Archives Novembro 2022

Elon Musk diz que criará smartphone ‘alternativo’ se Twitter for retirado das lojas do Google e Apple

Diante da possibilidade de Google e Apple removerem o Twitter de suas lojas de aplicativos, o chefe do Twitter disse que tem um plano para a situação.

Além das demissões em massa, que reduziram a força de trabalho do Twitter em 75% globalmente, Musk também tomou algumas decisões polêmicas, como reativar a conta do ex-presidente americano Donald Trump.

Respondendo a um comentário de um usuário na rede social, Musk revelou que poderia começar a construir um smartphone se necessário, mas gostaria de não precisar.

A comentarista política Liz Wheeler tuitou no Twitter:

“Se a Apple e o Google chutarem Twitter de suas lojas de aplicativos, @elonmusk deveria produzir seu próprio smartphone. Metade do país ficaria feliz em abandonar o iPhone e o Android bisbilhoteiros e tendenciosos. O homem constrói foguetes para Marte, um pequeno smartphone bobo deve ser fácil, certo?”.

Elon Musk respondeu: “Certamente espero que não chegue a isso, mas, sim, se não houver outra escolha, farei um telefone alternativo”.

I certainly hope it does not come to that, but, yes, if there is no other choice, I will make an alternative phone

— Elon Musk (@elonmusk) November 25, 2022

Não está claro qual será o smartphone substituto, se é baseado no Android ou outra plataforma proprietária.

Tesla Model Pi, o celular da Tesla

Rumores da indústria apontam que a Tesla vem planejando um smartphone e o dispositivo teria como diferencial a possibilidade de se conectar a outros produtos controlados por Musk como a a rede de satélites Starlink, Solar City e Neuralink.

Tesla Pi seria o primeiro smartphone a ter a capacidade de navegar na web de qualquer lugar do mundo e também poderia ser usado por astronautas na Lua e em Marte usando a constelação de antenas da Starlink que estão distribuídas ao redor da Terra.

O smartphone da Tesla também funcionaria a partir de painel solar nas traseira, fabricado pela empresa Solar City, que permitirá carregar a bateria com uma simples exposição ao sol, acabando com a necessidade de ter um carregador o tempo todo. 

Musk também poderia tirar proveito de sua startup Neuralink para fornecer uma interface que conectaria o cérebro do usuário com o telefone, uma função que facilitaria o manuseio por pessoas com dificuldades neurológicas.

Antonio de Rosa, um dos designers de produto da Apple, estaria a frente do projeto como responsável pelo design do Tesla Model Pi. Em supostos materiais de imprensa que correm pela web, o telefone poderia ter características futuristas (imagem que ilustra este post).

Falando um pouco mais dos aspectos técnicos, o modelo pode ter uma tela seria de 6,5 polegadas com resolução de máxima de 4.000 pixels e as câmeras na parte traseira, destacando a possibilidade de tirar fotos de alta qualidade, mesmo com pouca luz.

Sob o capô, o Tesla Model Pi pode vir a armazenar até 2 terabytes e processador Snapdragon com um dos “melhores desempenhos do mercado”. Informações sobre o sistema operacional são desconhecidas no momento.

Por fim, e obviamente, deverá ter funções específicas para vincular o Tesla Pi com os já os carros elétricos da Tesla. 

A expectativa de muitos entusiastas do Model Pi apontam que o lançamento estaria previsto para 2023 e custaria em torno de US$ 1.000.

Diante da possibilidade de Google e Apple removerem o Twitter de suas lojas de aplicativos, o chefe do…

Otimismo do comerciante atinge maior nível desde 2011

Economia atual favorável, Copa do Mundo, Black Friday e Natal contribuem para o cenário 

A expectativa da CNC é que a Black Friday movimente R$ 4,2 bilhões, o maior faturamento desde 2010, enquanto a Copa deve ser responsável pelo incremento de R$ 1,5 bilhão no varejo

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) avançou pelo segundo mês consecutivo, com alta de 0,8% em novembro, considerando o reajuste sazonal. Na comparação com 2021, o aumento foi ainda mais expressivo, de 10,9%. O indicador, que chegou a 131,9 pontos, é o maior da série histórica, iniciada em 2011. O Icec é apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Tanto no comparativo com o mês anterior quanto em relação a novembro de 2021, o destaque foi a avaliação da condição do desempenho atual da economia (em que o otimismo aumentou 4,8% e 33,8%, respectivamente), com a maior pontuação, 109,1 pontos, desde março de 2020, mês que demarcou o início da pandemia.

“O fim de ano é, tradicionalmente, um momento de boas expectativas para o varejo. Em 2022, há uma condição especial e inédita que é a conjugação das intenções de compra para a Black Friday e o Natal com a realização da Copa do Mundo do Catar”, avalia o presidente da CNC, José Roberto Tadros. Segundo ele, esse impulso adicional, a economia atual favorável e a previsão do pagamento da primeira parcela do 13º salário reforçaram a confiança do empresário do comércio brasileiro.

A expectativa da CNC é que a Black Friday movimente R$ 4,2 bilhões, o maior faturamento desde 2010, enquanto a Copa deve ser responsável pelo incremento de R$ 1,5 bilhão no varejo.

Intenção de contratação recorde 

Do total de comerciantes pesquisados, 85,2% apontaram que vão aumentar a contratação de funcionários neste fim de ano. Essa é a maior proporção desde o início da apuração do Icec, em 2011. No comparativo mensal, o indicador teve uma alta de 0,2%, após três meses de queda, o que resultou no maior nível histórico: 144 pontos.

“A chegada das festas de fim de ano e o desempenho mais favorável da economia e do comércio estão incentivando as intenções de investir para absorver funcionários e estimular o consumo”, aponta a economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva.

Segundo estatísticas da Confederação, o Natal deve levar à contratação de 109,4 mil trabalhadores temporários, o maior volume em nove anos. Destes, espera-se que 11% sejam efetivados.

Otimismo sobre situação geral do comércio em alta 

Em linha com a evolução positiva do varejo em setembro, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a avaliação dos empresários em relação à situação atual do comércio voltou a melhorar no penúltimo mês do ano, com alta de 2%, após quedas nos três meses anteriores. O comerciante do segmento de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos foi o mais otimista em novembro, com alta de 4,4% no indicador.

Segundo a economista Catarina Carneiro da Silva, as deflações entre julho e setembro melhoraram o poder de compra dos consumidores e, consequentemente, as vendas no comércio. De acordo com a economista, em setembro, houve 0,51% de deflação no grupo de alimentação e bebidas, itens de grande peso na cesta de consumo da população. Apesar de em outubro a inflação neste grupo ter registrado aumento de 0,72%, o resultado acumulado em 12 meses desacelerou em 0,50 ponto percentual.

Vendas animam setor de roupas e calçados 

Os comerciantes do segmento de vestuário, tecidos e calçados continuam os mais satisfeitos com o nível de atividade do setor. O indicador chegou a 120,3 pontos, marcando a sétima alta mensal seguida. “Essa dinâmica acontece pela necessidade que os consumidores têm, neste momento, de roupas e calçados novos para a retomada dos eventos sociais de fim de ano, o que deve ser incentivado pela Copa do Mundo”, explica Catarina Carneiro da Silva.

Uma sondagem especial feita pela CNC com 18 mil consumidores em todas as capitais e no Distrito Federal revelou que 36% dos brasileiros pretendem comprar itens relacionados com o Mundial de Futebol, uma alta de 12 pontos percentuais em relação ao Campeonato de 2018. Os preferidos são os artigos de vestuário temático, indicados por 14,9% dos entrevistados.

Economia atual favorável, Copa do Mundo, Black Friday e Natal contribuem para o cenário 

Dados de 500 milhões de usuários do WhatsApp à venda

Um base de quase 500 milhões de usuários do WhatsApp foi colocado à venda na semana passada, segundo jornalista do Cybernews.

Neste pacote gigantesco de dados estaeriam telefone clonados de usuários de 84 países, com o Brasil inserido na lista com 8 milhões de dados vazados.

As informações sobre os usuários do WhatsApp podem ser obtidas coletando informações em escala, também conhecidas como scraping, que violam os Termos de Serviço do WhatsApp.

De acordo com a Kaspersky, ter o número de telefone de uma potencial vítima aumenta significativamente a oportunidade de um ataque bem-sucedido, já que a maioria dos serviços on-line exige a inserção de um número de telefone junto com outros dados pessoais: nome, endereço de e-mail e até detalhes do cartão.

“Uma vez que esses dados acabam em mãos não confiáveis, os fraudadores podem lançar vários tipos de ataques, desde chamadas de spam até phishing de voz, chamados vishing. Doxing, cyberbullying, chantagem e extorsão também estão entre as potenciais ciberameaças que as vítimas podem enfrentar”, diz a companhia.

Apesar de ser uma especulação, é comum que grandes quantidades de dados publicados online acabam sendo obtidos por coleta de informações em escala.

O Brasil é o maior alvo de phishing no mundo e isto indica que o golpe ainda é muito efetivo. É muito fácil verificar se um número está usando o WhatsApp ou não, e acredito que o maior risco agora são os golpes de phishing direcionados, além de possíveis ataques de SIM swap. Em vez de fazer golpes genéricos, é possível criar um golpe mais convincente. É muito importante que estas pessoas fiquem alertas e desconfiem de mensagens incomuns recebidas no app”, comenta Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.

Para se manter seguro, a Kaspersky recomenda:

Esconda seus dados de todos, exceto aqueles em sua lista de contatos nas configurações de privacidade do WhatsApp.

Seja cauteloso e preste atenção às chamadas e mensagens de números desconhecidos.

Habilite a autenticação de dois fatores se ela ainda não tiver sido habilitada, para que os fraudadores não possam usar seu número para fins maliciosos.

Nunca abra links suspeitos enviados por ninguém, pois pode haver arquivos maliciosos anexados ou pode levá-lo diretamente a algum conteúdo fraudulento.
Um base de quase 500 milhões de usuários do WhatsApp foi colocado à venda na semana passada, segundo…

Project Zero (do Google) diz que Google e fabricantes falham em atualizações

A equipe do Project Zero do Google alertou esta semana que fabricantes de smartphones, incluindo Samsung, Xiaomi, Oppo e o próprio Google, não haviam implantado patches para corrigir vulnerabilidades recentes.

Os pesquisadores dizem que tratam-se de cinco falhas de segurança identificadas durante os meses de junho e julho em telefones que possuem GPUs do Mali, como aqueles com Exynos SoCs.

Por ser uma vulnerabilidade crítica, poderia permitir que um hacker tenha acesso total a um sistema, pois seria capaz de contornar o modelo de permissões no Android e obter “acesso amplo” aos dados de um usuário. 

“Um desses problemas levou à corrupção da memória do kernel, um levou à divulgação de endereços de memória física para o espaço do usuário e os três restantes levaram a uma condição de uso após a liberação da página física”, escreveu Ian Beer, do Project Zero, em um post de blog.

“Isso permitiria que um invasor continuasse a ler e gravar páginas físicas depois que elas fossem devolvidas ao sistema”.

No entanto, três meses depois que a ARM corrigiu esses problemas, todos os dispositivos testados pela equipe do Project Zero ainda estavam vulneráveis ​​às falhas. 

A equipe do Project Zero do Google alertou esta semana que fabricantes de smartphones, incluindo Samsung, Xiaomi, Oppo e o…

Vendas do Tesouro Direto caem 20,1% em outubro

Apesar de queda, volume foi o segundo maior para o mês

Os investidores estão preferindo papéis de curto prazo

As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somaram R$ 2,8 bilhões em outubro, divulgou o Tesouro Nacional. O volume representa queda de 20,1% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado (R$ 3,5 bilhões), mas está o segundo melhor nível da história para meses de outubro. Os títulos mais procurados pelos investidores foram os corrigidos pela Selic (juros básicos da economia), cuja participação nas vendas atingiu 69,3%. Os títulos vinculados à inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) corresponderam a 19,1% do total, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, foram 11,6%.

De março de 2021 até agosto deste ano, o Banco Central (BC) elevou a Selic. A taxa, que estava em 2% ao ano, no menor nível da história, saltou para 13,75% ao ano de lá para cá. Os juros altos continuam atraindo o interesse por papeis vinculados aos juros básicos. Pela primeira vez, o estoque total do Tesouro Direto ultrapassou a marca de R$ 100 bilhões. No fim de outubro, o volume de títulos associados ao programa somava R$ 101,2 bilhões, aumento de 1,3% em relação ao mês anterior (R$ 99,8 bilhões) e de 35,8% em relação a outubro do ano passado (R$ 74,5 bilhões). Essa alta ocorreu porque as vendas superaram os resgates em R$ 774,1 milhões no mês passado.

Investidores
Em relação ao número de investidores, 439.537 novos participantes se cadastraram no programa no mês passado. O número total de investidores atingiu 21.600.786. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 52,4%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 2.102.313, aumento de 23,1% em 12 meses. A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 83,8% do total de 489.507 operações de vendas ocorridas em outubro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 62,9%. O valor médio por operação foi de R$ 5.722,17. Os investidores estão preferindo papéis de curto prazo. As vendas de títulos com prazo entre 1 e 5 anos representaram 82,1% e aquelas com prazo entre 5 e 10 anos, apenas 5,6% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo representaram 12,3% das vendas.

Captação de recursos
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, a bolsa de valores brasileira, que tem a custódia dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto. A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

Com Agência Brasil

Apesar de queda, volume foi o segundo maior para o mês

Mutirão nacional permite negociar dívidas até 30 de novembro

Banco Central, Procon e vários órgãos promovem ação conjunta

Bancos oferecem, por exemplo, parcelamentos, descontos no valor da dívida e taxas de juros reduzidas para refinanciamento

Até a próxima quarta-feira (30), consumidores podem negociar dívidas em atraso com condições especiais por meio do Mutirão Nacional de Negociação de Dívidas e Orientação Financeira. A ação é uma iniciativa conjunta da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), do Banco Central (BC), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e de Procons de todo o país.

De acordo com a Febraban, instituições participantes do mutirão oferecem, por exemplo, parcelamentos, descontos no valor da dívida e taxas de juros reduzidas para refinanciamento. Podem ser negociadas dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e nas demais modalidades de crédito que estejam em atraso e não possuam bens dados em garantia.

Como participar
Quem tem interesse em participar deve acessar a página do mutirão. Lá, e possível acessar o Registrato, sistema do Banco Central que leva à lista de dívidas em nome do consumidor.

As dívidas, segundo a Febraban, podem ser negociadas diretamente com o banco ou por meio do Portal ConsumidorGovBr. Os interessados devem apresentar uma proposta de negociação à instituição credora. O banco tem até 10 dias para analisar a solicitação e apresentar uma resposta.

Entre 2020 e 2022, por meio de iniciativas como esta, mais de 22 milhões de contratos em atraso foram repactuados, superando R$ 1,1 trilhão de saldo negociado. Na edição mais recente do mutirão, que durou 25 dias – de 7 a 31 de março –, 1,7 milhão de contratos foram renegociados.

Com Agência Brasil

Banco Central, Procon e vários órgãos promovem ação conjunta

Empresários do Sul registram falta de confiança na economia

Índice caiu em 29 setores analisados em novembro

A confiança caiu em todos os portes de empresa

A confiança do setor industrial recuou em todas as regiões do Brasil. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste as quedas do ICEI foram maiores: 9,9, 8,7 e 7,8 pontos, respectivamente. Nas regiões Norte e Nordeste as quedas também foram expressivas: 6,0 e 6,2 pontos, respectivamente. No entanto, apenas na região Sul, o ICEI ficou abaixo da linha de corte, em 49 pontos. No total, 29 setores da indústria brasileira analisados registraram queda forte e disseminada da confiança na passagem de outubro para novembro de 2022, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial por setor (ICEI – Resultados Setoriais), da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foram entrevistadas 2.132 empresas, sendo 846 de pequeno porte, 772 de médio porte e 514 de grande porte, entre 1º e 10 de novembro.

O setor de produtos de madeira, por exemplo, teve o maior recuo. O indicador caiu 14,1 pontos entre outubro e novembro, quando passou de 59,1 pontos para 45 pontos. A queda reflete a avaliação negativa do momento atual e expectativas negativas para os próximos seis meses. A última vez que empresários da área mostraram falta de confiança foi em julho de 2020. Naquele mês, o ICEI despencou em 16 setores industriais devido às medidas de restrição provocadas pelo Covid-19. O ICEI varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Valores abaixo de 50 pontos indicam desconfiança.

Além de madeira, os setores que cruzaram para baixo a linha divisória de 50 pontos na passagem de outubro para novembro deste ano são: couro e móveis, que perderam 12,7 pontos cada um; celulose, papel e produtos de papel viram o índice cair 11,6 pontos; produtos de material plástico registrou queda de 11 pontos; máquinas e equipamentos perdeu 8 pontos e produtos de borracha observou queda de 7,4 pontos de confiança. Mesmo com a queda no ICEI, há 21 setores com confiança. Os mais confiantes são produtos farmoquímicos e farmacêuticos com 57,8 pontos, bebidas com 55,4 pontos, químicos, com 55 pontos e obras de infraestrutura, com 54,5 pontos.

A confiança também caiu em indústrias de pequeno, médio e grande porte. O maior recuo foi registrado nas empresas de médio porte, cujo ICEI caiu 10 pontos. Nas pequenas e grandes empresas, as quedas foram de 7,4 pontos e 7,7 pontos, respectivamente.

Índice caiu em 29 setores analisados em novembro

Federação dos bancos ensina como fazer compras seguras na Black Friday

Quadrilhas usam a megaliquidação para aplicar golpes com páginas falsas que simulam e-commerce

A principal recomendação é confirmar no site oficial da loja se realmente aquela promoção existe

A Black Friday está chegando e a data é uma das mais aguardadas pelos consumidores devido à grande quantidade de ofertas no varejo. Apesar de algumas promoções já estarem sendo divulgadas desde o começo deste mês, os comerciantes costumam intensificar as ofertas da megaliquidação, de origem americana que já virou tradição no comércio brasileiro, na semana em que a data é comemorada – neste ano será na próxima sexta-feira, dia 25. Nesta época do ano são comuns abordagens de criminosos com páginas falsas que simulam e-commerce; promoções inexistentes enviadas por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp e a criação de perfis falsos que investem em mídia para aparecer em páginas e stories de redes sociais.

Os clientes também são bombardeados com ofertas por todos os lados e quadrilhas aproveitam o momento de euforia com o grande volume de promoções para aplicar golpes que causam grande prejuízo, especialmente usando a chamada “engenharia social”, que consiste na manipulação do usuário para que ele lhe forneça informações confidenciais para o roubo de dados pessoais. “Os bandidos usam a tática da urgência nos consumidores, dizem que há uma grande oportunidade de compra com valor muito vantajoso e pedem que o pagamento seja feito naquele momento para que o cliente não perca o produto. Sempre desconfie deste tipo de abordagem”, alerta Adriano Volpini, diretor do comitê de prevenção a fraudes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Volpini diz que a principal recomendação é confirmar no site oficial da loja se realmente aquela promoção existe. “Nunca clique em links, e digite você mesmo o endereço da loja no navegador de internet. Fraudadores costumam clonar páginas conhecidas e usam links falsos patrocinados para ganhar visibilidade nos resultados de buscas”, acrescenta. O diretor ainda alerta que é preciso tomar muito cuidado nas redes sociais. O consumidor deve verificar se a página tem selo de autenticação, número de seguidores compatíveis e também comentários de outros compradores sobre as compras e prazos de entregas.

Confira a seguir as 10 principais dicas para fazer compras seguras na Black Friday.

Digite você mesmo o endereço da loja online no navegador de internet. Dê preferência aos sites conhecidos para as compras Pesquise a reputação de sites não conhecidos antes de comprar e sempre leia os comentários de clientes que já utilizaram as plataformas Nunca clique em links recebidos em e-mails, mensagens de WhatsApp e pelo SMS. Fique atento ao e-mail do remetente. Empresas de grande porte não utilizam contas privadas como @gmail, @hotmail ou @terra e entidades públicas sempre usam @gov.br ou @org.br Desconfie das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto. Pesquise a média de preços em vários sites conhecidos Sempre desconfie de empresas que pedem pagamentos antecipados e prometem entregas em prazos longos Verifique com atenção as formas de pagamento oferecidas pelo e-commerce e desconfie quando existem poucas opçõesDê preferência para usar os cartões virtuais para fazer suas compras online Se for pagar com Pix, sempre faça o pagamento dentro do ambiente da loja virtual. Quando o varejista fornecer o código QR Code, confira com atenção todos os dados do pagamento. Se for pagar a compra com boleto, confira quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento do boleto Se for fazer uma compra presencial, sempre confira o valor na maquininha de cartão antes de digitar a sua senha. Também sempre verifique se o cartão devolvido é realmente o seu Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou coloque seus dados bancários

Quadrilhas usam a megaliquidação para aplicar golpes com páginas falsas que simulam e-commerce

Metaverso é muito mais que uma plataforma social

Web 3.0, omniverse e inteligência artificial estão entre os temas abordados no Expo Metaverso, evento pioneiro realizado em Porto Alegre

Veja como foi o Expo Metaverso, evento pioneiro no segmento organizado pela Meta4Chain e ABMETA. O encontro, realizado no Tecnopuc, em Porto Alegre, reuniu grandes nomes mundiais para discutir os rumos e oportunidades do mercado digital em suas mais novas vertentes. Mais informações sobre o evento e os temas abordados basta assistir acessar o site da exposição https://expometaversobrasil.com/.  

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Tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023

Projeção foi apresentada pela Aneel ao governo de transição

A projeção da Aneel é que, no próximo ano, sete distribuidoras tenham reajuste superior a 10%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que a tarifa de energia elétrica deve subir, em média, 5,6% em 2023. O dado foi apresentado ao grupo de Minas e Energia do governo de transição. A projeção da agência é que, no próximo ano, sete distribuidoras tenham reajuste superior a 10%; 15 distribuidoras, reajuste entre 5% e 10%; 17 distribuidoras, reajuste entre 0% e 5%; e 13 distribuidoras, reajuste inferior a 0%.

No relatório apresentado durante a reunião com o grupo de transição, a Aneel destacou que os percentuais de reajuste dependem de premissas que podem ser alteradas até a homologação dos processos tarifários. No encontro com o grupo de Minas e Energia, foram abordados ainda temas como a abertura do mercado livre, a evolução das tarifas, a qualidade do serviço, questões relativas à tarifa social, universalização, qualidade do serviço e satisfação do usuário.

“A Aneel apresentou durante o encontro um panorama das principais questões em discussão no setor elétrico, relativas aos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização, além dos temas que estão atualmente em debate que merecem maior atenção da equipe de transição”, informou a agência.

Com Agência Brasil

Projeção foi apresentada pela Aneel ao governo de transição

Indústria do Paraná lamenta perda de Cláudio Petrycoski

Empresário comandava a Atlas Eletrodomésticos, de Pato Branco

Cláudio Petrycoski era umas das principais referências para o associativismo empresarial no Paraná

A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) lamentou o falecimento de seu vice-presidente Cláudio Petrycoski, aos 73 anos. À frente da Atlas Eletrodomésticos, uma das mais importantes fabricantes de fogões do país, com sede em Pato Branco, Petrycoski era uma das principais lideranças do setor metalmecânico do Estado e uma referência para o associativismo empresarial paranaense. Além de ter presidido o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Pato Branco por seis mandatos, de 1990 a 2009, com relevante atuação para o desenvolvimento do setor na região, atuou entre 1985 e 1998 como coordenador regional da Fiep.

A partir de 1998, passou a ocupar a vice-presidência da Federação, cargo que ainda ocupava na atual gestão. Entre junho e agosto de 2018, chegou a exercer a presidência interina da entidade. Por sua destacada atuação empresarial, recebeu, em 2001, a Medalha do Mérito Industrial do Estado do Paraná. Em 2004, foi homenageado com a Ordem do Mérito Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Também foi condecorado, em 2011, com a Láurea de Honra ao Mérito, concedida pela Fiep.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou a trajetória do empresário. “Cláudio era um amigo e uma liderança importante de todo o Paraná. Ele ajudou Pato Branco a se tornar um polo da região porque, além de empresário, trabalhava em projetos em prol do município, como a ampliação do aeroporto. Seu legado é imenso”, afirmou Ratinho Junior, em nota de pesar.

Trajetória
Filho dos pioneiros Theóphilo e Maria Luisa Petrycoski, Cláudio nasceu em Pato Branco e, desde criança, ajudou a família na viabilização da produção semi-artesanal de fogões a lenha. Em 1985, passou a presidir a indústria da família, então com 36 anos de atividades, buscando novas perspectivas e a ampliação da participação no mercado, contratando, para isso, profissionais com experiência no ramo em outras indústrias do setor. Dois anos após assumir o comando da empresa, deu início à produção de fogões a gás, marcando nova fase para a empresa com a montagem de 50 unidades/dia. Em 1993, a Indústria de Fogões Petrycoski já fabricava 250 fogões a gás por dia, e 90 a lenha. Foi na década de 1990 que a empresa ganhou a denominação atual, Atlas Eletrodomésticos.

Seu grupo empresarial sempre investiu e se envolveu no desenvolvimento do Sudoeste paranaense, em causas ligadas aos anseios coletivos da comunidade, principalmente nas áreas de cultura e esporte. Entre inúmeras outras ações, foi pioneiro no transporte gratuito de funcionários e grande promotor do desenvolvimento intelectual de seus colaboradores, com cursos de ensino básico, médio e pós-médio ofertados na própria estrutura da empresa.

Empresário comandava a Atlas Eletrodomésticos, de Pato Branco

Governo do Paraná fará oferta de ações para privatizar Copel

Estado deixará de ser acionista controlador

O Estado do Paraná deverá permanecer com uma participação relevante não inferior a 15% do capital social total da Copel

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) informou nesta segunda-feira (21) que o governo do Estado do Paraná, que controla a empresa, tem a intenção de transformar a estatal em companhia de capital disperso e sem acionista controlador. Por isso, será realizada uma oferta pública de distribuição secundária (papéis já existentes) de ações ordinárias (com direito a voto) ou certificados de depósitos de ações.

“A operação objetiva a captação de recursos financeiros para suprir necessidades de investimento do Estado do Paraná, bem como a valorização de suas ações remanescentes detidas na Copel, valorização essa que deverá derivar da potencial geração de valor aos acionistas, inclusive em virtude de eventual capitalização da companhia e aceleração de seu plano de negócios”, destaca o fato relevante. O Estado do Paraná deverá permanecer com uma participação relevante não inferior a 15% do capital social total da Copel e 10% do capital votante. Atualmente, o Paraná detém 69,7% das ações ordinárias e 31,1% do capital total.

Esse movimento trará mudanças no estatuto social da Copel. O documento deverá ser alterado para prever que nenhum acionista poderá exercer votos em número superior a 10% da quantidade total de ações ordinárias em cada deliberação da assembleia geral. De acordo com o fato relevante, a sede da Copel deve, obrigatoriamente, ser mantida no Estado do Paraná, além do nome ser mantido. A operação está sujeita à prévia autorização legislativa, com a apresentação de um projeto de lei, e à análise do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.

Estado deixará de ser acionista controlador

IPCA-15 acelera para 0,53% em novembro

A prévia da inflação oficial acumula alta de 5,35% no ano e de 6,17% em 12 meses

Preços da gasolina subiram 1,6% em novembro, sendo o maior impacto no índice do mês

A prévia da inflação de novembro acelerou para 0,53%, após o índice de 0,16% registrado em outubro. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo IBGE, aponta que os maiores impactos vieram de alimentação e bebidas (0,54%) e saúde e cuidados pessoais (0,91%). Em seguida aparece o grupo de transportes, que após a queda de 0,64% verificada em outubro, teve alta de 0,49% em novembro. Todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram variação positiva em novembro, com exceção de Comunicação (0,00%), que apresentou estabilidade. O IPCA-15 acumula alta de 5,35% no ano e de 6,17% em 12 meses, abaixo dos 6,85% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2021, a taxa foi de 1,17%.

O grupo de alimentação e bebidas acelerou de outubro (0,21%) para novembro (0,54%), influenciado pelos alimentos para consumo no domicílio (0,60%). Os aumentos nos preços do tomate (17,79%), da cebola (13,79%) e da batata-inglesa (8,99%) foram os mais expressivos. Houve ainda uma subida de 3,49% nos preços das frutas. No lado das quedas, o leite longa vida, cujos preços já haviam recuado em outubro (-9,91%), teve nova queda (-6,28%). Em transportes (0,49%), os combustíveis (2,04%) voltaram a ter variação positiva após cinco meses consecutivos de quedas. Se em outubro os preços da gasolina recuaram 5,92%, em novembro subiram 1,67%. Além disso, os preços do etanol (6,16%) e do óleo diesel (0,12%) também subiram. O gás veicular (-0,98%) foi o único a apresentar queda entre os combustíveis pesquisados.

Ainda em transportes, os preços das passagens aéreas caíram 9,48% em novembro. No Ainda em Transportes, os preços das passagens aéreas caíram 9,48% em novembro. No mês anterior, tiveram alta de 28,17%. Por esse motivo, as passagens aéreas contribuíram com o impacto negativo mais forte no índice no mês de novembro. Transportes por aplicativo (-1,04%) e automóveis usados (-0,82%) também se destacaram. A aceleração do grupo de habitação (de 0,28% em outubro para 0,48% em novembro) é resultado, principalmente, das altas do aluguel residencial (0,83%) e da energia elétrica (0,44%). No que diz respeito à energia elétrica, as variações das áreas foram desde queda de 0,63% em Belém até 7,44% em Brasília, onde houve reajuste de 21,54% nas tarifas para os clientes residenciais de baixa tensão, a partir de 3 de novembro. Também foram registrados reajustes de 5,35% em Goiânia (4,27%), a partir de 22 de outubro, e de 2,07% em uma das concessionárias de São Paulo (-0,38%), vigente desde 23 de outubro.

Em relação aos índices regionais, este mês os preços de todas as regiões pesquisadas tiveram variações positivas. As maiores ocorreram em Recife (0,78%), onde houve alta de 4,97% nos preços da gasolina (4,97%), e em Brasília (0,78%), onde pesou o aumento da energia elétrica (7,44%). Já a menor variação foi registrada em Curitiba (0,11%), em função das quedas nos preços das carnes (-3,05%) e das passagens aéreas (-8,27%).

Sobre o IPCA-15
O IPCA-15 difere do IPCA, a inflação oficial do país, somente no período de coleta e na abrangência geográfica. Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de outubro a 14 de novembro de 2022 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 15 de setembro a 13 de outubro de 2022 (base). O IPCA-15 refere-se a famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

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A prévia da inflação oficial acumula alta de 5,35% no ano e de 6,17% em 12 meses

AMANHÃ e PwC Brasil revelam as 500 MAIORES DO SUL na próxima terça

Evento também terá transmissão ao vivo

500 é o maior ranking regional de empresas do Brasil

O Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil revelarão quem são as 500 MAIORES DO SUL em um evento de premiação na próxima terça-feira (29), a partir das 14h45. A cerimônia, que será hibrida, contará com transmissão para a imprensa e representantes de empresas no canal do Grupo AMANHÃ no YouTube. Além das 500 maiores, são reveladas as 500 emergentes, formando 1 mil companhias na lista, que dá um cenário histórico de muitas delas que estão há mais de 30 anos no ranking.

A lista é feita com base no Valor Ponderado de Grandeza (VPG). Este índice, que define a classificação geral das empresas no ranking 500 MAIORES DO SUL, reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de um cálculo que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

Evento também terá transmissão ao vivo