Archives Abril 2022

Integrasul, do Paraná, vence leilão de bloco de rodovias no RS

Consórcio terá de investir R$ 3,4 bilhões

O grupo é formado por duas empresas paranaenses: a Silva & Bertoli Empreendimentos, do grupo Neovia, e a Gregor Participações, da Greca Asfaltos

Em um leilão sem disputa nesta quarta-feira (13), o Consórcio Integrasul conquistou o Bloco 3 de rodovias do Rio Grande do Sul. O grupo é formado por duas empresas paranaenses: a Silva & Bertoli Empreendimentos, do grupo Neovia, e a Gregor Participações, da Greca Asfaltos. A Gregor fez parte do consórcio que venceu o leilão da BR-050 GO–MG (terceira etapa do programa de concessões federais). Essa foi a terceira tentativa do grupo paranaense de conquistar uma concessão rodoviária em solo gaúcho. A primeira foi no leilão da Rodovia de Integração do Sul (vencida pela CCR) e a segunda foi na licitação da RSC-287, que foi vencida pela espanhola Sacyr e o primeiro leilão de concessão rodoviária do Rio Grande do Sul, em dezembro de 2020.

O valor da proposta oferecida pelo consórcio teve deságio de 1,3%. Dessa forma, as tarifas de pedágio terão redução de preço em relação às publicadas no edital. Do total dos 271,5 quilômetros, 176,3 quilômetros serão duplicados ou terão terceiras faixas até o sétimo ano após a assinatura do contrato. De acordo com as regras da concessão, que terá validade por 30 anos, o consórcio terá de investir R$ 3,4 bilhões. O bloco de estradas soma 271,5 quilômetros. O trecho interliga Caxias do Sul à região metropolitana de Porto Alegre e a municípios do interior. Está prevista a duplicação de 116,4 quilômetros, além da construção de 59,9 quilômetros de terceiras faixas. “Estamos estudando outros blocos de rodovias do Rio Grande do Sul. Afirmar que participaremos dos próximos leilões ainda é prematuro. A região Centro-Oeste também está em nosso radar, tanto para concessão estadual, quanto federal”, revelou Ricardo Peres, diretor técnico da Silva & Bertoli. O governo gaúcho pretende lançar os editais para o leilão dos blocos 1 e 2 até, no máximo, o início do segundo semestre.

“A serra gaúcha tem um dos polos metalmecânicos mais importantes do país e é um polo turístico. Com essa iniciativa de hoje, estamos avançando também na questão da segurança viária. Estaremos poupando vidas no nosso trânsito”, disse o governador Ranolfo Vieira Junior. Uma das novidades do edital será a construção de 10 quilômetros de ciclovias, medida inédita nas concessões de rodovias feitas no país. Está prevista ainda a construção de mais 30 quilômetros de vias marginais que foram sugeridas pelos participantes durante as audiências públicas.

Além dos benefícios de melhoria na infraestrutura de acesso rodoviário, os municípios passarão a arrecadar Imposto sobre Serviços (ISS) referente às receitas obtidas pelas praças de pedágio (proporcional aos quilômetros da concessão). A estimativa de ISS a ser pago aos municípios envolvidos é de R$ 718 milhões. A EGR, que atualmente administra parte das rodovias, não contribui com o imposto.

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Consórcio terá de investir R$ 3,4 bilhões

Santa Catarina lança nova matriz de alerta epidemiológico Covid-19

Ferramenta indica os diferentes níveis de alerta por munícipios

O resultado final da matriz de alerta epidemiológico é uma média ponderada entre as quatro dimensões

O governo catarinense lançou nesta terça-feira a nova Matriz de Alerta Epidemiológico (MAE) Covid-19. A nova ferramenta foi elaborada para auxiliar a sociedade a decidir quais medidas de prevenção devem ser tomadas com base nos dados mais recentes. As atualizações da MAE serão semanais, toda segunda-feira.

Os níveis de alerta podem ser baixo, médio ou alto. Eles serão determinados por meio da observação das taxas de incidência de casos de Covid-19 e de casos hospitalizados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Covid-19 na semana epidemiológica anterior; e também pelas coberturas vacinais do esquema primário (duas doses ou dose única) para a população vacinável (a partir dos cinco anos de idade), e da dose de reforço (para a população a partir de 18 anos) das vacinas contra a Covid-19; todos observados por município de residência. Antes o mapa trazia as incidências por região. O resultado final da matriz de alerta epidemiológico é uma média ponderada entre as quatro dimensões. Confira, a seguir, o mapa desta semana e, a seguir, as recomendações para cada nível de alerta.

Ferramenta indica os diferentes níveis de alerta por munícipios

Catarinense Wetzel chega aos 90 anos de fundação

Empresa é referência nos segmentos automotivo, de agronegócios e instalações elétricas

A companhia está distribuída em três unidades de produção, todas localizadas em Joinville

Uma das mais tradicionais indústrias de Joinville e também de Santa Catarina está de aniversário. A Wetzel completou 90 anos de fundação na segunda-feira (11). Reconhecida internacionalmente por seus produtos fabricados em alumínio, ferro e materiais para instalações elétricas, está presente no Mercosul, na Europa e nos Estados Unidos. A companhia está distribuída em três unidades de produção, todas localizadas em Joinville (SC). Sua receita operacional líquida consolidada totalizou R$ 244,2 milhões em 2021, mostrando um avanço de 66,9% em relação ao ano anterior, quando chegou à marca de R$ 146,2 milhões.

“O grande diferencial da Wetzel é a sua capacidade de gerir mudanças para, assim, aumentar a competitividade no mercado onde está inserida. Historicamente, são poucas as empresas que ultrapassam os cinco anos de vida. A Wetzel sempre foi uma empresa tradicional em suas estratégias, focando e pensando do outro lado da mesa com os clientes. O segredo destes 90 anos a prestação de um atendimento diferenciado, investindo em tecnologias e inovando a cada dia”, destaca Rodrigo Moretti, presidente da Wetzel.

Com aproximadamente 1.100 funcionários em seu quadro funcional, a Wetzel se destaca por ser uma empresa familiar. Tanto é que a empresa possui vários integrantes de uma mesma família trabalhando na companhia. “É fato que, ao longo de sua trajetória, a empresa foi se modificando e, assim, seus produtos foram se adaptando às mudanças exigidas pelo mercado e pela sociedade. A evolução dos produtos foi resultado da competência de seus gestores que não tiveram receio para criar novas soluções, sem esquecer os valores consolidados por seus fundadores”, informa o presidente do conselho de administração da Wetzel, André Luís Wetzel da Silva, que é neto do fundador da empresa.

Três unidades estruturadas
A Wetzel possui atualmente três unidades: duas estão instaladas no Perini Business Park (Distrito Industrial) e a outra (unidade de ferro) localizada na rua Rui Barbosa, no bairro Costa e Silva. Na fábrica de alumínio são produzidas peças fundidas e usinadas para a cadeia produtiva de montadoras de caminhões, ônibus e veículos de passeio. Em 2021, essa unidade obteve desempenho em vendas superior em 107,4% em relação ao ano anterior.

No prédio ao lado, encontra-se a unidade de eletrotécnica, onde são desenvolvidos, produzidos e comercializados produtos com a marca Wetzel, destinados ao segmento de instalações elétricas e iluminação industrial. Assim como as outras duas fábricas, em 2021, a unidade eletrotécnica obteve crescimento nas vendas de 40,7%. Já na unidade de ferro, na rua Rui Barbosa, a produção está focada na cadeia produtiva de caminhões e ônibus; partes e peças para fabricantes de máquinas e implementos agrícolas. No ano passado, esta unidade registrou crescimento nas vendas de 58,9% em relação ao ano anterior.

Uma história para se orgulhar
No ano de 1932, era fundada a Schmidt, Wetzel & Cia pela sociedade entre os primos Wigand Schmidt, Arnold Wetzel e Erwin Wetzel, já operando em fundição sob pressão, onde se destacou na fabricação de torneiras e registros. Em 1938, inicia a operação da primeira injetora de latão, máquina produzida na oficina sob a orientação de Erwin e Wigand, tecnologia pioneira no país. Em 1952, com a saída do primo Wigand para se dedicar ao ramo gráfico, os irmãos Wetzel e o novo sócio George Keller mudam a razão social da empresa para Wetzel & Cia Ltda. Na década de 1960, novos produtos são agregados, como eletroferragens, grampos de suspensão e conectores para transmissão de energia elétrica. Em 1966, a Wetzel & Cia Ltda, para se adequar ao ramo de produtos oferecidos e sua crescente competência, é transformada em uma Sociedade Anônima de Capital Fechado, passando a denominar-se Metalúrgica Wetzel S/A. O ano de 1971 é marcado pela criação da unidade de fundição de ferro, na Rua São Paulo, que atua na produção de componentes de eletroferragens.

A década de 1980 foi bastante marcante para a empresa. As exportações para os Estados Unidos e América Latina tiveram início em 1981. Três anos depois, é efetivada a abertura de capital com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Em 1988, é adquirido o controle acionário da Metalúrgica Douat e Douat Tecnomecânica, que tiveram suas razões sociais alteradas, no ano de 1989, para Wetzel Fundição de Ferro S/A e Wetzel Tecnomecânica S/A.

A incorporação da Wetzel Fundição de Ferro à Metalúrgica Wetzel S/A aconteceu no ano de 1998, adotando assim uma nova razão social: Wetzel S/A. Em pleno crescimento, no ano de 2007, a Wetzel transfere sua unidade de Alumínio para um novo complexo no Condomínio Perini Business Park e, em 2011, é concluída a instalação e transferência da Unidade Eletrotécnica para o mesmo parque.

Para o ano de 2022, mesmo diante do cenário desafiador imposto pela crise sanitária e econômica, a Wetzel se mantém firme em sua estratégia projetando crescimento em todos os seus negócios. “Temos certeza que na próxima década, quando a Wetzel completará seu centenário, terá como principal desafio a inovação e a capacitação de novos talentos, preparados e dispostos a transpor a fronteira dos 100 anos de história. Sem dúvida, competência, confiança, respeito e inovação são os alicerces que elevaram o nome da Wetzel ao mais alto nível de reconhecimento do mercado e que continuarão a nos impulsionar para o futuro”, finaliza André Luís Wetzel da Silva, presidente do conselho administrativo.

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Empresa é referência nos segmentos automotivo, de agronegócios e instalações elétricas

Expansão do crédito em 12 meses pode chegar a 16%

Alta esperada da carteira para as famílias deve ser de 1,8%

Segundo a Febraban, os bancos prosseguem ofertando crédito em um ritmo importante para famílias e empresas

O saldo total da carteira de crédito deve seguir em expansão em março, com alta estimada de 1,2% no mês. O avanço deve ser liderado pelas operações com recursos livres (+1,7%), sustentando o ritmo de expansão acima dos 20%, de acordo com a pesquisa especial de crédito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em 12 meses, a carteira deve apresentar estabilidade e chegar a 16%, mas ainda em um patamar bastante elevado, acima de dois dígitos.

A pesquisa de crédito da Febraban é divulgada mensalmente como uma prévia da nota de política monetária e operações de crédito do Banco Central e as projeções são feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país, que representam de 38% a 88% do saldo total do Sistema Financeiro Nacional, dependendo da linha, além de outras variáveis macroeconômicas que impactam o mercado de crédito. A estimativa de expansão da carteira de crédito em 12 meses apresentou um pequeno recuo em comparação com a última pesquisa de fevereiro da Febraban, que projetava alta de 16,3%. Os dados oficiais de fevereiro ainda não foram divulgados pelo Banco Central e, em janeiro, que é o último dado oficial disponível informado pelo regulador, a alta estimada era de 16,4%.

“A tendência é ter um ano com maior acomodação do ritmo de crescimento do crédito devido ao cenário de arrefecimento da atividade econômica, com alta mais acentuada da Selic para conter a inflação. Mesmo assim, neste primeiro trimestre, os resultados para a expansão anual da carteira total de crédito continuam, até de forma um pouco surpreendente, em nível elevado, mostrando que os bancos prosseguem ofertando crédito em um ritmo importante para famílias e empresas”, avalia Rubens Sardenberg, diretor de economia, regulação prudencial e riscos da Febraban.

“Esses números também podem indicar uma certa resiliência da economia e afastam, ao menos por enquanto, que se instale um quadro recessivo da economia ao longo deste ano”, completa Sardenberg. De acordo com a pesquisa, para as famílias, a alta esperada de 1,8% deve levar o ritmo de expansão anual da carteira para 24,6%, maior patamar desde dezembro de 2008 (+25,8%). O bom resultado reflete a melhora das condições sanitárias, que vêm permitindo a crescente reabertura da economia e favorecendo as linhas ligadas ao consumo.

Já a estimativa de expansão em março para as empresas é de 1,6%, com desempenho beneficiado pela sazonalidade positiva das linhas de fluxo de caixa (descontos de recebíveis e antecipação de faturas) e ligadas ao setor externo, que pode ter relação com o aumento das exportações. A carteira direcionada, por sua vez, deve apresentar uma alta mais modesta (+0,5%), com desempenho desigual entres os segmentos. Enquanto a carteira Pessoa Física (+1,2%) deve seguir se beneficiando da demanda aquecida, em especial, por crédito rural, a carteira Pessoa Jurídica (-0,6%) deve seguir perdendo ímpeto em função da redução dos programas públicos de crédito.

Concessões
As concessões de crédito devem apresentar expressivo crescimento, de 30,7%, em março, devido à sazonalidade positiva de algumas linhas e do maior número de dias úteis em relação ao mês de fevereiro. Quando o resultado é ajustado por dias úteis, a expansão chega a 18,8%, nível ainda bem elevado, reforçando que a injeção de crédito na economia tem sido significativa, mesmo com o arrefecimento da atividade econômica. De acordo com a pesquisa, na visão acumulada em 12 meses, o crescimento das concessões deve atingir o maior valor da série histórica (desde 2013), com expansão de 25,4%.

O crescimento do mês deve ser liderado pelo crédito destinado às empresas (+36,7%), com desempenho positivo em ambos os recursos. O destaque deve ficar com as operações com recursos livres, beneficiadas por questões sazonais (linhas relacionadas ao fluxo de caixa e do setor externo). As concessões para as famílias também devem mostrar avanço significativo, de 25,2% no mês. O crescimento pode ser liderado pelas linhas voltadas ao consumo, como o cartão de crédito e o crédito pessoal, beneficiadas pela melhora das condições sanitárias.

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Alta esperada da carteira para as famílias deve ser de 1,8%

Consumo cresce 2,2% no primeiro bimestre, revela Abras

Em relação a janeiro, o indicador recuou 0,9%

O consumo tem sido positivo, ainda que diante de uma inflação elevada e da alta taxa de desemprego

O consumo nos lares brasileiros cresceu 2,2% no primeiro bimestre de 2022 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (AbrasMercado). Na comparação com fevereiro de 2021, o crescimento foi de 3,9%. Em relação a janeiro, o indicador recuou 0,9%. De acordo com a Abras, a queda é explicada pelo efeito do calendário, ou seja, um menor número de dias em fevereiro quando comparado ao mês anterior.

Segundo a Abras, após o início do ano com crescimento positivo, mas em ritmo moderado, o indicador de consumo das famílias corresponde a estimativa do setor supermercadista, que prevê alta de 2,8% para este ano. “O consumo nos lares foi positivo neste primeiro bimestre, ainda que diante de uma inflação elevada e da alta taxa de desemprego”, destacou o vice-presidente Institucional da Abras, Marcio Milan.

Um dos fatores que, segundo Milan, tem contribuído para a manutenção do consumo das famílias é a consolidação de transferência de renda via programas sociais, como o Auxílio Brasil. Ele lembrou que o cenário no primeiro bimestre do ano passado era instável e o consumidor vivia na incerteza do recebimento do auxílio emergencial, com o fim do pagamento do benefício decretado em dezembro de 2020 e a retomada somente a partir de abril de 2021.

“Neste ano, desde fevereiro, o pagamento benefício extraordinário, o Auxílio Brasil, é certo para ao menos 18 milhões de famílias em todo o país até o final do ano. Esse dinheiro em mão traz certa segurança para o consumidor”, analisou. A Abras estima que o saque extraordinário do Fundo de Garantia (FGTS), cuja previsão é a de liberação de R$ 30 bilhões para 42 milhões de pessoas pode contribuir para o aumento de consumo.

Cesta de produtos
O AbrasMercado (cesta de 35 produtos de largo consumo) registrou alta de 1,3% em fevereiro na comparação com o mês anterior. Assim, o preço na média nacional passou de R$ 709,63 em janeiro para R$ 719,06 em fevereiro. No acumulado de 12 meses, a cesta nacional registra alta de 13,5%. Segundo a Abras, as maiores altas em fevereiro foram puxadas pela batata (23,4%), feijão (4,7%), cebola (3,2%), ovo (2,7%) e farinha de trigo (2,7%).

A região Sudeste teve a maior variação no preço médio da cesta, com alta de 1,5%, passando de R$ 689,11 em janeiro para R$ 700 em fevereiro. A segunda maior variação ocorreu no Centro-Oeste, passando de R$ 651,78 em janeiro para R$ 661,99 em fevereiro. Nas outras regiões, as maiores variações mensais no preço da cesta foram respectivamente: Sul (1,2%), Nordeste (1,1%), Norte (1,1%).

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Com Agência Brasil

Em relação a janeiro, o indicador recuou 0,9%

Aumenta a preocupação do empresário com queda no consumo e frete

Sondagem industrial do primeiro trimestre registra o crescimento de problemas

As dificuldades na logística de transporte já afetam 13,8% ante 11,8% no trimestre anterior

A sondagem industrial do primeiro trimestre, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que 58,8% dos empresários ainda consideram a falta ou o alto custo da matéria-prima o principal problema enfrentado pela indústria. No entanto, esse percentual caiu em relação ao período anterior e outros três problemas começaram a despontar: demanda interna insuficiente, taxas de juros elevada e dificuldades com logística. A pesquisa ouviu 1.842 empresas entre 1º e 11 de abril.

A queda no consumo foi citada por 25,5% dos empresários industriais. Há dois trimestres esse problema vem ganhando força. No segundo trimestre de 2021, ele atingia 19,4%. O gerente de análise econômica, Marcelo Azevedo, explica que, isoladamente, o percentual não parece ser tão alto, no entanto, dado o momento em que a oferta começa a se ajustar, a demanda se mostra insuficiente. “A dificuldade de acesso à matéria-prima começa a ter uma pequena redução e o problema de demanda fica mais evidente. É realmente uma situação muito complicada”, explica.

O aumento mais expressivo ocorre na parcela do empresariado que considera as altas taxas de juros um problema. Passou de 14,2% para 20,8%. É o quarto trimestre consecutivo que esse problema cresce. No fim do ano passado, apenas 7,6% consideravam os juros um obstáculo ao seu negócio. Além disso, as dificuldades na logística de transporte já afetam 13,8% ante 11,8% no trimestre anterior. Esse é o terceiro trimestre seguido de alta. Veja as principais preocupações dos empresários no gráfico ao final desta reportagem.

Produção industrial sobe pela primeira vez no ano
A produção industrial apresentou vigoroso crescimento em março. O índice de evolução da produção ficou em 54,5 pontos, resultado que está acima da linha divisória entre queda e crescimento da produção. Desde dezembro, o índice encontrava-se abaixo do patamar dos 50 pontos, comportamento que foi revertido em março, indicando crescimento da produção. Além disso, o índice que mensura a produção industrial em março de 2022 foi 4 pontos acima de março de 2021.

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) aumentou 1 ponto percentual, para 69%, entre fevereiro e março de 2022. O resultado é positivo: está 2 pontos acima da média dos meses de março. O percentual vem em trajetória de crescimento desde janeiro de deste ano. Já a intenção de investimento manteve-se estável em abril. O índice de intenção de investimento alcançou 56,6 pontos, permanecendo acima da média histórica de 51 pontos.

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Sondagem industrial do primeiro trimestre registra o crescimento de problemas

CNC nota recuperação do mercado de trabalho

Principal destaque do ICF de abril foi o índice de emprego atual

Retomada da economia faz com que a população se sinta mais esperançosa em relação às oportunidades profissionais

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou, em abril, o quarto aumento mensal consecutivo, de 2,7%. Com o avanço, o indicador apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) atingiu 78,5 pontos, o maior patamar desde maio de 2020, quando havia registrado 81,7 pontos. Apesar de seguir abaixo do nível de satisfação (100 pontos), o que acontece desde abril de 2015 (102,9 pontos), o resultado foi melhor do que o alcançado em igual mês do ano passado, quando a ICF apresentou 70,7 pontos.

O principal destaque positivo da pesquisa foi o índice de emprego atual, que, com crescimento de 2,8%, apresentou a mais alta pontuação entre os itens avaliados, 103,9 pontos, e atingiu o maior nível desde abril de 2020. Já o item sobre a perspectiva profissional, que registrou a segunda maior pontuação, 94,9, contou com a maior expansão mensal, de 5,7%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que esses resultados foram fortemente influenciados pela recuperação do mercado de trabalho. “Estamos vivenciando um momento de retomada da economia, o que faz com que a população se sinta mais esperançosa em relação às oportunidades profissionais. Com mais empregos, os consumidores passam a ter maior acesso a renda”, comenta.

Avanço, mas com cautela
As perspectivas mais positivas foram confirmadas pelo aumento de todos os índices da pesquisa na comparação mensal. Já na comparação anual, o índice do momento para duráveis apresentou queda de 4,3% e acesso ao crédito retraiu 2,1%. Segundo a análise, isso pode ser explicado pelo encarecimento do crédito provocado pelo aumento constante da Selic, realizado pelo Banco Central como forma de controlar a inflação.

Na avaliação por faixa de renda, as famílias com ganhos acima de dez salários mínimos mostraram nível de insatisfação de 94,5 pontos, com aumento mensal de 2,8% e alta anual de 13,3%. Já nas famílias com renda abaixo de dez salários mínimos, a variação em relação ao mês anterior foi semelhante, com crescimento de 2,7%, atingindo 75,2 pontos. Na comparação com igual período de 2021, a expansão foi de 10,5%.

A economista da CNC responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva, observa que, considerando todos os resultados de abril, as famílias revelaram uma percepção positiva no curto prazo, com as melhorias no mercado de trabalho criando condições de consumo favoráveis. “Contudo, os efeitos da guerra no exterior e os problemas internos com a inflação e os juros levaram os consumidores a serem mais cautelosos com suas apostas para o longo prazo”, alerta a economista.

Principal destaque do ICF de abril foi o índice de emprego atual

Tupy anuncia aquisição da MWM do Brasil

Negócio foi fechado por R$ 865 milhões

Transação promove integração vertical para oferta de serviços de usinagem, montagem e engenharia

A Tupy anunciou na manhã desta segunda-feira (18) que adquiriu a MWM do Brasi, detida pela Navistar International Corporation que, por sua vez, é subsidiária da Traton SE, uma das líderes mundiais na fabricação de veículos comerciais. A transação está estimada em R$ 865 milhões. “Esta combinação está alinhada à estratégia de crescimento de ambas as empresas tanto nos negócios atuais, pela agregação de valor aos produtos, quanto na promoção de soluções viáveis para descarbonização”, explica a Tupy em seu Fato Relevante ao mercado.

Anteriormente dedicada ao desenvolvimento de motores, hoje, a MWM é uma empresa que fabrica motores de terceiros sob contratos de manufatura. Isso contempla a usinagem, montagem, calibração, validação técnica e serviços de engenharia. A MWM também fabrica grupos geradores e atua no mercado de reposição de componentes. Recentemente, tem anunciado parcerias que servem ao consumo de gás natural, biogás e uso de biometano, atendendo necessidades do agronegócio brasileiro. Com uma extensa base de clientes, alavancada pelas recém adquiridas operações em Portugal e no Brasil, a Tupy fornece componentes a todos os fabricantes de caminhões, máquinas agrícolas, de construção e motores do Ocidente.

“Juntas, MWM e Tupy, tornam-se uma companhia singular no mercado, que reúne em um só fornecedor: serviços de fundição, usinagem, montagem, validação técnica e atividades de engenharia associadas. Vamos nos unir a uma empresa com grande capital intelectual e tecnológico, formada por líderes experientes, cultura empreendedora e que possui elevada credibilidade técnica em nossa indústria. Com a competência técnica desse time, estenderemos os serviços por eles oferecidos aos nossos clientes atuais”, conta Fernando Cestari de Rizzo, CEO da Tupy.

Novos setores de atuação
A transação viabiliza a entrada da Tupy no setor de energia e descarbonização, fornecendo grupos geradores de eletricidade para o agronegócio e outras aplicações. Para isso, há um time de engenharia preparado para adaptar geradores e veículos comerciais ao uso de biogás, biometano, biodiesel, gás natural e hidrogênio, garantindo segurança e alto rendimento, em um processo desenvolvido, certificado e garantido pela fábrica da MWM. “O uso de biogás e biometano para geração de eletricidade e como combustível para frotas de caminhões, ônibus e tratores agrícolas é a principal rota para a descarbonização da indústria nacional e exportadora de proteínas, laticínios, açúcar e etanol. A produção de biogás no país é inerente ao tamanho do agronegócio brasileiro. Ele também será utilizado, em grande medida, como combustível para a produção de eletricidade em propriedades rurais através de geradores elétricos desenvolvidos e fabricados pela MWM”, detalha José Eduardo Luzzi, CEO da MWM.

“Essa visão de negócio possui completa sinergia com as iniciativas anunciadas pela Tupy Tech ao longo do ano passado, dentre as quais: desenvolvimento de materiais, geometrias e usinagem de componentes apropriados ao hidrogênio como combustível e para carros de passeio híbridos a etanol ou gasolina; soluções para reciclagem e reutilização das baterias de íon-lítio”, informa o documento da Tupy. A aquisição também marca a entrada da Tupy no setor de reposição de peças e componentes de motores no Brasil. Com mais de 600 pontos de venda e cerca de 300 oficinais credenciadas e treinadas, a MWM tem forte atuação na distribuição de peças à frota nacional de motores diesel e gás, atendendo igualmente seu canal de distribuição nacional de grupos geradores. O mercado de reposição e as oficinas credenciadas beneficiam outro negócio da empresa: o marítimo, uma vez que a MWM oferece ampla gama de soluções e equipamentos para propulsão marítima e geração de eletricidade para embarcações de lazer e de trabalho, com produtos próprios ou de parceiros internacionalmente reconhecidos.

A Tupy é a 37ª maior empresa da região e também a nona maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Negócio foi fechado por R$ 865 milhões

Antecipação da restituição do Imposto de Renda exige cuidado

Contribuinte só deve pedir dinheiro para quitar dívidas

Erros na declaração e eventuais atrasos na restituição podem fazer o tomador cair numa nova bola de neve e contrair mais uma dívida

Com a entrega das Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em curso, os bancos começam a oferecer aos clientes empréstimos para antecipar a restituição. As linhas de crédito são garantidas pela restituição que o contribuinte terá depois de processada a declaração, que deve ser enviada até 31 de maio. Quem precisar antecipar o dinheiro, no entanto, precisa ter cuidado.

Primeiramente, o cliente precisa estar ciente de que a antecipação representa uma operação de crédito, que cobra juros como qualquer empréstimo ou financiamento. Essa modalidade só é aconselhada em uma situação: quando o contribuinte precisa usar o dinheiro da restituição para pagar uma dívida.

Mesmo ao pagar o débito, o cliente precisa ter cautela. Isso porque os especialistas recomendam antecipar a restituição apenas quando os juros da dívida forem maiores que os juros dos empréstimos oferecidos pelo banco. Normalmente, as taxas são próximas às do crédito consignado. Neste ano, os cinco maiores bancos do país oferecem juros que variam de 1,43% ao mês até 1,79% ao mês.

O contribuinte também precisa ter atenção para não cair na malha fina. Normalmente, os empréstimos de restituição são de prazo curto, no máximo de até seis meses. Caso a restituição atrase porque o declarante do Imposto de Renda errou ou omitiu informações, o empréstimo com juros mais baixos torna-se uma operação convencional, com juros maiores.

Segundo o Conselho Federal de Contabilidade, erros na declaração e eventuais atrasos na restituição podem fazer o tomador cair numa nova bola de neve e contrair mais uma dívida. O órgão recomenda contrair a antecipação do Imposto de Renda apenas pelo contribuinte quem tem dívidas com juros mais elevados, como o cheque especial e o cartão de crédito, sem jamais usar o crédito para antecipar o consumo.

A restituição será paga em cinco lotes. O valor será colocado à disposição do contribuinte na agência bancária indicada na declaração. Confira as datas de pagamento:

Com Agência Brasil

Contribuinte só deve pedir dinheiro para quitar dívidas

Terminal de celulose da Klabin deve começar a operar neste ano

Área foi arrematada pela empresa em leilão realizado pela Portos do Paraná

Construção está 20% adiantada no cronograma e tem como marcas inovações em sustentabilidade e tecnologia

Com inovações em tecnologia e sustentabilidade, a construção do novo terminal de celulose no cais do Porto de Paranaguá, que começou em junho de 2021, está avançada. A expectativa é que seja concluída no segundo semestre deste ano, para que a primeira operação pelo armazém aconteça em dezembro. O investimento é de R$ 120 milhões, feito pela Klabin, fabricante de celulose, com unidade industrial nos Campos Gerais. A área, de 27.530 metros quadrados, foi arrematada pela empresa em leilão realizado pela Portos do Paraná em agosto de 2019. O contrato de concessão foi assinado no início de 2020, encerrando duas décadas sem novos arrendamentos no Porto de Paranaguá. O contrato de exploração da área é de 25 anos, prorrogáveis por mais 45 anos.

O diretor de planejamento operacional, logística e suprimentos da Klabin, Sandro Ávila, informa que a construção está adiantada. Segundo ele, a parte do acesso ferroviário externo já está praticamente concluída, com um novo encoste cruzando a Avenida Portuária. No acesso interno dos vagões, agora a empresa faz o assentamento dos trilhos. “Hoje estamos com essa obra em torno de 20% à frente no calendário”, garante. Um conjunto de fatores explica a agilidade da obra. Um dos fatores é a autorização recebida da administração portuária e da Receita Federal do Brasil para que fosse feito um acesso privado exclusivo para a obra. “Isso deu condições para que a obra fosse feita sem interrupções e sem causar interrupções no porto. Foi um fato muito acelerador”, afirma Ávila. Já nessa fase atual, são 180 trabalhadores das mais diversas funções empregadas na construção.

Tanto a obra quanto a operação preveem altos níveis de sustentabilidade. Durante a construção, por exemplo, a empresa optou por um concreto com malha de ferro. “Além de ser mais seguro para o manuseio, possibilita facilidade na operação, agilidade na hora de secagem e preparação final do piso”, comenta Ávila. Além disso, no novo terminal já estão sendo instalados painéis solares, com energia fotovoltaica capaz de garantir a autossuficiência do consumo próprio – e aberturas foram feitas na cobertura para garantir claridade e reduzir o consumo de energia, durante os períodos mais claros do dia. “Também teremos um sistema de reuso de água. Enfim, tomamos o cuidado de trazer para esse terminal tudo o que há disponível de mais moderno”, diz o diretor da Klabin.

Um processo que agora começa a ganhar força é o alfandegamento. De acordo com Ávila, a empresa já dispõe de todo o circuito de TV e de segurança – com câmeras de filmagem, servidores espelhados, como exige a Receita Federal, nos padrões do ISPSCode. “Com a obra pronta, a gente precisa, junto à Receita Federal, de um período de teste para ter a liberação. Esse processo está bastante avançado. Esperamos iniciar as atividades desse terminal ainda neste ano”, completa.

A Klabin é a 14ª maior empresa da região e também a quinta maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Área foi arrematada pela empresa em leilão realizado pela Portos do Paraná

cartão de crédito Iti Itau pra você!

Melhores Benefícios do cartão Iti

Zero anuidade: com o cartão Iti Itaú você não precisa se preocupar com a taxa de anuidade, independentemente do valor que você gastar em sua fatura;Pagamento online: no app do Iti, você pode fazer pagamentos rapidamente e com uso da tecnologia QR Code;Análise de crédito rápida: o prazo para análise do pedido do cartão costuma ser bem curto, ocorrendo em poucos dias.

Caso você ainda não conheça, a plataforma Iti Itaú é um aplicativo de pagamentos do banco, funcionando como uma carteira digital e se posicionando como um concorrente de fintechs como o PicPay e o Mercado Pago. O aplicativo está disponível para celulares iOS e Android, e permite que os seus clientes possam adicionar dinheiro à conta por meio de transferência ou boleto bancário, podendo efetuar compras em estabelecimentos físicos e digitais. Além disso, o cartão não possui a cobrança de anuidade, também não exigindo renda mínima para a sua solicitação, o que acaba tornando o seu acesso muito mais simples. Vale mencionar também que não é necessário que o cliente seja correntista do Banco Itaú para conseguir o seu cartão Iti, podendo aproveitar os serviços que não são vinculados às agências.

Benefícios

Sem cobrança de anuidade:  além de não cobrar taxas para a sua emissão, o cartão Iti Itaú também não possui cobrança de anuidade, independentemente do valor que você gastar em sua fatura mensal.

Ideal para compras online: assim que o seu cartão é aprovado, é liberado a versão digital do mesmo, e com isso, você já pode começar a fazer suas compras na internet. Com o plástico, é possível contratar serviços de assinatura, usar aplicativos de mobilidade, delivery e muito mais.

Tecnologia de pagamento por aproximação: o cartão já vem munido da tecnologia contactless, ou seja, o usuário pode realizar as suas compras sem precisar ter que inserir o seu cartão nas maquininhas ou até digitar a senha do mesmo.

Basta aproximar e pronto! Mais praticidade e agilidade na correria do dia a dia.

Aceitação internacional: o Iti Itaú é aceito em estabelecimentos (físicos e digitais) do Brasil e do mundo.

Pagamento via QR Code: é possível fazer os seus pagamentos através da tecnologia QR Code, mesmo que você não esteja com o seu cartão físico em mãos.

Desta forma, em estabelecimentos físicos, você pode fazer o pagamento com o seu celular, lendo o código através do app do Iti.

Benefícios da bandeira Visa: por possuir a bandeira, o cartão Iti Itaú também conta com todas as vantagens que ela oferece ao usuário, como benefícios exclusivos em estabelecimentos selecionados e muito mais.

Sobre a Empresa

O Banco Itaú é um dos maiores e mais tradicionais bancos do Brasil. E agora, a empresa também conta com uma carteira digital inteiramente gratuita e que oferece ótimos serviços financeiros. O Iti chegou para ser um concorrente direto de bancos digitais e fintechs como o PicPay, oferecendo gratuidade em uma variedade de serviços e tornando a adesão muito mais simples. Para ter uma conta no Iti, você não precisa ser correntista do Itaú, basta fazer o download do aplicativo no seu smartphone e fazer um cadastro simples. Após a criação da conta, o usuário pode colocar dinheiro por meio de transferência bancária ou boleto. Vale mencionar também que há a possibilidade de se cadastrar todos os tipos de cartões de crédito, independentemente de qual instituição financeira eles forem, para serem utilizados como forma de pagamento.

Requisitos

Para conseguir solicitar o cartão do Iti Itaú, é preciso ter uma conta na carteira digital. O cadastro é bem simples de ser feito e só precisa que você preencha alguns dados básicos. Confira quais são eles:

Nome completo;CPF ativo;Data de nascimento;Nome completo da sua mãe;Renda mensal;Profissão;CEP e endereço completo;Celular;E-mail;Senha de acesso;Uma selfie do seu rosto.

Taxas e tarifas

Emissão do cartão: isento;Anuidade: gratuita (não estando atrelado ao valor dos gastos mensais do usuário;Juros do crédito rotativo: percentual não informado;Parcelado com juros: percentual não informado;Parcelamento da fatura: percentual informado;Multa por atraso: percentual não informado;Juros Mora: percentual não informado;Segunda via do cartão: R$ 9,90;Saque em território nacional: R$ 12,00;Saque em território internacional: R$ 24,00 + IOF.

Para pedir o seu, basta entrar na opção referente ao cartão de crédito iti na plataforma e fazer a solicitação. O prazo para obter uma resposta é de 9 dias úteis. Ainda mais, para ter uma maior tranquilidade, aproveite para acompanhar o pedido por meio do aplicativo ou no e-mail. Aproveite e solicite o seu.

Para quem já tem a conta Iti, é necessário entrar em seu aplicativo Iti e pedir o cartão de crédito Iti Itaú, sendo aprovado já ficando disponível a utilização digital.

Para quem não é correntista Itaú e não possui conta no Iti, você deve baixar o aplicativo nos links mencionados anteriormente, abrir sua conta digital e solicitar o cartão de crédito Iti Itaú.

solicite agora

Melhores Benefícios do cartão Iti Zero anuidade: com o cartão Iti Itaú você não precisa se preocupar com a taxa de anuidade, independentemente do valor que você gastar em sua fatura; Pagamento online: no app do Iti, você pode fazer pagamentos rapidamente e com uso da tecnologia QR Code; Análise de crédito rápida: o prazo

Melhores Benefícios do cartão Iti Zero anuidade: com o cartão Iti Itaú você não precisa se preocupar com a taxa de anuidade, independentemente do valor que você gastar em sua fatura;Pagamento online: no app do Iti, você pode fazer pagamentos rapidamente e com uso da tecnologia QR Code;Análise de crédito rápida: o prazo para análise… Continue a ler »cartão de crédito Iti Itau pra você!

Consumo cresce 2,2% no primeiro bimestre, revela Abras

Em relação a janeiro, o indicador recuou 0,9%

O consumo tem sido positivo, ainda que diante de uma inflação elevada e da alta taxa de desemprego

O consumo nos lares brasileiros cresceu 2,2% no primeiro bimestre de 2022 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (AbrasMercado). Na comparação com fevereiro de 2021, o crescimento foi de 3,9%. Em relação a janeiro, o indicador recuou 0,9%. De acordo com a Abras, a queda é explicada pelo efeito do calendário, ou seja, um menor número de dias em fevereiro quando comparado ao mês anterior.

Segundo a Abras, após o início do ano com crescimento positivo, mas em ritmo moderado, o indicador de consumo das famílias corresponde a estimativa do setor supermercadista, que prevê alta de 2,8% para este ano. “O consumo nos lares foi positivo neste primeiro bimestre, ainda que diante de uma inflação elevada e da alta taxa de desemprego”, destacou o vice-presidente Institucional da Abras, Marcio Milan.

Um dos fatores que, segundo Milan, tem contribuído para a manutenção do consumo das famílias é a consolidação de transferência de renda via programas sociais, como o Auxílio Brasil. Ele lembrou que o cenário no primeiro bimestre do ano passado era instável e o consumidor vivia na incerteza do recebimento do auxílio emergencial, com o fim do pagamento do benefício decretado em dezembro de 2020 e a retomada somente a partir de abril de 2021.

“Neste ano, desde fevereiro, o pagamento benefício extraordinário, o Auxílio Brasil, é certo para ao menos 18 milhões de famílias em todo o país até o final do ano. Esse dinheiro em mão traz certa segurança para o consumidor”, analisou. A Abras estima que o saque extraordinário do Fundo de Garantia (FGTS), cuja previsão é a de liberação de R$ 30 bilhões para 42 milhões de pessoas pode contribuir para o aumento de consumo.

Cesta de produtos
O AbrasMercado (cesta de 35 produtos de largo consumo) registrou alta de 1,3% em fevereiro na comparação com o mês anterior. Assim, o preço na média nacional passou de R$ 709,63 em janeiro para R$ 719,06 em fevereiro. No acumulado de 12 meses, a cesta nacional registra alta de 13,5%. Segundo a Abras, as maiores altas em fevereiro foram puxadas pela batata (23,4%), feijão (4,7%), cebola (3,2%), ovo (2,7%) e farinha de trigo (2,7%).

A região Sudeste teve a maior variação no preço médio da cesta, com alta de 1,5%, passando de R$ 689,11 em janeiro para R$ 700 em fevereiro. A segunda maior variação ocorreu no Centro-Oeste, passando de R$ 651,78 em janeiro para R$ 661,99 em fevereiro. Nas outras regiões, as maiores variações mensais no preço da cesta foram respectivamente: Sul (1,2%), Nordeste (1,1%), Norte (1,1%).

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Com Agência Brasil

Em relação a janeiro, o indicador recuou 0,9%

O que cabe num copo?

Alguns conceitos de marketing, quem sabe

No caso do copo Stanley, a proliferação de marcas e opções sugere que ele ainda irá gerar alguma polêmica no próximo verão

Todo verão tem seu modismo e sua polêmica, e o deste ano respondeu por copo Stanley. Trata-se de um copo térmico fabricado nos Estados Unidos que passou a ser adotado por bebedores de cerveja na praia e nas piscinas, gerando uma polarização nas redes sociais entre adeptos e detratores. Como até a mais ínfima novidade mercadológica tem lá sua utilidade didática, vale destacar alguns trechos de matéria da GQ Brasil de abril sobre o assunto e extrair dela pequenas lições de marketing que já foram objeto de postagens neste blog.

1)”No fim de 2019, vimos que muita gente comprava o produto no Sul, para tomar chimarrão, e resolvemos investir” (importadora do produto no Brasil).

Nada como monitorar o mercado e descobrir comportamentos de compra surpreendentes. A tática, por sinal, tem adeptas ilustres. Se o tradicionalíssimo chimarrão estava sendo sorvido em um copo de metal, em vez de na cuia, por que não a cerveja e o vinho, que têm bebedores bem menos ortodoxos?! E por falar em vinho…

2)”[…] o copo é uma boa pedida para um comportamento do brasileiro: tomar vinho na piscina e na praia. ‘Ajuda a descomplicar o consumo'”, segundo um sommelier ouvido pela revista.

…descomplicar o consumo é tudo de que o vinho precisa no Brasil, conforme escrevi numa das primeiras postagens deste blog (relembre aqui e também aqui). Os entendidos podem torcer o nariz, mas alternativas assim ajudam a desmitificar o vinho e torná-lo mais popular e próximo do consumidor, como a cerveja.

3)”‘Quando os memes começaram, pensamos: como vamos reagir? […] Mas aí vimos que não precisávamos fazer nada: o próprio consumidor estava defendendo o produto'” (importadora do produto no Brasil). “‘O copo virou um símbolo da classe média alta urbana. Quem se enxerga como pertencente a esse grupo se identifica com o produto. Quem é de fora faz o papel de detrator'” (Diogo Ferreira, professor de psicologia econômica).

O copo Stanley tem lovers e haters. Por isso, merece o título de marca polarizadora, como aquelas que comentei neste post.

4)”[…] a linha Stanley, lançada há sete anos com um único modelo, hoje tem mais de 60 itens no Brasil – com canudo, um especial para chimarrão e mais outros tantos […]”.

Ah, o velho conceito de ciclo de vida do produto…Lança-se um item e, se a aceitação for boa, passa-se a oferecer novas versões, como mencionado num post fresquinho, da semana passada. Mas o ciclo de vida também ensina que…

5)”Empresas como Britânia e Philco já puseram no mercado itens similares. […] Grupo Britânia colocou no mercado duas marcas concorrentes à linha Stanley”.

…basta um produto se mostrar bem-sucedido para atiçar o apetite da concorrência. Lembro de ter comentado o assunto em um post sobre a febre dos livros de colorir para adultos, lá pelos idos de 2013. Os tais livros começaram com uma presença tímida nas prateleiras de bancas e livrarias para, de repente, não mais do que de repente, ocuparem todos os espaços possíveis e imagináveis, como se não houvesse outro hobby à disposição.

No caso do copo Stanley, a proliferação de marcas e opções sugere que ele ainda irá gerar alguma polêmica no próximo verão – e, quem sabe, render mais alguma postagem por aqui…

Alguns conceitos de marketing, quem sabe

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.294 em 2023, sem aumento real

Reajuste segue previsão de 6,7% do INPC para este ano

Segundo o Ministério da Economia, cada aumento de R$ 1 no salário mínimo tem impacto de aproximadamente R$ 389,8 milhões no orçamento

O salário mínimo em 2023 será de R$ 1.294 e não terá aumento acima da inflação. O reajuste consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2023, enviado ao Congresso Nacional. O reajuste segue a projeção de 6,7% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para este ano. A estimativa também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.337 para o salário mínimo em 2024 e de R$ 1.378 para 2025. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos. Até 2019, o salário mínimo era reajustado segundo uma fórmula que previa o crescimento do PIB de dois anos anteriores mais a inflação oficial do ano anterior. Desde 2020, o reajuste passou a seguir apenas a reposição do INPC, por causa da Constituição, que determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo.

Segundo o Ministério da Economia, cada aumento de R$ 1 no salário mínimo tem impacto de aproximadamente R$ 389,8 milhões no orçamento. Isso porque os benefícios da Previdência Social, o abono salarial, o seguro-desemprego, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e diversos gastos são atrelados à variação do mínimo.

O valor do salário mínimo para o próximo ano ainda pode ser alterado, dependendo do valor efetivo do INPC neste ano. Pela legislação, o presidente da República é obrigado a publicar uma medida provisória até o último dia do ano com o valor do piso para o ano seguinte. Em 2022, o salário mínimo está em R$ 1.212. O aumento representou 10,18% em relação a 2021, um pouco maior que o INPC acumulado de 10,16%.

Com Agência Brasil

Reajuste segue previsão de 6,7% do INPC para este ano

Dalca Brasil inicia projeto de expansão

Com a obra, empresa especializada em automação industrial pretende duplicar capacidade produtiva

A previsão de investimentos na construção da nova sede é de aproximadamente R$ 4 milhões

A Dalca Brasil consolidou um passo importante no ousado projeto de expansão de seus negócios: a construção de uma nova sede, em Bento Gonçalves (RS). Com isso, a empresa especializada em automação industrial pretende duplicar capacidade produtiva. Com o recebimento da licença ambiental, a obra está oficialmente transcorrendo. Assim, a Dalca Brasil inicia a construção de uma sede própria, prevista para ocupar 2 mil metros quadrados. Hoje, a empresa opera em um pavilhão alugado, com metade dessa área. A previsão de investimentos na construção da nova sede é de aproximadamente R$ 4 milhões.

O primeiro movimento desse projeto foi a assinatura de um termo de compromisso, referente à Lei de Incentivo ao Desenvolvimento Econômico, fruto de uma parceria entre a empresa e a Prefeitura de Bento Gonçalves, ainda em julho de 2021. As obras têm prazo máximo de três anos para conclusão – mas a expectativa é avançar de forma substancial no projeto já no decorrer de 2022.

“Estamos fazendo um investimento que permitirá dobrar nossa capacidade produtiva, atendendo mais, e melhor, aos clientes, gerando novas oportunidades de emprego e, especialmente, contribuindo de forma determinante para pulverizar a cultura da automação industrial. Esse é, e será cada vez mais, um diferencial imprescindível para que as empresas ganhem competitividade no mercado e possam assegurar a sobrevivência saudável de seus negócios”, explica Bruno Dal Fré. Hoje, a Dalca já atende clientes em todo o território nacional, e projeta expandir a atuação para a América Latina, mercado onde já tem diversas tratativas alinhavadas.

À margem dos efeitos negativos que acometerem muitos setores produtivos, a Dalca viu seus negócios crescerem 12% em 2021, no comparativo com o desempenho concretizado em 2020. Agora, a empresa se prepara para um novo pico de demandas. “É latente a movimentação das indústrias de diversos setores no sentido de se prepararem para atender o mercado pós-pandemia, momento em que é esperado um relevante aumento de demanda e consumo. Quem se antecipar, investindo em eficiência produtiva, certamente colherá vantagens num futuro próximo”, garante o CEO.

Com a obra, empresa especializada em automação industrial pretende duplicar capacidade produtiva