Archives 2022

CGT Eletrosul tem lucro de R$ 495 milhões no primeiro semestre

Resultado reflete o melhor desempenho da empresa na geração, transmissão e comercialização

A receita bruta proveniente das áreas de negócios e serviços ampliou 26,7% em relação ao primeiro semestre de 2021

O lucro líquido da CGT Eletrosul alcançou R$ 495 milhões no primeiro semestre. Foi registrado aumento de 83,9% sobre o mesmo período de 2021. Já o lucro recorrente, comparado ao ano passado, cresceu 57,3%, demonstrando a expansão sustentável da empresa. O resultado conquistado reflete o melhor desempenho da CGT Eletrosul nos segmentos de geração, transmissão e comercialização.

A receita bruta proveniente das áreas de negócios e serviços ampliou 26,7% em relação ao primeiro semestre de 2021, totalizando R$ 2,2 bilhões. No período, o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da CGT Eletrosul subiu 41,1%, alcançando R$ 888 milhões.

No balanço do último mês de junho, a CGT Eletrosul registrou dívida líquida de R$ 1,9 bilhão. O número representa redução de 15,3% em relação ao montante de R$ 2,3 bilhões observado no balanço anual de 2021. A relação dívida líquida/Ebitda ajustado, calculada para os últimos doze meses, ficou em 1,5 vez, demonstrando a grande capacidade da CGT Eletrosul em obter financiamentos para expansão. As disponibilidades imediatas no primeiro semestre atingiram R$ 1,4 bilhão.

Subsidiária da Eletrobras, a CGT Eletrosul é uma empresa resultante do processo de reestruturação societária da Eletrosul e CGTEE. Atua nos seguimentos de geração, transmissão e comercialização de energia. Com sede em Florianópolis (SC), a empresa opera empreendimentos nos três estados do Sul, além de Mato Grosso do Sul, e participa como acionista das hidrelétricas Jirau e Teles Pires. A matriz energética da CGT Eletrosul é diversificada, proveniente das fontes hídrica, térmica, eólica e solar, totalizando mais de 2 GW. No Rio Grande do Sul, a empresa está implantando o novo Parque Eólico Coxilha Negra (302,4 MW ), com investimento superior a R$ 2 bilhões. Entre as maiores transmissoras de energia do Brasil, a CGT Eletrosul possui de 12,5 mil quilômetros de linhas e cerca de 50 subestações.

Resultado reflete o melhor desempenho da empresa na geração, transmissão e comercialização

José Koch é Personalidade de Vendas 2022 da ADVB/SC

Empresário preside o Grupo Koch

O empresário José Koch, presidente do Grupo Koch, foi eleito Personalidade de Vendas 2022, da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil em Santa Catarina (ADVB/SC). O anúncio oficial foi feito pessoalmente pelo presidente da entidade, Claiton Pacheco Galdino, e a vice-presidente regional Litoral, Vanessa Niels, em visita a Koch, na manhã desta sexta-feira (19). O prêmio é uma promoção anual da ADVB/SC que tem como objetivo destacar a personalidade catarinense que conquistou sucesso mercadológico utilizando técnicas de marketing e vendas.

Koch é o 29º Personalidade de Vendas eleito. É natural de Antônio Carlos (SC), tem 56 anos de idade e presidente o Grupo Koch. O conglomerado atualmente possui 46 lojas em Santa Catarina. José Koch também é membro do conselho consultivo no Grupo Giga Atacado e membro do conselho fiscal da Associação Catarinense de Supermercados (Acats). “Este prêmio é um dos títulos mais aguardados pelos empresários catarinenses e o José Koch construiu esta vitória, com todo trabalho de marketing e vendas e crescente expansão do Grupo Koch no litoral do nosso estado”, destacou Galdino, presidente da entidade.

Os critérios para escolha são desempenho mercadológico, uso apropriado das ferramentas de marketing, visão setorial e associativista, comprometimento com práticas de responsabilidade social e a gestão contemporânea de seus negócios.

Empresário preside o Grupo Koch

Market4u tem crescimento de 50% até junho

A estratégia foi descentralizar os pontos de venda e abrir novas unidades apenas no modelo de franquia

Desde o começo do ano, o investimento em tecnologia e segurança no ponto de venda soma R$ 3 milhões

Pioneira e maior rede de mercados autônomos da América Latina, a Market4u fechou o semestre com 2.051 unidades em 125 cidades, o que significa um crescimento de 50% no número de franquias entre janeiro e julho de 2022. “Foram meses de fechamento de novas parcerias, para fortalecer a nossa marca e proporcionar ao nosso cliente uma gama de produtos diferenciada. A ideia é excelência no que fazemos, sempre com foco no consumidor final”, diz o CEO da empresa, Eduardo Córdova.

O quadro de colaboradores também evoluiu quase 30% no período, para fazer frente à expansão. A estratégia da empresa nascida em Curitiba foi descentralizar os pontos de venda e abrir novas unidades apenas no modelo de franquia. Algumas novas parcerias acabam de ser consolidadas, como a do GetNinjas – maior aplicativo para contratação de serviços no Brasil, que passa a integrar as soluções física e digital da Market4u. Por meio do aplicativo do mercado autônomo e em mais de 2 mil pontos físicos, clientes também têm acesso a 500 tipos de serviços que podem ser contratados, entre eles, reformas e reparos, serviços para a casa, assistência técnica e aulas de idiomas.

A mexicana Justo Supermercado une em um mesmo aplicativo algumas comodidades: mercado a poucos passos de casa e delivery de produtos selecionados. A novidade está valendo, neste primeiro momento, para condomínios selecionados de São Paulo, onde ambas as empresas atuam. Os serviços do Justo podem ser acessados por meio do aplicativo do Market4u, em que os clientes pedem produtos frescos e recebem direto no PDV, no seu condomínio. Recentemente, a Faber Castel também se juntou ao time de parceiros, fornecendo materiais escolares que podem ser comprados pelas famílias sem sair de casa.

Investimento em segurança
Desde o começo do ano, o investimento em tecnologia e segurança no ponto de venda soma R$ 3 milhões, direcionado para big data, inteligência artificial, internet das coisas, monitoramento por câmera com reconhecimento facial, entre outras. Um setor de business intelligence estuda o perfil de cada consumidor para oferecer promoções personalizadas. A implementação das unidades em um condomínio leva, em média 45 dias, a partir da contratação. Além disso, os síndicos que queiram testar a experiência podem fazer uma espécie de ‘test drive’ sem compromisso, para analisar a adaptabilidade do mercado com seus condôminos. Cada unidade exige um investimento aproximado de R$ 350 mil para o franqueado.

A estratégia foi descentralizar os pontos de venda e abrir novas unidades apenas no modelo de franquia

Uniformes com cara de alta costura levam grife paranaense para Europa

Curitibana Symmetry investe R$ 1,4 milhão em expansão e cresce 35% no semestre

Dentro do Brasil, existem acordos sendo costurados principalmente com empresas do ramo da gastronomia interessadas em distribuição exclusiva de uniformes para os setores de hotelaria e gastronomia do Rio Grande do Sul

Marca brasileira criada e desenvolvida para dar mais vida ao mercado de uniformes para empresas, principalmente as do setor gastronômico e hoteleiro, a Symmetry Uniforms está comemorando crescimento de 35% nas receitas e a expansão para o mercado externo com base em uma ousadia: trazer para o mundo formal dos uniformes tecidos e design típicos da alta costura.

“Fazemos uniformes fora do padrão utilizado no Brasil e isso vira objeto de desejo, usamos peças de alta costura, estamos inovando sempre. Usamos pied de poule, poá, xadrez e paletas atemporais. São peças que podem ser usadas tranquilamente fora do ambiente de trabalho”, afirma Rosemary Alves, CEO e fundadora da Symmetry Uniforms. “Em março passamos a atender a comunidade europeia, via Lisboa, e em julho inauguramos a sede de Orlando, que abastece os Estados Unidos, México e o Canadá, além de uma subsidiária em Porto Rico, responsável por toda a operação das Ilhas caribenhas”, acrescenta, informando que o investimento na expansão foi de R$ 1,4 milhão e as novas unidades já correspondem a 30% dos rendimentos mensais da Symmetry.

Em franca expansão, a empresa é brasileira, com sede em Curitiba, mas tem DNA espanhol, país de origem do sócio de Rosemary Alves, Francisco Javier Vara, e de seu irmão, o estilista Juan Vara, colaborador da marca que acumula uma trajetória de 45 anos trabalhando com grandes grifes. Com toda a produção feita no Brasil, a empresa tem uma logística de envio eficiente para as outras sedes, onde atende por e-commerce e warehouses. “Para a Europa ou para os Estados Unidos as encomendas levam entre cinco e seis dias para chegar, independentemente do volume do pedido”, acrescenta Rosemary.

Expansão em escala industrial
Para 2022, a previsão de envio de peças é calculada em US$ 1 milhão para os Estados Unidos, US$ 650 mil para o Canadá e US$ 500 mil para o México. Portugal tem uma previsão de remessas de 600 mil euros e os mercados árabes trabalham com uma expectativa de US$ 1 milhão.

Dentro do Brasil, existem acordos sendo costurados principalmente com empresas do ramo da gastronomia interessadas em distribuição exclusiva de uniformes para os setores de hotelaria e gastronomia do Rio Grande do Sul. “Estudamos também ter mais presença para o público consumidor final. Por que não, já que nossas roupas são bem cortadas? Pensamos em ter um corner em um shopping ou dentro de uma loja, muito em breve”, adianta a CEO da marca.

Tendo a consciência ambiental como um dos valores principais da empresa, que trabalha com o algodão orgânico em muitas de suas peças, a Symmetry Uniforms conquista os públicos mais exigentes. “Hoje o consumidor valoriza quem se preocupa com o meio ambiente em todas as etapas do processo produtivo”, entende Rosemary.

“Viemos para fazer a diferença em um mercado marcado pelo tradicionalismo, com cores opacas. Ainda vão ouvir falar muito da gente”, diz Rosemary, ao contar que enviou 8 mil peças enviadas por mês para warehouse de Lisboa. Ela ainda antecipa que pretende abrir uma loja física da Symmetry Uniforms em Madri até o final do ano.

Curitibana Symmetry investe R$ 1,4 milhão em expansão e cresce 35% no semestre

Intenção de consumo atinge maior nível desde o início da pandemia

Famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos são as mais otimistas

Nível de consumo atual teve o melhor resultado dos últimos seis meses

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) alcançou 82,1 pontos em agosto, o maior nível desde abril de 2020 (95,6 pontos), no início da pandemia, e acima dos resultados do mesmo mês nos dois anos anteriores. O indicador, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), avançou 1,1%, mantendo a tendência de alta iniciada em janeiro deste ano. O ICF mede, em uma escala de 0 a 200, a satisfação dos consumidores em relação ao cenário de consumo. Resultados abaixo de 100 sugerem insatisfação, enquanto os acima desse valor apontam satisfação. Compõem o indicador os índices de emprego atual, perspectiva profissional, renda atual, acesso ao crédito, nível de consumo atual, perspectiva de consumo e de momento para compra de bens duráveis, como eletrodomésticos, por exemplo.

O resultado para o mês de agosto foi fortemente baseado no consumo das famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos. Para esse grupo, a intenção de compras subiu 3,3%; para o grupo de menor renda, o ICF apresentou variação de 0,4%, o que indica estabilidade. Um dos destaques é o indicador que mede o nível de consumo atual, com crescimento de 2,8%, o maior dos últimos seis meses. Ele é medido a partir das respostas dos entrevistados a respeito do quanto as famílias estão comprando em relação ao ano passado (mais, menos ou a mesma quantidade). Nesse quesito, as famílias consideradas mais ricas apresentaram avanço de quase três pontos percentuais acima do crescimento apresentado pelas de menor rendimento.

Um terço dos consumidores se sente seguro em seu emprego
Outro índice que apresenta a maior pontuação desde abril de 2020 é o de segurança no emprego atual. A maior parte dos consumidores, 33,3%, revelou que se sente mais seguro do que em 2021. Em relação à perspectiva de melhoria profissional, houve recuo de 0,3% em relação a julho – no conjunto de respostas, a expectativa do grupo com rendimentos abaixo de 10 salários mínimos caiu 1%, mas os consumidores com renda acima desse nível estão 2% mais otimistas em relação ao emprego.

Acesso ao crédito
As famílias com maior renda se mostraram satisfeitas com o acesso ao crédito em agosto, com indicador acima dos 100 pontos, o que não acontecia desde março deste ano. “Apesar do aumento do auxílio para as famílias de menor renda, esses consumidores estão cautelosos, principalmente pela inflação em nível ainda elevado, alto endividamento e custo do crédito crescente”, pontua a economista responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro.

Maioria das vagas é ocupada por jovens
O avanço do mercado de trabalho vem em contraponto a esses desafios. Os mais jovens, aqueles com idade abaixo de 35 anos, são os que ocuparam 80,6% das vagas de emprego abertas em junho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Por conta disso, são eles também que apresentaram maior disposição para consumir, tanto no que diz respeito ao indicador (72,2 pontos) quanto à sua evolução anual (21,3%).

Apesar das incertezas econômicas, as famílias com menor renda revelaram melhora de sua perspectiva para consumir no próximo trimestre, com aumento de 0,5% do indicador em agosto, após queda de 0,1% em julho. Ao considerar todos os respondentes, o item também progrediu, acelerando 0,8% no mês, contra alta de 0,2% apresentada no mês anterior.

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Famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos são as mais otimistas

Empresas de telecom investiram R$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre

O montante representa um crescimento nominal de 3,8%

A maior participação na receita veio da telefonia e banda larga móvel, que responderam por 40% da receita do setor

Os investimentos das prestadoras em telecomunicações somaram R$ 8,3 bilhões no primeiro trimestre de 2022, segundo balanço divulgado pela Conexis Brasil Digital, sindicato das empresas de telecomunicações e de conectividade. O montante representa um crescimento nominal de 3,8% na comparação com o mesmo período de 2021. Contudo, em valores reais, descontada a inflação, o setor registrou uma queda de 6,1% no volume de investimentos.

Segundo a Conexis, o setor vem aumentando os investimentos ao longo dos anos. Nos primeiros 3 meses de 2021, o setor havia investido R$ 8 bilhões, em valores nominais. Em 2018, no primeiro trimestre de 2018, o investimento em valores reais foi de R$ 6,9 bilhões. Nos últimos cinco anos, a média dos investimentos do setor foi de R$ 36,9 bilhões em valores nominais.

A Conexis também divulgou a receita bruta do setor, que somou R$ 66 bilhões, uma alta nominal de 5,8% em relação à receita do primeiro trimestre de 2021. “Já com os dados atualizados pela inflação, a receita bruta dos primeiros três meses de 2022 caiu 4,3% na comparação com o mesmo período de 2021”, informou o sindicato.

A maior participação na receita veio da telefonia e banda larga móvel, que responderam por 40% da receita do setor. A banda larga fixa representou 28% da receita tributa do trimestre. No primeiro trimestre do ano, os acessos em banda larga fixa e móvel aumentaram 9,3%, chegando a 275,2 milhões, sendo 44 milhões de acessos em banda larga fixa e 231,2 milhões em móvel.

Com Agência Brasil

O montante representa um crescimento nominal de 3,8%

Por uma vida mais simples

Muitas pessoas repensam seus hábitos de consumo depois de crises coletivas, como a pandemia. E com os altos executivos aconteceu o mesmo

Os consumidores querem viver o momento presente, mas estão preocupados com o futuro. E desejam gastar menos

A nona edição da pesquisa global EY Future Consumer Index (FCI), da consultoria Ernst & Young (EY), que veio a público em junho, revelou alguns hábitos dos brasileiros depois da pandemia. Embora tenha afetado as pessoas de formas muito diferentes, a crise sanitária mudou o comportamento de consumo da grande maioria. Os consumidores querem viver o momento presente, mas estão preocupados com o futuro. E desejam gastar menos, escolhendo produtos que os ajudem a cuidar da saúde, do meio ambiente e da sociedade, priorizando as experiências. Essa nova realidade não poupou ninguém – e até mesmo os altos executivos estão optando por formas mais simples de viver.

“Sob a ótica dos hábitos de consumo, o que tem ocorrido é uma diminuição de compras repetitivas e mais comoditizadas e uma migração para compras mais seletivas, de produtos de melhor qualidade”, conta Cristiane Amaral, líder do segmento de varejo e bens de consumo da EY no Brasil e América do Sul. “A título de exemplo, percebemos que várias marcas de luxo tiveram as vendas aumentadas, assim como residências em condomínios de alto luxo ou até mesmo itens de moda mais casual”, emenda. É verdade: contrariando a crise econômica, o mercado de luxo no Brasil cresceu 10,8% em relação a 2020 e alcançou um valor de vendas estimado em R$ 13,9 bilhões em 2021, de acordo com a Euromonitor International.

O estudo identifica que, surpreendidos pelos surtos de ômicron e influenza, no início do ano, e pela alta da inflação desde o fim do ano passado, os consumidores estão trocando de marcas, comprando menos ou mesmo não comprando, em quase todas as categorias de produtos. Mas não só por causa dos preços mais altos e da redução do poder de compra. O contexto de crises motivou as pessoas a refletir sobre a própria identidade, seu papel no mundo e o futuro que desejam. Quase todos estão mais conscientes sobre os impactos positivos ou negativos de suas escolhas de consumo sobre a própria saúde, o meio ambiente, a sociedade e a perspectiva de futuro.

A pandemia também trouxe um novo panorama dentro dos setores de mercado. A perspectiva de passar mais tempo em casa e a redução dos ciclos sociais trazem uma necessidade de interação cada vez maior em um ambiente virtual, por meio da realização de compras online e diminuição das visitas físicas a lojas e shoppings. Cada vez mais os consumidores necessitam que as empresas tragam novidades neste campo digital e que sejam experiências personalizadas, de acordo com seus valores e necessidades. Uma experiência única nos canais digitais transforma a percepção do usuário, que passa a detectar oportunidades de redução de custos e maior eficiência em suas compras, com um acesso mais rápido e personalizado aos produtos e serviços que deseja, por meio de automatizações e Inteligência Artificial.

Ficando mais tempo em casa, preparando as próprias refeições, vendo menos os familiares e amigos, e, em muitos casos, trabalhando mais, 75% dos brasileiros ganharam mais consciência sobre o valor do dinheiro a longo prazo. Refletindo mais sobre o futuro e o que é importante para si, muitos colocaram como compromisso pessoal melhorar a maneira como criam seus filhos e como usam a tecnologia para cuidar da própria casa, fazer exercícios e, claro, comprar. Hoje, mais da metade dos entrevistados compra online produtos que antes da pandemia costumavam adquirir presencialmente – 47% em épocas festivas, inclusive.

“Para as classes A e B, vemos uma mudança menos palpável, em que continuam com suas rotinas e hábitos de consumo, uma vez que são consumidores que ainda buscam produtos considerados premium, nos quais a principal característica é a perspectiva de qualidade e o alinhamento aos valores que estes clientes têm como diretriz – como sustentabilidade, produtos que promovam a saúde e o bem-estar, produtos orgânicos”, contextualiza Cristina. Na visão dela, os consumidores das classes A e B, diante de uma situação econômica eventualmente desfavorável, tendem a reduzir seu consumo, preservando seus valores e fidelidade às marcas, em vez de migrarem para produtos mais em conta.

No livro “Por uma vida mais simples”, que trata da simplicidade voluntária no Brasil e no mundo, o colunista de AMANHÃ André D´Angelo afirma que muitas pessoas repensam suas vidas e seus hábitos de consumo depois de crises pessoais ou coletivas. Foi o que se verificou em eventos como a crise do petróleo nos anos 1970, o colapso da bolsa de Nova Iorque em 1987, o estouro da bolha das ponto.com em 2000, e a quebra do mercado financeiro, em 2008. Ou, nos casos pessoais, a perda de um familiar, uma demissão ou uma doença grave.

“A pandemia foi uma crise coletiva e mundial, sobre a qual assomaram crises pessoais, e certamente teve esse poder de mudar hábitos e mentalidades. No caso específico das classes A e B, penso que o home office é o grande divisor de águas”, identifica. Afinal, sair para trabalhar implica várias coisas: deslocamento em carro próprio, roupa e maquiagem adequadas, alimentação etc. E uma vez que o profissional tem a chance de ficar em casa, elimina praticamente todas essas preocupações, e se torna bem menos sensível aos estímulos de consumo ligados a essas categorias de produtos. Em compensação, fica mais atento ao conforto doméstico, tem mais tempo de navegar na internet sem medo de ser flagrado pelo chefe e, com isso, explorar outros interesses. Ao afirmar que a perspectiva muda, D´Ângelo não sabe dizer, no entanto, se ela necessariamente se dá na direção da frugalidade, mas a mudança é palpável. “A perspectiva muda. Não sei dizer se ela necessariamente se dá na direção da frugalidade, mas que há uma mudança, creio que há”, aponta D´Angelo.

Esse conteúdo é parte integrante do caderno Top of Mind RS 2022, publicação do Grupo AMANHÃ. Consolidado como uma espécie de Oscar das marcas mais lembradas pelos consumidores do Rio Grande do Sul, o Top of Mind, realizado desde 1991, é pioneiro no país.

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Confira na íntegra o evento no canal do YouTube do Grupo AMANHÃ.

Muitas pessoas repensam seus hábitos de consumo depois de crises coletivas, como a pandemia. E com os altos executivos aconteceu o mesmo

Fontes renováveis na matriz energética devem aumentar no ano

Com relação à oferta de energia hidráulica no país, a alta é de 8,9%

Espera-se um aumento de 3% na matriz energética brasileira, sendo as fontes de energia renováveis responsáveis por mais de 84% da geração elétrica

Levantamento divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) referente ao mês de maio informa que, no ano, a Oferta Interna de Energia (OIE) deverá crescer menos que o consumo final de energia nos setores econômicos. Segundo o Boletim Mensal de Energia, isso ocorrerá devido à redução das perdas de energia na geração termelétrica, decorrente da “recuperação da geração hidráulica”, após apresentar recuo de 8,5% em 2021.

Dessa forma, a expectativa é que, este ano, as fontes renováveis aumentem sua participação na matriz elétrica. A estimativa projetada pelo MME é que a OIE aumente em 1,3% (com 305,1 milhões de toneladas equivalente de petróleo) e 46,4% de fontes renováveis, em relação a 2021. Segundo o boletim – que, ao acompanhar variáveis (energéticas e não energéticas) busca estimar o comportamento mensal e acumulado da demanda total de energia do país – o consumo final de energia deve chegar a 2,5% devido a expansão da participação hidráulica.

“Para a Oferta Interna de Energia Elétrica (OIEE), espera-se o aumento de 3% na matriz energética brasileira, sendo as fontes de energia renováveis responsáveis por mais de 84% da geração elétrica”, informou o MME, referindo-se aos dados específicos para avaliação da oferta exclusivamente elétrica. Com relação à oferta de energia hidráulica no país, a alta é de 8,9% no ano. De acordo com o levantamento, o consumo de eletricidade aumentou 4,2% na comparação com maio de 2021. “O consumo comercial também segue em destaque, com alta de 13%; o residencial com 2,8%; e o industrial com 2,3%”.

Tarifas
O boletim destaca, também, que as tarifas de energia elétrica apresentam altas “significativas” no acumulado do ano, comparado a 2021, ficando “acima de 20% para cada um dos setores residencial, comercial e industrial”, ainda que tendo apresentado recuo em abril. A tendência, no entanto, é, segundo o ministério, de “baixa gradativa” para os próximos meses do ano.

Com Agência Brasil

Com relação à oferta de energia hidráulica no país, a alta é de 8,9%

Petrobras anuncia redução de R$ 0,18 na gasolina para distribuidoras

Litro passará a custar R$ 3,53, uma queda de cerca de 4,8%

Como a gasolina vendida nos postos de combustível recebe mistura obrigatória de 27% de etanol anidro, a Petrobras calcula que a sua parcela no custo final da gasolina paga pelos motoristas passará a ser de R$ 2,57 para cada litro

A Petrobras vai reduzir na terça-feira (16) o preço de venda da gasolina A para as distribuidoras de combustível em R$ 0,18. O reajuste foi informado no início da tarde desta segunda-feira (15) pela estatal. Com a redução, o litro da gasolina vendido pela Petrobras deixará de custar R$ 3,71 e passará a custar R$ 3,53, uma queda de cerca de 4,8%.

A empresa afirma que “a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Como a gasolina vendida nos postos de combustível recebe mistura obrigatória de 27% de etanol anidro, a Petrobras calcula que a sua parcela no custo final da gasolina paga pelos motoristas passará a ser de R$ 2,57 para cada litro.

Com Agência Brasil

Litro passará a custar R$ 3,53, uma queda de cerca de 4,8%

Varejista Gazin, do Paraná, cresce na região Norte do país

Na primeira aquisição de sua história, rede adquiriu a Radisco, do Pará

A Gazin é a 34ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC

O grupo varejista Gazin, de Douradina (PR), anunciou sua primeira aquisição da história. A companhia paranaense fechou a aquisição da rede Radisco Magazine, sediada em Capanema (PA) e com 16 lojas no estado e um centro de distribuição. A empresa não revela valor da transação. A informação é da edição eletrônica do jornal Valor Econômico desta terça-feira (16). Segundo a reportagem, o Conselho Administrativo de Defesa econômica (Cade) já aprovou a transação no dia 3 de agosto.

Segundo a matéria assinada pela jornalista Adriana Mattos, a Gazin amplia a atuação no Pará, onde a rede atua desde 2011, com 28 unidades, aumentando em cerca de 50% a sua base de pontos no estado — além das lojas, a Gazin tem dois centros de distribuição no Pará. No Brasil, o grupo paranaense fechou 2021 com 305 unidades e vendas líquidas de R$ 5,7 bilhões, uma leve alta de 3%. O lucro líquido alcançou R$ 544 milhões, avanço de 20% em 2021 frente a 2020.

A Gazin é a 34ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Na primeira aquisição de sua história, rede adquiriu a Radisco, do Pará

Camex torna definitivo corte de 10% de tarifa comum do Mercosul

Órgão também reduziu tarifas de airbags e compostos alimentares

A resolução entrará em vigor em 1º de setembro

Em vigor desde novembro de 2021, a redução em 10% da tarifa externa comum (TEC) do Mercosul tornou-se definitiva. A incorporação da medida à legislação brasileira foi aprovada pelo Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia. A resolução entrará em vigor em 1º de setembro. A decisão não terá efeito prático sobre as alíquotas de importação brasileira. Isso porque, em maio, o governo promoveu uma redução adicional, também de 10%, para reduzir os impactos econômicos da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Embora o Brasil e a Argentina tivessem fechado um acordo para diminuir a TEC em 10% em outubro de 2021, a medida só foi aprovada pelos outros países do bloco na reunião do mês passado, no Paraguai. A redução da TEC em 10% vale para cerca de 80% do universo tarifário e é a primeira ampla diminuição da tarifa desde a criação da taxa no Mercosul. Segundo o Ministério da Economia, a medida amplia a inserção dos países do Mercosul no comércio internacional e aumenta a competitividade e a integração das economias do bloco.

O corte adicional de 10%, implementado pelo Brasil em maio, vigorará até o final de 2023. As negociações prosseguem dentro do Mercosul para aprofundar a redução tarifária do bloco. “O Brasil considera a modernização da TEC como um dos pilares da estratégia de promover maior inserção do país no comércio internacional, paralelamente à melhoria do ambiente de negócios, à ampliação da rede de acordos comerciais e à redução das barreiras não tarifárias ao comércio”, destacou em nota o Ministério da Economia.

Em outra decisão, a Camex reduziu a tarifa de importação de sete produtos, que serão incluídos à Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec). Entre os itens beneficiados, estão airbags para proteção de motociclistas, proteínas do soro do leite, e complementos alimentares. Com a medida, as tarifas de importação desses produtos, que variavam de 11,2% a 35%, serão zeradas ou reduzidas a 4% a partir de 1º de setembro.

Antidumping
A Camex decidiu pela aplicação de direito antidumping sobre ácido cítrico e sais e ésteres do ácido cítrico, originários da Colômbia e da Tailândia e sobre o éter monobutílico do etilenoglicol vindo da França. O órgão também aplicou a tarifa antidumping para filamentos sintéticos texturizados de poliésteres da China e da Índia. Nesse caso, no entanto, o antidumping foi aplicado com imediata suspensão, por um ano, prorrogável uma única vez por igual período.

Tarifas consolidadas
Por fim, o Gecex aprovou ajustes numa resolução do órgão de 2021 que tornam mais claras as concessões tarifárias decorrentes de compromissos na Organização Mundial do Comércio (OMC). As alíquotas do Imposto de Importação para 48 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul passam a ser divulgadas na norma. As chamadas “tarifas consolidadas” são limites máximos de Imposto de Importação que cada um dos membros da organização se comprometeu a aplicar nas importações dos demais países membros da OMC. Segundo o Ministério da Economia, os ajustes tornam mais transparentes aos operadores de comércio exterior as alíquotas do imposto de importação efetivamente aplicadas, permitindo observar os limites negociados pelo Brasil na OMC.

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Com Agência Brasil

Órgão também reduziu tarifas de airbags e compostos alimentares

Varejista Gazin, do Paraná, cresce na região Norte do país

Na primeira aquisição de sua história, rede adquiriu a Radisco, do Pará

A Gazin é a 34ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC

O grupo varejista Gazin, de Douradina (PR), anunciou sua primeira aquisição da história. A companhia paranaense fechou a aquisição da rede Radisco Magazine, sediada em Capanema (PA) e com 16 lojas no estado e um centro de distribuição. A empresa não revela valor da transação. A informação é da edição eletrônica do jornal Valor Econômico desta terça-feira (16). Segundo a reportagem, o Conselho Administrativo de Defesa econômica (Cade) já aprovou a transação no dia 3 de agosto.

Segundo a matéria assinada pela jornalista Adriana Mattos, a Gazin amplia a atuação no Pará, onde a rede atua desde 2011, com 28 unidades, aumentando em cerca de 50% a sua base de pontos no estado — além das lojas, a Gazin tem dois centros de distribuição no Pará. No Brasil, o grupo paranaense fechou 2021 com 305 unidades e vendas líquidas de R$ 5,7 bilhões, uma leve alta de 3%. O lucro líquido alcançou R$ 544 milhões, avanço de 20% em 2021 frente a 2020.

A Gazin é a 34ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Na primeira aquisição de sua história, rede adquiriu a Radisco, do Pará

L8 Energy leva usina de hidrogênio verde para a Intersolar South America

Solução é uma das principais tendências mundiais para produção sustentável de energia

A produção de hidrogênio exige um alto consumo de eletricidade e a solução apresentada pela empresa alia a geração de energia solar ao processo, consumindo eletricidade produzida pelo próprio sistema fotovoltaico

A produção de hidrogênio verde a partir de usinas solares será uma das inovações apresentadas na Intersolar South America, entre 23 e 25 de agosto, em São Paulo. Pela quarta vez participando da feira, a paranaense L8 Energy, empresa especializada na industrialização e distribuição de sistemas fotovoltaicos, levará ao evento a maquete de uma usina de hidrogênio verde integrada a um sistema fotovoltaico. A solução é considerada uma das principais tendências mundiais para atender à demanda crescente de energia no futuro.

De acordo com Leandro Kuhn, CEO da L8 Group, a produção de hidrogênio exige um alto consumo de eletricidade e a solução apresentada pela empresa alia a geração de energia solar ao processo, consumindo eletricidade produzida pelo próprio sistema fotovoltaico. “É uma alternativa ambientalmente sustentável, com utilização de fonte renovável e que não gera resíduos ao longo da produção. Ao ser aplicado como fonte de energia, o hidrogênio não emite gases poluentes como o gás carbônico, apenas vapor de água, o que também contribui para minimizar o aquecimento global”, explica.

Além das inovações envolvendo o hidrogênio verde, a L8 Energy apresentará na Intersolar South America todo o seu portfólio de produtos e soluções de geração solar, como inversores, módulos, telha solar, filmes finos flexíveis, luminária solar e carregador elétrico veicular, por exemplo.

“A Intersolar South América é a principal e maior feira do setor fotovoltaico na América do Sul. O evento apresenta a cadeia produtiva de energia solar completa e levaremos ao público as principais tendências do mercado. É um evento importante para conhecer os principais fabricantes e distribuidores do setor e estreitarmos nosso relacionamento com os clientes”, afirma Guilherme Nagamine, diretor da L8 Energy.

Mercado em expansão
A demanda por sistemas fotovoltaicos vem crescendo significativamente no Brasil nos últimos anos e, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar e Fotovoltaica (Absolar), a geração de energia solar em residências deve dobrar ainda neste ano. De acordo com Guilherme Nagamine, muitos consumidores já perceberam as vantagens de investir em sistemas fotovoltaicos. Entre os fatores que impulsionam o setor, ele destaca o apelo ambiental e de sustentabilidade, com mais pessoas buscando fontes renováveis, aliado aos benefícios econômicos. “Com a energia elétrica cada vez mais cara no Brasil, mais famílias estão investindo em geração própria, para reduzir os custos. Há ainda o incentivo fiscal previsto no Marco Legal de Geração Distribuída que isenta os impostos até 2045 para quem instalar um sistema fotovoltaico até 7 de janeiro de 2023”, destaca.

A geração de energia solar no país alcançou em junho 16.414 MW de potência instalada, o equivalente a 8,1% de toda a matriz energética brasileira, conforme informações divulgadas no início de julho pela Absolar. Com isso, o setor fotovoltaico passou a ser o terceiro maior gerador de eletricidade no país, atrás apenas da energia hídrica, que representa 53,9% e da eólica, com 10,8%.

Solução é uma das principais tendências mundiais para produção sustentável de energia

A.Yoshii entrega obra da maior fábrica de pet food da América Latina

Com investimentos de R$ 1,1 bilhão, nova fábrica da PremieRpet® tem capacidade produtiva de 660 mil toneladas de alimentos

Para a planta, a A.Yoshii aplicou métodos construtivos de ponta, que asseguram ao cliente aplicar tecnologia 4.0 nas linhas de produção

A A.Yoshii Engenharia acaba de concluir as obras civis da nova fábrica de pet food da PremieRpet®, empresa líder no segmento de alimentos de alta qualidade para cães e gatos. A unidade está localizada na cidade paranaense de Porto Amazonas, às margens da rodovia BR 277, na região dos Campos Gerais, e será responsável pela produção de alimentos para cães e gatos. Segundo o diretor industrial da PremieRpet®, Cássio Macedo de Toledo, a nova planta gera 330 empregos diretos e 700 indiretos. Ao final do projeto de implantação, terá capacidade de produção de 660 mil toneladas por ano, tornando-se a maior unidade produtiva de pet food da América Latina.

A construtora ficou responsável por todas as fases do projeto referentes à engenharia, suprimentos e construção das estruturas civis. De acordo com o engenheiro Cleon Quadros, cerca de 180 colaboradores da construtora estiveram envolvidos no projeto, com duração de 19 meses. Para a planta, a A.Yoshii aplicou métodos construtivos de ponta, que asseguram ao cliente aplicar tecnologia 4.0 nas linhas de produção. “Um dos aspectos mais relevantes na aplicação de novas tecnologias é o aumento da produtividade. Com a automação, a análise de informações e controle das operações geram melhores resultados para a empresa. Com isso, proporcionamos melhorias contínuas dos processos, otimização de custos e chances reduzidas de incidir em erros e retrabalhos”, explica Quadros.

Essa evolução tecnológica na construção civil ainda facilita o gerenciamento de obras, visto que é possível organizar e analisar o alto volume de dados gerados, criar gráficos de controle, centralizar informações e acessá-las rapidamente sempre que necessário.

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Incorporação, com atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo; pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural; e atua em Obras Corporativas, atendendo a grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros.

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Iniciativa ajuda pessoas a trabalharem com tecnologia

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Cesar Leite, CEO das Empresas Processor, conversou com Letícia Polydoro, colunista de AMANHÃ, sobre a +praTI, uma iniciativa que deseja a construir um mundo melhor a partir da formação e qualificação de pessoas para o mercado de trabalho usando TI como instrumento para aumento de empregabilidade e de renda.

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