Archives 2022

LDO prevê salário mínimo de R$ 1.294 no próximo ano

Estimativa do crescimento real do PIB é de 2,5%

O texto estima um déficit primário de R$ 65,9 bilhões para as contas públicas do Governo Central

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023. O texto prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem e um déficit primário de R$ 65,9 bilhões para as contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central). O déficit primário representa o resultado das contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que a estimativa é de um crescimento real de 2,5% para o PIB em 2023. A meta para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que meda a inflação, é de 3,3%, taxa Selic em 10% e taxa de câmbio média de R$ 5,3 no ano que vem. A LDO determina as metas e prioridades para os gastos públicos e oferece os parâmetros para elaboração do projeto da Lei Orçamentária de 2023 (LOA 2023). O texto, publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União, foi aprovado no Congresso em julho.

De acordo com a presidência, foi vetada a previsão de direcionamento de recursos do orçamento do Ministério da Saúde para a implantação de sistemas fotovoltaicos (de conversão de energia solar em energia elétrica) em entidades privadas. “Aparentemente, haveria um desvio de finalidade pela ausência de relação com a ampliação ou a manutenção de ações e serviços públicos de saúde”, explicou. “Foi vetada também a necessidade de devolução dos recursos não utilizados transferidos aos entes federados por meio das transferências especiais à União, tendo em vista que os recursos pertencem ao ente federado no ato da efetiva transferência financeira”, diz a nota.

Outro veto citado pela presidência é ao trecho que possibilita organizações sociais receberem recursos por termo de colaboração ou de fomento, convênio ou outro instrumento congênere celebrado com entidade filantrópica ou sem fins lucrativos. “De acordo com o disposto na Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998, deveria ser utilizado o contrato de gestão como instrumento para formar parceria entre o poder público e a organização social”, argumenta.

Com Agência Brasil

Estimativa do crescimento real do PIB é de 2,5%

Sicoob Credicapital inaugura escritório de negócios no Sul

Unidade fica em Porto Alegre

Só no Rio Grande do Sul são mais de 170 pontos de atendimento

O Sicoob Credicapital inaugurou na quarta-feira (3) um escritório de negócios em Porto Alegre (RS). A nova unidade tem 172 metros quadrados e vai atender os cooperados da região leste da cidade. A expectativa é levar o melhor do cooperativismo financeiro para a região do bairro Partenon e Jardim Botânico, é o que afirma o gerente da unidade, Sérgio Luis Bervian. “Queremos prestar um atendimento e consultoria financeira personalizada, que atenda às necessidades das pessoas e empresas”, ressalta, em nota.

“É com imensa alegria que chegamos a essa região lindíssima de Porto Alegre. Este é um local que oferece grandes oportunidades para que o Sicoob possa levar os benefícios do cooperativismo financeiro para a comunidade toda. O nosso objetivo aqui é poder compartilhar e cooperar com o desenvolvimento dessa região”, destaca presidente do conselho de administração, Guido Bresolin Júnior.

O Sicoob é a segunda maior rede de atendimento financeiro do país, com mais de 6 milhões de cooperados e 352 cooperativas singulares. Possui 3.894 pontos de atendimento distribuídos em 2.090 municípios de todos os estados brasileiros, além disso, em 326 cidades do Brasil, o Sicoob é a única instituição financeira. Só no Rio Grande do Sul são mais de 170 pontos de atendimento.

Unidade fica em Porto Alegre

Floripa Mais Tec capacitará pessoas de baixa renda em tecnologia

O objetivo do programa é impactar diretamente até 3,5 mil jovens da capital catarinense

A assinatura da parceria entre prefeitura de Florianópolis, Fiesc/Senai, Sebrae/SC e Acate para a execução do programa foi realizada durante o Startup Summit nesta quinta-feira

Educar para o futuro, democratizar o acesso à tecnologia e potencializar a revolução tecnológica em Florianópolis são os grandes objetivos do programa Floripa Mais Tec, iniciativa que foi idealizada e será executada em parceria pela Prefeitura de Florianópolis, FIESC/SENAI, Sebrae/SC e Acate. A assinatura do acordo que irá garantir o andamento do projeto foi realizada nesta quinta-feira (4) durante o Startup Summit, um dos maiores eventos de inovação do país, que está sendo realizado na capital catarinense. O lançamento oficial do programa será realizado ainda no mês de agosto, mas os interessados já podem conhecer mais sobre a iniciativa clicando aqui.

O Floripa Mais Tec vai oferecer, gratuitamente, trilhas de aprendizagem em tecnologia, empoderando crianças e adultos de baixa renda a se apropriar dos recursos tecnológicos para garantir melhores oportunidades de trabalho, resultando em melhoria da renda e da qualidade de vida. O objetivo do programa é impactar diretamente até 3,5 mil jovens da capital catarinense.

Para o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, a união de esforços entre a gestão pública e a iniciativa privada deve fazer a diferença na concretização deste que é um projeto de extrema relevância social, que nasce com o objetivo de promover a inclusão tecnológica de milhares de jovens da Capital. “A tecnologia é hoje um dos três pilares da economia de Florianópolis, ao lado do turismo e da prestação de serviços. Inserir e preparar os mais jovens e adultos para ingressar neste mundo vai além de simplesmente capacitá-los para o mercado de trabalho. Estamos dando um grande passo no caminho da democratização do acesso à tecnologia”, explica.

Há anos o Senai vem investindo fortemente no desenvolvimento de formações que qualificam profissionais para a área de tecnologia da informação, como explica o diretor-regional da entidade em Santa Catarina, Fabrizio Machado Pereira. “Nos tornamos referência nesta área ao criar soluções customizadas para as empresas de TI que buscam profissionais conectados às suas demandas. Em parceria com a prefeitura, vamos executar um dos maiores programas de tecnologia já vistos em Florianópolis, promovendo de forma gratuita o acesso da comunidade a uma educação de excelência e ampliando as chances de conquistar uma vaga no mercado de trabalho”, frisa Pereira.

Já o gerente regional do Sebrae/SC na Grande Florianópolis, Wanderley Andrade, reforça que a iniciativa é fundamental para empoderar jovens e estimular neles a cultura empreendedora. “A capacitação de jovens e adultos é o primeiro caminho para pensarmos em um futuro com menos desigualdades. Ao apostar nesta iniciativa, o Sebrae/SC acredita que ao desenvolver essas capacidades tecnológicas nos jovens e adultos de baixa renda da capital, estaremos também estimulando neles a cultura da inovação e do empreendedorismo, visando um futuro cada vez mais igual”, comenta.

Para o presidente da Acate, Iomani Engelmann, “essa é uma iniciativa inédita, que demonstra o potencial da união das instituições privadas e do poder público para a criação de programas que efetivamente mudam a vida das pessoas. Vamos criar perspectivas de trabalho para pessoas de baixa renda no setor de tecnologia, auxiliando na equidade social e resolvendo uma carência desse mercado, que tem alta demanda de profissionais qualificados. Com isso, acreditamos que o programa será um grande exemplo para outras cidades e estados de como a tecnologia pode ser geradora de oportunidades”.

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O objetivo do programa é impactar diretamente até 3,5 mil jovens da capital catarinense

Petrobras reduz preço de venda do diesel para as distribuidoras

Preço médio passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro

Segundo a Petrobras, a redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel

A partir desta sexta-feira (5), o preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro, redução de R$ 0,20 por litro. Segundo a empresa, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 5,05, em média, para R$ 4,87 a cada litro vendido na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz a companhia.

Com Agência Brasil

Preço médio passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro

Varejo fecha primeiro semestre com alta de 1,4%

Vendas caíram 1,4% em junho, segundo mês seguido no campo negativo

Uma das maiores influências sobre o resultado de junho foi a queda de 0,5% no setor de supermercados

No fechamento do primeiro semestre, o varejo acumulou alta de 1,4%, após queda de 3% no segundo semestre do ano passado. Seis atividades acompanharam o crescimento. Entre elas, as maiores variações foram registradas por livros, jornais, revistas e papelaria (18,4%), tecidos, vestuário e calçados (17,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (8,4%). Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (10) pelo IBGE. Ainda no primeiro semestre deste ano, apenas duas atividades tiveram queda: móveis e eletrodomésticos (-9,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,8%). Quando considerado o comércio varejista ampliado, o segmento de veículos e motos, partes e peças avançou 0,4%, enquanto o setor de material de construção recuou 7,3%.

As vendas no comércio varejista no país recuaram 1,4% na passagem de maio para junho. É a segunda variação negativa consecutiva do setor, que acumula retração de 0,8% em dois meses, na comparação com o bimestre anterior. O resultado de junho traz a maior variação negativa para o comércio desde dezembro do ano passado, quando a queda foi de 2,9%. No primeiro semestre do ano, há uma alta acumulada de 1,4% frente ao mesmo período de 2021, e, nos últimos 12 meses, perda de 0,9%. Nesse último indicador, também é o segundo mês consecutivo no campo negativo, o que não acontecia desde agosto de 2017. A retração na comparação com maio foi disseminada por sete das oito atividades investigadas pela pesquisa. Duas delas tiveram maior influência sobre o índice geral do varejo: tecidos, vestuário e calçados, com queda de 5,4%, e hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, segmento que recuou 0,5% no período.

“A atividade de hiper e supermercados teve uma influência importante da inflação ao longo do primeiro semestre do ano. Entre abril e maio, houve variação de 4% na receita e de 1% no volume de vendas, indicador em que a pesquisa já desconta a inflação. De maio para junho, essa atividade teve queda de 0,5% no volume, mas variou 0,3% em receita. Isso significa que há amplitude menor da inflação, mas o suficiente para que o volume tivesse uma variação negativa, apesar de a receita ficar no campo positivo”, explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

O pesquisador também destaca o recuo do setor de tecidos, vestuário e calçados, que ainda segue 9,9% abaixo do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020. “Essa atividade teve uma queda intensa na passagem de maio para junho. Ao longo do ano, houve altas ligadas a uma nova estratégia adotada por essas empresas de também se lançar no comércio eletrônico, de fazer vendas virtuais de forma mais forte do que se fazia antigamente, já que, nesse setor, experimentar um produto antes de comprar é muito importante”, complementa o pesquisador.

A única atividade que cresceu frente ao mês anterior foi a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,3%). “Nesse segmento, o aumento é ligado aos artigos farmacêuticos e reflete a alta nos preços dos medicamentos. Esse é um tipo de produto que, na maioria das vezes, você não consegue substituir. Isso aumenta o dispêndio de uma família que pode ter que gastar nessa atividade e diminuir o consumo em outras”, analisa Santos. No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, veículos e materiais de construção, a retração no período foi de 2,3%. Tanto o setor de veículos e motos, partes e peças (-4,1%) quanto o de material de construção (-1%) recuaram.

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Vendas caíram 1,4% em junho, segundo mês seguido no campo negativo

Rentabilidade dos bancos retorna ao nível pré-pandemia

A margem de crédito está pressionada pelo aumento do custo de captação

O risco fiscal elevado e o processo de aperto monetário em curso, de elevação dos juros, continuam impactando as condições financeiras atuais e, consequentemente, a atividade econômica atual e futura

A rentabilidade dos bancos já retornou ao nível pré-pandemia, com o crescimento da margem de juros, a redução das despesas com provisões (reserva sobre riscos de crédito) e os ganhos de eficiência. A avaliação é do Banco Central (BC), em seu Relatório de Estabilidade Financeira referente ao segundo semestre de 2021. “A rentabilidade do sistema continua se recuperando dos efeitos da pandemia e deve se manter resiliente no curto prazo. Após queda significativa no primeiro semestre de 2020, a rentabilidade do sistema retornou a níveis próximos daqueles observados antes da pandemia”, diz o documento.

Segundo o BC, as despesas com provisões estabilizaram-se e o atual nível de cobertura “pode contribuir para absorver eventuais aumentos em ativos problemáticos”. A margem de crédito está pressionada pelo aumento do custo de captação, mas deve se beneficiar do mix mais rentável e de novas contratações de crédito a taxas mais altas. Ainda segundo o relatório, as receitas de serviços devem crescer em ritmo mais lento e os custos, apesar de controlados, devem seguir pressionados pela inflação.

O lucro líquido do sistema foi de R$ 132 bilhões em 2021, 49% superior ao registrado em 2020 e 10% acima do observado em 2019. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 15%, retornando a níveis pré-pandemia. Segundo o BC, entretanto, a expectativa é de evolução mais moderada da rentabilidade nos próximos períodos. “O cenário para 2022 é de atividade econômica mais fraca, menor crescimento do crédito, normalização da inadimplência e de custo de captação e operacional mais altos. Esses elementos representam obstáculos para a evolução da rentabilidade à frente”, afirma o relatório do BC.

Riscos
De acordo com o BC, o risco fiscal elevado e o processo de aperto monetário em curso, de elevação dos juros, continuam impactando as condições financeiras atuais e, consequentemente, a atividade econômica atual e futura. “A confiança do mercado na estabilidade financeira permanece elevada, embora tenha recuado levemente. As instituições financeiras manifestaram preocupação com o risco fiscal e com a inflação doméstica, menor confiança na recuperação da atividade econômica e queda na disposição para tomar riscos”, diz o BC.

De acordo com o relatório, para as instituições financeiras “o aumento da inflação afeta as decisões de consumo e de investimento, provoca queda da renda e do poder aquisitivo das famílias e leva ao aperto monetário, afetando a atividade econômica, o endividamento e a inadimplência”.

No âmbito global, o sistema financeiro das principais economias segue resiliente. “Em relação ao risco associado ao aumento das tensões geopolíticas internacionais após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, a reduzida corrente de comércio do Brasil com os países diretamente envolvidos no conflito sugere impacto limitado por esse canal”, explica o BC.

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Com Agência Brasil

A margem de crédito está pressionada pelo aumento do custo de captação

Como sair do mais do mesmo?

Os produtos equivalentes tornaram-se muito semelhantes entre si. A solução é incorporar atributos que representam valor ao consumidor, como os aspectos relacionados à experiência

Ter boa distribuição, visibilidade e um bom atendimento no ponto de venda são pontos fundamentais

De acordo com especialistas, existe uma tendência à “comoditização” na categoria de produtos. Ou seja, aos olhos dos consumidores produtos equivalentes tornam-se muito semelhantes entre si, fazendo com que a decisão da compra se dê exclusivamente por preço. “Para evitar entrar em uma guerra por preços, que acaba por comprometer não só a margem de lucro da empresa, mas também a imagem da marca, é necessário incorporar outros atributos que representam valor ao consumidor”, ensina Letícia Polydoro, titular do blog A Vez da Experiência no portal AMANHÃ. Segundo ela, é aí que fazem diferença experiências gratificantes que consigam gerar engajamento.

Não sem razão que alguns produtos estão agregando serviços, como cartões de fidelidade. Mas esse deve ser somente o começo da jornada. Letícia explica que mesmo em um produto existe o que chamamos de “jornada do cliente”, que vai desde o desejo de adquirir determinado bem, a compra em si, a satisfação pelo uso e, muito importante, o pós-venda. No entanto, tudo começa pela adequação dele com sua finalidade. Aqui é hora de tornar o design mais bonito e ergonômico, ou até incorporar novos materiais para alinhá-lo a características valorizadas pelos clientes. “Quanto mais ele partir de uma demanda dos consumidores, mais chances de sucesso terá”, sugere.

Ter boa distribuição, visibilidade e um bom atendimento no ponto de venda são outros pontos fundamentais. Indo além desses fatores, é possível incrementar a experiência dos usuários de outras formas mais criativas, como uma embalagem diferente, uma forma de exposição mais atrativa, alguma experiência de uso prévia. Enfim, lançar mão de recursos que façam com que o produto se diferencie e estimule o desejo de compra. Mas a tarefa mais desafiadora é depois da aquisição.

“Em geral, as empresas possuem um pós-venda ineficiente e reativo. Quem sabe pensar em uma nova experiência de pós-venda criando um canal de diálogo com o cliente, oferecendo-lhe alguns serviços complementares, convidando-o e acolhendo-o a integrar um ecossistema próprio? Empresas que fazem isso estabelecem uma conexão emocional com seus clientes, um poderoso vínculo entre produto e usuário”, aconselha.

Esse conteúdo é parte integrante do caderno Top of Mind RS 2022, publicação do Grupo AMANHÃ. Consolidado como uma espécie de Oscar das marcas mais lembradas pelos consumidores do Rio Grande do Sul, o Top of Mind, realizado desde 1991, é pioneiro no país.

Leia a publicação completa clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Confira na íntegra o evento no canal do YouTube do Grupo AMANHÃ.

Os produtos equivalentes tornaram-se muito semelhantes entre si. A solução é incorporar atributos que representam valor ao consumidor, como os aspectos relacionados à experiência

Faturamento da Quero-Quero avança 17,7% até junho

Companhia obteve prejuízo de R$ 14,6 milhões no semestre

O cenário econômico afetou os negócios da empresa entre abril e junho

A Quero-Quero anunciou nesta quinta-feira (4) que ultrapassou R$ 1 bilhão de receita no primeiro semestre. O valor foi 17,7% maior do que o mesmo período de 2021. O lucro, porém, foi revertido em prejuízo (R$ 14,6 milhões). Veja todos os indicadores da companhia na tabela ao final desta reportagem.

De acordo com a empresa, o resultado foi influenciado pela sazonalidade histórica das vendas – no primeiro semestre, as vendas tendem a ser menores em relação ao segundo semestre, também reflete a alta da taxa de juros e aumento da inflação, que impactam o poder aquisitivo do consumidor e os custos da companhia e os investimentos adicionais realizados ao longo do ano passado que ainda estão em fase de maturação e, portanto, distorcem a comparação entre os períodos.

Segundo Peter Furukawa, presidente da empresa, o cenário econômico afetou os negócios entre abril e junho. “Nunca tínhamos passado por juros altos e inflação alta, ambos nos afetam. Juros no crédito e inflação na demanda do nosso público consumidor da classe C e D”, afirmou em teleconferência de apresentação dos resultados. Após um período de inadimplência abaixo dos níveis históricos, a varejista tem notado uma normalização do nível de atraso em linha com o período pré-pandemia.

A Quero-Quero inaugurou 14 novas lojas no trimestre, totalizando 28 aberturas no ano. A companhia tem 493 lojas e ultrapassou a marca de 400 cidades. “Embora o nosso foco no curto prazo permanece nos estados do Sul do Brasil, onde enxergamos oportunidade de expandir para mais 170 cidades, continuamos gradualmente investindo nos estados do Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde foram abertas sete das 28 novas lojas no ano”, enfatiza a companhia em seu relatório. Os investimentos da companhia totalizaram R$ 19,9 milhões entre abril e junho, incluindo aberturas de lojas, implementação de projetos, aportes em logística e TI.

Companhia obteve prejuízo de R$ 14,6 milhões no semestre

Estímulos fiscais temporários pressionam inflação

Copom avalia que ainda há ociosidade na economia

O Banco Central reitera que há vários canais pelos quais a política fiscal pode afetar a inflação, incluindo seu efeito sobre a atividade e preços de ativos

A incerteza sobre o futuro da política fiscal do país e os estímulos fiscais de aquecimento da economia, como os auxílios dados pelo governo à população e a setores produtivos, pode elevar a expectativa de inflação no país. A avaliação consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada nesta terça-feira (9). “O comitê avalia que políticas temporárias de apoio à renda devem trazer estímulo à demanda agregada e que o prolongamento de tais políticas pode elevar os prêmios de risco do país e as expectativas de inflação à medida que pressionam a demanda agregada e pioram a trajetória fiscal. O comitê reitera que há vários canais pelos quais a política fiscal pode afetar a inflação, incluindo seu efeito sobre a atividade, preços de ativos e expectativas sobre o IPCA”, reitera a ata.

No encontro da semana passada, o Copom elevou a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 13,25% para 13,75% ao ano e já sinalizou que deve fazer um ajuste de mais 0,25 ponto na próxima reunião, em setembro, mantendo o ciclo de elevação da taxa de juros e aperto monetário para controle da inflação. “Concluiu-se que um novo ajuste de 0,5 ponto percentual era apropriado frente a um ambiente de elevada incerteza, apesar do estágio já significativamente contracionista da política monetária, que, considerando suas defasagens, deve impactar a economia mais fortemente a partir do segundo semestre deste ano”, revela o documento.

O colegiado também considerou a maior persistência das pressões inflacionárias globais, como os impactos da guerra na Ucrânia, a política chinesa de combate à Covid-19 e as políticas que restringem o comércio de produtos agrícolas em países produtores de commodities. Por outro lado, segundo o BC, uma desaceleração da atividade econômica mais acentuada do que a projetada é um risco de baixa para o cenário inflacionário, com o cenário de energia na Europa, uma possível recessão nos Estados Unidos e as perspectivas de crescimento mais gradual na China.

No âmbito doméstico, o Copom avalia que ainda há ociosidade na economia, mas os dados referentes ao mercado de trabalho, em especial o volume de contratações e a taxa de desocupação, surpreenderam. “O conjunto dos indicadores de atividade econômica divulgado desde a última reunião do Copom segue indicando crescimento ao longo do segundo trimestre, com uma retomada no mercado de trabalho mais forte do que era esperada pelo comitê. Tanto os indicadores referentes à contratação de emprego formal quanto as taxas de ocupação e desocupação sugerem uma normalização rápida dos setores intensivos em trabalho após a pandemia”, avaliam os membros do Comitê.

Inflação
A Selic é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, contendo a demanda aquecida. A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Esse foi o 12º reajuste consecutivo na taxa Selic.

Em julho, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi negativa em 0,68%, ou seja, houve deflação. Apesar da queda no mês passado, a inflação oficial no país acumula alta de 4,77% em 2022 e de 10,07% nos últimos 12 meses. Os números continuam acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. “A inflação ao consumidor segue elevada, com alta disseminada entre vários componentes, se mostrando mais persistente que o antecipado. A redução de impostos sobre os preços de energia já começa a ser observada nos indicadores de alta frequência, mas os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, que apresentam maior inércia inflacionária, mantêm-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação”, observa o BC.

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Com Agência Brasil

Copom avalia que ainda há ociosidade na economia

Produção industrial recua no RS e no PR de maio para junho

Setor expandiu 0,2% em Santa Catarina no período

Na comparação com junho de 2021, a indústria nacional mostrou retração de 0,5% em junho de 2022

A produção industrial caiu em 10 dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) na passagem de maio para junho, quando o índice nacional recuou 0,4% após 4 meses de taxas positivas. As maiores quedas ocorreram no Mato Grosso (-2,8%), Rio de Janeiro (-2,4%) e Espírito Santo (-2,3%). Amazonas (-1,6%), Ceará (-1,4%), Região Nordeste (-0,6%) e Rio Grande do Sul (-0,5%) também registraram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,4%). A indústria paranaense teve queda de 0,3% no período. O Pará (9,8%) apontou a expansão mais elevada nesse mês e eliminou parte do recuo de 13,3% verificado em maio. Bahia (2,4%), Pernambuco (1%), São Paulo (0,8%) e Santa Catarina (0,2%) assinalaram as demais taxas positivas. Os dados foram divulgados pelo IBGE.

A principal influência negativa veio do Rio de Janeiro (-2,4%), com a segunda taxa negativa consecutiva, período em que acumulou perda de 6,5%. “O comportamento no Rio de Janeiro reflete o baixo desempenho do setor de derivados do petróleo, muito atuante na indústria fluminense, e, também, da indústria farmacêutica. Em ambos os setores, consiste uma estratégia de produção e equalização de oferta e demanda”, explica o analista da pesquisa, Bernardo Almeida.

A segunda maior influência sobre o resultado nacional veio da indústria do Amazonas (-1,6%), após quatro meses de resultados positivos, quando acumulou um ganho de 20,3%. “Essa queda se dá pelo desempenho do setor de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos e no setor de outros equipamentos de transporte, no caso, a produção de motocicletas”, destaca o analista. Pelo lado das altas, o Pará (9,8%) teve o principal resultado em termos absolutos e a principal influência positiva sobre a indústria nacional, puxado pelo desempenho do setor extrativo. A segunda influência positiva veio de São Paulo (0,8%). Este é o segundo mês seguido de alta, acumulando ganho de 1,6%.

Na comparação com junho de 2021, a indústria nacional mostrou recuo de 0,5% em junho de 2022, com cinco dos quinze locais pesquisados apontando resultados negativos. No acumulado no ano, a redução verificada na produção nacional (-2,2%) alcançou oito dos quinze locais pesquisados. E no acumulado em 12 meses (-2,8%), 11 dos 15 locais pesquisados registraram taxas negativas em junho e nove apontaram menor dinamismo.

Mais sobre a pesquisa
A PIM Regional produz, desde a década de 1970, indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. Traz, mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Região Nordeste.

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Setor expandiu 0,2% em Santa Catarina no período

Rôgga lança empreendimento em Itapoá

Com VGV de R$ 67,7 milhões, Solarium Beach Club marca a chegada da construtora em mais um município do litoral Norte catarinense

A obra está prevista para iniciar em agosto de 2023, com entrega em março de 2025

A Rôgga está expandindo mercado e acaba de anunciar sua chegada em Itapoá, no litoral Norte catarinense município a 75 quilômetros de Joinville (SC) e a pouco mais de 130 quilômetros de Curitiba (PR). O meeting de lançamento e detalhamento do projeto foi realizado na quarta-feira (3). Com VGV de R$ 67,7 milhões, o Solarium Beach Club será construído em um terreno com mais de 5,3 mil metros quadrados. A obra está prevista para iniciar em agosto de 2023, com entrega em março de 2025.

Especialista em condomínios no estilo clube de praia, a Rôgga foi a pioneira no lançamento de beach clubs em Penha, Piçarras e Balneário Barra Velha. Em Itapoá, o primeiro empreendimento da construtora está estrategicamente localizado em uma região com centros comerciais, agências bancárias, farmácias, supermercados, postos de combustível e restaurantes. O presidente da Rôgga, Vilson Buss, acredita que a chegada da construtora no município vai mudar o perfil da cidade, já que o Solarium terá mais de 15 áreas de lazer, atraindo pessoas durante todo o ano e não apenas no verão. “Queremos fazer a diferença com empreendimentos sustentáveis para a empresa e para o município, movimentando a região e gerando emprego e renda.”

A sustentabilidade é um dos destaques do Solarium Beach Club. Além do paisagismo e arborização, o empreendimento terá um sistema de captação de água da chuva para uso nas torneiras do jardim, coleta seletiva e sensores de presença que contribuem para a redução do consumo de energia elétrica.

Em 2021, a Rôgga registrou um resultado histórico, superando R$ 800 milhões em VGV lançado e um crescimento de 33% nas vendas. Neste ano, seguindo o planejamento estratégico, projetou lançamentos que somam R$ 1 bilhão em VGV e 2.500 unidades em construção. Em 15 anos de história, a construtora contabiliza quase 10 mil unidades lançadas, 132 torres, 6,2 mil apartamentos construídos – o equivalente a 650 mil metros quadrados – e 8,5 mil famílias atendidas, considerando os empreendimentos em construção.

Com VGV de R$ 67,7 milhões, Solarium Beach Club marca a chegada da construtora em mais um município do litoral Norte catarinense

IPCA de julho marca deflação de 0,68%

É a menor taxa desde o início da série histórica em 1980

Os preços da gasolina caíram 15,48% em julho e influenciaram queda do IPCA

Pressionado pela queda nos preços dos combustíveis, em particular da gasolina e do etanol, e da energia elétrica, o IPCA ficou em -0,68% em julho, após a variação de 0,67% em junho. Foi a menor taxa registrada desde o início da série histórica, iniciada em janeiro de 1980. No ano, a inflação acumulada é de 4,77% e, nos últimos 12 meses, de 10,07%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (9) pelo IBGE.

“A Petrobras no dia 20 de julho anunciou uma redução de 20 centavos no preço médio do combustível vendido para as distribuidoras. Além disso, tivemos também a Lei Complementar 194/22, sancionada no final de junho, que reduziu o ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações. Essa redução afetou não só o grupo de transportes (-4,51%), mas também o de habitação (-1,05%), por conta da energia elétrica (-5,78%). Foram esses dois grupos, os únicos com variação negativa do índice, que puxaram o resultado para baixo”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Os preços da gasolina caíram 15,48% e os do etanol, 11,38%. O pesquisador também destaca que além da redução da alíquota de ICMS cobrada sobre os serviços de energia elétrica, outro fator que influenciou o recuo do grupo habitação foi a aprovação, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), das revisões tarifárias extraordinárias de dez distribuidoras espalhadas pelo país, o que acarretou redução nas tarifas a partir de 13 de julho.

Outro item que contribuiu para o resultado da inflação foi vestuário, com uma desaceleração de 1,67% para 0,58%, após apresentar a maior variação positiva entre os grupos pesquisados nos meses de maio e junho. “A gente teve uma queda muito forte no preço do algodão, que é uma das principais matérias-primas da indústria têxtil, no final de junho”, esclarece Kislanov. As roupas masculinas passaram de 2,19% em junho para 0,65% em julho, enquanto as roupas femininas foram de 2,00% para 0,41%. Os calçados e acessórios (1,05%), por sua vez, tiveram variação um pouco abaixo do mês anterior, quando registraram 1,21%.

Em contrapartida, o setor de alimentação e bebidas acelerou no mês de julho. “O grupo teve a maior variação (1,3%) no índice do mês. O resultado foi puxado pelo leite longa vida que subiu mais de 25% e pelos derivados do leite como queijo (5,28%) e manteiga (5,75%), por exemplo. Essa alta do produto se deve, principalmente, a dois fatores: primeiro porque estamos no período de entressafra, que vai mais ou menos de março até setembro, outubro, ou seja, um período em que as pastagens estão mais secas e isso reduz a oferta de leite no mercado e o fato de os custos da produção estarem muito altos”, comenta o gerente da pesquisa.

Sobre o IPCA
O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto o INPC, as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

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É a menor taxa desde o início da série histórica em 1980

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Mercado financeiro reduz estimativa para a inflação

Esta é a sexta redução consecutiva do índice

O IPCA acumula alta de 5,49%, no ano, e 11,89%, em 12 meses

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 7,15% para 7,11% neste ano. É a sexta redução consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos.

A previsão para 2022 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. Em junho, a inflação subiu 0,67%, após a variação de 0,47% registrada em maio. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,49%, no ano, e 11,89%, em 12 meses. Os dados de julho devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira (9), mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,13% no mês passado, menor que a de junho (0,69%).

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano nesse patamar.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da taxa Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

As instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 1,97% para 1,98%. A expectativa para a cotação do dólar manteve-se em R$ 5,20 para o final deste ano.

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