Archives Novembro 2024

Fabiano Ventura é o novo vice-presidente da Fiesc na Serra Catarinense

O empresário preside o Sinduscon de Lages desde 2018

“Assumir a vice-presidência da Fiesc é uma grande honra e ao mesmo tempo traz grandes desafios e responsabilidades”, afirma Ventura

O industrial Fabiano Ventura é o novo vice-presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) para a Serra Catarinense. O nome foi anunciado na reunião de diretoria da entidade, em 25 de outubro, em substituição a Israel José Marcon. “Ventura traz uma bagagem muito importante, que certamente vai nos ajudar muito a vencer os desafios que temos na Serra Catarinense, bem como em todo o estado de Santa Catarina”, afirmou o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, que agradeceu a contribuição e dedicação do ex-vice-presidente às causas da indústria na Fiesc por uma década.

“Assumir a vice-presidência da Fiesc é uma grande honra e ao mesmo tempo traz grandes desafios e responsabilidades”, afirma Ventura. “A Serra Catarinense é um celeiro de oportunidades e passa por um momento muito positivo, espero que possamos contribuir para construir um cenário cada vez mais favorável ao crescimento e desenvolvimento da indústria na região”, completa. Engenheiro civil de formação e com vasta experiência como empresário do ramo da construção civil, Fabiano Ventura assume a vice-presidência da Fiesc para a Serra Catarinense com o objetivo de manter a federação como uma das protagonistas do desenvolvimento econômico da região, aproximando indústria, poder público e comunidade.

Desde 2018, Ventura preside o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Lages (Sinduscon) e em 2024 assumiu também a coordenação do Pacto pela Aceleração Territorial em Lages, uma iniciativa cujo foco é a aceleração do desenvolvimento regional. Além disso, já comandou o Observatório Social da mesma cidade, instituição dedicada à transparência e ao controle social na gestão pública.

O empresário preside o Sinduscon de Lages desde 2018

BRDE alcança marca histórica em captações no mercado de capitais

Banco ultrapassa a barreira de R$ 500 milhões através da emissão de títulos

“A diversificação dos nossos fundos torna-se fundamental para ampliar nossa capacidade em financiar o crescimento em toda a região Sul”, comemorou o diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior

Maior instituição de fomento do Sul do país, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) inicia o mês de novembro alcançando uma marca histórica. Através de nova emissão de títulos de renda fixa, o banco acaba de atingir o volume de R$ 509 milhões em captações junto ao mercado de capitais. O maior destaque segue relacionado aos títulos destinados a financiar o setor agropecuário, as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), que representam R$ 353,6 milhões (69,5% do total).

Para superar a barreira dos R$ 500 milhões em captações, a aquisição de um título do BRDE ocorreu através de Recibo de Depósito Bancário (RDB), no valor de R$ 10 milhões, e consolida a participação do banco no mercado. No mês passado, em outra emissão de título financeiro, parte da distribuição foi destinada a uma gestora de fundos de investimentos, o que envolve critérios rígidos em operações desta natureza. “É uma demonstração de que banco é reconhecido como instituição sólida para os investidores e habilitada para novas captações. A diversificação dos nossos fundos torna-se fundamental para ampliar nossa capacidade em financiar o crescimento em toda a região Sul”, comemorou o diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior.

Novas fontes
Agora através de RDBs, o volume de captação chega a R$ 115 milhões. Já por meio do instrumento de Letras Financeiras (LFs) houve o ingresso de R$ 40 milhões ainda no mês passado, mas o banco almeja avançar na modalidade nos próximos meses. Outra alternativa importante em termos de operação do BRDE no mercado de capitais é a emissão das Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCDs). A nova modalidade ainda aguarda a normatização de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que garante maior atratividade aos potenciais investidores. A expectativa de captação do BRDE ainda neste ano é da ordem de R$ 266 milhões, valor máximo possível emissão de LCDs do BRDE em 2024, conforme definido em resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN).

As LCDs serão destinadas, em especial, para financiar o fortalecimento do setor industrial do país. Para o diretor de planejamento do banco, Leonardo Busatto, a política de diversificação de funding torna-se indispensável, em especial em períodos de limitações na oferta de crédito. “Quanto maior o nosso leque de mecanismos para apoiar diferentes setores produtivos, maior será o nível de sustentabilidade da nossa economia, além de termos maior grau de competitividade global. Para as empresas do Rio Grande do Sul, esse apoio é importante para a retomada”, frisou Busatto.

Banco ultrapassa a barreira de R$ 500 milhões através da emissão de títulos

Mercado de trabalho dinâmico pressiona inflação

Situação de pleno emprego mantém nível de consumo das famílias elevado e pode acelerar alta nos juros

Os dados recentes da produção industrial mostraram uma economia aquecida, inclusive nos segmentos que dependem fortemente da taxa de juros

Os índices de desemprego em níveis extremamente baixos divulgados na semana passada – os menores de 2014 – estão entre os fatores domésticos que justificam uma possível aceleração no ritmo de alta da taxa de juros. A avaliação é do economista-chefe da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Pablo Bittencourt. A expectativa dele é que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decida aumentar a Selic em 0,5 ponto percentual na reunião que inicia nesta terça-feira (5). Os dados da produção industrial divulgados na sexta-feira (1) mostraram uma economia aquecida (1,1% de crescimento), inclusive nos segmentos que dependem fortemente da taxa de juros e corroboram a perspectiva de um ritmo mais acelerado de alta.

Aliados aos motivos do cenário doméstico, Bittencourt destaca ainda que os dados sobre a geração de emprego nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, o que deve manter a expectativa de corte de juros por lá e reforçam a projeção de queda contínua ao longo do primeiro semestre de 2025. Além da reunião do Copom, atrai a atenção do mercado a possibilidade de o governo federal lançar um pacote de redução de gastos de cerca de R$ 30 bilhões. Num momento em que algumas regiões do país vivem uma situação de pleno emprego – Santa Catarina entre elas –, gastos com seguro desemprego crescentes também pressionam as contas públicas.

A questão, segundo o economista da Fiesc, é o formato que o governo vai escolher para tratar a questão. Maior problema do Brasil hoje, o equilíbrio fiscal tem dois principais gargalos: a vinculação das despesas previdenciárias com o aumento do salário mínimo e o indexador dos gastos em saúde e educação, os limites mínimos constitucionais. Bittencourt afirma ainda que não acredita que o atual governo faça mudanças na vinculação das despesas com aposentadorias e pensões, mas destaca que alterações no mínimo constitucional são mais prováveis.

Situação de pleno emprego mantém nível de consumo das famílias elevado e pode acelerar alta nos juros

Construtora gaúcha anuncia empreendimento de R$ 140 milhões em Porto Alegre

Próximo ao Cais Embarcadero, projeto pretende contribuir com a revitalização da região

O empreendimento terá fachada ativa com um mall com lojas térreas

Com vista privilegiada para o Lago Guaíba e a poucos metros do Cais Embarcadero, a ABF Developments, construtora e incorporadora gaúcha, acaba de anunciar o lançamento do “CAIZ Downtown Sunset”. O projeto, que tem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 140 milhões e 340 unidades, buscado contribuir para a revitalização do Centro Histórico. O empreendimento terá fachada ativa com um mall com lojas térreas, além de uma pequena praça interna integrando o edifício ao passeio. No segundo pavimento, encontra-se parte da infraestrutura de lazer e, a partir do 3º andar, estão os lofts e apartamentos de um dormitório, com vista para o lago Guaíba na maior parte das unidades.

O último andar contará com um rooftop com amplo horizonte para o centro histórico, de um lado, e, do outro, uma vista para o pôr-do-sol, com piscina e espaço de socialização. O empreendimento é o primeiro da construtora no centro da Cidade e, de acordo com o CEO da ABF, Eduardo Fonseca, é um dos principais da região nos últimos anos. “Essa parte de Porto Alegre respira história e cultura. Queremos apoiar a retomada da economia pós-enchente e a revitalização de uma zona que é conhecida pelas opções de lazer e turismo”, destaca Fonseca. 

Próximo ao Cais Embarcadero, projeto pretende contribuir com a revitalização da região

Maioria das cidades tem baixo índice de desenvolvimento sustentável

Novo balanço mostra avanços e retrocesso em relação ao do ano passado

O Brasil é o único país que tem uma ferramenta de acompanhamento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em todos os 5.570 municípios

A terceira atualização do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR), apresentada em Brasília, revelou que 2.885 cidades, o que representa 51,3% do apresentou nível baixo na classificação. Nenhuma cidade brasileira atingiu o nível muito alto, mas 91, ou seja, 1,6% já estão com alto nível de desenvolvimento sustentável. Os municípios com índices muito baixos representam 16,8% do total e são 934 localidades. A ferramenta mede avanços e desafios a serem enfrentados pelos municípios brasileiros para erradicar a pobreza e proteger o planeta, a partir de 100 índices nacionais para o acompanhamento da evolução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“É um retrato do nível de desenvolvimento sustentável das cidades, que traduz um pouco da qualidade de vida nos territórios. E é este o grande objetivo dele [índice]: melhorar a qualidade de vida”, destaca o diretor-presidente do Instituto Cidades Sustentáveis, responsável por desenvolver a ferramenta, Jorge Abrahão. Os índices podem ser consultados por meio de uma plataforma na internet, que permite a consulta por cidade, além de disponibilizar um ranking e um mapa interativo com recortes por ODS. Segundo Abrahão, essa atualização traz avanços e retrocessos em relação aos últimos índices divulgados em 2023, quando 70% dos municípios foram classificados com índice baixo. “Dobrou o número de cidades que passou ao nível alto de desenvolvimento sustentável, reduziu-se o número de cidades que estavam nos níveis baixo e muito baixo. Então, tem um movimento que começa a existir das cidades, avançando nessa agenda”, destaca.

Um recorte que chama atenção é o regional, no qual mostra-se que, na região Norte, prevalece o maior número de cidades com nível muito baixo. A média de pontuação para região foi de apenas 38,8 pontos em uma escala de zero a 80/100 – o índice é considerado muito baixo até 39,9; baixo, até 49,9; médio, até 59,9; alto; até 79,9 e muito alto, acima disso. As regiões Nordeste (41,7) e Centro-Oeste (46,3) tiveram médias baixas. As regiões Sul (50,6) e Sudeste (51,5) tiveram pontuação média. Segundo Abrahão, o Brasil é o único país que tem uma ferramenta de acompanhamento dos 17 ODSs em todos os 5.570 municípios. E nesta edição, há uma novidade que possibilita o recorte da sugestão feita pelo Brasil à Organização das Nações Unidas (ONU) de criar uma 18ª ODS para avaliar as cidades brasileiras quanto aos indicadores relativos a igualdade étnico-racial.

Integração
A terceira edição do IDSC é resultado de parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Caixa Econômica Federal, com apoio institucional da Comissão Nacional dos ODS da Secretaria-Geral da Presidência da República; da Estratégia ODS, coalizão multissetorial voltada para o apoio à implementação da Agenda 2030 no Brasil, da Frente Nacional de Prefeitos e Prefeitas e do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB). Para Abrahão, a visão panorâmica trazida pela integração de várias frentes precisa ser refletida também na atuação das diferentes esferas de governo e da iniciativa privada. “Os desafios estão tão grandes que as empresas têm que olhar além dos seus muros, na sociedade, como é que podem usar sua capacidade de convocação, de comunicação, de atuação política até, mas pelo interesse comum, porque a gente percebe que, quando existem os problemas, as empresas também são afetadas.”

O secretário de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Adalberto Maluf, considera a ferramenta um orientador para políticas públicas, em que os governos municipais conseguem ter referências de políticas exitosas como modelo, os estados percebem onde devem empenhar esforços e o poder público federal podem direcionar melhor os recursos. “Com o índice, podemos avaliar qual foi o histórico da implementação das políticas públicas nos últimos anos, onde tiveram resultado melhor, o por quê de terem sido bem-sucedidas ou não terem sido bem-sucedidas, para que, à medida que a gente avance, em especial, com os novos investimentos, com o acompanhamento das emendas parlamentares, a gente consiga ter uma clareza maior do tipo de política pública que gera resultado e consegue ser medido”, conclui. Os 17 ODSs são parte de um plano de ação criado pela ONU com metas que buscam a erradicação da pobreza, proteger o meio ambiente e garantir a segurança climática em uma Agenda 2030.

Com ABR

Novo balanço mostra avanços e retrocesso em relação ao do ano passado

S&P eleva rating corporativo da RandonCorp

Agência vê como positivo o crescimento projetado para a empresa

Esta é a primeira vez em 75 anos de história que a RandonCorp atinge o maior indicador de confiança que uma empresa pode receber

A agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor’s Global Ratings (S&P) elevou o rating corporativo da RandonCorp na Escala Nacional Brasil de brAA+ para brAAA, com perspectiva estável. Esta é a primeira vez em 75 anos de história que a companhia atinge o maior indicador de confiança que uma empresa pode receber. De acordo com o relatório da agência, a elevação do rating se deve a expectativa de consolidação bem-sucedida nos processos recentes de aquisições, que estão alinhadas com a estratégia da RandonCorp em diversificar operações no exterior enquanto aumenta a representatividade do segmento de peças de reposição em seu portfólio.

O rating de crédito AAA é o mais alto indicador que uma entidade pode receber, o que reforça a confiança dos investidores e a possibilidade de acesso a mais oportunidades de capital financeiro. A agência destaca também outros pontos na avaliação, como o crescimento projetado para os próximos anos no mercado automotivo, com recuperação de vendas nos Estados Unidos e pela adição de capacidade das novas plantas em Mogi Guaçu. Ainda segundo a avaliação da agência, a perspectiva estável reflete a visão de que a RandonCorp se mantém forte nos mercados nacionais de reposição de autopeças e fabricação de semirreboques, além de manter a alavancagem controlada, com aumento de geração de caixa combinada com um perfil também controlado de amortização de dívidas.

“É uma conquista histórica para a companhia, fruto de um trabalho sério e consistente na execução da estratégia de negócios, com investimentos na diversificação de receitas e do portfólio de soluções. Cada vez mais, somos uma empresa que entrega valor e crescimento de maneira sustentável e com baixa alavancagem”, avaliou o CFO da RandonCorp, Paulo Prignolato, por meio de nota. A RandonCorp é a 21ª maior empresa da região e também a oitava maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui).

Agência vê como positivo o crescimento projetado para a empresa

Klabin colocará R$ 1,8 bilhão em caixa

Objetivo principal do negócio será a exploração da atividade florestal no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina

A companhia paranaense fará um aporte de 23 mil hectares de florestas plantadas e 4 mil hectares de terras produtivas

A Klabin informou que celebrou nesta quarta-feira (30) acordos com uma Timber Investment Management Organization (TIMO), um veículo de investimentos criado por investidores institucionais para investir em florestas. O investimento conjunto será feito em quatro Sociedades de Propósito Específico (SPEs) que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração da atividade florestal no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina. A Klabin não informou o nome da empresa com a qual fechou o negócio.

O patrimônio das SPEs será composto, principalmente, por parte dos ativos florestais oriundos do Projeto Caetê. Além disso, a companhia paranaense fará um aporte de 23 mil hectares de florestas plantadas e 4 mil hectares de terras produtivas. Já a TIMO colocará R$ 1,8 bilhão em caixa, sendo a primeira parcela na data do fechamento do Projeto Plateau e o restante previsto para o segundo trimestre do próximo ano. A TIMO poderá realizar ainda aportes adicionais nas SPEs neste mesmo período no valor agregado de até R$ 0,9 bilhão. Todos os investimentos estão sujeitos a eventuais ajustes nos termos dos acordos.

Dentre outros direitos típicos conferidos a acionistas controladores de sociedades desta natureza, a Klabin terá o direito de preferência na compra da madeira produzida pelas SPEs. De acordo com o comunicado, as áreas que serão aportadas nas SPEs estão localizadas, substancialmente, no Paraná, e uma pequena parte em São Paulo e Santa Catarina. A Klabin é a sétima maior empresa da região e também a terceira maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui).

Objetivo principal do negócio será a exploração da atividade florestal no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina

Lucro da Weg salta 9,5% no terceiro trimestre

Companhia catarinense reportou receita líquida de R$ 9,8 bilhões entre julho e setembro

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Weg reportou nesta quarta-feira (30) que obteve uma receita líquida de R$ 9,8 bilhões no terceiro trimestre, valor 6,3% maior do que no mesmo período de 2023. O lucro saltou 9,5%, para R$ 1,5 bilhão (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem). “Neste trimestre apresentamos bons resultados, com aceleração do crescimento das receitas e margens operacionais positivas, motivados pela continuidade do bom desempenho em grande parte dos nossos negócios de ciclo longo e boa demanda por nossos produtos e serviços nos principais mercados onde atuamos”, destaca o comunicado da companhia sediada em Jaraguá do Sul.

No Brasil, o fornecimento de equipamentos de ciclo longo continua positivo, especialmente em soluções ligadas transmissão e distribuição (T&D), apesar da redução do nível de entregas no negócio de geração eólica. “Nos equipamentos de ciclo curto, observamos melhora da demanda de motores elétricos e seguimos com uma demanda positiva nos negócios de redutores, e Motores Comerciais e Appliance (MCA). Por outro lado, o negócio de geração solar distribuída, continua apresentando menor nível de receita quando comparado com o mesmo período no ano passado”, informa a Weg.

No mercado externo, o crescimento de receita foi suportado pelo desempenho dos negócios de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD), fruto principalmente do volume de entregas na área de T&D na América do Norte. “A atividade industrial continuou aquecida nos nossos principais mercados de atuação, principalmente nas vendas de equipamentos industriais para segmentos importantes como óleo e gás e água e saneamento. Lembramos que o desempenho do trimestre foi positivamente impactado pelos negócios recém adquiridos de motores industriais e geradores das marcas Marathon, Rotor e Cemp”, pontua a empresa. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui).

Companhia catarinense reportou receita líquida de R$ 9,8 bilhões entre julho e setembro

Lucro da Weg salta 9,5% no terceiro trimestre

Companhia catarinense reportou receita líquida de R$ 9,8 bilhões entre julho e setembro

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Weg reportou nesta quarta-feira (30) que obteve uma receita líquida de R$ 9,8 bilhões no terceiro trimestre, valor 6,3% maior do que no mesmo período de 2023. O lucro saltou 9,5%, para R$ 1,5 bilhão (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem). “Neste trimestre apresentamos bons resultados, com aceleração do crescimento das receitas e margens operacionais positivas, motivados pela continuidade do bom desempenho em grande parte dos nossos negócios de ciclo longo e boa demanda por nossos produtos e serviços nos principais mercados onde atuamos”, destaca o comunicado da companhia sediada em Jaraguá do Sul.

No Brasil, o fornecimento de equipamentos de ciclo longo continua positivo, especialmente em soluções ligadas transmissão e distribuição (T&D), apesar da redução do nível de entregas no negócio de geração eólica. “Nos equipamentos de ciclo curto, observamos melhora da demanda de motores elétricos e seguimos com uma demanda positiva nos negócios de redutores, e Motores Comerciais e Appliance (MCA). Por outro lado, o negócio de geração solar distribuída, continua apresentando menor nível de receita quando comparado com o mesmo período no ano passado”, informa a Weg.

No mercado externo, o crescimento de receita foi suportado pelo desempenho dos negócios de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD), fruto principalmente do volume de entregas na área de T&D na América do Norte. “A atividade industrial continuou aquecida nos nossos principais mercados de atuação, principalmente nas vendas de equipamentos industriais para segmentos importantes como óleo e gás e água e saneamento. Lembramos que o desempenho do trimestre foi positivamente impactado pelos negócios recém adquiridos de motores industriais e geradores das marcas Marathon, Rotor e Cemp”, pontua a empresa. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui).

Companhia catarinense reportou receita líquida de R$ 9,8 bilhões entre julho e setembro

Estruturar para um novo ciclo de investimentos

Enquanto consolida seus projetos, a Conasa busca ainda mais eficiência na sua missão em ser um agente de transformação da infraestrutura no Brasil

Além de subir 23 posições entre as gigantes paranaenses, a Conasa ganhou 56 degraus entre as 500, tornando-se a 98ª colocada na região Sul

Água, luz e transporte são itens básicos da vida de qualquer ser humano. E atender com eficiência mais de 5 milhões de brasileiros pelas empresas de saneamento e iluminação pública, bem como os usuários dos mais de 1.500 quilômetros de rodovias administrados, tem feito da paranaense Conasa um importante agente de transformação da infraestrutura no Brasil. Agora, a principal tarefa é consolidar projetos em operação e entregar os investimentos contratados. “Essa fase, de amadurecimento dos negócios e implantação de um modelo operacional centralizado, visa ao aumento da eficiência, preparando a empresa para um novo ciclo de investimentos”, antecipa Mario Vieira Marcondes Neto, CEO da companhia londrinense.

Uma das responsabilidades da empresa tem sido contribuir com as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento. Em razão disso, a Conasa tem aportado recursos na expansão da rede de esgoto e da rede de distribuição de água da concessionária Águas do Sertão, responsável pelo atendimento a 34 municípios em Alagoas. O objetivo é disponibilizar 100% de água tratada e 80% de tratamento de esgoto coletado e tratado até 2033. “A empresa também vem se preparando para participar de novas licitações de saneamento de munícipios de médio porte e em projetos específicos que sejam aderentes ao nosso plano estratégico”, revela Marcondes Neto.

No segmento de rodovias, a Conasa e suas empresas Via Brasil, estão empenhadas no cumprimento das obrigações assinadas junto ao poder público federal e estadual de Mato Grosso, na implantação de melhorias dos sistemas rodoviários da BR-163, da MT-100, da MT-246 e da MT-320, todos importantes corredores logísticos de escoamento da safra produzida em solo mato-grossense. A empresa também planeja concluir a eficientização de 90 mil pontos de iluminação da capital paraense pela concessionária Luz de Belém. Essa etapa prevê a troca das luminárias convencionais por LEDs, trazendo mais eficiência energética, com redução de consumo, além de contribuir para melhoria da segurança em espaço públicos, como praças e avenidas. “Desde seu nascimento, em 2007, a Conasa tem assumido como premissa estratégica ser um agente relevante de transformação da infraestrutura no Brasil”, destaca Marcondes Neto.

A missão tem sido cumprida com sucesso – e os números comprovam. Nesta edição de 500 MAIORES DO SUL, ranking desenvolvido pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil, a Conasa é a 40ª maior empresa do Paraná. Além de subir 23 posições entre as gigantes paranaenses, a companhia ganhou 56 degraus entre as 500, tornando-se a 98ª colocada na região Sul. A depender do novo ciclo de investimentos que está por vir, a Conasa se tornará ainda mais valorosa no ambiente corporativo brasileiro.

Enquanto consolida seus projetos, a Conasa busca ainda mais eficiência na sua missão em ser um agente de transformação da infraestrutura no Brasil

Maringá é eleita melhor cidade para se viver no país

Curitiba ficou como a melhor capital na quinta colocação geral

Maringá ficou em primeiro lugar em sete dos 15 indicadores analisados

Maringá, município localizado na região Noroeste do Paraná, ficou em primeiro lugar entre as 100 maiores cidades brasileiras na oferta de serviços públicos. O estudo Desafios da Gestão Municipal, divulgado na quinta-feira (31) pela consultoria Macroplan Analytics, coloca ainda mais duas cidades paranaenses entre as dez mais bem colocadas: Curitiba na quinta posição e no posto de melhor capital no ranking, além de Cascavel, no Oeste, na sexta posição geral. Outras duas cidades paranaenses aparecem no estudo: Londrina, na 18ª posição, e São José dos Pinhais, na 19ª. A cidade da Região Metropolitana de Curitiba, inclusive, foi a que mais subiu no ranking na comparação com o divulgado em 2010, ganhando 42 posições. Florianópolis é a 21ª, enquanto Porto Alegre é a 48ª colocada na lista (veja tabela completa ao final desta reportagem).

O levantamento tem como base o Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM), que leva em conta 15 indicadores em quatro áreas essenciais para a qualidade de vida da população: educação, saúde, segurança e saneamento. Apesar de representarem 1,8% dos municípios brasileiros, os 100 avaliados concentram 78,3 milhões de habitantes – 38,6% da população brasileira – e 44,2% do Produto Interno Bruto Nacional (PIB), somando R$ 4 trilhões. O estudo traz uma análise evolutiva aos gestores públicos, que podem comparar seus dados com outras edições do ranking e também com as demais cidades analisadas.

A cidade de Maringá, que também ficou em primeiro lugar no levantamento de 2021, teve uma média 0,765 no ranking, em um indicador que vai até 1, com destaque para a área de saneamento, em que recebeu nota de 0,978. Segurança foi outro destaque, com índice de 0,806. O município paranaense ficou em primeiro lugar em sete dos 15 indicadores analisados: na cobertura de educação básica, mortalidade infantil, taxa de matrículas na pré-escola, atendimento de água, atendimento de esgoto, esgoto tratado e coleta de lixo; além da segunda colocação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental I, na rede pública municipal, e com a segunda na menor taxa de mortalidade prematura. O estudo traz alguns dados que ajudam a colocar Maringá no topo. O índice analfabetismo entre a população de 15 anos ou mais na cidade é de 2% e a renda per capita é de R$ 51,9 mil. Já a renda média no emprego formal é R$ 3.763, com taxa de 50,8% na razão entre emprego formal e população com 15 anos ou mais. O município tem, ainda, nota A na Capacidade de Pagamento (Capag), do Tesouro Nacional.

Capital com a melhor posição no levantamento, Curitiba teve nota de 0,718 e subiu seis posições em relação ao ranking divulgado em 2010. A capital paranaense teve a melhor colocação em quatro pontos: taxa de matrículas em pré-escola, atendimento de água, atendimento de esgoto e coleta de lixo, e em segundo lugar em nascidos vivos com pré-natal adequado. A melhor nota da capital paranaense foi na área de saneamento (0,967), seguido de segurança (0,780), educação (0,657) e saúde (0,619). O estudo destacou que a taxa de analfabetismo entre a população curitibana com 15 anos ou mais foi de 1,5%, o PIB per capita da capital chegou R$ 49,9 mil, com renda média de R$ 4.672 e 63% da população com 15 anos ou mais com emprego formal. Curitiba tem, ainda, nota A em Capacidade de Pagamento, segundo o Tesouro Nacional.

Já Cascavel teve um salto de 37 posições na comparação com o levantamento de 2010, atingindo uma nota de 0,714. A cidade do Oeste do Paraná também teve bom resultado em saneamento, com nota de 0,963. Na sequência ficaram segurança (0,707), saúde (0,647) e educação (0,638). Os destaques estão na cobertura de atenção básica, taxa de matrículas em pré-escola, atendimento de água, atendimento de esgoto e esgoto tratado, aparecendo na primeira posição. Em relação aos números analisados, o estudo mostra que a taxa de analfabetismo em Cascavel era de 3,2%, o PIB per capita foi de R$ 47 mil, renda média de R$ 3.227 no emprego formal e 43,8% da população com 15 anos ou mais, além de nota B na Capacidade de Pagamento do município no Tesouro Nacional.

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Curitiba ficou como a melhor capital na quinta colocação geral

XP planeja expansão em Santa Catarina e anuncia Marcelo Pedroso como líder regional

Companhia quer aumentar em cinco vezes o time no estado para atender os investidores catarinenses, que têm cerca de R$ 35 bilhões na poupança

Pedroso pretende disseminar a educação financeira e o ecossistema da XP em Santa Catarina

A XP quer aumentar cinco vezes o time em Santa Catarina como parte do plano de regionalização da marca. Para liderar essa expansão, focada nas cidades com mais de 100 mil habitantes, a empresa anunciou Marcelo Pedroso como líder do estado. Para Claudia Deberaldine, sócia e executiva regional da XP, a presença da companhia também será essencial para se aproximar de investidores. “Estamos reforçando nossa equipe comercial na região para ter 5 vezes mais profissionais dedicados até o final de 2025. Os investidores do estado dispõem hoje de R$ 35 bilhões aplicados em poupança. É possível investir melhor esses recursos com o apoio de uma assessoria adequada”, comenta

O objetivo de Pedroso, que é economista pela Fundação Getúlio Vargas e soma 18 anos de experiência no mercado financeiro, é operacionalizar a presença da companhia nas diferentes economias catarinenses, disseminar a educação financeira e o ecossistema da XP na região.”Estamos dedicados a um projeto de expansão ambicioso em Santa Catarina. Esse estado, extremamente importante para o país e com uma economia diversificada, é um mercado estratégico e tem o terceiro maior PIB per capita do Brasil”, explica.

O volume de investimentos no Sul do Brasil chega a R$ 410 bilhões, segundo os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Desses, R$ 180 bilhões são em renda variável e R$ 102,8 em renda fixa.Só Santa Catarina tem mais de 288,9 mil investidores com mais de R$ 23 bilhões em investimentos listados na bolsa, de acordo com os dados da B3 até o mês de outubro. A XP já tem presença no estado por meio dos mais de 60 escritórios parceiros entre matrizes e filiais, está atraindo profissionais renomados e investindo na formação de talentos para compor seu time interno.

Companhia quer aumentar em cinco vezes o time no estado para atender os investidores catarinenses, que têm cerca de R$ 35 bilhões na poupança

Produção industrial avança 1,1% em setembro

O setor registra crescimento de 3,1% no acumulado anual

Três das quatro grandes categorias econômicas e 12 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram avanço na produção

Em setembro, a produção industrial nacional subiu 1,1% frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado acontece após a variação positiva de 0,2% em agosto. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria cresceu 3,4% em setembro de 2024, marcando a quarta taxa positiva consecutiva. Com isso, o setor industrial apontou crescimento de 3,1% no acumulado anual. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, avançou 2,6% em setembro, permanecendo com taxa positiva e intensificando o ritmo de crescimento frente aos resultados de agosto (2,4%), julho (2,2%), junho (1,5%) e maio (1,2%) de 2024.

Três das quatro grandes categorias econômicas e 12 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram avanço na produção. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%) e produtos alimentícios (2,3%), com ambas voltando a crescer após recuarem nos meses de agosto e julho. Vale destacar também as contribuições positivas registradas pelos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (2,5%), de produtos do fumo (36,5%), de metalurgia (2,4%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,3%).

Por outro lado, entre as 12 atividades que apontaram queda na produção, indústrias extrativas (-1,3%) e produtos químicos (-2,7%) exerceram os principais impactos na média da indústria, com a primeira voltando a recuar após avançar 1% no mês anterior; e a segunda interrompendo três meses seguidos de crescimento na produção, período em que acumulou expansão de 10,5%. Outros impactos negativos relevantes sobre o total da indústria vieram de outros equipamentos de transporte (-7,8%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-3,7%).

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital (4,2%) assinalou a taxa positiva mais elevada em setembro e eliminou parte do recuo de 4,6% registrado em agosto último. Os segmentos de bens intermediários (1,2%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,6%) também mostraram crescimento na produção nesse mês, com ambos marcando o segundo resultado positivo consecutivo. Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo duráveis, ao recuar 2,7%, apontou a única taxa negativa em setembro e repetiu a magnitude de perda verificada no mês anterior.

O setor registra crescimento de 3,1% no acumulado anual

André Donatti é o Enólogo do Ano 2024

Enólogo chefe da Vinícola Campestre, de Vacaria, entra para o seleto grupo homenageado pela Associação Brasileira de Enologia

Donatti acumula experiência com uma trajetória profissional com passagens pela Itália, França e Portugal em viagens técnicas de aperfeiçoamento na área de vinhos

Com mais de 20 anos de experiência em enologia, André Donatti é o enólogo chefe, responsável técnico e gerente-geral da Vinícola Campestre, em Vacaria (RS), onde atua há 15 anos. Ele foi eleito pelos colegas de profissão, associados à Associação Brasileira de Enologia (ABE) como o Enólogo do Ano 2024, distinção que já homenageou 20 enólogos desde 2004. A divulgação ocorreu durante jantar de confraternização realizado nesta sexta-feira (25) que reuniu cerca de 150 profissionais da cadeia produtiva da uva e do vinho.

Licenciado em química pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), graduado em gestão de produção industrial pela Uninter, Donatti não estava presente no evento e, por isso, ainda não recebeu o troféu das mãos do presidente, enólogo Ricardo Morari. Mesmo assim, a diretoria surpreendeu a todos fazendo uma videochamada para dar a notícia ao enólogo que está na Itália participando de uma imersão de qualificação na Sicília com passagens por universidades de enologia, centros de pesquisa e de desenvolvimento, além e visitas técnicas na região. A interação foi compartilhada ao vivo com todos em pleno evento, que puderam testemunhar a emoção de Donatti ao receber a informação oficial.

Donatti acumula experiência com uma trajetória profissional com passagens pela Itália, França e Portugal em viagens técnicas de aperfeiçoamento na área de vinhos. Também já atuou em outras vinícolas gaúchas como Cordelier, Cooperativa Aliança e Cooperativa Garibaldi. Ao falar da atuação do Enólogo do Ano 2024, Morari fez questão de destacar que Donatti emplacou um de seus vinhos entre as 16 amostras da Avaliação Nacional de Vinhos Safra 2024, além de outras seis entre os 30% representativos. “Temos uma seleção de grandes enólogos que merecem o nosso respeito e admiração. O André Donatti é um deles. Que nós, enólogos brasileiros, sigamos evoluindo, assim como os melhores vinhos, e que nossos rótulos sigam fazendo história, emocionando e dando prazer a todos que os degustam”, reiterou.

O encontro, que acontece todos os anos, celebrou os 48 anos da ABE e o Dia do Enólogo, ambos comemorados no dia 22 de outubro, quando a entidade aproveitou para lançar a obra Firmino Splendor – Um Beija-Flor no Vinhedo, reverenciando o fundador e primeiro presidente da ABE. O livro de 170 páginas, conta um pouco da trajetória do ‘Mestre’, como é chamado pelos enólogos – muitos dos quais foram alunos do ‘Seu Firmino’. Aproveitando o tradicional encontro que reúne dezenas de enólogos, a ABE entregou um exemplar do livro assinado pelo jornalista e escritor, Irineu Guarnier Filho, a cada participante.

Enólogo chefe da Vinícola Campestre, de Vacaria, entra para o seleto grupo homenageado pela Associação Brasileira de Enologia