Archives Janeiro 2023

Contribuição do MEI subirá para R$ 65,10 em fevereiro

Valor segue salário mínimo de R$ 1.302, que valerá até maio

Profissionais autônomos com regime tributário e previdenciário simplificado, os microempreendedores individuais recolhem 5% do salário mínimo por mês para o INSS

A manutenção do salário mínimo em R$ 1.302 pelo menos até maio, anunciada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, mudará o cálculo da contribuição de microempreendedores individuais (MEI) para a Previdência Social. O valor, que subiria para R$ 66 caso vigorasse o salário mínimo de R$ 1.320 estipulado pelo Orçamento, agora ficará em R$ 65,10. O aumento, de 7,43%, segue o reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 1.212 no ano passado para R$ 1.302 este ano, conforme estipulado por medida provisória editada em dezembro pelo governo passado.

O reajuste valerá apenas para os boletos com vencimento a partir de 20 de fevereiro. A cota deste mês, que vence em 20 de janeiro, continuará a ser paga pelo valor antigo, de R$ 60,60. Para os MEIs caminhoneiros, que contribuem mais para a Previdência Social, o valor passará de R$ 145,44 para R$ 156,24. Caso o salário mínimo passasse para R$ 1.320, o valor aumentaria para R$ 158,40.

Após reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com as centrais sindicais, Marinho afirmou que o salário mínimo não será reajustado para R$ 1.320 antes de maio. “Hoje é R$ 1.302 e, em maio, pode ser que haja alteração a partir do trabalho que vamos construir [em conjunto com as centrais sindicais]”, declarou o ministro. Também no evento, o presidente Lula indicou que pretende retomar a política de reajuste que vigorou entre 2011 e 2019, com o salário mínimo subindo pela inflação do ano anterior mais o crescimento do PIB. Ainda não está claro se a variação do PIB considerará o crescimento de dois anos antes ou do ano imediatamente anterior.

Recolhimento
Profissionais autônomos com regime tributário e previdenciário simplificado, os microempreendedores individuais recolhem 5% do salário mínimo por mês para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os MEIs caminhoneiros contribuem com 12% do salário mínimo. O restante da contribuição mensal varia conforme o ramo de atuação. Os trabalhadores que exercem atividades ligadas ao comércio e à indústria pagam R$ 1 a mais referente ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelo estado onde moram. Os profissionais que executam serviços recolhem R$ 5 a mais de Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelo município onde habitam.

Ao contribuírem para o INSS, os microempreendedores individuais passam a ter direito à aposentadoria por idade, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio-reclusão e pensão por morte. Além disso, a Receita Federal fornece um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aos MEIs, que podem emitir notas fiscais e obter crédito com condições especiais. O boleto mensal do Documento de Arrecadação Simplificada do MEI (DAS-MEI) pode ser gerado no Portal do Empreendedor. As parcelas vencem no dia 20 de cada mês.

Com Agência Brasil

Valor segue salário mínimo de R$ 1.302, que valerá até maio

Desemprego cai para 8,1%

O número de desempregados é de 8,7 milhões, o menor contingente desde o trimestre terminado em junho de 2015

Aumento de trabalhadores formais no setor privado impulsiona a expansão da ocupação no país

A taxa de desocupação foi de 8,1% no trimestre encerrado em novembro, queda de 0,9 ponto percentual frente aos três meses anteriores (8,9%), e a menor desde o trimestre até abril de 2015. O número de desempregados caiu para 8,7 milhões, o menor contingente desde o trimestre terminado em junho de 2015. São 953 mil pessoas a menos em busca de emprego no país (-9,8%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo IBGE.

A taxa de desocupação vem caindo de forma significativa há seis trimestres móveis consecutivos. De acordo com a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, a retração no trimestre encerrado em novembro é explicada pelo aumento de 0,7% na ocupação no período, que novamente atingiu o maior nível da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Esse percentual equivale a um acréscimo de 680 mil pessoas no mercado de trabalho. “Embora o aumento da população ocupada venha ocorrendo em um ritmo menor do que o verificado nos trimestres anteriores, ele é significativo e contribui para a queda na desocupação”, explica a pesquisadora.

Ela acrescenta que as quedas sucessivas na taxa de desocupação também foram um reflexo do aumento no número de ocupados, em um movimento de recuperação do mercado de trabalho observado desde 2021. “A partir desse momento, houve essa expansão da população ocupada, primeiramente dos trabalhadores informais e, depois, do emprego com carteira assinada nos mais diversos grupamentos de atividades, como comércio e indústria. Mais recentemente, também houve aumento nos serviços, que exercem um papel importante na recuperação da população ocupada no país”, destaca.

O principal impacto para o aumento da ocupação no trimestre encerrado em novembro veio da categoria de empregados com carteira assinada no setor privado, que ampliou o seu contingente em 2,3% (ou 817 mil pessoas a mais). “Desde o segundo semestre de 2021, observamos o crescimento dessa categoria. É um registro importante, uma vez que não apenas indica o aumento do número de trabalhadores, mas também sinaliza a redução na informalidade da população ocupada”, diz a coordenadora. No ano, o contingente de trabalhadores com carteira no setor privado se expandiu 7,5%, um crescimento de 2,6 milhões de pessoas.

Por outro lado, o número de empregados sem carteira no setor privado ficou estável frente ao trimestre anterior. Esse contingente representava, no trimestre até novembro, 13,3 milhões de pessoas. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, houve aumento de 9,3% (ou 1,1 milhão de pessoas). Outra categoria representativa dentro do mercado de trabalho informal é a dos empregadores sem CNPJ, que ficaram estáveis frente ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2021. Já o número de trabalhadores por conta própria sem CNPJ caiu 2,9% frente ao trimestre anterior (menos 563 mil pessoas) e 4,1% em relação ao trimestre terminado em novembro de 2021 (menos 796 mil).

Esses resultados impactaram a queda de 0,8 ponto percentual da taxa de informalidade, que chegou a 38,9%, a menor desde o trimestre encerrado em novembro de 2020 (38,7%). Essa proporção corresponde a um contingente de 38,8 milhões de trabalhadores informais. “Nesse período, houve uma expansão do emprego com carteira de trabalho e também uma retração do trabalhador por conta própria, que responde por parte significativa do trabalho informal. A queda nesse número acabou influenciando a taxa de informalidade”, analisa Adriana.

Quando considerados os empregadores como um todo, somados formais e informais, a categoria ficou estável frente aos três meses anteriores, mas cresceu 12,0% em relação ao mesmo período de 2021. Esse número foi impactado sobretudo pelo crescimento de 12,5% no número de empregadores com CNPJ, o que equivale a 389 mil pessoas. Com o aumento do número de trabalhadores, o nível da ocupação, percentual de ocupados na população em idade de trabalhar, foi estimado em 57,4%, uma variação de 0,3 ponto percentual frente ao trimestre anterior (57,1%).

Número de desalentados cai 4,8% no trimestre
A população fora da força de trabalho cresceu 1,0% no trimestre, o que representa 660 mil pessoas a mais. Já entre os que formam a força de trabalho potencial, houve uma redução de 454 mil pessoas (-5,8%). Essa categoria reúne aqueles que não estavam ocupados nem procuravam uma vaga no mercado, mas tinham potencial para se transformarem em força de trabalho. No mesmo período, os desalentados foram estimados em 4,1 milhões. Houve redução de 4,8% frente ao último trimestre (ou menos 203 mil pessoas).

Em relação aos grupamentos de atividades investigados pela pesquisa, houve aumento no contingente de trabalhadores dos setores de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (2,6%, ou mais 307 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,8%, ou mais 319 mil pessoas). Na última categoria, os segmentos de saúde e educação se destacaram no avanço da ocupação. O setor comercial, que costuma oferecer mais oportunidades de trabalho com a proximidade das festas de fim de ano, foi um dos que não avançaram significativamente na comparação com o trimestre anterior. Além do comércio, os outros grupamentos de atividades pesquisados também ficaram estáveis no trimestre.

O número de desempregados é de 8,7 milhões, o menor contingente desde o trimestre terminado em junho de 2015

South Summit Brazil tem recorde de startups inscritas

Haverá mais de 2 mil participantes, mais do que o dobro do ano passado

A primeira edição do South Summit Brazil aconteceu em maio de 2022 no Cais Mauá, em Porto Alegre

O South Summit Brazil 2023 nem começou e já bateu o primeiro recorde. A organização do evento, que tem correalização do governo do Rio Grande do Sul e ocorrerá de 29 a 31 de março em Porto Alegre, confirmou a inscrição de 2.020 participantes na competição de startups. O número é mais do que o dobro do registrado na primeira edição brasileira, quando houve mil inscritos e cinco saíram vencedoras nas categorias Destaque, Mais Sustentável, Mais Escalável, Mais Inovadora e Melhor Time. As startups representam 86 países, como Alemanha, Argentina, Austrália, Azerbaijão, Camarões, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Hong Kong, Indonésia, Israel, Nepal, Paquistão, Ucrânia e Zimbabwe. A adesão corresponde a 44% dos países e reforça o caráter global do evento.

Entre as empresas nacionais, estão confirmadas representantes de 92% dos estados brasileiros, com destaque para Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina. O prazo para o cadastro terminou em 16 de janeiro e foram aceitos projetos de qualquer setor e em qualquer estágio de desenvolvimento. A competição de startups ocorre globalmente há dez anos e mais de US$ 10 bilhões já foram investidos por fundos em startups inscritas na disputa. A expectativa é de que mais de cem fundos estejam presentes neste ano.

No ano passado, o South Summit Brazil teve mais de 500 palestrantes nacionais e internacionais, 20 mil visitantes, 8,5 mil empresas, 3,3 mil startups – fora da competição – e cerca de 450 investidores, com uma carteira total de mais de US$ 65 bilhões disponíveis para investimentos na América Latina. “Estamos muito felizes com o resultado dessa primeira fase da competição. A presença global demonstra a dimensão que o evento alcançou. E agora fica a nossa expectativa para que, após a seleção, tenhamos os negócios mais inovadores do planeta em nosso palco”, afirma o CEO do South Summit Brazil, Thiago Ribeiro.

Alguns nomes já confirmados para essa edição são: Daniel Izzo, CEO da Vox Capital no Brasil; Celso Athayde, CEO e executivo Social da Favela Holding e Cufa; e Marcelo Lacerda, chairman da Magnopus. Com o objetivo de fomentar conexões entre startups, empresas e fundos de investimento globais para gerar oportunidades de negócios e conexões de alto valor, o evento agrega as principais tendências e inovações que marcam o presente e o futuro da indústria nacional e internacional. O South Summit Brazil tem previsão de ocorrer na capital gaúcha até 2027.

Haverá mais de 2 mil participantes, mais do que o dobro do ano passado

Brasil atinge inadimplência recorde em 2022

Mulher, jovem e com ensino médio incompleto é o perfil da maioria dos endividados brasileiros no ano passado

A principal forma de endividamento foi o cartão de crédito, mesmo que os juros sejam os maiores desde dezembro de 2016

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou na quinta-feira (19) a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) anual. Na série histórica, iniciada em 2011, o ano bateu recorde: 77,9% das famílias estavam endividadas em 2022, uma alta de 7 pontos percentuais em relação a 2021 e de 14,3 pontos percentuais na comparação com 2019, antes da pandemia de Covid-19. O índice mais baixo foi registrado em 2018, quando 60,3% das famílias estavam com dívidas.

O perfil da pessoa endividada que desponta a partir da Peic é de uma mulher, com menos de 35 anos e ensino médio incompleto, moradora das regiões Sul ou Sudeste, cuja família recebe até 10 salários mínimos. O presidente da CNC, José Roberto Tadros, explica que a pandemia reverteu a tendência de queda no endividamento que era registrada até 2019, especialmente entre os mais pobres. “Os efeitos perversos da pandemia, com o fechamento de negócios e o aumento do número de desempregados, e no pós-pandemia com o avanço da inflação, fez com que as famílias com rendas mais baixas precisassem recorrer ao crédito para manutenção do consumo de primeira necessidade. Enquanto entre as famílias de maior renda a retomada do consumo reprimido levou a maior contratação de dívidas. Esses fatores, geraram o aumento no número de endividados em 2022 no país”, avalia.

Recorde de superendividamento
A Peic anual indicou que, do total de endividados, 17,6% se consideraram muito endividados, a maior proporção da série histórica. A cada 10 famílias de classe baixa, duas comprometeram mais da metade da renda mensal para o pagamento das dívidas. Já entre aqueles com maiores salários, o índice cai pela metade, o que sugere que o superendividamento está concentrado entre os mais pobres. Em média, durante o ano passado, o brasileiro gastou, a cada R$ 1 mil, R$ 302 em dívidas. No total, 70% das famílias comprometeram pelo menos 10% da renda com essa finalidade. Mais de 20% dos endividados tiveram de gastar, no mínimo, metade do salário para pagar dívidas.

O diretor de economia e inovação da CNC, Guilherme Mercês, afirmou que é importante que sejam adotadas medidas que possibilitem uma redução nos juros e na inflação, com uma nova âncora fiscal para a gestão das contas públicas. “Em mais de dez anos, nunca as pessoas se sentiram tão endividadas e o que a Peic demonstra é que o superendividamento é principalmente um problema para as famílias de baixa renda. Se esse endividamento diz respeito ao custo dos créditos e da inflação, um dos fatores essenciais para resolver isso é ter uma economia brasileira com juros mais civilizados, porque taxa de juros alta é sinônimo de dívidas caras, sempre. Portanto programas de renegociação de endividamento como os que estão sendo anunciados são fundamentais e estancam as angústias das pessoas e famílias. Mas em termos estruturais, o que vai resolver esse problema é uma taxa de juros mais baixa,” afirmou.

Maior percentual de endividamento no cartão em 10 anos
A principal forma de endividamento no ano passado foi o cartão de crédito, mesmo que os juros sejam os maiores desde dezembro de 2016 – a taxa de juros média em todas as operações de crédito com pessoas físicas saltou de 41,2% para 52,1% ao ano, alta de 10,6 pontos percentuais em 2022. Se em 2012, 75,2% das dívidas eram no cartão, o ano passado terminou com 86,6%, um aumento superior a 11 pontos percentuais. A economista responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, aponta um dado preocupante: o cenário econômico geral apertou o orçamento das famílias e despesas essenciais se transformaram em dívidas. “As pessoas com renda mais baixa estão usando o cartão de crédito para comprar alimentos e medicamentos, além de pagar contas de luz e telefone, por exemplo, para postergar o gasto para o mês seguinte ou mesmo parcelar esses valores”, afirmou.

Inadimplência também é recorde
Segundo ela, é preciso cuidado para que o parcelamento desse tipo de dívida não se transforme em inadimplência. Em 2022, houve um crescimento de 3,7 pontos percentuais no número de famílias com dívidas atrasadas em relação a 2021: de cada 10, três atrasaram algum pagamento. Esse valor é o maior desde o início da pesquisa. O perfil do inadimplente é também de uma mulher, no entanto, com mais de 35 anos, ensino médio incompleto, na faixa menor de renda e moradora do Norte ou Nordeste. Além disso, entre os inadimplentes, 43% atrasaram as dívidas por mais de três meses e 10,7% afirmaram que não terão como quitar os débitos. Esse número dobrou em relação a 2014, quando foi atingido o menor nível da série. Entre as famílias de renda menor, 32,3% não têm condições de pagar os atrasados, enquanto entre as que recebem salários maiores, esse índice fechou o ano em 13,3%.

Mulher, jovem e com ensino médio incompleto é o perfil da maioria dos endividados brasileiros no ano passado

Joinville é destaque nacional em ranking de negócios imobiliários

Cidade saltou da 32ª posição para o 15º lugar entre os melhores municípios do país para investimentos no setor da construção civil

A parceria com o poder público municipal tem sido decisiva para a desburocratização de processos que tem tornado a cidade mais produtiva

A construção civil em Joinville é destaque nacional. De acordo com o estudo “Melhores Cidades para Fazer Negócios”, o município saltou do 32º para o 15º lugar no ranking brasileiro. Na comparação com outras cidades catarinenses, Joinville aparece na primeira posição.O levantamento é realizado anualmente pela consultoria Urban Systems e mostra as regiões do país com maior oportunidade de crescimento em diversos segmentos, entre eles o imobiliário. Desde 2014, a consultoria avalia as regiões mais atrativas para o desenvolvimento de negócios com base em condições específicas.

O ranking é definido por uma metodologia de análise estatística conhecida como IQM – Índice de Qualidade Mercadológica. O método sintetiza informações populacionais, comerciais, urbanísticas, econômicas e de infraestrutura. Nesta edição, o estudo analisou indicadores e dados de todos os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, somando 326 cidades e uma população de 123 milhões de habitantes. O levantamento nacional leva em conta diferentes indicadores, entre eles empregos com média e alta remuneração, crescimento das empresas do setor, projeção de novos domicílios por faixa de renda e variação no número de empregos abertos no setor.

O presidente do Sinduscon Joinville, Carlos Lopes, diz que outros fatores também contribuíram para a cidade saltar da 32ª para a 15ª posição. “Nossa indústria da construção civil atingiu um grau de maturidade único, com investimentos em tecnologia, inovação, sustentabilidade, gestão, liderança, saúde e segurança dos trabalhadores”, avalia. A união de esforços entre as empresas do setor e entre as iniciativas pública e privada tem forte influência na boa fase do mercado imobiliário na cidade, continua o engenheiro civil à frente do mais antigo sindicato da construção civil de Santa Catarina.”Além de acreditar no associativismo, mantemos uma concorrência saudável, muita transparência nos negócios e um excelente relacionamento com os poderes Executivo e Legislativo”, reitera Lopes.

A parceria com o poder público municipal, acredita o presidente do Sinduscon, tem sido decisiva para outros avanços como a desburocratização de processos que tem tornado a cidade mais produtiva. “Empresas maduras e sólidas geram mais emprego e renda, crescem mais e ajudam no desenvolvimento sustentável das cidades. Como resultado, criam um ambiente de negócios mais seguro para investidores e compradores”, destaca.

Cidade saltou da 32ª posição para o 15º lugar entre os melhores municípios do país para investimentos no setor da construção civil

Cavaletti, símbolo da elegância

Empresa gaúcha teve sua poltrona Raya reconhecida como destaque em prêmio de design dos Estados Unidos, fruto do intenso investimento em inovação e aprimoramento de processos

O nome Raya faz referência ao peixe arraia, reconhecido no mundo marinho como símbolo da elegância

A Cavaletti teve seu início em 1974, em um porão alugado com menos de 30 metros quadrados. A então denominada Estofaria Erechim começou de maneira simples e artesanal, dedicando-se principalmente a reformar sofás, poltronas e assentos de carros. Os irmãos fundadores, Mário e Gilmar, se uniram ao irmão mais novo, Jair Cavaletti, em 1979. Na época, eram sete colaboradores, e todas as atividades ainda eram realizadas manualmente. Os desafios aumentaram quando a empresa resolveu expandir para outros estados. A nova demanda fez com que investissem em um aumento da estrutura, que se redistribuiu para três pavilhões. A partir daí, a mudança para a atual área foi em 1986, e a denominação atual, Cavaletti, foi cunhada em 1994.

Hoje, a marca Cavaletti atua com uma grande rede de representantes e revendedores, tanto no Brasil quanto fora dele. Está instalada em um moderno parque fabril no Distrito Industrial em Erechim, no Rio Grande do Sul, com 108 mil metros quadrados; e conta com um Centro de Apoio Logístico em Itapevi, São Paulo, com 10 mil metros quadrados. Além disso, o espaço-conceito, o Worklab, na cidade de São Paulo, é de 500 metros quadrados. Toda essa estrutura abriga, em suas diversas áreas, aproximadamente 700 funcionários.

Mesmo com tantas mudanças, a essência da marca continua a mesma. “A Cavaletti não quer somente vender produtos para o mercado, e sim entregar produtividade na forma de itens para os ambientes profissionais”, explica Leonardo Cavaletti, diretor de marketing da empresa. Por isso, ela é reconhecida por gerar resultado aos clientes, com uma estratégia que se pauta em antecipar como será o escritório do futuro, sem deixar de lado a valorização de clientes e colaboradores.

Poltrona Raya: lado a lado com a inovação
A história da Cavaletti deve seu sucesso à ênfase que a empresa sempre dedicou à inovação. Do lançamento de designs arrojados até parcerias com parques tecnológicos e universidades, a empresa sempre deu o seu melhor para estar à frente do tempo. E os resultados são visíveis: recentemente, a Cavaletti foi premiada com o 2022 GOOD DESIGN® Award, em Chicago (EUA).

Por mais de sete décadas desde a sua criação, o The Chicago Athenaeum homenageia os produtos e os líderes da indústria em design e fabricação que traçaram novos rumos para a inovação e impulsionaram a competitividade de produtos no mercado mundial. A Cavaletti foi vencedora com o design da poltrona Raya (foto acima), uma poltrona leve e versátil projetada para ambientes colaborativos. Seu design ergonômico proporciona reuniões e conversas informais e descontraídas, enquanto as combinações de cores proporcionam uma estética alegre e elegante. O nome Raya, inclusive, faz referência ao peixe arraia, reconhecido no mundo marinho como símbolo da elegância.

Para a banca do prêmio, o destaque da poltrona Raya se deve ao tecido. Tricotado numa combinação de 3 cores, ele parece mudar de cor conforme o ângulo em que se olha para a cadeira. Esta poltrona é fruto de um projeto de dois anos focado na redução do desperdício de materiais por meio do uso da tecnologia. O resultado é uma cadeira com desperdício mínimo, pois o tecido é tricotado sob medida, todas as peças podem ser facilmente destacadas para fácil manutenção e reciclagem e não são usadas colas ou produtos tóxicos no processo.

Empresa gaúcha teve sua poltrona Raya reconhecida como destaque em prêmio de design dos Estados Unidos, fruto do intenso investimento em inovação e aprimoramento de processos

Brasileiro deseja que propósitos das empresas em que trabalham estejam alinhados com os seus

Quase metade dos entrevistados negaria um emprego que não apresentasse valores sociais e ambientais

Os talentos do Brasil (77%) se destacam dos outros países (73%) quanto a concordarem que valores e propósitos das empresas em que trabalham estão alinhados com os seus, como sustentabilidade, diversidade e transparência

Nova edição do estudo global da Randstad, Workmonitor, realizado com 35 mil profissionais em 34 países, mostra como os profissionais, em sua maioria, afirmam que os valores e propósitos de seus empregadores devem convergir com seus valores pessoais e que querem se sentir pertencentes aos seus trabalhos. Sem essa concordância, as empresas correm risco de perder seus talentos. Para 88% dos brasileiros entrevistados, valores e propósitos do empregador são importantes, sendo 77% a nível global.

De acordo com o levantamento, metade dos talentos do país afirmou que deixaria um emprego se não nutrisse um sentimento de pertencimento. O índice global é ainda maior, atingindo 54% dos entrevistados, e isso é especialmente verdadeiro para a geração Z (61%). O mesmo resultado aparece na valorização das questões sociais e ambientais, em que 48% dos profissionais nacionais não aceitariam um emprego em uma empresa que não estivesse alinhada aos seus valores sociais e ambientais, enquanto globalmente o resultado foi de 42%.

“Na prática, o ESG se tornou um pilar essencial para se tornar competitivo no mercado. As pessoas, sobretudo das gerações mais novas, estão cada vez mais conscientes das suas causas. O negócio olha para fora e o propósito olha para dentro, consolidando valores e a cultura organizacional. É uma pauta central para colaboradores, investidores e clientes”, afirma Fabio Battaglia, CEO da Randstad Brasil.

Os talentos do Brasil (77%) se destacam dos outros países (73%) quanto a concordarem que valores e propósitos das empresas em que trabalham estão alinhados com os seus, como sustentabilidade, diversidade e transparência. Quando questionados sobre senso de propósito, a diferença favorável ao cenário nacional é semelhante, tendo 66% versus 57% mundialmente. “Estamos passando por um momento em que os sistemas arcaicos estão sendo desafiados. São inúmeras mudanças culturais e de valores, o que vem exigindo das organizações adaptações. Diante da escassez de talentos, quando o propósito está alinhado e as pessoas se identificam com ele, também no âmbito pessoal, naturalmente as empresas retêm esses profissionais”, conclui Battaglia.

Quase metade dos entrevistados negaria um emprego que não apresentasse valores sociais e ambientais

Alta carga tributária lidera ranking de problemas elencados por empresários

Sondagem Industrial de dezembro mostra que, no quarto trimestre de 2022, o problema substituiu o da falta ou alto custo de matérias-primas na lista de empresários industriais

A questão da falta ou alto custo de matérias-primas deixou de ocupar a liderança do ranking e passou a ser a segunda da lista

A elevada carga tributária voltou ao primeiro lugar no ranking dos principais problemas elencados por empresários do setor industrial brasileiro. A informação, um retrato do quarto trimestre de 2022, faz parte da última edição da pesquisa Sondagem Industrial, que fecha o ano e mostra a tendência da atividade industrial e as expectativas dos empresários por porte de empresa, região geográfica e setores de atividades das indústrias extrativa e de transformação. Com o retorno do problema para o primeiro lugar, a questão da falta ou alto custo de matérias-primas deixou de ocupar a liderança do ranking e passou a ser a segunda da lista.

Além dos principais problemas elencados por empresários no trimestre encerrado em dezembro de 2022, a pesquisa de opinião, produzida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresenta indicadores relacionados ao desempenho da indústria no mês de dezembro de 2022 e às expectativas do empresário em janeiro de 2023. De 3 a 13 deste mês, foram ouvidas 1.688 empresas: 694 de pequeno porte, 571 de médio porte e 423 de grande porte.

“A pesquisa traz a expectativa do empresário e a percepção dele sobre o que aconteceu no mês que se encerrou, antes de números oficiais ou de levantamentos da própria CNI. A Sondagem Industrial do mês de dezembro traz um resultado que já é esperado para o mês, de queda de emprego e queda no nível de atividade, normal para o período. Mas é importante ressaltar que essa queda foi mais branda que em outros anos, especialmente anos de uma atividade difícil para a indústria como 2015 e 2016”, afirma o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo. O problema da elevada carga tributária foi assinalado por 32,1% dos empresários industriais, o que representa uma redução de 0,7 ponto percentual. em relação ao trimestre anterior. “A elevada carga tributária é um problema recorrente e costuma, historicamente, ocupar a primeira posição do ranking. Mas por conta dos efeitos trazidos pela pandemia, passou a ocupar o segundo lugar”, explica Azevedo.

A falta ou alto custo de matérias-primas deixou de ocupar a primeira posição após os empresários industriais seguirem com o ritmo de assinalações em queda pelo sétimo trimestre consecutivo – atingindo o menor patamar desde o terceiro trimestre de 2020. Além dos dois problemas, destaca-se na pesquisa como terceiro principal problema a demanda interna insuficiente, que registrou aumento expressivo nas assinalações no último trimestre, aproximando-se dos percentuais pré-pandemia.

Taxa de juros alta completa lista de problemas
Na quarta posição do ranking de problemas elencados por empresários do setor industrial estão as taxas de juros elevadas, com queda de 1,1 ponto percentual., após seis trimestres consecutivos de alta – questão foi escolhida por 23,8% dos empresários industriais. Em 2022, foram registradas sucessivas altas no item, com percentuais acima dos 20% em todos os trimestres do ano, revelando que a questão ganhou destaque e ainda permanece em patamar elevado. Essa percepção por parte dos empresários está relacionada ao cenário econômico do Brasil, devido aos reajustes consecutivos na taxa Selic.

Completa a lista de problemas a falta ou o alto custo de trabalhador qualificado, questão que seguia em ritmo de aumento de assinalações nos últimos trimestres. O problema registrou queda de 0,6 ponto percentual no último trimestre de 2022, citado por 13,8% dos empresários industriais.

Produção e emprego apresentam queda em dezembro
A produção, o emprego industrial e a utilização da capacidade instalada (UCI) registraram queda em dezembro na comparação com novembro – comportamento esperado para o período. Já os estoques sofreram pequeno recuo, mas seguem acima do planejado. Em relação às condições financeiras no último trimestre de 2022, os empresários registraram piora. Por outro lado, a maioria dos índices de expectativas para janeiro de 2023 aumentou e o otimismo permaneceu difundido. Além disso, a intenção de investimento permaneceu estável no período.

O índice de evolução da produção ficou em 42,8 pontos, resultado abaixo da linha divisória entre queda e crescimento da produção, mas acima da média para o mês de dezembro (41,8 pontos). Ou seja, a queda da produção na passagem entre novembro e dezembro de 2022 foi menos forte do que em outros anos. Comportamento também usual para o período, o resultado do emprego industrial caiu e o índice de evolução do número de empregados foi de 46,9 pontos, o que corresponde a uma diminuição de 2,1 pontos de novembro para dezembro. O resultado está abaixo da linha divisória dos 50 pontos desde outubro, indicando que houve percepção de queda do emprego industrial no último trimestre de 2022.

Em dezembro de 2022, a UCI caiu 4 pontos percentuais (na comparação com novembro, recuando para 67% – movimento esperado, por se tratar um período em que o indicador apresenta resultados menores. O percentual está em posição intermediária entre os últimos dois anos e o resultado de dezembro de anos nos quais a atividade industrial apresentou dificuldades, como 2015 e 2016. Já em janeiro de 2023, o índice de expectativa de demanda registrou 52,2 pontos, o que representa aumento de 1,4 ponto percentual em relação a dezembro. O índice de expectativa de quantidade exportada apresentou leve aumento de 0,4 ponto percentual, registrando 51,1 pontos, enquanto o índice de expectativa de compras de matérias-primas foi de 51,3 pontos, resultado 1,4 ponto maior que dezembro. Já o índice de expectativa de número de empregados permaneceu estável na comparação com dezembro e novembro, com 49 pontos, resultado que sinaliza expectativa de redução do número de empregados.

Sondagem Industrial de dezembro mostra que, no quarto trimestre de 2022, o problema substituiu o da falta ou alto custo de matérias-primas na lista de empresários industriais

Com foco em inovação, Unicred expande atuação para o agronegócio

Inauguração da Casa Unicred na Expointer marcou momento importante na história de nossa cooperativa, que se desenvolve com olhar para novos horizontes

Emerson Irion de Oliveira, diretor de desenvolvimento e negócios da Unicred Central Geração

Por  Emerson Irion de Oliveira*

A inovação é hoje um dos temas de maior relevância para o desenvolvimento de qualquer empresa. A partir dela, somos capazes de explorar novas soluções e oportunidades, aprimorar processos, produtos e tecnologias. Já é uma regra essencial para qualquer empresa que deseja crescer nos dias de hoje: é necessário inovar.

Assim, a Unicred tem a inovação como um conceito em ascensão em seu sistema. Não por acaso, mantemos três sólidos pilares voltados para esta área, pautados na cultura da inovação, inovação incremental e disruptiva e um terceiro direcionado para conexões inovadoras, de forma a desenvolver e levar melhores soluções para facilitar a atuação de nossas cooperativas e cooperados.

Com mais de 30 anos de atuação, a Unicred desenvolveu um histórico sólido na área médica e no setor da saúde, mas por nossa expansão contínua faz-se necessário inovar. E uma das ações de destaque em nossa história recente foi o investimento para a criação da Casa Unicred na Expointer, em 2022, onde ampliamos e oficializamos nosso posicionamento como uma instituição financeira cooperativa que se relaciona também com o agronegócio.

Essa aproximação com o agro foi natural, uma vez que muitos cooperados da Unicred possuem como segunda atividade – ou até mesmo primeira – o investimento e a atuação no agronegócio. Atualmente, no Rio Grande do Sul, temos este setor respondendo por aproximadamente 10% do valor adicionado bruto ao Estado, sendo fundamental para a dinâmica econômica de muitos municípios: em quase 150 cidades gaúchas a agropecuária é a principal atividade econômica, superando a indústria e os serviços, por exemplo.

A participação no agronegócio nos surge como um desafio, mas não podemos deixar de lado esta importante parte de nosso sistema e que também responde pelos resultados de nossa operação. E para atuar neste setor de extrema relevância ao Rio Grande do Sul, não poderíamos deixar de lado a questão da inovação, nos dedicando também nas adjacências do agronegócio: olhando para a tecnologia e para a sustentabilidade como soluções para colaborar com o desenvolvimento do setor a partir do apoio aos nossos cooperados que atuam nele.

Com o tema “O agro do amanhã é hoje”, a Unicred passou a desenvolver e a oferecer produtos, serviços e condições exclusivas aos nossos cooperados desde a Expointer, voltados à sustentabilidade e energias renováveis, como crédito e financiamento para veículos híbridos e elétricos, placas solares e outros novos equipamentos e tecnologias de ponta do agronegócio.

Seguimos atuantes e dedicados a expandir nossa presença no agronegócio. Após o lançamento da Casa Unicred na Expointer (foto acima), que foi um marco para as cooperativas do Sistema Unicred e onde estaremos também pelos próximos anos, participamos no mês de outubro do último ano da Missão Agritech: uma incursão por várias cidades de Portugal para conhecer seu ecossistema de inovação e tecnologia agrícola, com foco em visitas técnicas, networking e negócios de destaque.

A Missão Agritech nos trouxe uma oportunidade excepcional, capitaneada pela Associação dos Municípios da Região Central do Estado em parceria com 33 municípios gaúchos e a Universidade Federal de Santa Maria. A partir desta incursão, conhecemos uma realidade bastante particular de um país de pouco mais de 10 milhões de habitantes, população menor do que a de nosso Estado, mas que nos traz muitas lições sobre sustentabilidade, produtividade e tecnologia mesmo em terrenos que não são considerados tão férteis como os nossos.

Entre nossos principais aprendizados nesta missão, percebemos a importância do investimento a empreendedores que atuam frente às alterações climáticas e contra os impactos do aquecimento global em diferentes setores econômicos, com adaptação e conceitos cada vez mais contemporâneos sobre sustentabilidade – como o smart farming, a agricultura 4.0 e o agronegócio de precisão, baseado na informação e voltado à inovação.

A sustentabilidade e a inovação fazem parte de nossa história e, atualmente, temos os olhos abertos para novos horizontes. Hoje, vivemos num paradoxo em que é necessário produzir para se desenvolver, mas há a previsão de escassez de alimentos no futuro. O Brasil, como celeiro de alimentos do mundo, tem grandes oportunidades de expandir seu posicionamento com metas e políticas atuais nestas áreas, e nosso desafio não está apenas na inovação a partir de produtos, mas também na disseminação da cultura do agronegócio sustentável.

Com muitas outras novidades ainda por vir, seguiremos dedicados a oferecer sempre mais aos nossos cooperados, demonstrando na prática e continuamente que inovação e prosperidade são as escolhas da Unicred Central Geração.

*Diretor de desenvolvimento e negócios da Unicred Central Geração

Sobre Emerson Irion de Oliveira
Há mais de duas décadas atuando na gestão financeira e de negócios no setor cooperativista, Emerson Irion de Oliveira é graduado em Administração de Empresas, acadêmico em Direito e possui pós-graduação e MBA em áreas correlatas. Egresso do Sistema Unicred RS, foi Diretor Geral e de Negócios por cinco anos e Gerente Geral por dois anos da Unicred Ponto Capital, onde desenvolveu aptidões em gestão empresarial e estratégica de negócios, direcionamento estratégico em P&S bancários e outras atividades de liderança e crescimento para cooperativas de crédito.

Sobre a Unicred Central Geração
A Unicred é uma instituição financeira cooperativa que atua no âmbito financeiro, concedendo empréstimos, financiamentos, aplicações financeiras, seguros, previdência e cartões aos seus cooperados por meio de uma gestão participativa, democrática e transparente. O Sistema Unicred RS possui 10 cooperativas e 80 pontos de atendimento que representam mais de 72 mil cooperados, R$ 7 bilhões de ativos e R$ 4 bilhões na carteira de crédito. Para mais informações, acesse aqui

Inauguração da Casa Unicred na Expointer marcou momento importante na história de nossa cooperativa, que se desenvolve com olhar para novos horizontes

ChatGPT está chegando ao Azure OpenAI Service em breve

A Microsoft está integrando as tecnologias da OpenAI, como o ChatGPT, para oferecer aos seus clientes por meio do serviço Azure OpenAI Service.

Segundo a Bloomberg, os clientes que têm acesso ao serviço podem usar várias ferramentas da OpenAI para suas próprias aplicações na nuvem, incluindo o gerador de arte Dall-E AI e o sistema de linguagem GPT-3.5.

A Microsoft também vai adicionar acesso ao ChatGPT, uma versão “afinada” do GPT-3.5, ao serviço em breve.

ChatGPT is coming soon to the Azure OpenAI Service, which is now generally available, as we help customers apply the world’s most advanced AI models to their own business imperatives. https://t.co/kQwydRWWnZ

— Satya Nadella (@satyanadella) January 17, 2023

A Microsoft investiu 1 bilhão de dólares na start-up fundada por Elon Musk em 2019. Agora, estaria em negociações para investir mais 10 bilhões de dólares na empresa.

Eric Boyd, chefe de plataformas de IA da Microsoft, disse anteriormente à Financial Times em uma entrevista: “Esses modelos [de IA] vão mudar a forma como as pessoas interagem com computadores”.

The Information também relatou anteriormente que a Microsoft planeja integrar o software da OpenAI que alimenta o ChatGPT no Bing.

Embora ainda não esteja claro o que o software pode fazer para o mecanismo de busca, fontes disseram que poderia permitir que o Bing retornasse resultados em um formato mais amigável e fácil de digerir.

O ChatGPT está disponível gratuitamente no momento, mas a OpenAI planeja fechá-lo em um plano mensal de assinatura.

A Microsoft está integrando as tecnologias da OpenAI, como o ChatGPT, para oferecer aos seus clientes por meio…

Pixel: agora você pode gravar um som e transformá-lo em alarme

O Google está sempre buscando maneiras de melhorar suas ferramentas e aplicativos para tornar a vida dos usuários mais fácil e conveniente.

Uma das últimas atualizações que o gigante das buscas adicionou ao seu aplicativo de relógio para Android é uma opção interessante e divertida para personalizar o som do alarme.

O aplicativo Google Clock já oferecia algumas opções para definir um alarme, como escolher entre sons padrões ou músicas de diferentes serviços de música.

Agora, o Google permite gravar o próprio som de alarme usando o microfone do celular.

Para usar essa nova opção, você precisa ter um celular Pixel. Ao abrir o aplicativo de relógio, basta clicar na opção “Novo som” e isso abrirá o aplicativo Gravador do Google.

A partir daí, você pode usar o microfone do celular para gravar o som que desejar. A gravação será automaticamente transformada em um som de alarme.

Com essa nova opção, você pode ser criativo e gravar uma variedade de sons para o seu alarme.

Pode ser o latido do seu cachorro, uma mensagem de voz, uma frase fofa do seu parceiro ou qualquer outro som que você escolher.

O Google está sempre buscando maneiras de melhorar suas ferramentas e aplicativos para tornar a vida dos usuários…

7 maneiras que a IA do Google tem contribuído para solucionar problemas globais

O Google vem utilizando a inteligência artificial (IA) para ajudar a resolver alguns dos desafios sociais mais importantes.

A empresa destrinchou sete exemplos de como a tecnologia está a ser usada para salvar vidas, melhorar a saúde e ajudar as pessoas a se comunicarem melhor:

Previsão de enchentes e ajuda às pessoas a ficarem seguras através de sistemas de alerta antecipado. O programa de previsão de enchentes do Google cobre dezenas de países e mostra informações de previsão em Pesquisas e Mapas, enviando alertas para dispositivos móveis para notificar as pessoas em risco. O FloodHub também oferece mapas detalhados de inundação para que as pessoas possam ver exatamente o que esperar na sua localização.

Detecção de limites de incêndios florestais em tempo real para ajudar no combate aos incêndios. Utiliza imagens de satélite para criar modelos de IA que podem detectar limites de incêndios florestais em tempo real, mostrando sua localização em Pesquisas e Mapas. No ano passado, os modelos alertaram mais de 30 incêndios florestais nos EUA e Canadá, o que ajudou a informar os residentes locais e os bombeiros. O Google recentemente expandiu a tecnologia agora para o México e partes da Austrália também.

Monitoramento da saúde pré-natal. As taxas globais de mortalidade materna são inaceitavelmente altas, com cerca de 295.000 mulheres morrendo durante e após a gravidez e o parto em 2017, a maioria devido a causas que poderiam ter sido tratadas ou prevenidas com cuidados de saúde adequados. Ultrassons, por exemplo, tornaram-se parte rotineira do cuidado pré-natal para muitos, mas ainda são difíceis de acessar em ambientes com poucos recursos, devido em parte à falta de profissionais de saúde treinados adequadamente. O Google está trabalhando com a Northwestern Medicine para desenvolver e testar modelos de IA que permitem que operadores de ultrassons levemente treinados em ambientes de poucos recursos identifiquem com precisão problemas e riscos potenciais, como a posição fetal.

Combater as infestações de pragas nas culturas. O Google está colaborando com o InstaDeep e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação para detectar melhor os surtos de gafanhotos na África e possibilitar a implementação de medidas de controle. Também apoia a Wadhwani AI na Índia para criar um aplicativo com inteligência artificial que ajuda a identificar e tratar infestações de pragas, resultando em uma redução de 20% nas pulverizações de pesticidas e um aumento de 26% nas margens de lucro dos agricultores.

Ajudar a lidar com mudanças populacionais e resposta humanitária por meio de edifícios. Open Buildings é um projeto de conjunto de dados de acesso aberto que usa IA para interpretar imagens de satélite, projetado para identificar os locais e a geometria dos edifícios. Esta informação é útil para uma série de aplicações importantes, desde estimativas populacionais, planejamento urbano e resposta humanitária, até ciência ambiental e climática.

Detecção de variações genéticas que causam doenças. O Google tem uma parceria com a PacBio, os pesquisadores estão usando a tecnologia de aprendizado profundo, DeepConsensus, para identificar com rapidez e precisão variantes genéticas que causam doenças. Isso ajudará os cientistas a descobrir condições genéticas graves, como um risco elevado de câncer de mama ou hipertensão arterial pulmonar.

Ajudar as pessoas com fala fora do padrão a se conectarem e serem compreendidas. O Project Relate é um aplicativo para Android desenvolvido com base em pesquisas de IA, ajuda pessoas com fala fora do padrão a se comunicarem mais facilmente com outras pessoas. Ele pode transcrever a fala em texto, usar uma voz sintetizada para repetir o que foi dito ou se comunicar diretamente com o Google Assistant do locutor para concluir uma série de tarefas.

O Google vem utilizando a inteligência artificial (IA) para ajudar a resolver alguns dos desafios sociais mais importantes.…

Google lança ferramenta para ativar modo Bluetooth no Stadia Controller

Como notado pelos nossos colegas do 9to5Google, o Google lançou uma ferramenta oficial para ativar o modo Bluetooth no Stadia Controller.

A ferramenta, disponível até 31 de dezembro de 2023, permite que os usuários joguem sem fio em PCs, smartphones, tablets e outros dispositivos, desbloqueando o Bluetooth inativo dentro do dispositivo.

Disponível em stadia.google.com/controller, o processo é gratuito, rápido e usa apenas o navegador Chrome e um cabo USB.

Para usar a ferramenta, é necessário ter o Chrome v108 ou superior e um Stadia Controller carregado.

O Google recomenda que o controlador esteja conectado por pelo menos 30 minutos antes de iniciar o processo, para garantir que a bateria esteja carregada o suficiente.

Etapas para ativar o Bluetooth

Primeiro, conecte o controlador ao dispositivo.

Em seguida, desconecte o controlador e pressione o botão de opção para evitar que ele inicialize completamente ao conectá-lo novamente.

Em seguida, use uma combinação de botões Option + Assistant + A + Y para preparar o controlador para a atualização manual.

O Google solicitará que você verifique o status do controlador algumas vezes durante o processo antes de finalizar.

É importante destacar que esse processo é permanente, portanto, não será possível voltar para o modo Wi-Fi.

Linux

Se o seu computador estiver executando um sistema operacional baseado em Linux, o Google sugere adicionar novas regras udev antes de poder usar ou atualizar o controlador:

No seu computador Linux, abra o terminal e execute o seguinte comando em qualquer diretório:

{ cat <<EOF
# SDP protocol
KERNEL==”hidraw*”, ATTRS{idVendor}==”1fc9″, MODE=”0666″
ACTION==”add”, SUBSYSTEM==”usb”, ATTR{idVendor}==”1fc9″, MODE=”0666″
ACTION==”add”, SUBSYSTEM==”usb”, ATTR{idVendor}==”0d28″, MODE=”0666″
# Flashloader
KERNEL==”hidraw*”, ATTRS{idVendor}==”15a2″, MODE=”0666″
# Controller
KERNEL==”hidraw*”, SUBSYSTEM==”hidraw”, ATTRS{idVendor}==”18d1″, MODE=”0666″
EOF
} | sudo tee /etc/udev/rules.d/70-stadiacontroller-flash.rules

Em seguida, execute o seguinte comando:

sudo udevadm control –reload-rules && sudo udevadm trigger

Emparelhar por Bluetooth

Depois de ativar o modo Bluetooth no Stadia Controller, emparelhar o controlador com um PC é fácil.

Para isso, basta pressionar o botão Stadia + Y e o modo de emparelhamento será ativado em questão de segundos. O indicador (luminoso) de estado vai piscar a laranja.

O nome do Controller aparecerá com um nome na forma de “StadiaXXXX-00xx”, o que é útil para identificar quando estiver emparelhando mais de um controlador com o mesmo dispositivo.

No modo Bluetooth, os fones de ouvido não funcionam quando você os conecta ao Controle Stadia. Também não funcionam os botões do Google Assistente e Captura.

Ajuste no Steam

Nossos amigos do 9to5Google reportam a necessidade de fazer um ajuste nas configurações do Steam para jogar os jogos da Valve.

“Mergulhando em Configurações do Steam > Controlador > Configurações gerais do controlador, tive que ativar o “Suporte de configuração de gamepad genérico” para colocar o Stadia Controller em funcionamento”, diz o autor.

Há também dicas de outros jogadores que estão testando o controle em modo Bluetooth. 

Dispositivos suportados

Windows 10 e 11 + Steam

MacOS 13 + Steam

ChromeOS

Android
Como notado pelos nossos colegas do 9to5Google, o Google lançou uma ferramenta oficial para ativar o modo Bluetooth…

Google Play vai facilitar cancelamento de assinaturas

A Google Play Store tem sido uma das principais lojas de aplicativos para dispositivos móveis, oferecendo aos usuários uma ampla variedade de opções para baixar e instalar em seus dispositivos.

No entanto, a equipe do Google tem trabalhado constantemente para melhorar a experiência do usuário, e uma das áreas que eles estão se concentrando é no serviço de assinatura dos aplicativos.

Uma das principais queixas dos usuários é a dificuldade de cancelar uma assinatura de aplicativo.

Embora a Google Play Store ofereça a opção de cancelar a assinatura na seção “Pagamento e assinaturas” nas configurações do aplicativo, nem todos os usuários sabem disso.

Para resolver esse problema, a equipe do Google está trabalhando em uma atualização que permitirá aos desenvolvedores oferecer uma maneira fácil e simples de cancelar a assinatura dentro do próprio aplicativo.

Ainda não se sabe exatamente como essa mudança será implementada, mas é provável que os desenvolvedores possam oferecer a opção de cancelar a assinatura na mesma guia em que o usuário ingressa no serviço.

Isso tornaria o processo de cancelamento mais simples e fácil para os usuários, evitando a confusão e garantindo que eles tenham um melhor controle sobre suas assinaturas de aplicativo.

Além disso, a Google Play Store também está implementando novas políticas para os desenvolvedores, como impedir que eles incluam publicidade intrusiva em seus aplicativos, novos requisitos para aplicativos VPN e filtros para instalar aplicativos remotamente em diferentes dispositivos.

Essas mudanças serão implementadas ao longo dos próximos meses, e esperamos que elas melhorem ainda mais a experiência do usuário na Google Play Store.

Via

A Google Play Store tem sido uma das principais lojas de aplicativos para dispositivos móveis, oferecendo aos usuários…

WhatsApp no Android agora permite postar áudios de voz no Status

O WhatsApp está lançando uma nova atualização para usuários do Android, a versão 2.23.2.8, disponível através do programa Google Play Beta. 

A principal novidade é a possibilidade de compartilhar gravações de voz como atualizações de Status – funcionalidade parecida com os Stories do Instagram que desaparecem após 24 horas.

Para usar esse recurso, os usuários precisam acessar a seção de postagem de status de texto e clicar no ícone de gravação.

A duração máxima é de 30 segundos e pode ser descartada caso queira regravar. Além disso, é possível encaminhar gravações de voz de conversas para o status.

Esse recurso está disponível somente para alguns testadores beta que possuem a versão mais recente do WhatsApp instalada na Google Play Store.

Segundo a fonte WABetaInfo, a implantação será estendida a mais usuários beta nas próximas semanas.

O WhatsApp está lançando uma nova atualização para usuários do Android, a versão 2.23.2.8, disponível através do programa…