Archives 2024

Fed corta juros dos EUA em 0,25 ponto percentual

Intervalo agora está na faixa de 4,5% a 4,75% ao ano

Fed vê inflação próximo de 2%, mas índice segue um tanto elevado

O Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, decidiu nesta quinta-feira (7), por unanimidade, cortar os juros em 0,25 ponto percentual. O intervalo agora está na faixa de 4,5% a 4,75% ao ano. O corte foi menor do que na reunião passada, quando o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) decidiu diminuir os juros em 0,5 ponto percentual, após te passado quatro anos sem realizar ajustes nas taxas.

“Indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em um ritmo sólido. Desde o início do ano, as condições do mercado de trabalho têm geralmente melhorado, e a taxa de desemprego tem subido, mas continua baixa. A inflação progrediu em direção ao objetivo de 2%, mas continua um tanto elevada”, afirma o comunicado emitido pelos membros do Fed. “O Comitê julga que os riscos para atingir suas metas de emprego e inflação estão aproximadamente em equilíbrio. A perspectiva econômica é incerta, e o Comitê está atento aos riscos para ambos os lados”, destaca o documento. Esse foi o primeiro encontro do Fed após as eleições presidenciais norte-americanas, que recolocaram o republicano Donald Trump na Casa Branca. Em razão do pleito realizado na terça-feira (5), a reunião do Fed foi postergada para quarta e quinta.

Intervalo agora está na faixa de 4,5% a 4,75% ao ano

Luiza Gomes assume como CEO da Express Restaurantes Empresariais

Companhia projeta expansão para o Sudeste dentro dos próximos três anos

Aos 27 anos, Luiza é formada em administração de empresas e possui pós-graduações negociação, gestão de pessoas e liderança além de um MBA em Harvard

Luiza Gomes assumiu o posto de CEO da Express Restaurantes Empresarias, dando prosseguimento ao trabalho do seu pai, fundador da empresa, Gilmar Gomes, hoje presidente do conselho da empresa. Com uma meta audaciosa de dobrar o faturamento até 2027, Luiza tem se dedicado à promoção de um bom ambiente de trabalho, bem como o trabalho em equipe, focando muito no engajamento de todos os mais de 1 mil funcionários com a cultura da empresa que tem base no tripé: sabor, atendimento e relacionamento.

“Não temos a pretensão de ser a maior empresa de refeições corporativas, mas queremos ser a melhor nesses três pilares do nosso tripé. Recentemente desenvolvemos uma pesquisa junto dos clientes e somos percebidos como um parceiro solucionador. Essa visão confirma que estamos realizando um bom trabalho para fortalecer o nosso tripé,” salienta a CEO. Aos 27 anos, Luiza é formada em administração de empresas e possui pós-graduações negociação, gestão de pessoas e liderança além de um MBA em Harvard. Ela se preparou muito para assumir o posto de CEO. Entrou na empresa em 2014 e passou por diversos setores. Antes de assumir como principal executiva da empresa, foi supervisora financeira, coordenadora de controladoria e, mais tarde, gerente administrativa.

A Express, que tem sede em Caxias do Sul (RS), é a maior empresa gaúcha de restaurantes corporativos. São mais de 150 unidades distribuídas entre Rio Grande do Sul (55%), Santa Catarina (25%) e Paraná (20%). “Internamente, nós nos comparamos a um grande navio que deve ser conduzido com muito cuidado, mas nossa atuação precisar ter a agilidade de um jet ski”, finaliza Luiza. Em 2025, a Express completará 30 anos. Para os próximos três anos, e empresa visa realizar grandes investimentos em infraestrutura, gestão de pessoas, ESG, expansão para o sudeste ingressando por São Paulo, melhoria de processos com inserção de inteligência artificial, robótica e inovações para tornar o negócio ainda mais sustentável. O total do investimento está estimado em R$ 15 milhões.

Companhia projeta expansão para o Sudeste dentro dos próximos três anos

Edição 348

Um recorde mantido
Em um ano marcado por desempenhos módicos em 500 MAIORES DO SUL, o primeiro pelotão conseguiu manter as vendas na casa do trilhão

A maior das 500
Bunge investe em digitalização, agricultura regenerativa e parcerias estratégicas,
mantendo a posição de destaque máximo em 500 MAIORES DO SUL

Alento para um ano difícil
Alguns dos segmentos mais significativos de 500 MAIORES DO SUL não apenas conseguiram elevar suas vendas, como também alcançaram rentabilidades significativas

Rumo ao topo
No que depender das expectativas de crescimento da construção civil em 2024, a STE é uma forte candidata a figurar entre as 500 MAIORES DO SUL na próxima edição 

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Um recorde mantidoEm um ano marcado por desempenhos módicos em 500 MAIORES DO SUL, o primeiro pelotão conseguiu manter as vendas na casa do trilhão

Receita da Klabin avança 14% entre julho e setembro

O lucro, no período, foi de R$ 729 milhões

O terceiro trimestre foi marcado pela contínua melhora das condições de mercado nos segmentos de papéis e embalagens observadas desde o início do ano

As vendas da Klabin tiveram um salto de 14%, para quase R$ 5 bilhões, no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2023. O lucro líquido, no mesmo intervalo, foi de R$ 729 milhões (veja os principais resultados ao final desta reportagem). De acordo com a companhia, o terceiro trimestre foi marcado pela contínua melhora das condições de mercado nos segmentos de papéis e embalagens observadas desde o início do ano, porém parcialmente refletidas nos resultados da empresa devido aos problemas logísticos que seguem afetando as operações de containers nos portos do Sul e do Sudeste do Brasil.

“No setor de celulose, o segmento de tissue continuou a operar com boas taxas de ocupação de máquina nos mercados da América Latina, Europa e EUA, enquanto os segmentos de imprimir e escrever e algumas especialidades seguiram desaquecidos. Nesse contexto, os preços nas regiões que seguem a referência Europa (Brasil incluso), subiram em média 2% na fibra curta e 7% na fibra longa em relação ao segundo trimestre de 2024”, relata a Klabin em seu relatório financeiro.

Recentemente a Klabin informou que celebrou acordos com uma Timber Investment Management Organization (TIMO), um veículo de investimentos criado por investidores institucionais para investir em florestas. O investimento conjunto será feito em quatro Sociedades de Propósito Específico (SPEs) que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração da atividade florestal no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina. A Klabin não informou o nome da empresa com a qual fechou o negócio. O patrimônio das SPEs será composto, principalmente, por parte dos ativos florestais oriundos do Projeto Caetê.

Além disso, a companhia paranaense fará um aporte de 23 mil hectares de florestas plantadas e 4 mil hectares de terras produtivas. Já a TIMO colocará R$ 1,8 bilhão em caixa, sendo a primeira parcela na data do fechamento do Projeto Plateau e o restante previsto para o segundo trimestre do próximo ano. A Klabin é a sétima maior empresa da região e também a terceira maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui).

O lucro, no período, foi de R$ 729 milhões

“A emergência climática é o maior desafio da nossa era”, alerta Carlos Nobre

Cientista de projeção internacional participou de evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento

Para Nobre, eventos climáticos extremos, como as enchentes de maio no Rio Grande do Sul, reforçam a urgência em cuidar do planeta

O Hospital Moinhos de Vento promoveu terça-feira (5) e quarta (6) o 4º Summit Ambiental Internacional, onde a urgência da ação climática foi o tema principal. O evento reuniu renomados especialistas em meio ambiente, além de autoridades e líderes do setor da saúde, que compartilharam estratégias de combate à crise climática e iniciativas para promover práticas sustentáveis. A palestra inaugural foi ministrada por Carlos Nobre (foto), um dos meteorologistas mais respeitados do país e cientista de renome mundial, que apresentou dados alarmantes sobre os impactos das mudanças climáticas.

“A emergência climática é o maior desafio da nossa era, e não há um plano B, pois não temos outro planeta. Precisamos agir diante deste alerta vermelho para a humanidade, uma vez que o aumento da temperatura e os eventos climáticos extremos já afetam a saúde pública global e a biodiversidade de forma significativa”, ressaltou Nobre. Para ele, eventos climáticos extremos, como as enchentes de maio no Rio Grande do Sul, reforçam a urgência em cuidar do planeta.

“A tragédia climática no estado foi caracterizada por uma combinação de eventos extremos de precipitação com repercussões generalizadas. Não apenas o Rio Grande do Sul está em risco, mas o Brasil e o planeta. É fundamental que todos os setores avancem rapidamente em direção à sustentabilidade como o principal legado para as futuras gerações”, enfatizou. O evento também tratou de temas como transformação ecológica na saúde, edificações sustentáveis e certificações ambientais, compras sustentáveis e o trabalho que está sendo desenvolvido pelo Moinhos de Vento junto aos fornecedores.

Cientista de projeção internacional participou de evento promovido pelo Hospital Moinhos de Vento

Desvalorização de commodities faz superávit comercial cair em outubro

Saldo positivo caiu 52,7% no mês passado

As exportações devem cair 1,2% em 2024 na comparação com 2023

A desvalorização de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) e o aumento das importações decorrentes da recuperação da economia fizeram o superávit da balança comercial (exportações menos importações) despencar em outubro. No mês passado, o país exportou US$ 4,3 bilhões a mais do que importou, queda de 52,7% em relação ao mesmo mês de 2023 e o pior resultado para outubro desde 2017 (superávit de US$ 4 bilhões). Com o resultado de outubro, o superávit comercial no acumulado anual atinge US$ 63 bilhões. O montante é 22% inferior ao do mesmo período de 2023, mas é o segundo melhor para o período na série histórica, que mede as estatísticas do comércio externo desde 1989.

Em relação ao resultado mensal, as exportações caíram, enquanto as importações dispararam, impulsionadas por gás natural e bens de capital (bens usados na produção). Em outubro, o Brasil vendeu US$ 29,4 bilhões para o exterior, recuo de 0,7% em relação ao mesmo mês de 2023. As compras do exterior somaram US$ 20,5 bilhões, alta de 22,5%. Do lado das exportações, a queda no preço internacional da soja, do milho, do ferro, do aço e do açúcar foram os principais fatores que provocaram a queda no valor vendido. As vendas de alguns produtos, como café, celulose e carne bovina, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.

Do lado das importações, as aquisições de medicamentos, motores, máquinas, adubos e fertilizantes químicos subiram. A maior alta, no entanto, foi relacionada ao gás natural, cujo valor comprado aumentou 306,6% em outubro na comparação com outubro do ano passado. O Brasil importou 187,3% a mais em volume do combustível, com preço 41,5% mais alto na mesma comparação. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 6,6%, puxado pelo café, pela carne bovina e pela celulose, enquanto os preços caíram 6,7% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 34,2%, mas os preços médios recuaram 8,5%, indicando o aumento das compras externas decorrentes da recuperação da economia.

Estimativa
Em outubro, o governo tinha revisado para baixo a projeção de superávit comercial para 2024. A estimativa caiu US$ 79,2 bilhões para US$ 70 bilhões, queda de 28,9% em relação a 2023. Na previsão anterior, de julho, a queda estava estimada em 19,9%. Essa foi a última projeção do ano. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as exportações devem cair 1,2% em 2024 na comparação com 2023, encerrando o ano em US$ 335,7 bilhões. As importações subirão 10,2% e fecharão o ano em US$ 264,3 bilhões. As compras do exterior deverão subir por causa da recuperação da economia, que aumenta o consumo. As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O Boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 77,7 bilhões neste ano.

Com ABR

Saldo positivo caiu 52,7% no mês passado

Indústria avança no Sul na passagem de agosto para setembro

Santa Catarina e Rio Grande do Sul registraram os maiores aumentos

Maior consumo aumenta a demanda, cujo efeito recai diretamente sobre a produção industrial

Na passagem de agosto para setembro, a produção industrial brasileira cresceu 1,1%, com alta em sete dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. Os maiores aumentos foram registrados por Espírito Santo (2,4%), Goiás (2,4%), Santa Catarina (2,3%) e Rio Grande do Sul (1,9%). Já a indústria paranaense cresceu 0,9% no período. Na comparação com setembro de 2023, a indústria nacional avançou 3,4% e as taxas positivas foram verificadas em 14 dos 18 locais pesquisados. Já no acumulado em 12 meses houve alta de 2,6%, com 17 dos 18 locais analisados mostrando resultados positivos, enquanto o índice acumulado no ano teve expansão de 3,1%, com resultados positivos em 17 dos 18 locais observados. Os dados foram divulgados pelo IBGE.

“Esse crescimento reflete um movimento compensatório em relação ao mês de julho, quando ocorreu uma queda mais significativa de 1,3%. Junto ao mês de agosto, quando houve uma variação positiva de 0,2%, há um acumulado de 1,4%, o que elimina a perda observada anteriormente. Este resultado também se explica pela melhora no mercado de trabalho, com menor desemprego e, portanto, maior consumo e renda disponível das famílias, aumentando a demanda, cujo efeito recai diretamente sobre a produção industrial”, explicou Bernardo Almeida, analista da PIM Regional. Espírito Santo (2,4%) e Goiás (2,4%) apresentaram os avanços mais acentuados. Almeida explica que no caso do Espírito Santo, o crescimento se dá por conta do setor extrativo, muito atuante na indústria capixaba. Já em Goiás, ele atribui aos “setores extrativo e metalúrgico agindo positivamente sobre o comportamento da indústria do estado. Esta taxa é a mais intensa desde dezembro de 2023, quando atingiu 2,6%”. 

Maior parque industrial do país, São Paulo avançou 0,9% em setembro, abaixo da média nacional. “Esse avanço vem depois de dois resultados negativos, que acumularam uma perda de 2,4%. Em setembro, o setor de derivados do petróleo foi o que mais contribuiu para o comportamento da indústria paulista”, pontua Almeida. No lado das quedas, Ceará (-4,5%), Amazonas (-3,1%) e Pernambuco (-2,6%) registraram as taxas mais expressivas. Bernardo Almeida aponta os setores de produtos químicos e o setor de artefatos do couro, artigos para viagem e calçados como os principais para a queda na indústria cearense. “Esse recuo no Ceará vem após três meses de resultados positivos, com ganho de 5,7% no período”, explica o analista.

Santa Catarina e Rio Grande do Sul registraram os maiores aumentos

Curitiba está entre as quatro cidades mais valorizadas no mercado imobiliário de luxo

Capital atrai investidores por inovação, qualidade de vida e grandes áreas verdes

A chegada a Curitiba da Embraed acompanha o momento de crescimento do mercado imobiliário local

Curitiba está entre as quatro cidades em que o valor médio de venda do metro quadrado de imóveis de luxo superou R$ 20 mil, indicando uma demanda robusta por imóveis de alto padrão. O setor de imóveis de luxo representou, em média, 28% do Valor Geral de Vendas (VGV) nas 10 maiores cidades do país, segundo levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Em VGV a capital paranaense sobe para a terceira posição, perdendo apenas para Belo Horizonte e Brasília. As regiões que mais atraem investidores de luxo são aquelas com vista para os parques e áreas verdes da cidade.

Esses dados motivam o investimento no setor da construção civil. A chegada a Curitiba da Embraed acompanha o momento de crescimento do mercado imobiliário local, cujas vendas de imóveis foram a maior dos últimos três anos no acumulado do primeiro semestre de 2024, segundo dados do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), integrante do Sistema (Secovi-PR). O índice tem como base o montante arrecadado com as guias de ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) no período, que apresentou crescimento de 17,1% e somou cerca de R$ 282,5 milhões, no comparativo com 2023. Os anos recentes também foram de avanços significativos para a Embraed, que triplicou seu faturamento para mais de R$ 600 milhões e lançou R$ 4 bilhões em VGV nos últimos três anos. O ticket médio dos imóveis da marca também cresceu, passando de R$ 2,5 milhões para R$ 5,6 milhões desde 2019.

O primeiro lançamento da Embraed em Curitiba já tem endereço e previsão de data de entrega. Batizado Gioia (foto), o residencial de luxo será construído no Ecoville, já está em obras e será concluído em março de 2029, mês de aniversário da cidade. A torre única de 140 metros contempla 37 apartamentos, sendo um por andar, ofertados em quatro plantas distintas. Todas as unidades têm um ponto para recarga de veículos elétricos e quatro vagas de garagem, com exceção da cobertura duplex, com cinco vagas.

Capital atrai investidores por inovação, qualidade de vida e grandes áreas verdes

Jarvis? Google pode ter revelado nova IA que navega na internet

google jarvisUma novidade intrigante veio à tona nesta semana: o Google parece ter revelado acidentalmente uma nova ferramenta de IA, apelidada de “Jarvis”, projetada para navegar na internet de forma autônoma. A extensão apareceu brevemente na Chrome Web Store, oferecendo uma prévia do protótipo antes de ser rapidamente removida. Embora o “Jarvis” não estivesse funcional por […]Uma novidade intrigante veio à tona nesta semana: o Google parece ter revelado acidentalmente uma nova ferramenta de IA, apelidada de “Jarvis”, projetada para navegar na internet de forma autônoma. A extensão apareceu brevemente na Chrome Web Store, oferecendo uma prévia do protótipo antes de ser rapidamente removida. Embora o “Jarvis” não estivesse funcional por […]

Bug no Waze altera interface para idiomas estrangeiros

wazeUsuários do Waze enfrentaram dificuldades com o aplicativo de navegação, que alterava a interface repentinamente para idiomas estrangeiros, como hebraico, espanhol, árabe e russo. O erro, observado diretamente por este autor enquanto conduzia um veículo, impactou a experiência de navegação em tempo real, exibindo menus confusos e impossíveis de alterar. Waze está em árabe nesse […]Usuários do Waze enfrentaram dificuldades com o aplicativo de navegação, que alterava a interface repentinamente para idiomas estrangeiros, como hebraico, espanhol, árabe e russo. O erro, observado diretamente por este autor enquanto conduzia um veículo, impactou a experiência de navegação em tempo real, exibindo menus confusos e impossíveis de alterar. Waze está em árabe nesse […]

Trump pode suavizar políticas antitruste e impedir divisão do Google

trump googleDe acordo com a Reuters, o novo presidente eleito, Donald Trump, está prestes a alterar o curso de algumas das políticas antitruste estabelecidas pela administração Biden, incluindo a possibilidade de interromper a tentativa de divisão da Alphabet, controladora do Google, em razão de seu domínio no mercado de buscas online. Especialistas indicam que Trump deve […]De acordo com a Reuters, o novo presidente eleito, Donald Trump, está prestes a alterar o curso de algumas das políticas antitruste estabelecidas pela administração Biden, incluindo a possibilidade de interromper a tentativa de divisão da Alphabet, controladora do Google, em razão de seu domínio no mercado de buscas online. Especialistas indicam que Trump deve […]

Queda de tráfego no Google fecha o site Giant Freakin Robot

gfr logoO popular portal de entretenimento Giant Freakin Robot anunciou o encerramento de suas atividades após uma queda acentuada em seu tráfego online. O site, que já atraía até 20 milhões de visualizações mensais, hoje lida com apenas algumas milhares de visitas, impactando gravemente sua receita. Josh Tyler, proprietário da plataforma, revelou em um comunicado que […]O popular portal de entretenimento Giant Freakin Robot anunciou o encerramento de suas atividades após uma queda acentuada em seu tráfego online. O site, que já atraía até 20 milhões de visualizações mensais, hoje lida com apenas algumas milhares de visitas, impactando gravemente sua receita. Josh Tyler, proprietário da plataforma, revelou em um comunicado que […]

Brasil: Google corrige cotação do Dólar após exibir valor acima de R$ 6

google dolarNesta quarta-feira (6 de novembro de 2024), o Google exibiu uma cotação incorreta do dólar, indicando um valor acima de R$ 6 – bem distante da realidade do mercado financeiro. Durante a manhã, o dólar comercial chegou a R$ 5,86 em seu pico, mas a plataforma do Google mostrava R$ 6,19, gerando confusão e preocupação […]Nesta quarta-feira (6 de novembro de 2024), o Google exibiu uma cotação incorreta do dólar, indicando um valor acima de R$ 6 – bem distante da realidade do mercado financeiro. Durante a manhã, o dólar comercial chegou a R$ 5,86 em seu pico, mas a plataforma do Google mostrava R$ 6,19, gerando confusão e preocupação […]

Copom eleva juros básicos para 11,25% ao ano

É a segunda alta consecutiva da Selic

Banco Central voltou a reiterar a necessidade do governo fazer o ajuste fiscal

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (6), por unanimidade, elevar a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. A última alta da Selic ocorreu na reunião passada, em 18 de setembro. “O ambiente externo permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed”, destaca o Copom logo no início do texto. O BC reitera que outros bancos centrais permanecem determinados em promover a convergncia das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. “O Comitê avalia que o cenário externo, também marcado por menor sincronia nos ciclos de política monetária entre os países, segue exigindo cautela por parte de países emergentes”, revelam os membros do colegiado.

“Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho segue apresentando dinamismo. A inflação cheia e as medidas subjacentes se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes”, afirma o comunicado. Novamente o ajuste fiscal foi colocado em destaque. “O Comitê tem acompanhado com atenção como os desenvolvimentos recentes da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o cenário fiscal tem afetado, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes, especialmente o prêmio de risco e a taxa de câmbio. O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, reitera o BC.

O cenário segue marcado por resiliência na atividade, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas, o que demanda uma política monetária mais contracionista (entenda aqui alguns dos termos usados pelo Banco Central em seus comunicados sobre as decisões envolvendo a taxa básica de juros). “O ritmo de ajustes futuros na taxa de juros e a magnitude total do ciclo de aperto monetário serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerão da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, finaliza o Copom.

É a segunda alta consecutiva da Selic

Indústria incorpora modelos de negócios sustentáveis

Fiergs debate iniciativas para um setor industrial verde e resiliente

O Diálogos MEI contou com dois painéis

As ações estratégicas para impulsionar a transição das companhias para modelos de negócios mais sustentáveis e resilientes dentro de um contexto de transformação mundial estiveram em debate no Diálogos da MEI – Mobilização Empresarial pela Inovação. Com o tema Construção de uma Indústria Verde e Resiliente, o evento ocorreu nesta quarta-feira (6), na Fiergs, em uma promoção conjunta com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). “É um fórum empresarial com o desafio imenso de trazer conhecimento e valor agregado para dentro de nossas empresas”, afirmou o diretor do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia da federação (Citec), Marcus Coester.

O superintendente de projetos de inovação da CNI, Carlos Bork, destacou que a organização do evento, em sua retomada no formato presencial, fez questão de realizá-lo no Rio Grande do Sul após as enchentes. Como uma forma de apoio, mas também para dialogar e aprender, e quais as ações realizadas pelos gaúchos podem surgir nos debates como soluções e pautas significativas que ao menos minimizem catástrofes climáticas que ocorrem no mundo. “O principal detalhe é que estamos em um momento que temos que tomar decisão analisando aspectos culturais, tecnológicos, ambientais e sociais de tal forma que consigamos impactar e afetar positivamente as próximas gerações. Essa é nossa principal missão: o que deixar para as próximas gerações”, ressaltou, lembrando que muitos setores econômicos, entre eles a indústria, já preparam a descarbonização de seus processos.

O coordenador da MEI e vice-presidente sênior da Siemens Energy para a América Latina e vice-presidente da Siemens Energy Brasil, André Clark, afirmou que a discussão sobre mudanças climáticas e seus efeitos já deixou de ser apenas um tema ambiental para virar um tema político. Em sua apresentação sobre oportunidades da transição energética no Brasil, que ele considera uma potência na área, Clark chamou a atenção para as diferentes alternativas que se apresentam ao país, ainda mais diante de um momento em que a economia mundial se transforma. Ele ainda apresentou a MEI, um movimento de lideranças empresariais coordenado pela CNI criado em 2008 com o objetivo de disseminar a agenda de inovação entre as empresas brasileiras e de buscar a maior efetividade das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação. A MEI conta com mais de 500 empresas integradas. Algumas iniciativas nacionais importantes tiveram o apoio da MEI, como a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação e a rede de Institutos Senai de Tecnologia e Inovação.

O Diálogos MEI desta quarta-feira contou com dois painéis. O primeiro, Inovação sustentável como vetor de competitividade, teve a participação do diretor de operações da Marcopolo, Luciano Resner, o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Tupy, André Ferrarese, e o executivo de inovação de emissões zero da Embraer, Vinicius Di Nucci Pereira. A mediação foi do diretor de tecnologia e inovação e reitor do Senai-Cimatec, Leone Andrade. Todos relataram como o tema inovação sustentável foi incorporado em suas empresas. Resner citou entre as inciativas da Marcopolo, 12 ônibus elétricos que circulam na frota de Porto Alegre, microônibus abastecidos com bioetano e ônibus adquiridos pela Universidade de São Paulo (USP) movidos a hidrogênio verde. No segundo painel, a presidente da Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), Daniela Eckert, o gestor executivo do Tecnosinos e de tecnologia e Inovação da Unisinos, Silvio Bitencourt da Silva, o superintendente da Finep, Newton Hamatsu, e o gerente de inovação e estratégia industrial do BNDES, Fabrício Brollo Dunham, trataram sobre Como o ecossistema de inovação pode apoiar a jornada das empresas rumo à economia verde. A mediação foi do coordenador do Citec, Marcus Coester.

Fiergs debate iniciativas para um setor industrial verde e resiliente