Archives 2025

Petrobras ajusta preços de diesel para distribuidoras

A redução significa queda de 4,6% no preço atual

A Petrobras reajustou os preços do diesel no início de fevereiro, em 6,28% ou R$ 0,22 por litro, depois de ficar mais de um ano sem mudar os preços

A partir de terça-feira (1) a Petrobras reduzirá seus preços de venda de diesel A para as distribuidoras que passará a ser, em média, de R$ 3,55 por litro, uma redução de R$ 0,17 por litro. A redução significa queda de 4,6% no preço atual.

De acordo com a companhia, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras na no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05 /litro, uma redução de R$ 0,15 a cada litro de diesel B. Com o reajuste anunciado, a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras em R$ 0,94 por litro, uma diminuição de 20,9%. Considerando a inflação do período, essa redução é de R$ 1,45 por litro ou 29%.

A Petrobras reajustou os preços do diesel no início de fevereiro, em 6,28% ou R$ 0,22 por litro, depois de ficar mais de um ano sem mudar os preços. O valor também havia ficado mais caro devido ao reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Antes do aumento nos preços de fevereiro, a estatal havia reduzido o diesel em 7,4% no fim de dezembro de 2023.

A redução significa queda de 4,6% no preço atual

Brasil pode ganhar mercados com tarifaço de Trump

Segundo professor, acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado

O acordo Mercosul–UE beneficiará a balança de serviços, além da comercial

A sobretaxação dos Estados de Unidos de 10% sobre os produtos brasileiros pode representar uma oportunidade de ganhos de mercado para o Brasil se o país souber negociar com outros parceiros comerciais. A avaliação é do economista e professor da Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Adalmir Marquetti. Ele defende a urgência da aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE). “O processo de negociação é um ponto importante a ser levado. Tem de tentar uma retaliação em alguns produtos, mas também tem de haver uma negociação com outros países. Acho a viagem do presidente Lula para o Japão e para o Vietnã importante no sentido de buscar novos parceiros comerciais, de intensificar nossas relações com esses países que estão crescendo, estão se tornando importantes na economia mundial”, opina.

Para Marquetti, o acordo Mercosul–UE tem importância estratégica para amenizar o impacto da decisão do governo de Donald Trump. Segundo ele, o acordo não beneficiará apenas a balança comercial, mas também a de serviços, em que o Brasil importa muito mais do que exporta e consome cerca de 40% do superávit comercial. “Certamente, [a sobretaxação de Trump] abre um espaço de negociação e de busca de novos parceiros comerciais. Inclusive o acordo do Mercosul com a União Europeia, esse é o momento de implementar. Esse acordo, de buscar as novas parcerias do Brasil que envolvam tanto a balança de bens e de serviços. Temos uma balança comercial bastante positiva, mas a nossa balança de serviços, no caso brasileiro, é negativa”, disse o professor.

O especialista lembra ainda que a decisão dos Estados Unidos abrange apenas as importações de bens, não de serviços. Isso porque o país é um dos maiores exportadores de serviços do planeta, principalmente de serviços tecnológicos e audiovisuais. O professor afirma ainda que o Brasil, como uma das maiores economias do planeta, tem espaço para ocupar o mercado mundial à medida que outros países retaliarem os Estados Unidos. Ele, no entanto, recomenda que o processo não ocorra apenas com produtos agrícolas e minerais, mas abranja produtos de maior valor agregado.

“O Brasil tem um espaço para ocupar o mercado mundial, inclusive o espaço que os outros países, ao responderem aos Estados Unidos, deixarem de comprar. No caso da China, os chineses já estão comprando mais produtos agrícolas brasileiros. E aqui tem um ponto importante: como a gente pode aproveitar essa crise mundial, com origem nas tarifas nos Estados Unidos, para melhorar a nossa pauta de exportação? Para a gente, exportar também mais produtos industriais e com maior valor adicionado na economia nacional”, conclui.

Com ABR

Segundo professor, acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado

Paraná lança fundo inédito no Brasil para financiar até R$ 2 bilhões ao agronegócio

FIDC Agro Paraná oferecerá crédito atrativo para que produtores rurais vinculados às cooperativas paranaenses possam ampliar as suas atividades

A criação do fundo busca aproveitar dois dos principais potenciais econômicos do Paraná, que são a força da agroindústria e o modelo produtivo cooperativista

O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta quinta-feira (3) na B3, em São Paulo, um projeto inédito no Brasil para o financiamento do agronegócio. O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios nas Cadeias Produtivas do Agro (FIDC Agro Paraná) é o primeiro instrumento de crédito voltado ao agronegócio criado por uma unidade da federação e deverá alavancar aproximadamente R$ 2 bilhões para financiar a expansão das atividades de produtores agrícolas vinculados a cooperativas e empresas integradoras nos 399 municípios paranaenses. O FIDC Agro Paraná funcionará como uma espécie de ‘guarda-chuva’, sob o qual as cooperativas instaladas no estado e empresas integradoras poderão participar, por meio da criação de outros fundos vinculados, e oferecer condições facilitadas de financiamento aos cooperados e integrados para a compra de máquinas, equipamentos, sistemas de irrigação e logística.

O governo estadual entrou inicialmente com um aporte de R$ 150 milhões por meio da Fomento Paraná, instituição financeira responsável pela formatação do fundo, que já dispõe de outros R$ 200 milhões para alavancar fundos da mesma natureza. A iniciativa foi desenvolvida para oferecer uma alternativa de financiamento ao Plano Safra e de outros recursos destinados ao crédito rural, que têm se mostrado insuficientes para atender a toda a demanda nacional e no próprio Estado. Diferentemente do programa federal, cuja maior parte dos recursos são usados para custeio e comercialização da produção, o FIDC Agro Paraná será focado na oferta de crédito para melhorias e ampliação das atividades agrícolas.

Segundo o governador, a criação do fundo busca aproveitar dois dos principais potenciais econômicos do Paraná, que são a força da agroindústria e o modelo produtivo cooperativista. “Com a ampliação da oferta de crédito, queremos estimular os investimentos em áreas que são a vocação do Paraná, tanto é que já temos quatro cooperativas que estão preparando os seus fundos, além da sinalização de outros segmentos do setor que já demonstraram interesse em aderir”, afirmou. Ele esclareceu que os aportes do Governo do Estado por meio da Fomento Paraná buscam equalizar os juros dos futuros financiamentos, e que toda a gestão do fundo será privada. “Quem definirá os investimentos que serão feitos será o setor produtivo. O que o Estado definiu foram algumas regras para incentivar a cadeia econômica, como a preferência pela aquisição de produtos feitos no Paraná”, acrescentou. A expectativa é de que, conforme a iniciativa avance com a atração de mais investidores, o Executivo Estadual possa fazer novos aportes para multiplicar os investimentos em todas as regiões produtivas do Paraná. “O governo estadual dispõe no total de R$ 2 bilhões, o que pelos nossos cálculos podem gerar uma alavancagem de até R$ 14 bilhões em investimentos totais para o agronegócio na medida em que o projeto se consolide”, concluiu o governador.

Gestão financeira
Além de ser a principal cotista nesta etapa do processo, a Fomento Paraná atuará como o braço do Estado na definição das políticas de aplicação de recursos do fundo. A participação dela é limitada a 20% dos recursos totais aplicados, sendo o restante oriundo da iniciativa privada e de outros investidores qualificados, incluindo as próprias cooperativas. A gestão do FIDC Agro Paraná será feita pela Suno Asset, escolhida por meio de chamada pública da Fomento Paraná. Pertencente ao Grupo Suno, a gestora possui mais de R$ 1,5 bilhão sob sua gestão, sendo mais de R$ 500 milhões investidos no agronegócio, e trabalhará para atrair mais investidores privados ao novo fundo.

“O Paraná é o primeiro estado a ter um instrumento de crédito deste tipo, em um arranjo que também envolve as cooperativas e empresas integradoras paranaenses e uma empresa gestora, que buscarão no mercado outros investidores para alavancar o negócio”, destacou o presidente da Fomento Paraná, Claudio Stabile. O foco inicial será nas cooperativas e empresas integradoras paranaenses, que possuem uma estrutura financeira e administrativa mais robusta, e a partir da consolidação do Fundo, diversas outras cooperativas e integradoras poderão ser atendidas. O acesso aos recursos pelos produtores rurais cooperados e integrados será definido em uma segunda etapa e os critérios seguirão o regramento definido pela Fomento Paraná e pela Suno Asset. “É mais uma vertente de crédito que se abre para o agronegócio paraense com uma taxa de juros e formas de amortização muito atrativas, em que as cooperativas e integradoras também poderão ganhar como investidoras do próprio fundo”, pontuou o presidente da Fomento Paraná.

Além dos investimentos serem feitos exclusivamente no Paraná via cooperativas e integradoras, o regulamento do fundo também prevê que os produtos e serviços a serem financiadas com recursos do fundo sejam prioritariamente adquiridos de empresas instaladas no Paraná. “A ideia principal é que os implementos, máquinas e equipamentos sejam preferencialmente produzidos no Paraná, criando um ciclo virtuoso de geração de emprego, renda e aumento da arrecadação”, argumentou o presidente da Fomento Paraná. Uma das motivações para a criação do FIDC Agro Paraná foi aproveitar o potencial das cooperativas paranaenses, que segundo o governador são um dos principais ativos econômicos estaduais. Atualmente, há 226 cooperativas atuantes no Paraná, das quais 16 figuram entre as 500 maiores empresas do Brasil e 11 entre as maiores cooperativas agroindustriais do mundo. Em 2024, as cooperativas paranaenses tiveram um faturamento de R$ 205,7 bilhões, segundo dados do Sistema Ocepar. Com o aumento da produção e o retorno dos investimentos agroindustriais feitos nos últimos anos, a expectativa é que esta movimentação chegue a R$ 300 bilhões até 2026 e a R$ 500 bilhões em 2030.

FIDC Agro Paraná oferecerá crédito atrativo para que produtores rurais vinculados às cooperativas paranaenses possam ampliar as suas atividades

BRDE supera R$ 21,5 bilhões em carteira de crédito

Resultado reforça posição do banco como segunda maior instituição de fomento do país

BRDE manteve o índice extremamente baixo de inadimplência

Após fechar 2024 muito próximo dos R$ 6 bilhões (R$ 5,9 bilhões) em novos financiamentos, o maior volume já registrado desde sua fundação, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) superou a marca de R$ 21,5 bilhões no saldo de operações de crédito, com crescimento de 20,6% na comparação ao ano anterior. Com essa forte expansão da sua carteira, o ativo total do banco registrou um avanço ainda mais expressivo, de 21,3%, chegando a R$ 25,6 bilhões. Os números consolidam o BRDE como a segunda maior instituição de fomento do país, atrás apenas do BNDES, e a maior em termos de atuação regional.

Os resultados constam do balanço financeiro divulgado nesta segunda-feira (31) e indicam que o lucro líquido do banco fechou em R$ 472,5 milhões, representando uma redução de 8,6% em comparação a 2023. Mesmo assim, trata-se do segundo melhor resultado operacional da série histórica, impactando num crescimento de 9,6% no patrimônio líquido (R$ 4,9 bilhões), o que permite maior capacidade financeira para novas captações de recursos e novas linhas de crédito. “Diante de um ano de enormes desafios, desde o esforço para viabilizar um volume tão expressivo em novos financiamentos e passando pela urgência em apoiar os setores mais afetados pelos desastres climáticos, os resultados são positivos em todos os aspectos. Mas acima de tudo, reforçam o nosso papel estratégico para o crescimento da economia em todo o Sul do Brasil”, destacou o diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior.

Outro indicador positivo que demonstra a gestão sólida e que está expresso no balanço, prossegue o presidente, está na manutenção do índice extremamente baixo de inadimplência, que ficou em 0,64%, mesmo patamar do ano anterior. “Sinaliza que o banco oferece crédito, mas igualmente presta assessoria para que o projeto financiado tenha êxito”, acrescentou. Ranolfo lembra ainda que no ano passado o BRDE prorrogou o pagamento de parcelas por parte das empresas atingidas pelas enchentes, justamente para garantir a retomada das atividades e preservar empregos.

Além de seguir operando em parceria com as principais instituições financeiras internacionais, um destaque, a partir da política de diversificação de fundings, foi a captação de recursos no mercado de capitais. A partir de 2024, o BRDE passou a operar através das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), das Letras Financeiras (LF) e das Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD), alcançando investidores do varejo por meio de corretoras e gestoras de ativos. Ao todo, foram R$ 683,7 milhões captados através dos títulos de renda fixa, com o BRDE sendo pioneiro como a primeira instituição do país a realizar a emissão de LCD. Como principal parceiro, o Sistema BNDES respondeu por 52,7% dos recursos destinados a novos financiamentos ao longo do ano passado. Já as contratações com recursos de parcerias internacionais representaram 11,6% do total.

Resultado reforça posição do banco como segunda maior instituição de fomento do país

Preocupação com inflação aumenta entre brasileiros

Por outro lado, sete em cada dez entrevistados estão satisfeitos com a vida pessoal

A opinião de que a inflação aumentou nos últimos seis meses é igual ou superior a 85% é generalizada e abrange todas as regiões

O brasileiro começou o ano de 2025 mais preocupado com a inflação e com o aumento do custo de vida. A percepção de que os preços estão em elevação saltou de 74% em setembro de 2024 (última edição em que a pergunta havia sido feita) para 89% agora, o maior percentual em mais de dois anos. A opinião de que a inflação aumentou nos últimos seis meses é igual ou superior a 85% é generalizada e abrange todos os estratos sociodemográficos e regiões brasileiras.

Alimentos e outros produtos do abastecimento doméstico consolidam-se no primeiro lugar entre os itens mais impactados pela inflação. Algumas alterações foram observadas entre setembro e março como de maior peso na inflação: 74% indicam alimentos e outros produtos do abastecimento doméstico, 4 pontos a mais que na onda anterior (70%). O preço dos combustíveis assumiu a segunda posição entre os itens mais afetados (31%), à frente de saúde e medicamentos, agora em terceiro lugar (30%). Os dados são revelados pela sétima edição da Pesquisa Radar Febraban, realizada entre os dias 19 e 21 de março com 2 mil pessoas em todo o país. O levantamento mostra que, por outro lado, a percepção com relação à vida pessoal e familiar se mostra praticamente estável em comparação a dezembro de 2024, com 72% de respostas para “satisfeito” ou “muito satisfeitos”.

Segundo a pesquisa, 80% dos brasileiros avaliam que nesse primeiro trimestre sua vida pessoal e familiar ou melhorou (41%) ou ficou igual (39%). Esse balanço representa um retorno aos patamares de abril de 2024 (melhorar: 41%; ficar igual: 41%) e abril de 2023 (melhorar: 41%; ficar igual: 38%), revelando uma tendência para esse período do ano. “As notícias sobre a economia, marcadas no primeiro trimestre por temas como aumento da inflação e da taxa de juros, revisão para baixo das previsões de crescimento do PIB e possível impacto das políticas comerciais dos Estados Unidos sob o novo governo de Donald Trump, trouxeram incertezas para os brasileiros e impactaram as expectativas em relação ao Brasil no decorrer do ano”, aponta o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do conselho científico do Ipespe. A Pesquisa Radar Febraban é realizada trimestralmente pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) e mapeia a percepção e expectativa da sociedade sobre a vida, aspectos da economia e prioridades para o país.

Por outro lado, sete em cada dez entrevistados estão satisfeitos com a vida pessoal

Semana das vendas recorrentes da PipeRun tem mais de 20 especialistas confirmados

Evento online e gratuito acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril

De acordo com o Chief Revenue Officer da CRM PipeRun, Fausto Reichert, o conteúdo do evento foi pensado para ajudar empresas e profissionais a superar as barreiras de um ano desafiador

Os desafios de metas, vendas e crescimento das empresas são alguns temas que serão debatidos na semana das vendas recorrentes, evento organizado pela PipeRun, que reunirá executivos de tecnologia, marketing e comunicação em talks sobre as melhores estratégias e práticas para vender e atingir metas. Serão três dias de discussões com a participação de mais de 20 especialistas de grandes empresas atuantes no Brasil.

O head de vendas da Oracle, Andrey de Oliveira e o head de parcerias e vendas da Asaas, Rafael Souza são alguns dos nomes confirmados para o evento. Os dois executivos participarão do painel de abertura da semana das vendas recorrentes, que tem como tema central as vendas corporativas B2B. Além deles, Matheus Lopes da V4 Company, Leonardo de Paula da Gupshup, Thais Sterenberg da Elephan e Vinícius Bento da CustomerX também participarão dos painéis com assuntos relacionados a todo o funil de vendas, desde a captação de leads ao sucesso do cliente.

A semana das vendas recorrentes é uma iniciativa da PipeRun e acontece em formato online e gratuito nos dias 15, 16 e 17 de abril. Os painéis serão distribuídos em quatro horários diários, às 9h, às 11h, às 14h e às 17h, com espaço para abertura de perguntas entre os participantes. As inscrições para a semana das vendas recorrentes, que são gratuitas, podem ser feitas na página do evento, que também traz o cronograma completo e a lista de palestrantes confirmados.

De acordo com o Chief Revenue Officer da CRM PipeRun, Fausto Reichert, o conteúdo do evento foi pensado para ajudar empresas e profissionais a superar as barreiras de um ano desafiador. “Convidamos executivos experientes de empresas referências, que vão abordar assuntos relacionados a vendas e tecnologias que otimizam o processo comercial, trazendo, principalmente, suas atividades e ações práticas, erros e acertos de quem entende o mercado e faz suas empresas crescerem continuamente. Queremos levar conteúdo educativo para ajudar empresas a venderem mais e melhor”, destaca.

Evento online e gratuito acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril

Câmara aprova lei da reciprocidade comercial e texto vai à sanção

Aprovação ocorre após Trump anunciar taxação para produtos brasileiros

O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (2), o Projeto de Lei (PL) 2.088/2023, que cria a lei da reciprocidade comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. Agora, o texto segue para sanção presidencial. O texto do PL já havia sido aprovado nesta terça-feira (1) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e no plenário do Senado, por unanimidade. O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais. O anúncio do novo tarifaço, realizado mais cedo pelo líder norte-americano, incluiu uma nova sobretaxa de 10% sobre produtos brasileiros.

Reciprocidade
O artigo 1º do projeto de lei da reciprocidade comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”. A lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No artigo 3º, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão. O prazo para que seja sancionada pelo presidente da República e entre definitivamente em vigor são 15 dias úteis após a aprovação.

Com ABR

Aprovação ocorre após Trump anunciar taxação para produtos brasileiros

Trump anuncia taxa de 10% para produtos brasileiros

Para a China, a taxa será de 34% e, para a União Europeia, de 20%

Durante evento na Casa Branca, Trump disse que tornará os “Estados Unidos grande novamente”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) um “tarifaço” global sobre impostos de importação. A data foi nomeada pelo republicano como o “Dia de Libertação”. Ele confirmou uma taxa de 10% para os produtos brasileiros. Para a China, a taxa será de 34% e, para a União Europeia, de 20%. “Vamos cobrar aproximadamente metade do que outros países cobram de nós”, enfatizou o presidente, ao mostrar uma tabela com nomes de diversos países, onde continham percentuais de tarifas que eles cobram dos Estados Unidos no comércio e a taxa que Washington passaria a aplicar.

“Fomos gentilmente recíprocos, não totalmente recíprocos”, fez questão de dizer. Trump exemplificou que o imposto cobrado pela China é de 67% e os norte-americanos aplicariam uma taxa de reciprocidade de 34%, praticamente metade do índice. No caso da União Europeia, para uma taxa de 39% os Estados Unidos cobrarão uma sobretaxa de 20%. No caso do Brasil, a tabela apontou o mesmo percentual (10%). Durante evento na Casa Branca, ele disse que tornará os “Estados Unidos grande novamente”. No anúncio, Trump ainda fez críticas aos governos passados, em especial a administração de Joe Biden, por terem deixado outros países aplicarem elevadas taxas aos produtos norte-americanos, impactando a indústria nacional. Segundo ele, esses países “estão roubando” e “levando vantagem” dos Estados Unidos.

Com ABR

Para a China, a taxa será de 34% e, para a União Europeia, de 20%

Presidente do Banco Central explica nível das taxas de juros

Para Galípolo, a política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países

Galípolo: compromisso com a meta de inflação é “inabalável”

Diante de várias críticas sobre a alta recente das taxas de juros, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta terça-feira (1) na Câmara dos Deputados que a política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países para obter os mesmos efeitos. Vários deputados fizeram críticas ao nível dos juros em sessão solene que homenageou os 60 anos do Banco Central. Galípolo disse que o Banco Central precisa comunicar essas decisões de política monetária de uma maneira que as pessoas entendam. Segundo o presidente do BC, em outros países, também o setor financeiro não entende por que, mesmo com taxas altas, a economia brasileira ainda consegue manter o dinamismo. Ou seja, por que são necessárias doses tão altas de juros para controlar a inflação.

“Alguns grupos conseguem exceções para pagar menos, enquanto uma grande maioria é obrigada a pagar mais em compensação. Nós temos uma série de subsídios cruzados, perversos e regressivos na sociedade brasileira. E talvez para nós, do Banco Central, esses ônus e bônus, essas trocas, sejam mais evidentes”, destacou. Galípolo disse, porém, que seu compromisso com a meta de inflação é “inabalável” e que o desafio da instituição é a comunicação fundamentada das suas decisões.

Com Agência Câmara de Notícias

Para Galípolo, a política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países

Rafael Lucchesi assumirá presidência da Tupy em maio

Ele ocupará a posição de Fernando Cestari de Rizzo

Lucchesi traz vasta experiência adquirida ao longo de mais de duas décadas à frente de importantes instituições como a CNI

A Tupy comunicou que o conselho de administração deliberou por maioria pelo início do processo de transição do cargo de diretor presidente da companhia, atualmente ocupado por Fernando Cestari de Rizzo, que permanecerá na posição atual até 30 de abril, data em que se encerra o seu prazo de gestão. Rafael Lucchesi ocupará a posição a partir do dia 1º de maio.

Com uma trajetória consolidada em liderança industrial e desenvolvimento tecnológico, Lucchesi traz vasta experiência adquirida ao longo de mais de duas décadas à frente de importantes instituições como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Social da Indústria (Sesi), além de ter atuado como presidente do conselho de administração do BNDES. “Sua expertise na formulação de políticas industriais e sua atuação em conselhos estratégicos, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial e o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, reforçam seu compromisso com a modernização da indústria brasileira”, destaca a companhia catarinense em seu comunicado.

A Tupy é a 23ª maior empresa da região e também a sexta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Ele ocupará a posição de Fernando Cestari de Rizzo

Indústria chega ao quinto mês seguido sem crescimento

O setor se encontra 1,1% acima do nível pré-pandemia

O segmento de produtos farmoquímicos e farmacêuticos foi o principal responsável pelo desempenho negativo da indústria em fevereiro

A produção industrial brasileira apresentou leve queda de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro. A redução de ritmo acontece após a variação nula (0,0%) verificada no mês anterior, quando interrompeu três meses consecutivos de taxas negativas, período no qual acumulou perda de 1,2%. Em relação a fevereiro de 2024, a indústria teve crescimento de 1,5% na sua produção, nono resultado positivo seguido. No ano, acumula alta de 1,4% e, em 12 meses, expansão de 2,6%. Com esses resultados, a indústria se encontra 1,1% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 15,7% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM – Brasil), divulgada pelo IBGE.

“O desempenho negativo da indústria em fevereiro reforça o comportamento de menor intensidade da produção industrial nos últimos meses. É o quinto mês seguido sem crescimento, com perda acumulada de 1,3% nesse período, e elimina o avanço de 1% registrado nos meses de agosto e setembro de 2024. Além disso, em fevereiro observamos uma disseminação de taxas negativas. Essa perda de dinamismo da indústria tem relação com a redução dos níveis de confiança das famílias e dos empresários, explicada, em grande parte, pelo aperto na política monetária (com o aumento das taxas de juros a partir de setembro de 2024), a depreciação cambial (pressionando os custos de produção) e a alta da inflação (especialmente a de alimentos, o que impacta na renda disponível das famílias)”, explica André Macedo, gerente da PIM Brasil.

De janeiro para fevereiro, duas das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 25 ramos industriais pesquisados tiveram queda na produção. As principais influências negativas vieram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,3%), máquinas e equipamentos (-2,7%), produtos de madeira (-8,6%), produtos diversos (-5,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-1,5%) e móveis (-2,1%). Responsável pelo maior impacto negativo no resultado deste mês, o setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,3%) interrompeu dois meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 7,1%.

“A queda da indústria farmacêutica pode ser explicada pela própria volatilidade de resultados, que é uma característica do setor, pelo menor número de dias trabalhados, por conta da concessão de férias coletivas em algumas plantas industriais, e por uma base de comparação mais elevada, devido aos avanços registrados em janeiro de 2025 (4,5%) e dezembro de 2024 (2,5%), com ganho acumulado de 7,1% nesse período”, afirma Macedo. No sentido oposto, entre as 11 atividades que apresentaram alta na produção, indústrias extrativas (2,7%) e produtos alimentícios (1,7%) exerceram os principais impactos em fevereiro de 2025. A primeira eliminou a queda de 2,5% verificada em janeiro último, e a segunda registrou o terceiro mês seguido de crescimento na produção, período em que acumulou alta de 4%.

O setor se encontra 1,1% acima do nível pré-pandemia

Empresas pretendem contratar mais executivos, mas esbarram na escassez de profissionais

Mais da metade das companhias brasileiras vê a falta de profissionais como o maior desafio para este ano

A maior parte das empresas também vê a retenção como um desafio para a expansão dos seus times

Pesquisa que reúne as principais tendências, desafios, modificações e redesenhos do mercado executivo brasileiro, a Leadership Outlook 2025, do Evermonte Institute, traz um dado bastante revelador. De acordo com o estudo, 84% das companhias brasileiras planejam ampliar a contratação de executivos neste ano. A maioria (54%), no entanto, também aponta a escassez de profissionais como uma grande barreira a ser superada. Além de não encontrar executivos no mercado, a maior parte (52%) das empresas ouvidas pelo estudo também vê a retenção como um desafio para a expansão dos seus times. “O que podemos observar a partir dos resultados da pesquisa é um desalinhamento entre o crescimento projetado pelas companhias e a capacidade de execução”, explica o diretor associado do Evermonte Institute, Paulo Walendorff.

Na prática, a lacuna entre a escassez de profissionais e a expansão das posições executivas mostra que existem mais oportunidades do que pessoas capacitadas para assumi-las – o que toca em outro ponto nevrálgico no contexto do mercado executivo: o desenvolvimento de talentos. Para 17% das empresas, esta é a maior lacuna das companhias brasileiras atrás da eficiência operacional. “Os dados mostram que, diante da crescente escassez de profissionais, é urgente reavaliar e aprimorar as práticas voltadas à atração, fidelização e desenvolvimento dos colaboradores, investindo continuamente na formação de novas lideranças”, ressalta Walendorff.

Leadership Outlook 2025
O estudo do Evermonte Institute ouviu 320 profissionais em cargos de gerência sênior, diretoria, C-Level e conselho em todo o Brasil, sendo 28,4% da área de Finanças; 19,7% de Recursos Humanos; 17,8% de Operações; 16,2% de Vendas e Marketing; e 11,9% de Tecnologia. Foram analisadas três grades de companhias com base no faturamento anual: até R$ 500 milhões (38,6% das respondentes); de R$ 500 milhões a R$ 2 bi (32,4%) e acima de R$ 2 bi (29%). A maior parte das empresas ouvidas é de capital fechado (70,6%) e está nas regiões Sul (43,9%) e Sudeste (38,9%).

Mais da metade das companhias brasileiras vê a falta de profissionais como o maior desafio para este ano

Curitibana Midialand desembarca em Florianópolis

Companhia de mídia exterior terá 20 paineis na capital catarinense

Pesquisa indica que o OOH é a única mídia que atinge mais de 90% da população semanalmente

Divulgando grandes marcas como Ambev, Estácio (foto), Grupo Plaenge e Uber, a empresa de mídia exterior curitibana Midialand multiplicou por oito o seu faturamento entre 2021 e 2023. Um avanço acompanhado de investimentos e aumento da estrutura física da empresa, que somente em no ano passado instalou mais de 20 estruturas digitais novas, localizadas em espaços de grande movimentação de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais e Porto Alegre, onde também atua. Assim, a empresa passou a impactar mais de 11 milhões de pessoas por dia. 

Pesquisa recente do Institute of Practitioners of Advertising (IPA) para analisar o consumo de mídia publicitária no Reino Unido, indica que o OOH é a única mídia que atinge mais de 90% da população semanalmente. Em tradução livre para o português, a mídia Digital Out of Home (DOOH) significa mídia fora de casa, disponível para quem está circulando pelas ruas da cidade. Seu avanço permitiu que grandes marcas pudessem melhorar a eficácia e o nicho dos seus anúncios com segmentação de horário, localização e audiência. Também segundo a pesquisa, 64% do tempo gasto com mídia comercial ainda é financiado por anúncios. Motivo de sobra para os empresários continuarem acreditando na expansão do segmento. Por isso, a Midialand está de malas prontas para desembarcar em Florianópolis com um circuito digital com mais de 20 paineis, abrangendo assim os três estados da região Sul. “Estamos animados e com a adrenalina a mil para este novo desafio. Sabemos que é somente com competência e coragem para desbravar novos mercados que iremos crescer ainda mais. Estamos prontos para fazer sucesso em mais um estado”, comenta Juliano Aichinger, CEO da Midialand.

“As empresas estão conscientes da importância da mídia exterior em campanhas de alta escala e reconhecimento de marca. Com a fragmentação do consumo em outras mídias, o OOH se torna fundamental para as campanhas atingirem o público em geral”, completa Aichinger. No último ano, a empresa também avançou na sua diversidade de produtos. Como foi o caso do envelopamento nos túneis de pedestres, ativações de marcas e ações promocionais nos terminais de Curitiba. A novidade é oferecida como uma nova alternativa para os clientes, já que a empresa também é detentora da exclusividade de mídia no transporte público da cidade (ônibus e terminais). Com este direito, a empresa amplia a presença nos terminais da capital paranaense, onde passa a atuar nos 23 terminais urbanos da cidade com a instalação de novos painéis internos e externos. “Foi um ano comercialmente promissor, onde tivemos um crescimento relevante de receita e na diversidade de produtos oferecidos. Além da chegada em Santa Catarina, também queremos oferecer mais e novos produtos, em todas as praças em que atuamos”, conclui Aichinger.

Companhia de mídia exterior terá 20 paineis na capital catarinense

Senado aprova projeto da reação brasileira a tarifas

Texto seguirá para a Câmara

Lei prevê medidas protecionistas que podem acarretar contramedidas do Poder Executivo, como a interferência em escolhas soberanas do Brasil por meio de adoção de medidas comerciais unilaterais

O Plenário do Senado aprovou, na terça-feira (1), o projeto que prevê medidas de resposta a barreiras comerciais impostas por outros países a produtos brasileiros. O PL 2.088/2023, do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), foi aprovado pela manhã na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em caráter terminativo e seria encaminhado diretamente para a Câmara dos Deputados depois do prazo de cinco dias. Porém, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), apresentou um recurso para o texto passar pelo Plenário e outro para a matéria tramitar em regime de urgência, como forma de apressar a votação e o envio para a Câmara. A expectativa é que o texto seja aprovado pelos deputados nesta quarta-feira (2).

O texto prevê as seguintes medidas protecionistas que podem acarretar contramedidas do Poder Executivo: interferência em escolhas soberanas do Brasil por meio de adoção de medidas comerciais unilaterais; violação de acordos comerciais; ou exigência de requisitos ambientais mais onerosos do que os parâmetros, normas e padrões de proteção ambiental adotados pelo Brasil. Entre as contramedidas que podem ser adotadas pelo Poder Executivo, que devem ser proporcionais, o texto prevê as seguintes: imposição de tributos, taxas ou restrições sobre importações de bens ou serviços de um país; suspensão de concessões comerciais ou de investimentos; e suspensão de concessões relativas a direitos de propriedade intelectual. O texto também prevê a realização de consultas diplomáticas para mitigar ou anular efeitos das medidas e contramedidas.

Com Agência Senado

Texto seguirá para a Câmara

Paraná e Finep vão investir R$ 30 milhões em empresas para criação de produtos inovadores

O Programa Tecnova III tem o objetivo de promover o incremento da competitividade das empresas

O prazo para a submissão de propostas no edital do Tecnova III é até 3 de junho e o resultado final será publicado a partir do dia 12 de fevereiro de 2026

O governo paranaense, por meio da Fundação Araucária, e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram nesta terça-feira (1) o Programa Tecnova III, com objetivo de promover um aumento das atividades de inovação e o incremento da competitividade das empresas e da economia do País. O evento contou com a participação presencial e online de mais de 200 pessoas. Serão disponibilizados recursos não reembolsáveis para subvenção econômica no valor global de até R$ 30,1 milhões. Nesta edição do Tecnova, além de recursos destinados ao desenvolvimento de produtos, e ou processos inovadores, serão incluídos recursos adicionais para aceleração e internacionalização das empresas selecionadas. Serão beneficiadas até 60 empresas. O prazo para a submissão de propostas no edital do Tecnova III é até 3 de junho e o resultado final será publicado a partir do dia 12 de fevereiro de 2026.

“O Tecnova III é mais uma iniciativa que envolve um conjunto de estratégias para a criação de riqueza e qualidade de vida para a nossa sociedade. É mais um programa à disposição da sociedade”, destacou o diretor de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da Seti, Luiz Márcio Spinosa. A iniciativa também conta com o apoio das secretarias da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI) e de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI). “O Paraná possui uma teia de ecossistemas de inovação diferenciada, e é justamente essa diversidade que faz com que consigamos alavancar recursos. Temos clareza em utilizar a alta qualificação que possuímos na academia para a transformação da ciência e tecnologia em inovação”, ressaltou o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.

As áreas prioritárias que poderão receber recursos do Tecnova III são: agricultura e agronegócio; biotecnologia e saúde; energias inteligentes; cidades inteligentes e educação, sociedade e economia. contando ainda com as áreas transversais: desenvolvimento sustentável e transformação digital. “O Tecnova prioriza o desenvolvimento de produtos (bens ou serviços) e/ou processos inovadores – novos ou significativamente aprimorados voltados para os setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública de inovação dos estados”, comentou a gerente do Departamento Tecnológico e Subvenção Descentralizada da Finep, Ana Costa.

O Programa Tecnova III tem o objetivo de promover o incremento da competitividade das empresas