Archives 2024

Android 15 chega ao Pixel com novos recursos de segurança

O Android 15 finalmente chegou aos proprietários de dispositivos Pixel, após o Google compartilhar o código-fonte no Android Open Source Project no início de setembro. Embora a atualização via OTA tenha demorado um pouco mais para ser liberada, a nova versão promete melhorias significativas na experiência do usuário. Um dos destaques é a nova funcionalidade […]O Android 15 finalmente chegou aos proprietários de dispositivos Pixel, após o Google compartilhar o código-fonte no Android Open Source Project no início de setembro. Embora a atualização via OTA tenha demorado um pouco mais para ser liberada, a nova versão promete melhorias significativas na experiência do usuário. Um dos destaques é a nova funcionalidade […]

Trump expressa preocupação com o poder do Google e que irá ‘tomar alguma ação’

Em uma entrevista realizada na tarde de hoje, Donald Trump comentou sobre os desafios antitruste enfrentados pelo Google, ressaltando seu receio em relação ao poder que a gigante da tecnologia exerce no mercado. Trump afirmou que “o Google tem muito poder”, mas não se posicionou a favor de uma possível desintegração da empresa, enfatizando a […]Em uma entrevista realizada na tarde de hoje, Donald Trump comentou sobre os desafios antitruste enfrentados pelo Google, ressaltando seu receio em relação ao poder que a gigante da tecnologia exerce no mercado. Trump afirmou que “o Google tem muito poder”, mas não se posicionou a favor de uma possível desintegração da empresa, enfatizando a […]

Bunge, a maior empresa catarinense, também é a maior do Sul

As empresas de Santa Catarina também exibem o melhor índice médio de rentabilidade sobre receita no ranking 500 MAIORES DO SUL

A Bunge segue na ponta sendo também a maior companhia da região Sul pela sexta edição consecutiva

Desde a edição de 2013, baseada em balanços do ano de 2012, as empresas de Santa Catarina presentes no maior ranking regional do Brasil exibem o melhor índice médio de rentabilidade sobre receita – e não foi diferente em mais esta edição. E isso se repete tanto entre todas as representantes do primeiro pelotão como também entre as 100 maiores catarinenses, com uma margem de 10,7%. Tamanha rentabilidade rendeu um lucro de R$ 25 bilhões para o Top-100 de Santa Catarina, um aumento de 27,5% sobre a última linha do balanço de 2022. O que faz brilhar esse resultado é que as vendas foram um pouco menores em 2023: R$ 342,1 bilhões (-0,6%). As catarinenses também mantiveram o nível de endividamento (52,4%) em linha com a edição passada (52,1%), enquanto a soma dos prejuízos foi reduzida praticamente à metade (R$ 1,3 bilhão).

O Top 10 de Santa Catarina mantém inalteradas as cinco primeiras posiçes, com Bunge liderando, seguida por BRF, Weg, AuroraCoop e Engie. A Bunge segue na ponta sendo também a maior companhia da região Sul pela sexta edição consecutiva. No entanto o Sicredi está logo atrás, com uma diferença de R$ 1,7 bilhão no VPG. A empresa de Gaspar também leva o troféu de maior receita líquida, enquanto a BRF obteve o maior patrimônio líquido entre as cem maiores de Santa Catarina. A lista das dez primeiras colocadas revela importantes movimentações, mais especificamente o sexto e o sétimo lugares onde Tupy e Celesc trocaram posições. Além disso, a Whirlpool ganhou uma posição, assim como o Grupo Havan que ganhou a décima colocação. A CGTEE caiu do sexto para o nono lugar.

Nada menos que 16 companhias entraram – ou voltaram – para o pelotão das cem maiores de Santa Catarina, entre elas Irmãos Fischer, J.B. World Entret. (Beto Carrero), Laticínios São João, Metalúrgica Riosulense, Neon Financeira, a construtora Rôgga, Rohden Portas e Artefatos de Madeira e Selbetti (veja todos os detalhes nas tabelas a seguir, que também revelam as 50 maiores receitas líquidas, os 50 maiores patrimônios líquidos e os destaques em outros indicadores de desempenho, como os dez maiores lucros, por exemplo).“A parceria exitosa entre o Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil revela um acompanhamento histórico dos movimentos de diversos setores econômicos do Sul, assim como de cada um dos estados. Também temos conseguido mostrar o avanço do grau de competividade das empresas sediadas na região”, afirmou Jorge Polydoro, publisher do Grupo AMANHÃ.

“É estimulante constatar que o desempenho das empresas catarinenses no exercício de 2023 foi positivo em vários aspectos, principalmente quando se referem às primeiras colocadas. Interessante destacar também que Santa Catarina é o estado, dentre os três da região Sul, que vem observando nos últimos anos uma constante entrada de novas empresas no ranking”, considera Leandro Camilo, sócio da PwC Brasil e líder de Santa Catarina. “Em nossa análise dos balanços de empresas da região Sul para a elaboração do ranking das 500 MAIORES DO SUL, pudemos perceber que o ano de 2023 foi desafiador. Em contrapartida, também possível notar que as companhias que estruturaram suas práticas de ESG, englobando governança, sustentabilidade, social e diversidade, destacaram-se e obtiveram resultados bastante positivos”, salienta Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul.

Sobre o critério de classificação das empresas – Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de um cálculo que considera os três grandes números de um balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

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As empresas de Santa Catarina também exibem o melhor índice médio de rentabilidade sobre receita no ranking 500 MAIORES DO SUL

Google Docs facilita organização de documentos com nova função de abas

O Google está lançando uma nova funcionalidade no Google Docs que promete facilitar a gestão de grandes documentos: as abas. Essa atualização permite que os usuários organizem informações em um único arquivo, eliminando a necessidade de criar múltiplos documentos vinculados. Com as abas e sub-abas, será possível dividir o conteúdo de maneira mais eficiente, facilitando […]O Google está lançando uma nova funcionalidade no Google Docs que promete facilitar a gestão de grandes documentos: as abas. Essa atualização permite que os usuários organizem informações em um único arquivo, eliminando a necessidade de criar múltiplos documentos vinculados. Com as abas e sub-abas, será possível dividir o conteúdo de maneira mais eficiente, facilitando […]

Veja como foi o anúncio das 100 maiores empresas do Rio Grande do Sul

Painel de abertura colocou em foco o diálogo entre diferentes gerações

Além do encontro presencial, o evento foi transmitido no canal da AMANHATV no YouTube. Confira na íntegra

O Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil promoveram nesta quarta-feira (9) a cerimônia de premiação das cem maiores empresas do Rio Grande do Sul que estão no ranking 500 MAIORES DO SUL 2024. Em sua 34ª edição, o evento ocorreu no Nau Live Spaces, em Porto Alegre. Além do encontro presencial para os premiados, parceiros e autoridades, o evento também foi transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube e permanece disponível para os interessados (clique aqui).

Diálogos entre gerações
O painel de abertura reuniu lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharam suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” contou com as presenças de Daniel Randon, presidente da RandonCorp; Thomas Oderich, head de marketing e relações institucionais da Oderich, e Elis Horn, gerente de produto da Lojas Renner.

As cem companhias catarinenses serão reveladas no próximo dia 15, enquanto as cem maiores paranaenses serão agraciadas no dia 21. Nesta data, AMANHÃ e PwC também disponibilizarão o ranking completo, com a lista das 500 MAIORES DO SUL e as 500 emergentes.

Painel de abertura colocou em foco o diálogo entre diferentes gerações

BC não deveria votar para definir meta de inflação, defende Galípolo

Para futuro presidente, BC deve apenas cumprir meta fixada

“A sociedade pode discutir, economistas podem discutir, todo mundo pode discutir, mas o diretor de Banco Central não discute meta, o diretor de Banco Central persegue a meta”, afirmou Galípolo

Para o diretor de política monetária e futuro presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, a autoridade monetária não deveria votar para definir a meta de inflação no Conselho Monetário Nacional (CMN), que atualmente é composto pelo Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e pelo presidente do BC. Durante participação em um evento, em São Paulo, Galípolo afirmou que a decisão sobre a taxa adequada de inflação deveria ser estabelecida apenas pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e que o Banco Central deveria se manter focado apenas no cumprimento da meta.

“Eu tenho dito sistematicamente que eu acho que o Banco Central não deveria nem votar no CMN na determinação da meta que ele mesmo tem de perseguir. Acredito que isso é um não tema para diretor de Banco Central. A meta de inflação foi estabelecida pelo CMN, cabe ao Banco Central colocar a taxa de juros no patamar restritivo o suficiente e pelo tempo que for necessário para atingir a meta”, defendeu. “A sociedade pode discutir, economistas podem discutir, todo mundo pode discutir, mas o diretor de Banco Central não discute meta, o diretor de Banco Central persegue a meta”, emendou.

Durante o evento Ita BBA Macrovision, o diretor de política monetária disse não haver divergências políticas dentro da autarquia e destacou que o processo de transição do BC tem sido um exemplo. “Acho que o BC está se consolidando ali como um pilar de institucionalidade que nem se deixa invadir e também não se evade, não transpassa partes que deveriam ser da própria política monetária. Nós estamos lá no BC convivendo de maneira absolutamente harmônica. Gosto de acreditar que os diretores são todos meus amigos, mas institucionalmente a gente vive de maneira absolutamente harmônica, técnica e com alto grau de coesão”, contou.

Ele também afirmou que a posição do Banco Central é sempre mais conservadora e cautelosa no estabelecimento da política monetária. “A posição do Banco Central é de ser mais conservador. O que sinaliza ao Banco Central um mercado de trabalho mais apertado é que a gente deve ser mais cauteloso na gestão da política monetária porque isso sugere um processo de desinflação mais lento e mais custoso. Daí o reflexo que a gente vê na política monetária, a maior cautela que a gente vem adotando na política monetária”, reiterou.

Crescimento e meta de inflação
Galípolo afirmou ainda que o que vem chamando mais a atenção do Banco Central é o crescimento econômico, que tem superado as expectativas, mesmo diante de um cenário de juros restritivos. “O crescimento segue surpreendendo, apesar da taxa de juros num patamar restritivo”, declarou. Ele comparou as projeções de crescimento do PIB aos aplicativos de transporte, que ficam continuamente recalculando o tempo estimado para percorrer as distâncias em São Paulo. “Ao longo do trânsito, conforme o aplicativo de trânsito ia recalculando o tempo estimado, eu fui pensando como aquilo é um pouco parecido com as nossas projeções de crescimento ao longo dos últimos anos. A gente arranca com uma estimativa original, vai recalculando e geralmente a informação relevante, a informação significativa, ela é dada alguns poucos metros antes de chegar. Eu acho que isso tem acontecido bastante com as projeções de crescimento no Brasil”, sublinhou.

Segundo ele, a expectativa da autoridade monetária e também a do mercado era de alguma desaceleração no ritmo de crescimento da economia, acompanhada de uma abertura do hiato do produto. “Desde que eu cheguei no Copom, desde a minha primeira reunião, a gente tem sempre essa projeção – e o mercado também – de que o hiato vai passar a abrir e a gente vai passar a assistir sinais de desaceleração mas, após surpresas sucessivas, a gente acabou fazendo essa mudança relevante do hiato para um campo positivo”, afirmou.

Já sobre as expectativas de inflação, Galípolo disse que elas continuam desancoradas e que isso poderia ser justificado por três fatores: o ceticismo quanto à viabilidade da meta contínua, a credibilidade e as perspectivas da economia. Mesmo assim, ele encara que esses três fatores tendem a ganhar ou perder peso ao longo do tempo. Galípolo reforçou ainda que compromisso do BC é buscar o centro da meta de inflação, de 3%. “O Banco Central tem uma meta e a função de reação do Banco Central vai sempre se dar pela perseguição da meta. Essa perseguição da meta pode ser feita com mais custo ou menos custo, a depender de uma série de variáveis que muitas vezes o Banco Central não tem controle. Mas o Banco Central vai perseguir a sua meta”, resumiu.

Com ABR

Para futuro presidente, BC deve apenas cumprir meta fixada

Sicredi segue hegemônico no Top-100 do Rio Grande do Sul

Cooperativa de crédito lidera enquanto as demais companhias trocam posições em um ano onde as cem maiores companhias gaúchas tiveram vendas e lucros menores

As cem maiores empresas do Rio Grande do Sul foram reveladas nesta quarta-feira (9) em evento presencial no Nau Live Spaces, em Porto Alegre

O ano de 2023 foi de altos e baixos para as cem maiores companhias gaúchas. Depois de terem catapultado as vendas em quase 19% em 2021, o exercício seguinte trouxe uma queda de 3,4% na receita líquida (R$ 346,4 bilhões). A soma dos lucros líquidos também foi menor: R$ 29,7 bilhões (retração de 5,7%) – e a soma dos prejuízos foi multiplicada por sete, para R$ 1,4 bilhão. Um consolo é que ao menos os patrimônios ganharam alguma envergadura: totalizaram R$ 174,8 bilhões, um leve aumento de 3,8%. Isso deu algum fôlego para a soma dos VPGs, o principal indicador de 500 MAIORES DO SUL, também avançar: R$ 239,5 bilhões, alta de 1,5%. As cem maiores empresas do Rio Grande do Sul foram reveladas nesta quarta-feira (9) em evento presencial no Nau Live Spaces, em Porto Alegre. 

O Sicredi segue hegemônico no Top-100 do Rio Grande do Sul alçando a liderança que conquistou desde 2018. A cooperativa de crédito também exibe a maior receita líquida e o maior patrimônio líquido, indicadores responsáveis por 90% da fórmula do Valor Ponderado de Grandeza, o VPG. No retrovisor da cooperativa de crédito está o Banrisul que galgou três posições em relação ao ranking anterior. Com uma receita líquida 21,1% maior, o banco estatal gaúcho também turbinou seu VPG, fato que lhe deu a vice-liderança. A Lojas Renner avançou uma posição para o terceiro lugar trocando de lugar com a empresa da área de celulose CMPC. A Yara, gigante dos fertilizantes, caiu para o quinto lugar perdendo três posições. A receita da multinacional norueguesa despencou quase 40%. A redução do preço dos fertilizantes ao longo de 2023 foi o principal fator para a queda nas vendas. De acordo com a Yara, a insegurança gerada em virtude da guerra entre Rússia e Ucrânia e as restrições sofridas pelo mercado de fertilizantes em 2022, levaram os clientes da companhia a estocarem produtos, diminuindo a demanda em 2023.

Outras mudanças relevantes no Top-10 foram protagonizadas pela distribuidora de energia RGE Sul que ganhou uma posição pulando para o sétimo lugar trocando de lugar com a RandonCorp. Já a Três Tentos Agroindustrial chegou ao décimo lugar, subindo três degraus. Quem voltou à lista das cem maiores foi o Grupo Kepler Weber, além da Imec e da Associação Hospitalar Beneficente São Vicente de Paulo (veja os detalhes nas tabelas a seguir, que também revelam as 50 maiores receitas líquidas, os 50 maiores patrimônios líquidos e os destaques em outros indicadores de desempenho, como rentabilidade sobre receita, por exemplo). “A parceria exitosa entre o Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil revela um acompanhamento histórico dos movimentos de diversos setores econômicos do Sul, assim como de cada um dos estados. Também temos conseguido mostrar o avanço do grau de competividade das empresas sediadas na região”, afirmou Jorge Polydoro, Publisher do Grupo AMANHÃ.

“Percebemos nesta edição da 500 MAIORES DO SUL que houve um crescimento pequeno no valor do VPG dos estados. Isso nos permite entender que o atual cenário é de linearidade. A expectativa agora é, com os acontecimentos climáticos que ocorreram no Rio Grande do Sul em maio de 2024, qual será o impacto do VPG na próxima edição da 500 MAIORES DO SUL”, afirma Rafael Biedermann, sócio da PwC Brasil. “Em nossa análise dos balanços de empresas da região Sul para a elaboração do ranking das 500 MAIORES DO SUL, pudemos perceber que o ano de 2023 foi desafiador. Em contrapartida, também possível notar que as companhias que estruturaram suas práticas de ESG, englobando governança, sustentabilidade, social e diversidade, destacaram-se e obtiveram resultados bastante positivos”, salienta Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul.

Sobre o critério de classificação das empresas – Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de um cálculo que considera os três grandes números de um balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

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Cooperativa de crédito lidera enquanto as demais companhias trocam posições em um ano onde as cem maiores companhias gaúchas tiveram vendas e lucros menores

Atividade econômica registra alta de 0,2% em agosto

No ano, o índice acumula avanço de 2,9%

No trimestre encerrado em agosto, o IBC-Br registra alta de 1,5% em relação ao trimestre anterior

A atividade da economia em agosto apresentou alta de 0,2%, na comparação com julho, segundo os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central. O IBC-Br é visto como uma prévia do PIB, calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice acompanha mês a mês a atividade econômica e antecipa possíveis pressões inflacionárias.

Na passagem de junho para julho, a economia recuou 0,4%, segundo o IBC-Br. Ainda de acordo com o BC, na comparação com agosto de 2023, os dados mostram que o IBC-Br cresceu 3%. No acumulado em 12 meses, o índice apresentou um avanço de 2,5%. No ano, o índice acumula alta de 2,9%. No trimestre encerrado em agosto, o IBC-Br registra alta de 1,5% em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, houve crescimento de 4%.

“A atividade doméstica deve crescer em ritmo moderado neste semestre, após um desempenho mais forte do que o esperado no primeiro semestre de 2024. A maioria dos componentes do PIB deve permanecer em território positivo, especialmente aqueles ligados demanda das famílias. Os indicadores do mercado de trabalho continuam sólidos e as concessões de crédito ganharam força recentemente”, avalia a XP em comunicado após o anúncio do IBC-Br.

Com ABR

No ano, o índice acumula avanço de 2,9%

Henrique Fernandez assumirá o comando da Intelbras em março

Altair Angelo Silvestri deixará a companhia catarinense

Fernandez tem 43 anos, é formado em engenharia elétrica e ingressou na Intelbras em 2007

A Intelbras, fabricante catarinense de equipamentos de segurança, redes, comunicação e energia, anunciou que Altair Angelo Silvestri será substituído por Henrique Fernandez no comando da empresa em 31 de março de 2025. Fernandez tem 43 anos, é formado em engenharia elétrica e ingressou na Intelbras em 2007, sendo um dos primeiros colaboradores do segmento de segurança. Ocupou posições de gerência e diretorias até se tornar diretor superintendente de operações e de negócios em 2022.

“A companhia reconhece a brilhante trajetória de Altair Angelo Silvestri em seus 44 anos de dedicação, em especial enquanto esteve à frente da presidência, desde 2005. Sua liderança proporcionou a expansão e consolidação da marca em importantes mercados de atuação”, afirma a empresa no comunicado, que informa ainda que Silvestre será indicado a compor o conselho de administração.

Altair Angelo Silvestri deixará a companhia catarinense

Estudo sobre prosperidade das nações leva Nobel de Economia

Trabalho mostra que instituições inclusivas tornaram-se prósperas ao longo do tempo

Daron Acemoglu, Simon Johnson e James Robinson receberão o Nobel de Economia 2024

Os economistas Daron Acemoglu, Simon Johnson e James Robinson receberão o Prêmio Nobel deste ano por seus estudos sobre como as instituições são formadas e afetam a prosperidade. O comitê destacou que o trio soube explicar a razão pelas quais as sociedades com um Estado de direito precário e instituições que exploram a população não geram crescimento ou mudanças para melhor. “Quando os europeus colonizaram grandes partes do globo, as instituições nessas sociedades mudaram”, relatou o comitê do Nobel, citando o trabalho do trio.

Enquanto em muitos lugares isso visava explorar a população indígena, em outros lugares isso lançou as bases para sistemas políticos e econômicos inclusivos. De acordo com o comitê organizador do Nobel, o trio de economistas mostrou que uma explicação para as diferenças na prosperidade dos países são as instituições sociais que foram introduzidas durante a colonização. Os países que desenvolveram “instituições inclusivas” tornaram-se prósperos ao longo do tempo, enquanto aqueles que desenvolveram “instituições extrativas” experimentaram um crescimento econômico persistentemente baixo.

Em seu livro de 2012 “Por que as nações fracassam”, Acemoglu, professor turco-americano do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e Robinson, professor britânico da Universidade de Chicago, argumentam que algumas nações são mais ricas do que outras por causa de suas instituições políticas e econômicas. A obra abre com uma comparação de padrões de vida em duas cidades chamadas Nogales – uma no Arizona e uma ao sul da fronteira na região de Sonora, no México. Enquanto alguns economistas argumentam que diferenças em clima, agricultura e cultura têm grandes impactos na prosperidade de um lugar, Acemoglu e Robinson argumentam que aqueles que vivem em Nogales, Arizona, são mais saudáveis e ricos por causa da força relativa de suas instituições locais.

Trabalho mostra que instituições inclusivas tornaram-se prósperas ao longo do tempo

O legado de Washington Olivetto

O país perdeu o mais midiático publicitário brasileiro

Olivetto foi o espelho de uma geração que colocou os cursos de propaganda entre os mais disputados nos vestibulares brasileiros

O livro “Direto de Washington” reúne as memórias profissionais de Washington Olivetto, o principal publicitário brasileiro do século 20, falecido no domingo (13). No livro, Olivetto jacta-se de ter criado o “garoto Bombril”, a campanha do “primeiro sutiã” e mais alguns clássicos da propaganda brasileira. Mas a maior criação de Olivetto foi outra. Washington foi precedido por Alex Periscinoto, Roberto Duailibi e um punhado de talentos que profissionalizaram a publicidade brasileira. Não ingressou, portanto, em um território inóspito, e sim em um campo já aplainado. Porém, foi ele o principal responsável pelo segundo salto da profissão no país: a sua popularização.

Olivetto é, até hoje, o mais midiático publicitário brasileiro. Por ter despontado muito cedo na profissão, ganhado grandes prêmios com parcos 20 anos de idade e tornado-se dono da própria agência aos 34, experimentou uma notoriedade incomum para a atividade, antes restrita aos bastidores. E fez bom uso dessa exposição. Encarnou o papel do sujeito de terno, gravata e tênis rosa choque que cria genialidades para o sisudo setor empresarial, ajudando-o a vender, e que colhe os louros do trabalho sob a forma de dinheiro e prestígio. Um sujeito que atua na fronteira entre as artes e o business, tirando o que de melhor ambos têm a oferecer.

Pavimentou, com isso, o caminho para que a publicidade se tornasse a profissão dos sonhos de muitos jovens de classe média, especialmente entre aqueles dispostos, sim, a cumprir o script de cursar uma faculdade, mas receosos de cair no marasmo das atividades tradicionais, como direito, administração e engenharia. Olivetto foi o espelho de uma geração que colocou os cursos de propaganda entre os mais disputados nos vestibulares brasileiros. Sua influência e notoriedade atravessaram o tempo e acompanharam a evolução da atividade. Entre meus alunos do curso de publicidade, na faixa dos 20 anos, nem todos terão ouvido falar de Nizan Guanaes, por exemplo, e poucos saberão quem são ou foram Marcio Moreira, Roberto Duailibi, Julio Ribeiro, Marcello Serpa, Agnelo Pacheco e Guga Ketzer. Mas todos sabem quem é Washington Olivetto. Coincidentemente, sua saída de cena e o lançamento de sua autobiografia ocorrem no momento em que o setor publicitário, representado pelas agências, vem mudando – e, com isso, exigindo uma mudança também de seus profissionais.

A cobrança por resultados mensuráveis, graças ao acirramento da concorrência, ao aperto nos orçamentos dos anunciantes e à possibilidade de aferição de performance que a internet oferece, transformou as agências em ambientes bem menos festivos e glamourosos que no passado, e mais parecidos com os de insossas (ou tóxicas) atividades que existem por aí. O enorme contingente de publicitários formados no país ajudou a aumentar e a baratear a mão de obra, e o funil tornou-se mais e mais estreito para alcançar o sucesso. E o próprio poder da publicidade em gerar recall e vendas, em um mundo de audiência tão fragmentada e mensagens comerciais abundantes, passou a ser questionado. Em resumo, a atividade, como tantas outras, sofre de uma comoditização, e seus profissionais, de proletarização.

Olivetto sabe disso. Tanto que, em entrevistas à época do lançamento do livro, reconheceu ter pego “uma época boa” da propaganda. À Veja (11/04/18, p.103), foi mais explícito: “As agências deixaram de cobrar como antes, e isso altera o processo: quando o negócio dá menos dinheiro, fica menos criativo e alegre”. Alguém já disse que, na era do big data, os “mad men” darão lugar aos “math men”. Talvez o próximo Olivetto não use gravatas engraçadas nem combine ternos com tênis rosa choque, e sim óculos de lentes grossas e cabelos divididos ao meio e emplastados de gel, tal e qual o estereótipo de um nerd de filme americano.

O país perdeu o mais midiático publicitário brasileiro

AMANHÃ e PwC Brasil revelam as maiores empresas de SC nesta terça

O diálogo entre diferentes gerações será tema do painel de abertura

Além do encontro presencial para as empresas premiadas, o evento também será transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube

O Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil promoverão na próxima terça-feira (15) a cerimônia de premiação das cem maiores empresas de Santa Catarina que estão no ranking 500 MAIORES DO SUL 2024. Em sua 34ª edição, o evento ocorrerá na sede da Federação das Indústrias (Fiesc). Além do encontro presencial para os premiados, parceiros e autoridades, o evento também será transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube, onde permanecerá disponível após a ocasião (clique aqui).

Diálogos entre gerações
O painel de abertura reunirá lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharão suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” contará com as presenças de Sérgio Lopes de Aguiar, diretor operacional da Liderança Serviços, e Volnei Eyng, CEO da Multiplique.

As cem maiores paranaenses serão agraciadas no dia 21. Nesta data, AMANHÃ e PwC também disponibilizarão o ranking completo, com a lista das 500 MAIORES DO SUL e as 500 emergentes. O ranking das cem maiores do Rio Grande do Sul pode ser conferido aqui e também neste link.

Serviço
Data: 15.10.2024
Horário: 14 horas
Transmissão no canal AMANHATV no YouTube

O diálogo entre diferentes gerações será tema do painel de abertura

Paraná terá maior complexo de biodiesel do mundo a base de óleo de soja

Grupo Potencial pretende investir R$ 600 milhões para acelerar seu projeto de expansão

Plano é chegar a uma produção de 1 bilhão e 620 milhões de litros de biodiesel por ano

O Grupo Potencial, empresa paranaense produtora de biodiesel e glicerina, pretende se tornar líder mundial em produção de biodiesel em planta única. Para isso, pretende investir R$ 600 milhões para acelerar seu projeto de expansão na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, para chegar a uma produção de 1 bilhão e 620 milhões de litros de biodiesel por ano, incentivada pela nova legislação de descarbonização nacional. Parte da soja será adquirida de produtores paranaenses. O anúncio foi feito na terça-feira (8), em Brasília.

“A transição energética é um movimento global irreversível e nosso país está avançando significativamente para garantir a segurança jurídica, a previsibilidade dos investimentos no setor e, consequentemente, estabilidade na matriz energética”, afirma Carlos Eduardo Hammerschmidt, vice-presidente comercial, operacional e de relações institucionais do Grupo Potencial. A expansão anunciada resultará em um acréscimo de 720 milhões de litros de combustível na planta por ano. “Além do biodiesel, aumentaremos a produção de glicerina refinada para 100 mil toneladas/ano, com investimento de aproximadamente R$ 100 milhões”, detalha.

Os projetos da ampliação já iniciaram e a execução de obras está programada para 2025, com conclusão em 2026, o que levara o grupo de 5º ao 1º lugar no mundo na área de biodiesel. Em paralelo a esse movimento, a Potencial está construindo uma nova esmagadora de soja. A planta terá capacidade de processar cerca de 3,5 mil toneladas de soja por dia, ou 1,15 milhão de toneladas por ano a partir de 2025. Juntos, esses investimentos ultrapassam R$ 2 bilhões. Estão sendo construídos dois silos para armazenamento de soja, com capacidade de 150 mil toneladas cada, e outro silo, com capacidade de 100 mil toneladas, para armazenar o farelo, um dos resíduos da extração do óleo, que pode ser utilizado na produção de ração e outros produtos e será comercializado nos mercados interno e externo.

Por meio de um acordo com o governo do Paraná para descontos no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Grupo Potencial pavimentou parte das vias urbanas do entorno da usina e da futura esmagadora. Após a sua conclusão, estão previstos novos pavimentos no contorno da área do completo e a construção de um terminal ferroviário para ligar a planta com a linha férrea que vai até o Porto de Paranaguá. A Compagas também vai construir um gasoduto até essa região. O grupo é o maior produtor de glicerina refinada do Brasil, respondendo por 60% da produção nacional. Com 98% de sua produção destinada à exportação para mais de 15 países, a companhia paranaense é reconhecida internacionalmente por seu produto de alto teor de pureza, que alcança 99,7%.

Grupo Potencial pretende investir R$ 600 milhões para acelerar seu projeto de expansão

Fitch eleva perfil de crédito do Paraná

Isso representa uma melhora na percepção do mercado na capacidade de solvência do estado

Em seu relatório, a Fitch ressalta principalmente a boa gestão fiscal do Paraná no que diz respeito ao controle de dívidas

A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou o Perfil de Crédito Individual (PCI) do Paraná de bbb- para bbb. Isso representa uma melhora na percepção do mercado na capacidade de solvência do estado, seja em relação à sua liquidez como no próprio gerenciamento da dívida pública. A revisão das notas foi divulgada pela agência na quinta-feira (10) e manteve a classificação BB/Estável no panorama geral. Esse é o maior nível que um estado brasileiro pode alcançar, já que a metodologia da agência impede que as notas estaduais ultrapassem o nível nacional.

De acordo com o relatório publicado pela Fitch, a elevação do PCI para bbb sinaliza o bom momento de controle fiscal paranaense. O “rating” indica maior confiança na capacidade do governo de cumprir suas obrigações financeiras, sobretudo em relação à “adequada disponibilidade de caixa nos últimos três anos”, como afirma o texto. O principal efeito dessa melhora na classificação é uma sinalização internacional da estabilidade da economia paranaense, o que pode atrair investidores e financiamentos em condições mais favoráveis, beneficiando o desenvolvimento de novos projetos. Em termos práticos, é um selo de qualidade e de confiança que o Paraná recebe da agência.

Em seu relatório, a Fitch ressalta principalmente a boa gestão fiscal do Paraná no que diz respeito ao controle de dívidas. “O Estado obteve economias ao renegociar algumas de suas obrigações com contrapartes privadas e com o governo federal, além da antecipação de pagamentos de amortização”, destaca o documento. O texto faz referência principalmente à renegociação da dívida histórica que o Paraná tinha com o Banco Itaú relacionada ao Banestado e que se estendia por mais de 20 anos. Em 2023, o governo estadual conseguiu não só um desconto de 65% sobre esse valor como fez sua quitação antecipada, o que reduziu a dívida em cerca de R$ 4 bilhões e resultou em uma economia de R$ 2,8 bilhões com correção monetária.

Como a revisão das notas leva em conta os acontecimentos dos últimos 12 meses, a quitação ajudou a puxar os indicadores de solvência para cima. “A partir da Secretaria da Fazenda, o Estado adotou uma política de ação planejada e eficiente da dívida pública no sentido de estar sempre revisando e analisando esses débitos para fazer a boa gestão e diminuir o saldo devedor”, explica a diretora do Tesouro Estadual, Carin Deda. “Seguindo essa política, temos uma dívida bastante estabilizada e a previsão é que ela continue controlada desta maneira para os próximos exercícios”, conclui.

O chamado “rating” das agências de classificação de risco é uma avaliação de crédito atribuída a uma entidade, seja ela um governo, empresa ou instrumento financeiro. A avaliação serve para mensurar a capacidade de pagar pelas dívidas contratadas, de acordo com os termos estabelecidos. Os ratings são amplamente utilizados por investidores, instituições financeiras, governos e empresas para avaliar o risco de crédito antes de investir ou fazer negócios. Ratings mais altos indicam maior qualidade de crédito e menor risco, enquanto ratings mais baixos indicam maior risco de inadimplência.

Isso representa uma melhora na percepção do mercado na capacidade de solvência do estado

J. Macêdo expande produção em Londrina

Companhia paranaense terá recursos de R$ 125 milhões do BNDES

O investimento inclui a construção de um moinho com capacidade de processar 240 mil toneladas de trigo por ano

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 125 milhões à J. Macêdo, por meio do produto BNDES Finem, para a construção da primeira fase de um novo complexo industrial da empresa em Londrina (PR). O investimento inclui a construção de um moinho com capacidade de processar 240 mil toneladas de trigo por ano, a construção de silos para armazenar até 45 mil toneladas, além de recursos de capital de giro. A J. Macêdo é uma das maiores empresas alimentícias do Brasil com 3 mil trabalhadores diretos e indiretos. Fundada em 1939, é líder nos setores de farinhas domésticas e misturas para bolo.

A primeira das três fases do projeto da empresa detentora da marca Dona Benta envolve ainda a implantação de um centro de distribuição para atender a região Sul e parte do Sudeste e Centro-Oeste do país. Nas fases seguintes, estão previstas as instalações das fábricas de massas, biscoitos, misturas para bolo e sobremesas. O complexo será instalado em uma área de 276 mil metros quadrados. A empresa, que há 50 anos já possui fábrica em Londrina, optou mais uma vez pela região devido à disponibilidade de matéria-prima e infraestrutura, com vias de comunicação com os principais eixos rodoferroviários do Sul, e proximidade do seu maior mercado consumidor, o Sudeste.

Companhia paranaense terá recursos de R$ 125 milhões do BNDES