Archives Outubro 2024

YouTube libera Timer de Sono para todos os usuários

O YouTube anunciou que a funcionalidade de timer de sono, anteriormente exclusiva para assinantes do YouTube Premium, agora está disponível para todos os usuários. Essa novidade promete facilitar a experiência de quem gosta de relaxar assistindo a vídeos antes de dormir, sem a preocupação de que eles continuem rodando a noite inteira. O timer de […]O YouTube anunciou que a funcionalidade de timer de sono, anteriormente exclusiva para assinantes do YouTube Premium, agora está disponível para todos os usuários. Essa novidade promete facilitar a experiência de quem gosta de relaxar assistindo a vídeos antes de dormir, sem a preocupação de que eles continuem rodando a noite inteira. O timer de […]

Empresas são propulsoras da mudança

Essa foi uma das conclusões do painel de abertura que antecedeu a cerimônia de premiação das 100 maiores empresas do Rio Grande do Sul

Polydoro, Elis, Thomas e Daniel: as pessoas têm buscado propósito nas empresas

As empresas devem ser propulsoras da mudança. Essa foi uma das conclusões do painel de abertura que antecedeu a cerimônia de premiação das 100 maiores empresas do Rio Grande do Sul na quarta-feira (9). O debate reuniu lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharam suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. Daniel Randon, presidente da RandonCorp; Thomas Oderich, head de marketing e relações institucionais da Oderich, e Elis Horn, gerente de produto da Lojas Renner, participaram do debate “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” promovido pelo Grupo AMANHÃ no Nau Live Spaces, em Porto Alegre. O evento segue disponível no canal AMANHATV no YouTube (clique aqui). A conversa foi mediada por Jorge Polydoro, publisher do Grupo AMANHÃ.

Representando a geração X, Daniel Randon contou sobre a experiência da companhia na interação com os mais jovens. Ele recordou que antes mesmo da pandemia, a RandonCorp já contava com um projeto-piloto de home office, fato que facilitou a remoção de 2 mil funcionários para essa modalidade de trabalho. “Ainda hoje algumas áreas dentro da empresa demandam trabalho remoto, algo que mantivemos, pois enquanto tiver a mesma produtividade, tem funcionado muito bem”, declarou. Ele também disse que a RandonCorp assumiu um compromisso público de duplicar o número de mulheres em cargos de liderança até 2025. Thomas Oderich, que representou a geração Y, relatou sua convivência atual na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de São Sebastião do Caí (ACIS-Caí) e também na diretoria regional da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). “Não me sentia parte do grupo até entender o espaço que tinha e, a partir daí, já consegui me comprometer vendo que podia fazer mais”, afirmou, declarando ainda que todos ganham com a diversidade. Ele também disse que boa parte da diretoria da ACIS-Caí é formada por mulheres.

Para Elis Horn, que falava pela geração Z, tudo passa por convergir e por ter propósito. “Como uma Z, acredito que estamos trilhando esse caminho, muito por mérito da nossa geração que tem um mindset desde o berço com essa noção de que tudo tem de convergir”, destacou. Quanto ao fato de o mundo corporativo passar a ter mais lideranças femininas, ela chamou a atenção que se deve “dar espaço para ter espaço”. “Ainda temos de evoluir muito nesta pauta”, cobrou. Ela também comparou sua geração com a de seus pais. “Meus pais trabalhavam para ter bens. Eu e meus colegas temos um foco que a vida vai além do trabalho. Sou maratonista, por exemplo, e quero ter esse tempo para me dedicar ao esporte. E isso não limita o crescimento da carreira”, defendeu.

Daniel declarou que nota que as pessoas têm buscado propósito nas empresas. “Elas querem saber onde estão colocando o pé. E essa característica é ainda mais presente nos mais novos”, destacou. Thomas relatou que vê muitos universitários frustrados quando terminam suas formações acadêmicas, ainda que tenham escolhido profissões que gostem. “O mundo adulto não é feito de algodão doce, pois também há desafios. A geração atual tem de entender que muitos desses desafios não são agradáveis. Concordo que a geração Z busque mais qualidade de vida, mas ela deve se dar conta que também existe a necessidade de dar continuidade aos negócios”, aconselhou.

A grande rotatividade dos jovens nas empresas também foi um dos temas da conversa que contou com perguntas da plateia. Elis concordou que a geração atual muda de emprego frequentemente quando encontra uma oportunidade melhor, mas que opções como home office e benefícios diferenciados podem reter talentos. “Sempre buscamos um local de trabalho que seja acolhedor”, resumiu. “Hoje existem outras formas de obter renda, como o empreendedorismo, por exemplo. Mas há consciência que nossa geração representa o futuro das empresas”, concluiu. Thomas se mostrou frustrado pelo fato que uma empresa investe bastante tempo em treinamento para jovens que ficam empregados na função por um período curto. “O ambiente de trabalho tem de ser atrativo, de modo a fazer com que as pessoas permaneçam”, disse. Ele também se mostrou preocupado com o avanço das plataformas de comércio eletrônico chinesas, pois não há transparência sobre as condições de trabalho. “Temos de pensar na massa. Empresas são propulsoras de mudança”, argumentou.

As cem companhias catarinenses serão reveladas no próximo dia 15, enquanto as cem maiores paranaenses serão agraciadas no dia 21. Nesta data, AMANHÃ e PwC Brasil também disponibilizarão o ranking completo, com a lista das 500 MAIORES DO SUL e as 500 emergentes. O ranking das cem maiores do Rio Grande do Sul pode ser conferido aqui e também neste link.

Essa foi uma das conclusões do painel de abertura que antecedeu a cerimônia de premiação das 100 maiores empresas do Rio Grande do Sul

Clientes de bancos têm até esta quarta para sacar valores esquecidos

Cerca de R$ 8,5 bilhões passarão para conta do Tesouro Nacional amanhã

Aproximadamente 42 milhões de pessoas físicas precisam sacar recursos esquecidos no sistema financeiro

Aproximadamente 42 milhões de pessoas físicas e 3,6 milhões de pessoas jurídicas têm até esta quarta-feira (16) para sacar recursos esquecidos no sistema financeiro. Segundo os dados mais recentes do Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central, referentes a agosto, ainda não foram sacados R$ 8,5 bilhões – R$ 6,6 bilhões por pessoas físicas a R$ 1,9 bilhão por empresas. Na quinta-feira (17), os recursos não sacados serão transferidos para a conta única do Tesouro Nacional, para atender à lei que compensa a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em setembro pelo Congresso.

O único site onde é possível fazer a consulta é o site oficial do Sistema de Valores a Receber. Ao abrir a página, o usuário deve clicar em “Consulte valores a receber”, preencher os campos com os dados, clicar em “Consultar” e conferir a existência de valores esquecidos. Caso haja dinheiro a receber, o usuário deve clicar no botão “Acessar o SVR”. Essa segunda etapa, no entanto, requer conta nível prata ou ouro no Portal Gov.br. Após abrir a nova página, o SVR informará uma data para consultar os valores e os dados para a transferência. Na maioria dos casos, o usuário pode agendar um Pix. Em outros, será necessário entrar em contato com as instituições financeiras nos canais informados pela página do Banco Central.

Na data informada pelo sistema, o usuário deverá acessar novamente o site do SVR, com o login Gov.br. Somente então, será possível pedir a transferência dos valores. Quem perder a data do agendamento terá de entrar novamente na página e pedir nova data para o retorno. A consulta está aberta a pessoas falecidas e empresas fechadas. O acesso é possível a herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor. Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações como valor, data e CPF de quem fez o pedido.

Com ABR

Cerca de R$ 8,5 bilhões passarão para conta do Tesouro Nacional amanhã

Produção de grãos terá crescimento recorde de 8,3%

Safra 2024/25 pode chegar a 322,4 milhões de toneladas

Principal produtora de arroz no país, a região Sul também ampliará sua área de cultivo, devendo chegar a 1,1 milhão de hectares

Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção de grãos no Brasil terá crescimento recorde de 8,3% na temporada 2024/25, chegando a 322,4 milhões de toneladas. Se confirmado, o resultado representa acréscimo de 24,5 milhões de toneladas na comparação com o ciclo anterior. A projeção consta do primeiro levantamento da safra de grãos 2024/25. Em termos de área, o crescimento estimado é de 1,9%, totalizando 81,3 milhões de hectares a serem utilizados nesta safra.

Segundo a Conab, a área destinada à produção de arroz é 9,9% maior do que a utilizada no ciclo anterior. Essa alta foi percebida em todas as regiões do país, sendo de forma mais intensa no Centro-Oeste (33,5%) e no Sudeste (16,9%). “Só em Mato Grosso, os produtores vão destinar mais de 133 mil hectares para cultivo do grão, elevação de 39,3% quando comparada com a área registrada na temporada de 2023/24. Em Goiás, o aumento chega a 24%, índice pouco menor que o registrado em Minas Gerais, onde se verifica alta de 25,1%”, informou a Conab.

Principal produtora de arroz no país, a região Sul também ampliará sua área de cultivo, devendo chegar a 1,1 milhão de hectares. “Esse cenário influencia na expectativa de maior produção, com a colheita estimada em 12 milhões de toneladas, recuperando o volume obtido na safra 2017/2018”, segundo a companhia. A previsão é de aumento também da área destinada ao cultivo de soja. A Conab estima que essa elevação, entre a safra atual e a anterior, chegará a 2,8%. Este aumento, no entanto, é o terceiro menor percentual de incremento desde o ciclo 2009/2010. Isso se deve ao atraso do início das chuvas este ano, principalmente no Centro-Oeste. A produção estimada é de 166 milhões de toneladas.

Caso se confirme o aumento da produção – e a consequente oferta interna – de arroz, a tendência é de queda no preço do produto. No entanto, segundo a Conab, mesmo com essa queda, a rentabilidade do produtor deve se manter, uma vez que essa alta deverá vir acompanhada de aumento das exportações, chegando a 2 milhões de toneladas. Já a exportação de soja neste ciclo deve chegar a 105,5 milhões de toneladas, com base no aumento da produção e da demanda mundial, especialmente da China.

Com ABR

Safra 2024/25 pode chegar a 322,4 milhões de toneladas

Rio Grande do Sul terá mais de meio bilhão em investimentos

Ao todo, 19 empreendimentos vão gerar 830 empregos diretos

A Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos vai investir cerca de R$ 96 milhões

O governo gaúcho anunciou na quarta-feira (9) investimentos de R$ 584 milhões em 19 empreendimentos no estado. Desse montante, cerca de R$ 146 milhões são provenientes de investimentos privados e mais de R$ 437,6 milhões serão oferecidos pelo governo na forma de incentivos para a implantação ou expansão de plantas industriais. Esses investimentos vão gerar 830 empregos diretos. Entre os empreendimentos que vão aportar recursos em plantas industriais está a Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos (CRVR), que vai investir cerca de R$ 96 milhões em uma planta de biometano em São Leopoldo, região do Vale do Sinos. A nova unidade terá capacidade de 34 mil metros cúbicos de produção diária de gás. As obras estão previstas para começar nos próximos meses, com entrega programada até o fim de 2026. Essa será a segunda planta de biometano da CRVR. A primeira, localizada em Minas do Leão, está em estágio avançado de construção e deve ser inaugurada no primeiro semestre do ano que vem. Juntos, os novos projetos da empresa para a produção de energia renovável a partir do biogás dos aterros sanitários irão somar um investimento na ordem de R$ 230 milhões.

O outro é o Grupo Basso & Pancotte, que vai dispor mais de R$ 50 milhões em máquinas e equipamentos para construção de unidade fabril do ramo de produtos agropecuários, veterinários e pets em Nova Alvorada. O prazo estimado para início da implantação do projeto é março de 2025, com término calculado para janeiro de 2026. Além desses anúncios, o governo firmou compromissos com 17 empreendimentos, de diversos segmentos, que receberão incentivos e benefícios fiscais do Estado para ampliar investimentos nas indústrias. As empresas beneficiadas são Bazei Embalagens, Bigfer Indústria, Plastmarau, Lauro Weber & Cia, Plásticos Itália, Plastrela, Sulforte, Vida Embalagens, Cooperativa Nova Aliança, Cooprado, Fundição Ciron, Gasparin Cereais, São José Industrial, Mais Frango Miraguaí, Mepel Máquinas e Equipamentos e Plaxmetal. Todas vão ter um abatimento referente ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O diretor-presidente da CRVR, Leomyr Girondi, ressaltou que o projeto da planta de biometano representa um avanço significativo no processo de transição do Rio Grande do Sul para uma economia mais verde. “Investir em inovação e em fontes de energia renováveis é essencial para o desenvolvimento sustentável do estado, especialmente neste momento de reconstrução e retomada econômica”, afirmou. “O incentivo fiscal que celebramos hoje é um marco que não apenas fortalece a confiança das empresas em nosso estado, mas também gera oportunidades, especialmente neste momento em que nosso Rio Grande do Sul precisa unir forças para sua recuperação”, acrescentou o diretor-presidente da empresa São José, Geraldo Recktenwald, que falou em nome dos 17 empreendimentos beneficiados.

Ao todo, 19 empreendimentos vão gerar 830 empregos diretos

Sinceros como não se pode ser

Salvador Allende, Tallis Gomes e os CEOs influenciadores

Pessoas públicas podem se dar a muitos luxos, mas entre eles não está o da sinceridade absoluta

Quando foi candidato à presidência do Chile pela primeira vez, em 1964, o socialista Salvador Allende (1908-1973) encomendou aos seus assessores um speech para o evento de oficialização de sua chapa. Ao subir no palco, sob aplausos e gritos eufóricos de correligionários, não conteve a emoção e bradou: “Tenho aqui um discurso que meus colaboradores prepararam. (Mas) não posso nem quero ler um discurso escrito. Quero lhes falar direto do meu coração…”. Ato contínuo, jogou as páginas para cima e, para delírio da multidão, iniciou um pronunciamento idêntico àquele que constava nos papéis.

A anedota chilena seria apenas uma boa história se não contivesse também uma lição: pessoas públicas podem se dar a muitos luxos, mas entre eles não está o da sinceridade absoluta. E o caso Tallis Gomes vem a comprová-lo. Para quem não lembra, o então CEO da G4 Educação foi alvo de cancelamento, no fim do mês passado, ao se dizer contrário a ter uma esposa no cargo máximo de uma empresa. A repercussão da declaração, numa postagem de Instagram, obrigou-o a renunciar ao comando da companhia que fundou – ironicamente, em favor de uma mulher. E por mais que a mensagem tratasse exclusivamente da vida pessoal do autor – ele não dizia se negar a empregar mulheres em posições elevadas, apenas não queria ser casado com uma delas –, o rótulo de machista já lhe estava pespegado.

Numa era em que CEOs se jactam de atuar como influenciadores, a pretexto de promoverem suas empresas e valores positivos, a tentação de transpor tudo o que vem à mente para redes sociais é grande – até porque a tal “autenticidade” é um dos atributos que tornam esses personagens atraentes.

O problema é que “ser totalmente transparente – revelando cada pensamento e sentimento – não é apenas irrealista, mas também arriscado“. A afirmação, pensada para a vidinha corporativa do dia a dia, aquela entre colegas, subordinados e superiores, ganha ares de advertência séria para quem, além do trabalho cotidiano, tem pretensões que ultrapassam os muros das empresas, mas não deixam de estar atrelados a elas – afinal, só se tornaram influenciadores porque ocupam posições de prestígio, e não o contrário.

Convém que os departamentos de comunicação preparem um manualzinho para uso de redes sociais e manifestações públicas, o qual preveja que, a exemplo de qualquer media training para candidato ou ocupante de cargo público, deve-se falar ou escrever o que a plateia quer ler e ouvir – e se for ao estilo Allende, do fundo do coração, melhor ainda.

Salvador Allende, Tallis Gomes e os CEOs influenciadores

Google fecha acordo para usar energia nuclear em data centers

O Google firmou um contrato de longo prazo para adquirir energia nuclear da Kairos Power, utilizando reatores modulares pequenos (SMRs) que estão em fase de desenvolvimento. O objetivo é alimentar seus data centers e adicionar 500 megawatts de eletricidade à rede elétrica dos Estados Unidos, com foco em tecnologias avançadas, como a inteligência artificial (IA) […]O Google firmou um contrato de longo prazo para adquirir energia nuclear da Kairos Power, utilizando reatores modulares pequenos (SMRs) que estão em fase de desenvolvimento. O objetivo é alimentar seus data centers e adicionar 500 megawatts de eletricidade à rede elétrica dos Estados Unidos, com foco em tecnologias avançadas, como a inteligência artificial (IA) […]

Globo responde ao YouTube e afirma ser 38% maior que todas as plataformas de vídeo somadas

Recentemente, o YouTube divulgou dados que indicam que a plataforma é a número um entre brasileiros com 18 anos ou mais. A empresa afirmou que mais pessoas assistem ao YouTube durante a semana do que às cinco principais emissoras de TV aberta do país, provocando reações no setor de TV tradicional. A Kantar Ibope Media, […]Recentemente, o YouTube divulgou dados que indicam que a plataforma é a número um entre brasileiros com 18 anos ou mais. A empresa afirmou que mais pessoas assistem ao YouTube durante a semana do que às cinco principais emissoras de TV aberta do país, provocando reações no setor de TV tradicional. A Kantar Ibope Media, […]

Juiz decide que Google deve abrir Play Store a outras lojas de aplicativos

Um juiz federal dos Estados Unidos determinou que o Google deve abrir sua Play Store para concorrentes, permitindo que aplicativos Android sejam disponibilizados em outras lojas de aplicativos. Essa decisão é um desdobramento de um processo antitruste iniciado pela Epic Games em 2020, que visa promover maior concorrência no mercado digital. Com essa nova ordem, […]Um juiz federal dos Estados Unidos determinou que o Google deve abrir sua Play Store para concorrentes, permitindo que aplicativos Android sejam disponibilizados em outras lojas de aplicativos. Essa decisão é um desdobramento de um processo antitruste iniciado pela Epic Games em 2020, que visa promover maior concorrência no mercado digital. Com essa nova ordem, […]

Android 15 chega ao Pixel com novos recursos de segurança

O Android 15 finalmente chegou aos proprietários de dispositivos Pixel, após o Google compartilhar o código-fonte no Android Open Source Project no início de setembro. Embora a atualização via OTA tenha demorado um pouco mais para ser liberada, a nova versão promete melhorias significativas na experiência do usuário. Um dos destaques é a nova funcionalidade […]O Android 15 finalmente chegou aos proprietários de dispositivos Pixel, após o Google compartilhar o código-fonte no Android Open Source Project no início de setembro. Embora a atualização via OTA tenha demorado um pouco mais para ser liberada, a nova versão promete melhorias significativas na experiência do usuário. Um dos destaques é a nova funcionalidade […]

Trump expressa preocupação com o poder do Google e que irá ‘tomar alguma ação’

Em uma entrevista realizada na tarde de hoje, Donald Trump comentou sobre os desafios antitruste enfrentados pelo Google, ressaltando seu receio em relação ao poder que a gigante da tecnologia exerce no mercado. Trump afirmou que “o Google tem muito poder”, mas não se posicionou a favor de uma possível desintegração da empresa, enfatizando a […]Em uma entrevista realizada na tarde de hoje, Donald Trump comentou sobre os desafios antitruste enfrentados pelo Google, ressaltando seu receio em relação ao poder que a gigante da tecnologia exerce no mercado. Trump afirmou que “o Google tem muito poder”, mas não se posicionou a favor de uma possível desintegração da empresa, enfatizando a […]

Bunge, a maior empresa catarinense, também é a maior do Sul

As empresas de Santa Catarina também exibem o melhor índice médio de rentabilidade sobre receita no ranking 500 MAIORES DO SUL

A Bunge segue na ponta sendo também a maior companhia da região Sul pela sexta edição consecutiva

Desde a edição de 2013, baseada em balanços do ano de 2012, as empresas de Santa Catarina presentes no maior ranking regional do Brasil exibem o melhor índice médio de rentabilidade sobre receita – e não foi diferente em mais esta edição. E isso se repete tanto entre todas as representantes do primeiro pelotão como também entre as 100 maiores catarinenses, com uma margem de 10,7%. Tamanha rentabilidade rendeu um lucro de R$ 25 bilhões para o Top-100 de Santa Catarina, um aumento de 27,5% sobre a última linha do balanço de 2022. O que faz brilhar esse resultado é que as vendas foram um pouco menores em 2023: R$ 342,1 bilhões (-0,6%). As catarinenses também mantiveram o nível de endividamento (52,4%) em linha com a edição passada (52,1%), enquanto a soma dos prejuízos foi reduzida praticamente à metade (R$ 1,3 bilhão).

O Top 10 de Santa Catarina mantém inalteradas as cinco primeiras posiçes, com Bunge liderando, seguida por BRF, Weg, AuroraCoop e Engie. A Bunge segue na ponta sendo também a maior companhia da região Sul pela sexta edição consecutiva. No entanto o Sicredi está logo atrás, com uma diferença de R$ 1,7 bilhão no VPG. A empresa de Gaspar também leva o troféu de maior receita líquida, enquanto a BRF obteve o maior patrimônio líquido entre as cem maiores de Santa Catarina. A lista das dez primeiras colocadas revela importantes movimentações, mais especificamente o sexto e o sétimo lugares onde Tupy e Celesc trocaram posições. Além disso, a Whirlpool ganhou uma posição, assim como o Grupo Havan que ganhou a décima colocação. A CGTEE caiu do sexto para o nono lugar.

Nada menos que 16 companhias entraram – ou voltaram – para o pelotão das cem maiores de Santa Catarina, entre elas Irmãos Fischer, J.B. World Entret. (Beto Carrero), Laticínios São João, Metalúrgica Riosulense, Neon Financeira, a construtora Rôgga, Rohden Portas e Artefatos de Madeira e Selbetti (veja todos os detalhes nas tabelas a seguir, que também revelam as 50 maiores receitas líquidas, os 50 maiores patrimônios líquidos e os destaques em outros indicadores de desempenho, como os dez maiores lucros, por exemplo).“A parceria exitosa entre o Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil revela um acompanhamento histórico dos movimentos de diversos setores econômicos do Sul, assim como de cada um dos estados. Também temos conseguido mostrar o avanço do grau de competividade das empresas sediadas na região”, afirmou Jorge Polydoro, publisher do Grupo AMANHÃ.

“É estimulante constatar que o desempenho das empresas catarinenses no exercício de 2023 foi positivo em vários aspectos, principalmente quando se referem às primeiras colocadas. Interessante destacar também que Santa Catarina é o estado, dentre os três da região Sul, que vem observando nos últimos anos uma constante entrada de novas empresas no ranking”, considera Leandro Camilo, sócio da PwC Brasil e líder de Santa Catarina. “Em nossa análise dos balanços de empresas da região Sul para a elaboração do ranking das 500 MAIORES DO SUL, pudemos perceber que o ano de 2023 foi desafiador. Em contrapartida, também possível notar que as companhias que estruturaram suas práticas de ESG, englobando governança, sustentabilidade, social e diversidade, destacaram-se e obtiveram resultados bastante positivos”, salienta Carlos Peres, sócio da PwC Brasil e líder da região Sul.

Sobre o critério de classificação das empresas – Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de um cálculo que considera os três grandes números de um balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

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As empresas de Santa Catarina também exibem o melhor índice médio de rentabilidade sobre receita no ranking 500 MAIORES DO SUL

Google Docs facilita organização de documentos com nova função de abas

O Google está lançando uma nova funcionalidade no Google Docs que promete facilitar a gestão de grandes documentos: as abas. Essa atualização permite que os usuários organizem informações em um único arquivo, eliminando a necessidade de criar múltiplos documentos vinculados. Com as abas e sub-abas, será possível dividir o conteúdo de maneira mais eficiente, facilitando […]O Google está lançando uma nova funcionalidade no Google Docs que promete facilitar a gestão de grandes documentos: as abas. Essa atualização permite que os usuários organizem informações em um único arquivo, eliminando a necessidade de criar múltiplos documentos vinculados. Com as abas e sub-abas, será possível dividir o conteúdo de maneira mais eficiente, facilitando […]

Veja como foi o anúncio das 100 maiores empresas do Rio Grande do Sul

Painel de abertura colocou em foco o diálogo entre diferentes gerações

Além do encontro presencial, o evento foi transmitido no canal da AMANHATV no YouTube. Confira na íntegra

O Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil promoveram nesta quarta-feira (9) a cerimônia de premiação das cem maiores empresas do Rio Grande do Sul que estão no ranking 500 MAIORES DO SUL 2024. Em sua 34ª edição, o evento ocorreu no Nau Live Spaces, em Porto Alegre. Além do encontro presencial para os premiados, parceiros e autoridades, o evento também foi transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube e permanece disponível para os interessados (clique aqui).

Diálogos entre gerações
O painel de abertura reuniu lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharam suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” contou com as presenças de Daniel Randon, presidente da RandonCorp; Thomas Oderich, head de marketing e relações institucionais da Oderich, e Elis Horn, gerente de produto da Lojas Renner.

As cem companhias catarinenses serão reveladas no próximo dia 15, enquanto as cem maiores paranaenses serão agraciadas no dia 21. Nesta data, AMANHÃ e PwC também disponibilizarão o ranking completo, com a lista das 500 MAIORES DO SUL e as 500 emergentes.

Painel de abertura colocou em foco o diálogo entre diferentes gerações

BC não deveria votar para definir meta de inflação, defende Galípolo

Para futuro presidente, BC deve apenas cumprir meta fixada

“A sociedade pode discutir, economistas podem discutir, todo mundo pode discutir, mas o diretor de Banco Central não discute meta, o diretor de Banco Central persegue a meta”, afirmou Galípolo

Para o diretor de política monetária e futuro presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, a autoridade monetária não deveria votar para definir a meta de inflação no Conselho Monetário Nacional (CMN), que atualmente é composto pelo Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e pelo presidente do BC. Durante participação em um evento, em São Paulo, Galípolo afirmou que a decisão sobre a taxa adequada de inflação deveria ser estabelecida apenas pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e que o Banco Central deveria se manter focado apenas no cumprimento da meta.

“Eu tenho dito sistematicamente que eu acho que o Banco Central não deveria nem votar no CMN na determinação da meta que ele mesmo tem de perseguir. Acredito que isso é um não tema para diretor de Banco Central. A meta de inflação foi estabelecida pelo CMN, cabe ao Banco Central colocar a taxa de juros no patamar restritivo o suficiente e pelo tempo que for necessário para atingir a meta”, defendeu. “A sociedade pode discutir, economistas podem discutir, todo mundo pode discutir, mas o diretor de Banco Central não discute meta, o diretor de Banco Central persegue a meta”, emendou.

Durante o evento Ita BBA Macrovision, o diretor de política monetária disse não haver divergências políticas dentro da autarquia e destacou que o processo de transição do BC tem sido um exemplo. “Acho que o BC está se consolidando ali como um pilar de institucionalidade que nem se deixa invadir e também não se evade, não transpassa partes que deveriam ser da própria política monetária. Nós estamos lá no BC convivendo de maneira absolutamente harmônica. Gosto de acreditar que os diretores são todos meus amigos, mas institucionalmente a gente vive de maneira absolutamente harmônica, técnica e com alto grau de coesão”, contou.

Ele também afirmou que a posição do Banco Central é sempre mais conservadora e cautelosa no estabelecimento da política monetária. “A posição do Banco Central é de ser mais conservador. O que sinaliza ao Banco Central um mercado de trabalho mais apertado é que a gente deve ser mais cauteloso na gestão da política monetária porque isso sugere um processo de desinflação mais lento e mais custoso. Daí o reflexo que a gente vê na política monetária, a maior cautela que a gente vem adotando na política monetária”, reiterou.

Crescimento e meta de inflação
Galípolo afirmou ainda que o que vem chamando mais a atenção do Banco Central é o crescimento econômico, que tem superado as expectativas, mesmo diante de um cenário de juros restritivos. “O crescimento segue surpreendendo, apesar da taxa de juros num patamar restritivo”, declarou. Ele comparou as projeções de crescimento do PIB aos aplicativos de transporte, que ficam continuamente recalculando o tempo estimado para percorrer as distâncias em São Paulo. “Ao longo do trânsito, conforme o aplicativo de trânsito ia recalculando o tempo estimado, eu fui pensando como aquilo é um pouco parecido com as nossas projeções de crescimento ao longo dos últimos anos. A gente arranca com uma estimativa original, vai recalculando e geralmente a informação relevante, a informação significativa, ela é dada alguns poucos metros antes de chegar. Eu acho que isso tem acontecido bastante com as projeções de crescimento no Brasil”, sublinhou.

Segundo ele, a expectativa da autoridade monetária e também a do mercado era de alguma desaceleração no ritmo de crescimento da economia, acompanhada de uma abertura do hiato do produto. “Desde que eu cheguei no Copom, desde a minha primeira reunião, a gente tem sempre essa projeção – e o mercado também – de que o hiato vai passar a abrir e a gente vai passar a assistir sinais de desaceleração mas, após surpresas sucessivas, a gente acabou fazendo essa mudança relevante do hiato para um campo positivo”, afirmou.

Já sobre as expectativas de inflação, Galípolo disse que elas continuam desancoradas e que isso poderia ser justificado por três fatores: o ceticismo quanto à viabilidade da meta contínua, a credibilidade e as perspectivas da economia. Mesmo assim, ele encara que esses três fatores tendem a ganhar ou perder peso ao longo do tempo. Galípolo reforçou ainda que compromisso do BC é buscar o centro da meta de inflação, de 3%. “O Banco Central tem uma meta e a função de reação do Banco Central vai sempre se dar pela perseguição da meta. Essa perseguição da meta pode ser feita com mais custo ou menos custo, a depender de uma série de variáveis que muitas vezes o Banco Central não tem controle. Mas o Banco Central vai perseguir a sua meta”, resumiu.

Com ABR

Para futuro presidente, BC deve apenas cumprir meta fixada