Archives Outubro 2024

BRDE quer ampliar parceria para atender demanda de apoio à inovação no Sul

Banco já atingiu marca histórica em repasses de recursos da Finep neste ano

Ranolfo em audiência com o presidente da Finep, Celso Pansera

Com uma demanda crescente por novos financiamentos a projetos de inovação, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está buscando junto ao seu principal parceiro operacional alternativas para ampliar a oferta de crédito ao setor. Nesta segunda-feira (14), a diretoria do banco esteve presente na sede da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), no Rio de Janeiro (RJ), quando propôs mecanismos para elevar a disponibilidade de recursos. No acumulado de janeiro até setembro deste ano, o BRDE já disponibilizou R$ 682 milhões em investimentos em projetos inovadores para empresas da região Sul, superando todo o volume registrado no ano passado.

Como principal operador nacional de recursos da Finep, o BRDE obteve um crescimento expressivo de 774% nos últimos quatro anos em novos financiamentos para a inovação, saltando de R$ 48 milhões em 2020 para R$ 668 milhões no ano passado. “Mesmo com toda essa expansão, ainda temos uma demanda muito forte por mais financiamentos. São projetos estratégicos ao fortalecimento econômico da nossa região, em especial para melhorias dos processos de gestão e desenvolvimento de novos produtos no setor industrial”, frisou o diretor-presidente do banco, Ranolfo Vieira Júnior.

Na audiência com o presidente da Finep, Celso Pansera, foi demonstrado que a parceria nos financiamentos para a inovação responde no momento por 16,6% de todas as operações do banco (acumulado de R$ 4,1 bilhões ante o mês de setembro). Em 2023, quando o BRDE somou R$ 5,8 bilhões em crédito, os repasses de recursos da Finep representaram 11,5% do montante. “Procuramos demonstrar a solidez do banco, que tem carteira acima dos R$ 20 bilhões, para sinalizar que ampliar a parceria é viável e importante para o momento de retomada que estamos passando”, acrescentou Ranolfo.

Numa demonstração do papel estratégico da parceria com a Finep, instituição vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), todo o colegiado da diretoria do banco que representa os três estados do Sul esteve presente no encontro. Para o diretor de Planejamento do BRDE, Leonardo Busatto, as alternativas apresentadas para ampliar a oferta de recursos são fundamentais para manter o ritmo de investimentos no setor. “Estamos buscando diversificar ao máximo nossas fontes de recursos, inclusive recorrendo ao mercado de capitais, mas a parceria com a Finep já demonstrou que é positiva para todas as partes, em especial no fortalecimento da região Sul como referência de inovação”, salientou Busatto.

“Sabemos da relevância da parceria com o BRDE e do impacto positivo que ela gera no desenvolvimento econômico. Nossa equipe técnica está empenhada em encontrar soluções que atendam às demandas do banco, reforçando o compromisso mútuo com o progresso e a inovação”, afirmou o presidente da Finep. Atualmente, o banco já reúne cerca de R$ 510 milhões em projetos aprovados, mas que aguardam a disponibilidade de recursos. Desde janeiro, já foram apoiados 151 projetos através da parceria com a Finep.

Banco já atingiu marca histórica em repasses de recursos da Finep neste ano

Dinheiro esquecido nos bancos ficará disponível por mais seis meses

Caso recurso não seja requerido em 25 anos, valor será incorporado à União

O Banco Central e o Ministério da Fazenda ainda não divulgaram balanço de quanto faltou ser resgatado dos R$ 8,5 bilhões que estavam disponíveis até quarta

Pessoas físicas e empresas que perderam o prazo para sacar os R$ 8,6 bilhões de recursos esquecidos nas instituições financeiras, que foi encerrado na quarta-feira (16), ainda terão seis meses para reclamar os valores. As informações para requerer o dinheiro estarão em edital que será publicado pelo Ministério da Fazenda. O Sistema de Valores a Receber (SVR) é um serviço do Banco Central (BC), no qual é possível consultar se empresas, mesmo aquelas que foram encerradas, e pessoas físicas, inclusive falecidas, têm dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição e, caso tenha, saber como solicitar o valor. De acordo com a Lei 2.313 de 1954, caso os recursos não sejam requeridos no prazo de 25 anos, poderão ser incorporados à União.

No caso dos valores informados atualmente no SVR do Banco Central, os recursos não sacados serão transferidos para a conta única do Tesouro Nacional para atender à lei que compensa a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em setembro pelo Congresso Nacional. De acordo com o Ministério da Fazenda, o novo edital trará a relação dos valores recolhidos, a instituição onde estão esquecidos, a natureza do depósito, a agência e o número da conta.

Será estabelecido, então, prazo de 30 dias, contado da data da publicação do edital, para que os respectivos titulares contestem o recolhimento dos recursos. Nesse caso, o interessado precisa acionar as instituições financeiras para reaver o dinheiro esquecido. Após esse período, pessoas e empresas ainda terão seis meses para requerer judicialmente o reconhecimento do direito aos valores, prazo que também se inicia após a publicação do edital pelo Ministério da Fazenda. Depois disso, os valores serão recolhidos pela União.

O Banco Central e o Ministério da Fazenda ainda não divulgaram balanço de quanto faltou ser resgatado dos R$ 8,5 bilhões que estavam disponíveis até quarta. Desse total, R$ 6,6 bilhões referem-se a valores não retirados por pessoas físicas e R$ 1,9 bilhão por empresas. Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas. Até agosto deste ano, o BC promoveu a devolução de R$ 8 bilhões, de um total de R$ 16,6 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.

Com ABR

Caso recurso não seja requerido em 25 anos, valor será incorporado à União

Aos 75 anos, Marcopolo aposta em inovação e sustentabilidade

Lançamentos de ônibus elétrico, híbrido e do novo modelo rodoviário da Geração 8 refletem o foco no conforto e segurança dos passageiros 

O Attivi Integral foi o primeiro ônibus 100% elétrico movido a bateria a ser produzido totalmente no Brasil e vem colaborando para acelerar o processo de eletrificação do transporte coletivo brasileiro

Os mais recentes lançamentos da Marcopolo, que incluem ônibus elétricos, híbridos e o novo modelo rodoviário da Geração 8, são uma bela continuidade para os 75 anos de história da empresa. Afinal, ao longo da trajetória, a inovação, a aplicação de novas tecnologias, a resposta rápida ao mercado, o foco no conforto e a segurança dos passageiros e motoristas estiveram presentes. “Essas características ajudaram a construir a imagem de liderança, confiabilidade e padrão superior de qualidade que a companhia possui hoje”, afirma André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

A aposta em inovação e sustentabilidade, visando a descarbonização do transporte, garantiram posição de destaque da empresa entre as 500 Maiores do Sul, ranking promovido pelo Grupo AMANHÃ. O Attivi Integral, por exemplo, foi o primeiro ônibus 100% elétrico movido a bateria a ser produzido totalmente no Brasil e vem colaborando para acelerar o processo de eletrificação do transporte coletivo brasileiro. J o micro-ônibus Volare Attack 9 Híbrido é o primeiro veículo elétrico nacional com recarga de baterias feita por um motor movido a etanol. Isso permite que o modelo seja utilizado em todo o Brasil, sem necessidade de investimentos em infraestrutura de recarga e com tempo de abastecimento igual ao de um modelo convencional.

Já a Geração 8 de ônibus rodoviário, lançada em 2021, virou referência nacional e internacional, transformando o padrão de conforto, segurança, comodidade e manutenção dos veículos. Nos ônibus da Geração 8, foram introduzidos 140 novos atributos, com cerca de 60 patentes registradas. Graças ao seu design e menor coeficiente de arrasto aerodinâmico, ele permite uma redução no consumo de combustível e nas emissões de até 5%.

Com isso, a Marcopolo impulsiona o próprio mercado a se renovar. A estratégia permite às operadoras oferecerem serviços cada vez melhores e ampliar o uso do transporte coletivo. Também abre novas frentes de atuação, em novos segmentos, contribuindo para a ampliação dos negócios da companhia e para a consolidação da imagem de uma multinacional provedora de soluções de mobilidade e transporte. “O segmento de mobilidade e transporte de pessoas, no qual a Marcopolo atua, vem passando por uma profunda transformação com a busca pela descarbonização e zero emissões. Isso faz com que as empresas precisem investir em inovação, novas tecnologias e soluções inéditas para alcançar as metas e atender às novas legislações ambientais, cada vez mais rigorosas”, pontua Armaganijan.

E a história não para por aí. Para os próximos anos, o objetivo da empresa é transformar-se cada vez mais em uma empresa de alta tecnologia. “A estratégia é continuar crescendo nos mais diversos segmentos. A mobilidade sustentável passa por veículos mais limpos, movidos a combustíveis renováveis. O bem-estar da sociedade somente será alcançado com um transporte coletivo eficiente, confiável, seguro e moderno. Somente assim as pessoas passarão a optar pelo transporte coletivo em vez do individual. Nesse cenário, o ônibus é o meio de transporte coletivo mais flexível e que oferece a melhor relação custo/benefício”, finaliza o CEO da empresa. 

Lançamentos de ônibus elétrico, híbrido e do novo modelo rodoviário da Geração 8 refletem o foco no conforto e segurança dos passageiros 

Financiamento climático deve pautar COP29 no Arzebaijão

Conferência irá reunir 198 países, entre eles o Brasil

Durante o encontro, líderes mundiais debaterão a crise climática e dezenas de acordos e negociações acerca do tema

A menos de um mês, a cidade de Baku, no Arzebaijão, reunirá representantes de 198 países e territórios durante a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), que ocorrerá entre os dias 11 e 22 de novembro. Durante o encontro, líderes mundiais debaterão a crise climática e dezenas de acordos e negociações acerca do tema, mas este ano, uma discussão prevalecerá: o desenho de um financiamento climático global. Uma nova geração de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) alinhadas à missão de manter o planeta 1,5 grau Celsius acima do período pré-industrial é o principal dever das partes que assinam o Acordo Paris. Nelas, os países apresentarão as ambições que pretendem transformar em ação para contornar a crise climática, mas para que tudo funcione é necessário saber quanto tudo isso custará e quem pagará a conta.

Segundo a secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, há cinco temas que dominam esses impasses que são transparência, valor para atualização do financiamento global, quem deve pagar, o tempo de atualização da nova obrigação e como os recursos devem financiar proporcionalmente mais ações de mitigação, de adaptação ou de forma equivalente. Nos últimos cinco anos, o valor que deveria ser financiado por países ricos aos países em desenvolvimento era de US$ 100 bilhões, valor que já se mostrou insuficiente, mas, segundo Ana Toni, ainda é necessária mais clareza na metodologia adotada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre o repasse desses valores, para confirmar se os países pagadores estão cumprindo o compromisso firmado. “Independentemente do número, precisamos de transparência para saber e monitorar como é que esse recurso está chegando para os países em desenvolvimento”, diz.

De acordo com o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador André Corrêa do Lago, a manutenção de países ricos como financiadores dos países em desenvolvimento é o que o Brasil defenderá durante a conferência ao lado dos outros 134 países que integram o Grupo dos 77 + China (G77/China), em oposição à proposta dos países desenvolvidos de que financiamentos voluntários de países emergentes passem a ser obrigatórios.

Mercado de Carbono
De acordo com os secretários, na pré-COP realizada no início de outubro em Baku também ficou claro que a regulação de um mercado de carbono global é um segundo tema, que terá força durante a conferência em novembro. Singapura e Nova Zelândia comandarão as negociações acerca do assunto e um acordo internacional é esperado ao final do encontro. Para Ana Toni, o entendimento é que esses dois temas precisam avançar este ano e que o Brasil tem condições de contribuir de forma efetiva com o debate global a exemplo do avanço alcançado nacionalmente. “A NCQG [Nova meta Coletiva Qualificada] e o mercado de carbono são debates que precisam acontecer na COP29, se não acontecerem vai para a COP30, então para o sucesso da nossa própria COP a gente quer muito que isso seja resolvido”, reforça.

Os secretários também consideraram efetiva a iniciativa que reuniu as presidências das COPs 28, 29 e 30, lideradas respectivamente pelos Emirados Árabes Unidos, Azerbaijão e Brasil para reuniões de avaliação e negociações com outros países em momentos que antecedem as conferências. “A Troika tem trabalhado bastante nisso, da gente falar com todos os países em colocar as metas na missão 1.5, alinhadas com as próximas NDCs e que tenham planos de implementação nacional fortes também, a exemplo do Plano Clima que está sendo construído no Brasil”, conclui Ana.

Com ABR

Conferência irá reunir 198 países, entre eles o Brasil

Meber reestrutura diretorias e conselho administrativo

Rogério Bortolini será o executivo e Alzir Franceschini responderá pela área industrial

Chiaramonte, Bertuol, Otton, Bortolini e Franceschini: mais uma etapa do processo de governança

O processo de governança no qual a Meber Metais vem trabalhando passou por mais uma importante etapa no início de outubro: a reestruturação na gestão da empresa, com nova composição do conselho administrativo e, também, das diretorias executiva e industrial. Compartilhando resultados de uma assembleia que ocorreu no fim de setembro, a fabricante de metais sanitários apresentou Rogério Bortolini como diretor executivo e Alzir Franceschini como diretor industrial. Bortolini chega com a expertise profissional de uma atuação em gestão empresarial e planejamento estratégico desde 1990, com passagem por indústrias de diferentes segmentos. Já Franceschini tem na vivência interna um de seus principais diferenciais: são mais de 50 anos de carreira na empresa que lhe garantem domínio sobre as rotinas produtivas e operacionais.

Outra atualização envolve a formatação do conselho administrativo, que passa a ser composto por Carlos Bertuol, presidente, e Marcio Chiaramonte – representantes das famílias fundadoras da empresa, em 1961, além de Marcio Otton. “Despeço-me das funções executivas com muita gratidão pelo ciclo que tive na Meber, e agradecendo a todos pelo trabalho, dedicação, convívio e amizades. O futuro da empresa segue em ótimas mãos e tenho certeza que continuarão fazendo um ótimo trabalho”, disse Bertuol. Consolidada entre as cinco principais fabricantes do segmento no país, a Meber é especializada em soluções em metais sanitários com sustentabilidade, com mix composto por linhas completas para cozinhas e salas de banho.

Rogério Bortolini será o executivo e Alzir Franceschini responderá pela área industrial

Estaleiro catarinense expande atuação no mercado norte-americano

Grupo Armatti & Fishing, de São José, vai inaugurar sua primeira filial fora do país no início de 2025

O Grupo Armatti & Fishing é responsável pela produção das marcas Fishing Raptor e a Armatti Yachts

O Grupo Armatti & Fishing anunciou sua entrada no mercado dos Estados Unidos com a instalação da sua primeira filial fora do Brasil. A nova sede, com uma área prevista de 2 mil metros quadrados, será inaugurada no início de 2025. A decisão faz parte de um plano estratégico para expandir a presença das marcas Fishing Raptor e Armatti Yachts no competitivo mercado náutico norte-americano. O Grupo Armatti & Fishing consolidou-se como uma referência mundial na produção de embarcações de alta performance, há 25 anos com a Fishing Raptor, e de luxo, há cerca de dez anos a Armatti Yachts, com mais de 3,5 mil barcos vendidos globalmente.

No Brasil, o grupo opera em um parque fabril de 9 mil metros quadrados em São José (SC), onde emprega cerca de 200 pessoas. O faturamento anual da companhia é de aproximadamente R$ 50 milhões. A nova unidade norte-americana, que será chamada Armatti & Fishing Corporation, será instalada em Fort Lauderdale, na Flórida, sudeste dos Estados Unidos, região de fácil acesso aos grandes centros náuticos. “O mercado náutico norte-americano é estratégico para nosso crescimento e é onde se encontram as tecnologias mais avançadas para nossos barcos. Com a abertura da nova unidade, estaremos mais próximos dos nossos clientes e também seremos capazes de modernizar ainda mais nossos processos”, afirma Fernando Assinato, CEO do grupo.

O Grupo Armatti & Fishing é responsável pela produção das marcas Fishing Raptor e a Armatti Yachts, especializada em iates de luxo com acabamentos premium. Enquanto a Fishing Raptor é comparada a um “off-road de luxo” nas águas, ideal para aventuras e navegação de alta performance, a Armatti Yachts se destaca por seus modelos voltados ao lazer e relaxamento, com embarcações que combinam conforto máximo e design arrojado.

Grupo Armatti & Fishing, de São José, vai inaugurar sua primeira filial fora do país no início de 2025

Why Managing Token Approvals and Gas Costs with the Rabby Extension Changes the DeFi Game

Ever felt like your DeFi wallet is this wild west where you’re shooting in the dark? Yeah, me too. Seriously? Managing token approvals used to be a nightmare—sometimes I’d approve a contract for way more tokens than I actually wanted. Something felt off about those endless “approve” pop-ups. And don’t get me started on gas fees… Wow!

Okay, so check this out—DeFi users juggling multiple chains often forget how risky sloppy token approvals can be. You’re basically handing over keys to your crypto kingdom without double-checking the locks. Initially, I thought, “Eh, just approve once and forget.” But then I realized how that could backfire big time. On one hand, approving every token for max amounts saves you a couple clicks, but actually, wait—let me rephrase that—it’s a ticking security bomb waiting to blow.

Gas optimization? Man, that’s another beast. It’s like paying for premium gas in a traffic jam—you wanna get out fast but don’t wanna overpay. The trick is balancing speed and cost, but most wallets leave you clueless. My instinct said, “There’s gotta be a better way to manage this without burning through ETH.”

Here’s what bugs me about most wallet extensions: they either overload you with details or dumb down everything till you lose control. You want that sweet spot where security meets usability, especially if you’re hopping between Ethereum, BSC, Polygon, and more.

Enter the rabby extension. This thing is like your personal DeFi bodyguard and accountant rolled into one. It helps you manage token approvals granularly, so you don’t accidentally give unlimited access to shady contracts. Plus, it optimizes gas fees intelligently based on network conditions. I’m biased, but this is a game-changer.

Why Token Approval Management Matters More Than You Think

So, you might ask: “Why is controlling token approvals such a big deal?” Well, here’s the thing. When you approve a token in your wallet, you’re telling a smart contract it can spend your tokens up to a certain amount. Sounds simple, right? But many users just hit “approve max” to avoid repeated confirmations. That’s a gamble with your funds.

Imagine a rogue contract or a hacked DeFi protocol suddenly draining your tokens because you gave it unlimited access. It’s happened more than a few times in the wild. My first instinct was to trust popular protocols, but after digging deeper, I realized that security is only as good as your token approval habits.

Controlling approvals means setting limits and revoking excess permissions regularly. The problem is, monitoring this manually is a pain—like keeping track of every bill in a messy household budget. Thankfully, tools like the rabby extension automate this process, giving you clear visibility and control.

Oh, and by the way, it also warns you about suspicious contracts before you approve anything sketchy. That saved me from a potential phishing scam once. Seriously, having that heads-up is priceless.

But here’s a catch—some people worry that managing approvals too strictly will slow them down. Actually, it’s the opposite. Once you get into the groove, it becomes second nature, and you avoid costly mistakes that could wipe your portfolio.

Gas Optimization: Paying Less Without Losing Speed

Gas fees—ugh. Just typing that word makes me cringe. On Ethereum and other chains, gas prices spike unpredictably. Sometimes you’re paying $50 to move tokens that are worth $100. Crazy, right? But here’s the nuance: you don’t always need to pay the highest gas fee to get your transaction confirmed quickly.

My early days in DeFi had me setting gas prices manually, often guessing, and either overpaying or getting stuck in pending transactions. That was frustrating. The rabby extension tackles this by analyzing network congestion in real-time and suggesting optimal gas fees. It’s like having a savvy broker whispering the best bid in your ear.

What I find fascinating is how rabby balances speed and cost dynamically. It’s not just about picking the cheapest gas; sometimes spending a little more upfront saves you from losing money on failed or delayed transactions. Initially, I thought cheapest was always best, but that’s not the case.

Also, the extension supports multi-chain gas strategies. So if you’re bridging assets or interacting with DeFi protocols across networks, it helps you avoid overpaying while keeping your trades smooth.

Here’s a longer thought: since DeFi activity is growing exponentially, tools that optimize gas usage will become essential to staying profitable and secure, especially for active traders who operate on thin margins.

Screenshot of rabby extension showing token approval dashboard and gas fee optimization tools

Personal Experience With the Rabby Extension

I’ve been using the rabby extension for several months now. At first, I was skeptical—“Is this just another wallet add-on?” But after a couple of trades, I noticed how much easier it was to track approvals. I caught an old approval that I forgot about and revoked it immediately. That felt like a relief.

Another time, gas prices shot through the roof during a popular NFT drop. Using rabby’s optimization, I managed to get my transaction through with 30% less gas than usual. That saved me a cool chunk of ETH. Wow!

Okay, full disclosure—I’m a bit of a security nerd, so I appreciate granular controls. But even for casual DeFi users, the interface is intuitive. You get alerts, clear breakdowns, and easy revocation buttons. It’s like having a personal assistant focused on your wallet’s health.

Something else worth mentioning: the extension doesn’t just lock you into Ethereum. Supporting multiple chains means you don’t need a dozen wallet apps cluttering your browser. That’s a big deal for multi-chain DeFi users.

Honestly, if you’re looking to tighten up your DeFi security and save on gas without sacrificing speed, the rabby extension deserves a serious look.

Where DeFi Security and Usability Still Clash

Now, I’m not gonna pretend this extension is perfect. Some features are still evolving, especially as new chains and protocols emerge. And hey, sometimes the UI feels a bit clunky when juggling dozens of tokens. But that’s par for the course in this fast-moving space.

On one hand, you want maximum security with tight token approvals and gas optimization. Though actually, sometimes that means more steps, which can slow down your workflow. It’s a trade-off. Personally, I’m okay with a tiny bit more friction if it means my funds aren’t at risk.

Also, there’s a learning curve. Not everyone’s going to dive into approval management or gas analytics right away. So extensions like rabby need to keep balancing beginner-friendly design with advanced features. I think they’re on the right track.

Something I hope to see? Better integration with DeFi dashboards and portfolio trackers. Having approval and gas data synced across platforms would make life easier. But that might take a while to materialize.

Anyway, the key takeaway is: don’t sleep on managing token approvals and gas fees. It’s very very important for your DeFi safety and wallet longevity.

Frequently Asked Questions

What makes the Rabby extension different from other wallets?

Unlike standard wallets, Rabby focuses heavily on token approval visibility and gas fee optimization across multiple chains, giving users granular control and real-time insights that most wallets lack.

Is managing token approvals really necessary?

Absolutely. Approving tokens without limits can expose you to security risks like unauthorized token spending if a contract is compromised. Managing approvals helps keep your assets safer.

Can Rabby help reduce gas fees on busy networks?

Yes. It analyzes network conditions and suggests optimal gas fees, helping you avoid overpaying while ensuring timely transaction confirmation.

AMANHÃ e PwC Brasil revelam as maiores empresas do Paraná nesta segunda

Tema do painel de abertura vai abordar diálogo entre as gerações X, Y e Z

Além do encontro presencial para as empresas premiadas, o evento também será transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube

O Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil promoverão na próxima segunda-feira (21) a cerimônia de premiação das cem maiores empresas do Paraná que estão no ranking 500 MAIORES DO SUL 2024. Em sua 34ª edição, o evento ocorrerá na sede da Federação das Indústrias (Fiep). Além do encontro presencial para os premiados, parceiros e autoridades, o evento também será transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube, onde permanecerá disponível após a ocasião (clique aqui). Nesta data, AMANHÃ e PwC também disponibilizarão o ranking completo, com a lista das 500 MAIORES DO SUL e as 500 emergentes.

Diálogos entre gerações
O painel de abertura reunirá lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharão suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” contará com as presenças de Carlos Eduardo Hammerschmidt, vice-presidente do Grupo Potencial na frente comercial e de relações institucionais; Márcia Baena, diretora de gente e gestão empresarial da Copel; e Mateus Mello

líder de desenvolvimento e sócio da startup Mindtech.

O ranking das cem maiores do Rio Grande do Sul pode ser conferido aqui e também neste link. Já a lista das cem maiores empresas de Santa Catarina está neste link e também aqui.

Serviço
Data: 21.10.2024
Horário: 14 horas
Transmissão no canal AMANHATV no YouTube

Tema do painel de abertura vai abordar diálogo entre as gerações X, Y e Z

CNPJ terá letras e números a partir de julho de 2026

Mudança não afetará empresas atuais

A mudança é necessária para garantir a disponibilidade de números de identificação sem causar impacto na sociedade nem interromper políticas públicas

A partir de julho de 2026, o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará a ser alfanumérico, contendo letras e números. A Receita Federal publicou instrução normativa que altera o formato dos cadastros de empresas. Em nota, a Receita esclareceu que a mudança não afetará as empresas atuais, apenas os cadastros futuros. Tanto os números atuais como os dígitos verificadores não serão alterados. Segundo o Fisco, a mudança é necessária para garantir a disponibilidade de números de identificação sem causar impacto na sociedade nem interromper políticas públicas.

O novo número de identificação do CNPJ terá 14 posições. As oito primeiras, com letras e números, identificarão a raiz do novo número. As quatro seguintes, também alfanuméricas, representarão a ordem do estabelecimento. Somente as duas últimas posições, que correspondem aos dígitos verificadores, continuarão a ser numéricas. No caso dos dígitos verificadores, para manter os algarismos nos futuros CNPJs, os valores numéricos e alfanuméricos serão substituídos pelo valor decimal correspondente ao código da tabela ASCII [código padrão norte-americano para intercâmbio de informações], usada pela maior parte da indústria de computadores. Do código da tabela ASCII, será subtraído o valor 48. Dessa forma, a letra A equivalerá a 17, B a 18, C a19 e assim por diante.

Mudança não afetará empresas atuais

Brasil precisa qualificar 14 milhões de profissionais até 2027

Logística, construção, manutenção e metalmecânica serão as áreas com maior demanda

Novos trabalhadores deverão demonstrar habilidades técnicas como domínio de máquinas, equipamentos e softwares

Para atender a demanda da indústria brasileira nos próximos três anos, será necessário qualificar cerca de 14 milhões de profissionais entre 2025 e 2027, segundo o Mapa do Trabalho Industrial. O número contempla a necessidade de formação de 2,2 milhões de novos profissionais e de requalificação de 11,8 milhões que já estão no mercado. A projeção leva em conta o crescimento da economia e do mercado de trabalho. O levantamento é elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo é uma importante ferramenta de inteligência para subsidiar as ações de planejamento de oferta do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

O diretor-geral do Senai, Gustavo Leal, explica que o cenário apresentado pelo Mapa reforça a relevância do aprendizado contínuo, bem como a necessidade de os profissionais, novos ou experientes, acompanharem as transformações do mundo do trabalho, especialmente em um contexto de transição para uma economia digital e sustentável. “Com o avanço de novas tecnologias, é essencial que as habilidades dos trabalhadores evoluam junto com essas mudanças. Isso não só representa oportunidades de emprego, como também impulsiona a produtividade e o desempenho da indústria”, avalia.

Competências técnicas e socioemocionais
As projeções do Mapa do Trabalho também mostram que 11,8 milhões de trabalhadores precisarão de treinamento e desenvolvimento para atualizarem as competências nas funções que já desempenham na indústria e que também são demandadas por outros setores no Brasil. A atualização envolve o desenvolvimento de competências em dimensões como hard skills (habilidades técnicas como domínio de máquinas, equipamentos e softwares), soft skills (competências comportamentais como pensamento crítico, inteligência emocional, criatividade e inovação) e ações de saúde e segurança no trabalho (como inspeção de instalações, normas e regulamentos), para que os trabalhadores contem com as habilidades necessárias para desempenhar as funções de maneira eficaz e segura. Logística e transporte; construção; operação industrial; metalmecânica; manutenção e reparação; e alimentos e bebidas são alguns dos setores com carência de profissionais requalificados e treinados para o mercado atual.

Logística, construção, manutenção e metalmecânica serão as áreas com maior demanda

Brasil precisa qualificar 14 milhões de profissionais até 2027

Logística, construção, manutenção e metalmecânica serão as áreas com maior demanda

Novos trabalhadores deverão demonstrar habilidades técnicas como domínio de máquinas, equipamentos e softwares

Para atender a demanda da indústria brasileira nos próximos três anos, será necessário qualificar cerca de 14 milhões de profissionais entre 2025 e 2027, segundo o Mapa do Trabalho Industrial. O número contempla a necessidade de formação de 2,2 milhões de novos profissionais e de requalificação de 11,8 milhões que já estão no mercado. A projeção leva em conta o crescimento da economia e do mercado de trabalho. O levantamento é elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo é uma importante ferramenta de inteligência para subsidiar as ações de planejamento de oferta do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

O diretor-geral do Senai, Gustavo Leal, explica que o cenário apresentado pelo Mapa reforça a relevância do aprendizado contínuo, bem como a necessidade de os profissionais, novos ou experientes, acompanharem as transformações do mundo do trabalho, especialmente em um contexto de transição para uma economia digital e sustentável. “Com o avanço de novas tecnologias, é essencial que as habilidades dos trabalhadores evoluam junto com essas mudanças. Isso não só representa oportunidades de emprego, como também impulsiona a produtividade e o desempenho da indústria”, avalia.

Competências técnicas e socioemocionais
As projeções do Mapa do Trabalho também mostram que 11,8 milhões de trabalhadores precisarão de treinamento e desenvolvimento para atualizarem as competências nas funções que já desempenham na indústria e que também são demandadas por outros setores no Brasil. A atualização envolve o desenvolvimento de competências em dimensões como hard skills (habilidades técnicas como domínio de máquinas, equipamentos e softwares), soft skills (competências comportamentais como pensamento crítico, inteligência emocional, criatividade e inovação) e ações de saúde e segurança no trabalho (como inspeção de instalações, normas e regulamentos), para que os trabalhadores contem com as habilidades necessárias para desempenhar as funções de maneira eficaz e segura. Logística e transporte; construção; operação industrial; metalmecânica; manutenção e reparação; e alimentos e bebidas são alguns dos setores com carência de profissionais requalificados e treinados para o mercado atual.

Logística, construção, manutenção e metalmecânica serão as áreas com maior demanda

País não adotará horário de verão neste ano

Decisão poderá ser revista em 2025

Neste ano, o governo federal cogitou adiantar os relógios em parte do país, como forma de enfrentar a pior seca já registrada no país

O governo federal descartou a possibilidade de instituir o horário de verão este ano. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (16), pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, horas após se reunir com representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). “Chegamos à conclusão de que não há necessidade de decretação do horário de verão para este período, para este verão”, declarou Silveira, durante coletiva de imprensa na sede do ministério, em Brasília.

“Temos a segurança energética assegurada. É o início de um processo de restabelecimento da nossa condição hídrica ainda muito modesto, mas temos condições de chegar, depois do verão, em condição de avaliar a volta desta política [para o verão de 2025/2026]”, acrescentou o ministro, defendendo a eficácia da medida em determinadas circunstâncias. “É importante que esta política seja sempre considerada. [O horário de verão] não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político, pois tem reflexos tanto positivos, quanto negativos, no setor elétrico, quanto na economia [em geral], devendo estar sempre na mesa”, discorreu o ministro ao destacar que a iniciativa é adotada por vários outros países, em uns, apenas com o condão energético, mas, em outros, um caráter quase que exclusivamente econômico.

“Países que têm matrizes de energia nuclear, como, por exemplo, a França, adotam o horário de verão muito mais por uma questão econômica, de impulsionar a economia em certos períodos do ano, do que pela segurança energética”, comentou o ministro. “O pico do custo-benefício do horário de verão é nos meses de outubro e novembro, até meados de dezembro. Se nossa posição fosse decretar o horário de verão agora, usufruiríamos muito pouco deste pico. Porque teríamos que fazer um planejamento mínimo para os setores poderem se adaptar. Conseguiríamos entrar com isso só em meados de novembro e o custo-benefício seria muito pequeno”, acrescentou.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez em 1931. Seguiu sendo adotado de forma irregular até 1985, quando passou a ser implementado sistematicamente, com a justificativa de contribuir para a redução do consumo de energia elétrica e beneficiar setores de lazer e consumo como o turismo, comércio, bares e restaurantes a partir do melhor aproveitamento da luz natural. A partir de 2019, a iniciativa foi descartada. Na ocasião, o Ministério de Minas e Energia apontou que, ao longo dos anos, os hábitos de consumo da população mudaram drasticamente, alterando os horários de maior consumo energético e tornando a medida sem efeito.

Neste ano, contudo, o governo federal voltou a cogitar adiantar os relógios em parte do país, como forma de enfrentar o que, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemanden), é a pior seca já registrada no país. “O Brasil viveu [e ainda] está vivendo, este ano, a maior seca da nossa história – embora já haja sinais de superação do momento mais crítico, com chuvas no Sudeste e na cabeceira de alguns rios importantes”, reforçou Silveira. Ele lembrou que a principal fonte de energia da matriz elétrica brasileira é a hidrelétrica. “Graças a algumas medidas de planejamento feitas durante um ano, conseguimos chegar com nossos reservatórios com índices de resiliência que nos dão certa tranquilidade”, concluiu o ministro.

Popularidade
Na segunda-feira (14), o instituto Datafolha divulgou o resultado de uma pesquisa que aponta que a volta do horário de verão divide brasileiros. Quarenta e sete por cento dos entrevistados declararam ser favoráveis à medida. Outros 47% disseram ser contrários, enquanto os 6% restantes responderam ser indiferentes à iniciativa. A pesquisa foi realizada nos dias 7 e 8 de outubro. Foram ouvidas 2.029 pessoas em 113 cidades das cinco regiões. Em meados de setembro, o portal Reclame Aqui e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) divulgaram as conclusões de um levantamento que indica que a maior parcela (54,9%) da população está de acordo com o horário de verão: 41,8% disseram ser totalmente favoráveis e 13,1%, parcialmente favoráveis. Outros 25,8% se mostraram totalmente contrários à implementação da medida e 2,2% parcialmente contrários. Dezessete por cento afirmaram ser indiferentes.

Com ABR

Decisão poderá ser revista em 2025

Google bloqueia bloqueadores de anúncios populares no Chrome

Nos próximos meses, milhões de usuários do navegador Chrome podem se ver sem acesso às suas extensões favoritas, como o uBlock Origin, um dos bloqueadores de anúncios mais usados. A mudança faz parte da transição do framework Manifest V2 para o Manifest V3, uma atualização que promete mais proteção, mas também limita o funcionamento de […]Nos próximos meses, milhões de usuários do navegador Chrome podem se ver sem acesso às suas extensões favoritas, como o uBlock Origin, um dos bloqueadores de anúncios mais usados. A mudança faz parte da transição do framework Manifest V2 para o Manifest V3, uma atualização que promete mais proteção, mas também limita o funcionamento de […]

Google Chrome ganha nova versão e corrige 17 falhas de segurança

O Google acaba de lançar as versões 130.0.6723.58/59 do Chrome para Windows e macOS, além da versão 130.0.6723.58 para Linux, fechando 17 vulnerabilidades de segurança. Nenhuma dessas falhas parece ter sido explorada em ataques até o momento, mas especialistas recomendam que os usuários atualizem o navegador o mais rápido possível. Empresas responsáveis por outros navegadores […]O Google acaba de lançar as versões 130.0.6723.58/59 do Chrome para Windows e macOS, além da versão 130.0.6723.58 para Linux, fechando 17 vulnerabilidades de segurança. Nenhuma dessas falhas parece ter sido explorada em ataques até o momento, mas especialistas recomendam que os usuários atualizem o navegador o mais rápido possível. Empresas responsáveis por outros navegadores […]

Google pode ser desmantelado por monopólio ilegal

No início deste mês, um tribunal nos Estados Unidos tomou uma decisão que pode mudar o cenário da tecnologia: declarou que o Google tem mantido um monopólio ilegal no mercado de busca e publicidade online por mais de dez anos. Essa decisão pode levar o Departamento de Justiça (DOJ) a solicitar a separação do Google […]No início deste mês, um tribunal nos Estados Unidos tomou uma decisão que pode mudar o cenário da tecnologia: declarou que o Google tem mantido um monopólio ilegal no mercado de busca e publicidade online por mais de dez anos. Essa decisão pode levar o Departamento de Justiça (DOJ) a solicitar a separação do Google […]