Archives 2022

Suvinil inaugura primeira loja container no Sul

Nova unidade da Aquarela Tintas fica em Porto Alegre

Baseada em um conceito de arquitetura sustentável, a loja foi criada a partir do reaproveitamento de containers marítimos

A Suvinil, marca de tintas decorativas da Basf, e a Aquarela Tintas acabam de inaugurar a primeira loja em formato container no Sul. Localizada no estacionamento do Shopping Iguatemi em Porto Alegre, o ponto de venda oferece materiais e acessórios para pintura. A loja container se destaca por ser uma solução de arquitetura sustentável, pois se trata de um reaproveitamento de contêineres marítimos, não dependendo de recursos naturais para sua construção. A Suvinil espera expandir o projeto para outras cidades da região, mas ainda não há previsão.

“Estamos muito felizes em trazer esse modelo de negócio para a cidade, unindo o propósito de facilitação da jornada da pintura aos nossos compromissos de sustentabilidade, em um polo tão importante para a Suvinil. Essa é a nossa primeira loja container no Sul e esperamos expandir o projeto para outras cidades da região”, comenta José Vasconcellos, gerente comercial sênior da Suvinil, em nota. “Chegar na 14ª loja e no novo conceito de containers de tintas representa o sucesso do modelo de negócio nestes 35 anos de empresa, além da boa aceitação do público e do mercado”, afirma Mauro Bessa, diretor da Aquarela Tintas, também em nota.

A Aquarela Tintas é uma empresa consolidada no varejo de tintas e materiais para pintura estabelecida no Rio Grande do Sul desde 1987. Atualmente a empresa possui 14 unidades distribuídas nas cidades de Pelotas, Rio Grande e a capital gaúcha.

Nova unidade da Aquarela Tintas fica em Porto Alegre

Lucro do Banrisul avança 38,8% no segundo trimestre

O resultado reflete, especialmente, o crescimento da carteira de crédito

A rentabilidade anualizada atingiu 10,1% sobre o patrimônio líquido médio entre abril e junho

O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 227,8 milhões no segundo trimestre, aumento de 38,8% em relação ao trimestre anterior. O resultado reflete, especialmente, o crescimento da carteira de crédito, o aumento das receitas de prestação de serviço e de tarifas bancárias, além de um menor volume de tributos sobre o lucro. A rentabilidade anualizada atingiu 10,1% sobre o patrimônio líquido médio entre abril e junho.

O Banrisul alcançou, no mesmo período, carteira de crédito no valor de R$ 44,6 bilhões, que representa ampliação de R$ 8 bilhões, equivalente a 21,7% na comparação com junho de 2021. O desempenho é em decorrência, principalmente, pelo crédito consignado para pessoa física, linhas de capital de giro para empresas, comércio exterior, agronegócio e imobiliário. O crédito comercial pessoa física atingiu R$ 24,7 bilhões em junho, avanço de 12,9% nos últimos 12 meses. A evolução foi influenciada, especialmente, pelo crescimento das operações de crédito consignado, que alcançaram o montante de R$ 19,7 bilhões em junho de 2022.

Em 2021, o Banrisul abriu os primeiros Espaços Agro Banrisul, customizados e especializados no setor, para alcançar um número cada vez maior de pequenos e médios produtores em Santo Ângelo, Cruz Alta e Passo Fundo e, neste segundo semestre, irá inaugurar novos espaços em Bagé, Sant’Ana do Livramento, Ijuí e Carazinho.

No Plano Safra 2022/2023, o Banrisul tem como objetivo disponibilizar R$ 7 bilhões em crédito rural, expansão de 35% sobre o Plano Safra anterior. Em junho, a carteira de crédito rural atingiu R$ 5,4 bilhões, crescimento de 61,3% sobre o mesmo período no ano anterior.

O resultado reflete, especialmente, o crescimento da carteira de crédito

Lucro do Banrisul avança 38,8% no segundo trimestre

O resultado reflete, especialmente, o crescimento da carteira de crédito

A rentabilidade anualizada atingiu 10,1% sobre o patrimônio líquido médio entre abril e junho

O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 227,8 milhões no segundo trimestre, aumento de 38,8% em relação ao trimestre anterior. O resultado reflete, especialmente, o crescimento da carteira de crédito, o aumento das receitas de prestação de serviço e de tarifas bancárias, além de um menor volume de tributos sobre o lucro. A rentabilidade anualizada atingiu 10,1% sobre o patrimônio líquido médio entre abril e junho.

O Banrisul alcançou, no mesmo período, carteira de crédito no valor de R$ 44,6 bilhões, que representa ampliação de R$ 8 bilhões, equivalente a 21,7% na comparação com junho de 2021. O desempenho é em decorrência, principalmente, pelo crédito consignado para pessoa física, linhas de capital de giro para empresas, comércio exterior, agronegócio e imobiliário. O crédito comercial pessoa física atingiu R$ 24,7 bilhões em junho, avanço de 12,9% nos últimos 12 meses. A evolução foi influenciada, especialmente, pelo crescimento das operações de crédito consignado, que alcançaram o montante de R$ 19,7 bilhões em junho de 2022.

Em 2021, o Banrisul abriu os primeiros Espaços Agro Banrisul, customizados e especializados no setor, para alcançar um número cada vez maior de pequenos e médios produtores em Santo Ângelo, Cruz Alta e Passo Fundo e, neste segundo semestre, irá inaugurar novos espaços em Bagé, Sant’Ana do Livramento, Ijuí e Carazinho.

No Plano Safra 2022/2023, o Banrisul tem como objetivo disponibilizar R$ 7 bilhões em crédito rural, expansão de 35% sobre o Plano Safra anterior. Em junho, a carteira de crédito rural atingiu R$ 5,4 bilhões, crescimento de 61,3% sobre o mesmo período no ano anterior.

O resultado reflete, especialmente, o crescimento da carteira de crédito

Votorantim Cimentos reduz o uso de combustível fóssil em fábrica do Sul

Unidade gaúcha investiu R$ 1,4 milhão para desenvolver novo aditivo usado na composição do cimento

Atualmente, o cimento produzido em Pinheiro Machado é distribuído para um raio de 300 quilômetros em torno da fábrica

Mais de 1 mil toneladas de combustível derivado de petróleo deixaram de ser consumidas pela Votorantim Cimentos por melhoria implementada na fábrica de Pinheiro Machado (RS) no último ano. Isso é resultado da inovação criada pela unidade de desenvolver um novo aditivo para a composição do cimento e do investimento em novos sistemas de dosagem, que resultou na redução de 5% no uso do clínquer na formulação do produto. Com um investimento de R$ 1,4 milhão, deixou-se de emitir mais de 10 mil toneladas de CO2 no meio ambiente, mantendo todas as especificações técnicas e de qualidade do cimento.

O primeiro passo do projeto começou em 2020 com o início do desenvolvimento de um aditivo que permitiu a redução do uso de clínquer no cimento produzido na unidade gaúcha. Já a segunda etapa aconteceu em maio de 2021 com a instalação de um novo sistema de dosagem de cinza seca. A terceira etapa ocorreu em dezembro do mesmo ano com a implantação de um sistema definitivo de dosagem de aditivo nos moinhos da planta. Os novos equipamentos trouxeram mais precisão na dosagem de cinza seca e de aditivos na formulação do cimento.

“Começamos os estudos do novo aditivo em agosto e 2020 e os testes foram concluídos com sucesso em cinco meses, no início de 2021. Enviamos diversas amostras do nosso cimento para o laboratório internacional e tivemos intensas trocas de informações para encontrar a solução mais sustentável. Foi um investimento muito importante que, aliado aos novos equipamentos que instalamos na fábrica, fez a nossa indústria reduzir o consumo de combustível fóssil e manter a qualidade do cimento”, afirma Paulo Farinha, gerente da fábrica de Pinheiro Machado.

Por meio das três iniciativas, a porcentagem de clínquer usado na fabricação do cimento caiu de 57,5% para 52,5%. Essa nova taxa já está dentro dos objetivos de redução de emissões de CO2 da indústria cimenteira para 2050 no país, quando é previsto que o índice de emissão de carbono seja neutro. Levando o projeto adiante, a Votorantim Cimentou também começou a usar o novo aditivo em sua fábrica em Esteio (RS). “Por ser uma região próxima, os componentes utilizados na fórmula do cimento de Esteio são muito semelhantes aos de Pinheiro Machado. Por isso, o aditivo lá reage da mesma forma e entrega os mesmos resultados”, destaca Farinha.

Atualmente, o cimento produzido em Pinheiro Machado é distribuído para um raio de 300 quilômetros em torno da fábrica, levando o produto até a fronteira do Brasil com Uruguai e Argentina. A unidade, que está em operação desde 1972, produz o cimento Votoran Todas as Obras e possui capacidade instalada de produção de 450 mil toneladas de cimento por ano.

Combustível fóssil
O clínquer é utilizado na composição do cimento e responsável pelas propriedades de liga do produto. Ao reagir com a água, ele tem a capacidade de endurecer e adquirir resistência. Entretanto, sua produção requer uma demanda elevada de energia térmica no forno de cimento, que libera CO2 no ambiente. Por isso, é essencial que a indústria cimenteira busque soluções para otimizar o uso desse componente ao longo das décadas.

Quer saber mais sobre sustentabilidade?
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Unidade gaúcha investiu R$ 1,4 milhão para desenvolver novo aditivo usado na composição do cimento

Votorantim Cimentos reduz o uso de combustível fóssil em fábrica do Sul

Unidade gaúcha investiu R$ 1,4 milhão para desenvolver novo aditivo usado na composição do cimento

Atualmente, o cimento produzido em Pinheiro Machado é distribuído para um raio de 300 quilômetros em torno da fábrica

Mais de 1 mil toneladas de combustível derivado de petróleo deixaram de ser consumidas pela Votorantim Cimentos por melhoria implementada na fábrica de Pinheiro Machado (RS) no último ano. Isso é resultado da inovação criada pela unidade de desenvolver um novo aditivo para a composição do cimento e do investimento em novos sistemas de dosagem, que resultou na redução de 5% no uso do clínquer na formulação do produto. Com um investimento de R$ 1,4 milhão, deixou-se de emitir mais de 10 mil toneladas de CO2 no meio ambiente, mantendo todas as especificações técnicas e de qualidade do cimento.

O primeiro passo do projeto começou em 2020 com o início do desenvolvimento de um aditivo que permitiu a redução do uso de clínquer no cimento produzido na unidade gaúcha. Já a segunda etapa aconteceu em maio de 2021 com a instalação de um novo sistema de dosagem de cinza seca. A terceira etapa ocorreu em dezembro do mesmo ano com a implantação de um sistema definitivo de dosagem de aditivo nos moinhos da planta. Os novos equipamentos trouxeram mais precisão na dosagem de cinza seca e de aditivos na formulação do cimento.

“Começamos os estudos do novo aditivo em agosto e 2020 e os testes foram concluídos com sucesso em cinco meses, no início de 2021. Enviamos diversas amostras do nosso cimento para o laboratório internacional e tivemos intensas trocas de informações para encontrar a solução mais sustentável. Foi um investimento muito importante que, aliado aos novos equipamentos que instalamos na fábrica, fez a nossa indústria reduzir o consumo de combustível fóssil e manter a qualidade do cimento”, afirma Paulo Farinha, gerente da fábrica de Pinheiro Machado.

Por meio das três iniciativas, a porcentagem de clínquer usado na fabricação do cimento caiu de 57,5% para 52,5%. Essa nova taxa já está dentro dos objetivos de redução de emissões de CO2 da indústria cimenteira para 2050 no país, quando é previsto que o índice de emissão de carbono seja neutro. Levando o projeto adiante, a Votorantim Cimentou também começou a usar o novo aditivo em sua fábrica em Esteio (RS). “Por ser uma região próxima, os componentes utilizados na fórmula do cimento de Esteio são muito semelhantes aos de Pinheiro Machado. Por isso, o aditivo lá reage da mesma forma e entrega os mesmos resultados”, destaca Farinha.

Atualmente, o cimento produzido em Pinheiro Machado é distribuído para um raio de 300 quilômetros em torno da fábrica, levando o produto até a fronteira do Brasil com Uruguai e Argentina. A unidade, que está em operação desde 1972, produz o cimento Votoran Todas as Obras e possui capacidade instalada de produção de 450 mil toneladas de cimento por ano.

Combustível fóssil
O clínquer é utilizado na composição do cimento e responsável pelas propriedades de liga do produto. Ao reagir com a água, ele tem a capacidade de endurecer e adquirir resistência. Entretanto, sua produção requer uma demanda elevada de energia térmica no forno de cimento, que libera CO2 no ambiente. Por isso, é essencial que a indústria cimenteira busque soluções para otimizar o uso desse componente ao longo das décadas.

Quer saber mais sobre sustentabilidade?
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Unidade gaúcha investiu R$ 1,4 milhão para desenvolver novo aditivo usado na composição do cimento

Consórcio Novo Caracol vence leilão de concessão de parques no RS

O vencedor será responsável por qualificar a infraestrutura e os serviços oferecidos aos visitantes

O projeto de concessão tem previsão de investimento de R$ 47,6 milhões

O Consórcio Novo Caracol foi o vencedor do leilão do projeto da Concessão dos Parques Estaduais do Caracol e do Tainhas, no Rio Grande do Sul (RS), com a oferta de um pouco mais de R$ 150 milhões, o que representa um deságio de 5.341,15% em relação ao valor de outorga fixa ofertada de R$ 2,7 bilhões. O leilão foi realizado na sede da B3, na capital paulista, na manhã desta quinta-feira (11).

A concessão é um projeto do governo do estado do Rio Grande do Sul para impulsionar o ecoturismo nos parques estaduais do Caracol, em Canela, e Tainhas, na divisa dos municípios de Jaquirana, São Francisco de Paula e Cambará do Sul. O vencedor será responsável por qualificar a infraestrutura e os serviços oferecidos aos visitantes, fomentando o turismo sustentável e gerando renda e desenvolvimento regional em equilíbrio com a preservação ambiental.

Segundo informações do governo do Rio Grande do Sul, o projeto de concessão tem previsão de investimento de R$ 47,6 milhões nos dois parques, sendo R$ 23,7 milhões a serem investidos obrigatoriamente nos seis primeiros anos de contrato. Além disso, são previstas despesas operacionais de R$ 417,3 milhões ao longo dos 30 anos.

O diretor de concessões e privatizações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Fábio Abrahão, ressaltou que o mercado de ativos ambientais brasileiro, neste caso de parques, é algo extremamente subaproveitado, já que o brasileiro médio não frequenta o ambiente natural. O BNDES ajudou a estruturar a concessão, como parte de sua estratégia de agregar projetos verdes ao programa de privatizações. “A partir do momento em que as gerações vão ficando cada vez mais urbanizadas esse distanciamento entre natureza e o dia a dia das pessoas vai aumentando. Isso tem efeitos importantes na formação da sociedade, porque muito do nosso sentimento de preservação e de identidade vem dessa experiência e o Brasil tem um patrimônio ambiental incomparável”, analisou.

Segundo ele, quando o BNDES decidiu entrar na agenda de ativos ambientais, havia o objetivo de, por meio dos parques, plantar sementes para a mudança de mentalidade e criar a percepção da população do entorno de que o parque não é um problema. “Isso a curto prazo, pensando também em gerar economia local. A médio e longo prazo é a estimular a população a frequentar e entender a natureza, para formar um senso de identidade”.

Abrahão também explicou que a outra parte dos ativos ambientais com os quais o BNDES está lidando são as florestas estaduais e nacionais. “Ao todo são 12 milhões de hectares. Isso é importante porque mostra que temos uma solução em escala para a questão ambiental brasileira. Este é o segundo leilão de parques que nós fazemos, o primeiro estadual. É uma região importante porque tem um conceito especifico, porque é um circuito. Acreditamos que o nível de retenção do turista por lá vai aumentar bastante”.

Com Agência Brasil

O vencedor será responsável por qualificar a infraestrutura e os serviços oferecidos aos visitantes

Consórcio Novo Caracol vence leilão de concessão de parques no RS

O vencedor será responsável por qualificar a infraestrutura e os serviços oferecidos aos visitantes

O projeto de concessão tem previsão de investimento de R$ 47,6 milhões

O Consórcio Novo Caracol foi o vencedor do leilão do projeto da Concessão dos Parques Estaduais do Caracol e do Tainhas, no Rio Grande do Sul (RS), com a oferta de um pouco mais de R$ 150 milhões, o que representa um deságio de 5.341,15% em relação ao valor de outorga fixa ofertada de R$ 2,7 bilhões. O leilão foi realizado na sede da B3, na capital paulista, na manhã desta quinta-feira (11).

A concessão é um projeto do governo do estado do Rio Grande do Sul para impulsionar o ecoturismo nos parques estaduais do Caracol, em Canela, e Tainhas, na divisa dos municípios de Jaquirana, São Francisco de Paula e Cambará do Sul. O vencedor será responsável por qualificar a infraestrutura e os serviços oferecidos aos visitantes, fomentando o turismo sustentável e gerando renda e desenvolvimento regional em equilíbrio com a preservação ambiental.

Segundo informações do governo do Rio Grande do Sul, o projeto de concessão tem previsão de investimento de R$ 47,6 milhões nos dois parques, sendo R$ 23,7 milhões a serem investidos obrigatoriamente nos seis primeiros anos de contrato. Além disso, são previstas despesas operacionais de R$ 417,3 milhões ao longo dos 30 anos.

O diretor de concessões e privatizações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Fábio Abrahão, ressaltou que o mercado de ativos ambientais brasileiro, neste caso de parques, é algo extremamente subaproveitado, já que o brasileiro médio não frequenta o ambiente natural. O BNDES ajudou a estruturar a concessão, como parte de sua estratégia de agregar projetos verdes ao programa de privatizações. “A partir do momento em que as gerações vão ficando cada vez mais urbanizadas esse distanciamento entre natureza e o dia a dia das pessoas vai aumentando. Isso tem efeitos importantes na formação da sociedade, porque muito do nosso sentimento de preservação e de identidade vem dessa experiência e o Brasil tem um patrimônio ambiental incomparável”, analisou.

Segundo ele, quando o BNDES decidiu entrar na agenda de ativos ambientais, havia o objetivo de, por meio dos parques, plantar sementes para a mudança de mentalidade e criar a percepção da população do entorno de que o parque não é um problema. “Isso a curto prazo, pensando também em gerar economia local. A médio e longo prazo é a estimular a população a frequentar e entender a natureza, para formar um senso de identidade”.

Abrahão também explicou que a outra parte dos ativos ambientais com os quais o BNDES está lidando são as florestas estaduais e nacionais. “Ao todo são 12 milhões de hectares. Isso é importante porque mostra que temos uma solução em escala para a questão ambiental brasileira. Este é o segundo leilão de parques que nós fazemos, o primeiro estadual. É uma região importante porque tem um conceito especifico, porque é um circuito. Acreditamos que o nível de retenção do turista por lá vai aumentar bastante”.

Com Agência Brasil

O vencedor será responsável por qualificar a infraestrutura e os serviços oferecidos aos visitantes

FiBrasil, empresa de rede neutra, aposta no Sul

Companhia está presente em 26 municípios no Rio Grande do Sul

“Consideramos os investimentos no Sul estratégicos e por isso buscamos novos negócios e parcerias locais”, destaca o CCMO da FiBrasil, Alex Jucius

A região Sul é uma das prioridades da FiBrasil, empresa de rede FTTH neutra que nasceu com a missão de levar conectividade de fibra de alta qualidade para cidades em todo o Brasil. Ao todo, 41% de sua estrutura de rede neutra está na região. São 26 municípios no Rio Grande do Sul e a expectativa é de crescimento e expansão, atingindo ainda mais cidades até o final de 2023. “Consideramos os investimentos no Sul estratégicos e por isso buscamos novos negócios e parcerias locais”, destaca o CCMO da FiBrasil, Alex Jucius, que participou, na quinta-feira (11), de um painel com o tema: Rede Neutra: Mitos e Verdades no evento Link ISP 2022, em Gramado.

Com início das atividades em 2021, a FiBrasil suporta modelos de negócios flexíveis, oferece um aumento substancial na qualidade da rede e velocidade de disponibilidade e elimina a necessidade de investimentos para construir e manter a infraestrutura de rede, garantindo que os clientes tenham mais tempo e foco para priorizar a experiência do usuário final, desenvolver propostas de valor, produtos e ofertas competitivas. As redes de fibra neutra representam maior agilidade das operadoras para entrar no mercado; diminuem o risco dos altos investimentos com infraestrutura; viabilizam a inserção, no mercado, de operadoras de telecomunicações de diversos tamanhos; estimulam a competitividade no setor e aceleram o acesso da população à internet de ultravelocidade para todo o território nacional.

A infraestrutura de rede de fibra ótica da FiBrasil permite uma ocupação compartilhada, de maneira que é possível prestar serviços por meio dessa rede para diversas operadoras, concomitantemente. Essas, por sua vez, podem explorar o serviço de banda larga ou outro serviço de valor agregado diretamente para seus clientes finais. A FiBrasil traz para o mercado de operadoras e provedores a possibilidade concreta, a partir da diminuição de custos com infraestrutura, de aprimoramento da qualidade do serviço prestado ao usuário final, otimizando o foco na experiência do cliente. Além disso, há outras vantagens, tais como a sustentabilidade e a construção desnecessária de redes sobrepostas, que impactam diretamente a vida da população.

Companhia está presente em 26 municípios no Rio Grande do Sul

FiBrasil, empresa de rede neutra, aposta no Sul

Companhia está presente em 26 municípios no Rio Grande do Sul

“Consideramos os investimentos no Sul estratégicos e por isso buscamos novos negócios e parcerias locais”, destaca o CCMO da FiBrasil, Alex Jucius

A região Sul é uma das prioridades da FiBrasil, empresa de rede FTTH neutra que nasceu com a missão de levar conectividade de fibra de alta qualidade para cidades em todo o Brasil. Ao todo, 41% de sua estrutura de rede neutra está na região. São 26 municípios no Rio Grande do Sul e a expectativa é de crescimento e expansão, atingindo ainda mais cidades até o final de 2023. “Consideramos os investimentos no Sul estratégicos e por isso buscamos novos negócios e parcerias locais”, destaca o CCMO da FiBrasil, Alex Jucius, que participou, na quinta-feira (11), de um painel com o tema: Rede Neutra: Mitos e Verdades no evento Link ISP 2022, em Gramado.

Com início das atividades em 2021, a FiBrasil suporta modelos de negócios flexíveis, oferece um aumento substancial na qualidade da rede e velocidade de disponibilidade e elimina a necessidade de investimentos para construir e manter a infraestrutura de rede, garantindo que os clientes tenham mais tempo e foco para priorizar a experiência do usuário final, desenvolver propostas de valor, produtos e ofertas competitivas. As redes de fibra neutra representam maior agilidade das operadoras para entrar no mercado; diminuem o risco dos altos investimentos com infraestrutura; viabilizam a inserção, no mercado, de operadoras de telecomunicações de diversos tamanhos; estimulam a competitividade no setor e aceleram o acesso da população à internet de ultravelocidade para todo o território nacional.

A infraestrutura de rede de fibra ótica da FiBrasil permite uma ocupação compartilhada, de maneira que é possível prestar serviços por meio dessa rede para diversas operadoras, concomitantemente. Essas, por sua vez, podem explorar o serviço de banda larga ou outro serviço de valor agregado diretamente para seus clientes finais. A FiBrasil traz para o mercado de operadoras e provedores a possibilidade concreta, a partir da diminuição de custos com infraestrutura, de aprimoramento da qualidade do serviço prestado ao usuário final, otimizando o foco na experiência do cliente. Além disso, há outras vantagens, tais como a sustentabilidade e a construção desnecessária de redes sobrepostas, que impactam diretamente a vida da população.

Companhia está presente em 26 municípios no Rio Grande do Sul

Grupo Panvel eleva receita em 26,7% no segundo trimestre

Fluxo de clientes tem sido mais frequente

Hoje, o grupo soma 538 lojas na região Sul – 379 no Rio Grande do Sul, 64 em Santa Catarina e 89 no Paraná – e seis em São Paulo

O Grupo Panvel registra números fortes no segundo trimestre. A companhia alcançou R$ 1,06 bilhão de receita bruta, crescimento de 26,7% em comparação com o mesmo período de 2021. O lucro líquido ajustado do período foi de R$ 28 milhões, aumento de 15,8%. De acordo com a empresa, o bom resultado nas vendas foi impulsionado pela evolução do fluxo de clientes nas lojas físicas e digitais, sejam eles novos ou sejam eles os mesmos clientes comprando com maior frequência.

Outro destaque do período foi a abertura de novas lojas físicas, que segue o plano traçado pela companhia, de crescimento consistente. Entre abril e junho, foram inauguradas 17 novas lojas, com um total de 32 novas farmácias no primeiro semestre deste ano. Já no acumulado dos últimos doze meses, a companhia inaugurou 65 lojas. Hoje, o grupo soma 538 lojas na região Sul – 379 no Rio Grande do Sul, 64 em Santa Catarina e 89 no Paraná – e seis em São Paulo. “O constante investimento em lojas, em pessoas e em tecnologia para manter a qualidade da operação foram fundamentais para mais um trimestre muito satisfatório para a companhia. Esse desempenho de vendas antecipou números que eram esperados para exercícios posteriores, mesmo em um cenário de desafios”, afirma o CEO do Grupo Panvel, Julio Mottin Neto, em nota.

Outro fator importante para o desempenho foi a continuidade da alta penetração do digital nas vendas da Panvel, que alcançou 15,7%, crescimento de 24,1% em relação ao segundo trimestre de 2021. O forte resultado está relacionado à estrutura de entrega de última milha, desenvolvida de forma estratégica pela empresa. Além dos dois centros de distribuição em Eldorado do Sul (RS) e São José dos Pinhais (PR), a corporação conta com nove mini-CDS ou dark stores e 130 lojas híbridas.

A venda de produtos Panvel cresceu 9,8% em relação ao segundo trimestre de 2021, com a participação de 6,4% das vendas do varejo e 17,9% sobre a comercialização de higiene e beleza da rede. Retirando da base itens relacionados ao Covid 19, como máscaras, o crescimento de venda no período foi de 22,2%. “Esses patamares mantêm a Panvel como benchmark do varejo farma quando o assunto é marca própria. A fidelidade do público aos produtos Panvel tem sido um dos principais destaques para a área de produtos”, aponta o diretor financeiro e de relação com investidores do Grupo Panvel, Antônio Napp. Conforme dados da empresa, cerca de 45% dos clientes ativos investem periodicamente em itens marca.

Fluxo de clientes tem sido mais frequente

Grupo Panvel eleva receita em 26,7% no segundo trimestre

Fluxo de clientes tem sido mais frequente

Hoje, o grupo soma 538 lojas na região Sul – 379 no Rio Grande do Sul, 64 em Santa Catarina e 89 no Paraná – e seis em São Paulo

O Grupo Panvel registra números fortes no segundo trimestre. A companhia alcançou R$ 1,06 bilhão de receita bruta, crescimento de 26,7% em comparação com o mesmo período de 2021. O lucro líquido ajustado do período foi de R$ 28 milhões, aumento de 15,8%. De acordo com a empresa, o bom resultado nas vendas foi impulsionado pela evolução do fluxo de clientes nas lojas físicas e digitais, sejam eles novos ou sejam eles os mesmos clientes comprando com maior frequência.

Outro destaque do período foi a abertura de novas lojas físicas, que segue o plano traçado pela companhia, de crescimento consistente. Entre abril e junho, foram inauguradas 17 novas lojas, com um total de 32 novas farmácias no primeiro semestre deste ano. Já no acumulado dos últimos doze meses, a companhia inaugurou 65 lojas. Hoje, o grupo soma 538 lojas na região Sul – 379 no Rio Grande do Sul, 64 em Santa Catarina e 89 no Paraná – e seis em São Paulo. “O constante investimento em lojas, em pessoas e em tecnologia para manter a qualidade da operação foram fundamentais para mais um trimestre muito satisfatório para a companhia. Esse desempenho de vendas antecipou números que eram esperados para exercícios posteriores, mesmo em um cenário de desafios”, afirma o CEO do Grupo Panvel, Julio Mottin Neto, em nota.

Outro fator importante para o desempenho foi a continuidade da alta penetração do digital nas vendas da Panvel, que alcançou 15,7%, crescimento de 24,1% em relação ao segundo trimestre de 2021. O forte resultado está relacionado à estrutura de entrega de última milha, desenvolvida de forma estratégica pela empresa. Além dos dois centros de distribuição em Eldorado do Sul (RS) e São José dos Pinhais (PR), a corporação conta com nove mini-CDS ou dark stores e 130 lojas híbridas.

A venda de produtos Panvel cresceu 9,8% em relação ao segundo trimestre de 2021, com a participação de 6,4% das vendas do varejo e 17,9% sobre a comercialização de higiene e beleza da rede. Retirando da base itens relacionados ao Covid 19, como máscaras, o crescimento de venda no período foi de 22,2%. “Esses patamares mantêm a Panvel como benchmark do varejo farma quando o assunto é marca própria. A fidelidade do público aos produtos Panvel tem sido um dos principais destaques para a área de produtos”, aponta o diretor financeiro e de relação com investidores do Grupo Panvel, Antônio Napp. Conforme dados da empresa, cerca de 45% dos clientes ativos investem periodicamente em itens marca.

Fluxo de clientes tem sido mais frequente

Movida abre primeira loja de aluguel de carros em shopping no Paraná

Localizada no Shopping Curitiba, a unidade é a décima do estado e a terceira na região metropolitana da capital

A unidade oferece veículos que podem ser alugados por diárias, por pacotes mensais de 1 mil a 5 mil quilômetros por mês e até por assinatura anual

A Movida inaugurou sua primeira loja em um shopping center do Paraná. A empresa de aluguel de carros aproveitou o aquecimento do mercado – que cresceu 33,5% no ano passado, segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) – para instalar no Shopping Curitiba a terceira loja da marca na região metropolitana e a décima no estado. A unidade oferece veículos que podem ser alugados por diárias, por pacotes mensais de 1 mil a 5 mil quilômetros por mês e até por assinatura anual, com opções de 12 meses, 18 meses, 24 meses e 36 meses.

“Estamos bastante otimistas com a abertura da nossa primeira loja em um shopping de Curitiba. É um movimento que já começamos em outras cidades. Estamos preparados para atender os diferentes tipos de público, desde turistas, pessoas que precisam se locomover dentro da própria cidade e até aqueles que preferem alugar um veículo por um longo período, ao invés ter um carro próprio”, explica Jamyl Jarrus, diretor executivo de vendas e marketing da Movida. A gerente de marketing do shopping, Pamella Ikehara, diz que a loja está alinhada com a estratégia do centro de compras. “Somos um hub de soluções que facilitam o dia a dia das pessoas, seja em mobilidade, alimentação, entretenimento, entre outros.”

Desde 2006 no mercado, a Movida Aluguel de Carros tem a frota mais nova do Brasil. A loja do Shopping Curitiba oferece modelos para diferentes perfis de público e necessidades, desde carros mais básicos, como Renault KWID, Fiat Mobi e Hyundai HB20, até a linha executiva, como Tucson e Volvo. É possível alugar também carros utilitários, como Strada, Saveiro e Fiorino. Os clientes têm diárias de 27 horas (3 horas de cortesia no dia da devolução do veículo), locação Carbon Free, sistema GPS, Wi-fi para carro, Assistência 24 horas em todo o Brasil e diárias com proteções inclusas e quilometragem livre.

Localizada no Shopping Curitiba, a unidade é a décima do estado e a terceira na região metropolitana da capital

Movida abre primeira loja de aluguel de carros em shopping no Paraná

Localizada no Shopping Curitiba, a unidade é a décima do estado e a terceira na região metropolitana da capital

A unidade oferece veículos que podem ser alugados por diárias, por pacotes mensais de 1 mil a 5 mil quilômetros por mês e até por assinatura anual

A Movida inaugurou sua primeira loja em um shopping center do Paraná. A empresa de aluguel de carros aproveitou o aquecimento do mercado – que cresceu 33,5% no ano passado, segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) – para instalar no Shopping Curitiba a terceira loja da marca na região metropolitana e a décima no estado. A unidade oferece veículos que podem ser alugados por diárias, por pacotes mensais de 1 mil a 5 mil quilômetros por mês e até por assinatura anual, com opções de 12 meses, 18 meses, 24 meses e 36 meses.

“Estamos bastante otimistas com a abertura da nossa primeira loja em um shopping de Curitiba. É um movimento que já começamos em outras cidades. Estamos preparados para atender os diferentes tipos de público, desde turistas, pessoas que precisam se locomover dentro da própria cidade e até aqueles que preferem alugar um veículo por um longo período, ao invés ter um carro próprio”, explica Jamyl Jarrus, diretor executivo de vendas e marketing da Movida. A gerente de marketing do shopping, Pamella Ikehara, diz que a loja está alinhada com a estratégia do centro de compras. “Somos um hub de soluções que facilitam o dia a dia das pessoas, seja em mobilidade, alimentação, entretenimento, entre outros.”

Desde 2006 no mercado, a Movida Aluguel de Carros tem a frota mais nova do Brasil. A loja do Shopping Curitiba oferece modelos para diferentes perfis de público e necessidades, desde carros mais básicos, como Renault KWID, Fiat Mobi e Hyundai HB20, até a linha executiva, como Tucson e Volvo. É possível alugar também carros utilitários, como Strada, Saveiro e Fiorino. Os clientes têm diárias de 27 horas (3 horas de cortesia no dia da devolução do veículo), locação Carbon Free, sistema GPS, Wi-fi para carro, Assistência 24 horas em todo o Brasil e diárias com proteções inclusas e quilometragem livre.

Localizada no Shopping Curitiba, a unidade é a décima do estado e a terceira na região metropolitana da capital

5G será acionado em Curitiba na terça-feira

Florianópolis deverá estar apta a receber a tecnologia até 29 de agosto

Prazo para tecnologia chegar em todas as capitais deve ser ampliado

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) confirmou que as operadoras de telefonia poderão ativar suas redes de internet móvel 5G em Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Salvador (BA) a partir da próxima terça-feira (16). A data foi confirmada pelos integrantes do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi) na faixa de 3.625 MHz a 3.700 MHz, em reunião na manhã desta sexta-feira (12).

O Gaispi é formado por representantes da Anatel, do Ministério das Comunicações e de empresas, incluindo as de radiodifusão afetadas pelo projeto. A faixa de 3,5 GHz é a que garante as melhores potencialidades da quinta geração. As três capitais se somam a Brasília (DF), onde o 5G foi ativado em 6 de julho deste ano; Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS) e João Pessoa (PB), onde a autorização para ativação das estações com tecnologia de quinta geração do serviço móvel entrou em vigor no dia 29 de julho; além de São Paulo, onde o sinal começou a ser ativado no último dia 4.

O Gaispi também decidiu recomendar ao Conselho Diretor da Anatel a ampliação por mais 60 dias do prazo para que o sinal comece a ser liberado em outras 15 capitais. A proposta, que ainda será apreciada pelos conselheiros da agência reguladora, leva em conta informações fornecidas pela Entidade Administradora da Faixa (EAF – Siga Antenado), segundo a qual, Florianópolis (SC); Palmas (TO); Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES) deverão estar aptas a receber o 5G até 29 de agosto.

Inicialmente, a tecnologia deveria estar disponível em todas as capitais até o fim de setembro, mas, segundo a Anatel, pode ser necessário dilatar o prazo para permitir a conclusão das ações de desocupação da faixa de 3,5 GHz e resolver eventuais interferências na recepção das estações do Serviço Fixo por Satélite (FSS). Na prática, se o Conselho Diretor da Anatel aprovar a sugestão do Gaispi, até 28 de outubro, a faixa de 3,5 GHz deverá estar disponível, livre de interferências, em Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Porto Velho, Recife, Rio Branco, São Luís e Teresina. Com isso, as empresas teriam até 27 de novembro para ativar o serviço.

Entenda
Desde que o sinal do 5G chegou ao país, no mês passado, consumidores passaram a buscar por preços de planos e aparelhos compatíveis com a nova tecnologia de rede, movimentando o mercado das operadoras de telefonia celular. Também chamada de 5G puro, 5G Standalone ou 5GSA, a tecnologia promete permitir aos usuários navegar a uma velocidade média de 1 Gigabit (Gbps), dez vezes superior ao sinal do 4G.

Contudo, o consumidor deve estar atento às promoções e se informar sobre o tipo de rede de dados oferecida no momento da compra. E atentar para o fato de que há, em operação, aparelhos não compatíveis com o sinal do 5G puro, mas sim com o 5G no modo Dynamic Spectrum Sharing (DSS) ou non-standalone (NSA), também chamado de 5G “impuro” por operar na mesma frequência do 4G. As operadoras Vivo, Claro e TIM foram as primeiras empresas a oferecer o sinal da 5G puro com ampla cobertura nas cidades já autorizadas.

As operadoras informaram as condições que estão disponíveis para os clientes. A Vivo informou que o sinal 5G estará disponível a todos os clientes, sem a cobrança de tarifas extras. Para acessar a tecnologia, é preciso ter um aparelho compatível e estar na área de cobertura. A TIM respondeu que basta aos seus clientes interessados terem um aparelho compatível. Segundo a empresa, cerca de 70% de seu portfólio são de aparelhos com a nova tecnologia. Já a Claro informou que já tem à disposição de seus clientes cerca de 50 aparelhos compatíveis – única coisa de que os interessados precisarão. No site da Anatel é possível verificar a lista de celulares homologados para o sinal 5G.

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Com Agência Brasil

Florianópolis deverá estar apta a receber a tecnologia até 29 de agosto

5G será acionado em Curitiba na terça-feira

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Prazo para tecnologia chegar em todas as capitais deve ser ampliado

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) confirmou que as operadoras de telefonia poderão ativar suas redes de internet móvel 5G em Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Salvador (BA) a partir da próxima terça-feira (16). A data foi confirmada pelos integrantes do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi) na faixa de 3.625 MHz a 3.700 MHz, em reunião na manhã desta sexta-feira (12).

O Gaispi é formado por representantes da Anatel, do Ministério das Comunicações e de empresas, incluindo as de radiodifusão afetadas pelo projeto. A faixa de 3,5 GHz é a que garante as melhores potencialidades da quinta geração. As três capitais se somam a Brasília (DF), onde o 5G foi ativado em 6 de julho deste ano; Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS) e João Pessoa (PB), onde a autorização para ativação das estações com tecnologia de quinta geração do serviço móvel entrou em vigor no dia 29 de julho; além de São Paulo, onde o sinal começou a ser ativado no último dia 4.

O Gaispi também decidiu recomendar ao Conselho Diretor da Anatel a ampliação por mais 60 dias do prazo para que o sinal comece a ser liberado em outras 15 capitais. A proposta, que ainda será apreciada pelos conselheiros da agência reguladora, leva em conta informações fornecidas pela Entidade Administradora da Faixa (EAF – Siga Antenado), segundo a qual, Florianópolis (SC); Palmas (TO); Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES) deverão estar aptas a receber o 5G até 29 de agosto.

Inicialmente, a tecnologia deveria estar disponível em todas as capitais até o fim de setembro, mas, segundo a Anatel, pode ser necessário dilatar o prazo para permitir a conclusão das ações de desocupação da faixa de 3,5 GHz e resolver eventuais interferências na recepção das estações do Serviço Fixo por Satélite (FSS). Na prática, se o Conselho Diretor da Anatel aprovar a sugestão do Gaispi, até 28 de outubro, a faixa de 3,5 GHz deverá estar disponível, livre de interferências, em Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Porto Velho, Recife, Rio Branco, São Luís e Teresina. Com isso, as empresas teriam até 27 de novembro para ativar o serviço.

Entenda
Desde que o sinal do 5G chegou ao país, no mês passado, consumidores passaram a buscar por preços de planos e aparelhos compatíveis com a nova tecnologia de rede, movimentando o mercado das operadoras de telefonia celular. Também chamada de 5G puro, 5G Standalone ou 5GSA, a tecnologia promete permitir aos usuários navegar a uma velocidade média de 1 Gigabit (Gbps), dez vezes superior ao sinal do 4G.

Contudo, o consumidor deve estar atento às promoções e se informar sobre o tipo de rede de dados oferecida no momento da compra. E atentar para o fato de que há, em operação, aparelhos não compatíveis com o sinal do 5G puro, mas sim com o 5G no modo Dynamic Spectrum Sharing (DSS) ou non-standalone (NSA), também chamado de 5G “impuro” por operar na mesma frequência do 4G. As operadoras Vivo, Claro e TIM foram as primeiras empresas a oferecer o sinal da 5G puro com ampla cobertura nas cidades já autorizadas.

As operadoras informaram as condições que estão disponíveis para os clientes. A Vivo informou que o sinal 5G estará disponível a todos os clientes, sem a cobrança de tarifas extras. Para acessar a tecnologia, é preciso ter um aparelho compatível e estar na área de cobertura. A TIM respondeu que basta aos seus clientes interessados terem um aparelho compatível. Segundo a empresa, cerca de 70% de seu portfólio são de aparelhos com a nova tecnologia. Já a Claro informou que já tem à disposição de seus clientes cerca de 50 aparelhos compatíveis – única coisa de que os interessados precisarão. No site da Anatel é possível verificar a lista de celulares homologados para o sinal 5G.

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Com Agência Brasil

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