Archives 2022

Endividamento e inadimplência atingem maior patamar em 12 anos

Mais de 78% dos lares brasileiros estão endividados e 29% têm contas atrasadas

CNC revela que 22% dos brasileiros estão com mais da metade da renda comprometida com dívidas

A segunda metade de 2022 começou com 29% das famílias brasileiras com algum tipo de conta ou dívida atrasada. Esse é o maior percentual de inadimplência registrado desde 2010, quando a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) iniciou a apuração mensal, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Também o endividamento das famílias brasileiras chegou a 78% em julho, maior índice registrado nos últimos 12 anos. Houve aumento de 0,7 ponto percentual na comparação com o mês anterior e de 6,6 pontos percentuais em relação a julho do ano passado. O percentual de comprometimento da renda permanece no mesmo valor, em 30,4%, desde abril, mas 22% dos brasileiros estão com mais da metade dos rendimentos comprometidos com dívidas.

Em julho, a proporção daqueles que afirmaram não ter condições de pagar seus débitos já atrasados cresceu 0,1% em relação a junho. A maioria dos que permanecerão sem pagar contas ou dívidas já atrasadas de meses anteriores está entre os consumidores que não concluíram o ensino médio (13%), que também foram os que mais precisaram atrasar pagamentos no próprio mês de julho (33,3%). A dinâmica de aceleração do endividamento neste início de semestre ocorreu de forma semelhante nas duas faixas de renda pesquisadas. Para as famílias que recebem mais de 10 salários mínimos por mês, a contratação de dívidas voltou a subir (0,8%) depois de dois meses de redução. Entre os que recebem até 10 salários, o endividamento cresceu em 0,6%.

“As classes de despesas das famílias que ganham menos são justamente as que tiveram maiores aumentos recentes de preços, então elas acabam gastando uma parcela maior do orçamento para fazer frente ao aumento da inflação. Ou seja, as famílias com menor renda foram mais afetadas e aumentaram o endividamento, a despeito dos juros altos, para sustentar seu nível de consumo”, explica Izis Ferreira, economista da CNC, responsável pela pesquisa.

Queda das dívidas com cartão de crédito
Julho é o terceiro mês consecutivo com queda das dívidas de cartão de crédito (1,2% a menos em relação a junho), movimento verificado nos dois grupos de renda. Do total de endividados no país, 85,4% possuem dívidas no cartão de crédito, proporção que havia chegado a 88,8% em abril deste ano. Na comparação dos grupos de renda, desde fevereiro deste ano, a proporção de endividados no cartão de crédito está maior entre as famílias com mais de 10 salários mínimos, mas o indicador aproximou-se do observado para as famílias com renda inferior a esse valor. Os consumidores com até 35 anos de idade são os mais endividados (87,5%). “As famílias têm buscado alternativas de crédito mais baratas por conta dos juros elevados. Com isso, carnês de loja e crédito pessoal foram as modalidades que avançaram no endividamento, neste início de semestre, representando 18,8% e 9,2% do total de famílias com dívidas, respectivamente”, analisa Izis.

Outro destaque da pesquisa relacionada ao mês passado é a queda do número de financiamento de automóveis ou da casa própria. Em julho de 2021, 12,6% das famílias pagavam prestações de financiamento de carro e 9,7% de casas. Doze meses depois, esses percentuais caíram para 10,6% e 7,6%, respectivamente. O motivo para menor uso de crédito de longo prazo também é o crescimento dos juros, que aumentaram em média 5,8 pontos percentuais em um ano, para carros, e 2,8 pontos percentuais, no caso da aquisição de imóveis pelas pessoas físicas.

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Mais de 78% dos lares brasileiros estão endividados e 29% têm contas atrasadas

Stihl registra faturamento recorde no primeiro semestre

Vendas superaram o valor de R$ 1,8 bilhão

Empresa irá aumentar investimentos para ampliação de estruturas internas de armazenagem e produção

A Stihl registrou números recordes de faturamento no fechamento do  primeiro semestre deste ano. A companhia alcançou um crescimento de 18% no faturamento, em comparação com o mesmo período do ano passado, e o montante de R$ 1,8 bilhão líquido, maior valor já atingido nos primeiros seis meses na história da empresa no Brasil. As exportações possuem relevância neste resultado pois representam 48% do faturamento. Os principais equipamentos exportados foram motosserras, roçadeiras e sopradores, com destaque para os mercados dos Estados Unidos, China, índia, México e Colômbia.

“Registrar uma sequência crescente de resultados positivos, principalmente nos últimos dois anos, mediante todos os complexos desafios estabelecidos no mercado, justifica-se, especialmente, por uma razão: a Stihl não esperava essas turbulências, entretanto, mesmo assim, estava preparada para enfrentá-la por conta de uma gestão sólida e de investimentos constantes para melhoria e crescimento do negócio. Seguimos aumentando a capacidade de recursos ano após ano. Desde 2019 a Stihl Brasil investiu um montante superior a R$ 1,1 bilhão de reais, o que inclui o novo prédio do vestiário e da ferramentaria, anunciados em novembro de 2021 e com conclusão prevista para agosto deste ano. Desta forma, ampliamos a capacidade produtiva para atender ao mercado, acompanhar o crescimento das vendas e consequentemente, registrar resultados cada vez mais prósperos”, afirmou o presidente da empresa, Cláudio Guenther.

Neste segundo semestre, a Stihl irá investir na ampliação de duas estruturas do parque fabril. O prédio de Pesquisa e Desenvolvimento, para que seja possível desenvolver e exportar ainda mais tecnologia para o Grupo Stihl, uma vez que até 2024 a estrutura irá duplicar e teremos cerca de 150 engenheiros trabalhando na planta brasileira – atualmente são 60. E o Centro de Distribuição da matriz em São Leopoldo, contará com novo espaço de produção, para as novas linhas de montagem de produtos, o que aumentará os modelos de equipamentos produzidos no Brasil – entre as novidades, está o início da produção de lavadoras. Além disso, em novembro, está prevista a inauguração do novo Centro de Distribuição (CD) da empresa, localizado na cidade de Benevides (PA), que visa reduzir mais o tempo de entrega dos produtos, aprimorando a qualidade da logística e otimizando custos. A estrutura atenderá a Região Norte e parte do Nordeste do país, hoje atendidas pelo CD de Jundiaí.

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Vendas superaram o valor de R$ 1,8 bilhão

Exportações de calçados cresceram 64,8% até julho

Mercados latino-americanos têm sido determinantes para a dinâmica de crescimento das exportações do produto

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e julho, as exportações de calçados somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, que geraram US$ 763,4 milhões, incremento tanto em volume (+31,8%) quando em receita (64,8%) em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, quando foram embarcados 12 milhões de pares por US$ 111,8 milhões, o aumento é de 35,3% em pares e de 50,8% em receita na relação com o mesmo mês de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os mercados latino-americanos têm sido determinantes para a dinâmica de crescimento das exportações brasileiras de calçados. “O Brasil tem se beneficiado, no cenário de encarecimento do frete marítimo internacional, da proximidade logística com o grupo de países, que vem importando mais do Brasil e menos da Ásia”, conta o executivo, ressaltando que, entre janeiro e julho, as exportações para países da América Latina cresceram 76,3% em valor, e 39,3% em volume em relação ao mesmo período do ano anterior, portanto acima da média geral. “O grupo de países representou 44% dos pares exportados pelo Brasil nos sete primeiros meses do ano. Entre os 10 principais destinos, sete são da América Latina”, avalia Ferreira.

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos. Entre janeiro e julho, as exportações para lá somaram 13 milhões de pares, que geraram US$ 208,3 milhões, incrementos de 67,3% em volume e de 90,7% em receita na relação com o mesmo ínterim do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, foram embarcados para os Estados Unidos 1 milhão de pares por US$ 26,5 milhões, queda de 25% em volume e aumento de 24,9% em receita na relação com o mês sete de 2021.

Apesar da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) publicada no último dia 27 de junho alterando as condições de acesso ao mercado único de câmbio para pagamento de importações, que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias, o país vizinho segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 10,2 milhões de pares, que geraram US$ 109,8 milhões, aumentos tanto em volume (+66,8%) quanto em receita (+91%) em relação ao intervalo correspondente de 2021.

Segregando apenas o mês de julho, os embarques para a Argentina somaram 2 milhões de pares por US$ 19,1 milhões, aumentos de 94,2% em volume e de 105% em receita na relação com julho do ano passado. “Muito provavelmente eram negócios que já haviam sido realizados antes da resolução. Vamos aguardar os próximos meses para ter noção exata do efeito da medida. O certo é que o calçado brasileiro possui grande demanda naquele mercado”, explica Ferreira.

Mercados latino-americanos têm sido determinantes para a dinâmica de crescimento das exportações do produto

Inflação muda comportamento dos brasileiros

Uma em cada quatro pessoas não paga todas as contas no mês

Segundo a pesquisa da CNI, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens. De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas. Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos. Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de Covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

Com Agência Brasil

Uma em cada quatro pessoas não paga todas as contas no mês

Viação Garcia lança loja pioneira em transporte de passageiros no Metaverso

No evento “Metaverso Experience” os usuários terão acesso à loja online usando óculos 3D, para experimentar o conforto do ônibus

A direção do Grupo GBS, do qual a empresa faz parte junto com a Brasil Sul, Princesa do Ivaí e Londrisul, entende que será a primeira iniciativa no mundo dentro do setor de transporte rodoviário de passageiros, com a entrada nessa dinâmica de realidade virtual

Maior empresa de transporte rodoviário de passageiros do Sul, a paranaense Viação Garcia lança nesta terça-feira (26) uma loja virtual pioneira, durante o evento “Metaverso Experience”, que será realizado no WTC Eventos, em São Paulo. A direção do Grupo GBS, do qual a empresa faz parte junto com a Brasil Sul, Princesa do Ivaí e Londrisul, entende que será a primeira iniciativa no mundo dentro do setor de transporte rodoviário de passageiros, com a entrada nessa dinâmica de realidade virtual.

Os convidados farão uma experiência imersiva, “uma amostra do que está por vir”, diz a gerente de comunicação e marketing Juliana Quasne. Circulando pela loja online utilizando um óculos 3D, poderão fazer uma compra virtual e experimentar uma poltrona cabine, com cama reclinável e massageador, uma novidade que ainda será lançada na nova frota G8.

A loja no Metaverso promete possibilidades ilimitadas aos usuários. Utilizando-se de um avatar, o passageiro poderá ingressar em um ônibus da empresa por meio de imagens em 360 graus, conhecer detalhes do espaço interno, explorar o ambiente e comprar passagens. Também vai visitar virtualmente o Museu da Garcia e conhecer a história da empresa que, há quase um século, em 1934, transformou um caminhão Ford em uma jardineira, projetando os ônibus de hoje.

O Grupo GBS foi pioneiro no país na venda de passagens online, em disponibilizar Wi-fi nos ônibus e no lançamento do check-in digital, que consiste no embarque imediato do cliente sem a necessidade de retirar antecipadamente a passagem no guichê da rodoviária. A empresa também inovou ao aceitar criptomoedas para os pagamentos de passagens a partir de 2018 e, três anos depois, com a inclusão do pagamento por meio de Pix para compras pelo WhatsApp. Outro lançamento foi a criação da plataforma de streaming PlayOn, que viabiliza o acesso dos clientes a filmes e músicas em tablets e smartphones durante as viagens.

Inovar já não é tendência, mas necessidade. E é praticamente consenso: o cruzamento de uma experiência no Metaverso com o mundo real será a tônica das empresas a partir de agora. É uma nova experiência, diferente de tudo o que os consumidores têm vivido. As empresas começam a capitalizar negócios neste admirável mundo novo chamado de “pós-digital” – ao integrar o digital e o experiencial. Segundo Walter Longo, sócio fundador da Upper, não bastará às empresas a partir de agora ter “arma digital” como ferramenta de gestão, mas será necessária “alma digital”.

“É tempo de uma nova cultura e mentalidade”, explica. “O que muda a sociedade é o comportamento, e não a tecnologia. Estamos arranhando a superfície desse novo tempo”, declara o publicitário e especialista em Inovação e Transformação Digital, empreendedor digital, palestrante internacional e sócio-diretor da Unimark Comunicação, que promove o “Metaverso Experience”.

O evento reunirá os mais importantes nomes desse novo cenário. Além de Walter Longo, serão palestrantes Flávio Tavares, Bruno Perini, Felipe Santana, Paulo Vieira, Fernando Godoy. Haverá também a presença da atriz e cantora Cléo Pires, que vai proferir palestra sobre “Marcas e Influenciadores no Metaverso”. O comediante Marco Luque é quem dará o toque de descontração ao evento.

Segundo uma pesquisa do Kantar Ibope Media, 6% dos brasileiros (ou quase 5 milhões de pessoas) que usam internet já transitam por alguma versão do Metaverso. Uma das consultorias mais respeitadas do mundo, a Gartner, estima que até 2026 mais de 25% da população mundial acessará todos os dias, pelo menos por uma hora, algum Metaverso.

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No evento “Metaverso Experience” os usuários terão acesso à loja online usando óculos 3D, para experimentar o conforto do ônibus

Viação Garcia lança loja pioneira em transporte de passageiros no Metaverso

No evento “Metaverso Experience” os usuários terão acesso à loja online usando óculos 3D, para experimentar o conforto do ônibus

A direção do Grupo GBS, do qual a empresa faz parte junto com a Brasil Sul, Princesa do Ivaí e Londrisul, entende que será a primeira iniciativa no mundo dentro do setor de transporte rodoviário de passageiros, com a entrada nessa dinâmica de realidade virtual

Maior empresa de transporte rodoviário de passageiros do Sul, a paranaense Viação Garcia lança nesta terça-feira (26) uma loja virtual pioneira, durante o evento “Metaverso Experience”, que será realizado no WTC Eventos, em São Paulo. A direção do Grupo GBS, do qual a empresa faz parte junto com a Brasil Sul, Princesa do Ivaí e Londrisul, entende que será a primeira iniciativa no mundo dentro do setor de transporte rodoviário de passageiros, com a entrada nessa dinâmica de realidade virtual.

Os convidados farão uma experiência imersiva, “uma amostra do que está por vir”, diz a gerente de comunicação e marketing Juliana Quasne. Circulando pela loja online utilizando um óculos 3D, poderão fazer uma compra virtual e experimentar uma poltrona cabine, com cama reclinável e massageador, uma novidade que ainda será lançada na nova frota G8.

A loja no Metaverso promete possibilidades ilimitadas aos usuários. Utilizando-se de um avatar, o passageiro poderá ingressar em um ônibus da empresa por meio de imagens em 360 graus, conhecer detalhes do espaço interno, explorar o ambiente e comprar passagens. Também vai visitar virtualmente o Museu da Garcia e conhecer a história da empresa que, há quase um século, em 1934, transformou um caminhão Ford em uma jardineira, projetando os ônibus de hoje.

O Grupo GBS foi pioneiro no país na venda de passagens online, em disponibilizar Wi-fi nos ônibus e no lançamento do check-in digital, que consiste no embarque imediato do cliente sem a necessidade de retirar antecipadamente a passagem no guichê da rodoviária. A empresa também inovou ao aceitar criptomoedas para os pagamentos de passagens a partir de 2018 e, três anos depois, com a inclusão do pagamento por meio de Pix para compras pelo WhatsApp. Outro lançamento foi a criação da plataforma de streaming PlayOn, que viabiliza o acesso dos clientes a filmes e músicas em tablets e smartphones durante as viagens.

Inovar já não é tendência, mas necessidade. E é praticamente consenso: o cruzamento de uma experiência no Metaverso com o mundo real será a tônica das empresas a partir de agora. É uma nova experiência, diferente de tudo o que os consumidores têm vivido. As empresas começam a capitalizar negócios neste admirável mundo novo chamado de “pós-digital” – ao integrar o digital e o experiencial. Segundo Walter Longo, sócio fundador da Upper, não bastará às empresas a partir de agora ter “arma digital” como ferramenta de gestão, mas será necessária “alma digital”.

“É tempo de uma nova cultura e mentalidade”, explica. “O que muda a sociedade é o comportamento, e não a tecnologia. Estamos arranhando a superfície desse novo tempo”, declara o publicitário e especialista em Inovação e Transformação Digital, empreendedor digital, palestrante internacional e sócio-diretor da Unimark Comunicação, que promove o “Metaverso Experience”.

O evento reunirá os mais importantes nomes desse novo cenário. Além de Walter Longo, serão palestrantes Flávio Tavares, Bruno Perini, Felipe Santana, Paulo Vieira, Fernando Godoy. Haverá também a presença da atriz e cantora Cléo Pires, que vai proferir palestra sobre “Marcas e Influenciadores no Metaverso”. O comediante Marco Luque é quem dará o toque de descontração ao evento.

Segundo uma pesquisa do Kantar Ibope Media, 6% dos brasileiros (ou quase 5 milhões de pessoas) que usam internet já transitam por alguma versão do Metaverso. Uma das consultorias mais respeitadas do mundo, a Gartner, estima que até 2026 mais de 25% da população mundial acessará todos os dias, pelo menos por uma hora, algum Metaverso.

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Guia do Certificado Digital – O que é um certificado digital e para que serve?

Você sabe o que é um certificado digital e para que serve? O certificado digital é a identidade eletrônica de uma pessoa ou empresa. Ele funciona como uma carteira de identificação virtual e permite assinar documentos à distância com o mesmo valor jurídico da assinatura feita de próprio punho no papel, mas sem precisar reconhecer firma em cartório.

Neste conteúdo, você vai entender todos os detalhes que precisa saber sobre esse modelo de documento antes de adquirir o seu. Incluímos um infográfico, que serve como um guia do certificado digital — além de facilitar o entendimento e eventuais consultas posteriores. Confira abaixo as outras partes deste post e siga com a leitura!

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  • Como o certificado digital comprova a identidade de pessoas jurídicas e físicas?
  • Para que serve o certificado digital?
  • Quem precisa de certificado digital?
  • Quais são os tipos de certificado digital?
  • Como surgiu o certificado digital?
  • Como adquirir o certificado digital e usar?
  • Como fazer a renovação do certificado digital?
  • Como funciona a Central de Ajuda Serasa Experian?
Pessoa pensando
Como o certificado digital comprova a identidade de alguém?

A maneira como o certificado digital comprova a identidade de alguém ou de uma empresa é praticamente inviolável, sendo aceita legalmente. O sistema utiliza um par de chaves criptográficas que nunca se repete. São elas:

  • chave privada — serve para criptografar dados que atestam a identidade sobre a pessoa ou a empresa, seja para acessar um sistema, seja para assinar um documento eletrônico. Só conhece essa chave quem está autorizado a usar o certificado que a gerou;
  • chave pública — é compartilhada com quem precisa decodificar a criptografia das informações que atestam a identidade para que seja reconhecida e aceita. A chave pública só serve para decodificar o que foi criptografado usando a chave privada criada junto dela.

Para validar uma assinatura digital, o certificado vincula a ela um arquivo eletrônico com dados sobre a pessoa ou a empresa para atestar a quem ela pertence e que foi feita por quem pode utilizá-la legalmente.

Tanto a assinatura digital quanto esse arquivo são protegidos por criptografia pelo certificado digital, que precisa, obrigatoriamente, ter sido emitido por uma autoridade certificadora credenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação — ITI.

Em outras palavras, podemos dizer que a assinatura gerada pelos certificados digitais permite o acesso por meio da chave pública para validar a certificação, ou seja, conferir se ela é verdadeira, mas não oferecem a possibilidade de acesso irrestrito, protegendo os dados e evitando fraudes.

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Para que serve o certificado digital?

O certificado digital serve para assinar documentos digitalmente e ter acesso a sistemas eletrônicos restritos, principalmente de órgãos públicos na internet, como:

  • Receita Federal, por meio do Portal e-CAC;
  • br;
  • INSS;
  • e as juntas comerciais, dos estados e do distrito federal.

Na atualidade, ainda é importante mencionar que os certificados digitais são ferramentas indispensáveis para a digitalização de processos diversos. Afinal, a segurança é um dos gargalos para quem compra e negocia na internet. Para que empresas e consumidores possam fazer transações das mais diversas por meio eletrônico, é preciso desenvolver e aprimorar os mecanismos de segurança.

Por isso, os certificados digitais têm um papel fundamental na ampliação da oferta de serviços no ambiente virtual. Conforme aumenta a quantidade de certificados digitais emitidos e, portanto, o número de pessoas que podem utilizá-los, mais serviços tendem a ser disponibilizados. Isso significa que, em breve, poderemos economizar muito mais tempo e recursos, ao executar um número maior de tarefas sem precisar se deslocar.

Ele também comprova a identidade em sistemas virtuais integrados para realizar atividades profissionais de várias categorias. Veja abaixo algumas utilizações do certificado digital e os benefícios delas.

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1. Assinar documentos digitais

Os documentos eletrônicos assinados com certificado digital têm a mesma validade que documentos em papel assinados com firma reconhecida, proporcionando:

  • economia de insumos — evita o uso de papel e de tinta para a impressão;
  • comodidade — permite assinar de qualquer lugar, a qualquer momento e dispensa o reconhecimento de firma em cartório.

2. Acessar sistemas com dados restritos

Existem vários sistemas com informações confidenciais, principalmente de órgãos governamentais, que só podem ser acessados para enviar e receber informações ou alterar dados com a confirmação da identidade. Nesse caso, as vantagens são:

  • segurança — utiliza chaves criptográficas praticamente invioláveis para confirmar identidade;
  • comodidade — dispensa a necessidade de comparecer presencialmente;
  • agilidade — permite alterar informações rapidamente e evitar processos burocráticos demorados.

3. Trabalhar em sistemas virtuais

Profissionais de várias categorias podem comprovar a identidade para acessar informações e realizar atividades à distância em sistemas virtuais integrados usando certificados digitais específicos. Por exemplo:

  • e-Saúde — para profissionais de saúde assinarem prontuários eletrônicos, prescreverem medicamentos e emitirem atestados;
  • e-Jurídico para advogados acessarem remotamente processos e assinarem petições e procurações; e
  • e-Contador para contadores assinarem documentos e enviarem informações para órgãos públicos.

O trabalho com sistemas virtuais também tem benefícios com o uso do certificado digital, que são:

  • segurança — comprova a identidade para acessar pela internet sistemas com dados confidenciais;
  • agilidade — desburocratiza processos relativos ao setor;
  • comodidade — dispensa a necessidade de comparecer presencialmente;
  • economia de insumos — evita o uso de papel e de tinta para a impressão.

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Quem precisa de certificado digital?

Quase todas as empresas precisam ter certificado digital para se relacionarem com órgãos governamentais. Até dentro do próprio serviço público, algumas atividades só podem ser feitas com o uso desse meio de certificação.

Embora não seja obrigatório para empresas que têm até um empregado e optaram pelo regime tributário Simples Nacional, para microempreendedor individual (MEI) e para pessoa física, o certificado digital pode substituir documentos em papel e assinatura de próprio punho, desburocratizando e agilizando processos de forma segura.

Empresários também podem usar o e-CPF para assinarem documentos da empresa em seu próprio nome, como ocorre no caso do contrato social, por exemplo. Assim, procedimentos que só eram feitos presencialmente, podem ocorrer virtualmente na Junta Comercial e na prefeitura, desde que esses órgãos tenham implantado sistemas virtuais.

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1. Uso na empresa

Para que você tenha uma ideia mais clara das aplicações dos certificados digitais nas empresas, relacionamos algumas das atividades possíveis. São elas:

  • utilização do eSocial — sistema criado pelo Governo para unificar as informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), da declaração do Imposto de Renda retido na fonte (DIRF), do Sistema de Recolhimento do FGTS e informações à Previdência Social (SEFIP) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED);
  • emissão de nota fiscal eletrônica — o certificado digital é necessário para emitir nota fiscal eletrônica, exceto para a empresa que pode utilizar nota fiscal avulsa eletrônica (NFA—e), de acordo com a legislação vigente em cada estado e cidade;
  • utilização do e-CAC — possibilita usar os serviços disponíveis no portal do Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal;
  • realização de outros compromissos fiscais — por exemplo, por meio do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex);
  • autenticação de site e comércio eletrônico — um certificado SSL (Secure Sockets Layer) permite estabelecer comunicação criptografada segura entre um programa usado por alguém para navegar na internet e um site. O tipo DV é para sites que não captam dados sensíveis do usuário. O tipo OV é para empresas e lojas virtuais de pequeno porte que captam dados sensíveis dos usuários. Já o tipo EV é para empresas e lojas virtuais de grande porte que captam dados sensíveis do usuário.

2. Uso por profissionais liberais

Profissionais liberais também podem usar o certificado digital. Eles utilizam versões específicas para cada profissão. Como as descritas abaixo.

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2.1. Certificado digital para profissional de saúde

Esse certificado permite assinar digitalmente prescrições médicas ou atestados gerados no computador (conforme estabelecido na portaria nº 467 do Ministério da Saúde, de 20 de março de 2020, que regulamenta a telemedicina), além de assinar prontuários e laudos eletrônicos em hospitais ou clínicas que adotam o prontuário eletrônico do paciente (PEP).

A área da saúde abrange 14 categorias profissionais, como médicos, assistentes sociais, biólogos, terapeutas ocupacionais e veterinários, que podem se beneficiar do certificado digital.

2.2. Certificado digital para advogado

certificado para advogados possibilita que o profissional inscrito na OAB possa assinar, por exemplo, petições, pareceres, procurações e contratos, além de acessar processos remotamente e comunicar-se com a Receita Federal — inclusive para envio e acompanhamento de declaração de Imposto de Renda.

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2.3. Certificado digital para contador  

Com o seu certificado profissional, os contadores podem enviar com segurança informações para órgãos públicos. Elas são necessárias para o gerenciamento de todas as atividades contábeis, trabalhistas, econômicas, patrimoniais e tributárias de pessoas jurídicas ou de pessoas físicas.

Quando um contador faz a declaração de Imposto de Renda de um cliente, por exemplo, ele preenche um campo com seu nome, indicando o responsável pela declaração, e precisa assiná-la eletronicamente, para comprovar sua identidade.

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3. Uso para pessoas físicas

Pessoas físicas também usam o certificado digital em várias atividades. Na maioria dos casos elas não são obrigatórias, mas poupam tempo e recursos, além de aumentar a segurança. Alguns exemplos são:

  • certificado digital para assinatura digital de documentos — faz com que a assinatura tenha validade jurídica, tornando desnecessário imprimir documentos e reconhecer firma em cartório;
  • certificado digital para utilização de sistemas do Governo na internet — permite acessar e utilizar sistemas da administração pública na internet com mais segurança, como o eSocial pelo empregador doméstico e os serviços da Receita Federal do Brasil.

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Quais são os tipos de certificado digital?

Existem duas categorias principais de certificado digital, o tipo A e o tipo S. O primeiro serve para identificar o assinante, confirmar que o documento não foi adulterado e autenticar uma operação.

O segundo tem como objetivo garantir sigilo para informações, criptografando-as para que só possam ser acessadas por quem for autorizado. Ele pode ser usado, por exemplo, para enviar um e-mail com conteúdo sigiloso, evitando que pessoas não autorizadas tenham acesso à informação enviada.

Diferenças dos Certificados Digitais A1 e A3

Diferenças dos Certificados Digitais A1 e A3

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O mais utilizado é o certificado digital tipo A, principalmente o A1 e o A3. O que os diferencia é a validade, 1 e 3 anos, respectivamente, e a forma como as chaves criptográficas são geradas e armazenadas. Além disso, existem vários modelos de certificados digitais tipo A para uso empresarial, profissional e pessoal, tais como:

    • e-CPF — para assinatura em nome de uma pessoa física;
    • e-CNPJ — para uso da empresa;
    • NF-e— usado para emitir notas fiscais, sem que o usuário autorizado a usá-lo possa fazer qualquer outro procedimento em nome da empresa;
    • e-Saúde — para profissionais de saúde;
    • e-Jurídico — para advogados;
    • e-Contador — para contadores.
Como surgiu o certificado digital?

O certificado digital foi criado devido à necessidade de garantir a segurança e a integridade de informações enviadas e recebidas pela internet, dando suporte ao processo de transformação digital que ocorre em todo o mundo.

No Brasil, a Medida Provisória n° 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira  ICP Brasil — para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras.

A ICP-Brasil é uma infraestrutura pública operada e supervisionada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Ele é a Autoridade Certificadora Raiz (AC-Raiz) que credencia, descredencia, fiscaliza e audita os demais participantes da cadeia.

Depois dela vêm as Autoridades Certificadoras (ACs), que são responsáveis pela emissão, distribuição, renovação e revogação dos certificados digitais. O ITI também é o encarregado de certificar os equipamentos criptográficos, normatizar o setor e combater fraudes.

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Como adquirir certificado digital e usar?

Neste tópico, elaboramos um passo a passo sobre como adquirir um certificado digital e utilizá-lo. Seja qual for o modelo que você precisa e a Autoridade Certificadora escolhida, será preciso seguir essas etapas, pois elas respeitam as normas de regulação, elaboradas para garantir a segurança do sistema IPC Brasil.

Os passos abaixo dão uma visão geral do objetivo dos principais modelos e das características dos principais tipos, bem como sobre a aquisição e o uso deles. Confira!

1.     COMO ADQUIRIR – escolha o modelo do certificado digital
Cada modelo é adequado à natureza jurídica de quem terá a identidade comprovada por ele e ao objetivo do uso. Existem vários modelos de certificado digital, por exemplo:

  • e-CNPJ — identidade digital de pessoas jurídicas, é atrelado ao CNPJ;
  • e-CPF — versão digital do cadastro de pessoa física.
  • e-MEI — identidade digital para microempreendedores individuais;
  • NF-e — certificado digital para emissão de notas fiscais eletrônicas;
  • e-Saúde — identidade digital para profissionais de saúde;
  • e-Jurídico — identidade digital para advogados inscritos na OAB;
  • e-Contador — identidade digital para contadores;
2. COMO ADQUIRIR – escolha o tipo do certificado digital
Existem dois tipos mais usados na maior parte dos modelos. São eles:

  • certificado digital A1, que é instalado e armazenado diretamente em um computador, e a validade é sempre de um ano;
  • certificado digital A3, que é armazenado em token ou smartcard, podendo ter validade de um, dois ou três anos.

Você deve escolher o mais adequado de acordo com a necessidade de uso. É importante checar a compatibilidade do certificado digital com o sistema operacional e o tipo de dispositivo onde ele será utilizado. Para obter essa informação, consulte o fornecedor do sistema ou do serviço que precisa utilizar.

3. COMO ADQUIRIR – escolha de quem adquirir certificado digital
Existem várias entidades certificadoras credenciadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) que podem emitir certificados digitais. A Serasa Experian é uma delas.O processo de emissão é simples e ágil, com toda a confiabilidade dos serviços Serasa e de acordo com os procedimentos determinados pela nossa legislação.
4. COMO ADQUIRIR – compre e faça a validação do certificado digital
Após a confirmação de pagamento, será agendada a validação que, dependendo do caso, é presencial ou por videoconferência. Essa fase é obrigatória para a emissão do certificado. Nela, você apresentará a documentação exigida e será feita a coleta e registro dos dados biométricos, como foto e impressões digitais.
5. COMO USAR – instale o certificado digital
Tanto para o certificado digital A1 quanto para o certificado digital A3, a instalação é muito simples e tem poucos passos, mas lembre-se de anotar a senha cadastrada, pois ela é irrecuperável. Além disso, fique de olho no seu e-mail, pois as orientações de instalação são enviadas por meio dele.
6. COMO USAR – assine um documento digitalmente
Com o certificado digital, você pode inserir a sua assinatura virtual tanto em documentos no formato PDF usando o Adobe Reader (programa gratuito para ler arquivos em PDF) quanto em documentos criados com programas de edição de texto, como o Word e o BrOffice.Todos esses programas têm ferramentas para inserir a assinatura digital usando o certificado que você tiver. Também elaboramos um tutorial completo para esse caso que informa tudo o que você precisa saber para executar o processo.
7. COMO USAR – acesse um sistema restrito com o seu certificado digital
Sistemas eletrônicos que têm informações sigilosas, principalmente os da administração pública, podem exigir a utilização de um certificado digital para serem acessados. Por exemplo:

  • o eSocial, que é o é o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas;
  • o e-CAC, que é o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal.

Basta selecionar a opção de acesso com certificado digital na página inicial deles na internet usando o computador onde o seu está instalado.

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Como fazer a renovação do certificado digital?

Caso você já tenha um certificado com dados biométricos cadastrados, software ou mídia física, a Serasa Experian e outras Autoridades Certificadoras permitem que você faça a renovação do certificado digital integralmente pela internet.

Existem dois tipos de renovação, que podem variar conforme o tipo do certificado e se ele ainda está ou não dentro do prazo de validade. São eles:

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Como funciona a Central de Ajuda Serasa Experian?

Se você ainda ficou com alguma dúvida, veja respostas para dúvidas frequentes sobre certificado digital da Serasa Experian. Elas também podem ajudar você mesmo que tenha um certificado de outra Autoridade Certificadora. Nossa Central de Ajuda responde a várias questões sobre temas diversos, tais como:

  • agendamento de emissão de certificado digital;
  • instalação do certificado digital;
  • utilização do certificado digital;
  • renovação do certificado digital.

Por fim, a Serasa Experian é uma empresa líder em serviços de informação com mais de 50 anos no mercado e a primeira Autoridade Certificadora do Brasil. Temos como compromisso oferecer o melhor serviço, com melhor custo e experiência para nossos clientes.

Gostou do nosso guia? Então, aproveite a visita e compre agora um certificado digital Serasa Experian.

Google estuda usar materiais cerâmicos na linha Pixel

O Google estaria estudando incorporar materiais cerâmicos com seus futuros smartphones da linha Pixel, de acordo com um rumor na mídia americana.

Mountain View também pode fechar uma parceria com a Foxconn para fabricar seu Pixel mais caro e um modelo de telefone dobrável Pixel na China. 

As novidades destacam uma possível mudança na forma como o Buscador vem produzindo seus aparelhos, o que poderia tirar operações de fabricação do Vietnã.

Um outro rumor recente aponta que o Pixel poderia ganhar uma carcaça de cerâmica e uma evolução do chipset Tensor para a sua segunda geração e tela 2k.

Construir futuros aparelhos com materiais cerâmicos é uma surpresa para a indústria – que poderia fazer os fabricantes abandonarem os tradicionais componentes de vidro e plástico.

O Google estaria estudando incorporar materiais cerâmicos com seus futuros smartphones da linha Pixel, de acordo com um rumor na mídia americana. Mountain View também pode fechar uma parceria com a Foxconn para fabricar seu Pixel mais caro e um modelo de telefone dobrável Pixel …

Tech Road estuda implantar assessoria para governança

Grupo promoveu um encontro de integração entre os ecossistemas da região em Florianópolis

A série de encontros em Florianópolis também marcou o início de uma articulação com as regionais do Sebrae na região

A Tech Road – união de Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Joinville e Porto Alegre que visa promover e atrair investimentos e eventos em inovação e tecnologia para o Sul – estuda ter uma assessoria especializada em governança. O programa poderá ter o apoio do escritório Martinelli Advogados. O tema foi debatido nesta semana em uma série de reuniões dos integrantes da Tech Road na capital catarinense. O grupo promoveu um encontro de integração entre os ecossistemas da região na quinta-feira (4) no lounge do Floripa Conecta no Startup Summit 2022. No total, 70 pessoas compareceram.

“Uma das coisas que definimos é que o Tech Road é uma política de Estado. Não é uma política de governo. Portanto, as prefeituras querem começar o processo, mas aos poucos, a intenção é migrar a gestão para o próprio ecossistema em inovação, até para não ficar personalizado em quem iniciou o processo”, explica Juliano Pires, secretário de turismo, tecnologia e desenvolvimento econômico de Florianópolis. “Agora iniciamos a articulação com os ecossistemas, pois a intenção da Tech Road é unir todas as hélices da inovação, setores público, privado, universidades e sociedade civil”, antecipa o diretor de relações internacionais de Porto Alegre, Ricardo Sondermann.

A Tech Road passou a contar com o apoio da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate). “A iniciativa é bastante ousada e disruptiva, mas fundamental para aumentar o potencial do país. Com certeza, a Acate contribuirá com o programa”, destacou Diego Ramos, vice-presidente da associação. Itamir Viola, idealizador do maior evento de inovação aplicada aos negócios do Brasil, o Viasoft Connect, também prestigiou o evento. “Trabalhar com o mesmo propósito aumenta a possibilidade de expansão da economia regional e a atração de investimentos. Isso também nos ajudará a reter talentos no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul”, avalia o empresário de Pato Branco (PR).

A série de encontros também marcou o início de uma articulação com as regionais do Sebrae na região. O objetivo é fazer com que a entidade que apoia e fomenta a criação, a expansão e a modernização das micro e pequenas empresas também se junte ao ecossistema integrado da Tech Road.

Grupo promoveu um encontro de integração entre os ecossistemas da região em Florianópolis

Tech Road terá assessoria para governança

Iniciativa terá o apoio do escritório Martinelli Advogados

A série de encontros em Florianópolis também marcou o início de uma articulação com as regionais do Sebrae na região

A Tech Road – união de Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Joinville e Porto Alegre que visa promover e atrair investimentos e eventos em inovação e tecnologia para o Sul – passará a contar com assessoria especializada em governança. O programa será apoiado pelo escritório Martinelli Advogados. A parceria foi fechada nesta semana em uma série de reuniões dos integrantes da Tech Road na capital catarinense. O grupo promoveu um encontro de integração entre os ecossistemas da região na quinta-feira (4) no lounge do Floripa Conecta no Startup Summit 2022. No total, 70 pessoas compareceram.

“Será fundamental trabalhar em sinergia com uma gestão de governança sólida desde o início, pois se não tivermos esse apoio, as chances de sucesso da iniciativa serão menores”, avalia Paulo Krauss, diretor da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação. Na oportunidade, ele apresentou o sucesso do Vale do Pinhão, movimento do ecossistema de inovação da capital paranaense, criado pela administração municipal em 2017. “Uma das coisas que definimos é que o Tech Road é uma política de Estado. Não é uma política de governo. Portanto, as prefeituras querem começar o processo, mas aos poucos, a intenção é migrar a gestão para o próprio ecossistema em inovação, até para não ficar personalizado em quem iniciou o processo”, explica Juliano Pires, secretário de turismo, tecnologia e desenvolvimento econômico de Florianópolis. “Agora iniciamos a articulação com os ecossistemas, pois a intenção da Tech Road é unir todas as hélices da inovação, setores público, privado, universidades e sociedade civil”, antecipa o diretor de relações internacionais de Porto Alegre, Ricardo Sondermann.

A Tech Road passou a contar com o apoio da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate). “A iniciativa é bastante ousada e disruptiva, mas fundamental para aumentar o potencial do país. Com certeza, a Acate contribuirá com o programa”, destacou Diego Ramos, vice-presidente da associação. Itamir Viola, idealizador do maior evento de inovação aplicada aos negócios do Brasil, o Viasoft Connect, também prestigiou o evento. “Trabalhar com o mesmo propósito aumenta a possibilidade de expansão da economia regional e a atração de investimentos. Isso também nos ajudará a reter talentos no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul”, avalia o empresário de Pato Branco (PR).

A série de encontros também marcou o início de uma articulação com as regionais do Sebrae na região. O objetivo é fazer com que a entidade que apoia e fomenta a criação, a expansão e a modernização das micro e pequenas empresas também se junte ao ecossistema integrado da Tech Road.

Iniciativa terá o apoio do escritório Martinelli Advogados

Produção de veículos em julho é a maior desde novembro de 2020

Média diária de vendas é a melhor deste ano

Foram 218.950 veículos produzidos, alta de 7,5% sobre junho e de 33,4% sobre julho de 2021, quando a crise global dos semicondutores surpreendia a indústria em geral

Mesmo com a paralisação momentânea de quatro fábricas ao logo do mês, julho teve o nível mais alto de produção desde novembro de 2020. Foram 218.950 veículos produzidos, alta de 7,5% sobre junho e de 33,4% sobre julho de 2021, quando a crise global dos semicondutores surpreendia a indústria em geral. No acumulado do ano, as 1,3 milhão de unidades produzidas já estão no mesmo patamar do mesmo período de 2021, de acordo com levantamento estatístico da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

“Havia, e ainda há, muitos veículos incompletos nos pátios das montadoras, apenas à espera de determinados itens eletrônicos. Esses modelos só entram na estatística de produção quando são totalmente finalizados, o que vem ocorrendo com maior frequência, e isso explica essa melhora no fluxo de produção nos últimos três meses. Ainda temos restrições de insumos e logística, como mostram essas paradas de fábrica, mas estamos recebendo mais semicondutores do que no ano passado e do que no primeiro trimestre deste ano”, explicou o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite.

As vendas em julho foram de 181.994 unidades, segundo melhor mês do ano, atrás apenas de maio. Mas se consideradas as vendas por dia útil, julho teve a maior média de 2022, com 8,7 mil unidades licenciadas por dia, ante 8,5 mil de maio e junho. Na comparação do total de vendas internas em julho, houve avanço de 2,2% sobre o mês anterior e de 3,7% sobre julho de 2021. No acumulado do ano, a defasagem ainda é de 12%, com 1,1 milhão de emplacamentos. Em julho, foram exportados 41,9 mil autoveículos, 11,4% a menos que em julho e 76,3% a mais que em julho de 2021. No total do ano, o volume de 288 mil unidades supera em 28,7% o resultado de igual período do ano passado.

A exportação se mantém num bom patamar, mas teve um pequeno recuo em julho, após três meses seguidos de crescimento. O resultado é creditado à crise financeira na Argentina, cujo governo vem limitando a saída de dólares do país. Embora o Brasil tenha aumentado sua presença em importantes mercados da América Latina, a Argentina ainda responde por 30% dos embarques de veículos nacionais.

Redução no IPI de automóveis
A Anfavea também comemorou a inclusão dos automóveis de passageiros na nova etapa de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passou a vigorar desde o início deste mês. Com isso, a redução do IPI para essa categoria de veículos subiu de 18,5% para 24,75% sobre as alíquotas praticadas antes da primeira redução, do dia 1º de março. Ao contrário de picapes, furgões e vans, os automóveis e SUVs haviam ficado de fora da segunda redução, para 35%, praticada no dia 29 de abril, e que também contemplou vários outros setores industriais. Da mesma forma que ocorreu na redução de março, os veículos que já estão na rede de concessionários, mas ainda não foram vendidos, poderão ser refaturados com a nova alíquota de IPI. “Foi uma decisão sensata do governo federal, em especial do Ministério da Economia, no sentido de ataque ao Custo Brasil e da busca de uma carga tributária mais compatível com a de outros países produtores de veículos”, declarou Leite.

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Média diária de vendas é a melhor deste ano

Poupança tem retirada líquida de R$ 12,6 bilhões em julho

Volume de saques é o maior registrado para o mês

O aumento dos juros foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação, provocando a fuga de alguns investidores

A aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros continua a enfrentar a fuga de recursos. Em julho, os brasileiros sacaram R$ 12,6 bilhões a mais do que depositaram na caderneta de poupança, informou o Banco Central (BC). Essa foi a maior retirada líquida (saques menos depósitos) registrada para meses de julho desde o início da série histórica, em 1995. A poupança acumula retirada líquida de R$ 63,1 bilhões até julho. Esse é o maior volume para o período desde 1995.

Em 2022, a caderneta registrou captação líquida (mais depósitos que saques) apenas em abril, quando o fluxo ficou positivo em R$ 3,5 bilhões. Nos demais meses, as retiradas superaram os depósitos, num cenário de alta da inflação e do endividamento, combinado com rendimentos mais baixos por causa dos aumentos da taxa Selic (juros básicos da economia), que tornam outras aplicações de renda fixa mais atraentes. Em 2020, a poupança registrou captação líquida (depósitos menos saques) recorde de R$ 166,3 bilhões. Contribuiu para o resultado a instabilidade no mercado de títulos públicos no início da pandemia de Covid-19 e o pagamento do auxílio emergencial, que foi depositado em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.

No ano passado, a poupança registrou retirada líquida de R$ 35,5 bilhões. A aplicação foi pressionada pelo fim do auxílio emergencial, pelos rendimentos baixos e pelo endividamento maior dos brasileiros. A retirada líquida – diferença entre saques e depósitos – só não foi maior que a registrada em 2015 (R$ 53,5 bilhões) e em 2016 (R$ 40,7 bilhões). Naqueles anos, a forte crise econômica levou os brasileiros a sacarem recursos da aplicação.

Rendimento
Até recentemente, a poupança rendia 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia). Desde dezembro do ano passado, a aplicação passou a render o equivalente à taxa referencial (TR) mais 6,17% ao ano, porque a Selic voltou a ficar acima de 8,5% ao ano. Atualmente, os juros básicos estão em 13,75% ao ano. O aumento dos juros, no entanto, foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação, provocando a fuga de alguns investidores.

Nos 12 meses terminados em julho, a aplicação rendeu 6,2%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 11,39%. O IPCA cheio de julho será divulgado no próximo dia 9 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Com Agência Brasil

Volume de saques é o maior registrado para o mês

Morre em São Paulo, Jô Soares, aos 84 anos

Apresentador e humorista estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 28 de julho. Causa da morte não foi divulgada.

O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, onde deu entrada para tratar de uma pneumonia.

A causa da morte não foi divulgada. O enterro e velório serão reservados à família e aos amigos, em data e local ainda não informados.

O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês.

“Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social.

 

Humor como marca registrada

Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor… –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso.

“Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre”, afirmou em depoimento ao site Memória Globo.

Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016.

Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes.

 

Adolescência na Suíça

José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”.

“Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.”
Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.”

Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos.

“Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos.”

 

Volta para o Brasil

Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. “Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente”, lembrou.

O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga.

A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental.

Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo.

Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record.

“Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos.

A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”.

O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias.

Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV”. “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.”

 

Trajetória na Globo

Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo.

Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto “Casseta & Planeta”, de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou.

Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite.

Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”.

“O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil”, dizia.
“Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo.”
Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”).

Talk-show

Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora.

“No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo… Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]”, admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show “Jô Soares onze e meia” rendeu mais de 6 mil entrevistas.

“E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso”, aponta o Memória Globo.

“Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô.
Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”.

“Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo.”
Literatura e teatro

Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas.

Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”.

Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi “O astronauta sem regime” (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em “O Globo”. O romance “O Xangô de Baker Street” (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram “O homem que matou Getúlio Vargas” (1998), “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras” (2005) e “As esganadas” (2011).

No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007).

Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006).

De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976).

‘Hipocondríaco de doenças exóticas’

Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor.
“Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou.

“O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável.”

UniSuper inaugura a 13ª loja em Canoas neste mês

Rede fechará o ano com investimento total de R$ 17 milhões em novas operações

Em agosto, a marca abrirá o seu 13º supermercado em Canoas, o terceiro no bairro Mathias Velho, ampliando a presença na cidade que detém o maior número de empreendimentos da rede

Após a inauguração da sua nona loja em Porto Alegre – e quarta na região do 4° Distrito –, no mês passado, a Rede UniSuper já prepara o próximo passo da sua expansão. Em agosto, a marca abrirá o seu 13º supermercado em Canoas, o terceiro no bairro Mathias Velho, ampliando a presença na cidade que detém o maior número de empreendimentos da rede. Com esta unidade, o grupo chegará a 27 lojas próprias – além das 12 licenciadas – e fechará o ano com investimento total de R$ 17 milhões em novas operações.

“Este supermercado seguirá o mesmo padrão apresentado no 4° Distrito, em Porto Alegre. O foco é oferecer ainda mais serviço ao cliente, como, por exemplo, refeições rápidas para levar ou serem consumidas no local, frutas frescas e prontas para o consumo, uma linha de queijos especiais e um açougue completo com área de atendimento e autosserviço”, afirma o presidente da Rede UniSuper, Sandro Formenton.

Na nova operação vão trabalhar 60 pessoas em postos diretos, mas a expectativa é de que, para cada nova oportunidade, outras quatro se agreguem à cadeia, como entregadores, fornecedores e prestadores de serviços. Seguindo o padrão da loja modelo recém-inaugurada em Porto Alegre, o novo endereço no bairro Mathias Velho terá estacionamento para mais de 50 vagas, um açougue com carnes selecionadas, um hortifruti com frutas e legumes sempre frescos e a padaria que já é uma referência na rede.

A abertura de supermercados neste padrão marca um novo momento da UniSuper, que se consolidou como rede em agosto do ano passado após um processo de fusão e reorganização societária. Com este movimento, a companhia foi reconhecida no Ranking 2021 da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) na categoria maior crescimento de R$ 500 milhões a R$ 700 milhões. “A inauguração da nossa terceira loja no bairro mais populoso de Canoas reforça a nossa identidade, que é estar muito presente na vizinhança de nossos clientes, nas suas comunidades e nas suas vidas, como a opção escolhida por quem busca qualidade e economia”, contextualiza Formenton.

Rede fechará o ano com investimento total de R$ 17 milhões em novas operações

Morre Jô Soares, uma das figuras públicas mais inteligentes do mundo, veja a lista dos 10 mais

Ele fazia parte da lista das 15 figuras públicas vivas mais inteligentes do mundo. Eram três brasileiros na lista

O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, Jô também era um dos homens mais inteligentes da história do país e estava na lista das 3 figuras públicas vivas com maior QI comprovado através de testes. Segundo dados de uma pesquisa divulgada na imprensa.

O apresentador e humorista estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 28 de julho. A causa da morte não foi divulgada.

Quem são as figuras públicas vivas mais inteligentes do mundo. 

Conheça na lista a seguir 15 nomes cujos QIs foram testados e comprovados por distintos testes de inteligência com diferentes pontuações. Os dados são baseados em pontuações em testes comprovados e alguns fazem parte de sociedades de alto QI em que para fazer parte são necessários testes válidos.

1. Bill Gates (1955-) –  Empresário, inventor e magnata (Estados Unidos) – 160 pontos de QI (99,9 de percentil)a

Fundou junto com Paul Allen a Microsoft, a maior e mais conhecida empresa de software do mundo em termos de valor de mercado.

2. Christopher Hirata (1982-) – Cosmólogo e astrofísico (Estados Unidos) – 225 pontos de QI, sua pontuação não tem confirmação definida, podendo ser abaixo da declarada (99,9 de percentil)

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Aos 13 anos, ganhou a medalha de ouro em 1996 na Olimpíada Internacional de Física.  Estudou física na Caltech dos 14 aos 18 anos, graduando-se como bacharel em 2001. Fez pesquisas aos 16 anos para o JPL sobre a colonização de Marte e recebeu seu PhD sob a supervisão de Uroš Seljak em 2005 da Universidade de Princeton em Astrofísica (tese: Teoria de Lente Gravitacional Fraca e Análise de Dados). De 2005 a 2007, ele foi professor visitante no Institute for Advanced Study. De 2006 a 2012, foi professor assistente e, em seguida, professor titular na Caltech antes de se mudar para a Ohio State University. Atualmente é professor do Centro de Cosmologia e Física das AstroPartículas da OSU (CCAPP).

3. Fabiano de Abreu Agrela (1981-) – Jornalista, PhD neurocientista, mestre em psicologia, psicanalista, filósofo, antropólogo, biólogo (Brasil e Portugal) – 188 pontos de QI (99,9 de percentil)

Nascido no Brasil e filho de imigrantes europeus, detém o recorde internacional na criação de personagens como jornalista, tem 8 descobertas na ciência e é um dos maiores especialistas em estudos sobre inteligência. Apresentou 155 pontos em testes com desvio padrão 15 e 188 pontos com desvio padrão 24 (base de cálculo). Ele é membro de 4 sociedades de alto QI, High IQ, Mensa International, Intertel e Triple Nine Society, esta última a mais restrita do mundo, só aprovando pessoas com 99,9 de percentil.

4. Frank Lampard (1978-) – Técnico e ex-jogador de futebol (Inglaterra) – 160 pontos de QI (99,9 de percentil)a

Considerado um dos maiores futebolistas de todos os tempos, Lampard foi também um dos maiores ídolos da história do clube inglês Chelsea.

5. Garry Kasparov (1963-) – Escritor e político (Rússia) – 190 pontos de QI (99,9 de percentil)a

O mais jovem campeão mundial de xadrez é considerado o melhor jogador de todos os tempos. Já foi candidato a presidente da Rússia.

6. Marilyn von Savant (1946-) – Escritora (Estados Unidos) – 228 pontos de QI (99,9 de percentil)a

Marilyn já foi citada no Livro Guinness dos Recordes como a mulher mais inteligente do mundo. Ela foi a única da história da revista já que, a revista alega que os testes não têm um padrão de pontos, por isso, é inviável manter a avaliação deste recorde.

7. Roger Rocha Moreira (1956-) – é um músico brasileiro, conhecido por ser o principal idealizador, compositor, guitarrista e vocalista da banda de rock Ultraje a Rigor, além de fazer parte do late-night talk show The Noite com Danilo Gentili. – 172 pontos de QI (99,9 de percentil)

Cursou o primeiro grau (primário e ginásio) no Liceu Pasteur e o segundo grau (colegial) no Colégio Objetivo. Na Universidade Presbiteriana Mackenzie, cursou até o terceiro ano de Arquitetura, porém, é formado em Língua inglesa pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos e frequentou o Conservatório Dramático e Musical, o Conservatório Musical Brooklin Paulista, o Clam e a Fundação das Artes de São Caetano do Sul, tendo habilidade com a guitarra e a flauta. Roger é membro da Mensa, sociedade de pessoas de alto QI.

8. Jô Soares (1954 – 2022) – José Eugênio é um humorista, apresentador de televisão, escritor, dramaturgo, diretor teatral, ator e músicobrasileiro. Apresentou de 1988 a 1999 o Jô Soares Onze e Meia no SBT e de 2000 a 2016 o Programa do Jô na Globo – 156 pontos de QI (99,9 de percentil).

O apresentador e humorista Jô Soares também tem um QI de gênio. Além de ser muito talentoso ao atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro.

9. Terence Tao (1975 -) – Matemático (Austrália e China) – 230 pontos de QI (99,9 de percentil)

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Professor de matemática na Universidade da Califórnia em Los Angeles. Aos nove anos, ele já tinha aulas de matemática de nível superior, e, aos 20, recebeu o título de Doutor da Universidade de Princeton.

10. Kim Ung-yong (1962 -) – Engenheiro (Coréia do Sul) – 210 pontos de QI (99,9 de percentil)

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Kim foi um estudante convidado de física na Universidade Hanyang dos 4 aos 5 anos de idade, sendo aos 8, convidado pela NASA para terminar seus estudos nos Estados Unidos. Fez doutorado em física pela Universidade Estadual do Colorado, antes de completar 16 anos de idade. De volta a Coreia do Sul, hoje reside atualmente, é autor de diversos artigos.

11. Rowan Atkinson (1955 -) – O ator conhecido por dar vida ao personagem Mr. Bean – 178 pontos de QI (99,9 de percentil)

 

Rowan Sebastian Atkinson é um ator, comediante, dublador e roteirista britânico. Ele é mais conhecido por ser o criador e intérprete do personagem Mr. Bean, que ficou mundialmente famoso pela série de televisão homônima, vencedora do British Academy Television Award e suas duas adaptações para o cinema: Bean e Mr.

12. Philip Emeagwali (1954 -) – Cientista da computação (Nigéria) – 190 pontos de QI (99,9 de percentil)

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Ganhou o Prêmio Gordon Bell de 1989 por preço-desempenho em aplicativos de computação de alto desempenho, em um cálculo de modelagem de reservatório de petróleo usando uma nova formulação e implementação matemática.

13. Rick Rosner (1941 -) – Produtor de TV e inventor (Estados Unidos) – 192 pontos de QI (99,9 de percentil)

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Produtor de televisão americano conhecido por criar o programa de televisão CHiPs. Desenvolveu uma televisão portátil por satélite em parceria com a DirecTV.

14. Judit Polgár (1976 -) – Jogadora de Xadrez (Hungria) – 160 pontos de QI (99,9 de percentil)

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Considerada a jogadora de xadrez mais forte de todos os tempos. Foi a primeira mulher a vencer o então campeão mundial Garry Kasparov.

15. James Woods (1947 – ) Ator (Estados Unidos) – 180 pontos de QI (99,9 de percentil)

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A crítica especializada o considera um dos mais atuantes e brilhantes atores do cinema americano.

Teste de QI

O teste de QI mais utilizado no mundo é o WAIS. Nele, são feitos a maioria dos estudos em relação a média do QI mundial em cada país. Sendo que as sociedades mais restritas do mundo de alto QI já não o estão aceitando.

Confira a média geral de QI em alguns países do mundo, em pontos e percentil, desvio padrão 15:

  • Brasil: 87 pontos, percentil 19,30;
  • Portugal: 95 pontos, percentil 36,94;
  • Argentina: 96 pontos, percentil 39,48;
  • Itália: 102 pontos, percentil 55,30;
  • Alemanha: 102 pontos, percentil 55,30;
  • Espanha: 99 pontos, percentil 47,34;
  • França: 98 pontos, percentil 44,69;
  • Estados Unidos: 98 pontos, percentil 44,69;
  • China: 100 pontos, percentil 49,99;
  • Reino Unido: 100 pontos, percentil 49,99;
  • Angola: 68 pontos, percentil 1,64;
  • Moçambique: 64 pontos, percentil 0,81;
  • Japão: 105 pontos, percentil 63,05;
  • Hong Kong e Coréia do Sul: 106 pontos, percentil 65,54;

Para se determinar quem são os mais inteligentes do mundo, o critério aqui adotado foram aqueles que possuem o percentil acima de 99, que é o maior registro que se pode atingir neste critério, independente de outros testes. Basta ver exemplos históricos como Leonardo da Vinci e Einstein, que tiveram suas inteligências avaliadas por suas personalidades, afinal, na época deles não havia uma avaliação tão elaborada como existe neste século XXI.

Como é feita a medição da inteligência no teste de QI?

Para que seja medida a inteligência a partir do teste de QI, utiliza-se a fórmula:

QI = 100 X IDADE MENTAL (IM)/ IDADE CRONOLÓGICA (IC)

A tabela com a escala de classificação, desvio padrão 15, é:

  • Gênio: acima de 144 pontos;
  • Superdotado: de 130 a 144 pontos;
  • Acima da média: de 115 a 129 pontos;
  • Média alta: de 100 a 114 pontos;
  • Média baixa: de 85 a 99 pontos;
  • Abaixo da média: de 70 a 84 pontos;
  • Baixo: de 55 a 69 pontos;
  • Muito baixo: menos de 55 pontos.