Archives 2022

BRF anuncia joint venture voltada ao mercado muçulmano

Investimentos previstos na nova empresa chegam a US$ 500 milhões

A entidade atuará na cadeia completa de produção de frangos na Arábia Saudita e promoverá a venda de produtos frescos, congelados e processados

A BRF comunicou que celebrou um acordo de joint venture com a Halal Products Development Company (HPDC), uma subsidiária integral do Public Investment Fund, que tem por objetivo o desenvolvimento da indústria halal na Arábia Saudita. A transação ainda está sujeita à obtenção de aprovações das autoridades reguladoras. O negócio prevê a criação de uma sociedade na Arábia Saudita detida até 70% pela BRF e até 30% pela HPDC.

A entidade atuará na cadeia completa de produção de frangos na Arábia Saudita e promoverá a venda de produtos frescos, congelados e processados. A joint venture contará com um investimento combinado de US$ 500 milhões, dos quais US$ 125 milhões serão aportados pela BRF GmbH e pela HPDC quando da constituição da sociedade; e o restante oportunamente de acordo com o plano de investimento a ser estabelecido pelas partes.

O contrato também prevê a criação de uma sede para negócios halal, um centro de inovação de alimentos halal e um centro de excelência na Arábia Saudita.

Investimentos previstos na nova empresa chegam a US$ 500 milhões

Propulsores de novas ideias

A BRSupply se impôs uma rotina de busca de soluções inovadoras

Grande parte dos produtos e processos da empresa surgem de necessidades evidenciadas no dia a dia das empresas, tanto pelo contato dos colaboradores com clientes quanto com fornecedores

Atenta às necessidades do mercado, a BRSupply se impôs uma rotina de busca de soluções inovadoras que simplifiquem a aquisição de suprimentos indiretos [aqueles que não têm relação direta com a produção fabril] pelas empresas. O investimento anual da empresa em P&D gira entre 2% e 4% de sua receita líquida. Todos os caminhos apontam que a digitalização é premissa fundamental no mercado da BRSupply, o que vem reforçando ainda mais o foco da empresa em tecnologia e automatização, na melhoria contínua do desempenho operacional e na excelência no atendimento ao cliente.

Em 2021, a companhia investiu pesado no desenvolvimento da nova plataforma do portal Oceano B2B, na automação de dois centros de distribuição (CD) e no processo de controle de rastreamento de última milha de entregas. Para 2022, a previsão é investir cerca de 30% mais em ações de melhoria contínua, visando sempre à excelência no atendimento ao cliente e maximizando o nível de satisfação do mercado.

Grande parte dos produtos e processos da empresa surgem de necessidades evidenciadas no dia a dia das empresas, tanto pelo contato dos colaboradores com clientes quanto com fornecedores. “Baseados nessa premissa, nossos colaboradores são instigados a estarem atentos às necessidades do mercado, dos nossos clientes e fornecedores, bem como às melhores práticas de mercado que contribuam com a melhoria de processos e sugestão de novos produtos ao cliente”, explica a empresa em nota a AMANHÃ. A intenção é desenvolver soluções, através de ferramentas digitais que proporcionem a simplificação da cadeia de suprimentos indiretos, que atendam com excelência a necessidade do cliente e contribuam para a fidelização dos fornecedores.

Um exemplo é o Almoxarifado Virtual, ferramenta desenvolvida para órgãos e empresas públicas. O Almoxarifado Virtual disponibiliza um formato de licitação totalmente inovador e digital, permitindo a gestão de toda a cadeira de suprimentos indiretos de consumo recorrente. Outra forma de inovação é o acompanhamento das práticas internacionais de empresas – um benchmarking que procura melhorar ações já executadas e trazê-las para o ambiente e realidade dos clientes e fornecedores da própria BRSupply.

Esse conteúdo integra a edição 340 da revista AMANHÃ, publicação do Grupo AMANHÃ, que trouxe os resultados da 18ª edição do ranking Campeãs da Inovação. Clique aqui para acessar a publicação online, mediante pequeno cadastro.

A BRSupply se impôs uma rotina de busca de soluções inovadoras

Banco Central mantém a taxa Selic em 13,75% ao ano

Os analistas de mercado esperam que a taxa permaneça nesse nível até meados do próximo ano

No menor nível da história até março de 2021, quando estava em 2% ao ano, a Selic foi reajustada sucessivamente até chegar a 13,75% ao ano em agosto

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) define nesta quarta-feira (26) a taxa básica de juros, a Selic. O colegiado decidiu manter os juros em 13,75% ao ano pela segunda vez seguida. Os analistas de mercado esperam que a taxa permaneça nesse nível até meados de 2023. “O Comitê se manterá vigilante, avaliando se a estratégia de manutenção da taxa básica de juros por período suficientemente prolongado será capaz de assegurar a convergência da inflação”, ressalta o comunicado emitido após a reunião do colegiado. 

Na ata da última reunião, os membros do Copom indicaram que pretendiam manter a Selic, mas não excluíram a possibilidade de novos reajustes, caso a inflação persista no médio prazo. No menor nível da história até março de 2021, quando estava em 2% ao ano, a Selic foi reajustada sucessivamente até chegar a 13,75% ao ano em agosto. Em setembro, a taxa foi mantida nesse nível. Depois de altas nos últimos meses, as expectativas de inflação têm caído. A última edição do Focus reduziu a previsão de inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,62% para 5,6% em 2022. Em junho, as projeções para o IPCA chegaram a 9%.

Embora a gasolina e a energia elétrica tenham ficado mais baratas nos últimos meses, a guerra entre Rússia e Ucrânia continua a causar impacto nos preços do diesel, de fertilizantes e de outras mercadorias importadas. Além disso, a instabilidade na economia norte-americana, que enfrenta a maior inflação dos últimos 41 anos, tem provocado forte volatilidade na cotação do dólar em todo o planeta. Para 2022, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior é 5%. Os analistas de mercado consideram que o teto da meta será estourado pelo segundo ano consecutivo.

Aperto monetário
Principal instrumento para o controle da inflação, a Selic continua em ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, até chegar a 13,75% ao ano em agosto deste ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, causando reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas seguram a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a taxa é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No entanto, por causa do feriado de 2 de novembro, a reunião foi antecipada para a última semana de outubro. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Com Agência Brasil 

Os analistas de mercado esperam que a taxa permaneça nesse nível até meados do próximo ano

Prêmio Equilibrista 2022 do IBEF-PR é de Adriano Fedalto, da Copel GeT

A premiação mais renomada para executivos de finanças será entregue nesta quinta-feira, em Curitiba

Fedalto liderou a gestão financeira da Copel GeT diante da maior crise hídrica dos últimos 90 anos, alcançando excelentes resultados

Em sua 37ª edição, o Prêmio Equilibrista 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF Paraná, será entregue nesta quinta-feira (27) a Adriano Fedalto, CFO e diretor administrativo e financeiro da Copel GeT. O evento será às 19h, no tradicional Castelo do Batel, em Curitiba, e também premiará Celeste Druszcz, CFO da empresa Brose do Brasil, e Guilherme Batista, CFO na Branco Motores, que recebem o reconhecimento Destaque em Finanças. Denise Cristina Tozo Baron, gerente financeira na Lar Cooperativa Agroindustrial, é a vencedora do Prêmio Revelação em Finanças.

A premiação reconhece os profissionais que se destacaram ao longo do ano com implementações e estratégias de grande impacto nas empresas. Em 2022, a cerimônia celebra um momento importante da economia com o retorno do contato social e a retomada dos eventos presenciais após a pandemia. “Temos o imenso prazer de receber os cases e avaliar o excelente desempenho e criatividade por parte dos executivos de finanças. Todos os finalistas desta edição trouxeram ótimos resultados que com certeza irão se refletir de maneira positiva na companhia e na economia do estado como um todo”, diz o presidente do IBEF-PR, Ricardo Pereira. A escolha dos cases foi pelo voto dos associados do IBEF-PR, com auditagem da PwC Brasil.

O diretor administrativo e financeiro da Copel GeT, Adriano Fedalto, foi o grande vencedor, recebendo o Prêmio Equilibrista 2022. Ele liderou a gestão financeira da empresa diante da maior crise hídrica dos últimos 90 anos, alcançando excelentes resultados. No último ano, a empresa foi considerada uma das melhores empresas do setor elétrico nacional. “Foi um dos maiores desafios da minha carreira”, revela.

Celeste Druszcz é CFO na empresa Brose do Brasil e recebe o reconhecimento como Destaque em Finanças pelo seu êxito no último ano. Em um momento em que a controladoria era um tabu para a empresa, Celeste mergulhou nos detalhes das linhas de resultado gerencial e compartilhou esse conhecimento com todas as áreas. Com isso, ela tornou os processos acessíveis a todos, trazendo ganhos em novos projetos e ações de melhorias para toda a companhia.

Também Destaque em Finanças, Guilherme Baptista, CFO na Branco Motores, obteve êxito pelas ações de implementação do processo de turnaround da empresa, que envolve uma reestruturação completa do negócio. Superando os obstáculos, os resultados foram refletidos em crescimento orgânico, com capital gerado pelo próprio negócio, através de alavancagem operacional e melhoria de eficiência.

Com 15 anos de empresa, Denise Cristina Tozo Baron, vencedora na categoria Revelação em Finanças, atualmente trabalha como Gerente Financeira na Lar Cooperativa Agroindustrial. No início de 2021, em virtude do planejamento estratégico robusto que a companhia redesenhou, foi necessário revisar o mindset da área financeira, traçando uma nova estratégia financeira de longo prazo. As ações planejadas trouxeram resultados positivos para a companhia, evidenciando que os resultados de longo prazo precisam ser planejados e executados antecipadamente.

Neste ano, o evento é apresentado pelo escritório Gaia, Silva e Gaede Advogados, consolidado na área corporativa, com ampla atuação em Direito Tributário e Societário. Na cota Diamante, a premiação recebe o patrocínio da AllStrategy, empresa especializada em soluções para controladoria e gestão orçamentária. Na modalidade Ouro, estão as empresas PwC Brasil, Valore Elbrus, Banco Safra, KPMG Brasil, Deloitte, Supplier e Sicredi. E na categoria Prata, Grant Thornton Brasil, Valuup e Monte Bravo.

Aos 37 anos, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF Paraná é uma instituição sem fins lucrativos, que congrega executivos de finanças dos vários segmentos da atividade econômica do Paraná: executivos das áreas de indústria, comércio, consultorias, empresas de serviços, auditorias, instituições financeiras (bancárias e não-bancárias) e instituições governamentais. Através de seus comitês de Finanças, Compliance e Riscos, Tributário e Empresarial, Inovação e Desenvolvimento de Lideranças, o IBEF-PR realiza vários eventos, discussões e compartilha conhecimento para contribuir com o desenvolvimento dos profissionais de finanças do Paraná.

A premiação mais renomada para executivos de finanças será entregue nesta quinta-feira, em Curitiba

Paraná ganha maior fábrica de painéis fotovoltaicos do Brasil

Unidade da Sengi Solar em Cascavel recebeu investimentos de R$ 220 milhões

A fábrica conta com equipamentos automatizados de última geração e capacidade produtiva de 3.600 módulos por dia

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou, na sexta-feira (21), da inauguração da indústria Sengi Solar, a maior fábrica de painéis solares fotovoltaicos do Brasil. A unidade, instalada em Cascavel, no Oeste do Paraná, recebeu investimentos de R$ 220 milhões e vai gerar mais de 1.500 postos de trabalho diretos e indiretos. A fábrica conta com equipamentos automatizados de última geração e capacidade produtiva de 3.600 módulos por dia, o que representa 500 MWp (megawatts-pico) por ano. Operando em três turnos, a empresa possui potencial para produzir uma placa fotovoltaica a cada 23 segundos. Com esse volume, os painéis fotovoltaicos fabricados na indústria poderão gerar 63 GigaWatts-hora por ano

Contando com engenharia de produto nacional e com aporte também na pesquisa e inovação, a Sengi Solar desenvolveu uma linha de produtos de alta eficiência e durabilidade. Os módulos fotovoltaicos são produzidos com insumos provenientes de fornecedores de diferentes partes do mundo. A instalação da planta em Cascavel também deve estimular a reindustrialização nacional com foco em produtos do futuro, destacou o presidente das empresas do Grupo Tangipar, Daniel da Rocha. “Esta é a primeira de muitas fábricas que virão, porque ela também representa um estímulo à inovação e ao fortalecimento do setor fotovoltaico no Paraná e no Brasil”, afirmou.

O Grupo Tangipar, controlador da nova unidade, acredita que o aumento da demanda por insumos industrializados para a fabricação de módulos solares viabilizará novas fábricas vinculadas à cadeia de suprimentos do silício, vidro, polímeros e metalurgia. A nova unidade industrial do grupo paranaense, que tem inserção internacional e faturamento anual próximo a R$ 3 bilhões, vai ampliar a oferta de produtos de energia renováveis de alta tecnologia, expandindo os níveis de qualidade e atendimento no mercado nacional.

Unidade da Sengi Solar em Cascavel recebeu investimentos de R$ 220 milhões

Novo hub de impacto para soluções climáticas é lançado em Florianópolis

Ateha quer ajudar empreendedores a criar negócios de impacto viáveis e lucrativos

Magliano Neto, Julia e Matsuda: expectativa da companhia é fomentar a construção de um ecossistema de negócios de tecnologia para soluções climáticas no Brasil

As empresas são fundamentais para o combate às mudanças climáticas, já que podem desenvolver tecnologias e difundir ideias inovadoras para mitigar o problema e, ao mesmo tempo, incentivar negócios e investimentos positivos. Um levantamento da Bloomberg mostra que o mercado global de ESG está estimado hoje em mais de US$ 30 trilhões. Até 2025, o setor deverá movimentar US$ 53 trilhões. Pensando nisso, a empreendedora e especialista em Sistema B, Julia Maggion, e os investidores Raymundo Magliano Neto, ex-CEO da Magliano Corretora e co-fundador da Expomoney, e Humberto Matsuda, co-fundador da Performa Investimentos e fundador da Matsuda Invest, criaram a Ateha, hub de impacto para soluções climáticas.

Para marcar o lançamento da empresa, o grupo reuniu convidados em um evento no Instituto Seiva, em Florianópolis, no início de outubro. O encontro contou com uma roda de conversa sobre negócios, startups e questões ambientais e climáticas. O Ekuia Food Lab é um dos negócios que já estão sendo fomentados pela Ateha. O novo laboratório tem o objetivo de valorizar a biodiversidade da Amazônia e regenerar a floresta por meio do impulsionamento de negócios e do fortalecimento de uma nova economia com a criação de produtos alimentícios. O espaço irá funcionar em Manaus. Já o Açaí Juçara Barbacuá, que também está sendo acelerado pela Ateha, trabalha com o fruto da palmeira-juçara, planta típica da Mata Atlântica. A produção acontece de forma social e ecologicamente sustentável, orgânica e com a utilização de embalagens biodegradáveis e compostáveis.

A expectativa da companhia é fomentar a construção de um ecossistema de negócios de tecnologia para soluções climáticas no Brasil e, em 10 anos, ver essas startups brasileiras ganhando o mundo. “Queremos incentivar e apoiar empreendedores e pessoas que criam novas soluções escaláveis para as mudanças climáticas. A intenção é transformar ideias que geram impacto positivo para o meio ambiente em negócios viáveis e lucrativos, que atraiam investidores e possam crescer, criando um novo nicho econômico em sintonia com o planeta”, afirma Julia. Para isso, é necessário oferecer aos empreendedores formação sobre negócios pelo clima, além de ajudá-los a desenvolver estes negócios.

Para contemplar todas estas frentes, a Ateha está estruturada em três grandes pilares. A Ateha Escola do Clima tem programas educacionais criados para educar, inspirar e empoderar indivíduos orientados para a ação, unindo informações sobre tecnologias da natureza, negócios e pensamento crítico. Com a escola, a Ateha quer popularizar o acesso a esse tipo de conhecimento, que hoje ainda é muito nichado e exclusivo a organizações e grupos “verdes”. A Ateha Aceleradora busca escalar startups de impacto climático, já que empresas e tecnologias disruptivas são imprescindíveis na construção de soluções para os principais problemas do planeta e necessitam de orientação e capital para que cresçam e se tornem viáveis. Já a Ateha Consultoria atua com o intuito de auxiliar empreendedores, empresas, fundos de investimento e pessoas visionárias a identificar oportunidades para desenvolver iniciativas que gerem impacto climático, seja através da estratégia do negócio, oportunidades de expansão, aceleração, investimento ou projetos sob demanda.

A Ateha está no processo para se certificar como Empresa B, uma comunidade de empresas vinculadas ao Sistema B, organização que impulsiona o Movimento Global das B Corps, na América Latina. Essas empresas usam o negócio como uma força para o bem, gerando lucro de maneira ética, com impacto social e ambiental positivos. Julia foi a primeira Diretora Executiva do Sistema B no Brasil, liderando a organização por três anos, tendo contato com especialistas que são referência neste universo, como Marcel Fuyakama, responsável por trazer a organização para o Brasil. “Agora é hora de voltar para a comunidade B como empresa certificada”, comenta.

“Os governos ainda não perceberam que o setor de tecnologias e inovação para soluções climáticas tem alto potencial de negócio e de geração de resultados positivos, tanto financeiros quanto ambientais. O Brasil é um dos países mais ricos do mundo em Capital Natural, que a cada dia vale mais para a nossa sobrevivência como espécie. Por essa e outras características, temos o potencial para sermos protagonistas na construção de uma Economia Regenerativa, que adiciona mais do que extrai para o planeta”, pontua Julia.

Ateha quer ajudar empreendedores a criar negócios de impacto viáveis e lucrativos

País gera 278 mil empregos formais em setembro

Salário médio de admissão teve queda de 0,6%

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego no mês passado

O Brasil gerou 278.085 postos de trabalho em setembro, resultado de 1.926.572 admissões e de 1.648.487 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado deste ano, o saldo é de 2.147.600 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 42.825.955 em setembro, o que representa um aumento de 0,6% em relação ao mês anterior.

No mês passado, o saldo de empregos foi positivo nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 122.562 postos distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio, saldo positivo de 57.974 postos; indústria, com 56.909 novos postos, concentrado na indústria de transformação; construção, mais 31.166 postos de trabalho gerados; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que criou 9.474 empregos. Em todo o país, o salário médio de admissão em setembro foi de R$ 1.931,13. Comparado ao mês anterior, houve decréscimo real de R$ 12,47 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 0,6%.

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego no mês passado. Em termos relativos, dos estados com maior variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior são Alagoas, com a abertura de 15.625 postos, aumento de 4,1%; Sergipe, que criou 5.131 vagas (1,7%); e Pernambuco, com saldo positivo de 20.528 postos (1,5%). Os estados com menor variação relativa de empregos em setembro, em relação a agosto, são Rio de Janeiro, que criou 15.382 postos, aumento de 0,4%; Paraná, com saldo positivo de 12.920, alta de 0,4%; e Rio Grande do Sul, que encerrou o mês passado com mais 10.254 postos de trabalho formal, crescimento de apenas 0,3%.

Com Agência Brasil

Salário médio de admissão teve queda de 0,6%

QuintoAndar registra recorde histórico de vendas em Porto Alegre

Plataforma triplica o número de imóveis vendidos entre janeiro e agosto

Recentemente, o QuintoAndar disponibilizou um espaço de apoio para os corretores parceiros, que eventualmente também pode ser utilizado por compradores e vendedores que desejem tirar dúvidas sobre a transação com os corretores

O QuintoAndar, maior plataforma digital de moradia da América Latina, anuncia o reforço da sua operação de compra e venda em Porto Alegre depois de registrar uma alta histórica nas vendas de imóveis residenciais no mercado. A plataforma, que iniciou suas atividades de compra e venda na capital gaúcha há pouco mais de um ano, triplicou o número de contratos fechados entre janeiro e agosto, revelando um mercado maduro e aquecido para compra e venda na região. Outro dado que reforça a posição de liderança do QuintoAndar em Porto Alegre é o crescimento do número de imóveis anunciados. Entre janeiro e agosto, a plataforma teve um aumento de 65% no número de novos imóveis anunciados para venda. Com a disponibilidade maior, as buscas evoluíram na região e o volume de visitas agendadas cresceu 48% no mesmo período.

Recentemente, o QuintoAndar disponibilizou um espaço de apoio para os corretores parceiros, que eventualmente também pode ser utilizado por compradores e vendedores que desejem tirar dúvidas sobre a transação com os corretores. Além disso, o número de corretores associados ao QuintoAndar aumentou em 32%.Ainda esse ano, a startup lançou em Porto Alegre a Rede QuintoAndar, uma iniciativa inédita que conecta imobiliárias e corretores de todo o Brasil, com o objetivo de gerar mais negócios por meio de colaboração e, assim, ajudar mais gaúchos a morar melhor. Atualmente, a rede já possui cerca de 200 imobiliárias na base em todo o país, contribuindo para o incremento de cerca de 10 mil imóveis cadastrados na plataforma. A Crédito Real é a parceira diamante da Rede QuintoAndar na cidade, que terá os seus imóveis disponibilizados na plataforma.

“Porto Alegre tem se mostrado uma praça altamente digitalizada, com muita aderência aos produtos do QuintoAndar, o que fez com que nossa performance amadurecesse muito rápido na região. Observamos este comportamento desde 2018, quando lançamos nosso produto de locação. Estamos animados com o desempenho local e vemos diversas oportunidades para o desenvolvimento deste mercado. Acreditamos que com a nossa expertise em tecnologia aliada ao conhecimento local de muita qualidade dos nossos parceiros, podemos melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes, por meio de uma abordagem humanizada amplificada pela tecnologia”, resume Arthur Malcon, diretor de operações de compra e venda do QuintoAndar.

Plataforma triplica o número de imóveis vendidos entre janeiro e agosto

Arrecadação federal é de R$ 166,2 bilhões em setembro

O valor é o maior desde 2000

A alta pode ser explicada, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos do IRPJ e da CSLL, que incide sobre o lucro das empresas

A União arrecadou R$ 166,2 bilhões em impostos em setembro, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal. Na comparação com setembro do ano passado, houve um crescimento real de 4%, descontada a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O valor é o maior desde 2000, tanto para o mês de setembro quanto para o período acumulado. No acumulado do ano, a arrecadação alcançou R$ 1,6 trilhão, representando um acréscimo pela inflação de 9,5%. Os dados sobre a arrecadação de setembro estão disponíveis no site da Receita Federal.

Quanto às receitas administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em setembro, foi de R$ 159,6 bilhões, representando um acréscimo real de 2,6%, enquanto no período acumulado de janeiro a setembro a arrecadação alcançou R$ 1,5 trilhão, alta real de 7,6%. A alta pode ser explicada, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. Segundo a Receita, eles são importantes indicadores da atividade econômica, sobretudo o setor produtivo.

O IRPJ e a CSLL totalizaram uma arrecadação de R$ 28,4 bilhões, com crescimento real de 9,8% em relação ao mesmo mês de 2021. Esse resultado é explicado pelo acréscimo real de 13,2% na arrecadação da estimativa mensal de empresa não financeiras. Na apuração por estimativa mensal, o lucro real será apurado anualmente, sendo que a empresa está obrigada a recolher mensalmente o imposto, calculado sobre uma base estimada. A Receita observa ainda que houve pagamentos atípicos de IRPJ e CSLL de, aproximadamente, R$ 2 bilhões, por empresas ligadas ao setor de commodities, associadas à mineração e extração e refino de combustíveis.

No acumulado do ano, o IRPJ e a CSLL totalizaram R$ 371,7 bilhões, com crescimento real de 20,4%. Esse desempenho é explicado pelos acréscimos de 82,4% na arrecadação relativa à declaração de ajuste do IRPJ e da CSLL, decorrente de fatos geradores ocorridos ao longo de 2021, e de 19,8% na arrecadação da estimativa mensal. “Destaca-se crescimento em todas as modalidades de apuração do lucro. Além disso, houve recolhimentos atípicos da ordem de R$ 37 bilhões, especialmente por empresas ligadas à exploração de commodities, no período de janeiro a setembro deste ano, e de R$ 31 bilhões, no mesmo período de 2021”, informou a Receita.

Já as receitas extraordinárias foram compensadas pelas desonerações tributárias. Apenas em setembro, a redução de alíquotas de PIS/Confins sobre combustíveis resultou em uma desoneração de R$ 3,7 bilhões. No ano, chega a R$ 14,6 bilhões. Já a redução de alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados custou R$ 1,9 bilhão à Receita no mês passado e R$ 11,5 bilhões no acumulado até setembro. “Sem considerar os fatores não recorrentes, haveria um crescimento real de 9% na arrecadação do período acumulado e de 6,3% no mês de setembro de 2022”, informou o órgão.

Com Agência Brasil 

O valor é o maior desde 2000

Vendas do Tesouro Direto superam resgates em R$ 1,1 bilhão em setembro

Número de investidores ativos passa de 2 milhões

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos

As vendas de títulos do Tesouro Direto superaram os resgates em R$ 1,1 bilhão em setembro. Segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional, as vendas do título atingiram R$ 3,1 bilhões, e os resgates totalizaram R$ 2 bilhões, todos relativos a recompras de títulos públicos. Não houve resgates por vencimentos, quando o prazo do título acaba e o governo precisa reembolsar o investidor com juros.

Os títulos mais procurados pelos investidores foram aqueles corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic, que corresponderam a 64,7% do total. Os títulos vinculados à inflação tiveram participação de 22,3% nas vendas, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, de 13%. O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 99,9 bilhões no fim de setembro, com aumento de 1,7% em relação ao mês anterior (R$ 98,2 bilhões) e de 39,2% em relação a setembro do ano passado (R$ 71,7 bilhões).

Quanto ao número de investidores, 495.350 novos participantes se cadastraram no programa no mês passado. O número de investidores atingiu 21.161.249, alta de 61,5% nos últimos 12 meses. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 2.090.126, aumento de 25,3% em 12 meses. No mês, o acréscimo foi de 20.567 novos investidores ativos. A procura do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas até R$ 5 mil, que correspondeu a 83,2% do total de 540.550 operações de vendas ocorridas em setembro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 61,3%. O valor médio por operação foi de R$ 5.916,80. Os investidores estão preferindo papéis de médio prazo. As vendas de títulos com prazo de 1 a 5 anos representaram 80,3% e aquelas com prazo de 5 a 10 anos, 5,9% do total. Os papéis de mais de 10 anos de prazo chegaram a 13,9% das vendas.

Fonte de recursos
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar a aplicação e permitir que pessoas físicas adquirissem títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, pela internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa para a corretora responsável pela custódia dos títulos. A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, os índices de inflação, o câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

Com Agência Brasil 

Número de investidores ativos passa de 2 milhões

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias