Archives Outubro 2024

Porto Itapoá terá nova expansão

O investimento será de R$ 500 milhões

Terminal catarinense planeja ser o maior da América do Sul até 2033

O Porto Itapoá iniciou a quarta fase da usa expansão, com previsão de investimentos que somam R$ 500 milhões nos próximos 12 meses. O terminal catarinense planeja ser o maior da América do Sul até 2033. Localizado na Baía da Babitonga, o porto tem um pátio de 455 mil metros quadrados, com capacidade estática de 31 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e sua capacidade de movimentar até 1,8 milhão de TEUs por ano.

O diretor de desenvolvimento de negócios e experiência do cliente da empresa, Felipe Fioravanti Kaufmann, explica que na nova fase, a infraestrutura será ampliada ainda mais para atender à crescente demanda, tanto no cenário nacional quanto internacional. “A expansão incluirá 120 mil metros quadrados adicionais ao pátio. Além disso, estão previstas novas aquisições de equipamentos de alta tecnologia”, revela.

Entre os novos investimentos, destaca-se a aquisição de mais um portêiner — equipamento essencial para a movimentação de contêineres em navios de grande porte —, o oitavo da frota de Itapoá. “Em agosto deste ano consolidamos a estrutura de funcionamento completo do sétimo portêiner e já tivemos um incremento de 15% de produtividade”, relata Kaufmann. O cais, estrutura onde atracam os navios, também deve ser ampliado em breve, ganhando mais 400 metros de comprimento, somando-se aos atuais 800 metros, o que permitirá a atracação de três navios de porte maior.

Ainda no pacote de modernizações, serão adquiridos 12 RTGs (guindastes sobre pneus) operados por controle remoto. Atualmente, o porto já conta com 10 RTGs controlados remotamente, sendo o primeiro terminal portuário da América do Sul a contar com essa tecnologia. “Estes guindastes são híbridos o que, além de reduzir o consumo de combustível, também diminui as emissões de carbono”, completa Kaufmann.

O investimento será de R$ 500 milhões

Brasil estará entre países com menor emissão de gases de efeito estufa na produção de energia

As emissões per capita do país serão baixas em comparação com outras nações

Caderno de Meio Ambiente e Energia do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 identifica os principais desafios e oportunidades para os próximos dez anos

O Caderno de Meio Ambiente e Energia do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2034, publicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) na segunda-feira (21) faz uma análise socioambiental da expansão energética no país e traça os principais desafios e oportunidades para os próximos dez anos. De acordo com o estudo, mesmo com o aumento das emissões devido à melhoria dos padrões socioeconômicos do Brasil até 2034, as emissões per capita do país serão baixas em comparação com outras nações. Em 2022, a produção e o uso de energia corresponderam a apenas 24% das emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE), devido à matriz energética diversificada e com ampla participação de fontes renováveis.

A projeção de 2,4 tCO2eq/habitante no país [unidade de medida que significa tonelada equivalente de dióxido de carbono por habitante] mostra que em comparação com a Europa (5,4 tCO2eq/habitante) e os Estados Unidos (13,8 tCO2eq/habitante), o Brasil estará alinhado com o processo de transição energética sustentável e inclusiva. As projeções para o horizonte decenal indicam que os setores de transportes e indústria continuarão sendo os principais emissores, representando 68% das emissões setoriais em 2034. No entanto, destaca-se uma baixa variação nas emissões do setor de transportes (apenas 12% de aumento entre 2024 e 2034), devido aos avanços de políticas públicas voltadas à substituição de combustíveis fósseis por renováveis, como etanol, biodiesel e combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês), além de ganhos em eficiência e motorização e o início da adoção de veículos elétricos.

O estudo também identificou oportunidades socioambientais estratégicas, como o aproveitamento de resíduos para geração de energia, otimização de recursos e infraestruturas existentes, e aplicação de práticas sustentáveis e estratégias de descarbonização em projetos energéticos. A principal estratégia do setor energético para mitigar as emissões é manter a alta participação de fontes renováveis, além de buscar soluções e tecnologias inovadoras, alinhadas às potencialidades do Brasil e ao custo-benefício das alternativas disponíveis.

As emissões per capita do país serão baixas em comparação com outras nações

A competência está acima de qualquer rótulo

Debate sobre as diferentes gerações foi tema do painel de abertura da cerimônia de premiação das 100 maiores empresas de Santa Catarina

Gabriela, Eyng, Aguiar e Polydoro: proximidade e transparência são essenciais na relação com os jovens

O papel atual da geração Z no mercado de trabalho foi um dos principais pontos do painel de abertura que antecedeu a cerimônia de premiação das 100 maiores empresas de Santa Catarina na terça-feira (15). O debate reuniu lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharam suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” contou com as presenças de Sérgio Lopes de Aguiar, diretor operacional da Liderança Serviços; Volnei Eyng, CEO da Multiplike; e Gabriela Calazans Peixer, coordenadora de geração de demandas da Senior Sistemas. Jorge Polydoro, publisher do Grupo AMANHÃ, foi o mediador da conversa. A sede da Federação das Indústrias (Fiesc), em Florianópolis, foi o palco do debate. O evento segue disponível no canal AMANHATV no YouTube (clique aqui).

Gabriela, a representante dos Zs, afirmou que sua geração já nasceu conectada com a tecnologia, que pode ser uma aliada para a busca de respostas que são sempre urgentes para os jovens. “As redes sociais nos transmitem essa urgência. Somos uma geração inconformada que procura resolver as coisas e somos promotores da mudança”, argumentou. Ao comentar o fato de os Zs não optarem por uma carreira longa nas empresas, ela disse que isso está relacionado ao propósito da organização. “Precisa ter algo maior para fazer sentido. Por essa razão as constantes trocas [de emprego] acontecem não pelo imediatismo, mas pelo propósito”, afirmou.

Para Eyng, que representou a geração Y, uma forma de fazer com que os jovens permaneçam em seus postos é a transparência. “Uma empresa que se fecha se torna menos competitiva. A transparência é uma necessidade de todos e faz com que a sociedade caminhe com mais qualidade”, destacou. Aguiar, por sua vez, defendeu que as gerações mais experientes não devem ser colocadas de lado. “O principal papel da geração X é orientar os mais jovens. Em nossa empresa temos muitos funcionários da geração Z e todos têm muita capacidade e energia, mas precisam ser bem orientados”, sublinhou.

O trio de executivos também recebeu perguntas da plateia. Uma delas foi como tirar o melhor proveito de uma relação harmoniosa entre as três gerações e sem a necessidade de usar rótulos para cada uma delas. “Se utilizar da transparência. Para o colaborador, algo tem de fazer sentido para que ele se engaje”, respondeu Eyng. Para Gabriela, a comunicação é uma ferramenta essencial. “Também não nos cabe a nós, líderes, rotular ninguém sobre qualquer coisa no ambiente corporativo. A competência está acima de qualquer rótulo”, disse. Na visão de Aguiar, manter a proximidade é essencial. “O Z tem um jeito de fazer e o X tem outra forma de fazer. Um pode ser acelerado e o outro não, daí um segura o outro, ou seja, um vai equilibrando o outro. Daí a importância de observar e estar próximo”, sugeriu.

Uma jovem da plateia pediu que os painelistas opinassem como seria uma forma de a geração Z conviver com os mais velhos que, por vezes, apresentam dificuldades para mudarem hábitos ou se atualizarem, por exemplo. “A proximidade ajuda muito. E é preciso ter paciência para que eles consigam se adaptar no tempo deles”, argumentou Aguiar. Na visão de Eyng, a cultura forte de uma empresa pode fazer com que essa polarização entre as duas gerações diminua. “Os jovens e os mais experientes trabalham em áreas diferentes dentro de uma companhia. Desse modo, o funcionário tem de se adaptar”, afirmou. “Conversas, ainda que relevantes, nem sempre conseguirão explorar todo mundo da melhor maneira. Por isso é preciso unir todas essas forças entendendo o propósito da empresa. Tem de ser um camaleão mesmo para extrair o melhor de todo mundo”, assegurou Gabriela.

Debate sobre as diferentes gerações foi tema do painel de abertura da cerimônia de premiação das 100 maiores empresas de Santa Catarina

Voos são retomados no aeroporto internacional Salgado Filho

Prestes a aterrissar, o primeiro avião desde as enchentes de maio tocou o solo às 8h04

Neste primeiro dia são aguardados 71 movimentos, com cerca de 9.800 passageiros, entre pousos e decolagens. Em novembro, esse movimento deve chegar a 122

Na manhã desta segunda-feira (21), os pousos e decolagens de voos domésticos foram retomados no Porto Alegre Airport. A operação em pista reduzida será gradual, com uma capacidade total de receber até 128 frequências domésticas diariamente, aproximadamente 12 operações por hora, entre 8h e 22h. Neste primeiro dia são aguardados 71 movimentos, com cerca de 9.800 passageiros, entre pousos e decolagens. Em novembro, esse movimento deve chegar a 122. “A equipe da Fraport Brasil e toda a comunidade aeroportuária comemoram a retomada dos voos domésticos ao Porto Alegre Airport. Fazemos acontecer todos os dias e recebemos de braços abertos os passageiros nessa retomada. É uma grande conquista para todos os gaúchos, para o turismo e para a economia”, comenta Andreea Pal, CEO da Fraport Brasil.

No início da manhã o aeroporto apresentou queda de energia elétrica. Foi necessária a regulagem de um disjuntor para atender o aumento da demanda de energia no terminal de passageiros. As equipes atuaram para corrigir o problema e os sistemas já foram reestabelecidos. A situação específica não gerou nenhum atraso em pousos ou decolagens. A operação de retomada parcial dos voos ocorreu sem maiores transtornos. Os passageiros foram recepcionados com muita festa neste primeiro dia. Aqueles que chegaram e partiram nos primeiros pousos das empresas Azul, Gol e Latam, receberam uma bag tag da administradora do aeroporto. Em frente ao desembarque doméstico, a secretaria de turismo do Rio Grande do Sul e diversas entidades do ramo estavam presentes com personagens e representantes nessa retomada.

Prestes a aterrissar, o primeiro avião desde as enchentes de maio tocou o solo às 8h04

Atualização do Android 15 está inutilizando alguns dispositivos Pixel 6

Alguns usuários do Pixel 6 começaram a relatar problemas graves após atualizarem seus dispositivos para o Android 15. A nova versão do sistema, que prometia melhorias e novos recursos, está deixando alguns aparelhos completamente inutilizáveis, sem resposta aos comandos e sem sucesso nas tentativas de reinicialização. Os primeiros relatos indicam que o problema pode ocorrer […]Alguns usuários do Pixel 6 começaram a relatar problemas graves após atualizarem seus dispositivos para o Android 15. A nova versão do sistema, que prometia melhorias e novos recursos, está deixando alguns aparelhos completamente inutilizáveis, sem resposta aos comandos e sem sucesso nas tentativas de reinicialização. Os primeiros relatos indicam que o problema pode ocorrer […]

Google corrige problema na geração de imagens com IA do Gemini

O Google está finalmente abordando uma das maiores frustrações dos usuários ao gerar imagens por meio da IA do Gemini. A atualização mais recente traz opções aprimoradas de personalização, facilitando a criação de imagens mais detalhadas e ajustadas às necessidades dos criadores. O Google está integrando o Gemini em praticamente todos os aplicativos do Google […]O Google está finalmente abordando uma das maiores frustrações dos usuários ao gerar imagens por meio da IA do Gemini. A atualização mais recente traz opções aprimoradas de personalização, facilitando a criação de imagens mais detalhadas e ajustadas às necessidades dos criadores. O Google está integrando o Gemini em praticamente todos os aplicativos do Google […]

Juiz adia decisão sobre abertura da Play Store do Google

Na semana passada, um juiz federal adiou a ordem que obrigaria o Google a abrir sua Play Store para maior concorrência, enquanto o caso aguarda análise de um tribunal de apelações. O adiamento surge após o veredito de 2023, que classificou a Play Store como um monopólio ilegal em um processo movido pela Epic Games. […]Na semana passada, um juiz federal adiou a ordem que obrigaria o Google a abrir sua Play Store para maior concorrência, enquanto o caso aguarda análise de um tribunal de apelações. O adiamento surge após o veredito de 2023, que classificou a Play Store como um monopólio ilegal em um processo movido pela Epic Games. […]

Falta ou custo de trabalhadores qualificados foi o problema que mais cresceu no 3º trimestre

Elevada carga tributária e custo de matérias-primas completam a lista dos principais problemas enfrentados pela indústria, segundo empresários industriais

O problema ocupava o 6º lugar na lista dos mais enfrentados pela indústria entre abril e junho, mas pulou para o 3º lugar

A falta ou o alto custo de trabalhadores qualificados foi a preocupação que mais cresceu entre os industriais no terceiro trimestre, aponta a Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (18). O percentual de empresários que classificaram esse como um dos principais problemas enfrentados pelas empresas passou de 18,6%, no segundo trimestre, para 23% na consulta mais recente.

O problema ocupava o 6º lugar na lista dos mais enfrentados pela indústria entre abril e junho, mas pulou para o 3º lugar devido ao aumento de 4,4 pontos percentuais apontado pelo último levantamento. A elevada carga tributária continua sendo a preocupação mais assinalada pelos empresários, com 33,6%; enquanto a falta ou alto custo de matéria-prima passou da terceira para a segunda posição, com 24,9%.

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica como os desafios com a oferta e a qualificação da mão-de-obra afetam a performance da indústria. “Esse é um problema que vem crescendo há alguns trimestres. Isso tem a ver com questões ligadas ao mercado de trabalho aquecido e ao próprio aumento da produção. É uma questão que preocupa, pois pressiona custos das empresas; consequentemente, pode prejudicar a avaliação da situação financeira e a recuperação da indústria no médio prazo.”

A avaliação dos empresários industriais quanto à situação financeira melhorou no terceiro trimestre de 2024. O índice que mede essa percepção cresceu 1,4 ponto frente ao segundo trimestre do ano, chegando aos 51,7 pontos. O índice de facilidade de acesso ao crédito também subiu no terceiro trimestre. Depois de avançar 1,6 ponto, chegou aos 42,9 pontos. Como está abaixo dos 50 pontos, o indicador mostra que os empresários continuam sentindo dificuldade para captar recursos, embora a percepção seja menor do que nos três meses anteriores.

Segundo Azevedo, o aumento da taxa básica de juros, a Selic, deve complicar a tomada de financiamento nos próximos meses. “Em setembro, teve início um novo ciclo de aumento de juros, que provavelmente vai se manter durante algum tempo. Já há bastante dificuldade de acesso ao crédito, o que é capaz de piorar no próximo trimestre”, acredita. De acordo com o levantamento, o indicador que mede a satisfação dos empresários com o lucro operacional atingiu 47 pontos no terceiro trimestre, dois pontos a mais do que no segundo trimestre, sugerindo diminuição da insatisfação dos industriais.

Agora em 62,9 pontos, o índice de evolução do preço de matérias-primas subiu 1,6 ponto na passagem do segundo para o terceiro trimestre. A percepção de aumento dos preços de insumos está mais intensa e é percebida por empresas de todos os portes, de acordo com a pesquisa. 

Produção industrial cai, mas emprego sobe

Depois de subir em julho e em agosto, a produção industrial caiu em setembro. A redução foi observada nas pequenas, médias e grandes empresas. No recorte por regiões, apenas o Centro-Oeste apresentou estabilidade. As demais registraram recuo da produção. Por outro lado, o indicador que mede o número de empregados chegou aos 51,1 pontos. Pelo terceiro mês consecutivo, o índice ficou acima dos 50 pontos, o que significa que houve alta do emprego industrial. O resultado positivo foi visto em todas as regiões, com exceção ao Sudeste, e foi puxado pelas empresas de médio e grande porte. 

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) se manteve em 72%, 1 ponto percentual acima da média da série histórica para o mês de setembro. Trata-se do sexto mês consecutivo em que a UCI fica acima da média histórica mensal. Já o índice que mede o nível de estoques atingiu 49,2 pontos, indicando que o volume de estoques diminuiu de agosto para setembro. Houve redução dos estoques nas pequenas e médias empresas, mas aumento nas grandes. Entre as regiões, o índice revelou crescimento de estoques apenas no Nordeste e no Centro-Oeste. 

Em outubro, o índice de expectativa de quantidade exportada subiu 0,2 ponto, atingindo 52,8 pontos. Já a expectativa de demanda recuou 1,4 ponto, para 56,3 pontos, enquanto o indicador de expectativa de compras de matérias-primas diminuiu 1,3 ponto, caindo para 54,3 pontos. Após recuar 0,7 ponto na comparação com setembro, o índice de expectativa de número de empregados ficou nos 52 pontos. Todos os índices continuaram acima da linha divisória de 50 pontos, o que significa expectativa de crescimento para os próximos seis meses. A intenção de investimento subiu 0,2 ponto, em outubro, para 58,3 pontos; 6,2 pontos acima da média histórica da série. 

Com Agência de Notícias da Indústria

Elevada carga tributária e custo de matérias-primas completam a lista dos principais problemas enfrentados pela indústria, segundo empresários industriais

Brasil lança por ano 1,3 milhão de toneladas de plástico no oceano

Volume representa 8% desta poluição em todo planeta, diz ONG Oceana

Na costa brasileira, a ingestão de plástico já foi registrada em todas as espécies de tartarugas marinhas

O Brasil é o oitavo país do globo e o maior poluidor da América Latina quando o assunto é o descarte de plástico no oceano. São 1,3 milhão de toneladas lançadas anualmente revela o relatório Fragmentos da Destruição: impacto do plástico à biodiversidade marinha brasileira lançado nesta quinta-feira (17) pela Organização não Governamental (ONG) Oceana. Esse volume representa 8% desse tipo de poluição em todo o planeta.

De acordo com o oceanólogo e diretor-geral da Oceana, Ademilson Zamboni, o estudo foi pensado como uma ferramenta para dimensionar o problema da poluição plástica no país e deve impulsionar uma transição que supere o desafio ambiental, econômico e social causado pelo modelo atual. “O plástico que polui nossos mares chega lá por conta de um modelo de produção e descarte que precisa ser urgentemente substituído”.

O impacto dessa poluição sobre os ecossistemas e até sobre a alimentação humana são algumas das evidncias observadas pelos pesquisadores, que constataram a ingestão de plástico em 200 espécies marinhas, das quais 85% estão em risco de extinção. Desses animais, um em cada 10 morreu em decorrência de problemas como desnutrição e diminuição da imunidade após a exposição a compostos químicos nocivos às espécies, descreve o relatório.

A partir das bases de dados dos Projetos de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos e da Bacia de Campos, que reúne a análise de conteúdo estomacal de 12.280 aves, répteis e mamíferos marinhos, os pesquisadores encontraram, plástico em 49 das 99 espécies estudadas. As espécies mais contaminadas foram as tartarugas, com a presença de resíduos sólidos em 82,2% das amostras.

Na costa brasileira, a ingestão de plástico já foi registrada em todas as espécies de tartarugas marinhas, mas no caso específico das tartarugas-verdes, os pesquisadores constataram que o índice de ingestão entre os 250 indivíduos da espécie estudados é 70%, podendo chegar a 100% em algumas regiões. Entre as espécies estudadas, também chama a atenção o índice de peixes amazônicos que continham plástico ou microplástico no sistema digestivo e nas brânquias: 98% das 14 espécies analisadas em riachos do bioma. Assim como nos peixes, foi constatada contaminação nos moluscos como ostra e mexilhões, indicando, segundo os pesquisadores, o consumo alimentar dessas espécies como uma das vias contaminantes de seres humanos. “A devastação do plástico na vida marinha segue em grandes proporções e não resta outra saída a não ser a diminuição do alto volume de resíduos despejado continuamente no mar”, destaca o relatório.

Com ABR

Volume representa 8% desta poluição em todo planeta, diz ONG Oceana

Jacomar conquista selo inédito de boas práticas para 50+ entre supermercados do PR

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Na foto, as colaboradoras Elizabete de Fátima Alves Telma (61), Vera Lúcia Diógenes (58) e Alcione de Almeida Melo Naques (61). Crédito: Camila Pankratz Ferreira da Silva

Com 18 lojas, três autopostos, um centro de distribuição e cerca de três mil colaboradores, a rede de supermercados Jacomar é a primeira empresa do setor no Paraná a receber o selo Certified Age Friendly Employer (CAFE), concedido no Brasil pela Maturi, representante oficial da organização norte-americana Age Friendly Institute. A certificação reconhece companhias que desenvolvem as melhores práticas para garantir oportunidades de trabalho e desenvolvimento aos profissionais com mais de 50 anos de idade. No Jacomar, 20% do quadro total de colaboradores é composto por profissionais com 50 anos ou mais e, entre os cargos de liderança, o número chega a 17%. O processo de avaliação para a obtenção do selo leva em conta 12 categorias de boas práticas, como cultura organizacional e relações com colaboradores, recrutamento de candidatos, estilo e práticas de gestão.

Os colaboradores maduros integram as mais diversas áreas do grupo. “Essa diversidade de gerações não é apenas uma característica, é o coração pulsante da nossa cultura organizacional, uma base importante para garantir nossa inovação e sucesso. Buscamos promover um ambiente de trabalho inclusivo e reconhecemos o valor e as contribuições únicas que cada pessoa traz à nossa equipe”, destaca Carla Soffiatti, diretora administrativa da rede Jacomar. É o caso do Emerson de Araujo, de 60 anos, que faz parte do time Jacomar. Ele foi contratado pela rede em 2017, aos 53 anos. “Comecei na portaria do centro de distribuição e, em dois anos, fui promovido a fiscal de loja. A empresa acreditou no meu potencial e tenho muito orgulho desse reconhecimento, por isso quero evoluir cada vez mais. Foi trabalhando no Jacomar que conquistei sonhos que pensei que estivessem distantes, como viajar para o Nordeste e comprar um carro novo”, comemora.

A cultura inclusiva é um dos pilares da rede Jacomar. A empresa realiza uma série de eventos voltados para a integração das cinco gerações que hoje atuam na rede Jacomar, criando oportunidades de troca de experiências e desenvolvimento, tanto pessoal quanto profissional. Benefícios como plano de saúde, seguro de vida e auxílio-educação também formam a base que atende às principais necessidades de todos. “Com práticas de recrutamento ativamente direcionadas para estes profissionais, o Jacomar garante acesso igualitário a todas as oportunidades de desenvolvimento na empresa. A inclusão está em todo o quadro de colaboradores da empresa, que conta ainda com profissionais PCDs e jovens aprendizes. Além disso, cerca de 60% dos funcionários da rede são mulheres”, diz Débora Oliveira, gerente de recursos humanos.

Os cerca de 600 profissionais com mais de 50 anos do Jacomar têm acesso à Universidade Corporativa – UniJacomar, com programas específicos que abordam a diversidade geracional e seus desafios próprios. ”Isso ajuda a capacitar colaboradores veteranos para cargos de liderança, em que a expertise e as habilidades de gestão são muito valorizadas”, explica a gerente de recursos humanos. Desde 2019, a rede conta com um programa de cargos e carreiras robusto e estruturado. Todos os colaboradores têm acesso às oportunidades de avanço de carreira dentro da própria empresa, em sinal do comprometimento do grupo em capacitar e reter talentos.

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Jacomar conquista selo inédito de boas práticas para 50+ entre supermercados do PR

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Na foto, as colaboradoras Elizabete de Fátima Alves Telma (61), Vera Lúcia Diógenes (58) e Alcione de Almeida Melo Naques (61). Crédito: Camila Pankratz Ferreira da Silva

Com 18 lojas, três autopostos, um centro de distribuição e cerca de três mil colaboradores, a rede de supermercados Jacomar é a primeira empresa do setor no Paraná a receber o selo Certified Age Friendly Employer (CAFE), concedido no Brasil pela Maturi, representante oficial da organização norte-americana Age Friendly Institute. A certificação reconhece companhias que desenvolvem as melhores práticas para garantir oportunidades de trabalho e desenvolvimento aos profissionais com mais de 50 anos de idade. No Jacomar, 20% do quadro total de colaboradores é composto por profissionais com 50 anos ou mais e, entre os cargos de liderança, o número chega a 17%. O processo de avaliação para a obtenção do selo leva em conta 12 categorias de boas práticas, como cultura organizacional e relações com colaboradores, recrutamento de candidatos, estilo e práticas de gestão.

Os colaboradores maduros integram as mais diversas áreas do grupo. “Essa diversidade de gerações não é apenas uma característica, é o coração pulsante da nossa cultura organizacional, uma base importante para garantir nossa inovação e sucesso. Buscamos promover um ambiente de trabalho inclusivo e reconhecemos o valor e as contribuições únicas que cada pessoa traz à nossa equipe”, destaca Carla Soffiatti, diretora administrativa da rede Jacomar. É o caso do Emerson de Araujo, de 60 anos, que faz parte do time Jacomar. Ele foi contratado pela rede em 2017, aos 53 anos. “Comecei na portaria do centro de distribuição e, em dois anos, fui promovido a fiscal de loja. A empresa acreditou no meu potencial e tenho muito orgulho desse reconhecimento, por isso quero evoluir cada vez mais. Foi trabalhando no Jacomar que conquistei sonhos que pensei que estivessem distantes, como viajar para o Nordeste e comprar um carro novo”, comemora.

A cultura inclusiva é um dos pilares da rede Jacomar. A empresa realiza uma série de eventos voltados para a integração das cinco gerações que hoje atuam na rede Jacomar, criando oportunidades de troca de experiências e desenvolvimento, tanto pessoal quanto profissional. Benefícios como plano de saúde, seguro de vida e auxílio-educação também formam a base que atende às principais necessidades de todos. “Com práticas de recrutamento ativamente direcionadas para estes profissionais, o Jacomar garante acesso igualitário a todas as oportunidades de desenvolvimento na empresa. A inclusão está em todo o quadro de colaboradores da empresa, que conta ainda com profissionais PCDs e jovens aprendizes. Além disso, cerca de 60% dos funcionários da rede são mulheres”, diz Débora Oliveira, gerente de recursos humanos.

Os cerca de 600 profissionais com mais de 50 anos do Jacomar têm acesso à Universidade Corporativa – UniJacomar, com programas específicos que abordam a diversidade geracional e seus desafios próprios. ”Isso ajuda a capacitar colaboradores veteranos para cargos de liderança, em que a expertise e as habilidades de gestão são muito valorizadas”, explica a gerente de recursos humanos. Desde 2019, a rede conta com um programa de cargos e carreiras robusto e estruturado. Todos os colaboradores têm acesso às oportunidades de avanço de carreira dentro da própria empresa, em sinal do comprometimento do grupo em capacitar e reter talentos.

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Uma gama de funcionalidades

A Telium oferece uma ampla variedade de serviços que podem ser vitais para qualquer negócio

O Telium Link Dedicado, por exemplo, é uma conexão exclusiva de internet que uma empresa pode contratar para seu uso próprio

Ter um serviço de internet sem interrupções é vital para garantir a eficiência e a produtividade das operações de qualquer empresa. Pense, por exemplo, nos pagamentos de fornecedores que uma companhia tenha de fazer diariamente. Por isso, bancos, provedores de serviços online e o e-commerce em geral precisam de uma conexão constante para atender clientes e processar transações em tempo real. O mesmo pode ocorrer com um serviço de suporte ao cliente que dependa de chats online ou sistemas de ticketing para responder solicitações de clientes. “Esses exemplos ilustram como a confiabilidade dos serviços de tecnologia é crucial para a continuidade dos negócios e a satisfação dos clientes. A preparação e o planejamento para minimizar interrupções podem fazer a diferença entre um pequeno contratempo e uma crise significativa para os negócios”, alerta Rafael Santana, gerente de pré-vendas da Telium, empresa que oferece uma gama de soluções que protegem várias empresas de ficarem temporariamente sem acesso à web.

O Telium Link Dedicado, por exemplo, é uma conexão exclusiva de internet que uma empresa pode contratar para seu uso próprio. O sistema não é compartilhado com outros usuários e oferece uma largura de banda garantida. “É ideal para aquelas empresas que necessitam de uma conexão estável e de alta velocidade, sem variações de desempenho. Também oferece maior segurança, já que a conexão é exclusiva e não compartilhada. É essencial para operações críticas que não podem sofrer interrupções, como transações financeiras, operações de e-commerce, videoconferências e serviços de VoIP”, enumera Santana. Além do link dedicado, há a opção temporária, ou seja, uma conexão de internet que é fornecida por um período limitado, geralmente para atender a eventos específicos, como feiras, eventos esportivos ou necessidades sazonais de maior demanda.

Com o advento da Inteligência Artificial (IA) e o amplo volume de dados gerados, será cada vez mais importante que empresas consigam acessar e gerenciar informações de maneira eficiente e segura, independentemente de sua localização física. O sistema de armazenamento Telium Cloud pode simplificar essa importante atividade. Outra vantagem é que os serviços de dados no Telium Cloud são altamente escaláveis, o que significa que empresas conseguem facilmente aumentar ou reduzir recursos conforme determinada demanda. Ainda existe a alternativa do Telium Colocation, onde corporações podem alugar espaço nos Data Centers para instalar seus próprios servidores e equipamentos de rede em um ambiente seguro e controlado. “Criamos o espaço perfeito para empresas hospedarem seus servidores, roteadores, centrais telefônicas e demais equipamentos em nossos Data Centers, que são interconectados e com infraestrutura redundante. Tudo isso para assegurar alto desempenho e disponibilidade a todas as aplicações críticas”, destaca Dênis Martinelli, diretor comercial da companhia paulista, que também atende o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul.

A Telium também possui uma grande variedade de soluções em cibersegurança. A companhia se especializou em desenvolver, em implementar e em gerenciar projetos que envolvam infraestrutura e tecnologia essencial de cibersegurança e segurança da informação. Todo o trabalho é realizado com o objetivo de elevar o nível de maturidade cibernética para maior resiliência ao enfrentar as ameaças avançadas que surgem a partir de ataques. As soluções envolvem prevenção e detecção, com a análise de vulnerabilidades e mapeamento de credenciais na darkweb, por exemplo. Outra importante ferramenta é a proteção a ataques. A Telium consegue inserir mais camadas de proteção, proporcionando segurança e convergência de rede em todas os usuários e dispositivos, usando o Next Generation Firewall (NGFW). Além de efetuar as regras e filtros tradicionais, os NGFWs filtram o tráfego da rede para proteção contra ameaças internas e externas. Como as técnicas de ataque mudam continuamente, uma inteligência contra ameaças atualizada é crucial para bloquear esses perigos. Por isso, os NGFWs são capazes de receber e agir com base em informações de inteligência contra ameaças provenientes de fontes externas.

Outra aplicação é o Anti-DDoS, um serviço de segurança que protege os sites de ataques de negação de serviço distribuídos (DDoS). Esses ataques são executados por milhares de computadores ao mesmo tempo, enviando enormes quantidades de dados para um único link de internet, site ou servidor. Isso pode sobrecarregá-los, tornando-os lentos ou até mesmo inacessíveis. Uma solução Anti-DDoS ajuda a bloquear esses ataques, protegendo a disponibilidade e a segurança da rede. Para implementar um

Anti-DDoS de forma eficaz, é importante realizar uma análise detalhada do ambiente de rede, estabelecer uma configuração de segurança adequada e testar a solução. Se uma implementação for feita de maneira errada, pode trazer vários riscos. No entanto, se trabalhada e implementada de forma correta, só trará benefícios na proteção de um site contra ataques dessa magnitude.

A Telium também realiza o controle de todos os acessos, bloqueando usuários e gerenciando incidentes diversos, testa segurança em programas educacionais, aluga equipamentos de TI prontos para uso e ainda comercializa produtos, com ampla gama de itens em segurança e conectividade. “A Telium possui uma equipe própria, dedicada, humanizada e especializada no atendimento ao cliente, em tempo integral, 24 horas por dia, toda semana e ao longo de todo o ano”, afirma Santana.

A Telium oferece uma ampla variedade de serviços que podem ser vitais para qualquer negócio

Fiep e Ocepar inauguram Hub Senai Paraná Cooperativo em Ponta Grossa

Mais de dez cooperativas já participam dos programas promovidos pelo Hub

Ricken, da Ocepar, e Vasconcelos, da Fiep: oportunidades de conexão com foco na inovação

Os presidentes do Sistema Fiep, Edson Vasconcelos, e do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, inauguraram oficialmente, na quarta-feira (25), uma unidade do Hub Senai Paraná Cooperativo em Ponta Grossa. A estrutura, fruto de uma parceria entre as duas entidades, tem o objetivo de disseminar a cultura e a prática da inovação nas cooperativas paranaenses. O Hub Senai Paraná Cooperativo de Ponta Grossa fica na unidade do Senai no município e atende organizações da região Centro-Sul do Paraná. Atualmente, 15 cooperativas já participam dos programas promovidos pelo Hub. A estrutura se junta a outros dois Hubs já instalados no Paraná, nas cidades de Londrina, que atende a regional Norte-Noroeste, e de Toledo, que atende o Oeste-Sudoeste. Somando-se as três unidades, 48 cooperativas dos segmentos agroindustrial, de crédito, saúde e serviços já vêm sendo atendidas no estado.

O presidente do Sistema Fiep destacou que o Hub tem o objetivo de fomentar a cultura da inovação nas cooperativas, com mentoria e apoio técnico do Senai. “São vários projetos formulados de acordo com a maturidade de cada cooperativa. A busca hoje no mundo para estar apto às transformações é o primeiro desafio de toda empresa e de toda cooperativa. Este Hub ajuda muito na troca de experiências e na busca de conhecimento para o fortalecimento da cultura de inovação interna nessas cooperativas”, declarou. Vasconcelos também enalteceu a grande sintonia entre os Sistemas Fiep e Ocepar em ações com foco na competitividade da indústria e do setor produtivo paranaense, incluindo a área de inovação. “Uma grande parte dos CNPJs das cooperativas é de indústrias, então precisamos ter uma colaboração cada vez maior, inclusive para incentivar essa cultura inovadora, como fazemos aqui no Hub”, disse.

Já José Roberto Ricken ressaltou que os Hubs Senai Paraná Cooperativo geram oportunidades de conexão com foco na inovação. “Por princípio, o cooperativismo prega que temos de somar e multiplicar as soluções, então estamos muito felizes com esta parceria. Entendemos que os serviços do Sistema Fiep são de total interesse do Sistema Ocepar, e essa interação é muito construtiva e abrangente, com várias cooperativas já participando”, afirmou, destacando ainda a importância de uma estrutura para atender a regional de Ponta Grossa. “Temos aqui uma região tradicional, onde surgiu na prática o cooperativismo paranaense, que é forte, organizado e industrializado”, elogiou.

Representantes de cooperativas da regional Centro Sul já atendidas pelo Hub Senai Paraná Cooperativo ressaltaram a importância da estrutura para impulsionar a inovação nas organizações. O diretor financeiro da Cooperativa Agrária Agroindustrial, Edmund Gumpl, afirmou que, para muitas delas, a inovação ainda é um aprendizado. “Não é em todas as cooperativas que isso é uma cultura já consolidada. Por isso, o principal benefício do Hub é a interação com as outras cooperativas. Quando você começa a usar esse espaço para troca de ideias e de experiências, isso encurta caminhos. Muitas coisas que você está errando em casa, outras cooperativas já estão fazendo certo, e o contrário também”, assegurou.

Já o gerente de TI e de projetos da Unimed Ponta Grossa, Anderson Horácio dos Reis, sublinhou que o trabalho em colaboração com o Hub tem rendido resultados práticos para a cooperativa da área da saúde. “Desde o início, a troca de informação, a geração de conhecimento, o compartilhamento de experiências e o processo de mentoria do Senai foram nos ajudando a entender o que a Unimed Ponta Grossa precisava fazer para desenvolver ainda mais a inovação dentro de casa”, explicou. “Com isso, conseguimos desdobrar inúmeras ações, com a mais impactante sendo a elaboração de um planejamento estratégico para a inovação na nossa cooperativa, que começa a ser aplicado em 2025”, contou.

Mais de dez cooperativas já participam dos programas promovidos pelo Hub

Randoncorp anuncia aquisição de empresa britânica

Transação está entre as maiores da história da companhia

Com liderança no mercado de reposição, nova controlada potencializa a diversificação de receitas e de atuação na vertical de negócios de autopeças

A Randoncorp comunicou ao mercado que a Master Freios, joint-venture com o grupo Cummins, está adquirindo o controle do Grupo EBS – European Braking Systems, do Reino Unido, referência em soluções de sistemas de freios e reposição para veículos comerciais. A transação, que ainda depende do cumprimento dos termos estabelecidos no contrato para ser efetivada, é de aproximadamente 56 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 410 milhões – entre as maiores da história da companhia.

Maior fabricante de sistemas de freios para caminhões, ônibus e semirreboques da América Latina, a Master Freios atua há 38 anos no mercado brasileiro e internacional, com liderança nacional no fornecimento para montadoras, e forte presença em produtos de reposição. Além de freios pneumáticos e hidráulicos, nas versões disco e tambor, a empresa também possui em seu portfólio sistemas de atuação e controle, como válvulas, câmaras de freio, sistemas de ABS, ajustadores de freio e peças em alumínio injetado.

Com a aquisição, a Master Freios passa a incorporar a expertise, estrutura e rede de distribuição do Grupo EBS, presente em mercados fortes de países europeus e asiáticos. A European Braking Systems está entre as líderes no mercado de reposição no Reino Unido e conta com um amplo portfólio de soluções de reposição na indústria automotiva, atuando na fabricação e distribuição de componentes de freios a ar, sistemas de controle de veículos comerciais, como câmaras, válvulas, cilindros e servos para embreagem, entre outros produtos. A empresa conta com duas unidades no Reino Unido e está presente também na China, Irlanda, Estados Unidos, Países Baixos e Romênia.

“Hoje a Master defende a liderança no fornecimento de peças originais para montadoras. Essa transação vai diversificar nosso portfólio e aumentar a exposição para o mercado de reposição de componentes, para que possamos entregar ainda mais soluções aos nossos parceiros”, pontua o diretor de negócios da Master, Bernardo Soares. “É uma negociação importante para a história da Master Freios, projetando a empresa para um novo patamar, associando uma maior resiliência de receita com atuação global. Além de avanços significativos no segmento do aftermarket, a partir desse movimento, a empresa passará a alcançar novos clientes na Europa e na Ásia, contribuindo significativamente para as estratégias de internacionalização da companhia”, complementa o vice-presidente Executivo para América do Sul e COO da vertical Autopeças da Randoncorp, Ricardo Escoboza.

Com unidades de produção localizadas no Rio Grande do Sul e rede de vendas consolidada com atuação na América Latina, a Master Freios é destaque no desenvolvimento de freios para veículos comerciais com padrões de reconhecimento mundial, entregando aos clientes produtos com alta tecnologia, qualidade e performance, garantindo ainda mais segurança nas estradas. “Temos uma estratégia clara de buscar a diversificação dos nossos negócios, seja em segmentos de atuação ou pela nossa presença global. A cada movimento, vamos impulsionando nossas verticais de negócios nesse objetivo geral, levando a expertise, liderança e excelência que o mercado já conhece para novas geografias, garantindo, assim, uma jornada de crescimento sustentável”, reforça o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Transação está entre as maiores da história da companhia

Randoncorp anuncia aquisição de empresa britânica

Transação está entre as maiores da história da companhia

Com liderança no mercado de reposição, nova controlada potencializa a diversificação de receitas e de atuação na vertical de negócios de autopeças

A Randoncorp comunicou ao mercado que a Master Freios, joint-venture com o grupo Cummins, está adquirindo o controle do Grupo EBS – European Braking Systems, do Reino Unido, referência em soluções de sistemas de freios e reposição para veículos comerciais. A transação, que ainda depende do cumprimento dos termos estabelecidos no contrato para ser efetivada, é de aproximadamente 56 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 410 milhões – entre as maiores da história da companhia.

Maior fabricante de sistemas de freios para caminhões, ônibus e semirreboques da América Latina, a Master Freios atua há 38 anos no mercado brasileiro e internacional, com liderança nacional no fornecimento para montadoras, e forte presença em produtos de reposição. Além de freios pneumáticos e hidráulicos, nas versões disco e tambor, a empresa também possui em seu portfólio sistemas de atuação e controle, como vlvulas, câmaras de freio, sistemas de ABS, ajustadores de freio e peças em alumínio injetado.

Com a aquisição, a Master Freios passa a incorporar a expertise, estrutura e rede de distribuição do Grupo EBS, presente em mercados fortes de países europeus e asiáticos. A European Braking Systems está entre as líderes no mercado de reposição no Reino Unido e conta com um amplo portfólio de soluções de reposição na indústria automotiva, atuando na fabricação e distribuição de componentes de freios a ar, sistemas de controle de veículos comerciais, como câmaras, válvulas, cilindros e servos para embreagem, entre outros produtos. A empresa conta com duas unidades no Reino Unido e está presente também na China, Irlanda, Estados Unidos, Países Baixos e Romênia.

“Hoje a Master defende a liderança no fornecimento de peças originais para montadoras. Essa transação vai diversificar nosso portfólio e aumentar a exposição para o mercado de reposição de componentes, para que possamos entregar ainda mais soluções aos nossos parceiros”, pontua o diretor de negócios da Master, Bernardo Soares. “É uma negociação importante para a história da Master Freios, projetando a empresa para um novo patamar, associando uma maior resiliência de receita com atuação global. Além de avanços significativos no segmento do aftermarket, a partir desse movimento, a empresa passará a alcançar novos clientes na Europa e na Ásia, contribuindo significativamente para as estratégias de internacionalização da companhia”, complementa o vice-presidente Executivo para América do Sul e COO da vertical Autopeças da Randoncorp, Ricardo Escoboza.

Com unidades de produção localizadas no Rio Grande do Sul e rede de vendas consolidada com atuação na América Latina, a Master Freios é destaque no desenvolvimento de freios para veículos comerciais com padrões de reconhecimento mundial, entregando aos clientes produtos com alta tecnologia, qualidade e performance, garantindo ainda mais segurança nas estradas. “Temos uma estratégia clara de buscar a diversificação dos nossos negócios, seja em segmentos de atuação ou pela nossa presença global. A cada movimento, vamos impulsionando nossas verticais de negócios nesse objetivo geral, levando a expertise, liderança e excelência que o mercado já conhece para novas geografias, garantindo, assim, uma jornada de crescimento sustentável”, reforça o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Transação está entre as maiores da história da companhia