Archives 2025

CEEE Equatorial recebe licença para investimentos de R$ 31,7 milhões no RS

Montante será utilizado para construção de linha de distribuição e ampliação de subestação

Subestação Cerro Grande do Sul poderá ser ligada após finalização da linha de alta tensão

A CEEE Equatorial obteve a licença ambiental de instalação para a construção de uma linha de distribuição de alta tensão que irá alimentar a subestação de Cerro Grande do Sul e para a ampliação da subestação Rio Grande 2, totalizando um investimento de R$ 31,7 milhões. O objetivo é ampliar e qualificar o fornecimento da energia levada a cidades do centro-sul e do litoral sul do estado.  

No caso da linha de distribuição, o investimento será de R$ 23,2 milhões para levar energia da subestação Camaquã 3 até à recém-concluída subestação de Cerro Grande do Sul. O processo para a obtenção da licença tinha sido iniciado em maio de 2023, no entanto, a complexidade da obra para a construção de mais de 30 quilômetros de rede de alta tensão (69 KV) em uma área de densa vegetação exigiu vários estudos técnicos. A nova subestação de Cerro Grande do Sul será integrada ao sistema elétrico, o que vai melhorar a qualidade da energia que é fornecida aos consumidores dos municípios de Cerro Grande do Sul, Camaquã, Sentinela do Sul, Sertão Santana e Barão do Triunfo, onde vivem mais de 90,6 mil pessoas. A previsão é de que o trabalho seja concluído dentro de 10 meses.

Já a ampliação da subestação Rio Grande 2, com investimento de R$ 8,5 milhões, permitirá a instalação de um novo transformador de 20 MVA e dois novos alimentadores de 23 kV, que vão levar energia para a cidade de São José do Norte por meio de novos circuitos subaquáticos na Lagoa dos Patos. O trabalho está previsto para ser concluído dentro de nove meses. 

Montante será utilizado para construção de linha de distribuição e ampliação de subestação

Google.org doa R$ 5 milhões para modernizar o serviço público brasileiro com IA

google logotipo officeO Google.org, braço filantrópico do Google, anunciou um investimento significativo no Brasil: R$ 5 milhões (ou US$ 1 milhão) serão aplicados em um programa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para capacitar 5 mil servidores públicos no uso de Inteligência Artificial (IA). A empresa tem como objetivo é tornar a administração pública mais eficiente e moderna, […]O Google.org, braço filantrópico do Google, anunciou um investimento significativo no Brasil: R$ 5 milhões (ou US$ 1 milhão) serão aplicados em um programa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para capacitar 5 mil servidores públicos no uso de Inteligência Artificial (IA). A empresa tem como objetivo é tornar a administração pública mais eficiente e moderna, […]

Santa Catarina registra maior alta do Sul na demanda por crédito em novembro

Já o Rio Grande do Sul apresentou redução de 1,3%  

Na visão nacional, a busca dos brasileiros por recursos financeiros marcou alta de 1,6% em comparação com o mesmo período de 2023

Em novembro, no Sul do país, duas das três Unidade Federativas (UFs) apresentaram alta na busca por recursos financeiros, segundo dados do Indicador de Demanda dos Consumidores por Crédito da Serasa Experian. O destaque ficou com Santa Catarina, que registrou o maior crescimento, de 1,7%, seguido pelo Paraná, com aumento de 0,5%. Já o Rio Grande do Sul apresentou redução de 1,3% na busca por crédito. Na visão nacional, a busca dos brasileiros por recursos financeiros marcou alta de 1,6% em comparação com o mesmo período de 2023. “O recebimento do 13º salário incentiva o consumo e a tomada de crédito, especialmente para cobrir gastos sazonais ou antecipar receitas. Além disso, nesse período do ano muitos consumidores buscam crédito para renegociar dívidas, aproveitando quando há condições mais favoráveis para reorganizar suas finanças”, analisa a economista da Serasa Experian, Camila Abdelmalack.

Ainda segundo o indicador, a tendência de alta foi identificada em 18 Unidades Federativas (UFs), com destaque para o Amapá, que teve o maior aumento (26,8%). Rondônia veio logo em seguida, com 21,0%, e, em terceiro, o Amazonas, que apresentou crescimento de 10,7%. O Distrito Federal registrou a maior queda no período, de 8,1%. Assim como em outubro, o mês de novembro também apresentou crescimento em todas as faixas de renda, sendo a maior registrada pelos consumidores que de R$ 500 a R$ 1 mil (2,0%). O menor índice ocorreu entre aqueles que recebem até R$ 500 (0,6%). 

Já o Rio Grande do Sul apresentou redução de 1,3%  

Dinheiro esquecido em bancos soma R$ 8,7 bi em novembro

Caso o dinheiro não seja requerido nos próximos 25 anos, será incorporado definitivamente ao patrimônio da União

Até o fim de novembro, 27.411.547 correntistas haviam resgatado valores. Apesar de a marca ultrapassar os 27 milhões, isso representa apenas 36,15% do total de 75.832.439 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro de 2022.

Até o fim de novembro, os brasileiros não tinham sacado R$ 8,69 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (8) pelo Banco Central (BC). De acordo com a atualização mais recente, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 8,69 bilhões, de um total de R$ 17,63 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras. Em 16 de outubro, os recursos esquecidos foram transferidos para o Tesouro Nacional e aguardam a publicação de um edital com as novas regras para o saque, mas o dinheiro pode ser sacado por meio de ação judicial. Caso o dinheiro não seja requerido nos próximos 25 anos, será incorporado definitivamente ao patrimônio da União.

As estatísticas do SVR são divulgadas com dois meses de defasagem. Apesar da transferência ao Tesouro, as estatísticas continuarão a ser atualizadas, com a inclusão de dados que estavam defasados. Os dados de dezembro, segundo mês após o repasse do dinheiro ao Tesouro, só serão apresentados em 7 de fevereiro. Em relação ao número de beneficiários, até o fim de novembro, 27.411.547 correntistas haviam resgatado valores. Apesar de a marca ultrapassar os 27 milhões, isso representa apenas 36,15% do total de 75.832.439 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro de 2022.

Entre os que retiraram valores até o fim de novembro, 25.279.680 são pessoas físicas e 2.131.867 são pessoas jurídicas. Entre aqueles que ainda não fizeram o resgate, 44.546.559 são pessoas físicas e 3.874.333 são pessoas jurídicas. A maior parte das pessoas e empresas que não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 64,88% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 23,68% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 9,68% dos clientes. Só 1,75% tem direito a receber mais de R$ 1 mil.

Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas. Em novembro, foram retirados R$ 238 milhões, relativos a pedidos realizados antes da transferência dos valores esquecidos para o Tesouro Nacional e a saques judiciais. O repasse ao Tesouro ocorreu para compensar a prorrogação da desoneração da folha de pagamento até 2027. Os cerca de R$ 8,7 bilhões comporão os R$ 55 bilhões que entrarão no caixa do governo para custear a extensão do benefício, mas a decisão caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF), que julgará uma ação que questiona a constitucionalidade da devolução ao Tesouro.

Fontes de recursos
Em 2023, foram incluídas fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes de 2022. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução. Além dessas fontes, o SVR engloba os seguintes valores, já disponíveis para saques no ano passado: contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras lquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; e parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.

Golpes
O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos, mesmo com a interrupção dos saques. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais. O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido.

Com ABR

Caso o dinheiro não seja requerido nos próximos 25 anos, será incorporado definitivamente ao patrimônio da União

Três em cada dez domicílios ainda não contam com rede de esgoto

Ao todo, 70% das casas e apartamentos contam com esse serviço

O saneamento básico, que compreende também serviços como coleta de lixo e acesso a água potável, é considerado um direito humano fundamental pela Organização das Nações Unidas (ONU)

Três em cada dez domicílios no país ainda não contam com rede de esgoto, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua: Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores 2023, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao todo, 70% das casas e apartamentos contam com esse serviço de saneamento básico. Aos demais domicílios, ele ainda não chegou. A pesquisa mostra que, entre 2019 e 2023, o percentual de domicílios com esgoto aumentou 1,8 pontos percentuais, passando de 68,1% para os atuais 70%. Os maiores crescimentos no atendimento foram nas regiões Norte e Nordeste, que seguem, contudo, sendo as regiões com os menores percentuais de atendimento. A Região Norte passou de 27,3%, em 2019, para 32,7%, em 2023, dos domicílios conectados à rede de esgoto. Já o Nordeste passou de um atendimento de 47% para 50,8%. Na outra ponta, a Região Sudeste é a mais atendida, com 89,9% dos domicílios com esgoto. 

O saneamento básico, que compreende também serviços como coleta de lixo e acesso a água potável, é considerado um direito humano fundamental pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, é assegurado pelo direito à dignidade da pessoa humana, previsto na Constituição. Pelo Novo Marco Legal do Saneamento (Lei 14.026, de 2020) esses serviços devem ser universalizados. Em 2033, 99% dos brasileiros deverão contar com água tratada em suas torneiras, enquanto 90% deles deverão ter acesso à coleta e ao tratamento de esgotamento sanitário. 

Os dados da Pnad mostram ainda que, em 2023, 98% dos domicílios do Brasil tinham banheiro de uso exclusivo. Em áreas urbanas, 99,4% dos domicílios contavam com banheiro e 78% tinham acesso à rede geral de esgotos. Entre os domicílios em situação rural, 88,4% tinham banheiro e, em apenas 9,6%, o escoamento do esgoto era feito pela rede geral ou fossa séptica ligada a essa rede. De acordo com a pesquisa, 15,2% dos domicílios tinham, em 2023, “outro tipo de esgotamento sanitário”, o que significa que aproximadamente 11,8 milhões de domicílios no país direcionavam os dejetos provenientes do banheiro ou sanitário a fossa rudimentar para valas, rios, lagos ou mar, entre outras formas de escoadouro.

Acesso à água potável
Em relação ao acesso à água própria para o consumo humano, a pesquisa mostra que, ao longo do período de 2016 a 2023, não houve expansão do percentual de domicílios que tinham a rede geral como o principal meio de abastecimento de água no país. Em 2016, 85,8% dos lares estavam conectados à rede geral de distribuição. Em 2023, esse percentual foi 85,9%. Os dados mostram ainda que há grande diferença no abastecimento dos domicílios em áreas urbanas e rurais. Em 2023, enquanto em áreas urbanas 93,4% dos domicílios tinham como fonte de abastecimento de água a rede geral, apenas um em cada três, ou seja, 32,3% dos domicílios em áreas rurais contavam com esse abastecimento. 

De acordo com o economista analista da Pnad, Wiliam Araujo Kratochwill, as ampliações do abastecimento, sejam de água ou esgoto, são demoradas. “A implantação de um sistema de distribuição de água não é algo que se faz em um mês, é algo que demanda planejamento, custos elevados de implantação, passar tubulação por toda a cidade, testar, depois fazer a ligação em cada domicílio. Então, é um processo moroso e com custo bastante elevado”, diz. Ele ressalta que, ao longo desses anos, aumentou também o número de domicílios. Em 2023, são 10 milhões a mais que em 2016. Dessa forma, como o percentual de atendimento se manteve, significa que novas residências foram conectadas às redes de abastecimento, mas isso não foi suficiente para que houvesse aumento no percentual de atendimento. “O investimento teria que ser ainda maior para que percebêssemos um aumento do percentual de domicílios ligados à rede de abastecimento de água, à rede coletora de esgotos”.

Coleta de lixo
De acordo com a Pnad, entre 2016 e 2023 aumentou o percentual de domicílios com coleta de lixo direta por serviço de limpeza, que passou de 82,7% para 86,1%. A região com o menor percentual de domicílios atendidos foi o Nordeste, com 75,8%, e a região com o maior atendimento foi a Centro-Oeste, com 91,6%. O Nordeste, no entanto, teve a maior expansão desse indicador, passando de de 67,4% dos domicílios, em 2016, para os atuais 75,8%. O estudo destaca que, embora tenha sido observado um aumento da coleta direta, em 2023 havia cerca de 5 milhões de domicílios (6,6%) que queimavam o lixo na propriedade. Isso ocorre principalmente nas regiões Norte, com 15,4%, e Nordeste, com 13,9%. Considerando apenas as áreas rurais, esse era o principal destino dado ao lixo, em 51% das propriedades.

Com ABR

Ao todo, 70% das casas e apartamentos contam com esse serviço

Três em cada dez jovens brasileiros querem ter o próprio negócio

De acordo com a pesquisa, o nível de escolaridade influencia no interesse em empreender

A pesquisa ouviu 1.034 jovens de todas as regiões do país

Três em cada dez jovens brasileiros entre 18 e 27 anos têm como maior desejo profissional ter o seu próprio negócio ou a sua própria empresa. Isso é o que mostrou uma pesquisa realizada pelo Centro Estudos Sociedade, Universidade e Ciência (Sou_Ciência) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com o Instituto de Pesquisa IDEIA. De acordo com a pesquisa, o nível de escolaridade influencia no interesse em empreender. Quanto maior a escolaridade, maior o interesse em ter a própria empresa. Jovens pretos (31%) e pardos (32%) também são os mais interessados em ter o próprio negócio.

“A pesquisa nos surpreende pelo fato de que temos um número expressivo de jovens empregados com CLT, cerca de 42%, mas que não querem permanecer como empregados celetistas. Há um movimento em direção a outras formas de trabalho”, explica Pedro Arantes, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisador do Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência (Sou_Ciência). Outros jovens entrevistados também revelaram o desejo de trabalhar como funcionário público (18%), viver de renda ou de investimentos (18%), exercer sua profissão como autônomo (12%) e trabalhar como empregado com carteira assinada (11%). Cerca de 8% deles revelou o desejo de não trabalhar.

Arantes afirma que o levantamento revela que a “juventude não quer ser classe trabalhadora”. “A carteira de trabalho não é objeto de desejo. E entre autônomos e empresários, há uma vontade clara de que eles toquem seu próprio negócio ou sua própria vida sejam como indivíduos-pessoas jurídicas ou pessoas jurídicas-empresariais”, afirmou. Chamada de “O que Pensam os Jovens Brasileiros”, a pesquisa ouviu 1.034 jovens de todas as regiões do país, que responderam a 55 perguntas, feitas por telefone celular, entre os dias 16 e 23 de setembro de 2024. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

De acordo com a pesquisa, o nível de escolaridade influencia no interesse em empreender

Como o Gemini 2.0 aprimora as capacidades da IA do Google?

gemini 20Em dezembro, o Google revelou a nova versão de seu modelo de inteligência artificial, o Gemini 2.0. Se você não acompanhou a notícia na época, agora é a hora de entender como essa atualização traz um salto significativo em relação ao modelo anterior, o Gemini 1.0. O que é o Gemini 2.0 e por que […]Em dezembro, o Google revelou a nova versão de seu modelo de inteligência artificial, o Gemini 2.0. Se você não acompanhou a notícia na época, agora é a hora de entender como essa atualização traz um salto significativo em relação ao modelo anterior, o Gemini 1.0. O que é o Gemini 2.0 e por que […]

Estudo do Google revela preocupações de líderes brasileiros com a segurança digital

google logoO Google recentemente divulgou um estudo que chama a atenção para uma crescente preocupação dos líderes brasileiros com a segurança digital. Realizado pelo Google Workspace, o relatório “Security at a Tipping Point” revela que 41% dos tomadores de decisão no Brasil estão constantemente preocupados com incidentes de segurança. O que representa uma taxa 19 pontos […]O Google recentemente divulgou um estudo que chama a atenção para uma crescente preocupação dos líderes brasileiros com a segurança digital. Realizado pelo Google Workspace, o relatório “Security at a Tipping Point” revela que 41% dos tomadores de decisão no Brasil estão constantemente preocupados com incidentes de segurança. O que representa uma taxa 19 pontos […]

Willow: chip quântico do Google pode explorar universos paralelos

google willow chipO Google fez uma declaração surpreendente: seu novo chip de computação quântica, chamado Willow, pode estar utilizando universos paralelos para realizar cálculos inacreditavelmente rápidos. Embora isso pareça uma cena de filme de ficção científica, a gigante da tecnologia explica que esse conceito está diretamente ligado à natureza da computação quântica. De acordo com Hartmut Neven, […]O Google fez uma declaração surpreendente: seu novo chip de computação quântica, chamado Willow, pode estar utilizando universos paralelos para realizar cálculos inacreditavelmente rápidos. Embora isso pareça uma cena de filme de ficção científica, a gigante da tecnologia explica que esse conceito está diretamente ligado à natureza da computação quântica. De acordo com Hartmut Neven, […]

Google planeja substituir o Assistant pela IA do Gemini no Wear OS

wear os 1Linhas de código encontradas na versão beta do app do Google indicam que a empresa está trabalhando para substituir o Google Assistant pelo Gemini AI, uma inteligência artificial mais avançada e capaz de interações mais naturais. A descoberta inclui a frase: “Converse facilmente para fazer mais com um assistente no seu relógio, reimaginado com a […]Linhas de código encontradas na versão beta do app do Google indicam que a empresa está trabalhando para substituir o Google Assistant pelo Gemini AI, uma inteligência artificial mais avançada e capaz de interações mais naturais. A descoberta inclui a frase: “Converse facilmente para fazer mais com um assistente no seu relógio, reimaginado com a […]

‘Eclipsa Audio’: Áudio 3D da Samsung e Google que rivaliza com Dolby Atmos

eclipsa audioA Samsung anunciou uma novidade que promete elevar a experiência de som em TVs e soundbars: o Eclipsa Audio. Desenvolvida em parceria com o Google, essa tecnologia de áudio 3D será incorporada em toda a linha de TVs e soundbars da marca em 2025, abrangendo modelos básicos, como as TVs Crystal UHD, até os sofisticados […]A Samsung anunciou uma novidade que promete elevar a experiência de som em TVs e soundbars: o Eclipsa Audio. Desenvolvida em parceria com o Google, essa tecnologia de áudio 3D será incorporada em toda a linha de TVs e soundbars da marca em 2025, abrangendo modelos básicos, como as TVs Crystal UHD, até os sofisticados […]

Bing copia interface do Google para enganar usuários no Microsoft Edge

microsoft bingEm uma manobra polêmica, o mecanismo de busca Bing, da Microsoft, está sendo acusado de enganar usuários que buscam pelo Google no navegador Microsoft Edge. Ao digitar “Google” na barra de endereços, o Bing exibe uma página que imita a interface do rival, incluindo um doodle falso, barra de pesquisa e layout similar ao do […]Em uma manobra polêmica, o mecanismo de busca Bing, da Microsoft, está sendo acusado de enganar usuários que buscam pelo Google no navegador Microsoft Edge. Ao digitar “Google” na barra de endereços, o Bing exibe uma página que imita a interface do rival, incluindo um doodle falso, barra de pesquisa e layout similar ao do […]

Google testa transformar o feed de notícias em um podcast diário

discoverO Google está começando a testar uma nova função chamada Daily Listen, que transforma o seu feed de notícias do Discover em um podcast diário de cinco minutos. A ideia é simples, mas muito interessante: em vez de precisar ler ou navegar por notícias, você pode simplesmente ouvir um resumo do que aconteceu no seu […]O Google está começando a testar uma nova função chamada Daily Listen, que transforma o seu feed de notícias do Discover em um podcast diário de cinco minutos. A ideia é simples, mas muito interessante: em vez de precisar ler ou navegar por notícias, você pode simplesmente ouvir um resumo do que aconteceu no seu […]

Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais do Sul em 2024

Florianópolis e Porto Alegre registraram a segunda e terceira cestas básicas mais caras do Brasil

Em dezembro de 2024, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 7.067,68

Em 2024, o valor da cesta básica aumentou nas três capitais do Sul, que fazem parte do rol de cidades onde o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. O resultado mais recente da pesquisa, referente a dezembro de 2024, foi divulgado nesta quarta-feira (8). Entre dezembro de 2023 e dezembro de 2024, Porto Alegre registrou a menor variação de preço do país (2,24%), seguida, considerando apenas a região Sul, por Curitiba (6,41%) e Florianópolis (6,72%). As capitais de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul também tiveram, respectivamente, a segunda e terceira cestas básicas mais caras do Brasil (R$ 809,46 eR$ 783,72, respectivamente), atrás apenas de São Paulo (R$ 841,29). Em Curitiba, o custo foi de R$ 741,90. 

Com base no maior valor registrado de cesta básica e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2024, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 7.067,68, ou 5 vezes o mínimo de R$ 1.412,00. Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 6.959,31 ou 4,93 vezes o piso vigente. Em dezembro de 2023, ficou em R$ 6.439,62, ou 4,88 vezes o piso em vigor, que equivalia a R$ 1.320,00.

Em dezembro de 2024, o tempo médio de trabalho necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 109 horas e 23 minutos. Em novembro, a jornada necessária foi calculada em 107 horas e 58 minutos. Em dezembro de 2023, a média era de 109 horas e 03 minutos. Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, nota-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro de 2024, 53,75% do rendimento para adquirir os mesmos produtos que, em novembro, demandaram 53,05%. Em dezembro de 2023, a média era de 53,59%. Na região Sul, Florianópolis apresentou a maior jornada necessária para adquirir os produtos da cesta básica, com 126h07m e comprometimento de 62% do salário mínimo líquido; Porto Alegre vem logo atrás, com 122h07m e comprometimento de 60%; e Curitiba fica em terceiro, com 115h35m e 56,8% do salário mínimo comprometido para essa finalidade.

 Confira, abaixo, a tabela completa com os resultados por capital. 

Comportamento dos preços dos produtos da cesta em 2024

Em 12 meses, a tendência para todos os produtos da cesta básica foi de elevação de preços, consequência da instabilidade climática, da demanda externa e do real desvalorizado em relação ao dólar. Seis itens apresentaram alta nos preços em todas as capitais: carne bovina de primeira, leite integral, arroz agulhinha, café em pó, banana e óleo de soja. O pão francês e a manteiga encareceram na maior parte das localidades pesquisadas. O valor médio do açúcar – cristal e refinado – subiu em nove capitais e diminuiu em sete. Entre dezembro de 2023 e o mesmo mês de 2024, batata, feijão, farinha de mandioca, trigo e tomate foram os itens que, com mais frequência, apresentaram redução de preço médio nas capitais analisadas.

Na região Sul, entre os produtos com maior alta, a carne bovina de primeira se destacou em Florianópolis, com um aumento de 25,7%. Em Porto Alegre, o preço do mesmo corte subiu 8% apenas entre novembro e dezembro de 2024. As enchentes no Rio Grande do Sul impactaram diretamente o mercado de arroz agulhinha, dificultando o escoamento da produção e influenciando no aumento dos preços em todas as capitais pesquisadas. Já o feijão preto registrou comportamento distinto nas cidades: enquanto Florianópolis e Curitiba tiveram altas de 3,6% e 2%, respectivamente, Porto Alegre apresentou queda de 1,7%. Entre os derivados, a manteiga teve elevação significativa em Curitiba, com aumento de 11,8%. Em contrapartida, alguns alimentos apresentaram quedas acentuadas. O preço da batata caiu 20,3% em Florianópolis, enquanto o tomate teve recuo ainda mais expressivo, de 49,7%, na mesma capital. Em Porto Alegre, a farinha de trigo também registrou redução, com queda de 7% no período analisado.

Florianópolis e Porto Alegre registraram a segunda e terceira cestas básicas mais caras do Brasil

Produção da indústria brasileira recua 0,6% em novembro

Em 12 meses, setor acumula expansão de 3%

Analisando o desempenho de outubro para novembro de 2024, o IBGE aponta que 19 dos 25 ramos industriais ficaram no campo negativo

A produção da indústria brasileira recuou 0,6% na passagem de outubro para novembro. Foi o segundo mês consecutivo de queda. Em outubro o setor já tinha caído 0,2%. No entanto, no conjunto dos 11 meses de 2024, a indústria acumula alta de 3,2% e, em 12 meses, expansão de 3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a indústria brasileira se posiciona 1,8% do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 15,1% abaixo do ponto mais alto já registrado, em maio de 2011.

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, as perdas na indústria em outubro e novembro (acumulado de 0,8%) são, de certa forma, impacto de questões como desvalorização do real ante o dólar e aumento da taxa básica de juros da economia, a Selic. “Não imagino que o aumento de juros já tenha um efeito direto, porque começou em setembro, mas claro que isso gera impacto na expectativa de consumidores e empresários”, avalia. Outro fator que pode ter influenciado o recuo industrial é o aumento no preço dos alimentos, que tem o efeito de comprometer mais o orçamento das famílias e diminuir a busca por bens de consumo. “Isso traz algum tipo de reflexo sobre a renda disponível das famílias, pode ter impacto sobre as decisões de consumo”, diz.

Na comparação com novembro de 2023, foi registrada alta de 1,7% na produção industrial – sexta expansão consecutiva nesse tipo de comparação interanual. Analisando o desempenho de outubro para novembro de 2024, o IBGE aponta que 19 dos 25 ramos industriais ficaram no campo negativo. “É um sinal amarelo importante”, adverte Macedo. As atividades de maior influência negativa foram veículos automotores, reboques e carrocerias (-11,5%), e coque (derivado do carvão), produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,5%). Macedo ressalta que a queda de dois dígitos na produção de veículos ainda mantém saldo positivo em relação ao fim de 2023. “Isso não tira o comportamento que a atividade teve ao longo do ano. O patamar está 14,2% acima de 2023”. O resultado entre meses seguidos, anunciado nesta quarta-feira (-0,6%), é o menor para um mês de novembro desde 2019, quando houve recuo de 2,3%.

Com ABR

Em 12 meses, setor acumula expansão de 3%