Archives 2022

O que pensam os gaúchos?

Ouça o quinto episódio do podcast Invictas

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Ouça o quinto episódio do podcast Invictas

Vendas e lucro da Taurus avançam até junho

Resultado foi 13,5% maior do que em igual período de 2021

A receita com a venda de armas no Brasil apresentou crescimento de 47,4%, informa a Taurus

A Taurus anunciou que obteve receita líquida de R$ 1,3 bilhão no primeiro semestre, valor 8,3% maior do que em igual período do ano passado. O lucro fechou em quase R$ 300 milhões, salto de 13,5% em relação ao igual intervalo de 2021 (veja todos os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem).

Segundo a companhia, as condições do mercado norte-americano de armas, maior mercado mundial, mudaram um pouco nos últimos meses. Depois de atingir níveis de demanda jamais vistos em 2020, houve certa desaceleração na intenção de compra. Mesmo assim, o NICS (National Instant Criminal Background System), índice que indica o número de pessoas que têm a intenção de comprar uma arma nos Estados Unidos, se mantém acima da média histórica. Considerando o período de janeiro a junho, o Adjusted NICS atingiu 8,1 milhões de consultas em 2022, número 35% superior à média registrada no mesmo período dos anos de 2000 a 2021.

As vendas da Taurus nos Estados Unidos acompanharam esse movimento de recuo do mercado norte-americano, mas em proporção inferior à observada no NICS, ao comparar a evolução entre o primeiro semestre de 2021 e 2022. Ao mesmo tempo, a demanda local continua forte, com destaque para o aumento do interesse do consumidor por produtos de maior valor agregado, movimento que vem se verificando desde a flexibilização da legislação brasileira relativa à aquisição de armas. A companhia ampliou as vendas no mercado brasileiro, priorizando o atendimento a essa demanda.

Considerando ainda o repasse da inflação, com o aumento de preços adotado em agosto de 2021, a receita com a venda de armas no Brasil apresentou crescimento de 47,4%, quando comparado o primeiro semestre de 2022 ao mesmo período do ano passado. Com isso, aumentou também a participação da receita das vendas locais no total da receita com armas, que foi de 21,3% no primeiro semestre de 2021 para 28,6% no primeiro semestre de 2022.

Grafeno
A Taurus, em parceria do CITE com a Nione – unidade das empresas Randon e Fras-le –, está desenvolvendo projeto para a aplicação de nano partículas de nióbio em ligas de metais. Em julho, foi realizada uma reunião entre o CITE da Taurus e a equipe de inovação da Nione para o início desse projeto que, junto com o grafeno, completará novo ciclo tecnológico de materiais inéditos utilizados na fabricação dos armamentos da Taurus. A empresa também está negociando um contrato de nacionalização da tecnologia de aplicação de DLC (Diamond Like Carbon), que envolve a implantação de uma moderna fábrica no condomínio de fornecedores, localizado na unidade de São Leopoldo (RS). Essa tecnologia, que hoje já é utilizada no cano da pistola GX4 na fábrica americana, estará disponível para a Taurus no Brasil.

Resultado foi 13,5% maior do que em igual período de 2021

Grendene foca na produção de calçados com menor impacto ambiental

Case Rider com uso de biomateriais e maior concentração de conteúdo reciclado mereceu prêmio nacional de sustentabilidade

A Grendene desenvolveu um programa que reuniu toda a cadeia de fornecedores para ofertar matérias-primas dentro de um modelo mais responsável e alinhado às práticas ESG da companhia

Em 2021, 40 novas pesquisas de materiais com menor impacto (que são aqueles que possuem menor pegada ambiental se comparados às suas versões tradicionais) foram iniciadas pela Grendene, das quais 11 itens foram aprovados para uso. Conforme o relatório de sustentabilidade da companhia com reporte das informações de 2021, 22% dos materiais utilizados na produção durante o período foram de origem renovável. Todos os calçados da Grendene contam com 30% de conteúdo reciclado pré-consumo, em média, característica que contribui para uma baixa emissão de carbono na produção.

No radar da empresa está a substituição crescente de materiais de origem fóssil por alternativas de origem renovável, e atualmente 100% dos produtos das marcas do universo Grendene (Melissa, Rider, Cartago, Grendene Kids, Grendha, Zaxy, Ipanema, Nuar e Pega Forte) são veganos, registrados pela Vegan Society, organização vegana mais antiga do mundo, estabelecida no Reino Unido. A redução dos impactos ambientais foi reconhecida pela Amcham Brasil que concedeu à Grendene, em julho, o Prêmio ECO® deste ano na categoria Práticas de Sustentabilidade, Categoria Produtos e Serviços para Grandes empresas, para o case “A Recriação de Futuros da Rider”, pela campanha dos 35 anos da marca Rider.

O Programa R4, como foi nomeado, marca o início do posicionamento de sustentabilidade da marca Rider e o pioneirismo no uso de materiais de menor impacto na Grendene, como o EVA biobased, de cana-de-açúcar, e os têxteis produzidos com garrafas PET recicladas pós-consumo, como tecidos e fitas. Com os resultados do estudo de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) conduzido por terceira parte, foi possível calcular quanto todos os produtos com atributos de menor impacto da marca Rider vendidos entre 2019 e 2021 evitaram de emissões de CO2eq (unidade de medida internacional que traduz os demais gases do efeito estufa em termos equivalentes ao CO2). O resultado foi de cerca de 16,7 toneladas. A integração com a comunidade através da seleção de protagonistas nordestinos para a campanha de comunicação, a interação com a fábrica em Sobral (CE) e as colaborações com projetos sociais atravessam o case em diversos momentos e merecem destaque pela contribuição à sociedade.

“O futuro da Grendene é ter um calçado vegano com a maior quantidade possível de biomateriais”, ressalta Carlos André Carvalho, gerente da divisão de desenvolvimento sustentável, acrescentando também o uso de outros materiais, como casca de arroz e casca de coco, resíduos agroindustriais que substituem material de origem fóssil na composição. “Tanto nos materiais biobased como nos reciclados pré e pós consumo reduzimos a emissão de carbono”, diz.

A Grendene desenvolveu um programa que reuniu toda a cadeia de fornecedores para ofertar matérias-primas dentro de um modelo mais responsável e alinhado às práticas ESG da companhia. “Atualmente, 100% deles estão perfeitamente em sintonia com os nossos propósitos”, destaca. “Eles passaram por três etapas: a sensibilização, o que ele precisa fazer, e o acompanhamento do plano de execução. Todos precisaram atender aos requisitos exigidos na lista de materiais restritos, que segue as principais listas globais de substâncias restritas”, completa Carlos André.

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Case Rider com uso de biomateriais e maior concentração de conteúdo reciclado mereceu prêmio nacional de sustentabilidade

Pagamentos com cartões crescem 36,5% no primeiro semestre

Foi movimentado R$ 1,6 trilhão no período

Expansão reflete o fim das restrições às movimentações e às atividades econômicas neste ano

Os pagamentos com cartões de crédito e débito cresceram 36,5% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2021, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Foi movimentado R$ 1,6 trilhão no período.

De acordo com a Abecs, foram feitos R$ 1 trilhão em pagamentos com cartão de crédito no primeiro semestre, uma expansão de 42,2% em relação ao ano passado. Os cartões de débito foram responsáveis por R$ 488 bilhões, um aumento de 16,6% na comparação com o primeiro semestre de 2021. Os cartões pré-pagos tiveram R$ 99,4 bilhões em movimentações.

Também tiveram crescimento no primeiro semestre as compras remotas que, com alta de 32,7%, somaram R$ 338,5 bilhões no período. Os pagamentos por aproximação com cartões de crédito e débito tiveram um aumento de 344,5%, somando R$ 235,5 bilhões. Segundo a associação, o alto crescimento está relacionado à base de comparação ruim do ano passado, momento crítico da pandemia de Covid-19. Sendo assim, a expansão também reflete o fim das restrições às movimentações e às atividades econômicas neste ano.

Com Agência Brasil

Foi movimentado R$ 1,6 trilhão no período

Santa Catarina tem menor índice de desemprego do país no segundo trimestre

O estado também exibe o maior número de empregados com carteira assinada

No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens entre 18 a 24 anos recuou no país

A taxa de desocupação apresentou queda em 22 estados no segundo trimestre refletindo a redução do índice nacional de 11,1% para 9,3% no período. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, divulgada pelo IBGE. Nas grandes regiões, houve redução da taxa, com o Nordeste registrando a maior taxa de desocupação: 12,7%. A região também abriga os três estados com maior índice de desemprego: Bahia (15,5%), Pernambuco (13,6%) e Sergipe (12,7%). Já as menores taxas foram em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%). Registraram estabilidade o Distrito Federal, o Amapá, o Ceará, o Mato Grosso e Rondônia.

A PNAD Contínua mostra que, entre abril e junho, 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada, destaque para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81%) e Paraná (80,9%). Na parte debaixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51,0%). A coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, pondera que, apesar da queda generalizada na taxa de desocupação em diversos recortes, a distância entre homens e mulheres ainda é grande.

“A queda foi maior entre as mulheres, porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”, afirma. O recuo disseminado da taxa de desocupação também atingiu o recorte cor ou raça. “Mas a taxa em relação aos pretos e pardos em relação aos brancos aumentou”, explica Beringuy. No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens entre 18 a 24 anos recuou. Era 22,8% no primeiro trimestre e foi para 19,3% no segundo trimestre. “Foi, entre as faixas etárias, onde mais caiu. Mas ainda sim, é uma taxa bastante elevada, bem acima da média”, relata.

Sobre a PNAD Contínua
A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

O estado também exibe o maior número de empregados com carteira assinada

Petrobras reduz preços de venda de diesel para as distribuidoras

Preço médio de venda de diesel A terá redução de R$ 0,22 por litro

A parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba

A partir desta sexta-feira (12), o preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, redução de R$ 0,22 por litro. Segundo a companhia, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, afirma o comunicado da empresa.

Com Agência Brasil

Preço médio de venda de diesel A terá redução de R$ 0,22 por litro

Queda na safra leva à retração do Sul no primeiro trimestre

O índice de atividade econômica da região teve um recuo de 2,8%

As quebras nas colheitas de soja, arroz e primeira safra de milho, que são apropriadas no início do ano, consistiram nas causas fundamentais do recuo, avaliou o BC

A região Sul sofreu uma retração na atividade econômica no primeiro trimestre do ano, impactada pela forte estiagem e calor intenso, que comprometeram o desenvolvimento e a produtividade das lavouras. A avaliação é do Banco Central (BC) e consta no Boletim Regional, publicação trimestral que apresenta as condições da economia por regiões e por alguns estados do país, divulgada nesta quinta-feira (11).

De acordo com o BC, os principais condicionantes da economia do Sul registraram resultados mistos no primeiro trimestre do ano. “Enquanto comércio e serviços contribuíram positivamente, a desaceleração da indústria e, principalmente, a redução da produção agrícola levaram à retração da atividade na margem”, diz a publicação. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Sul teve um recuo de 2,8% no primeiro trimestre do ano, ante o crescimento de 1% no trimestre anterior. Em 12 meses até março, o indicador expandiu 4,2%, “ainda favorecido pela base deprimida de comparação”.

“As quebras nas colheitas de soja, arroz e primeira safra de milho, que são apropriadas no início do ano, consistiram nas causas fundamentais do recuo”, avaliou o BC. “De acordo com os indicadores estaduais, o decréscimo da atividade regional foi liderado pelo RS, em razão, primordialmente, da queda nas safras de verão”, completa. Também houve uma retração, menos intensa, no Norte, e uma desaceleração da economia no Centro-Oeste.

Avaliação nacional
Nacionalmente, para o Banco Central, o ritmo da atividade econômica surpreendeu positivamente no primeiro trimestre, com desempenho mais homogêneo entre as atividades. Já a inflação continuou pressionada, refletindo sobretudo aumentos dos preços dos alimentos e dos combustíveis. O PIB do período apontou ritmo de atividade acima do esperado, com crescimento de 1% em relação ao trimestre anterior, terceira alta consecutiva. No mesmo sentido, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central – Brasil (IBC-Br) variou 1% no primeiro trimestre do ano.

“Os indicadores de conjuntura da indústria, do comércio e de serviços apresentaram resultados positivos, em linha com a continuidade do processo de normalização das atividades mais atingidas pela pandemia, a trajetória de recuperação do mercado de trabalho e a expansão do consumo das famílias. Do lado negativo, a agropecuária recuou no primeiro trimestre, repercutindo a quebra parcial na safra de soja – produto com elevada participação no setor e com colheita concentrada no início do ano”, relata o Boletim Regional.

“Prospectivamente, novos estímulos ao consumo das famílias – saque extraordinário do FGTS e antecipação do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS – e a perspectiva de avanço da agropecuária e da indústria extrativa, após quedas no início do ano, reforçam a expectativa de crescimento da atividade no segundo trimestre”, avaliou a autarquia.

Com Agência Brasil

O índice de atividade econômica da região teve um recuo de 2,8%

Setor de serviços cresce 0,7% em junho

É a segunda alta seguida do índice

Setor de transportes teve alta de 0,6% e foi o que mais influenciou o resultado dos serviços em junho

O setor de serviços cresceu 0,7% na passagem de maio para junho, segunda alta seguida, acumulando ganho de 2,2% desde março deste ano. Com isso, o setor se encontra 7,5% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 3,2% abaixo de novembro de 2014 (ponto mais alto da série). Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE.

Das cinco atividades investigadas, quatro registraram crescimento. Luiz Almeida, analista da pesquisa, destaca que o setor de transportes, com alta de 0,6%, foi o que mais influenciou o resultado em junho. “Neste mês, a maior influência positiva veio do setor de transportes, com destaque para o transporte dutoviário, transporte rodoviário de cargas e transporte coletivo de passageiros. O setor de transportes encontra-se 16,9% acima do patamar pré-pandemia, ultrapassando esse nível em maio de 2021 e se mantendo acima desde então. Ou seja, já são 14 taxas acima do nível de fevereiro de 2020.O setor foi beneficiado inicialmente pelo aumento do transporte de cargas, muito disso devido ao aumento observado nas vendas online durante a pandemia, gerando impacto na cadeia logística, e, posteriormente, a recuperação do transporte de passageiros ajudou a impulsionar o setor.”

Os serviços profissionais, administrativos e complementares, com avanço de 0,7%, também se destacaram positivamente, com o aumento das atividades relacionadas a organização, promoção e gestão de feiras, congressos e convenções; atividades técnicas relacionadas à arquitetura e engenharia; serviços de engenharia; e vigilância e segurança privada. “O setor obteve a segunda taxa positiva seguida, acumulando um ganho de 1,8% nos dois últimos meses. Este crescimento leva o setor à um patamar 7,1% acima do patamar pré-pandemia, operando acima deste nível desde dezembro de 2021”, destaca o analista.

Em seguida, o setor de outros serviços teve alta de 0,8%, com destaque para as corretoras de títulos e valores mobiliários e administração de fundos por contrato ou comissão. O setor se encontra 2% acima de fevereiro de 2020. “Ele tem uma trajetória um pouco diferente dos outros setores pois não sofreu tanto ao longo da pandemia, principalmente, por conta dos serviços financeiros auxiliares, muito devido ao influxo de novos investidores. Em agosto de 2020 já estava acima do nível pré-pandemia e depois voltou a cair, apresentando um comportamento um pouco errático e diferente dos outros grupos”, analisa Almeida.

Já os serviços prestados às famílias tiveram alta de 0,6%, com destaque para os serviços de artes cênicas e espetáculos, bem como para a gestão de instalações esportivas. “Apesar de ainda ser o único setor abaixo do patamar pré-pandemia, vem mostrando trajetória de crescimento e se aproximando cada vez mais da recuperação. O ponto mais baixo foi em abril de 2020. Esta já é a quarta taxa positiva seguida, acumulando 9,3% de alta após uma queda acumulada de 1,1% nos dois primeiros meses do ano”, explica Almeida.

O único setor em queda foi o de informação e comunicação (-0,2%), puxado por portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet. Segundo Almeida, “o setor de tecnologia da informação, nesse mês, teve uma pequena queda, mas ao longo dos últimos meses vem mostrando recordes de patamar, tendo atingido seu nível mais alto em maio deste ano”.

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É a segunda alta seguida do índice

Balança comercial do Sul tem déficit de quase US$ 5 bilhões até julho

Rio Grande do Sul apresenta superávit de US$ 4 bilhões no período

O Sul foi responsável por 16,5% das exportações e por 23,1% das importações entre janeiro e julho

A balança comercial da região Sul apresenta um déficit de US$ 4,9 bilhões até julho. A situação era praticamente igual um ano antes, mas com um saldo negativo bem menor: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentavam déficit de US$ 1,5 bilhão. Até julho, foram exportados US$ 31,6 bilhões – avanço de 14,2% em relação ao igual período de 2021, enquanto as importações chegaram a US$ 36,6 bilhões, aumento de 25% sobre o mesmo intervalo do ano passado. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), vinculado ao Ministério da Economia, e compilados pelo Portal AMANHÃ.

Nos números por estado, o Rio Grande do Sul fechou o mês com saldo positivo de US$ 4 bilhões, enquanto o Paraná e Santa Catarina acumularam déficits (confira os números detalhados na tabela abaixo). O Sul, entre janeiro e julho, foi responsável por 16,5% das exportações e por 23,1% das importações brasileiras. Os principais produtos da pauta exportadora do Sul entre janeiro e julho foram carnes de aves e de suínos, soja e tabaco. No sentido inverso, a região importou fertilizantes, cobre e óleos combustíveis.

Metodologia
Em abril de 2021, o Ministério da Economia mudou o cálculo da balança comercial. Entre as principais alterações, estão a exclusão de exportações e importações fictas de plataformas de petróleo. Nessas operações, plataformas de petróleo que jamais saíram do país eram contabilizadas como exportação, ao serem registradas em subsidiárias da Petrobras no exterior, e como importação, ao serem registradas no Brasil.

Outras mudanças foram a inclusão, nas importações, da energia elétrica produzida pela usina de Itaipu e comprada do Paraguai, num total de US$ 1,5 bilhão por ano, e das compras feitas pelo programa Recof, que concede isenção tributária a importações usadas para produção de bens que serão exportados. Toda a série histórica a partir de 1989 foi revisada com a nova metodologia.

Rio Grande do Sul apresenta superávit de US$ 4 bilhões no período

Lucro da Lojas Renner dispara no primeiro semestre

Resultado atingiu mais de R$ 550 milhões

A empresa projeta um crescimento de vendas em torno de 40% para o segundo semestre

O lucro líquido da Lojas Renner disparou no primeiro semestre. No período, o resultado atingiu R$ 552 milhões, cifra muito maior do que os R$ 45,4 milhões de um ano antes. Dessa fatia, R$ 360 milhões foi o lucro alcançado entre abril e junho. Segundo a companhia, o lucro do trimestre foi superior em função da melhor geração operacional do segmento de varejo, quanto da menor alíquota efetiva de imposto de renda. A empresa foi beneficiada pelo maior valor deliberado de juros sobre o capital próprio, bem como por incentivos fiscais considerados como subvenção para investimento. A receita entre janeiro e junho aumentou 49,2% ultrapassando R$ 5 bilhões (veja todos os principais indicadores nas tabelas ao final desta reportagem).

“O período apresentou forte desempenho, impulsionado por um inverno antecipado, mais rigoroso, e a necessidade de renovação do guarda-roupa, fruto da retomada dos eventos sociais e maior mobilidade. Tais fatores contribuíram para a aceleração das vendas da coleção Outono Inverno, com número de transações e tickets atingindo níveis 10% acima de 2019”, comenta a varejista sobre o segundo trimestre. “A forte sazonalidade do período, com os eventos de Mães, Namorados e São João, aliada à consolidação das diversas iniciativas omni e proposta de valor adequada aos clientes, favoreceu o ganho de participação de mercado em todos os meses do trimestre”, detalha a Lojas Renner.

A empresa projeta um crescimento de vendas em torno de 40% para o segundo semestre, tendo em vista a inflação e pela demanda reprimida já ter sido uma fase vencida. “Considerando o movimento de vendas no início de julho, entendemos que poderíamos ter vendido um pouco mais, mas se deve ao melhor desempenho que tivemos em abril e maio. Agora começamos a ver uma situação mais normalizada”, relatou Fabio Faccio, presidente da companhia, em teleconferência.

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Visibilidade e marketing

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Quem é visto, é lembrado. Atualmente o marketing é um dos pilhares para o sucesso das empresas. Mas marketing sem planejamento não é marketing. Ouça agora o podcast sobre o tema. Participe, comente e se junte ao Grupo AMANHÃ! @grupoamanha

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Simpala amplia serviços financeiros

Grupo também anuncia foco exclusivo no segmento

“Há 50 anos temos como tradição oferecer as melhores soluções possíveis para os nossos clientes. Seguimos com este objetivo, agora especializados no segmento financeiro, com um grupo forte e competitivo”, afirma Flávio Augusto Vianna, CEO do grupo

O Grupo Simpala realiza um novo e importante movimento no mercado, com o encerramento das atividades da Simpala Veículos e passando a atuar de forma exclusiva no segmento financeiro, com o reforço na oferta de serviços e o lançamento de novos produtos por parte das empresas que o integram: Simpala Financeira, Simpala Consórcios, Simpala Seguros e Simpala Promotora. A nova estratégia de atuação representa a decisão por um foco único para o negócio. “Há 50 anos temos como tradição oferecer as melhores soluções possíveis para os nossos clientes. Seguimos com este objetivo, agora especializados no segmento financeiro, com um grupo forte e competitivo”, afirma Flávio Augusto Vianna, CEO do grupo.

Entre as novidades que integram o plano de expansão do Grupo Simpala Serviços Financeiros estão a oferta de novos produtos como consórcio imobiliário e abertura de novas lojas próprias da Simpala Promotora, que hoje tem 20 unidades e até 2024 deve dispor de 50 espalhadas por todo o país. Por sua vez, a Simpala Consórcios, é, atualmente, a sexta maior administradora em território nacional no segmento quatro rodas, com duas mil cotas vendidas ao mês, crescimento de vendas quintuplicado em um ano e faturamento de R$ 100 milhões de crédito mensalmente. Agora, a empresa passa a contar, também, com o produto para clientes do setor imobiliário.

A Simpala Financeira dobrou sua carteira de investimentos e dispõe de 150 parceiros comerciais homologados e em operação, contando com uma fatia importante de empréstimos consignados do setor público estadual e federal e tem em trâmite na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorização para operar com Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). O Grupo inclui, ainda, a Simpala Seguros, que oferece seguros de vida, veiculares e residenciais e contabiliza mais de R$ 1 bilhão em bens assegurados.

Grupo também anuncia foco exclusivo no segmento

Confiança do industrial atinge o maior patamar desde agosto de 2021

Avanço reflete percepção de melhora da economia

A desoneração de itens que afetam a produção, como é o caso dos combustíveis e da energia, trouxe mais otimismo

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado nesta quarta-feira (10) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), avançou dois pontos na passagem de julho para agosto, atingindo a marca de 59,8 pontos. A alta no indicador é reflexo da melhora da percepção e das expectativas do empresariado em relação à economia brasileira. Esse é o maior nível do ICEI desde agosto do ano passado, quando o índice chegou a 63,2 pontos.

De acordo com a pesquisa, a indústria segue confiante, uma vez que o ICEI permanece acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança. O índice varia de 0 a 100 pontos. Foram ouvidas 1.542 empresas, das quais 599 de pequeno porte, 582 de médio porte e 361 de grande porte, entre 1º e 8 de agosto.

O índice de condições atuais – um dos indicadores que compõem o ICEI – registrou alta de 3,1 pontos em relação a julho, alcançando 54,2 pontos. Segundo a economista da CNI Larissa Nocko, o avanço demonstra que o empresário percebe melhora mais forte e disseminada das condições atuais na comparação com os últimos seis meses.

“Os fatores que mais influenciaram esta alta da confiança do empresário industrial em agosto foram a recuperação econômica consistente dos últimos meses e a desoneração de itens que afetam a produção, como é o caso dos combustíveis e da energia”, afirma a economista da CNI. Outro componente do ICEI, o índice de expectativas também subiu – alta de 1,5 ponto, para 62,6 pontos. O aumento demonstra otimismo ainda mais forte e disseminado da indústria para os próximos seis meses.

Avanço reflete percepção de melhora da economia

Quarta edição do Innova Latam debate inovações na inovação

Evento organizado por IXL Center, GIMI Institute e Câmara de Comércio de Cartagena acontece no dia 17 de novembro na Colômbia

A organização do evento espera a participação de mais de 2 mil participantes

O Innova Latam 2022, evento organizado pelo IXL Center, GIMI Institute e pela Câmara de Comércio de Cartagena, propõe-se a debater inovações na inovação. As atividades, que oferecem serão tanto online quanto presenciais, incluirão conferências e uma experiência VIP de workshops. A organização do evento espera a participação de mais de 2 mil participantes em sua versão híbrida dos Estados Unidos, Espanha, Itália, Brasil, Filipinas, Chile, México, Colômbia, Peru, entre outros.

A programação abordará temas como liderança para o futuro, tendências e tecnologias emergentes, cultura de inovação, ecossistemas de inovação, gamificação de negócios, oportunidades de Edtech e inovação com foco no cliente. Além disso, o Innova Latam ofertará uma experiência imersiva no ecossistema de inovação colombiano. Serão três dias de visitas estratégicas em centros de referência em diferentes cidades do país.

“O Innova Latam será um espaço único que ocorre apenas uma vez por ano e reúne executivos, diretores e profissionais de todo o mundo para compartilhar as melhores práticas e ferramentas que permitem fortalecer suas capacidades organizacionais para gerar resultados de crescimento por meio de inovação”, resume Fernando Onosaki, sócio-diretor do IXL Center, destacando que o evento poderá trazer muitas oportunidades para gestores de área das companhias brasileiras, especialmente aquelas sediadas na região Sul.

Empresas interessadas poderão entrar em contato pelo e-mail info@innova-latam.com ou pelo WhatsApp +57 3043378084.

O IXL Center é o parceiro técnico do Grupo AMANHÃ em Campeãs da Inovação, ranking que lista as companhias do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul que melhor lidam com a gestão do tema. Você pode conferir o anuário clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Evento organizado por IXL Center, GIMI Institute e Câmara de Comércio de Cartagena acontece no dia 17 de novembro na Colômbia

Tupy apresenta resultados recordes no segundo trimestre

Receita e lucro líquido foram os maiores valores trimestrais da companhia

Empresa catarinense demonstrou ainda aumento do retorno sobre o capital investido

No segundo trimestre, a Tupy demonstrou que as iniciativas da gestão, bem como a resiliência do modelo de negócios, contribuíram para o crescimento do Ebitda ajustado, que atingiu R$ 345 milhões, maior valor trimestral até então; e do lucro líquido: R$ 180 milhões. No mesmo período, a receita líquida atingiu R$ 2,5 bilhões, representando crescimento de 54%. A empresa ainda teve aumento do retorno do capital investido: 13,6% (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem).

“A partir de resultados sólidos como o deste trimestre e dos movimentos anunciados recentemente é que estamos construindo uma nova Tupy. Uma empresa relevante na economia de baixo carbono, com um posicionamento singular no mercado, credibilidade técnica, plantas localizadas em regiões competitivas e um time com grande capacidade de liderança e execução. Além disso, com a conclusão da aquisição da MWM, a companhia será mais diversificada, pois terá exposição a novos setores, com grandes expectativas de crescimento. Toda essa combinação nos torna aptos a atender as necessidades de serviços de nossos clientes e ter crescimento com rentabilidade”, sintetiza Fernando Cestari de Rizzo, CEO da Tupy, em nota.

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Receita e lucro líquido foram os maiores valores trimestrais da companhia