Archives 2022

Colégio Positivo investe R$ 50 milhões em infraestrutura

Escolas do grupo educacional foram preparados para a volta às aulas presenciais

No Colégio Positivo – Jardim Ambiental, a educação infantil ganhou novas salas de aulas

Com unidades no Paraná e em Santa Catarina, o Colégio Positivo concluiu um investimento de R$ 34 milhões nas reformas que transformaram a estrutura de cinco dos sete endereços da rede. Ao todo, passaram por obras aproximadamente 25 mil metros quadrados em um prazo de 40 dias. Outras unidades já haviam recebido investimentos em 2021, totalizando mais de R$ 50 milhões em reformas estruturais que prepararam as escolas para receber os alunos no pós-pandemia.

As adequações garantem segurança e proteção dentro das instituições, mas também deixam o espaço pronto para uma nova forma de ensinar, diz o diretor-executivo Celso Hartmann. “A pandemia nos mostrou novos caminhos para a educação. Hoje, valorizamos ainda mais os nossos espaços abertos, o contato com a natureza, e a utilização desses ambientes como espaços pedagógicos. Vemos, também, ainda mais relevância na experimentação, em que as crianças vivenciam novas experiências, propõem soluções para problemas da sociedade e colocam seus sentidos em ação.”

Espaços adaptados
Salas da educação infantil e do ensino fundamental se tornaram espaços mais interativos e flexíveis para o desenvolvimento das crianças, seguindo os novos conceitos didáticos que estimulam a criatividade e o aprendizado. Os pátios recreativos, por exemplo, receberam revestimentos adequados a cada faixa etária e brinquedos que ajudam no desenvolvimento da motricidade. “Na unidade Jardim Ambiental, em Curitiba, criamos o Natural Garden, onde as crianças podem experimentar diferentes sensações. Elas têm contato com a terra, a grama, a água, e podem explorar seus sentidos. Queremos que o nosso ensino vá além do que o currículo escolar prevê, que possa ser um aprendizado de humanidade e vivência”, ressalta Hartmann.

Em Curitiba, as obras nas três unidades mais antigas foram iniciadas pelas fachadas. No Colégio Positivo – Júnior, as principais mudanças foram feitas nas salas da educação infantil e do ensino fundamental, que agora são espaços mais interativos e flexíveis para o desenvolvimento, e que acompanham os novos conceitos didáticos. Além disso, os pátios recreativos receberam revestimentos adequados a cada faixa etária, assim como mobiliário para aulas ao ar livre.

No Colégio Positivo – Jardim Ambiental, a educação infantil ganhou novas salas de aulas, mais aconchegantes, que lembram a “casa da vovó” e, ao mesmo tempo, têm características e mobiliário que estimulam o desenvolvimento das crianças. O Colégio Positivo – Ângelo Sampaio recebeu, ainda, novos laboratórios, como os de Saúde e de Empreendedorismo, próprios para o desenvolvimento dos novos itinerários formativos do Ensino Médio. Outras unidades que ganharam investimentos foram o Colégio Passo Certo, em Cascavel, e o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis.

Escolas do grupo educacional foram preparados para a volta às aulas presenciais

Confusão generalizada gera insegurança jurídica para contribuintes do IPI

Decreto que reduzia alíquotas do imposto é suspenso por decisão do STF

Há consenso entre as entidades empresariais no sentido de que a medida de redução das alíquotas de IPI seria uma das únicas alternativas para a retomada do crescimento da atividade industrial

Em 31 de dezembro do ano passado foi editado o Decreto 10.923/2021, que introduzia a nova Tabela de Incidência sobre Produtos Industrializados (TIPI), o qual entraria em vigor no dia 1 de abril, data que foi prorrogada para maio através do Decreto 10.021/2022. Contudo, no final de abril foi publicado o Decreto nº 11.055/2022, o qual teve seu início fixado para 2 de maio e que revogou o Decreto nº 10.923/2021, o qual nem chegou a viger, e reduziu a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em cerca de 35%. Entre as razões apresentadas pelo governo federal para a redução em questão, estariam, principalmente, a necessidade de reduzir os custos de produção no país, impulsionar a indústria nacional e a economia, o que teria sido possível, segundo o Ministro Paulo Guedes, porque a arrecadação federal viria apresentando resultados acima do previsto e, dessa forma, seria possível “devolver à sociedade” o excesso de arrecadação.

Contudo, o desconto em questão desagradou a diversas empresas da Zona Franca de Manaus, as quais já contam com isenção de imposto, e por conseguinte teriam uma vantagem em relação ao restante das indústrias do país. Para as empresas da Zona Franca, embora o imposto não seja pago no momento da industrialização, esse valor geraria um crédito a ser utilizado na etapa seguinte da cadeia produtiva.

Com a redução criada pelo Decreto nº 11.055, as empresas de todo o país ficariam com uma carga tributária semelhante às de Manaus, o que, no entendimento das empresas lá situadas, ameaçaria toda a indústria e os empregos na região. Em função disso e em defesa dos interesses das empresas amazonenses que teriam sido prejudicadas pela medida, o Partido Solidariedade ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 7153 no Supremo Tribunal Federal, com pedido liminar para suspender a eficácia do decreto que reduzia as alíquotas do IPI.

A liminar foi, então, deferida pelo Ministro Alexandre de Moraes para suspender o desconto em relação aos produtos industrializados produzidos em todo o país que também sejam produzidos na Zona Franca segundo o “Processo Produtivo Básico”, o qual leva em consideração, ainda que parcial, a utilização de insumos, partes ou peças nacionais, não sendo vedada a utilização parcial de componentes importados. Portanto, a certeza sobre o retorno da alíquota cheia, em função da decisão liminar, depende de consulta por todas as empresas do país acerca do enquadramento de cada item ou mercadoria como produzida, ou não, também pelo Processo Produtivo Básico na Zona Franca.

Os contribuintes estariam perdidos diante da insegurança acerca da alíquota aplicável a seus produtos, a qual foi reduzida por alguns dias e logo voltou a ser “cheia” em virtude de liminar. Isso gera um efeito de incerteza sobre preços praticados e créditos de IPI a serem utilizados em todas as etapas da cadeia produtiva, além de riscos de futuras autuações pela receita federal em relação àqueles que se venham a utilizar créditos de maneira equivocada. A decisão judicial, no entendimento de muitos, seria antidemocrática, pois feriria a autonomia do Poder Executivo de fixar a política tributária através de reduções ou aumentos de IPI, caracterizaria um excesso de ativismo por parte do Poder Judiciário e do ministro prolator da decisão, além de gerar um “caos” e grande insegurança jurídica para os contribuintes.

Agora, às empresas que tiveram o benefício suspenso, resta aguardar pelo prazo que o Ministro concedeu para que o Poder executivo apresente informações ao processo, para que a decisão liminar seja ou não confirmada. Diante de todo o imbróglio, há consenso entre as entidades empresariais no sentido de que a medida de redução das alíquotas de IPI seria uma das únicas alternativas para a retomada do crescimento da atividade industrial e, consequentemente, do desenvolvimento econômico e geração de empregos no Brasil.

*Mestre e Doutora em Direito Tributário. Advogada no escritório Magadan e Maltz, em Porto Alegre

Decreto que reduzia alíquotas do imposto é suspenso por decisão do STF

Ministério da Economia mantém previsão do PIB em 1,5%

Estimativa para a inflação deste ano sobe para 7,9%

Segundo o boletim, a melhora no desempenho do PIB brasileiro tem ocorrido em razão da retomada no setor de serviços e ampliação dos investimentos

O governo federal alterou para cima a previsão da inflação deste ano. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que em março era estimado em 6,55% para o ano, agora teve a previsão elevada para 7,9%. A estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,5%. Os dados são do Boletim Macro Fiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

Para 2023, o governo federal manteve também a previsão do PIB e aumentou a da inflação. O PIB, segundo a estimativa, deverá fechar 2023 com alta de 2,5% (a mesma previsão do último boletim, divulgado em março). Já o IPCA deverá encerrar 2023 em 3,6% (a previsão de março era alta de 3,25%). “A expectativa para a taxa de inflação [IPCA] aumentou de 6,55% para 7,90% em 2022 e de 3,25% para 3,60% em 2023. A partir de 2024, espera-se convergência da inflação [IPCA] para a meta de 3%”, diz o texto do documento.

Segundo o boletim, a melhora no desempenho do PIB brasileiro tem ocorrido em razão da retomada no setor de serviços e ampliação dos investimentos, o que, de acordo com o documento, tem refletido na recuperação do mercado de trabalho. O texto destaca que o setor de serviços cresceu 1,8% no primeiro trimestre de 2022, atingindo o maior patamar desde maio de 2015. “A estimativa de crescimento do PIB brasileiro para 2022 foi mantida em 1,5%. De 2023 em diante, as estimativas permaneceram em 2,5%. Desde março, em linha com as projeções da SPE, pode-se notar uma revisão altista das expectativas de mercado para a atividade econômica”, destaca o texto.

Com Agência Brasil

Estimativa para a inflação deste ano sobe para 7,9%

Fraport Brasil entrega pista ampliada do Porto Alegre Airport

Essa é a última etapa de obras exigidas no contrato de concessão

A extensão será um diferencial para a indústria gaúcha, que hoje precisa transportar a maior parte da sua produção por rodovia até São Paulo para, então, seguir ao destino por via aérea ao destino no exterior

A esperada obra de ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Internacional de Porto Alegre foi liberada para uso nesta quinta-feira (19), fruto de um investimento de R$ 135 milhões. Parte das melhorias atribuídas à Fraport Brasil pelo contrato de concessão firmado com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as obras da pista deveriam ser entregues em dezembro de 2021. Entretanto, devido à pandemia de Covid-19 e o consequente atraso na desocupação de parte da área da Vila Nazaré, que ficava dentro do sítio aeroportuário, a Agência concedeu mais oito meses de prazo para a conclusão dos trabalhos.

A pista de pouso e decolagem anterior, com 2.280 metros, permitia operações com alcance máximo de aproximadamente 9 mil quilômetros, porém com a capacidade máxima de passageiros e carga aérea limitada (75%). A ampliação para 3.200 metros permitirá operações de carga completa a uma distância de cerca 12 mil quilômetros. A extensão será um diferencial para a indústria gaúcha, que hoje precisa transportar a maior parte da sua produção por rodovia até São Paulo para, então, seguir ao destino por via aérea ao destino no exterior.

“A capacidade da pista de pouso e decolagem não foi modificada e os procedimentos para a operação segura e eficiente da infraestrutura instalada seguem, da mesma forma, os regulamentos estabelecidos. Não teremos atrasos ou outros impactos negativos na operação devido à extensão da pista”, explica Andreea Pal, presidente da Fraport Brasil.

Essa é a última etapa de obras exigidas no contrato de concessão

Fraport Brasil entrega pista ampliada do Porto Alegre Airport

Essa é a última etapa de obras exigidas no contrato de concessão

A extensão será um diferencial para a indústria gaúcha, que hoje precisa transportar a maior parte da sua produção por rodovia até São Paulo para, então, seguir ao destino por via aérea ao destino no exterior

A esperada obra de ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Internacional de Porto Alegre foi liberada para uso nesta quinta-feira (19), fruto de um investimento de R$ 135 milhões. Parte das melhorias atribuídas à Fraport Brasil pelo contrato de concessão firmado com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as obras da pista deveriam ser entregues em dezembro de 2021. Entretanto, devido à pandemia de Covid-19 e o consequente atraso na desocupação de parte da área da Vila Nazaré, que ficava dentro do sítio aeroportuário, a Agência concedeu mais oito meses de prazo para a conclusão dos trabalhos.

A pista de pouso e decolagem anterior, com 2.280 metros, permitia operações com alcance máximo de aproximadamente 9 mil quilômetros, porém com a capacidade máxima de passageiros e carga aérea limitada (75%). A ampliação para 3.200 metros permitirá operações de carga completa a uma distância de cerca 12 mil quilômetros. A extensão será um diferencial para a indústria gaúcha, que hoje precisa transportar a maior parte da sua produção por rodovia até São Paulo para, então, seguir ao destino por via aérea ao destino no exterior.

“A capacidade da pista de pouso e decolagem não foi modificada e os procedimentos para a operação segura e eficiente da infraestrutura instalada seguem, da mesma forma, os regulamentos estabelecidos. Não teremos atrasos ou outros impactos negativos na operação devido à extensão da pista”, explica Andreea Pal, presidente da Fraport Brasil.

Essa é a última etapa de obras exigidas no contrato de concessão

Portos do Paraná devem receber R$ 2,3 bilhões em investimentos

Aporte será feito nos próximos dois anos

De 2019 até 2021, foram aplicados mais de R$ 437 milhões nos portos paranaenses

Os portos do Paraná preveem receber, nos próximos dois anos, cerca de R$ 2,3 bilhões em obras. Além dos investimentos que chegam com a atração de novos negócios (cerca de R$ 1,61 bilhão), decorrentes de novos contratos de arrendamentos de áreas, o governo estadual, através da empresa pública que administra os terminais de Paranaguá e Antonina, vai aplicar R$ 678 milhões até 2024. De 2019 até 2021, foram aplicados mais de R$ 437 milhões nos portos paranaenses. Neste ano, as obras em andamento já somam R$ 77,6 milhões, em recursos próprios.

“Alcançamos um índice de mais de 76% na execução dos investimentos planejados”, conta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia da Silva. O percentual é considerado o maior do Brasil, entre os portos públicos do País, segundo o governo federal. O investimento público previsto para os projetos futuros vai modernizar a estrutura. Entre eles, está o estudo de modelagem e a execução das obras de otimização do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá, incluindo a construção (em duas etapas) do Píer em “T”, com quatro novos berços para o escoamento dos granéis vegetais. O projeto básico já foi finalizado e prevê capacidade de embarque de 32 mil toneladas, por hora, em oito linhas integradas.

Também do lado leste do cais, o “Moegão” vai centralizar as descargas ferroviárias e receber até 180 vagões simultâneos, em três linhas independentes e 11 terminais interligados. O aporte estimado para essa etapa é de cerca de R$ 514 milhões, para a implantação das obras civis, eletromecânicas, ferroviárias e rodoviárias de todo o complexo. Em recursos próprios, serão quase R$ 500 milhões. A pavimentação da área do antigo “Silinho”, demolido neste ano, também está em fase de licitação. Serão R$ 3,5 milhões em investimentos, em uma área importante da faixa portuária que passará a receber novas cargas.

A Portos do Paraná segue, ainda, com os projetos de ampliação da capacidade de recepção de caminhões (R$ 90 milhões). Outros R$ 52,35 milhões em investimentos estão previstos na elaboração de projetos e termos de referência, incluindo melhorias no cais e edifícios do Porto de Paranaguá, além do acesso viário ao Porto de Antonina.

Aporte será feito nos próximos dois anos

CA2A movimenta R$ 3 bilhões em seus negócios

Marca paranaense tem origem na região norte do estado e apresenta seus lançamentos para o mercado curitibano

Irmãos Patrick e Rodrigo Ferro com o CEO Fernando Torres, durante jantar oferecido a operadores imobiliários em Curitiba

Uma inovadora plataforma de negócios e serviços imobiliários está sendo apresentada às imobiliárias, corretores e consultores de Curitiba. A CA2A, sigla estilizada para uma operação de multipropriedade que usa o slogan “A casa da segunda casa”, é um lançamento do grupo SM, pertencente aos irmãos Patrick e Rodrigo Ferro, da cidade de Bandeirantes, do norte do Paraná. Também conhecido como “time sharing” ou tempo compartilhado, o regime de multipropriedade é uma modalidade de investimento coletivo, em que cada investidor adquire uma parte da propriedade. Com isso, cada pessoa pode usar o imóvel – para seu próprio desfrute ou para alugar a terceiros – pelo tempo proporcional ao valor que aporta inicialmente.

Focada em um modelo digital de relacionamento, ela já figura entre as maiores empresas do país neste segmento, com números robustos: R$ 1,4 bilhão em valores gerais de venda (VGV), R$ 1,5 bilhão em lançamentos futuros e R$ 600 milhões em unidades vendidas. A CA2A nasce com a estrutura de holding para atuar em dois ramos de negócios: empreendimentos imobiliários para investimento e para segunda casa, apoiados no conceito de multipropriedade, e que inclui um amplo pacote de serviços, entre eles a hotelaria. A direção ficará a cargo do CEO Fernando Torres, economista e profissional de longa trajetória no mercado empresarial, com passagens pela Alvarez & Marsal, AGV Logística (atual Solística) e, recentemente, pela Santher.

Entre os principais produtos da CA2A, está o Morro dos Anjos, produto com ênfase em investimento (real state). Trata-se de um resort de alto padrão com águas termais que está sendo construído ao lado do Santuário de São Miguel Arcanjo, complexo religioso e turístico localizado no município de Bandeirantes. Morro dos Anjos é o mais novo lançamento da CA2A com vocação para investimento, pois está ancorado no turismo religioso, atividade da região que atrai em média 600 mil visitantes por ano, entre peregrinos e turistas. Rodrigo Ferro observa que, grande gerador de negócios e resultados, o turismo religioso movimenta cerca de R$ 17,5 bilhões ao ano no Brasil. “Vamos investir em produtos desse segmento para que ele seja cada vez mais pujante”, afirma o empresário.

Outros empreendimentos onde a CA2A investe são: Tayayá Porto Rico, localizado no coração do “pantanal” paranaense, na divisa do Paraná com Mato Grosso do Sul, com 60% das cotas vendidas em apenas uma semana ainda no pré-lançamento; o Tayaya View, que também teve 55% das suas cotas vendidas no lançamento; e o Tayayá Angra Doce, ambos em Ribeirão Claro, cuja administração foi assumida pelo Grupo SM há dois anos. Nesse período houve uma completa remodelação do negócio, com foco na qualidade da experiência do usuário, aumentando o percentual de satisfação com os serviços oferecidos, o que elevou o valor das cotas em mais de 100%.

“Os produtos e serviços imobiliários oferecidos possibilitam aos nossos clientes ter uma nova experiência. Queremos realizar sonhos, transformar vidas e assegurar um futuro promissor aos nossos clientes. Esses são pilares fundamentais da nossa empresa”, pontua Patrick Ferro, que, junto com Rodrigo, promete revolucionar o segmento de multipropriedade no Brasil, com criatividade, inovação e serviços de primeira qualidade.

Marca paranaense tem origem na região norte do estado e apresenta seus lançamentos para o mercado curitibano

Pacote trilionário chinês tende a valorizar commodities

A aposta da China também está no aquecimento do mercado imobiliário

Segundo Ricardo Penha, é preciso ter cautela, pois o yuan desvalorizou cerca de 6,7% em relação ao dólar desde o final de março, tornando-se a moeda com o pior desempenho na Ásia durante o período

Mesmo com as duas economias em crise, Brasil e China ainda são duas importantes apostas do mercado internacional. O governo chinês anunciou uma meta ambiciosa de crescimento de 5,5% do PIB para este ano. Segundo Ricardo Penha, sócio-fundador do Hub do Investidor, de Curitiba, a paralisação da economia da China pode ser algo de curtíssimo prazo e, no segundo semestre, o país pode voltar ao caminho do crescimento. “O governo chinês defende uma campanha de construção de infraestrutura como forma de estimular o crescimento econômico no país, em uma tentativa de aumentar a demanda doméstica e manter o crescimento, o que pode ser um ponto chave para impedir uma desaceleração econômica local”, explica.

Analisando a atuação do Banco Central chinês, Penha destaca que a instituição se absteve de cortar as taxas de juros, apesar das crescentes evidências de uma forte desaceleração no PIB, sugerindo que banco pode estar preocupado com a depreciação da moeda e as saídas de capital do país. “Isso se nota porque o Banco Central manteve as taxas de empréstimo de médio prazo de um ano no patamar de 2,85%, além de renovar os 100 bilhões de yuans (cerca de US$ 15 bilhões) em empréstimos de médio prazo sem fornecer liquidez adicional, mesmo diante de um dos menores índices de produção industrial e de consumo desde o início da pandemia”, ressalta.

A aposta da China também está no aquecimento do mercado imobiliário, ao anunciar uma redução dos juros de hipotecas para compradores primários de habitação, além de incentivar um esforço, pelas instituições bancárias do país, em reduzir ainda mais as taxas para compradores. “O mercado imobiliário da China é uma fonte crucial de crescimento para a economia doméstica, mas está em queda há quase um ano, com as vendas caindo a um ritmo de dois dígitos todos os meses desde agosto de 2021 e os preços das novas casas, também, após a repressão do governo. De fato, temos indicadores econômicos que sugerem uma economia um pouco mais desaquecida, porém, temos de ponderar que são dados de alta frequência e que estão sob forte influência das condições de curto prazo, influenciados pelos lockdowns e política Covid zero por lá. Superada a crise sanitária, entendemos que os dados futuros, provavelmente, serão melhores”, contextualiza Penha.

Ainda assim, segundo o especialista, é preciso ter cautela, pois o yuan desvalorizou cerca de 6,7% em relação ao dólar desde o final de março, tornando-se a moeda com o pior desempenho na Ásia durante o período. “O estímulo do Banco Central Chinês foi relativamente modesto este ano. Ele cortou a taxa em janeiro e fez uma redução menor do que o esperado na quantidade de dinheiro que os bancos devem manter em reserva em abril (compulsório). Em vez disso, os formuladores de políticas confiaram no uso de ferramentas estruturais para atingir áreas mais fracas da economia, como programas de repasse para pequenas empresas”, afirma. De acordo com Penha, mesmo com um cenário incerto e ambivalente, o pacote trilionário pretendido pelo governo chinês tende a ser muito bom para as commodities, o que pode ser bastante interessante para países e empresas exportadores como o Brasil e a Vale, por exemplo.

A aposta da China também está no aquecimento do mercado imobiliário

Economia verde é responsável por 22% da carteira de crédito dos bancos

Instituições financeiras participam de congresso sobre mercado de carbono no país

O Brasil tem diferenciais em relação a outros países quando se fala em sustentabilidade

Os desafios e as oportunidades na implementação da economia verde no Brasil nortearam os painéis do primeiro dia do Congresso Mercado Global de Carbono – Descarbonização & Investimentos Verdes. O evento termina na sexta-feira (20). No painel sobre o setor financeiro e o fomento a projetos e ativos ambientais, moderada pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Gustavo Montezano, os participantes lembraram dos diferenciais do Brasil em relação a outros países quando se fala em sustentabilidade.

A presidente do banco UBS, Sylvia Coutinho, ressaltou que “a energia brasileira é a mais limpa do planeta” e chamou a atenção para a “precificação” desse diferencial. Segundo ela, é possível agregar essa energia ao produto brasileiro a um preço muito baixo. “Lá fora a questão toda é reflorestamento, aqui é manutenção”, disse o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro. O presidente do Banco do Brasil lembrou que agricultores brasileiros são peças-chave na preservação ambiental e que, por isso, precisam ter uma espécie de incentivo ou compensação. Para isso, o banco criou a CPR-Preservação, modalidade de crédito em que o produtor monetiza a área preservada em sua propriedade. Por exemplo: se ele precisa preservar 20% da propriedade, mas o faz em 30%, ele pode monetizar os 10% extras que está preservando.

Tanto Ribeiro quanto o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, chamaram atenção para a necessidade de incentivar os investidores a participar desses projetos. Atualmente cerca de 22% da carteira de crédito dos bancos se destina a segmentos da economia verde, o que totaliza cerca de R$ 400 bilhões.

Com Agência Brasil

Instituições financeiras participam de congresso sobre mercado de carbono no país

Tupy reverte prejuízo com lucro de quase R$ 74 milhões

Receita foi 53,1% maior entre janeiro e março

Aumentos de matérias-primas e a apreciação cambial impactaram custos e receitas

A Tupy anunciou que obteve receita 53,1% maior no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo intervalo de 2021. A companhia catarinense também conseguiu reverter o prejuízo de R$ 14,9 milhões para um lucro de quase R$ 74 milhões (veja os principais resultados ao final desta reportagem).

O relatório trimestral também destaca que o Ebitda [indicador muito utilizado para avaliar empresas de capital aberto. Com ele, é possível descobrir quanto a empresa está gerando com suas atividades operacionais, não incluindo investimentos financeiros, empréstimos e impostos] ajustado foi o maior valor da história da empresa com crescimento de 58%, chegando a R$ 314 milhões. “Em nossas operações, os aumentos de matérias-primas e a apreciação cambial também impactaram custos e receitas no trimestre. Apesar desses efeitos, as diversas iniciativas de gestão e a resiliência do nosso modelo de negócios contribuíram para alcançarmos resultados sólidos”, diz a Tupy.

“Aumentamos as margens e apresentamos, neste trimestre, a maior receita líquida e Ebitda ajustado da história da companhia, mesmo após desconsiderarmos as operações da Teksid adquiridas em outubro. Utilizando esse critério para melhor comparação, ainda que o volume físico de vendas do período tenha apresentado queda de 12% na comparação com o primeiro trimestre de 2019 (pré-pandemia), o Ebitda ajustado aumentou 113%, resultado obtido com a mesma base de ativos e investimentos abaixo da depreciação”, detalha a empresa.

Como nos trimestres anteriores, a Tupy ainda observou paralisações na produção de clientes e volumes de abaixo do potencial, devido a gargalos na cadeia produtiva. Mas, mesmo diante do cenário volátil, há previsão para o aumento da produção de caminhões tanto mercado externo quanto no interno, sejam pela recomposição dos estoques, novos investimentos ou por estímulos, como a medida provisória para renovação de frota no Brasil, direcionada a 26% dos caminhões em circulação no país.

“Os resultados demonstram os benefícios do nosso modelo de negócios e das iniciativas que vêm sendo intensificadas desde o ano passado. Ajustamos nossos processos produtivos, estruturas de custos e despesas a um menor volume, devido aos desafios da cadeia de suprimentos dos nossos clientes, e à elevação dos preços e indisponibilidade de materiais”, relata Fernando Cestari de Rizzo, CEO da Tupy, em nota.

Quer saber mais sobre empresas do Sul?
Receba diariamente a newsletter do Grupo AMANHÃ. Faça seu cadastro aqui e, ainda, acesse o acervo de publicações do Grupo AMANHÃ.

Seu navegador não oferece suporte ao visualizador de PDF
Baixe o arquivo PDF aqui

Receita foi 53,1% maior entre janeiro e março

Vino! pretende dobrar número de franquias neste ano

Com um conceito que une loja de vinhos com wine bar, a rede planeja encerrar o ano com 50 lojas

A história da Vino! remonta a 2015, com a inauguração da primeira unidade em Curitiba

Maior rede do segmento de bares de vinho no país, com 20 unidades abertas no ano passado em 13 estados, a Vino! pretende chegar até o final de 2022 com 50 franquias inauguradas. O franchising teve início no ano passado, estimulado por novos comportamentos da pandemia da Covid-19, como o maior consumo de vinhos entre os brasileiros. Além do Paraná, seu lugar de origem, a marca está em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Ceará e Amazonas.

A história da Vino! remonta a 2015, com a inauguração da primeira unidade em Curitiba. Idealizada pelo empresário Raphael Zanette, nasceu da ideia de apresentar vinhos aos consumidores de forma descontraída. “Lançamos um formato que une pessoas em torno de uma mesma paixão: aproveitar a infinita viagem sensorial pelo mundo dos vinhos de forma leve e divertida”, explica Zanette. O modelo de wine bar propõe que os consumidores entrem em contato com diversos tipos de vinhos, oferecidos também em taça. “Assim o público pode experimentar vinhos de diferentes países, uvas, regiões e processos produtivos”, comenta Bernardo Baggio, sócio de Zanette.

Um dos diferenciais da casa é que não há carta de vinhos impressa. As garrafas ficam expostas em prateleiras e chegam opções novas com frequência. No total, as prateleiras abrigam uma média de 400 rótulos de 14 países. “Para nos diferenciarmos do mercado buscamos sempre vinícolas não muito conhecidas, artesanais, responsáveis pela criação de vinhos incríveis em pequenas produções”, ressalta Zanette.

Franquias promissoras
A rede Vino! oferece dois formatos de franquia. O pocket, mais enxuto, não prevê a venda de comida. Já o modelo padrão, ou “full”, possui cozinha, com destaque para influências italianas. Oferece petiscos para compartilhar, entradas, pratos principais e sobremesas. O investimento para estas modalidades varia entre R$ 165 mil e R$ 400 mil. Um bom retorno é aguardado com o crescimento do mercado. Pesquisas da consultoria Wine Intelligence apontam que a base de consumidores regulares de vinho no Brasil ganhou 17 milhões de pessoas na última década. Em 2010, 22 milhões declaravam consumir vinho ao menos uma vez por mês. Em 2020 este número subiu para 39 milhões.

Transformações radicais na rotina levaram o consumidor a tomar novas decisões, como conta Baggio. “Uma delas foi eleger o vinho como bebida da pandemia. Foram dois anos de crescimento expressivo no seu consumo”, recorda. Em 2021, o número de consumidores regulares de vinho chegou a 51 milhões de pessoas, um aumento de 12 milhões de consumidores no ano, segundo a Wine Intelligence. Com isso, 36% da população adulta do país se rendeu ao vinho.

Marcas próprias
Grande parte dos vinhos comercializados na Vino! é da importadora Magnum, que faz parte do mesmo grupo e foi fundada em 2010. Porém, também são disponibilizados catálogos de outras empresas. A rede Vino! também tem marcas próprias de vinhos e espumantes, produzidos com parceiros na Serra Gaúcha. Entre eles, há espumantes, os vinhos da Linha Curadoria Vino! (dois tintos, um branco e um rosé) e até opções em lata de 269 ml.

Com um conceito que une loja de vinhos com wine bar, a rede planeja encerrar o ano com 50 lojas

Casos de Covid duplicam no RS nos últimos dez dias

Todas as regiões do estado recebem avisos

Ao contrário das últimas semanas, o aumento da contaminação teve reflexo no número de internados em leitos clínicos

Depois de nove semanas sem emissão de avisos ou alertas no Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul, o Grupo de Trabalho (GT) Saúde, após reunião realizada na terça-feira (17), emitiu Avisos para todas as 21 regiões Covid na quarta-feira (18). A emissão de avisos pode ocorrer a qualquer momento, sem necessidade de deliberação por parte do gabinete de crise. A decisão do GT Saúde ocorreu devido ao aumento acelerado de casos confirmados de Covid-19, que praticamente duplicou nos últimos dez dias. Entre 7 e 17 de maio, a incidência acumulada passou de 113,7 a cada 100 mil habitantes para 223,2.

Ao contrário das últimas semanas, o aumento da contaminação teve reflexo no número de internados em leitos clínicos. Entre suspeitos e confirmados, houve um crescimento de 47% em apenas nove dias – 339 casos em 9 de maio para 521 em 18 de maio. O número de internados em UTIs por Covid-19 segue estável, fato já esperado devido à evolução natural da doença. No entanto, o GT Saúde espera aumento nas internações em UTIs nos próximos dias, sugerindo a avaliação pelos comitês regionais da utilização de máscaras em locais fechados. Como o Rio Grande do Sul também registra um elevado número de casos de outras doenças, entre elas a dengue, o aumento nas internações por covid-19 causa preocupação ao GT Saúde.

Para evitar o aumento do contágio, o governo estadual tem reforçado a importância de que a população busque a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Cerca de 79,7% da população residente no Rio Grande do Sul está com o esquema vacinal primário (duas doses) completo, mas apenas 50,4% tomou a dose de reforço, completando o esquema vacinal.

Todas as regiões do estado recebem avisos

Curitiba está entre as três cidades do Brasil que mais abriram empresas de TI

Setor registrou crescimento de 18,3% em 2021, impulsionando a busca por qualificação

Em 2021, a capital paranaense conquistou o título de cidade mais inteligente da América Latina com o Vale do Pinhão, o ecossistema de empreendedorismo e inovação

A tecnologia da informação (TI) foi o segundo segmento que mais cresceu no país em 2021. Nos últimos três anos foram abertos no Brasil 80,8 mil CNPJs de empresas de TI. Desses, 93,7% eram microempresas. São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte foram as cidades com o maior número de novos CNPJs em TI. Os dados são da plataforma de inteligência de vendas Cortex. A demanda por mão de obra especializada é uma das principais consequências desse crescimento. De acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor teve alta de 18,3% em 2021. A entidade aponta que a demanda por profissionais nas áreas de software e serviços de TI será de 800 mil vagas até 2025.

Na capital paranaense, a Datalege Consultoria Empresarial, fundada há três anos em razão da Lei Geral Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) percebe forte demanda por um novo perfil profissional: o DPO (Data Protection Officer) – ou encarregado de dados, responsável pela interface entre a empresa, os órgãos governamentais e os titulares dos dados pessoais. “O DPO já é uma função estratégica nas empresas. É um profissional que precisa ter bastante conhecimento na área de TI, mas também conhecer profundamente a legislação brasileira. Com isso, muitas pessoas que atuavam antes em setores como engenharia ou direito resolveram investir nessa carreira, atraídas principalmente pelos altos salários”, destaca Mario Toews, sócio-diretor e instrutor da empresa.

O salário médio desse profissional no Brasil é de R$ 19,6 mil, segundo o site Vagas.com, especializado em recrutamento profissional. O salário inicial está em R$ 16,6 mil e pode chegar a R$ 21,4 mil. Os valores estimulam a busca por formação especializada e em três anos a Datalege contabiliza mais de 500 profissionais no curso de DPO.

O especialista em negócios Diógenes Malaquias, CEO do Grupo Gether, uma holding com 13 empresas, destaca que a pandemia da Covid-19 acelerou o emprego de mais tecnologia por empresas de todos os setores. E a demanda por profissionais deve seguir crescendo em ritmo superior ao da oferta de mão de obra. Para Malaquias, pelo menos metade das vagas disponíveis permanecem abertas. “Falta programador no mercado. A gente está vivendo um assédio muito grande do mercado externo, humanamente impossível competir. E as empresas já estão tendo de formar um desenvolvedor lá na base, pois elas não conseguem mais contratar. A profissão de desenvolvedor hoje é o médico de 20 anos atrás. No desenvolvimento de software, cada ano que passa vai faltar mais ainda, por que a demanda está muito superior à oferta”, pontua.

Mercado curitibano
Em 2021, a capital paranaense conquistou o título de cidade mais inteligente da América Latina com o Vale do Pinhão, o ecossistema de empreendedorismo e inovação. De acordo com estimativas da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, a cidade conta com pelo menos 15 aceleradoras e incubadoras, 14 Centros de Pesquisa e Inovação e cinco universidades tecnológicas. Em toda a Região Metropolitana existem mais de 1,4 mil startups, segundo o Mapeamento das Startups Paranaenses 2020/2021. Além disso, dos 21 “unicórnios” – empresas de tecnologia avaliadas em mais de US$ 1 bilhão – brasileiros, três estão na capital paranaense: Ebanx, MadeiraMadeira e Olist.

Além do reconhecimento internacional, empreendimentos que surgiram nos últimos anos ajudaram a cidade a garantir o status de “ambiente favorável à inovação”. Em 2021, Curitiba foi escolhida como a cidade Mais Inteligente da América Latina (Latan Smart City Award), a Mais Empreendedora do País (Ranking Connected Cities) e seu Plano de Retomada Econômica foi eleito um dos seis mais inovadores do mundo (World Smart City Awards).

Quer saber mais sobre tecnologia?
Receba diariamente a newsletter do Grupo AMANHÃ. Faça seu cadastro aqui e, ainda, acesse o acervo de publicações do Grupo AMANHÃ.

Setor registrou crescimento de 18,3% em 2021, impulsionando a busca por qualificação

Construtora Porto5 lança Acqua+ Life Club, primeiro empreendimento em Porto Alegre

Empresa com sede em Pelotas utiliza tecnologia europeia mais sustentável e de rápida execução

Acqua+ Life Club é o 34º lançamento da Porto5, que já tem 16 empreendimentos entregues e mais de 8.500 unidades lançadas

Em processo de expansão em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, a Porto5 Empreendimentos anuncia sua entrada no mercado da construção civil de Porto Alegre com o residencial Acqua+ Life Club.A empresa, de Pelotas (RS), tem sociedade de empresários portugueses que trazem a expertise das construtoras Martlongo e Spintos, reconhecidas no mercado europeu pela utilização da metodologia “fast building” aplicada em suas obras, resultando num método mais limpo e rápido de construção.

O empreendimento da capital gaúcha terá investimento de R$ 120 milhões. O VGV [sigla de Valor Geral de Venda, ou seja, um valor calculado pela soma do valor potencial de comercialização de todas as unidades de um empreendimento] é estimado em R$ 210 milhões. A obra deve gerar 150 empregos. Esse será o 34º lançamento da Porto5, que já tem 16 empreendimentos entregues e mais de 8.500 unidades lançadas.

O Acqua+ Life Club é o nono residencial da linha Acqua+ da construtora. Para o novo residencial da capital, a linha Acqua foi aprimorada, buscando oferecer novos diferenciais aos moradores. O futuro empreendimento será construído na Zona Norte de Porto Alegre. A proposta é ofertar apartamentos compactos com infraestrutura e área de lazer de clube com espaços exclusivos à vida social e ao bem-estar dos moradores. O nome Acqua, dessa linha de construção da Porto5, tem as piscinas e as áreas de lazer como seus pontos fortes em termos de diferencial. O empreendimento terá três torres em formato de Y com apartamentos de dois dormitórios padrão. Cada torre tem 18 andares com 12 apartamentos por pavimento, totalizando 630 unidades, sendo 210 por torre.

O sistema de construção “fast building” utiliza formas metálicas que são montadas no local da obra e depois preenchidas com concreto, já com as instalações elétricas embutidas e com todas as esperas para instalações de água e esgoto. A retirada das formas ocorre em 14 horas após a concretagem, o que permite a repetição rápida e industrializada do processo. Esse sistema permite à empresa atingir tempos mais curtos, visto que cada conjunto de formas executa dois apartamentos por concretagem e o processo do início até a desforma dura um dia. A Porto5 aplica em suas obras o padrão construtivo europeu com diferenciais que proporcionam isolamentos térmico e acústico, como o capoto, além de outros acabamentos. Para garantir o padrão europeu às suas obras, a companhia tem um quadro de colaboradores portugueses, como mestres de obras, que chefiam as equipes.

Empresa com sede em Pelotas utiliza tecnologia europeia mais sustentável e de rápida execução

Monitor do PIB aponta crescimento de 1,5% no primeiro trimestre

Na passagem de fevereiro para março aumento foi 1,8%

Desempenho do PIB tem sido impulsionado pela normalização da atividade econômica ao que era antes da pandemia

O Monitor do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou aumento de 1,5% na atividade econômica no primeiro trimestre de 2022, na comparação com o quarto trimestre de 2021. Na passagem de fevereiro para março deste ano, o crescimento foi de 1,8%. Na comparação anual, o aumento do PIB ficou em 2,4% no trimestre e em 4,2% no mês.

A coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, avalia que o aumento se deve ao desempenho positivo dos serviços, que apresentam boa recuperação após o forte impacto sofrido durante os piores momentos da pandemia de Covid-19. “Dentre as atividades que compõem o setor, apenas as de outros serviços e de administração, educação e saúde pública ainda não haviam recuperado, no quarto trimestre de 2021, o nível de atividade pré-pandemia da Covid-19. Com o resultado do primeiro trimestre deste ano, a atividade de outros serviços ultrapassou o nível pré-pandêmico”.

Ele alerta que o desempenho do PIB tem sido impulsionado pela normalização da atividade econômica ao que era antes da pandemia, mas que este efeito está se esgotando e deve impactar na sustentabilidade do crescimento. De acordo com os dados da FGV, o consumo das famílias cresceu 3,4% no primeiro trimestre, na comparação interanual, puxado pelo consumo de serviços. As principais influências para o desempenho positivo foram os serviços de alojamento, alimentação e domésticos. Já o consumo de bens duráveis caiu 6,7%, o único com queda.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) teve crescimento de 1,5% no primeiro trimestre, em comparação ao mesmo trimestre de 2021. Desde o quarto trimestre do ano passado, a análise da taxa trimestral móvel apresenta queda no componente de máquinas e equipamentos, encerrando o período com retração de 4,8%. As quedas continuam disseminadas entre os segmentos de automóveis, máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos.

Comércio exterior
A exportação de bens e serviços subiu 9,6% no primeiro trimestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, com destaque para a exportação de serviços (14,7%), bens intermediários (14,3%) e produtos agropecuários (29,5%). Já a importação caiu 1,8% na mesma análise. Os serviços e a extrativa mineral tiveram bom desempenho, mas o resultado negativo foi puxado pela queda na importação de produtos agropecuários e industrializados. Em valores, a estimativa da FGV é que o acumulado do PIB no primeiro trimestre do ano some R$ 2,4 trilhões. A taxa de investimento no primeiro trimestre foi 18,4%, na série a valores correntes.

Com Agência Brasil

Na passagem de fevereiro para março aumento foi 1,8%