Archives 2022

Economia recua quase 1% em janeiro

Índice sobre nível de atividade dos três setores econômicos caiu 0,99%

No acumulado em 12 meses o índice considerado a prévia do PIB avançou 4,73%

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) caiu quase 1% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado. De acordo com o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central (BC), a queda foi de 0,99%, considerando o percentual já dessazonalizado para compensar eventuais diferenças entre os períodos, como o número maior de feriados ou fins de semana. Com a variação, o indicador fechou o mês em 138,48 pontos.

O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos. Segundo o BC, na comparação com janeiro de 2021, o IBC-Br registrou variação positiva de 0,01%. Na comparação com os três meses anteriores, o IBC-Br ficou em 0,19% e no acumulado em 12 meses avançou 4,73%.

O índice, considerado uma prévia do PIB, é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros (Selic), definida na quarta-feira (16) pelo banco em 11,75% ao ano.

Previsão do PIB é revista
Nesta quinta-feira, o Ministério da Economia diminuiu a previsão de crescimento do PIB brasileiro para este ano. Com a redução, a estimativa de crescimento passou de 2,1% para 1,5%. Para o próximo ano, foi mantida a projeção de crescimento de 2,5%. Além da redução do PIB, o governo aumentou a previsão da inflação para este ano, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que passou de 4,7% para 6,55%.

Com Agência Brasil

Índice sobre nível de atividade dos três setores econômicos caiu 0,99%

Indústrias operam com 68% de capacidade em fevereiro

Expectativas seguem otimistas

A queda na produção e no emprego é típica para o início do ano

A Sondagem Industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) aumentou 1 ponto percentual em fevereiro de 2022, para 68%, em relação a janeiro. Com isso, o percentual passa a situar-se exatamente no valor da média para os meses de fevereiro. A UCI é inferior ao registrado no mesmo mês do ano passando, mas naquele período a indústria vinha de alguns meses de atividade excepcionalmente alta, por conta da recuperação após os meses de paralisação gerados pela pandemia.

Já a produção e o emprego seguem em queda. O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que a queda na produção e no emprego é típica para o início do ano. O índice de evolução da produção ficou em 47,9 pontos, resultado que está abaixo da linha divisória de 50 pontos, que separa a queda e o crescimento da produção. Mesmo assim, o indicador subiu 4,8 pontos em relação a janeiro, em uma mostra de que a queda foi menos intensa e menos disseminada.

A pesquisa revela que o emprego industrial também caiu. O índice de evolução do número de empregados foi 49,2 pontos, resultado abaixo da linha divisória pelo terceiro mês consecutivo. “É importante observar que o índice vem se aproximando da linha divisória de 50 pontos, o que revela que a queda no emprego está se tornando menor e menos disseminada entre as empresas”, explica Marcelo.

Estoques registram pequeno aumento em fevereiro
Os estoques aumentaram em fevereiro de 2022 e permanecem pouco acima do nível planejado. O índice de evolução do nível de estoques registrou 50,5 pontos em fevereiro. Esse valor ficou próximo à linha divisória de 50 pontos, indicando que houve alta moderada dos estoques entre janeiro e fevereiro de 2022.

O índice do nível de estoque efetivo em relação ao planejado registrou 50,4 pontos em fevereiro de 2022. O indicador aponta que que o nível de estoque efetivo permanece próximo no nível planejado pelas empresas. Desde outubro de 2021, o índice se mantém próximo dos 50 pontos.

As expectativas seguem otimistas. Os índices de expectativa de demanda, de exportação, de compra de matérias-primas e de número de empregados apresentaram pouca variação na comparação de março com fevereiro. A intenção de investimento apresentou queda, mas permanece relativamente elevada.

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Expectativas seguem otimistas

Wine South America confirma edição presencial

Maior feira profissional de vinhos da América Latina ocorrerá em setembro na Serra Gaúcha

Com aproximadamente 60% do espaço já comercializado, a WSA vai reunir importadores, produtores, empresários e compradores de todo o mundo em três dias dedicados aos negócios do vinho

A terceira edição da Wine South America, maior e principal feira profissional de vinhos da América Latina, está confirmada para 21 a 23 de setembro e promete superar os números da última edição, em 2019, quando reuniu mais de 300 marcas expositoras de 12 países e 6.600 compradores de 22 países, promovendo um total de negócios da ordem de R$ 20 milhões. O evento ocorre em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, região estratégica no Cone Sul – porção do continente que engloba Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai – e conhecida como a capital do vinho brasileiro.

Com aproximadamente 60% do espaço já comercializado, a WSA vai reunir importadores, produtores, empresários e compradores de todo o mundo em três dias dedicados aos negócios do vinho. “Vamos marcar a volta presencial com uma feira ainda mais robusta e mantendo nossos principais propósitos: reunir público qualificado e promover negócios. Essas foram as bases de nossas duas edições presenciais bem-sucedidas e do trabalho que realizamos durante a pandemia, quando continuamos fomentando o setor com projetos digitais que promovem a comercialização de vinhos durante todo ano”, detalha Marcos Milanez Milaneze, diretor da WSA, em nota.

O evento é direcionado a profissionais do segmento: importadores e exportadores; distribuidores e atacadistas; supermercados e hipermercados; bares, restaurantes, hotéis, padarias e lojas de conveniência; lojas especializadas em artigos de luxo; sommeliers; varejistas especializados em vinhos e outras bebidas.

Vinícolas de Portugal, Itália, França, Espanha, Nova Zelândia e Chile estão entre os expositores confirmados na Wine South America, apresentando um panorama vitivinícola dos principais lançamentos e tendências do Novo e do Velho Mundo. Novas safras, novos rótulos e grandes vinhos de diferentes regiões completam o painel internacional com a participação de importadoras brasileiras, que estão preparando uma seleção especial para apresentar na Wine South America.

A diversidade dos vinhos do Brasil também estará muito bem representada por produtores de regiões tradicionais como Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Flores da Cunha e Garibaldi, na Serra Gaúcha (RS), e São Joaquim (SC), além de novos terroirs que vêm se destacando, caso de São Roque, Jundiaí e Ribeirão Branco, em São Paulo, e Boa Esperança e Caldas, em Minas Gerais. Juntamente com tintos, brancos, rosés e espumantes, a WSA amplia as oportunidades de negócios com produtos correlatos, como destilados e azeites de oliva. Esse é o foco de projetos especiais paralelos à feira: o Salão de cachaça e destilados e o Salão Brasileiro do Azeite de Oliva, um espaço dedicado a olivicultura.

Maior feira profissional de vinhos da América Latina ocorrerá em setembro na Serra Gaúcha

Investimentos no Porto de Itapoá devem ultrapassar R$ 850 milhões até 2024

Em 2021, o volume de exportações por Itapoá cresceu 65% ante 2020

“Teremos um armazém que pode chegar a 30 mil metros quadrados, além da implantação do terceiro berço”, informou o presidente do Porto, Cássio Schreiner

Os investimentos no Porto de Itapoá devem ultrapassar R$ 850 milhões até 2024, informou o presidente do Porto, Cássio Schreiner, durante reunião na Federação das Indústrias (Fiesc), na quarta-feira (16). “É totalmente da iniciativa privada para suprir o crescimento de volume que temos. Essa expansão vai contemplar o incremento de mais de 200 mil metros quadrados de pátio para armazenagem de cargas. Teremos um armazém que pode chegar a 30 mil metros quadrados, além da implantação do terceiro berço”, explicou. Com os investimentos, a capacidade do porto aumentará de 1,2 milhão de TEUs para 2 milhões de TEUs.

Schreiner disse que o porto está entre os cinco maiores operadores de contêineres do Brasil. Em 2021, o volume de exportações por Itapoá cresceu 65%. “Esse salto tem uma explicação que é um serviço com melhor transit time (tempo de trânsito) entre o Sul do país e a Ásia. Isso trouxe competitividade e um fluxo expressivo. Por isso, esse crescimento em relação ao volume operado em 2020”, disse. Ainda no período, a receita líquida cresceu 17%.

Apesar dos resultados positivos, Schreiner destacou que o porto precisa de um calado que permita a entrada de navios maiores – de até 400 metros. “Tem um projeto de licenciamento que começou em 2012, mas até hoje não teve a autorização para ter a curva suavizada para a entrada das embarcações, assim como a profundidade para a entrada de navios maiores”, explicou. Segundo ele, essa já é uma demanda dos armadores que operam no Brasil, mas que hoje estão limitados a embarcações de 350 metros.

O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, destacou que a Baía da Babitonga tem um potencial enorme em termos de movimentação de navios. “Dada a tendência mundial de recebermos navios maiores, os investimentos são relevantes para que essas embarcações possam operar no estado. O porto é um indutor de desenvolvimento”, afirmou. Ele observou que Santa Catarina transforma cerca de 60% do total do cobre do país – principalmente em Joinville. “E isso acontece exatamente pela eficiência do Porto de Itapoá. Agora, o porto aguarda a tão necessária retificação do canal de acesso. Inclusive, é um trabalho que o Fórum Parlamentar pode ajudar”, declarou.

Aguiar disse ainda que é importante que o Fórum Parlamentar cobre a ANTT em relação à aprovação de um pacote de obras que já está orçado para melhorar a fluidez e a segurança do trecho norte da BR-101. “São investimentos privados, com impactos não significativos em termos de pedágio, mas que serão significativos em termos de trafegabilidade e segurança do trecho. É importante cobrar da ANTT a liberação dessas obras”, completou.

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Em 2021, o volume de exportações por Itapoá cresceu 65% ante 2020

Google confirma que Steam está chegando aos Chromebooks

O Google confirmou durante a Games Developer Summit que um teste alfa do Steam para o Chrome OS estará disponível para Chromebooks “selecionados”. 

“Como você já deve ter ouvido, nossa equipe está trabalhando com a Valve para trazer o Steam para o Chrome OS”, publicou Alisha da equipe do Chrome OS. 

“Estamos muito animados em compartilhar que lançaremos uma versão inicial com qualidade alfa do Steam no Chrome OS no canal Dev para um pequeno conjunto de Chromebooks em breve”.

Apesar do anúncio são poucas as informações disponíveis, mas o 9to5 Google relata que o equipamento precisará ter um processador Intel Core i5 ou i7 (11ª geração) e um mínimo de 7 GB de RAM.

Ou seja, os Chromebooks com suporte ao Steam devem começar a chegar ao mercado no futuro.

O Google confirmou durante a Games Developer Summit que um teste alfa do Steam para o Chrome OS estará disponível para Chromebooks “selecionados”.  “Como você já deve ter ouvido, nossa equipe está trabalhando com a Valve para trazer o Steam para o Chrome OS”, publicou …

Agora é possível rascunhar e-mail no Google Docs e enviá-lo para o Gmail

Sabe aqueles e-mails importantes que precisam ser escritos a quatro mãos ou de forma colaborativa com mais pessoas?

O Google lançou uma atualização do Google Docs que permite que os usuários do Workspace e do G Suite colaborem em rascunhos do Gmail. 

Abra o modelo de rascunho de e-mail (selecione um contato usando @ e selecione “Rascunho de email”) e convide colegas para o documento.

Quando estiver pronto para enviar o e-mail, basta clicar em um botão para abrir uma janela de composição do Gmail e finalizar a mensagem.

O Docs preencherá automaticamente todos os campos relevantes do Gmail.

Sabe aqueles e-mails importantes que precisam ser escritos a quatro mãos ou de forma colaborativa com mais pessoas? O Google lançou uma atualização do Google Docs que permite que os usuários do Workspace e do G Suite colaborem em rascunhos do Gmail.  Abra o modelo de rascunho de e-mail …

Fórmula 1: carros da McLaren terão rodas com efeito Chrome e logotipo do Android

O Google se tornou um “Parceiro Oficial da McLaren Formula 1 Team e da McLaren MX Extreme E Team” com os logotipos do Android e do Chrome aparecendo nos carros de corrida de F1.

As marcas Android e Chrome serão usadas na tampa do motor e nas rodas dos carros de corrida MCL36 de Fórmula 1 e nos capacetes e macacões dos pilotos da McLaren Fórmula 1 Lando Norris e Daniel Ricciardo da temporada 2022 da Fórmula 1. 

Enquanto isso, a marca do Google também será visível no carro de corrida número 58 McLaren MX Extreme E e nos macacões de corrida dos pilotos do McLaren MX Extreme E Emma Gilmour e Tanner Foust do Island X Prix de 2022. 

A parceria, descrita como planejada para “vários anos” terá a McLaren Racing usando dispositivos Android habilitados para 5G e o navegador Chrome durante as sessões de treinos, qualificação e corridas. 

De acordo com o buscador, o patrocício vai além das marcas e sim “apoiar os pilotos e a equipe, com o objetivo de melhorar o desempenho na pista”.

O Google se tornou um “Parceiro Oficial da McLaren Formula 1 Team e da McLaren MX Extreme E Team” com os logotipos do Android e do Chrome aparecendo nos carros de corrida de F1. As marcas Android e Chrome serão usadas na tampa do motor …

Banco Central eleva a taxa Selic para 11,75% ao ano

Copom antevê outro ajuste da mesma magnitude em maio

O Copom avalia que o momento exige serenidade para avaliação da extensão e duração dos atuais choques

Com pelo menos 45 minutos do horário previsto, um atraso fora do comum, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), anunciou nesta quarta-feira (16) que resolveu, por unanimidade, elevar a taxa de juros básica, a Selic, para 11,75% ao ano. O ajuste foi de um ponto percentual, como aguardado pelos agentes de mercado. A elevação, no entanto, foi mais branda do que a adotada nas últimas três reuniões, quando a autoridade monetária promoveu elevações de 1,5 ponto percentual na Selic.

“O Comitê entende que essa decisão reflete a incerteza ao redor de seus cenários e um balanço de riscos com variância ainda maior do que a usual para a inflação prospectiva, e é compatível com a convergência da inflação para as metas ao longo do horizonte relevante, que inclui os anos-calendário de 2022 e, principalmente, o de 2023. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, destaca o documento tornado público depois da reunião.

Em outro trecho, o anúncio lembra que a atuação do Comitê visa combater os impactos secundários do atual choque de oferta em diversas commodities, que se manifestam de maneira defasada na inflação. “As atuais projeções indicam que o ciclo de juros nos cenários avaliados é suficiente para a convergência da inflação para patamar em torno da meta ao longo do horizonte relevante”, sublinha o relatório.

O Copom também avalia que o momento exige serenidade para avaliação da extensão e duração dos atuais choques. “Caso esses se provem mais persistentes ou maiores que o antecipado, o Comitê estará pronto para ajustar o tamanho do ciclo de aperto monetário. O Comitê enfatiza que irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, prevê o documento.

Para a próxima reunião, nos dias 3 e 4 de maio, o Comitê antevê outro ajuste da mesma magnitude. “O Copom enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária”, ressalta o anúncio.

Copom antevê outro ajuste da mesma magnitude em maio

Fed eleva juros pela primeira vez desde 2018

A invasão da Ucrânia pela Rússia está causando enormes dificuldades econômicas

Para o Fed, a inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia

O Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos) decidiu aumentar a taxa de juros para o intervalo entre 0,25% e 0,50% ao ano. Desde 2018 que o Fed não elevava os juros. Além disso, o Comitê espera começar a reduzir suas participações em títulos do Tesouro e dívida de agências e títulos lastreados em hipotecas de agências na próxima reunião em 3 de maio.

No comunicado enviado após a reunião, os membros do Fed afirmaram que os indicadores de atividade econômica e emprego continuaram a se fortalecer. “Os ganhos de emprego foram fortes nos últimos meses, e a taxa de desemprego diminuiu substancialmente. A inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia, preços mais altos de energia e pressões mais amplas sobre os preços”, diz o documento.

“A invasão da Ucrânia pela Rússia está causando enormes dificuldades humanas e econômicas. As implicações para a economia dos Estados Unidos são altamente incertas, mas no curto prazo a invasão e os eventos relacionados provavelmente criarão uma pressão ascendente adicional sobre a inflação e pesarão na atividade econômica”, projeta o Fed. O texto diz ainda que o Fed buscará alcançar o máximo de emprego e inflação no patamar de 2% no longo prazo.

A ata comunica ainda que as futuras avaliações levarão em conta uma ampla gama de informações, incluindo leituras sobre saúde pública, condições do mercado de trabalho, pressões inflacionárias, desenvolvimentos financeiros e internacionais.

A invasão da Ucrânia pela Rússia está causando enormes dificuldades econômicas

Camicado inaugura em Pelotas sua primeira loja de 2022

Esta é a oitava unidade física da rede no Rio Grande do Sul e a 16ª do Sul

Ao todo, a marca tem 120 unidades espalhadas por todo o país

A Camicado, marca especializada em casa e decoração da Lojas Renner., inaugura nesta quinta-feira (17) sua primeira loja na cidade gaúcha de Pelotas, no Shopping Pelotas. Localizada a 260 quilômetros da capital, esta será a oitava unidade no Rio Grande do Sul. As outras unidades estão em Canoas, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Passo Fundo e Porto Alegre. Com a nova operação em Pelotas, a Camicado totaliza 16 lojas na região Sul. São cinco no Paraná e três em Santa Catarina. Ao todo, a marca tem 120 unidades espalhadas por todo o país.

Com investimento de aproximadamente R$ 2 milhões e 500 metros quadrados de área de venda, o novo ponto foi pensado estrategicamente para atender à população local com comodidade e praticidade. Considerando, inclusive, o bem-estar e maior comodidade para os consumidores, também será possível fazer compras via WhatsApp e pelo aplicativo da marca e receber os produtos em casa. Na nova unidade ainda será possível utilizar a Venda Digital, que permite ao cliente adquirir itens do e-commerce no ponto físico, podendo escolher onde prefere receber o produto.

“Investir na expansão da Camicado significa aumentar a proximidade com o nosso público. Nossas lojas estão cada vez mais preparadas para receber os nossos clientes com uma experiência omnichannel encantadora, alinhada à nossa estratégia de transformação digital e de sustentabilidade”, afirma Natan Anaf, diretor da Camicado.

Esta é a oitava unidade física da rede no Rio Grande do Sul e a 16ª do Sul

Tecon Rio Grande é o porto mais eficiente do país de acordo com Banco Mundial

O terminal também é o único representante brasileiro a figurar entre os 50 melhores portos do mundo

Desde o início de suas operações, em 1997, o Tecon Rio Grande já movimentou cerca de 14,2 milhões TEUs

O Tecon Rio Grande, terminal operado pela Wilson Sons, com 25 anos de atuação, é o porto brasileiro mais bem avaliado no ranking nacional, sendo considerado o mais eficiente do Brasil, na abordagem administrativa do Índice Global de Desempenho Portuário de Contêineres do Banco Mundial (CPPI) e IHS Markit.

O terminal também é o único representante brasileiro a figurar entre os 50 melhores portos do mundo, de acordo com a mesma abordagem. O índice analisou mais de 300 instalações em todos os continentes e utilizou dados dos maiores armadores do mundo, responsáveis por 76% da movimentação global de contêineres.

Elaborado pelo World Bank, com colaboração do IHS Markit, o Índice Global de Desempenho Portuário de Contêineres (Container Port Performance Index – CPPI), é um indicador de performance das operações portuárias, baseado no tempo de estadia dos navios nos portos, diferentes volumes de operação e capacidade dos navios operados.

O indicador foi construído com base em duas metodologias diferentes: a abordagem administrativa (administrative approach), que reflete o conhecimento e julgamento de especialistas, e a abordagem estatística (statistical approach), usando análise fatorial.

Desde o início de suas operações, em 1997, o Tecon Rio Grande já movimentou cerca de 14,2 milhões TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

O terminal também é o único representante brasileiro a figurar entre os 50 melhores portos do mundo

PIB do Rio Grande do Sul registra alta de 10,4% em 2021

Desempenhos positivos da agropecuária e da indústria foram decisivos para o resultado

Na agropecuária, após perdas expressivas em 2020, a recuperação foi puxada pela alta na produção de soja

A recuperação da estiagem, que afetou a produção do campo do Rio Grande do Sul em 2020, juntamente com a produção industrial do estado puxaram o resultado da economia em 2021, que apresentou alta de 10,4% no ano. O PIB gaúcho somou R$ 582,9 bilhões com avanços significativos na agropecuária (67,5%) e na indústria (9,7%). Os números do Rio Grande do Sul superaram os registrados no país, que terminou 2021 com incremento de 4,6% no PIB.

Quando considerado apenas o quarto trimestre de 2021, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o PIB teve alta de 3,3%, enquanto que na comparação com igual período de 2020 a variação foi positiva em 5% no estado. No Brasil, o desempenho para os mesmos períodos foi de 0,5% e 1,6%, respectivamente. O resultado do acumulado do ano e do quarto trimestre de 2021 da economia gaúcha foi divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

Acumulado do ano
Além do crescimento expressivo da agropecuária e da indústria, os serviços apresentaram alta de 4,1% no estado em 2021. Na comparação com o Brasil, os números do Rio Grande do Sul ficaram acima do país na agropecuária (+67,5% contra -0,2%) e na indústria (9,7% contra 4,5%), enquanto nos serviços ficou um pouco atrás (4,1% contra 4,7%). Na agropecuária, após perdas expressivas em 2020, a recuperação foi puxada pela alta na produção de soja (80,8%), trigo (68,5%), fumo (19,4%), arroz (6,8%) e milho (4,3%).

Na indústria, todas as atividades registraram desempenho positivo no ano passado, desde a eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (+1,6%), passando pela indústria extrativa mineral (4,8%), construção (7,4%) e a indústria de transformação (11,8%). Nos serviços, o comércio (6,6%) colaborou para a alta, também puxada pelo desempenho dos segmentos de outros serviços (7,5%).

“A boa notícia é que estamos com um nível de PIB bastante elevado, levemente inferior ao registrado no pico da série, no segundo trimestre de 2013, ano em que também houve recuperação da safra de grãos no estado. Contudo, os desafios de 2022 já se impõem nesse início do ano, com prováveis perdas de produção na agropecuária, em decorrência da nova estiagem, e com os possíveis impactos globais dos atuais conflitos no leste europeu”, comentou Vanessa Sulzbach, chefe da Divisão da Análise Econômica do DEE, responsável pelo indicador.

Desempenhos positivos da agropecuária e da indústria foram decisivos para o resultado

Taurus investirá R$ 250 milhões neste ano

Vendas obtiveram alta de 47,4% no ano passado

Com lucro líquido de R$ 206,9 milhões no quarto trimestre, a Taurus apresentou resultado consolidado de R$ 635,1 milhões em 2021, seu terceiro resultado positivo consecutivo

A Taurus Armas divulgou seus resultados apresentando um Ebitda (indicador financeiro que mostra o potencial de geração de caixa de uma empresa) de R$ 1 bilhão em 2021, 111,4% acima do registrado em 2020, a companhia quebra uma barreira importante que reflete o seu atual padrão de desempenho operacional.

A receita líquida consolidada da Taurus atingiu R$ 2,7 bilhões em 2021, com alta de 47,4% em relação ao exercício anterior. Além do aumento no volume de vendas de armas, o preço médio dos produtos também teve crescimento no ano. Com base em investimentos dedicados a pesquisa e desenvolvimento, a Taurus vem agregando novos produtos à sua linha, colocando no mercado um mix de maior valor agregado. Ainda, em junho do ano passado, a empresa aplicou aumento de 10% em sua tabela de preços de armas nos Estados Unidos e, a partir de agosto, de 17% no Brasil. A demanda não foi afetada pelos reajustes. Em 2021, foram 2,2 milhões de armas produzidas, crescimento de 44,5% em relação ao ano anterior. Com lucro líquido de R$ 206,9 milhões no quarto trimestre, a Taurus apresentou resultado consolidado de R$ 635,1 milhões em 2021, seu terceiro resultado positivo consecutivo. O lucro obtido em 2021 multiplica por 2,4 vezes o valor apurado no exercício anterior.

A fábrica dos Estados Unidos atingiu a produção de 868 mil unidades no ano, volume superior ao estimado inicialmente como capacidade máxima da unidade de 800 mil armas por ano, considerando a estrutura original, que não demandou investimentos da companhia em função do acordo firmado com o governo do Estado da Georgia. O prédio tem ainda cerca de 60% de sua área disponível, com espaço para ampliação da capacidade a partir de novos investimentos. Ao mesmo tempo, a produtividade da fábrica brasileira continuou aumentando, de modo que a produção no ano somou 1,4 milhão de armas em 2021, 20% superior ao volume de produção de 2020.

As vendas também seguiram em alta. Em solo norte-americano, o NICS (National Instant Background Check System), indicador do número de pessoas interessadas em adquirir uma arma, mostrou que a demanda seguiu aquecida em 2021, atingindo o segundo maior patamar desde que foi criado. Ainda assim, em relação ao recorde histórico registrado em 2020, houve redução de 12%. Mas as vendas da Taurus no país apresentaram tendência inversa do NICS com crescimento de 23,4% em 2021, evidenciando o aumento do market share da marca. Para 2022, a percepção é que o cenário será semelhante, com a demanda norte-americana perdendo um pouco de força em relação aos dois últimos anos.

Além do aumento de participação de mercado nos Estados Unidos, a Taurus tem outros projetos em andamento, como a joint venture Jindal Taurus na Índia, que vai contribuir para ampliar a atuação na região. O projeto da fábrica no país está em andamento, após atraso significativo em função de dificuldades criadas pela pandemia de Covid-19. Agora, a construção do prédio está sendo concluída e a primeira equipe da Taurus do Brasil foi ao país para uma visita técnica em fevereiro. Para 2022, o planejamento considera investimentos da ordem de R$ 250 milhões, seguindo com a modernização e ampliação da estrutura industrial, de modo a dar sustentação ao crescimento da companhia. No ano passado a Taurus investiu R$ 175 milhões.

A Taurus Armas é a 127ª maior empresa da região e também a 51ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Vendas obtiveram alta de 47,4% no ano passado

Inflação acelera para todas as faixas de renda em fevereiro

Aumento de preços foi generalizado, nota Ipea

A alta do grupo alimentos e bebidas foi a principal responsável pela pressão inflacionária das famílias de renda mais baixa

O Ipea aponta para uma aceleração inflacionária para todas as faixas de renda. As famílias de renda alta registraram a maior aceleração inflacionária no período, passando de 0,34% em janeiro para 1,07% em fevereiro. Já o segmento que apresentou a menor taxa inflação em fevereiro foi o das famílias com renda média-baixa (0,93%). Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No acumulado em 12 meses, as famílias de renda muito baixa apresentam a maior alta inflacionária, com um índice de 10,9%. Esse resultado se mantém pouco superior à registrada pelas faixas de renda baixa (10,7%) e média-baixa (10,8%) e acima da faixa de renda alta (9,7%).

A análise dos dados desagregados de fevereiro mostra que a alta do grupo alimentos e bebidas foi a principal responsável pela pressão inflacionária das famílias de renda mais baixa – com renda domiciliar menor que R$ 1.808,79. Essa pressão é explicada pelos aumentos registrados em produtos como feijão (9,4%), farinha de trigo (2,8%), biscoito (2,3%), macarrão (1,1%) e pão (1%). Segundo o Ipea, o forte crescimento dos preços dos alimentos in natura, especialmente da batata (23,5%), da cenoura (55,4%) e do repolho (25,7%), aliado a alta do café (2,5%) e leite (1%), ajudam a explicar esta contribuição altista para a inflação das famílias de menor renda.

Já a pressão inflacionária para as famílias de renda mais alta veio dos reajustes de 6,7% das mensalidades escolares e de 3,9% dos cursos extracurriculares que fizeram do grupo educação o maior foco inflacionário em fevereiro. Para o segmento de renda alta – com renda domiciliar maior que R$ 17.764,49 –, os reajustes de 3,8% do transporte escolar, de 2,2% do transporte por aplicativo e de 1,5% dos pacotes turísticos também representaram pontos de pressão. Entretanto, os efeitos desses aumentos foram atenuados por conta da queda de preços dos planos de saúde (0,69%), das passagens aéreas (5%), do etanol (5%) e da gasolina (0,47%).

“Embora as principais altas estejam concentradas nos grupos alimentação e educação, houve um aumento de preços mais generalizado em fevereiro, tendo em vista que todos os grupos exerceram uma pressão altista em todos os segmentos de renda”, revelou, em nota, a pesquisadora do Ipea Maria Andréia Parente Lameiras, autora do indicador mensal.

Em comparação com o mesmo período de 2021, com exceção das faixas de renda média e média alta, que tiveram estabilidade, as demais classes apresentaram aceleração da inflação em 2022. Ela foi ainda mais expressiva para as famílias de renda muito baixa, cuja taxa observada este ano avançou 0,33 pontos percentuais em relação a fevereiro de 2021. As altas dos alimentos em domicílio, principalmente os reajustes de 8,6% das carnes, de 19,6% das aves e ovos, de 43,8% do açúcar e de 61,2% do café, também provocaram impactos significativos sobre a inflação no período, sobretudo para as camadas de renda mais baixa.

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Com Agência Brasil

Aumento de preços foi generalizado, nota Ipea

SLC Agrícola fatura 24,5% a mais em 2021

Preços maiores de todas as culturas ajudaram no resultado

Empresa encerrou a safra 2020/2021 com recorde na produtividade da soja

A SLC Agrícola acumulou, em 2021, receita líquida de R$ 4,6 bilhões, valor 24,5% maior do que em 2021. Já o lucro mais que dobrou no mesmo período (veja os principais indicadores nos gráficos ao final desta reportagem). De acordo com a companhia, o faturamento foi maior devido aos maiores preços faturados para todas as culturas, apesar no menor volume faturado no ano.

Em 2021, a SLC Agrícola encerrou a safra 2020/2021 com recorde na produtividade da soja, atingindo 3.985 quilos por hectare, número 13% superior à média nacional. Esse é um recorde pelo quarto ano consecutivo. Já No milho de segunda safra, a empresa obteve 5.880 quilos por hectare, com queda de 22,5% em relação ao projeto inicial, mas ainda 45,2% superior à média brasileira.

“Em função da menor produtividade média nacional do milho, os preços de mercado se elevaram e o resultado na cultura do milho da companhia atingiu o resultado financeiro esperado. A queda de produtividade no milho foi ocasionada principalmente pela irregularidade na distribuição dos volumes de chuva ao longo dos meses de março e abril, principalmente no Mato Grosso do Sul”, explica a SLC em seu relatório anual.

A companhia informa ainda que iniciou a safra 2021/2022 em setembro, com um crescimento de 45,8% em termos de área plantada. Além disso, houve um incremento de 33,6% em termos de área plantada para a segunda safra.

Em fevereiro, a empresa fez um acordo com a Kothe Logística para a construção de uma unidade de beneficiamento de sementes e armazenamento refrigerado no Mato Grosso. A companhia vendeu 29 hectares na Fazenda Paiaguás para a Kothe, onde será construída a unidade. O investimento para construção é do parceiro. O local terá a capacidade instalada para a produção de 1 milhão de sacas de soja semente em até cinco anos.

Preços maiores de todas as culturas ajudaram no resultado