Archives Junho 2023

Tirol passa a ter direitos sobre industrialização e venda da marca Paulista

Movimento acontecerá em duas fases

A produção e venda de leite e creme de leite UHT Paulista passará para a Laticínios Tirol a partir do dia 1 de dezembro deste ano

A Laticínios Tirol, de Treze Tílias (SC), anunciou nesta quarta-feira (31) que a partir desta quinta-feira (1) passa a ter os direitos sobre a industrialização e venda dos produtos da marca Paulista em todo o território nacional, tanto dos itens já comercializados quanto dos lançamentos – com exceção de iogurtes (leites fermentados), que continuam com a Danone. A decisão foi tomada após um período de avaliação e negociações e, segundo o diretor de marketing da Tirol, Rodnei Guariza, é um desafio que traz grande orgulho para a empresa. “O foco em nosso portfólio continua o mesmo e reforçamos o compromisso com nossos valores, prezando sempre pelo fornecimento de alimentos com sabor, qualidade e saúde. A marca Paulista permitirá expandir o crescimento da Tirol em novas fronteiras, onde ela possui forte expressão”, detalha, em nota.

Especificamente, a produção e venda de leite e creme de leite UHT Paulista passará para a Laticínios Tirol a partir do dia 1 de dezembro deste ano. De acordo com o comunicado da empresa catarinense, neste momento de transição, os consumidores serão orientados, tanto pela Danone quanto pela Tirol, a consultar o rótulo dos produtos caso tenham necessidade de atendimento por parte do fabricante responsável. O atendimento ao cliente passa a ser realizado pela Lacticínios Tirol, que utilizará o mesmo cadastro da marca Paulista naqueles produtos, mas com CNPJ da Tirol.

Movimento acontecerá em duas fases

Catarinense BRF receberá aporte bilionário

Marfig e fundo saudita Salic injetarão R$ 4,5 bilhões na segunda maior companhia do Sul

A BRF é a segunda maior empresa da região e também a segunda maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

Acumulando prejuízos trimestre após trimestre, a companhia catarinense BRF recebeu uma notícia auspiciosa nesta quarta-feira (31). A Marfrig e o fundo soberano da Arábia Saudita Salic vão injetar R$ 4,5 bilhões no caixa da empresa. O memorando de entendimentos assinados pelas partes prevê que Salic e Marfrig coloquem R$ 2,25 bilhões cada uma. Com esse movimento, a Marfrig passará a ter 38,7% do capital da BRF, 5,7 pontos percentuais a mais do que possui hoje. A Salic passará a ter 16% da companhia. O aumento de capital tem como alvo melhorar o quadro financeiro da companhia, cuja dívida liquida rondava em torno de R$ 15 bilhões no primeiro trimestre deste ano. A BRF também divulgou no fim de março que está negociando a venda de sua divisão de pet, avaliada em R$ 2 bilhões.

Para aprovar o aumento de capital, a companhia terá de convocar assembleia de acionistas, pois a oferta da Marfrig tem como condição a retirada da poison pill do estatuto da BRF. A norma prevê que qualquer acionista disposto a ter uma fatia maior que 33,3% precisaria lançar uma oferta pública e pagar pelo menos um prêmio de 40% ao valor médio de negociação dos últimos 120 pregões, o que renderia R$ 9,90 por ação. Na visão de analistas, a entrada do fundo pode ser positiva para a BRF. “A Arábia Saudita tem sido o maior importador de frango da BRF nos últimos anos (cerca de 7% das vendas totais), e, portanto, esse investimento pode reduzir as preocupações dos investidores de que casos recentes de gripe aviária (até agora apenas em aves silvestres) no Brasil possam em algum momento resultar em restrições à exportação”, destaca o Bradesco BBI.

A BRF fechou o primeiro trimestre do ano com uma receita líquida consolidada de R$ 13,2 bilhões, sendo 9,4% superior ao do mesmo período de 2022. No Brasil, a companhia avançou 9,1% em receita líquida operacional, também tendo por base de comparação o primeiro trimestre de 2022. A BRF é a segunda maior empresa da região e também a segunda maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Marfig e fundo saudita Salic injetarão R$ 4,5 bilhões na segunda maior companhia do Sul

Arriscar é a única maneira de atingir o sucesso absoluto

A zona de conforto não é o lugar onde os grandes empreendedores se destacam

Arriscar é uma atitude que pode transformar nossa vida de maneiras surpreendentes

Um dos grandes lemas que tenho enquanto empreendedor é a compreensão de que o erro faz parte do processo de crescimento. E, mais do que isso, o ato de errar é fundamental para o aprendizado. Portanto, continuar arriscando é a única maneira de atingir o sucesso absoluto. Eu, por exemplo, cometi muitos erros ao longo do caminho, mas cada um deles se transformou em uma oportunidade valiosa de crescimento e, principalmente, de superação. Foram nesses momentos que o aprendizado se tornou realmente palpável, e cada obstáculo superado me tornou mais forte e mais preparado para os desafios que virão.

Nessa história toda, uma coisa eu garanto: a zona de conforto não é o lugar onde os grandes empreendedores se destacam. Cada novo risco é uma oportunidade de crescimento e um passo para conquistas extraordinárias. Afinal, arriscar é ousar sair da zona de conforto, enfrentar o desconhecido e buscar novas possibilidades. É uma atitude automática que pode transformar nossa vida de maneiras surpreendentes. Grandes conquistas são frequentemente resultado de grandes riscos. Pense nos empreendedores que lançam startups de renome, nos artistas que desafiam as normas e criam obras inovadoras, ou nos atletas que superam seus limites para alcançar o sucesso. Todos eles tiveram que arriscar, enfrentar e persistir, apesar dos obstáculos. Fizeram tudo isso, pois também aprenderam que errar é a forma mais palpável de aprender.

A zona de conforto não é o lugar onde os grandes empreendedores se destacam

Fruki Bergamota volta ao mercado com novidades

Produto sazonal poderá ser encontrado em SC e no RS até o final de setembro

A edição limitada também terá a versão Zero e novas embalagens para o inverno deste ano

Após cair no gosto do público em 2022, ano de seu lançamento, o Fruki Berga, primeiro produto sazonal da Fruki Bebidas, volta ao mercado com novidades. No primeiro ano de comercialização, o lote inicial esgotou-se em 23 dias, tendo sido necessário aumentar em cinco vezes o total de unidades previstas para suprir a demanda da estação. Por conta do histórico de sucesso e solicitação dos consumidores, no inverno deste ano, a edição será ampliada com Fruki Berga Zero, além de novas embalagens para as duas versões do refrigerante, ilustradas pela artista gaúcha Ana Paula Zonta.

Os produtos têm no sabor a fruta típica do inverno, a bergamota, com o aroma natural extraído da própria fruta. Os produtos poderão ser encontrados nos pontos de venda até o final de setembro, tanto no Rio Grande do Sul quanto em Santa Catarina. “Fruki Berga ter sido um sucesso nos deixou extremamente orgulhosos. A conexão com o consumidor fez com o que o refrigerante voltasse ao mercado, com um design inspirado no público e nas diversas formas de consumir a fruta”, comemora Júlio Eggers, diretor administrativo e de marketing da fabricante de bebidas.

Produto sazonal poderá ser encontrado em SC e no RS até o final de setembro

PwC Brasil abre inscrições para recrutamento de talentos

O programa é um dos mais concorridos e o mais inclusivo para quem deseja iniciar a carreira em auditoria

Programa foi desenvolvido para preparar a nova geração de profissionais com domínio do mundo digital

A PwC Brasil, empresa global de prestação de serviços profissionais, está com inscrições abertas para a seleção de uma nova geração de solvers para as áreas de auditoria externa; consultoria e auditoria atuarial; serviços de sustentabilidade; e riscos e controles. O programa é aberto a estudantes universitários ou profissionais recém-formados. Os interessados podem candidatar-se até 20 de junho no site da PwC Brasil. Esse programa, único no mercado, foi desenvolvido para preparar a nova geração de profissionais com domínio do mundo digital e é ideal para pessoas que buscam desenvolvimento contínuo e conhecimento de variadas indústrias, além de trabalhar em equipes multiculturais em um ambiente de constante inovação. A PwC oferece práticas flexíveis de trabalho e aceita inscrições de onde os interessados estiverem.

Presente em 152 países, a PwC atua na prestação de serviços nas áreas de auditoria e asseguração, consultoria tributária, consultoria estratégica, consultoria de negócios e em tecnologia e assessoria em transações a clientes dos mais variados segmentos. Com atuação em todas as regiões do país, a PwC é reconhecida por seu ambiente diverso e inclusivo tendo recebido o prêmio Melhores Empresas em Práticas e Ações da Diversidade, promovido pela Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, com o programa Nova Geração de Solvers. Também é conhecida por fazer investimentos no desenvolvimento de seus profissionais, que, como uma das possibilidades de desdobramento de carreira, podem se tornar sócios da empresa.

O programa é um dos mais concorridos e o mais inclusivo para quem deseja iniciar a carreira em auditoria

A Tintas Renner quer mudar o seu astral

Nova campanha inspira a redescoberta da cor como estímulo para influenciar positivamente os clientes

Em Gravataí, onde se localiza sua unidade no Rio Grande do Sul, a empresa está investindo em produtividade e expansão de capacidade

O mundo tem sido impactado diariamente por notícias que refletem a complexidade dos últimos anos. Por isso, cada vez mais as pessoas têm buscado mudar esse cenário, procurando levar mais positividade, alegria e leveza para dentro de casa. Ajudar nessa mudança é um dos objetivos da Tintas Renner, que inspira a redescoberta da cor como um estímulo mudar de astral. Afinal, as cores têm o poder de influenciar as pessoas e mudar o aspecto dos ambientes. “As cores têm uma relação direta com o momento de vida das pessoas: um nascimento, uma troca de casa, um término ou um recomeço. E nós, como Tintas Renner, queremos contagiar as pessoas e ser um estímulo positivo para também buscar mudanças de forma mais ativa e, com isso, melhorar a vida das pessoas”, afirma Marcelo Diniz, diretor geral da arquitetônica na América Latina da Tintas Renner.

O novo conceito desenvolvido nas comunicações da empresa foi desenvolvido no início do ano passado, quando já havia se passado quase dois anos de pandemia, além do estouro de questões internacionais como a Guerra na Ucrânia. Segundo Marcelo, a Tintas Renner percebeu que os clientes estavam precisando melhorar o astral de suas casas para desenvolver uma espécie de refúgio do que ocorria do lado de fora – e assim surgiu a campanha, que ainda trouxe um novo símbolo para a marca: um galão.

Com quatro fábricas no Brasil, a americana PPG é uma das maiores fornecedoras de tintas e revestimentos do mundo. Em Gravataí, onde se localiza sua unidade no Rio Grande do Sul, a empresa produz as linhas arquitetônicas da Tintas Renner e está investindo em produtividade e expansão de capacidade. Sem deixar de lado a constante aposta na inovação. Marcelo conta que a empresa possui três pilares muito claros dentro de sua estratégia de inovação: a sustentabilidade, onde toda inovação desenvolvida por eles precisa ser, também, sustentável; a funcionalidade, apostando em produtos com atributos funcionais fortes, mais cores, performance melhor e mais lavabilidade, por exemplo; e o pilar da profissionalização, pelo qual avaliam fatores como facilidade de aplicação e diluição do produto. 

Aplicando os pilares da inovação 

O lançamento mais recente da marca são as novas opções de cores no produto Telhas Resina Multiuso. O grande diferencial para a linha são cores exclusivas produzidas por meio do sistema tintométrico Voice of Colour. A inovação do produto é a produção de novas cores a partir de uma cor pronta de fábrica (Ready Mix). Isso significa maior oferta de cor sem a necessidade de estoque adicional de um item de base. Oferecido nas embalagens Balde 18 litros e Galão 3,6 litros, a Telha Resina Multiuso é um produto à base de água de acabamento superbrilhante, com alta durabilidade e que pode ser aplicado em diversos tipos de superfícies porosas, telhas, tijolos e pedras, impermeabilizando as superfícies, protegendo contra a umidade e proporcionando um perfeito acabamento que evita a formação de limo.

“O Telhas veio com uma inovação de cores principalmente para fazer cor a partir de uma cor, o que não existia no mercado. Ela endereça tanto o pilar da profissionalização, porque a pessoa pode criar outras cores a partir dela, quanto o da sustentabilidade”, avalia Marcelo. Segundo ele, 70% dos produtos da Tintas Renner, hoje, são considerados sustentáveis não só por avaliação interna, mas também por regras da OMS em relação à rastreabilidade de matéria prima. Dentro dos fatores que contribuíram para esse reconhecimento estão produtos à base de água e a redução de pelo menos 20% ao ano da utilização de água e energia dentro das operações.

Ainda nesse ano, durante o segundo semestre, a marca irá divulgar a cor do ano para 2024. A definição da cor acontece em um workshop com especialistas mundiais conduzido pela PPG, que conta com representantes das cinco unidades de negócios. Em 2023, a cor do ano anunciada foi a Vining Ivy (PPG1148-6), que trouxe elegância e estilo para os mais variados ambientes.

Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Tinta (Abrafati), o setor apresentou um crescimento de 3% no período de janeiro a abril em comparação com o ano anterior. Essa perspectiva mais otimista supera as expectativas iniciais e indica um crescimento estimado entre 3% e 5% para o setor, taxa superior à própria previsão do Banco Central para o crescimento do PIB. “Apesar do ambiente desafiador, a mensagem geral é de que o setor está se direcionando para um cenário de crescimento no ano atual e nos próximos períodos. Vale ressaltar que existe uma oportunidade relevante na construção civil, especialmente na região Sul do Brasil. Mesmo com os juros ainda em níveis elevados, a construção civil voltada para as classes média e alta apresenta consideráveis oportunidades e tem mostrado um crescimento significativo”, avalia Marcelo.

Além disso, tudo indica que o setor de varejo de materiais de construção também oferece possibilidades de expansão, apesar das dificuldades enfrentadas pelo varejo em geral. De acordo com Marcelo, grandes players têm divulgado notícias desfavoráveis, mas o segmento de materiais de construção ainda possui um potencial considerável, com a abertura de novas lojas e expansão de grandes clientes, especialmente na região Sul. “Portanto, nossa perspectiva futura segue sendo de crescimento, com uma taxa acima do PIB nos próximos dois a três anos, impulsionada principalmente pela construção civil e pela expansão do varejo de materiais de construção, que, ao meu ver, na região Sul é mais promissor do que no restante do país”, completa. Assim, acreditando no poder da cor para influenciar a atmosfera e o bem-estar das pessoas, a fabricante de tintas seguirá seu compromisso de pintar as cores do futuro, trazendo beleza, inspiração e transformação para o mundo.

Nova campanha inspira a redescoberta da cor como estímulo para influenciar positivamente os clientes

Balança comercial tem maior superávit mensal da série histórica

Exportações superaram importações em US$ 11,3 bilhões em maio

O início da safra de soja pesou mais na alta das exportações, apesar da queda de diversas commodities

Beneficiada pela safra de soja e pelas exportações de petróleo e de minério de ferro, a balança comercial registrou, em maio, o maior superávit para todos os meses desde o início da série histórica, em 1989. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o país exportou US$ 11,3 bilhões a mais do que importou em maio. O valor representa mais que o dobro do saldo positivo em maio do ano passado, que totalizou US$ 4,9 bilhões. No mês passado, as exportações somaram US$ 33 bilhões, também o maior valor para todos os meses desde 1989. A alta chegou a 11,6% em relação a maio do ano passado pelo critério da média diária.

O saldo também foi impulsionado pela queda nas importações. Em maio, o país comprou US$ 21,6 bilhões, recuo de 12,1% também pelo critério da média diária na mesma comparação. Com o resultado de maio, a balança comercial acumula superávit de US$ 35,2 bilhões. O resultado é o mais alto da série histórica para o período e 39,1% superior ao dos mesmos meses do ano passado, também pelo critério da média diária. No caso das exportações, a alta deve-se mais ao aumento do volume comercializado que dos preços internacionais das mercadorias. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu em média 29,3% na comparação com maio do ano passado, enquanto os preços médios recuaram 13,7%.

Nas importações, a quantidade comprada subiu apenas 0,3%, refletindo a desaceleração da economia, mas os preços médios caíram 13,1%. A queda dos preços foi puxada principalmente por combustíveis e por adubos e fertilizantes, itens que ficaram mais caros após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, mas estão voltando ao preço normal. Os preços dos fertilizantes químicos, que subiram fortemente no ano passado, caíram 47,6% entre maio de 2022 e de 2023. Todos os três setores avaliados apresentaram crescimento das exportações em relação a maio do ano passado. As exportações do setor agropecuário subiram 15,7%. As vendas da indústria extrativa cresceram 12,8%, e as da indústria de transformação aumentaram 8,5%. No setor agropecuário, o início da safra de soja pesou mais na alta das exportações, apesar da queda de diversas commodities (bens primários com cotação internacional). O preço médio recuou 14% em maio na comparação com o mesmo mês de 2022, enquanto o volume de mercadorias embarcadas subiu 34,3%. Na indústria de transformação, a quantidade exportada subiu 16,6%, com o preço médio caindo 6,5%.

Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 51,9%, mas os preços médios recuaram 26,1% em relação a maio do ano passado. O petróleo bruto voltou a puxar a alta das exportações da indústria extrativa, com o volume exportado subindo 75,7%, apesar da queda de 30,9% nos preços entre maio de 2022 e maio de 2023. Isso ocorreu por causa da retomada de plataformas da Petrobras que estavam em manutenção. Após um ano de altas contínuas, os preços do petróleo estão caindo porque os efeitos da guerra na Ucrânia e da recuperação econômica após a fase mais aguda da pandemia já foram incorporados às cotações.

Com Agência Brasil

Exportações superaram importações em US$ 11,3 bilhões em maio