto deve evitar emissões de 50 mil toneladas de CO2 equivalentes por ano

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou financiamento no valor de R$ 99,8 milhões para a implantação de uma usina de produção de biometano no aterro sanitário Minas do Leão, localizado na cidade homônima, a 80 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Atualmente, o aterro recebe resíduos sólidos de 123 municípios, incluindo a região metropolitana da capital. A estimativa é de que a unidade tenha capacidade de produzir até 66 mil metros cúbicos por dia de biometano, combustível sustentável semelhante ao gás natural. A expectativa é de que o projeto evite, anualmente, emissões de gases de efeito estufa de aproximadamente 50.000 tCO2e (50 mil toneladas de CO2 equivalentes). Esse é o primeiro financiamento do BNDES com recursos do Fundo Clima para produção de biometano a partir de resíduos sólidos urbanos. A iniciativa terá R$ 56,5 milhões do Programa Fundo Clima, complementados por R$ 43,2 milhões do BNDES Finem.

“A operação é um marco para o BNDES, pois usa os recursos do Fundo Clima para um projeto que conjuga transição energética com o aprimoramento da destinação dos resíduos sólidos urbanos”, considera Luciana Costa, diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do BNDES. A planta tem inauguração prevista para o segundo semestre de 2024, e o gás gerado será adquirido pelo Grupo Ultra, segundo contratos de compra já firmados. Os clientes finais serão, em sua maioria, empresas do setor industrial, que receberão o combustível na forma de gás natural comprimido, via modal rodoviário. O apoio do BNDES corresponde a cerca de 80% do investimento total de R$ 125,3 milhões que será realizado pela Biometano Sul S/A, sociedade de propósito específico criada para a produção de biometano no local, com controle do Grupo Solví e da consultoria Arpoador Energia.

O Aterro Minas do Leão é operado pela CRVR Riograndense Valorização de Resíduos S/A, pertencente ao Grupo Solví. De toda a região atendida, oito municípios representaram 75% do total de resíduos recebidos em 2022. A produção ocorrerá em planta de purificação, que recebe o biogás gerado pela decomposição da matéria orgânica do aterro sanitário por micro-organismos, para conversão em biometano. A tecnologia que será utilizada na planta da Biometano Sul, conhecida como Water Wash, separa o CO2 dos demais gases presentes e concentra o metano em aproximadamente 96% de sua composição, para atender às especificações do órgão regulador, a Agência Nacional do Petróleo (ANP). 

É o primeiro financiamento com recursos do Fundo Clima. Projeto fica em Minas do Leão, no Rio Grande do Sul

TCP alcança recorde triplo de produtividade

Dois deles envolvem a ferrovia, única na região Sul com conexão direta em área alfandegada

Até o fim deste ano, a TCP deve aplicar R$ 370 milhões em obras de infraestrutura

Em julho e agosto, a empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) alcançou três marcos de produtividade. O primeiro aconteceu em 28 de julho, quando a TCP registrou cinco encostes (processo de descarga e carregamento de trens) na ferrovia em um mesmo dia. A média do terminal é de quatro encostes diários. No mês seguinte, outros dois recordes foram alcançados, sendo um deles, novamente, no setor ferroviário: em agosto, 9.364 contêineres passaram pela ferrovia. O recorde anterior de movimentação havia acontecido em agosto de 2022 e foi de 8.902 contêineres (crescimento de 5%).

O terceiro marco registrado pelo terminal foi de gate (local de entrada e saída de caminhões). No mês passado, 44.427 contêineres passaram pelos portões da TCP, 1.075 a mais que no último recorde em maio deste ano. O gerente de planejamento de operações, Felipe de França, explica que os aumentos sucessivos de produtividade registrados neste último ano vêm na esteira dos investimentos que o terminal realiza. “Um deles foi a instalação de uma nova balança ferroviária dinâmica, que possibilita a pesagem de vagões ou composições ferroviárias em movimento”, exemplifica.

Outro investimento que a TCP concluiu foi a eletrificação dos RTGs (guindastes de pórtico com pneus de borracha) usados para descarregar os trens. A conversão visa reforçar a confiabilidade e a disponibilidade do equipamento, diminuindo seu a manutenção em 90%. Até o fim deste ano, a TCP deve aplicar R$ 370 milhões em obras de infraestrutura, como na ampliação em 43% do pátio reefer (usado para armazenar contêineres com controle de temperatura) passando de 3.572 tomadas para 5.126 disponíveis, sendo a maior área reefer entre terminais brasileiros. Também foi construída uma subestação de energia própria, para sustentar a expansão energética do terminal, que é considerado o maior corredor de exportação de carne de frango congelada do mundo.

No dia 28 de julho, foram movimentados 808 TEUs (20 pés de comprimento de contêiner) pela ferrovia, sendo que 49,2% do volume que chegou à TCP foi de proteína animal congelada com destino ao Marrocos, Espanha e Inglaterra. A carga também se destaca no cenário macro: entre janeiro e julho de 2023, aproximadamente 62% dos carregamentos que chegaram de trem à TCP foram de carne congelada. Neste período, foram movimentados 116.042 TEUs por meio da ferrovia, 5.180 a mais do que o registrado no ano passado. “O Terminal de Contêineres de Paranaguá é o único do Sul a possuir conexão direta do modal ferroviário com a zona alfandegada, garantindo para seus clientes mais agilidade, segurança e uma redução de até 30% nos custos em relação ao modal rodoviário”, destaca França.

Executado em parceria com a Brado Logística, os ramais ferroviários conectam o terminal até as cidades paranaenses de Cascavel e Cambé, facilitando o escoamento da produção do estado, bem como de exportadores de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraguai. “Somado aos investimentos projetados, esse recorde de cinco encostes nos dá boas amostras para o plano de ampliação de produção previsto para 2024”, afirma Rafael Seijas, gerente executivo de planejamento da Brado.

Dois deles envolvem a ferrovia, única na região Sul com conexão direta em área alfandegada

Bateleur anuncia expansão para Santa Catarina

Empresa apresenta sua nova unidade de negócios e abre escritório em Florianópolis

“Santa Catarina tem uma economia robusta e diversificada, com polos econômicos distribuídos por todo o estado e, assim como o Rio Grande do Sul, é um mercado estratégico para a atuação da Bateleur”, ressalta Marchet

A consultoria Bateleur, especializada em fusões e aquisições, está em expansão. Em setembro, a companhia apresentou ao mercado a sua nova unidade de negócios, Private Equity, que passou a funcionar no escritório em Porto Alegre. “Desde que constituímos a Bateleur, em 2017, tínhamos o plano de desenvolver o negócio de Private Equity, que agora se soma a nossas outras duas verticais de negócios, M&A e Business Consulting”, explica o CEO Fernando Marchet.A expansão vai além da nova área de atuação.

Em novembro, a empresa abrirá um escritório em Florianópolis, no Primavera Office, um dos complexos corporativos mais valorizados do estado. “Santa Catarina tem uma economia robusta e diversificada, com polos econômicos distribuídos por todo o estado e, assim como o Rio Grande do Sul, é um mercado estratégico para a atuação da Bateleur. O escritório nos deixará ainda mais próximos dos nossos clientes e nos permitirá ampliar ainda mais a nossa presença no estado”, ressalta Marchet. A Bateleur já fez R$ 4,2 bilhões em transações societárias e operações estruturadas, mais de 20 transações de alta complexidade e mais de 75 projetos de consultoria implementados em companhias de setores como banking, agronegócio, varejo, energia e saúde.

Empresa apresenta sua nova unidade de negócios e abre escritório em Florianópolis

Shein troca Curitiba por Guarulhos em nome da agilidade

Plataforma de comércio eletrônico chinesa pretende que entregas sejam feitas mais rapidamente no Brasil

A Shein recebeu, nos últimos dias, as primeiras remessas de itens importados de até US$ 50 pelo Remessa Conforme

A plataforma de comércio eletrônico chinesa Shein comunicou oficialmente que suas mercadorias não serão mais despachadas para Curitiba, um dos maiores terminais alfandegários da Receita Federal no Brasil. De acordo com a companhia, a decisão foi tomada em nome da agilidade. “A expectativa é que grande parte da carga da Shein passe a ser fiscalizada em São Paulo, sem necessidade de transporte até Curitiba, permitindo que objetos cheguem mais rápido para o cliente final”, revela a empresa por meio de nota. Produtos importados pelas plataformas entram no país por Guarulhos (SP), mas logo são enviados para Curitiba. Depois é que seguem para o endereço final dos compradores, pois a fiscalização e a armazenagem da Receita Federal ficam na capital paranaense.

A Shein recebeu, nos últimos dias, as primeiras remessas de itens importados de até US$ 50 pelo Remessa Conforme, programa do governo que beneficia consumidores brasileiros com a isenção de imposto de importação. Na semana passada, a Shein começou a vender mercadorias do exterior, em remessas de até US$ 50, sem a cobrança do imposto de importação de 60%. A grife chinesa foi a primeira a iniciar atividades desfrutando da isenção do imposto. A companhia também passou a oferecer aos consumidores um subsídio de todo o ICMS estadual de 17% a ser cobrado nas transações de até US$ 50. Desde o dia 1º de agosto, as empresas que aderirem ao Remessa Conforme, e seguirem um conjunto de regras relativas à nacionalização antecipada das mercadorias, ficarão isentas do imposto para essa faixa de preço. Com a adesão da Shein ao programa, os produtos enviados ao Brasil seguirão para o chamado “canal verde” do Remessa Conforme, com despacho agilizado. A fiscalização da Receita continua, mas a liberação tende a ser mais rápida. 

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Plataforma de comércio eletrônico chinesa pretende que entregas sejam feitas mais rapidamente no Brasil

Lavínia Leite é a primeira mulher a receber Troféu O Equilibrista

Ela participou do processo de internacionalização do Grupo Fitesa

Lavínia é a primeira mulher a receber a distinção na história de 33 edições do prêmio

O Prêmio Equilibrista 2023, promovido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio Grande do Sul – IBEF RS, será entregue no próximo dia 10 de novembro, em Porto Alegre. Considerado o “Oscar” da área das finanças, o Equilibrista é uma homenagem aos executivos financeiros que estão sempre vencendo desafios no decorrer de suas carreiras. A grande vencedora é Lavínia Leite, especializada em direito tributário e finanças. Diretora financeira do Grupo Fitesa, Lavínia é a primeira mulher a receber a distinção na história de 33 edições do prêmio. Ela recebeu a homenagem por ter participado do processo de internacionalização da empresa.

O IBEF RS também destacará três executivos: Alexandre Tulini, diretor administrativo financeiro da Inbetta, e especializado em FINANÇAS EMPRESARIAIS; Douglas Casagrande, diretor financeiro e de relações com investidores da Corsan e que atua agora como executivo do Grupo Aegea, novo controlador da companhia; e Paulo Prignolato. VP Executivo, CFO e diretor de relações com investidores da Randoncorp. O IBEF-RS também procura reconhecer anualmente uma entidade que se destaca pela dedicação ao desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. Neste ano a entidade homenageada é o Instituto Cultural Floresta. As ações do instituto deram suporte aos profissionais e forças de segurança pública no Rio Grande do Sul, fomentam a educação e apoiam os órgãos de saúde em situação de excepcionalidade.

Ela participou do processo de internacionalização do Grupo Fitesa

Tramontina inaugura sua segunda loja em Porto Alegre

Após dois meses da abertura da primeira unidade, a marca chega no Shopping Iguatemi

Primeira loja própria em Porto Alegre foi inaugurada na Zona Sul da cidade, no Barra Shopping Sul

Após dois meses da abertura da primeira loja oficial da marca na capital gaúcha, no Barra Shopping Sul, a Tramontina inaugura sua segunda unidade em Porto Alegre. A nova T store chega ao Shopping Iguatemi, atendendo também os moradores da região norte da cidade. A inauguração da segunda unidade em tão pouco tempo reforça o compromisso da marca na aproximação com os consumidores locais. Segundo o gerente geral da Tramontina Store, Evandro Costa, a estratégia na escolha das localizações foi contemplar os clientes das regiões Norte, Sul e Metropolitana. “Sabíamos que a entrada em Porto Alegre era bastante esperada, por isso entendemos que o ideal era abrirmos duas unidades nos dois extremos da cidade, garantindo um atendimento ampliado para o público, não só da capital, como das cidades vizinhas”, reforça.

Localizada no primeiro piso do Shopping Iguatemi, a T store conta com mais de 800 produtos à venda. A loja física da marca se propõe a ser um complemento da experiência do varejo, oferecendo atendimento para auxiliar na tomada de decisão. Com a nova unidade a Tramontina bate a marca de 22 lojas próprias (20 T store e 2 T factory store, em Carlos Barbosa e Farroupilha, no Rio Grande do Sul), estando já instalada em 10 estados (Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e mais recentemente, Pará). Mais duas unidades devem ser inauguradas ainda este ano. Em 2024 a grife de talheres deve chegar em Curitiba.

Após dois meses da abertura da primeira unidade, a marca chega no Shopping Iguatemi

Tintas Verginia celebra conquistas de ESG em seu primeiro relatório de sustentabilidade

Em 2022, a empresa paranaense consolidou posição no mercado e investiu fortemente no impacto positivo ambiental e social

Projeto Fazendo Arte patrocinou a pintura de sete painéis sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU em muros de escolas públicas e do Centro Cultural Heitor Stockler de França

A paranaense Tintas Verginia acaba de publicar seu primeiro relatório anual de sustentabilidade com os resultados alcançados em 2022 nas áreas ambiental, social e de governança. Segundo Eduardo Bathke, diretor geral da empresa, o documento mostra à comunidade os resultados alcançados com as ações de ESG e passa a ser uma referência para o mercado financeiro. Os destaques econômicos do ano foram a ampliação da marca em Santa Catarina, com a abertura de duas novas lojas, em Palhoça e Florianópolis; o lançamento do modelo de franquia para a expansão dos negócios; a conquista do prêmio “Lugares Incríveis para Trabalhar”; a redução de até 80% no uso de produtos plásticos (sacolas, copos e strech). Também se destacaram em 2022 a conquista da certificação Selo Inmetro e o lançamento de seis novos produtos – selador acrílico, fundo preparador, tinta acrílica premium, tinta acrílica standard, tinta para gesso e tinta para grafiato e textura.

Conquistas da política de ESG
Em 2022, na área ambiental, a Tintas Verginia conquistou o selo de Empresa Aterro Zero, como resultado da sua gestão de resíduos sólidos, realizou seu inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), fez a logística reversa de seis toneladas de embalagens com o programa Coleta Colorida, reciclou 55% dos resíduos sólidos gerados e destinou 43% dos resíduos sólidos não recicláveis para coprocessamento de energia. Na área social, por meio do Instituto Verginia, a empresa investiu R$ 140 mil em ações sociais, mobilizou 45 colaboradores que dedicaram 120 horas de trabalho voluntário em diferentes ações que beneficiaram 15 instituições, impactando positivamente as vidas de mais de 5 mil pessoas. Além disso, por meio das leis de incentivo fiscal, investiu outros R$ 80 mil em projetos sociais, esportivos e culturais.

Na área de governança, a empresa aprimorou sua gestão com o desenvolvimento de materiais de conduta e cultura, como código de ética e conduta, canal de ética, manual do colaborador, nosso tom e manual de cultura, além de consolidar a sua matriz ESG. “Por meio do nosso exemplo, queremos inspirar outras empresas a levantar essa bandeira e agir junto conosco. Infelizmente, ainda vivemos em um tempo em que muitos ainda não se importam ou até negam a realidade do aumento climático, poluição do ar e contaminação da água e solo; que diminuem e fecham os olhos para as dificuldades e diversidades alheias; e que se opõem às regras, à democracia e à ética. Por isso, estamos fazendo a nossa parte e compartilhando com todos os nossos esforços para transformar e regenerar o mundo em que vivemos”, destaca o diretor Eduardo Bathke.

O relatório apresenta, ainda, as metas para o futuro. Na área ambiental, com foco na gestão de resíduos, a empresa quer reduzir anualmente a produção de resíduos perigosos em 3% e coletar e destinar para a reciclagem 25% das embalagens usadas dos seus produtos até 2025. Na área da governança, o compromisso é com a transparência. Por isso, as metas de futuro são publicar anualmente o relatório com o desempenho financeiro e socioambiental da empresa e revisitar a matriz de materialidade a cada três anos. Na área social, as metas internas são alcançar nove pontos no Índice de Felicidade Interna até 2025, potencializar a realização pessoal dos seus colaboradores por meio do engajamento, treinamentos e cultura da empresa e ampliar anualmente o número de colaboradores inscritos no programa de voluntariado corporativo. As metas externas são calcular o Retorno Social sobre Investimento (SROI) de todos os seus projetos e ações sociais e promover a capacitação técnica anual de pintura, educação financeira e de atendimento ao cliente, entre outros conhecimentos, para os pais das crianças das escolas públicas atendidas por seus projetos.

Felicidade no trabalho e impacto social
Em 2022, a Tintas Verginia finalizou o ano com um total de 329 colaboradores (284 homens e 45 mulheres), sendo que 61 foram novas contratações. O turnover foi um dos mais baixos da sua história. A cada dois anos, a empresa realiza uma pesquisa para descobrir o nível de felicidade de seus colaboradores. Na última pesquisa, realizada em 2021, o índice de felicidade foi de 7,01. Para este ano, quando será realizada nova pesquisa, a meta é alcançar índice entre 8,5 e 9,0.

Pela segunda vez, a Tintas Verginia conquistou o prêmio “Lugares Incríveis para se Trabalhar”, promovido pela FIA, com a pesquisa FEEx – FIA Employee Experience. No ano passado, a empresa também atingiu 94,08% na pontuação NPS (Net Promoter Score), que indica a satisfação e a fidelidade de seus clientes. Em 2022, por meio do projeto “Pintando o Futuro”, a Tintas Verginia doou 2.475 litros de tintas, além de outros produtos acessórios e ferramentas complementares, para escolas, instituições e comunidades. No total, foram mais de R$ 20 mil em doações. Já o projeto “Fazendo Arte” patrocinou a pintura de sete painéis sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU em muros de três escolas públicas e do Centro Cultural Heitor Stockler de França, do Sesi, em Curitiba (PR).

Iniciado em 2021, em parceria com o Instituto Rottas e a Sociedade Educativa Tanguá, a Tintas Verginia investiu R$ 70 mil em 2022 no projeto “Treinando para a Vida”, que atendeu a 140 crianças e adolescentes de Almirante Tamandaré (PR), com mais de 160 horas de atividades esportivas e mais de 80 horas de atividades socioeducativas. Em parceria com a ONG Junta Mais, que atende famílias em extrema vulnerabilidade social, a Tintas Verginia aportou outros R$ 20 mil em 2022 para garantir uma assistência contínua e efetiva às famílias assistidas pela entidade. Além dos investimentos diretos, em 2022, a Tintas Verginia destinou R$ 80 mil para diferentes projetos esportivos, sociais e culturais por meio das leis de incentivo fiscal e dos fundos do Idoso e para infância e adolescência.

Em 2022, a empresa paranaense consolidou posição no mercado e investiu fortemente no impacto positivo ambiental e social

Weg adquire divisão de motores da Regal Rexnord

O negócio foi fechado por US$ 400 milhões

Aquisição suportará o crescimento contínuo da Weg nos mercados de motores elétricos industriais e de geradores

A Weg, de Jaraguá do Sul (SC), comunicou nesta segunda-feira (25) que suas controladas indiretas no exterior celebraram com a Regal Rexnord Corporation um contrato para aquisição dos negócios de motores elétricos industriais e geradores no valor de US$ 400 milhões. A transação tem como foco os negócios de motores elétricos industriais e geradores, vendidos sob as marcas Marathon, Cemp e Rotor, do segmento operacional Industrial Systems da Regal Rexnord, empresa com sede nos Estados Unidos e listada da bolsa de valores de Nova York. A receita operacional líquida destes negócios em 2022 foi de US$ 541,5 milhões.

“Alinhada com a estratégia de crescimento contínuo e sustentável, expansão internacional e diversificação das operações industriais do Grupo Weg, esta transação incluí a aquisição de 10 fábricas em sete países (Estados Unidos, México, China, Índia, Itália, Países Baixos e Canadá), filiais comerciais em 11 países, e uma equipe de aproximadamente 2.800 colaboradores no mundo”, informa o fato relevante da companhia catarinense. De acordo com a Weg, o negócio suportará o crescimento contínuo da empresa de Santa Catarina nos mercados de motores elétricos industriais e de geradores, através da incorporação de marcas reconhecidas e uma linha de produtos complementar ao atual portfólio. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC, com base nos balanços publicados no exercício de 2021. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

O negócio foi fechado por US$ 400 milhões

Como Pegar os Prêmios da PRO League 2 Temporada 2019


     A live da 2ª Temporada da PRO League em 2019 foi um sucesso e conseguimos atingir a quantia de acessos para receber todos os prêmios disponíveis, todos os prêmios ficarão  disponíveis em sua caixa de correio para serem coletados entre as 21:00 do dia 20/07 e 4:00 do dia 21/07.

     A live da 2ª Temporada da PRO League em 2019 foi um sucesso e conseguimos atingir a quantia de acessos para receber todos os prêmios disponíveis, todos os prêmios ficarão  disponíveis em sua caixa de correio para serem coletados entre as 21:00 do dia 20/07 e 4:00 do dia 21/07.

Selic em 12,75% já impacta gestora de R$ 30 bilhões

Com a queda da Selic, começa a ficar mais difícil encontrar rentabilidade líquida de 1% ao mês

“O mercado vem reagindo com força desde o início do corte e parte do mercado não está enxergando este movimento. O empresário não olha o cenário atual. Para investir, ele enxerga o que vai acontecer no futuro”, afirma Volnei Eyng, economista e CEO da Multiplike

É natural que empresas e pessoas físicas peguem menos crédito quando a Selic acelera, como, por exemplo, quando estava em 13,75% ao ano. O objetivo do Banco Central é frear o consumo e o dinheiro em circulação para forçar a redução de preço de produtos e serviços e, assim, controlar a inflação. E o início do corte de juros já está fazendo efeito na economia. “Muita gente não está enxergando, mas o crescimento do PIB de 2,9% em 2022 e acima de 3% em 2023 colocará o Brasil na vanguarda mundial, e nós já estamos sentindo esse efeito aqui na Multiplike”, revela Volney Eyng, economista e CEO da emprea. Com mais de R$ 30 bilhões cedidos em crédito nos últimos anos, a Multiplike está entre as 10 maiores gestoras multissacado e multicedente do país. “O empresário não toma crédito se não existe previsibilidade do que acontecerá no futuro. O mercado esperava [o novo corte de 0,5%] e isso passa segurança e previsibilidade”, afirma. 

Para a Multiplike, desde a primeira queda da Selic, o impacto foi imediato entre as empresas. O mercado de crédito reagiu, já enxergando a perspectiva futura de novos cortes a cada reunião do Copom. “O mercado vem reagindo com força desde o início do corte, e parte do mercado não está enxergando este movimento. O empresário não olha o cenário atual. Para investir, ele enxerga o que vai acontecer no futuro”, ressalta. A consequência natural do aumento da busca por crédito é a necessidade de capital, originada dos fundos. Com a queda da Selic, começa a ficar mais difícil encontrar rentabilidade líquida de 1% ao mês e o investidor precisará buscar alternativas para a carteira. “O investidor que gosta de produtos de renda fixa na carteira, seja por ser conservador ou para balancear a carteira, precisará olhar para os produtos de crédito privado e estruturado. Por exemplo, nosso fundo Cota Mezanino entregou 140,88% e a Cota Sênior 127,67% do CDI nos últimos 12 meses. Já vimos este filme antes. Os juros caem, o CDI consequentemente também e os investidores aceleram os aportes. Quanto mais dinheiro temos, mais emprestamos para as empresas e mais a economia acelera. É um círculo virtuoso”, finaliza Eyng.

Com a queda da Selic, começa a ficar mais difícil encontrar rentabilidade líquida de 1% ao mês