Archives Novembro 2024

Os desafios e oportunidades no caminho da transição energética

Copel, Grupo Gerdau, Itaipu Binacional e Sanepar apresentam seus cases sobre o tema no fórum promovido pelo Instituto AMANHÃ em Curitiba

O Fórum Transição Energética – Desafio e Oportunidade para o Brasil e suas Empresas integra a 11ª edição do AMANHÃ Sustentável

O Grupo AMANHÃ, através do Instituto AMANHÃ, realizou na quarta-feira (13) o Fórum “Transição Energética – Desafio e Oportunidade para o Brasil e suas Empresas”, em Curitiba. O debate, que integra a 11ª edição do AMANHÃ Sustentável, também foi transmitido ao vivo pelo canal AMANHATV no YouTube (clique aqui para acessar). Copel, Grupo Gerdau, Itaipu Binacional e Sanepar apresentaram seus cases sobre o tema. “A iniciativa privada tem um papel muito importante, tanto quanto os governos, na contribuição para fazer com que a transição energética ocorra no Brasil. Além de produzirem energia limpa, as empresas também podem fazer parte de cadeias produtivas globais para atender a demanda com fornecimento de equipamentos, razão pela qual a transição energética também abre oportunidades para negócios”, afirmou Jorge Polydoro, presidente do Instituto AMANHÃ, ao saudar o público presente no centro de eventos Encontro da Amazônia, na capital paranaense.

Orlando Pessutti, secretário representante do Paraná no Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), lembrou como o estado foi protagonista na criação de biodigestores para obter energia elétrica a partir dos dejetos de suínos, iniciativa levada à frente por muitos agricultores, como também cooperativas. “Temos de fazer a transição energética para obtermos energias muito mais limpas, pois também teremos uma vida muito mais segura”, declarou. Carolina Teodoro, coordenadora de economia e mercado do Sistema Ocepar, também destacou o importante papel do cooperativismo no cumprimento da agenda ESG. “Mais de 48% do faturamento das cooperativas paranaenses é fruto de alguma industrialização e atualmente contamos com 9% de produção própria de energia, algo que tem se tornado vital para o cooperativismo cada vez mais comprometido com o desenvolvimento sustentável”, frisou. Para Nilo Cini Junior, coordenador do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), manter e ampliar as fontes renováveis em um cenário de eventos climáticos extremos fortalece a competitividade industrial. “Energia limpa é uma ativo indispensável para as empresas e a Fiep reconhece essa realidade ao liderar ações que capacitam pessoas nesse sentido”, ressaltou.

A 11ª edição do AMANHÃ Sustentável conta com apoio técnico da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace), entidade que representa os grandes consumidores de energia e uma das mais antigas do setor elétrico. A cobertura completa do fórum circulará no guia AMANHÃ Sustentável que será disponibilizado no Portal AMANHÃ e nas plataformas do Grupo AMANHÃ nas próximas semanas. Acompanhe, a seguir, um resumo das principais iniciativas de transição energética apresentadas pela Copel, pelo Grupo Gerdau, pela Itaipu Binacional e pela Sanepar.

Copel, uma protagonista da transição energética
Luisa Nastari, superintendente da área de governança e sustentabilidade da Copel, contextualizou o atual cenário do setor elétrico frente aos desafios que a transição energética impõe. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, se nada for feito em favor da descarbonização, chegaremos a 2100 com uma temperatura média 3 ºC acima do período pré-revolução industrial, por exemplo. As energias renováveis devem substituir os combustíveis fósseis nos próximos anos, segundo a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O Brasil, possui uma matriz elétrica, com cerca de 84,2% da geração de origem de fontes renováveis, é um diferencial que pode tornar o país protagonista. Trilhando esse caminho, a Copel realiza o inventário de gases de efeito estufa (GEE) desde 2008. A companhia também tem um plano de neutralidade relacionando metas para redução de GEE. A empresa definiu o desinvestimento em seus ativos de fonte fóssil, em linha com seu objetivo de se tornar uma companhia com 100% de energia renováveis. Por essa razão a Copel realizou a venda da Usina Elétrica a Gás de Araucária (UEGA) e se desfez da participação que detinha na Companhia Paranaense de Gás (Compagás). Em outubro do ano passado, a Copel também solicitou a devolução da concessão da Usina Termelétrica Figueira para a União. “Recentemente alcançamos a meta de 100% de energia renovável baseada em fontes limpas. Esta meta foi batida um ano antes do prazo previsto, que era 2025, e coincidiu com os 70 anos da Copel comemorados em 26 de outubro”, contou Luisa. Ela também destacou o fato de a companhia ter criado um fundo para financiar a transição energética. “O Copel Ventures I vai disponibilizar R$ 150 milhões para investir em startups que contribuam para a transição energética. Desejamos ser protagonistas nesse campo e, para isso, sempre tentamos antecipar todas as tendências possíveis”, destacou.

A siderurgia não tem uma bala de prata
A Gerdau assumiu uma meta de redução das emissões de gases de efeito estufa até 2031, saindo de 0,93 t CO2e para 0,83 t CO2e, um patamar deixará a companhia com um volume de emissões menor que a metade da média mundial do setor do aço. A Gerdau também possui 250 mil hectares de base florestal, sendo 90 mil para conservação da biodiversidade. Outra providência é a substituição parcial do carvão mineral, evitando 90 mil tCO2e anualmente, na usina de Ouro Branco (MG). “A siderurgia não tem uma bala de prata para neutralizar o carbono com muita velocidade, pois cada lugar terá uma tecnologia viável e outras não, por isso a importância de ter políticas públicas que auxiliem diversos setores”, opinou Naiade Araki Gonçalves, especialista de meio ambiente do Grupo Gerdau. Ela deu como exemplo o investimento de US$ 10 milhões, o maior valor já destinado pelo governo norte-americano como incentivo a estudos de descarbonização e que visa trazer mais conhecimento sobre o uso do hidrogênio em escalas piloto e industrial. A pesquisa está sendo conduzida pela Purdue University, com o apoio de empresas produtoras de aço – inclusive, os testes serão realizados na unidade de Monroe, em Michigan, que pertence ao Grupo Gerdau. Em setembro, a Petrobras e a Gerdau firmaram memorando de entendimento com o objetivo de explorar oportunidades comerciais e potenciais parcerias alinhadas às estratégias de diversificação e descarbonização de ambas as empresas.

Itaipu, uma usina de ideias
Marcio Massakiti Kubo, gestor de convênios de pesquisas e projetos de desenvolvimento e inovação e assessor da área de energias renováveis da Itaipu Binacional, mostrou como a usina sediada em Foz do Iguaçu tem dado sua contribuição para a pesquisa envolvendo o tema de transição energética. Desde 2006, a Itaipu apoia a transição energética com o início dos programas Energias Renováveis (ER) e Mobilidade Elétrica Sustentável. Os projetos de ER começaram dada a preocupação com a grande concentração de produção de proteína animal nos municípios próximos ao reservatório da usina, que acaba gerando resíduos que, se não destinados de maneira adequada, chegam até as águas de Itaipu através dos rios da região. A primeira microgeração distribuída do Brasil foi implementada no Oeste do Paraná em um projeto apoiado por Itaipu, em 2008. Hoje, a partir daquela primeira ação, o Brasil possui mais de duas Itaipus em potência instalada com a mini e microgeração distribuída. “Isso foi muito significativo para a Itaipu, pois esse projeto foi base para as primeiras normativas técnicas da Aneel para regulamentar o tema no Brasil”, recordou Kubo. Itaipu também ajudou a desenvolver o primeiro ônibus 100% elétrico do país e o primeiro ônibus híbrido, movido a eletricidade e a etanol, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Sanepar: não há saneamento sem energia
A Sanepar é a maior consumidora de energia elétrica do Paraná, pois todo os processos de saneamento e esgotamento precisam dessa fonte. Por essa razão, a companhia paranaense realiza ações visando ter eficiência energética, assim como a busca por energias renováveis. A empresa desenvolveu a capacidade para gerenciar mensalmente as faturas de energia das diferentes unidades consumidoras que possui. Em 362 delas, de um total de 780, esse monitoramento é feito em tempo real. “Estamos, aos poucos, migrando nossas unidades para o mercado livre de energia, o que poderá nos garantir futuramente uma economia de R$ 1 bilhão”, projetou Charles Carneiro, engenheiro de desenvolvimento operacional da Sanepar. A Sanepar possui o maior parque de reatores anaeróbios do mundo tratando esgoto doméstico e tem sido destaque em iniciativas de recuperação energética de biogás. Estima-se que mais de 60 milhões de metros cúbicos de biogás podem ser produzidos anualmente somente a partir do esgoto no Paraná. A empresa também foi pioneira na implantação do sistema de microgeração distribuída de energia elétrica da Estação de Tratamento de Esgoto Ouro Verde, em Foz do Iguaçu, a primeira desta natureza a ser operacionalizada no setor de saneamento do Brasil. Também projeto da Sanepar, a US Bioenergia é capaz de produzir até 2,8 MWh de energia elétrica renovável a partir da codigestão de lodo de esgoto e materiais orgânicos de grandes geradores. A Estação de Tratamento de Esgoto Atuba Sul, em Curitiba, também é destaque por seu sistema inovador de secagem térmica de lodo que utiliza como combustível o biogás e biomassa (lodo seco) produzido na própria localidade. O sistema é capaz de processar 5 toneladas de lodo por hora, transformando-o em cinzas e evitando o envio de grandes volumes de material para aterros sanitários. “Temos trabalhado muito fortemente a transição energética podendo ter à disposição opções disruptivas como essas, pois temos processos básicos de água e esgoto muito bem consolidados”, definiu Carneiro.

Copel, Grupo Gerdau, Itaipu Binacional e Sanepar apresentam seus cases sobre o tema no fórum promovido pelo Instituto AMANHÃ em Curitiba

Narrativas (e números) que convencem

Não, a Renner não mudou seu “modelo de negócios”

A Renner apenas dobrou a aposta no seu modelo de negócios, aprimorando-o, sem mudá-lo em nada

Uma nota em um jornal local dava conta, semana passada, de que a Renner havia “mudado seu modelo de negócios sem que os clientes percebessem” (Como a Renner mudou seu modelo de negócio sem que os clientes percebessem | GZH). O motivo? A líder do varejo de vestuário no Brasil investiu em um novo centro de distribuição, mais tecnolgico, o que a permitiu reduzir custos e, consequentemente, o preço das mercadorias, tornando-se mais competitiva. O CEO da empresa chamou as melhorias apenas de “evolução”, no que tem toda razão. O modelo de negócios da Renner continua o mesmo – e vale entender por quê.

Um modelo de negócios responde a algumas questões sobre como uma empresa funciona. “O que vamos fazer? Para quem vamos vender? Por que vão comprar de nós? Como vamos ganhar dinheiro?”. Se a resposta a essas perguntas for convincente, constituindo uma narrativa que faça sentido, o modelo passou no seu primeiro teste.

Ora, a Renner continua vendendo roupas a preços acessíveis a consumidores de diferentes gêneros e faixas etárias. As peças são desenhadas por uma equipe própria, para garantir que a marca se mantenha antenada com a moda e os gostos do consumidor brasileiro, e fabricadas na China, onde o custo é menor. A rede vale-se dos pontos de venda para gerar recorrência de compra e conceder crédito, permitindo que as operações financeiras reforcem seu caixa. Trata-se de um negócio dependente de capilaridade, grandes volumes e, claro, eficiência operacional. Ao melhorá-la, a Renner apenas dobrou a aposta no seu modelo de negócios, aprimorando-o, sem mudá-lo em nada.

Como se trata de um modelo não muito diferente do de concorrentes como C&A, Riachuelo, Zara e Marisa, as melhorias operacionais frequentes são fundamentais para obter vantagens competitivas, ainda que temporárias. Dado o dinamismo do mercado e o tamanho dessas redes, dificilmente alguma delas consegue uma dianteira permanente ou mesmo longeva. Ao longo do tempo, ajustes em mix de produtos, custos, distribuição e concessão de crédito são necessários para responder às iniciativas dos rivais, às oscilações na economia ou ao humor e às preferências dos consumidores.

Ah, sim, e basta a historinha parecer lógica e factível para que o modelo de negócios seja aprovado? Não, há um segundo teste, o dos números. E os bons resultados colhidos pela Renner indicam que a varejista acertou em refiná-lo: aumento de vendas e de lucros, conforme a mesma matéria mostra. E isso já basta para os acionistas. Não precisa de um nome pomposo (e equivocado) para virar notícia e motivo de comemoração.

Não, a Renner não mudou seu “modelo de negócios”

Google bloqueia 14 milhões de tentativas de fraude em dispositivos Android no Brasil

android coverDesde o lançamento da nova versão do Google Play Protect em junho de 2024, o Google bloqueou mais de 14 milhões de tentativas de instalação de aplicativos suspeitos em dispositivos Android no Brasil. Essa medida, implementada para proteger usuários de fraudes digitais, identificou e impediu a instalação de mais de 38 mil aplicativos potencialmente prejudiciais, […]Desde o lançamento da nova versão do Google Play Protect em junho de 2024, o Google bloqueou mais de 14 milhões de tentativas de instalação de aplicativos suspeitos em dispositivos Android no Brasil. Essa medida, implementada para proteger usuários de fraudes digitais, identificou e impediu a instalação de mais de 38 mil aplicativos potencialmente prejudiciais, […]

Google Play apoia estúdios independentes de games na América Latina

google play indie games fundO Google revelou, há poucos dias, os dez estúdios latino-americanos de games independentes selecionados para receber apoio financeiro e mentoria da nova edição do Indie Games Fund. O programa, que distribui US$ 2 milhões, oferece orientação técnica e estratégica de especialistas do Google Play para ajudar esses estúdios a promover seus jogos e alcançar novas […]O Google revelou, há poucos dias, os dez estúdios latino-americanos de games independentes selecionados para receber apoio financeiro e mentoria da nova edição do Indie Games Fund. O programa, que distribui US$ 2 milhões, oferece orientação técnica e estratégica de especialistas do Google Play para ajudar esses estúdios a promover seus jogos e alcançar novas […]

Google Sala de Aula ganha Leitura Guiada para apoiar a alfabetização no Brasil

google sala de aulaAnunciado há algumas semanas, o Google Sala de Aula ganhou a ferramenta Leitura Guiada, uma novidade que visa promover o letramento e auxiliar a alfabetização de estudantes no Brasil. A plataforma, que está completando 10 anos de inovações educacionais, incorpora agora uma tecnologia de Inteligência Artificial (IA) voltada para personalizar a experiência de leitura e […]Anunciado há algumas semanas, o Google Sala de Aula ganhou a ferramenta Leitura Guiada, uma novidade que visa promover o letramento e auxiliar a alfabetização de estudantes no Brasil. A plataforma, que está completando 10 anos de inovações educacionais, incorpora agora uma tecnologia de Inteligência Artificial (IA) voltada para personalizar a experiência de leitura e […]

Alelo lança Pagamento por Aproximação na Carteira do Google no Android

alelo google payA Alelo acaba de anunciar a implementação de pagamentos por aproximação através do sistema Google Pay, disponível para usuários da Carteira do Google. A novidade permite que clientes com os cartões Alelo Alimentação, Refeição e Tudo (com status ativo) realizem pagamentos digitais utilizando a tecnologia NFC, diretamente de seus dispositivos Android. A funcionalidade está disponível […]A Alelo acaba de anunciar a implementação de pagamentos por aproximação através do sistema Google Pay, disponível para usuários da Carteira do Google. A novidade permite que clientes com os cartões Alelo Alimentação, Refeição e Tudo (com status ativo) realizem pagamentos digitais utilizando a tecnologia NFC, diretamente de seus dispositivos Android. A funcionalidade está disponível […]

Economia cresce 0,8% em setembro

Terceiro trimestre tem alta de 1,1%

O índice, que é considerado uma prévia do PIB, já acumula alta de 3,3% no ano

A atividade da economia brasileira apresentou alta de 0,8%, em setembro na comparação com agosto, segundo os dados do Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central. O IBC-Br é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado veio após o aumento em agosto. Na passagem de julho para agosto, o IBC-Br apontou um crescimento de 0,2% na economia brasileira. Os dados são dessazonalizados, ou seja, são retiradas variações que acontecem em determinados momentos do ano.

Os dados do IBC-Br revelam ainda que, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o índice teve alta de 5,1% em setembro. Ainda de acordo com o BC, a atividade econômica do Brasil apresentou alta de 1,1% no período compreendido entre julho e setembro deste ano. Na comparação com o mesmo trimestre de 2023, a alta registrada foi de 4,7%. No acumulado em 12 meses o índice apresentou um avanço de 3%. No ano, o índice já acumula alta de 3,3%.

O IBC-Br é visto como uma prévia do PIB, que é calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice acompanha mês a mês a atividade econômica e antecipa possíveis pressões inflacionárias. O IBGE divulgará os números do PIB do terceiro trimestre no dia 3 de dezembro. No segundo trimestre, entre abril e junho, a economia brasileira expandiu 1,4% na comparação com o primeiro trimestre deste ano.

Com ABR

Terceiro trimestre tem alta de 1,1%

Google lança aplicativo do Gemini para iOS

gemini 2O Google lançou hoje o aplicativo dedicado do assistente de inteligência artificial Gemini para dispositivos iOS, expandindo o acesso a usuários de iPhones e iPads em todo o mundo. Até então, o Gemini só podia ser acessado por meio do aplicativo Google ou pela versão mobile da web, mas agora chega como um app independente […]O Google lançou hoje o aplicativo dedicado do assistente de inteligência artificial Gemini para dispositivos iOS, expandindo o acesso a usuários de iPhones e iPads em todo o mundo. Até então, o Gemini só podia ser acessado por meio do aplicativo Google ou pela versão mobile da web, mas agora chega como um app independente […]

Carteira do Google ganha recurso de Pix por aproximação no Brasil

carteira do google pixHá alguns dias, o Banco Central, em parceria com o Google, anunciou o lançamento do “Pix por aproximação” para usuários do Google Pay no Brasil. A nova funcionalidade permitirá que pagamentos sejam feitos apenas aproximando o celular das maquininhas, como já ocorre com cartões. De início, o recurso estará disponível para clientes do C6 Bank […]Há alguns dias, o Banco Central, em parceria com o Google, anunciou o lançamento do “Pix por aproximação” para usuários do Google Pay no Brasil. A nova funcionalidade permitirá que pagamentos sejam feitos apenas aproximando o celular das maquininhas, como já ocorre com cartões. De início, o recurso estará disponível para clientes do C6 Bank […]

YouTube testa remix musical com IA para criadores de Shorts

youtube logo 3O YouTube está testando uma nova funcionalidade que permite a alguns criadores de conteúdo “remixar” músicas licenciadas com o uso de inteligência artificial. A plataforma, por meio do recurso experimental Dream Track AI, oferece a possibilidade de modificar elementos de uma música, como o gênero ou o clima, criando uma trilha sonora personalizada de 30 […]O YouTube está testando uma nova funcionalidade que permite a alguns criadores de conteúdo “remixar” músicas licenciadas com o uso de inteligência artificial. A plataforma, por meio do recurso experimental Dream Track AI, oferece a possibilidade de modificar elementos de uma música, como o gênero ou o clima, criando uma trilha sonora personalizada de 30 […]

Safra de 2025 deverá ser 5,8% maior

Produção de soja é um dos destaques

A produção de 2025 deve crescer no Paraná (13,6%), no Rio Grande do Sul (12,4%), no Mato Grosso do Sul (24,1%) e em Santa Catarina (3,7%)

De acordo com o primeiro prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE, a safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 311 milhões de toneladas em 2025. Essa produção representa um aumento de 5,8% em relação à safra de 2024. A alta deve-se, principalmente, ao crescimento da estimativa para a produção de soja. No sentido oposto, o algodão herbáceo em caroço deve ter queda.

“A safra de 2024 enfrentou uma série de problemas climáticos em diversas unidades da federação, notadamente falta de chuvas e excesso de calor, sendo que no Rio Grande do Sul ainda tivemos excesso de chuvas e enchentes em abril e maio, o que retirou da safra brasileira em torno de cinco milhões de toneladas de grãos. Para 2025, embora os preços dos principais produtos não estejam apresentando uma boa rentabilidade, se tivermos um clima se comportando próximo a uma normalidade esperada, com as lavouras apresentando uma boa produtividade, teremos uma recuperação da safra brasileira, o que é importante para o controle da inflação e para o aumento das exportações brasileiras”, destaca Carlos Barradas, gerente do LSPA.

A primeira estimativa indica que a produção de soja deve ter aumento de 10,9% em 2025, quando comparado com 2024, totalizando 160,2 milhões de toneladas, o que caracterizaria um novo recorde na produção nacional da leguminosa, superando a produção registrada no ano de 2023.A estimativa para a produção de milho em 2025 é de 115,9 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação à safra colhida em 2024.No caso do algodão herbáceo em caroço, estima-se uma produção de 8,8 milhões de toneladas, praticamente igual à safra de 2024 (-0,7%).A produção do arroz em casca deve alcançar 11,2 milhões de toneladas, crescimento de 6%, com aumento de 4,4% na área ser colhida, e crescimento de 1,5% no rendimento médio.

A produção de 2025 deve crescer no Paraná (13,6%), no Rio Grande do Sul (12,4%), no Mato Grosso do Sul (24,1%), em Minas Gerais (5%), em Goiás (2%), na Bahia (3,8%), em São Paulo (16,3%), no Tocantins (0,3%), em Santa Catarina (3,7%), no Piauí (2,3%), em Rondônia (10,6%) e em Sergipe (0,3%). Por outro lado, são esperados declínios na produção no Mato Grosso (-0,6%), no Maranhão (-0,1%) e no Pará (-13,3%).

Produção de soja é um dos destaques

Hipermais inaugura loja no Shopping Estação Joinville

Nova loja recebeu um investimento de R$ 3 milhões

A nova unidade gerou 100 empregos diretos para a comunidade

O Shopping Estação Joinville, o mais antigo da cidade, será palco da inauguração de um novo Hipermais nesta terça-feira (12). A nova loja âncora, que representa um marco na revitalização do shopping, recebeu um investimento de R$ 3 milhões e promete incrementar o fluxo de visitantes no local. Com uma área de 4 mil metros quadrados, o Hipermais possui 15 checkouts para facilitar o atendimento. A nova unidade gerou 100 empregos diretos para a comunidade.

O Shopping Estação Joinville está localizado em frente à centenária estação ferroviária, que receberá investimentos da prefeitura para se tornar um ponto turístico importante. Segundo o presidente do Grupo Zonta, Pedro Joanir Zonta, a inauguração do Hipermais marca uma nova fase para o estabelecimento catarinense, que promete redefinir a experiência de compras na cidade. “A nova fase do shopping, combinada com a rica história da região, reafirma o compromisso do empreendimento em ser um espaço de referência tanto comercial quanto cultural em Joinville”, afirma o presidente do grupo paranaense. 

Além do Hipermais, o Shopping Estação Joinville expandirá sua oferta com a adição gradativa de novas lojas, enquanto as reformas estão em andamento. O empreendimento contará com 120 lojas que abrangem uma variedade de segmentos, incluindo um cinema Cine Uniplex com três salas, uma Academia Smart Fit de 1.200 metros quadrados e uma clínica de atendimento do Hospital Dona Helena.

Nova loja recebeu um investimento de R$ 3 milhões

BBM Logística terá novo presidente

Agapito Sobrinho sucederá Antonio Wrobleski

A BBM Logística é a 195ª maior empresa da região e também a 77ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A BBM Logística, de São José dos Pinhais (PR), anunciou Agapito Sobrinho como novo presidente. Ele assume no lugar de Antonio Wrobleski, que permanecerá apoiando a companhia como membro do conselho de administração. O executivo, que atua como diretor comercial na empresa há mais de oito anos, irá acumular a nova função e passará a liderar uma organização com quase 5 mil funcionários. Agapito possui 35 anos de experiência como líder de gestão de transporte, logística e supply chain. Teve uma longa passagem pela área logística da Nestlé, onde permaneceu por 16 anos, e foi diretor executivo na Stocktech, de 2005 a 2015.

Agapito (foto ao lado) tem como compromisso fortalecer o relacionamento com clientes, impulsionar o crescimento da companhia e promover a cultura de inovação e eficiência na empresa. De acordo com o novo presidente da BBM, a satisfação do cliente continuará sendo o pilar central da companhia. “Vamos concentrar nossos esforços para proporcionar aos nossos clientes o mais alto nível de serviço e valor em suas demandas de transporte e logística. Para isso, vamos nos consolidar como um parceiro estratégico, oferecendo uma logística planejada e executada com excelência”, declarou, por meio de nota.

À frente da área comercial da BBM por muitos anos, Agapito ajudou a operadora logística, que é uma das maiores do Brasil, a alcançar um faturamento de cerca de R$ 2 bilhões no último ano. A BBM Logística é a 195ª maior empresa da região e também a 77ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link). 

Agapito Sobrinho sucederá Antonio Wrobleski

Brasil reassume a meta de neutralidade climática até 2050

País elencará metas para todas as áreas da economia

Plano define a redução de emissões de gases do efeito estufa de 59% até 67% em 2035

O Brasil foi o segundo país a apresentar a terceira geração da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC na sigla em inglês), que define a redução de emissões de gases do efeito estufa de 59% até 67%, em 2035. O plano, que já havia sido apresentado no Brasil, foi oficialmente entregue ao secretário-executivo do clima das Nações Unidas, Simon Stiell, na 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 29), em Baku, no Azerbaijão. O documento entregue reassume a meta de neutralidade climática até 2050 e traz na sua apresentação “uma visão de um país que reconhece a crise climática, assume a urgência da construção de resiliência e desenha um roteiro para um futuro de baixo carbono para sua sociedade, sua economia e seus ecossistemas”.

Além de reunir um resumo de políticas públicas que se somam para viabilizar as metas propostas na NDC, como o Plano de Transformação Ecológica, o documento também detalha por setor da economia brasileira, as ações que vêm sendo implementadas no país para que as emissões de gases do efeito estufa sejam mitigadas. De acordo com a NDC brasileira, os Planos Setoriais de Mitigação, que estão em elaboração na Estratégia Nacional de Mitigação, que integra o Plano Clima, são orientados pela nova meta e estabelecerão valores absolutos de redução de emissões de todos os gases de efeito estufa e metas para todas as áreas da economia brasileira. A previsão é que esta etapa da política pública esteja concluída no primeiro semestre de 2025.

Pelas redes sociais, Stiell falou da liderança brasileira na entrega da geração 3.0 de NDC. “A mensagem está clara: a ação climática está aumentando porque é a passagem de todas as nações para a segurança e a prosperidade”, destacou. Segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a opção da entrega com uma margem variável, ocorreu por se tratar de um prazo de mais de dez anos, e que considera possíveis alterações nos cenários econômicos, de cooperação internacional e de avanços tecnológicos. “O foco é termos um número absoluto que saia de mais de 2 bilhões de toneladas de CO² para 850 milhões e lastreando essa decisão, nós temos o Plano Clima, temos o Plano de Transformação Ecológica, que é o novo paradigma para o modelo de desenvolvimento do Brasil, com seis eixos estratégicos”, disse.

O primeiro país a entregar a NDC à Organização das Nações Unidas foi os Emirados Árabes Unidos, como já havia sido acordado anteriormente na formação da Troika, o pacto multilateral firmado pelas três presidências das COPs 28, 29 e 30, respectivamente Emirados Árabes Unidos, Azerbaijão e Brasil, para o cumprimento da Missão 1,5 °C. De acordo com o documento, a nova ambição brasileira para emissões considera as diretrizes estabelecidas no Plano Clima, que é resultado de um processo de consulta da sociedade, setor privado, academia, estados e municípios.

Com ABR

País elencará metas para todas as áreas da economia

Rodrigo Schepf é o novo vice-presidente da Termolar

O profissional possui mais de 30 anos de experiência em gestão de equipes e processos

Schepf possui graduações, MBAs e certificados em administração, finanças e vendas em instituições no Brasil e nos Estados Unidos

Com objetivo de agregar experiência e potencializar os objetivos de atuação no mercado nacional e global de soluções térmicas, a Termolar apresenta Rodrigo Schepf como novo vice-presidente. O profissional atuará na gerência de projetos estratégicos e, em especial, com foco nas áreas comerciais e de suprimentos, abrangendo também os setores de compras e logística.

Schepf possui graduações, MBAs e certificados em administração, finanças e vendas em instituições no Brasil e nos Estados Unidos. Ele possui mais de 30 anos de experiência em gestão de equipes e processos, com passagens por empresas como Ambev, Coca-Cola, Tintas Renner, Piccadilly e Bertolini Móveis. “Me sinto honrado com a oportunidade de fazer parte desta empresa gigante que, há mais de 66 anos, é referência no Brasil e em mais de 25 países. Uma marca reconhecida, líder de mercado e referência em soluções térmicas com produtos de alta qualidade. Meu papel é poder contribuir com um time especular em busca de resultados superiores e sustentáveis”, afirmou o novo vice-presidente por meio de nota.

Com sede em Porto Alegre (RS) e centro de distribuição em Serra (ES), a empresa está presente no mercado desde 1958, exportando para Espanha, África do Sul, Noruega, Argentina, Uruguai, entre outros tantos países da América Latina, Europa e África. Anualmente, a Termolar produz cerca de 11 milhões de unidades, que integram uma ampla linha de soluções térmicas voltadas para casa, escritório e lazer, como, por exemplo, garrafas, copos, bules, cuias, ampolas e caixas. A Termolar é a 471ª maior empresa da região, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A companhia gaúcha saltou 52 posições em relação à edição anterior (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

O profissional possui mais de 30 anos de experiência em gestão de equipes e processos