Archives 2022

Viacredi pretende dobrar presença no Paraná em dois anos

Com sede em Blumenau (SC) e de perfil urbano, Viacredi distribuiu R$ 114 milhões em sobras de 2021 para os cooperados

Os cooperados economizaram mais de R$ 1,4 bilhão ao utilizar os produtos e serviços da cooperativa ao longo do ano

Com 830 mil cooperados e mais de R$ 9 bilhões em ativos, a catarinense Viacredi ampliou sua presença no Paraná ao inaugurar um posto de atendimento no prédio da Associação Comercial do Paraná, no centro de Curitiba. Em pouco mais de dois anos no estado, a cooperativa já reúne 66 mil cooperados, dez pontos em quatro cidades e mais de 80 colaboradores. A meta é dobrar o número de associados nos próximos dois anos em outras cidades da região metropolitana, adianta Vanildo Leoni, diretor executivo da cooperativa, cujo público é o morador das zonas urbanas.

A Viacredi teve um resultado de R$ 277 milhões em 2021 e acaba de distribuir R$ 114 milhões em sobras para os cooperados. Desse valor, R$ 103 milhões foram creditados diretamente nas contas dos cooperados, sendo que cada um recebeu de acordo com a sua movimentação financeira em 2021, levando em consideração as operações realizadas com a cooperativa. Leoni conta que em 2021 a Viacredi se manteve fiel ao seu papel de apoiar o cooperado em um cenário desafiador, segurando as taxas de juros, renegociando dívidas e entendendo as reais necessidades de seus associados.

Como resultado da chamada “economia da cooperação”, os cooperados economizaram mais de R$ 1,4 bilhão ao utilizar os produtos e serviços da cooperativa ao longo do ano. “Com todas essas iniciativas, aumentamos o resultado econômico social em meio milhão de reais, um valor que fica para o cooperado e para a comunidade. Isso é o cooperativismo na prática, quando as pessoas se unem, beneficiando toda a comunidade”, acrescenta o diretor.

Constituída em 1951, a partir da união de trabalhadores da Cia. Hering, em Blumenau (SC), a Viacredi abriu as portas para admitir a comunidade somente em 2001 e em 2002 passou a fazer parte do sistema Ailos, que hoje reúne 13 cooperativas singulares. Atualmente, a cooperativa possui 830 mil cooperados, 2 mil colaboradores, 106 postos de atendimento, R$ 9 bilhões em ativos, R$ 8 bilhões em operações de crédito e R$ 6,7 bilhões em depósitos totais.

Com sede em Blumenau (SC) e de perfil urbano, Viacredi distribuiu R$ 114 milhões em sobras de 2021 para os cooperados

Fed eleva os juros em 0,5 ponto percentual

Este é o segundo aumento consecutivo

O banco ressaltou em seu comunicado que, embora a atividade econômica geral tenha diminuído no primeiro trimestre, os gastos das famílias e o investimento fixo das empresas permaneceram fortes

O Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, elevou em 0,5 ponto percentual as taxas de juros, para o intervalo entre 0,75% e 1%. É o segundo aumento consecutivo. Na reunião de março, a autoridade monetária já havia elevado as taxas em 0,25 ponto percentual, primeiro aumento realizado desde 2018. O banco ressaltou em seu comunicado que, embora a atividade econômica geral tenha diminuído no primeiro trimestre, os gastos das famílias e o investimento fixo das empresas permaneceram fortes.

“Os ganhos de emprego foram robustos nos últimos meses e a taxa de desemprego diminuiu substancialmente. A inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia, preços mais altos de energia e pressões mais amplas sobre os preços”, revela o Fed. A autoridade monetária também comentou os desdobramentos que a guerra entre Rússia e Ucrânia e os lockdowns na China podem exercer na economia do país. “A invasão e os eventos relacionados estão criando uma pressão ascendente adicional sobre a inflação e provavelmente pesarão sobre a atividade econômica. Além disso, os bloqueios relacionados ao Covid na China provavelmente exacerbarão as interrupções na cadeia de suprimentos. O Comitê está altamente atento aos riscos inflacionários”, destacaram os membros do Fed.

Este é o segundo aumento consecutivo

China, 2022: preocupantes sinais de fumaça

As repercussões da paralisia da segunda maior economia mundial preocupam analistas de todas áreas

Ainda que Shanghai seja importantíssima, ela não é a única cidade da China fechada

Bateu uma enorme preocupação no Brasil, e com certeza também na Argentina, e em outros países grandes exportadores de commodities para a China, com os sinais de fumaça que saem de lá, desde o final de março, quando começou o “lockdown” em Shanghai, estratégia do governo chinês de “tolerância zero” com a Covid-19. Essa política de saúde pública levou ao fechamento da cidade mais populosa (25 milhões de habitantes, segundo o Censo 2020) e mais rica do país, maior centro comercial e financeiro, e sede do maior porto de containers do mundo.

Ainda que Shanghai seja importantíssima, ela não é a única cidade da China fechada, total ou parcialmente, nos quatro primeiros meses de 2022 – seriam 20 a 30 delas, com um total de 190 milhões de pessoas, ou até 46 localidades e 400 milhões de pessoas, de acordo com a fonte utilizada pela imprensa internacional. Na falta de informações oficiais, proliferam as estimativas. O que se sabe sobre a política “Zero Covid” é que ela começou a ser colocada em prática em dezembro de 2021, com o “lockdown” na cidade histórica de Xi’An, capital da província de Shaanxi, 13 milhões de habitantes (população maior do que a de São Paulo), e, em março de 2022, as cidades de Changchun (capital da província de Jilin) e Jilin, mais 13 milhões de pessoas dentro de casa. Entre um e outro fechamento, realizaram em fevereiro as Olimpíadas de Inverno.

Análise realizada pela Universidade de Medicina Johns Hopkins, dos 20 países com maiores taxas de mortalidade por Covid-19 no mundo dá razão à China: ela está em 20º lugar, com 1,2 mortes por 100 mil habitantes. A performance positiva dos países asiáticos no enfrentamento da pandemia é confirmada ainda pelo Japão (23,4), Índia (38), Tailândia (41,2), Coreia do Sul (44,9), Filipinas (55,1) e Indonésia (56,5). No extremo oposto estão o Brasil (312,3) e os Estados Unidos (301,7), respectivamente primeiro e segundo lugares no ranking, com 27% do total de mortes por Covid no mundo (6,2 milhões).

Há quem acredite que devido à política “Zero Covid”, o crescimento do PIB chinês não alcance a meta do governo, de 5,5% em 2022, com previsões de até 4,5% (Goldman Sachs). Um ponto percentual do PIB chinês (US$ 17,7 trilhões, pela paridade cambial, em 2021) equivale a US$ 177 bilhões. Só que a preocupação mundial não é essa possível redução. O que está alvoroçando analistas de todas as áreas são as repercussões da paralisia (por quanto tempo?) da segunda maior economia mundial, maior exportador e segundo maior importador. O temor de quem exporta para a China é a redução dos volumes importados, por dificuldades no transporte marítimo (atrasos e fretes mais caros) e queda da demanda. E quem importa da China vive hoje a mesma angústia com sinal trocado, com o risco adicional de preços maiores, difíceis de serem repassados em países como o Brasil, no qual o desemprego, a inflação, e os juros altíssimos estão causando significativa retração dos consumidores.

Preocupam ainda a depreciação da moeda chinesa, de 6,36 por dólar para 6,61, de 4 de abril para 4 de maio; a compra pela China de óleo e gás da Rússia, em fevereiro (US$ 117,5 bilhões); a possibilidade de aumento do desemprego no país (tanto dos migrantes que ainda não voltaram de suas cidades, como dos quase 11 milhões de jovens universitários que entrarão no mercado de trabalho a partir de agosto); o aumento das pressões da União Europeia sobre a China via Organização Mundial do Comércio (OMC) e como o país reagirá; os reflexos econômicos e comerciais da relação atual da China e Rússia – e desta com boa parte do mundo, a partir das sanções impostas pelos Estados Unidos, devido ao ataque russo contra a Ucrânia, elevando os riscos para o abastecimento alimentar mundial este ano, e até de uma guerra de grandes proporções, que se sabe como começa e nunca como terminará.

Se não são suficientes os sinais de fumaça, há ainda no horizonte chinês, para o final de outubro, a realização do 20º Congresso do Partido Comunista, evento da máxima importância para os destinos do país – e, por extensão, do restante do mundo –, que esse ano está tensionado por um fator inédito: a possibilidade de um terceiro mandato para o presidente Xi Jinping, ora sob fogo de artilharia nacional e internacional por causa da política “Zero Covid”, e reagindo com a proposta de investimento em infraestrutura (como foi feito com sucesso em 2008, em resposta à crise financeira iniciada nos Estados Unidos), para gerar os empregos necessários e manter o crescimento do PIB dentro do previsto.

As repercussões da paralisia da segunda maior economia mundial preocupam analistas de todas áreas

Fiesc anuncia homenageados com a Ordem do Mérito Industrial em 2022

A condecoração será realizada no dia 24 de junho

A Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina foi instituída pela Fiesc no ano de 2000 para reconhecer personalidades e instituições que atuam na promoção do desenvolvimento da indústria catarinense

A Federação das Indústrias (Fiesc) anunciou o nome dos agraciados com a Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina de 2022. Os selecionados são os industriais Antônio Deoclesio Pavei, fundador da Pavei Empreendimentos (Criciúma); Daniela Tombini, fundadora da Daniela Tombini (Caçador); Eduardo Ernesto Zortea, fundador da Estrutural Zortea (Campos Novos); Felipe Hansen, presidente do Conselho de Administração da Tigre (Joinville) e Walter Osli Koerich, fundador da WKoerich Imóveis (Florianópolis).

A condecoração será realizada no dia 24 de junho, na sede da entidade, em Florianópolis. Na mesma solenidade, a Confederação Nacional da Indústria concederá a Ordem do Mérito da CNI ao catarinense César Gomes Júnior, do grupo Portobello, de Tijucas.

A Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina foi instituída pela Fiesc no ano de 2000 para reconhecer personalidades e instituições que atuam na promoção do desenvolvimento da indústria catarinense. São concedidas no máximo cinco distinções por ano. A Ordem do Mérito da Confederação NacionaI da Indústria (CNI) foi criada em 1958 e até agora já homenageou 30 industriais catarinenses, sendo Gomes Júnior o 31º.

A condecoração será realizada no dia 24 de junho

Startups do setor de alimentos cresceram 15,5% em três anos

Santa Catarina se destaca no Sul com o maior número de negócios no ramo

“O hábito de compra dos consumidores mudou drasticamente com a pandemia, com as pessoas comprando muito mais online, especialmente alimentos, o que refletiu diretamente no crescimento de startups do setor nos últimos dois anos”, analisa o sócio da PwC Brasil, Carlos Coutinho

A PwC Brasil em parceria com a Liga Ventures mapeou a evolução do mercado de startups do setor de alimentos (foodtechs) no Brasil entre 2019 e janeiro deste ano. O levantamento, realizado em 396 startups de 23 segmentos por meio do Startup Scanner, identificou o crescimento de 15,5% nas startups entre 2019 e 2021, um resultado diretamente ligado à pandemia, quando o setor de alimentação explodiu, com as pessoas trabalhando e ficando mais em casa. No Sul do Brasil, Santa Catarina se destaca entre os três estados com o maior número de startups no ramo de alimentos junto com São Paulo e Minas Gerais.

Os dados fazem parte do relatório “A evolução das startups no setor de foodtechs”, que traz uma análise completa do segmento e os desafios das startups que operam nesse ecossistema, refletindo os novos hábitos de consumo e o futuro da alimentação na sociedade pós-pandemia. Ao todo foram monitoradas startups de tecnologia para produção de alimentos, da cadeia agropecuária, passando pelas empresas de alimentação por delivery. No período analisado, 154 startups foram adicionadas ao startup scanner, enquanto 119 foram inativadas.

O estudo revela que 76,6% das empresas do setor estão ativas e 23,1% inativas, ou seja, deixaram de atender aos critérios do monitoramento ou passaram por processos de IPO, foram compradas ou mudaram de segmento. As tecnologias utilizadas pelas startups que mais cresceram foram de e-commerce, data analytics, geolocalização e desenvolvimento de alimentos. “O hábito de compra dos consumidores mudou drasticamente com a pandemia, com as pessoas comprando muito mais online, especialmente alimentos, o que refletiu diretamente no crescimento de startups do setor nos últimos dois anos”, analisa o sócio da PwC Brasil, Carlos Coutinho. Ele reforça ainda que as foodtechs se destacaram na pandemia na formação de ecossistemas com o varejo e indústria e também na questão de adaptabilidade e resiliência, para dar conta da alta demanda. Essas mudanças de hábito forçaram as empresas a digitalizar suas operações e também internalizar suas operações de logística e entrega para ganhar eficiência, em tempos de exigência cada vez maior dos consumidores para receber seus produtos em casa no menor tempo possível.

O relatório mostra que nos últimos três anos os estados que tiveram maior crescimento no número de startups ativas no setor de alimentos foram Amazonas, Tocantins, Pernambuco, Paraná, Paraíba e Rio de Janeiro. Já São Paulo (48,7%), Santa Catarina (8,3%) e Minas Gerais (8,3%) são os locais onde há o maior número de startups no país. No Sul e Sudeste, os mercados mais consolidados junto com a maior proximidade de centros de distribuição e matrizes de negócios acabam direcionando uma maior quantidade de startups para o mercado de novos alimentos e bebidas. Enquanto isso, o Centro-Oeste segue sua vocação para o agronegócio, com o crescimento das startups no segmento.

“O cenário de crise que vivemos nos últimos dois anos causou um aumento na busca por inovação, fazendo com que as empresas investissem mais em tecnologia para levar melhores produtos e soluções para os consumidores. Os dados mapeados pelo estudo são muito significativos e mostram como o mercado alimentício está em intenso desenvolvimento e crescimento no país”, observa Raphael Augusto, sócio-diretor de produtos e inteligência de mercados da Liga Ventures.

Entre 2021 e 2022, cerca de 72,7% dos R$ 4,6 bilhões movimentados entre 46 investimentos e fusões e aquisições no setor foram direcionados para startups que atuam no varejo fundadas entre 2015 e 2019, principalmente na cidade de São Paulo, e utilizam tecnologias como inteligência artificial em suas soluções. Durante o período de análise, as startups ativas tiveram um crescimento médio de 34,6% no número de funcionários, representando um total de 8.473 novas vagas abertas durante o período. Em 24,2% delas houve crescimento no número de funcionários superior a 50%. Atualmente, o setor emprega quase 26,5 mil pessoas. O crescimento de 71,5% no número de funcionários das startups fundadas em 2020 pode ser explicado, principalmente, pelos investimentos relevantes feitos em algumas startups. A pesquisa mostra ainda que a participação feminina no quadro de sócios e administradores das foodtechs chega a 35%.

Quer saber mais sobre empreendedorismo?
Receba diariamente a newsletter do Grupo AMANHÃ. Faça seu cadastro aqui e, ainda, acesse o acervo de publicações do Grupo AMANHÃ.

Santa Catarina se destaca no Sul com o maior número de negócios no ramo

Vendas e lucro da Irani sobem no primeiro trimestre

Companhia faturou quase R$ 410 milhões no período

Os investimentos deste trimestre somaram R$ 123,8 milhões

A Irani Papel e Embalagem obteve receita líquida de R$ 407,9 milhões no primeiro trimestre, alta de 14,5% em relação ao igual período de 2021. O lucro líquido avançou 77,1%, para R$ 112,1 milhões (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem).

De acordo com a companhia, as vendas foram reflexo da boa performance de preços dos segmentos de atuação, em especial o crescimento de preços de todos os segmentos no comparativo com o ano anterior. O mercado doméstico representou 81% das vendas da Irani.

Segundo a Associação Brasileira de Embalagens Em Papel (Empapel), a expedição em toneladas de papelão ondulado entre janeiro e março registrou redução de 9,8% na comparação com o mesmo período de 2021, com 936 mil toneladas. A redução do volume deve-se ao arrefecimento da economia, especialmente do consumo, neste primeiro trimestre. Os níveis atuais de expedição, no entanto, permanecem 5,8% acima dos níveis pré-pandemia, demonstrando a resiliência do setor.

Os investimentos deste trimestre somaram R$ 123,8 milhões e foram basicamente direcionados para reflorestamento, manutenção e melhorias das estruturas físicas, software, máquinas e equipamentos.

Companhia faturou quase R$ 410 milhões no período

Tech Road será lançado oficialmente no South Summit

Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Joinville e Porto Alegre formalizam cooperação para atração de novos negócios para a região Sul

O memorando será base para instituição de um futuro programa de integração chamado Tech Road, para que juntas as cidades aumentem suas ações de atração, geração e retenção de negócios

As cidades de Caxias do Sul, Curitiba (foto acima), Florianópolis, Joinville e Porto Alegre firmarão memorando para estabelecer as bases para uma cooperação mútua entre as partes em temas relacionados a valorização, fortalecimento e atração de novos negócios para a região Sul do Brasil, bem como a atração de talentos e de investimentos privados e públicos para as cidades pertencentes a esta região. O Tech Road também já foi apresentado para o ecossistema de inovação de Criciúma e Joinville no final de janeiro.

A assinatura do acordo será em um painel durante o South Summit Brasil, evento de inovação internacional que acontecerá em Porto Alegre de 4 a 6 de maio. O painel será na quarta-feira (4), às 14h e contará com as presenças de Rafael Greca, prefeito de Curitiba; Topazio Neto, prefeito de Florianópolis; Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre; Adriano Silva, prefeito de Joinville; e Adiló Didomenico, prefeito de Caxias do Sul. Os gestores das cinco cidades apresentarão seus ecossistemas e perspectivas para a inovação e lançarão juntos o Tech Road.

O memorando será base para instituição de um futuro programa de integração chamado Tech Road, para que juntas as cidades aumentem suas ações de atração, geração e retenção de negócios bem como de evolução de suas matrizes econômicas inovadoras e de base tecnológica, o que também contribuirá para o desenvolvimento social das cidades. Os municípios também querem mostrar a qualidade, quantidade e variedade das startups, trazer novos eventos, fortalecer os que já existem e trazer investidores como aportes maiores.

“A iniciativa da Tech Road é fundamental para promover a ação conjunta e colaborativa dos potentes ecossistemas regionais. A troca de experiências, a articulação de esforços e a divulgação integrada contribui para atrair talentos e negócios, desenvolvendo as cidades participantes e suas regiões”, comenta Luiz Carlos Pinto, secretário de Inovação de Porto Alegre. “As cidades têm perfis inovadores e grande capacidade de mobilização. Podemos consolidar a rota de inovação do Sul”, projeta Elvio Gianni, secretário de desenvolvimento econômico, trabalho e renda de Caxias do Sul (Sdete). 

Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Joinville e Porto Alegre formalizam cooperação para atração de novos negócios para a região Sul

Tech Road será lançado oficialmente no South Summit

Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Joinville e Porto Alegre formalizam cooperação para atração de novos negócios para a região Sul

O memorando será base para instituição de um futuro programa de integração chamado Tech Road, para que juntas as cidades aumentem suas ações de atração, geração e retenção de negócios

As cidades de Caxias do Sul, Curitiba (foto acima), Florianópolis, Joinville e Porto Alegre firmarão memorando para estabelecer as bases para uma cooperação mútua entre as partes em temas relacionados a valorização, fortalecimento e atração de novos negócios para a região Sul do Brasil, bem como a atração de talentos e de investimentos privados e públicos para as cidades pertencentes a esta região. O Tech Road também já foi apresentado para o ecossistema de inovação de Criciúma e Joinville no final de janeiro.

A assinatura do acordo será em um painel durante o South Summit Brasil, evento de inovação internacional que acontecerá em Porto Alegre de 4 a 6 de maio. O painel será na quarta-feira (4), às 14h e contará com as presenças de Rafael Greca, prefeito de Curitiba; Topazio Neto, prefeito de Florianópolis; Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre; Adriano Silva, prefeito de Joinville; e Adiló Didomenico, prefeito de Caxias do Sul. Os gestores das cinco cidades apresentarão seus ecossistemas e perspectivas para a inovação e lançarão juntos o Tech Road.

O memorando será base para instituição de um futuro programa de integração chamado Tech Road, para que juntas as cidades aumentem suas ações de atração, geração e retenção de negócios bem como de evolução de suas matrizes econômicas inovadoras e de base tecnológica, o que também contribuirá para o desenvolvimento social das cidades. Os municípios também querem mostrar a qualidade, quantidade e variedade das startups, trazer novos eventos, fortalecer os que já existem e trazer investidores como aportes maiores.

“A iniciativa da Tech Road é fundamental para promover a ação conjunta e colaborativa dos potentes ecossistemas regionais. A troca de experiências, a articulação de esforços e a divulgação integrada contribui para atrair talentos e negócios, desenvolvendo as cidades participantes e suas regiões”, comenta Luiz Carlos Pinto, secretário de Inovação de Porto Alegre. “As cidades têm perfis inovadores e grande capacidade de mobilização. Podemos consolidar a rota de inovação do Sul”, projeta Elvio Gianni, secretário de desenvolvimento econômico, trabalho e renda de Caxias do Sul (Sdete). 

Caxias do Sul, Curitiba, Florianópolis, Joinville e Porto Alegre formalizam cooperação para atração de novos negócios para a região Sul

Será que o seu site está precisando de uma repaginada?

A primeira pergunta que você deve responder antes de iniciar essa leitura é: há quanto tempo o design do seu site não é renovado? Se já faz 2 anos ou mais, então recomendo que você leia esta matéria até o final! A cada dia surgem tantos novos recursos atraentes, dinâmicos, e que melhoram a funcionalidade…

O post Será que o seu site está precisando de uma repaginada? apareceu primeiro em MKWebb │Webmarketing.

A primeira pergunta que você deve responder antes de iniciar essa leitura é: há quanto tempo o design do seu site não é renovado? Se já faz 2 anos ou mais, então recomendo que você leia esta matéria até o final! A cada dia surgem tantos novos recursos atraentes, dinâmicos, e que melhoram a funcionalidade…
O post Será que o seu site está precisando de uma repaginada? apareceu primeiro em MKWebb │Webmarketing.

Produção industrial apresenta alta de 0,3% em março

Índice fecha primeiro trimestre em queda

Produção do setor de veículos apresentou alta pelo segundo mês seguido

A produção industrial teve variação positiva de 0,3% na passagem de fevereiro para março, após alta de 0,7% no mês anterior. Na comparação com 2021, o setor acumula queda de 4,5% no primeiro trimestre de 2022. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo IBGE. O acumulado nos últimos 12 meses chegou a 1,8%. Em março, a produção industrial ficou 2,1% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020.

André Macedo, gerente da pesquisa, explica que a manutenção do comportamento positivo em fevereiro e março não conseguiu eliminar a perda de 2% que ocorreu no mês de janeiro. Além do mais, os fatores que dificultam uma retomada da indústria ainda permanecem. “Questões complicadoras na oferta, que é algo mais global, afetado pelo mercado internacional, e na demanda doméstica”, exemplifica. De acordo com ele, as plantas industriais ainda percebem o aumento do custo de produção e refletem a escassez de algumas matéria-prima. “Além disso, a inflação vem diminuindo a renda disponível e os juros sobem e encarecem o crédito. Também o mercado do trabalho, que apresenta alguma melhora, ainda mostra índices como uma massa de rendimentos que não avança”, lembra Macedo.

A atividade com mais influência positiva no mês de março foi a de veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento de 6,9%. Funcionando como termômetro da indústria geral, o setor marca o segundo mês de expansão, mas ainda assim, não recupera o mês de janeiro. Outras atividades que contribuíram para a variação positiva de março foram: outros produtos químicos (7,8%), bebidas (6,4%) e máquinas e equipamentos (4,9%), além de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (7,9%), de couro, artigos para viagem e calçados (8,9%) e de indústrias extrativas (0,9%).

Já entre as 12 atividades em queda, a principal influência veio de produtos alimentícios (-1,7%), que interrompe quatro meses consecutivos de alta, quando acumulou expansão de 14,9%. “Além de ter partido de um índice mais alto, alguns itens específicos, de produção mais volátil, como o açúcar, acabaram contribuindo para a queda no setor”, afirma Macedo.

Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-8,4%) também exerceram importantes impactos no mês. Os recuos nas atividades de ramos de produtos de metal (-3,6%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-4,9%) foram outras com quedas a serem consideradas. Três das quatro grandes categorias econômicas tiveram alta, sendo bens de capital (8%) e bens de consumo duráveis (2,5%) as com maiores taxas positivas.

Índice fecha primeiro trimestre em queda

Google anuncia cursos com certificados profissionalizantes no Brasil

O Google lançou três novos cursos de certificação profissional.

Além de cursos voltados à certificação de suporte de TI, serão oferecidos treinamentos especializados em análise de dados, gerenciamento de projetos e design de experiência do usuário, com legendas em português.

Todas as opções de cursos não exigem conhecimentos prévios específicos e são voltadas para quem busca ingressar no mercado de trabalho, mudar de área de atuação ou avançar na carreira.

A proposta foi pensada para ajudar a reduzir o desemprego, que já atinge 12 milhões de brasileiros, realidade agravada pelas consequências econômicas da pandemia de coronavírus.

A Certificação Profissional do Google faz parte do programa Crescer com o Google, que reúne produtos, plataformas e serviços para ajudar indivíduos e empresas a prosperar no mercado profissional.

A ideia central é fornecer habilidades digitais práticas e técnicas para ajudar pessoas e empresas a se desenvolverem, incluindo o desenvolvimento socioeconômico.

“Quando as pessoas aprendem a aproveitar ao máximo a web, é incrível o quanto indivíduos, empresas e economias inteiras podem crescer. Queremos que todos tenham as habilidades digitais necessárias para se beneficiar da revolução tecnológica e compartilhar desse crescimento, contribuindo para a recuperação econômica do país, algo de suma importância neste momento”, disse Susana Ayarza, diretora de Marketing do Google no Brasil.

Os cursos serão 100% on-line, com cronograma flexível e duração a depender da disponibilidade do aluno, com 200 horas ou mais.

O curso tem custo mensal de US$ 14 (aproximadamente R$ 75, a depender da cotação), seguindo a política de preços da plataforma Coursera. Também há a opção de pagamento por três meses, com 33% de desconto (US$ 28), ou por seis meses, com 50% de desconto (US$ 42).

Clique aqui para se inscrever.

O Google lançou três novos cursos de certificação profissional. Além de cursos voltados à certificação de suporte de TI, serão oferecidos treinamentos especializados em análise de dados, gerenciamento de projetos e design de experiência do usuário, com legendas em português. Todas as opções de cursos …

Google Brasil abre vaga para analista de acessibilidade de produto

O Google Brasil anunciou a abertura de uma vaga no Brasil para Analista de Acessibilidade de Produto, que trabalhará com equipes de produto em toda a empresa para avaliar a qualidade das experiências de acessibilidade.

O trabalho do profissional é garantir que todos os usuários, incluindo pessoas com deficiência, tenham a melhor experiência possível com os produtos e serviços do Google.

Para se inscrever, você deve ter experiência com testes de acessibilidade e tecnologia assistiva, além de experiência com equipes multifuncionais e inglês. As vagas de emprego são reservadas para pessoas com deficiência.

De acordo com Lia Carrari, Gerente de Programas de Acessibilidade do Google Brasil no Brasil, que atualmente trabalha na equipe da Central de Acessibilidade do Google nos EUA, o papel do Analista de Acessibilidade é crucial para remover barreiras tecnológicas e facilitar o ritmo da inovação.

“Acreditamos na criação de produtos realmente úteis e inclusivos para as pessoas, por isso, trabalhamos juntos com pessoas com deficiência para entender como utilizam os dispositivos e como é o seu o dia a dia. O resultado é mais do que um novo aplicativo ou dispositivo. É uma forma mais inclusiva para que todos possam explorar o mundo. ” completa a gerente.

O Google Brasil anunciou a abertura de uma vaga no Brasil para Analista de Acessibilidade de Produto, que trabalhará com equipes de produto em toda a empresa para avaliar a qualidade das experiências de acessibilidade. O trabalho do profissional é garantir que todos os usuários, …

Saiba mais sobre o cartão de crédito da C&A

A C&A foi a primeira rede de lojas de departamentos no Brasil. Atualmente, ela está presente em mais de 20 países por todo o mundo!

No entanto, apesar de ser muito conhecida, muitas pessoas não sabem que a C&A possui uma linha de cartão de crédito em parceira com o banco Bradesco.

Trata-se do cartão C&A que pode vir tanto com a bandeira Visa quanto com a bandeira Elo.

Vantagens cartão C&A bandeira Visa

A Visa é uma das emissoras de cartão de crédito mais conhecidas de todo o mundo. Com o cartão C&A Visa, você participa do programa de benefícios “Vai de Visa”, no qual são acumulados pontos a medida que você utiliza o cartão e, posteriormente, você troca esses pontos por diversos produtos e serviços.

Além disso, com o cartão C&A Visa, você conta com os seguintes benefícios:

– Serviço de saque emergencial;

– Substituição emergencial do seu cartão;

– Visa checkout;

– Serviço de assistência de viagem

Vantagens cartão C&A bandeira Elo

Já a bandeira Elo disponibiliza os seguintes benefícios para quem optar por um cartão C&A Elo:

– Acesso a promoções e benefícios exclusivos em lojas parceiras;

– Compra de ingressos com descontos;

– Desconto na Rappi e vários restaurantes em São Paulo e Rio de Janeiro;

– Você concorre a R$50.000 todos os meses que utilizar o cartão.

Quem pode solicitar o cartão C&A

Para ter sua solicitação do cartão de crédito C&A aprovada, você precisa se enquadrar nos seguintes requisitos:

Ter mais do que 18 anos;

Não ter nenhuma restrição nos órgãos de proteção ao crédito.

O seu limite dependerá da análise de crédito que é feita com o seu CPF na hora em que você solicitar o cartão.

Agora com o app C&A, você pode gerar o código de barras da sua fatura. Pague pelo App ou Internet Banking do seu banco.

acessar app C&A

app Bradesco Cartões

Acesse o Google Play ou o App Store para baixar o baixe o app Bradesco Cartões. Você pode visualizar sua fatura ou gerar um código de barras para pagamento com muito mais comodidade.

internet banking

Além de solicitar a 2ªa via da sua fatura, no internet banking Bradescard você pode gerar uma código de barras para pagamento com muito mais comodidade. Clique aqui para acessar.

(1) Sujeito à análise de crédito. (2) Desconto de 10% referente ao valor total da primeira compra realizada com C&A Pay, aplicado na aquisição de 3 peças ou mais. Válido para produtos adquiridos na LOJA FISICA e produtos vendidos e entregues pela C&A no SITE e APP. Desconto não será aplicado na compra de eletrônicos, relógios, cosméticos e itens em promoção. (3) Ganhe 10% de desconto na compra de 3 peças ou mais realizada na LOJA FÍSICA no dia da emissão do CARTÃO C&A. Desconto não será aplicado na adesão do cartão pelo site, na compra de eletrônicos, relógios, cosméticos e itens em promoção. Descontos não cumulativos e não aplicáveis nas lojas localizadas no Shopping Midway Mall, Natal Shopping, Norte Shopping, Brasília Boulevard, Pátio Brasil Shopping, Shopping Conjunto Nacional, Park Shopping, Águas Claras Shopping, Shopping JK Ceilândia, Alameda Shopping, Shopping Taguatinga. Consulte condições e termos de uso na Central de Atendimento e www.cea.com.br/cea-pay.

como fazer o cartão C&A

Veja como é fácil fazer o seu cartão gratuitamente e aproveitar todas as vantagens que a C&A tem para você.atenda aos requisitos

Possuir mais de 18 anosNão possuir restrições de crédito (SPC e Serasa)Trabalhar há pelo menos 3 meses

documentos necessários

RG e CPF originaisComprovante de renda

vá até uma loja C&A

Atendendo aos requisitos e com os documentos em mãos, vá até uma das 270 lojas localizadas em 125 cidades e solicite o seu cartão

parcelamento diferenciado

em todas lojas C&A

lojas físicas

em até 15x fixas*

Pague em até 5x sem juros ou em 8x fixas com
juros e 100 dias para pagar.
*Para compras de eletrônicos, com cartão C&A
você pode parcelar em até 10x
sem juros ou até 15x fixas com juros

loja online

em até 10x sem juros*

Pague em até 6x sem juros com o cartão C&A.
*Para compras de eletrônicos, você pode.
parcelar em até 10x sem juros

um cartão de crédito

repleto de vantagens

10%* de desconto na primeira compraParte da sua primeira compra na C&A é por nossa conta

saque dinheiro quando precisarDisponível nas lojas físicas, rede banco 24 horas ou na central de atendimento em até 24 vezes

pague suas contas com cartãoEm até 3x sem juros: água, luz, telefone e outras

50% de desconto na rede CinemarkEconomize no ingresso e também no combo pipoca refrigerante

exclusividadeSaiba antecipadamente novidades e promoções que estão rolando

2 limites exclusivosUm para saque, outro para compras. Uma maior comodidade para você fazer suas compras

SOLICITE CLICANDO AQUI

A C&A foi a primeira rede de lojas de departamentos no Brasil. Atualmente, ela está presente em mais de 20 países por todo o mundo! No entanto, apesar de ser muito conhecida, muitas pessoas não sabem que a C&A possui uma linha de cartão de crédito em parceira com o banco Bradesco. Trata-se do cartão

A C&A foi a primeira rede de lojas de departamentos no Brasil. Atualmente, ela está presente em mais de 20 países por todo o mundo! No entanto, apesar de ser muito conhecida, muitas pessoas não sabem que a C&A possui uma linha de cartão de crédito em parceira com o banco Bradesco. Trata-se do cartão… Continue a ler »Saiba mais sobre o cartão de crédito da C&A

Cooperativismo do Paraná mira R$ 200 bilhões em faturamento

Detalhes do novo planejamento estratégico foram dados pela Ocepar

No cenário otimista, as cooperativas do Paraná alcançarão R$ 200 bilhões em receita até 2025, mas Ricken acredita que meta possa ser atingida antes

Em 2021, ainda sob a sombra da pandemia da Covid-19, o cooperativismo do Paraná avançou em números e ações, ultrapassando a meta traçada em seu planejamento estratégico de dobrar o faturamento, passando de R$ 50 bilhões para R$ 100 bilhões. Para manter a trajetória de crescimento, o setor debruçou-se na construção de um novo planejamento estratégico, o PRC200, que também tem como meta dobrar a movimentação financeira, atingindo R$ 200 bilhões de faturamento até 2025. O detalhamento de como o setor pretende atingir as metas do seu novo planejamento estratégico, que incluem, ainda, atingir R$ 10 bilhões de sobras líquidas, 4 milhões de cooperados e 200 mil empregos diretos, foi apresentado na tarde da última sexta-feira (29), em Curitiba, durante o Fórum Financeiro do Sistema Ocepar.

“O objetivo aqui é apresentar uma visão de onde estamos e onde queremos chegar, inclusive com as demandas por investimentos na ordem de R$ 30,3 bilhões até 2026. Temos uma expectativa enorme em relação ao novo Plano Safra, porque estamos diante de uma Selic com mais de dois dígitos, então, vamos ver como o Banco Central vai resolver essa equação”, declarou José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar. O dirigente contou ainda que nesta segunda-feira (2) será realizada uma audiência com o novo ministro da Agricultura, Marcos Montes. “Vamos falar sobre os ramos agro e crédito, e ouvir do ministro as estratégias para o novo plano safra. Temos que ter um respaldo para que o cooperativismo se mantenha firme em seus propósitos, não apenas de expansão das atividades, mas de manutenção daquilo que já foi conquistado. As cooperativas hoje movimentam a economia”, frisou.

Em sua fala, Ricken detalhou o mapa estratégico do PRC200, que inclui 20 projetos estruturantes que, por sua vez, são sustentados por cinco pilares: representação e defesa, comunicação e relacionamento, cooperação, inovação e socioambiental.Os projetos abrangem áreas como representação institucional, infraestrutura e logística, inovação, alianças estratégicas, comunicação, mercado, governança e gestão. No cenário otimista, as cooperativas do Paraná alcançarão a meta dos R$ 200 bilhões em 2025. No realista, será um ano depois, enquanto que no pessimista será em 2029. “O objetivo é o desenvolvimento sustentável do cooperativismo paranaense. Existe potencial para atingir as metas planejadas, inclusive, antes do prazo previsto. Estamos bastante otimistas”, revelou.

ESG+Coop
Depois da apresentação global do PRC200, o foco do Fórum Financeiro voltou-se para um dos projetos que compõem o plano: o projeto 14 que trata do Programa de Certificação de Cooperativas ESG+Coop. “Este é um assunto que vem sendo muito discutido. Nas entrevistas com os presidentes de cooperativas realizadas para estruturar o PRC200, este tema foi citado por 52% dos dirigentes do ramo agropecuário e por 50% do ramo crédito”, explicou o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

O objetivo do projeto 14 é criar um programa de monitoramento, avaliação e certificação das cooperativas do Estado do Paraná, com foco no atendimento a requisitos ambientais, sociais de governança e desempenho. “É uma proposta ambiciosa, mas a gente pensa, realmente, em desenvolver uma certificação. E toda essa jornada que estamos construindo vai nos levar para essa certificação dos indicadores econômicos, ambientais, sociais e governança, que é o ESG”, disse Boesche. “O alvo é fornecer um documento para que a cooperativa, dentro da sua necessidade, possa apresentar ao mercado, comprovando que há um monitoramento de fora para dentro”, completou.

Detalhes do novo planejamento estratégico foram dados pela Ocepar

Postos terão duas formas de mostrar preços de combustíveis

A medida passa a valer a partir do próximo sábado

Os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais, tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras

Os revendedores de combustíveis de todo o país vão exibir os preços com duas casas decimais e não mais com três, como acontece atualmente. A medida passa a valer a partir do próximo sábado (7). É o que determina a Resolução nº 858/2021, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que deu prazo para as revendedoras se adequarem até essa data.

Segundo informou a ANP, o objetivo da mudança é deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, alinhado-o com a expressão numérica da moeda brasileira. Os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais, tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras.

A ANP salientou, entretanto que, nas bombas, será permitido que o terceiro dígito seja mantido, desde que seja zero e fique travado no momento do abastecimento. A agência entende que, dessa forma, os postos não precisarão trocar os módulos das bombas, o que poderia acarretar custos aos agentes econômicos.

Como a terceira casa decimal estará zerada e travada, a percepção é que não haverá dúvidas e que o objetivo da regra, que é dar clareza aos consumidores. A agência avaliou que essa mudança não implicará em impactos no valor final dos preços dos combustíveis, uma vez que ela não trará custos relevantes aos revendedores, nem restrições aos preços praticados.

Com Agência Brasil

A medida passa a valer a partir do próximo sábado