Archives Abril 2022

Tesouro Direto registra R$ 3,1 bilhões em vendas em fevereiro

O título que mais atraiu os investidores foi Tesouro Selic, indexado à taxa básica de juros

No mês passado, houve um aumento de 35.393 investidores que procuraram a aplicação

O total de investidores ativos no Tesouro Direto chegou, em fevereiro, a 1.862.785, informou o Tesouro Nacional. No mês passado, houve um aumento de 35.393 investidores. Já o número de investidores cadastrados no programa aumentou em 430.444, crescimento de 75,5% em relação a fevereiro de 2021, atingindo a marca de 17.369.623 pessoas. De acordo com balanço, no mês de fevereiro foram realizadas 494.189 operações de investimento em títulos do Tesouro Direto, no valor total de R$ 3,19 bilhões.

As aplicações de até R$ 1 mil representaram 62,1% das operações de investimento no mês. O valor médio por operação foi de R$ 6.448,42. O título que mais atraiu os investidores foi Tesouro Selic, indexado à taxa básica de juros, que totalizou, em vendas, R$ 1,9 bilhão e correspondeu a 59,7% do total. Os títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais) somaram R$ 918,3 milhões e corresponderam a 28,8% das vendas, enquanto os títulos prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais) totalizaram R$ 364 milhões em vendas, ou 11,4% do total.

Com o resultado de fevereiro, o investimento fechou o estoque em R$ 83,1 bilhões, um aumento de 2,8% em relação ao mês anterior, quando foi registrado um estoque de R$ 80,9 bilhões. Desse montante, 55% corresponde a títulos remunerados por índices de preços, que somaram R$ 45,7 bilhões. Na sequência, vêm os títulos indexados à taxa Selic, totalizando R$ 23,30bilhões (28%), e os títulos prefixados, que somaram R$ 14,1 bilhões, com 16,9% do total.

Com Agência Brasil

O título que mais atraiu os investidores foi Tesouro Selic, indexado à taxa básica de juros

O título que mais atraiu os investidores foi Tesouro Selic, indexado à taxa básica de juros No…

Pequenos e médios empresários deixam de ganhar cerca de R$ 10 bilhões por mês

Investimento de maneira ineficiente é uma das causas, revela XP

“Para o momento, investimentos que os protejam das perdas inflacionárias são boas táticas”, sugere Carmo

A XP entrevistou 900 PMEs e cruzou dados públicos do Banco Central, Sebrae, IBGE, Anbima, entre outras fontes, e concluiu que as PMEs brasileiras têm aproximadamente R$ 1 trilhão de saldo em suas contas – valor parado, aplicado em produtos de investimentos com baixa rentabilidade ou transitando entre recebimentos e pagamentos.

Para o líder regional da XP Inc. no Rio Grande do Sul, Rafael Carmo, o montante que resultaria de boas aplicações poderia auxiliar em gastos recorrentes dos estabelecimentos, como pagar salários e demais despesas, comprar insumos, amortizar dívidas e pagar juros. “No contexto econômico atual, o saldo parado em conta ou mal investido, é sinônimo de dinheiro jogado fora. Guardar e investir de forma resiliente é imperativo para encarar este ano”, analisa o executivo.

Ainda considerando inflação em dois dígitos e Selic em viés de alta, as PMEs também vêm enfrentando uma situação cada vez mais alarmante, em especial quando se considera que, em geral, essas empresas têm bases de custos diversificadas, o que torna sua inflação efetiva invariavelmente maior do que o índice oficial. Para o executivo, a recomendação para as PMEs é que invistam em produtos que conversem com suas necessidades de caixa. “Para o momento, investimentos que os protejam das perdas inflacionárias são boas táticas”.

Na capital gaúcha, a realidade dos pequenos e médios empresários não é diferente do restante do país. Segundo levantamento da divisão de Empresas da XP, Porto Alegre possui mais de 21 mil companhias que se encaixam nesse recorte. “Os últimos dois anos foram muito desafiadores, principalmente para as PMEs, e percebemos que aquelas que contavam com informações e uma orientação financeira qualificada e personalizada conseguiram se sair melhor neste cenário”, avalia.

“É preciso manter um olhar de aprendizado sobre a gestão e buscar constantemente alternativas que contribuam para a solidez do negócio, já que estamos em um processo de retomada. Aproveitar essa fase de planejamento para analisar o caixa, conhecer soluções e repensar estratégias pode ser determinante para modificar os indicadores no balanço do ano”, orienta Rafael, destacando que nunca é tarde para começar.

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Investimento de maneira ineficiente é uma das causas, revela XP

Investimento de maneira ineficiente é uma das causas, revela XP “Para o momento, investimentos que os protejam…

Poupança sinaliza recuperação pelo quarto mês consecutivo

No entanto, investimento acumula queda de poder aquisitivo há um ano e meio

Aumento dos juros tem ajudado a poupança

Enquanto a inflação oficial bateu 10,54% em doze meses, a rentabilidade da poupança descontado o IPCA no mesmo período retraiu 6%. Isso significa que o poupador teve perda de poder aquisitivo, fato que vem acontecendo sucessivamente mês a mês desde setembro de 2020. Essa sequência de 18 meses é a segunda maior da série histórica. A primeira foi entre fevereiro de 2015 e setembro de 2016 com 20 meses de perda. A informação fez parte de um levantamento da plataforma de informações financeiras Economatica, adquirida pela Traders Club no ano passado.

Serve de consolo aos investidores que nos últimos quatro meses a perda de poder aquisitivo anualizada da poupança tem ficado menor. Em outubro de 2021 o índice negativo era de 7,5%. “Observamos que a perda tem sido menor devido ao aumento da Selic. Em dezembro, por exemplo, a taxa básica chegou a 9,25%, impactando na rentabilidade da poupança, que passou a ser de 0,5% ao mês mais TR, em um cenário em que a inflação já seguia pressionada, porém, agora, com uma perda menor”, analisa Fernanda Mansano, economista-chefe da Traders Club.

Já o Ibovespa e o IHFA (Índice de fundos multimercados) são os únicos investimentos que registra rentabilidade positiva, descontada a inflação medida pelo IPCA, entre todos os listados até agora no ano. A rentabilidade do Ibovespa descontada a inflação no ano é de 6,2% seguido pelo índice de fundos multimercados com 0,9% acima do IPCA. A pior aplicação em 2022 até fevereiro é o Bitcoin com queda de poder aquisitivo de 17,2%, seguido pelo índice de BDR´s com retração de 17,2%.

No entanto, em doze meses todas as aplicações registraram perda de poder aquisitivo. O CDI é o menos afetado com retração de 4,4% seguido pelo IHFA, poupança e Ibovespa. O pior desempenho considerando a inflação do período em 12 meses é do Bitcoin com queda de 24,9%, seguido pelo Euro (-22,1%) e dólar (-15,9%). “Hoje o risco tem sido explicado mais pelo cenário internacional, em que vemos um enfraquecimento do dólar em relação ao real, por exemplo. Penso que o risco envolvendo a eleição começará a impactar no aumento da incerteza a partir de junho deste ano”, prevê Fernanda.

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No entanto, investimento acumula queda de poder aquisitivo há um ano e meio

No entanto, investimento acumula queda de poder aquisitivo há um ano e meio Aumento dos juros tem…

Tesouro Direto registra R$ 3,5 bilhões em vendas em janeiro

Os títulos mais procurados foram os indexados à taxa básica de juros

O estoque total do Tesouro Direto ficou em R$ 80,9 bilhões, valor que representa aumento de 2,2% na comparação com dezembro de 2021

As vendas de títulos do Tesouro Direto registradas em janeiro foram maiores do que os resgates em mais de R$ 1 bilhão. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional, as vendas registradas foram de R$ 3,5 bilhões, enquanto os resgates ficaram em R$ 2,4 bilhões. No mês, foram contabilizadas 552.466 operações de investimento em títulos. Do total resgatado, R$ 1,5 bilhão é referente a recompras, enquanto R$ 920,7 milhões são relativos a vencimentos. Ao todo, 1.827.392 pessoas estão com saldo em aplicações no Tesouro Direto. O número representa um aumento de 13,2 mil na comparação com o mês anterior.

Os títulos mais procurados pelos investidores foram os indexados à taxa básica de juros (Selic), com um total de 50,5% das participações nas vendas. Já os títulos vinculados à inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como o Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, registraram uma participação de 35,7% do total. Os prefixados totalizaram 13,8% das participações.

Estoque
O estoque total do Tesouro Direto ficou em R$ 80,9 bilhões, valor que representa aumento de 2,2% na comparação com dezembro de 2021. Na comparação com janeiro do ano passado, quando o estoque total estava em R$ 62,5 bilhões, o resultado representa um aumento de 29,4%. Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 55,6%. Na sequência, aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 27,2%, e os títulos prefixados, com 17,2%.

Em relação à composição do estoque por prazo, 3,5% dos títulos vencem em até um ano. A maior parte, 62%, é composta por títulos com vencimento entre um e cinco anos. Os títulos com prazo entre 5 e 10 anos correspondem a 11,3%, e aqueles com vencimento acima de 10 anos, a 23,2%. As aplicações de até R$ 1 mil representaram 62,3% das operações de investimento no mês, enquanto o valor médio por operação ficou em R$ 6.342,02. Com relação à rentabilidade acumulada em doze meses, o destaque ficou com o título Tesouro IPCA+ 2026, que obteve alta de 1,1%.

Com Agência Brasil

Os títulos mais procurados foram os indexados à taxa básica de juros

Os títulos mais procurados foram os indexados à taxa básica de juros O estoque total do Tesouro…

Bolsa atinge 5 milhões de investidores em janeiro

As pessoas estão começando a investir cada vez mais jovens

Em relação às regiões, ainda há uma concentração de investidores no Sudeste do país

O número de investidores pessoas físicas (PFs) na Bolsa aumentou 0,7% em janeiro quando comparado a dezembro, ultrapassando a marca de 5 milhões de investidores na Bolsa. A maioria dos investidores se encontram na faixa etária de 26 a 35 anos, que correspondem em 33,5%. Continuando a tendência vista desde 2013, dados mais antigos disponibilizados, as pessoas estão começando a investir cada vez mais jovens.

Em relação às regiões, ainda há uma concentração de investidores no Sudeste do país. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais possuem juntos 56,7% do total de investimentos, 39,8 pontos percentuais à frente do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul somados (16,9%). A representatividade de mulheres na Bolsa ainda é pequena (23,4%), mas continua apresentando crescimento. Apesar de uma representatividade ainda pequena, o número de mulheres está avançando em ritmo acelerado, com alta de 38,2% desde 2020.

Também há um grande aumento no número de investidores com interesse em BDRs, sigla de Brazilian Depositary Receipts [certificados de depósito de valores mobiliários emitidos no Brasil que representam valores mobiliários de emissão de companhias abertas com sede no exterior]. Hoje são 1,4 milhão representando 22% do estoque. Além disso, em termos relativos, esse foi o produto que mais cresceu em 2020, registrando um aumento de 994% no número de CPFs cadastrados. Em janeiro, o número de investidores pessoas físicas (PFs) na B3 atingiu 5.012.688. Em relação ao final de 2021, houve um aumento de 36.543 investidores PFs, equivalente a um crescimento mensal de 0,7%.

Também houve um aumento do valor total mensal de 2,7%, atingindo R$ 510,2 bilhões investidos. “Acreditamos que esse aumento mensal reflete o desempenho da Bolsa, que subiu 7% no mês de janeiro, melhor desempenho mensal do índice desde dezembro de 2020. Nesse início de 2022, a Bolsa brasileira tem se beneficiado da forte exposição a commodities, entre outros fatores”, analisa a XP em relatório.

As pessoas estão começando a investir cada vez mais jovens

As pessoas estão começando a investir cada vez mais jovens Em relação às regiões, ainda há uma…

Poupança tem retirada líquida de R$ 19,6 bilhões em janeiro

Saques mensais são os maiores desde 1995

O aumento dos juros, no entanto, foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação

A aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros iniciou o ano com retirada recorde. Em janeiro, os brasileiros sacaram R$ 19,6 bilhões a mais do que depositaram na caderneta de poupança. Essa foi a maior retirada líquida registrada para todos os meses desde o início da série histórica, em 1995. O recorde anterior tinha sido registrado em janeiro do ano passado, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 18,1 bilhões.

Tradicionalmente, o primeiro mês do ano é marcado pelo forte volume de saques na poupança. O pagamento de impostos e despesas como material escolar e parcelamentos das compras de Natal impactam as contas dos brasileiros no início de cada ano. No ano passado, a poupança tinha registrado retirada líquida de R$ 35,5 bilhões. A aplicação foi pressionada pelo fim do auxílio emergencial, pelos rendimentos baixos e pelo endividamento maior dos brasileiros. A retirada líquida – diferença entre saques e depósitos – só não foi maior do que a registrada em 2015 (R$ 53,5 bilhões) e em 2016 (R$ 40,7 bilhões). Naqueles anos, a forte crise econômica levou os brasileiros a sacarem recursos da aplicação.

Rendimento
Até recentemente, a poupança rendia 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia). Desde dezembro do ano passado, a aplicação passou a render o equivalente à taxa referencial (TR) mais 6,17% ao ano, porque a Selic voltou a ficar acima de 8,5% ao ano. Atualmente, os juros básicos estão em 10,75% ao ano.

O aumento dos juros, no entanto, foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação. Nos 12 meses terminados em janeiro, a aplicação rendeu 3,06%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 10,2%. O IPCA cheio de janeiro será divulgado na próxima quarta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Caso a inflação caia nos próximos meses, a caderneta pode voltar a ter rendimento positivo. Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 5,10% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia cerca de 7%, caso a Selic permanecesse em 10,75% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior se o Banco Central continuar a aumentar a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária.

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Com Agência Brasil 

Saques mensais são os maiores desde 1995

Saques mensais são os maiores desde 1995 O aumento dos juros, no entanto, foi insuficiente para fazer…

Brasil ainda sofrerá com a inflação, prevê especialista

Anderson Peres aponta um cenário ainda de bastante incerteza para este ano

Mercado de capitais é uma das apostas da Valore Elbrus, de Curitiba

A nova onda de Covid-19 e a eleição presidencial são apenas dois ingredientes que têm criado um cenário de muitas incertezas. “Vivemos uma situação muito desafiadora, para não dizer nefasta”, aponta o especialista em mercado financeiro Valore Elbrus, Anderson Peres. “Quem pensa que 2022 será um ano de estabilidade econômica, engana-se. A ancoragem das metas da inflação só será possível no país em 2023, com uma situação política mais clara e também com uma perspectiva melhor do fim de pandemia”, explica o também fundador da casa de investimentos sediada em Curitiba.

Para este ano, na visão econômica, o Brasil ainda sofrerá com a inflação, principalmente no setor de insumos básicos. “Comida mais cara, produtos de bem de consumo primários com valor mais elevado, principalmente pela falta de suprimentos que o mundo está sofrendo”, antevê o especialista. Neste cenário de inflação mais pressionada, ativos atrelados a ela podem ser boas proteções para as carteiras dos investidores.

“Tivemos, neste último período, uma abertura das taxas e com isso boas oportunidades no mercado de títulos públicos que pagam taxa de juros mais inflação. Além disso, o mercado de crédito privado tem se mostrado resiliente neste cenário e temos observado várias emissões de boas empresas que também remuneram o investidor pagando taxas muito atrativas acima da inflação”, sugere.

Com a continuidade do ciclo de alta da taxa de juros, os ativos pós-fixados também voltaram a ser atrativos para o investidor. Porém, por um outro lado, a perspectiva é que o setor de turismo tenha um crescimento acima da média. “Tudo isso impulsiona e movimenta muito o setor de serviços, como hotelaria, restaurantes, transporte aéreo e terrestre. Depois de dois anos de recessão, agora a tendência é crescer e muito”, prevê Peres. Segundo a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) o setor terá plena recuperação já no primeiro semestre de 2022, e a previsão é que o setor tenha um crescimento de 30% no próximo ano, em relação à época pré-pandemia.

Os setores citados por Peres foram os que mais sofreram com a pandemia e este cenário de recuperação vai depender da melhora das condições de saúde em geral, com o avanço da vacinação e reabertura de algumas atividades econômicas. “Considerando a reabertura da economia, esses podem vir a ter uma valorização acima daquela esperada pelo mercado. Além disso, a bolsa brasileira tem ficado descontada perante seus pares e com isso começa a gerar boas oportunidades de investimentos”, aponta o especialista.

Se o cenário é ruim para a economia, para o setor de investimentos é excelente, aposta Peres. “Com taxa de juros mais alta, avanço da vacinação e bolsa de valores norte-americana indo muito bem, é hora de investir”, reforça. “A dica para os investidores é variar os investimentos e estar atento a ações e moeda estrangeira, com os resultados positivos e crescimento da bolsa americana”, afirma. A diversificação em ativos descorrelacionados em momento de alta volatilidade é a grande estratégia para uma carteira de investimento ter rentabilidade de forma constante. “A mescla entre ativos nacionais com ativos internacionais traz equilíbrio para os investimentos e, com isso, faz um hedge natural na carteira dos investidores e traz maior tranquilidade nestes períodos turbulentos”, finaliza.

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Anderson Peres aponta um cenário ainda de bastante incerteza para este ano

Anderson Peres aponta um cenário ainda de bastante incerteza para este ano Mercado de capitais é uma…

Tesouro Direto atinge vendas de R$ 3,2 bilhões em dezembro

Vendas superaram resgates no mês

Os títulos mais procurados pelos investidores foram os corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic, que corresponderam a 57,6% do total

As vendas de títulos do Tesouro Direto superaram os resgates em R$ 1,7 bilhão em dezembro do ano passado. Segundo dados do Tesouro Nacional, as vendas de títulos atingiram R$ 3,2 bilhões, e os resgates totalizaram R$ 1,6 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão relativos a recompras.

Os títulos mais procurados pelos investidores foram os corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic (Tesouro Selic), que corresponderam a 57,6% do total. Os títulos vinculados à inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como o Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, tiveram participação de 32,2% nas vendas, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, foram 10,3%.

Em relação à rentabilidade acumulada, o destaque de dezembro foi para o título Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031, com vencimento em 1° de janeiro de 2031, que registrou variação de 4,74%. O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 79,1 bilhões no fim de dezembro, um aumento de 3,4% em relação ao mês anterior de R$ 76,6 bilhões, e aumento de 26,3% sobre dezembro de 2020 (R$ 62,7 bilhões).

Os títulos remunerados por índices de preços respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 55,2%. Na sequência, aparecem os títulos indexados à taxa Selic, com participação de 26,4%, e, por fim, os títulos prefixados, com 18,4%. Em relação à composição do estoque por prazo, o balanço mostra que 1% dos títulos vencem em até 1 ano. A maior parte, 64,8%, é composta por títulos com vencimento entre 1 e 5 anos. Os títulos com prazo entre 5 e 10 anos, por sua vez, correspondem a 11,2% e aqueles com vencimento acima de 10 anos, a 23,0%.

Investidores
O balanço mostra ainda que em relação ao número de investidores, em dezembro, 881.029 novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto. O número total de investidores cadastrados ao fim do mês atingiu 16.299.139, o que representa aumento de 77,2% nos últimos 12 meses. O número de investidores ativos chegou a 1.814.127, uma variação de 25,7% nos últimos 12 meses. No mês, o acréscimo foi de 78.761 novos investidores ativos.

A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas até R$ 5 mil, que correspondeu, em dezembro, a 588.989 operações de venda de títulos a investidores, o que correspondeu a 85,0% das vendas ocorridas no mês. O valor médio por operação, neste mês, foi de R$ 5.592,39.

Os investidores estão preferindo papéis de médio prazo. As vendas de títulos com prazo de um a cinco anos representaram 61,1% e aquelas com prazo de 5 a 10 anos, 29,3% do total. Os papéis de mais de 10 anos de prazo chegaram a 9,6% das vendas. O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Nacional na internet.

Fonte de recursos
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, pela internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa para a corretora responsável pela custódia dos títulos.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, os índices de inflação, o câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis prefixados. Desde o dia 1º de janeiro, o investidor com recursos no Tesouro Direto paga menos para manter o dinheiro aplicado. A taxa de custódia dos títulos caiu de 0,25% para 0,2% do valor dos papéis.

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Com Agência Brasil

Vendas superaram resgates no mês

Vendas superaram resgates no mês Os títulos mais procurados pelos investidores foram os corrigidos pela taxa básica…

Poupança tem retirada líquida de R$ 35,5 bi em 2021

Em dezembro, depósitos superaram saques em R$ 7,6 bi

O aumento dos juros foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação

Pressionada pelo fim do auxílio emergencial, pelos rendimentos baixos e pelo endividamento maior dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou, em 2021, a terceira maior retirada líquida da história. No ano passado, os investidores sacaram R$ 35,5 bilhões a mais do que depositaram, informou o Banco Central (BC).

A retirada líquida – diferença entre saques e depósitos – só não foi maior que a registrada em 2015 (R$ 53,5 bilhões) e em 2016 (R$ 40,7 bilhões). Naqueles anos, a forte crise econômica levou os brasileiros a sacarem recursos da aplicação.

Em 2020, a caderneta tinha registrado capitação líquida – diferença entre depósitos e retiradas – recorde de R$ 166,3 bilhões. No ano retrasado, o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, depositado em contas poupança digitais, inflou o saldo da poupança. A instabilidade no mercado financeiro no início da pandemia de Covid-19 também aumentou temporariamente as aplicações na caderneta.

Apesar do resultado negativo no ano, em dezembro, os brasileiros depositaram R$ 7,6 bilhões a mais do que sacaram da poupança. O valor é 62,8% menor que a captação líquida de R$ 20,6 bilhões registrada em dezembro de 2020. Tradicionalmente, os brasileiros depositam mais na caderneta em dezembro, por causa do pagamento da segunda metade do décimo terceiro salário.

A aplicação começou 2021 no vermelho. De janeiro a março, os brasileiros retiraram R$ 27,5 bilhões a mais do que depositaram, influenciado pelo fim do auxílio emergencial. Com o pagamento da segunda rodada do benefício, a situação mudou. Os depósitos superaram os saques de abril a julho. A partir de agosto, a caderneta voltou a registrar mais retiradas que depósitos. Mesmo com a continuidade do pagamento do auxílio emergencial até outubro, os brasileiros continuaram a sacar. O rendimento abaixo da inflação acarretou a migração para outras aplicações. Ao mesmo tempo, a alta do endividamento das famílias levou a saques para compensar despesas urgentes.

Rendimento
Até o início de dezembro, a poupança rendia 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia). No mês passado, a aplicação passou a render o equivalente à taxa referencial (TR) mais 6,17% ao ano, porque a Selic voltou a ficar acima de 8,5% ao ano. Atualmente, os juros básicos estão em 9,25% ao ano.

O aumento dos juros, no entanto, foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação. Em 2021, a aplicação rendeu 2,99%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 10,42%. O IPCA cheio de 2020 será divulgado na próxima terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Com Agência Brasil 

Em dezembro, depósitos superaram saques em R$ 7,6 bi

Em dezembro, depósitos superaram saques em R$ 7,6 bi O aumento dos juros foi insuficiente para fazer…

Fertilizante ecológico pode reduzir dependência de importação

Técnica foi desenvolvida na Universidade Federal do Paraná

A forma industrial proposta pelos pesquisadores para produzir fertilizante ecológico é usar mais de um componente

Uma técnica de produção de fertilizante ecológico à base de casca de ovos, desenvolvida pelo pesquisador Roger Borges na Universidade Federal do Paraná (UFPR), poderá contribuir para a redução da importação de adubos e fertilizantes químicos pelo Brasil que, no ano passado, somou US$ 15,2 bilhões, um aumento de 90% em comparação a 2020. De acordo com dados da balança comercial brasileira, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os fertilizantes foram os produtos mais importados pelo país, na indústria de transformação. Em termos de quantidade, o Brasil importou 41,5 milhões de toneladas de fertilizantes, com expansão de 22%.

Pesquisador atualmente da Embrapa Instrumentação, Roger Borges explicou que a técnica foi desenvolvida a partir da utilização de telha de amianto para produzir fertilizante ecológico. “Utilizamos resíduos que não são usados, como as cascas de ovos, ricas em cálcio, ou amianto, que é um resíduo tóxico”. Conhecendo os componentes químicos da casca de ovo, os pesquisadores da UFPR pensaram em produzir um fertilizante que não prejudicasse o meio ambiente e que, ao mesmo tempo, fosse benéfico para a agricultura.

O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Química de Materiais Avançados (Laqma) da UFPR. A técnica utiliza um processo de moagem mecanoquímico, em que os materiais reagem para formar novos produtos por meio da energia térmica e de fricção da própria moagem. A casca do ovo é colocada em um moinho de esferas de alta energia, juntamente com fosfatos de potássio, que reagem para formar novos compostos capazes de fornecer fósforo, cálcio e potássio, três componentes essenciais para o desenvolvimento das lavouras, informou a universidade.

A forma industrial proposta pelos pesquisadores para produzir fertilizante ecológico é usar mais de um componente. “A composição principal, tanto do amianto, quanto da casca de ovos, é carbonato de cálcio”, detalhou Borges. A produção industrial prevê misturar casca de ovos com amianto e outros elementos, como fosfato de potássio. “No final, a gente tem um fertilizante que poderá ser usado e não representa nenhum perigo, igual ao feito com amianto, por exemplo”. Segundo o pesquisador, para ser usado sozinho, o amianto precisa passar por tratamento de moagem. Os pesquisadores deram entrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) com dois pedidos de patentes envolvendo o tratamento do amianto e da casca de ovos para a produção de fertilizantes ecológicos. “A gente está desenvolvendo o produto com o objetivo de venda no mercado”.

Na avaliação de Borges, a principal economia na utilização desses fertilizantes é que o aproveitamento é melhor, uma vez que vai se usar menor quantidade do produto e garantir a mesma produção agrícola, comparado com o fertilizante tradicional encontrado no mercado. Há vantagens também ambientais, que incluem a reutilização de materiais não descartáveis, como o amianto, que por sua toxicidade requer aterros próprios para sua estocagem ou é jogado em lixões, o que demanda dinheiro para o funcionamento desses locais. Retirando do lixo esses materiais, Borges afirmou que se consegue convertê-los em valores positivos.

Existem duas classificações básicas: rejeito e resíduo. No caso do amianto, que é rejeito tóxico, os pesquisadores conseguem transformá-lo em um subproduto, depois que ele é tratado. A casca de ovos, por sua vez, é considerada resíduo. Embora não represente nenhum perigo, consegue-se também direcionar o material para ter um subproduto. Além disso, o carbonato de cálcio é uma fonte importante de cálcio que pode ser usada como substituição de calcário, tanto no caso do amianto, como no da casca de ovos. Borges reiterou que fertilizantes produzidos a partir de resíduos ou rejeitos apresentam maior eficácia agronômica quando comparados com fertilizantes convencionais.

Processo
A vantagem de ser um processo a seco, sem necessidade de utilização de água, evita a necessidade de etapas dispendiosas de secagem, ao contrário de outros processos que usam a água como solvente. No produto final, todos os elementos químicos presentes apresentam alto valor agregado na agricultura, o que elimina a necessidade de purificação.

Borges acrescentou que outra vantagem é a economia de produtos como o calcário, utilizado na produção de fertilizantes minerais por ser rico em cálcio, porque as reservas desses materiais são finitas, sendo essencial utilizá-las de maneira sustentável. Em 2020, as lavouras brasileiras usaram mais de 45 mil toneladas de calcário agrícola, boa parte dele resultante da exploração de reservas do país.

O professor Fernando Wypych, do Departamento de Química da UFPR, que orientou o projeto, informou que por ser menos solúvel em água, o novo fertilizante é mais sustentável, pois sua liberação é controlada. Ao contrário dos fertilizantes convencionais, que liberam os nutrientes de uma só vez, os de liberação controlada respondem aos estímulos das plantas (estimunoresponsáveis) e mantêm os teores constantes ao longo do ciclo de produção agrícola. Wypych disse ainda que a menor solubilidade do novo fertilizante feito à base de amianto ou de casca de ovos combate o problema da eutrofização gerada por produtos convencionais, que deixam as águas turvas, consumindo o oxigênio de rios e lagos e provocando a morte de peixes e outros animais aquáticos. A decomposição de todo esse material orgânico produz mau cheiro, além de gás carbônico e gás metano, principais gases do efeito estufa (GEEs).

A técnica cria ainda um subproduto que pode ser utilizado para a produção de hidroxiapatita, que é um material à base de fósforo e cálcio, utilizado para a produção de próteses ósseas e dentárias. Com maior valor agregado, a substância torna a aplicação mais atrativa comercialmente. A estimativa é que, anualmente, sejam produzidas quase 6 milhões de toneladas de cascas de ovos no mundo, segundo a universidade.

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Com Agência Brasil 

Técnica foi desenvolvida na Universidade Federal do Paraná

PwC abre inscrições para recrutamento da nova geração de solvers

O programa é um dos mais concorridos para quem deseja iniciar a carreira em consultoria tributária, de negócios ou em tecnologia

Os interessados podem candidatar-se até 17 de janeiro para vagas em todo o país, inclusive as unidades de Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba

A PwC está com inscrições abertas para a seleção de sua nova geração de solvers – pessoas que se unem de formas inesperadas para criar soluções inovadoras para os mais variados desafios, ajudando as organizações a construir confiança e entregar resultados sustentáveis. Os interessados podem candidatar-se até 17 de janeiro para vagas em todo o país, inclusive as unidades de Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. O início das atividades será em abril. Clique aqui para fazer a inscrição.

Esse programa, único no mercado, uma vez que foi desenvolvido para preparar profissionais com profundo domínio do mundo digital, é ideal para pessoas que buscam desenvolvimento contínuo, conhecimento de variadas indústrias, além de trabalhar em equipes multiculturais em um ambiente de constante inovação. A PwC oferece práticas flexíveis de trabalho e aceita inscrições de onde os interessados estiverem.

Uma das diversas oportunidades de desenvolvimento é o Digital Upskilling, um programa completo de transformação digital que insere os profissionais em um mundo totalmente novo, com utilização de tecnologias de ponta e processos inovadores.

Nesta edição do programa, podem participar estudantes e profissionais com até dois anos de formação nos cursos de ciências contábeis, ciências econômicas, direito, administração, análise de sistemas, ciências da computação, engenharia da computação, engenharia mecânica, engenharia civil, engenharia de produção, processamento de dados, sistemas de informação, tecnologia de sistemas e redes, tecnologia em desenvolvimento de software, ciência de dados, inteligência artificial, estatística, psicologia, comércio exterior e relações internacionais.

O programa é um dos mais concorridos para quem deseja iniciar a carreira em consultoria tributária, de negócios ou em tecnologia

Por que 1º de abril é o dia da mentira? Descubra a origem

Desde criança somos apresentadas a uma data muito peculiar: o dia da mentira. Um momento em que todos contam histórias sem sentido e a falsidade rola solta de um jeito bem leve e divertido. Mas por que 1º de abril é o Dia da Mentira? Essa é uma das perguntas do universo que não possuem respostas 100% corretas, mas algumas teorias bem interessantes existem.

Quer descobrir quais são essas explicações? Então vem com a gente entender melhor os segredos por trás dessa data tão única.

Por que 1º de abril é o Dia da Mentira?

Foto: Reprodução/Pixabay

Todo mundo sabe que o Dia da Mentira, ou Dia dos Bobos, é comemorado todos os anos em 1º de abril, mas será que existe algum motivo específico para isso?

Há, na verdade, inúmeras teorias, nada comprovado realmente, mas é legal até pensar que um dia cheio de mentiras possua um mistério assim.

A teoria mais famosa é de que a data surgiu na França no século XVI, época em que o ano novo era comemorado dia 25 de março até 1º de abril. No anode 1564, o rei decidiu adotar o calendário gregoriano, passando a contar um novo ano em todo 1º de janeiro.

Acontece que muita gente não gostou da mudança ou acabou esquecendo e continuou usando o calendário antigo. Esses viraram motivo de piada pelo restante da população que não perdoou e passou a chamá-los de “bobos de abril” por ainda comemorarem o Ano Novo em uma data que não existia mais. Aí, em vez de 1º de abril ser considerado o Dia de Ano Novo, passou a ser considerado Dia dos Tolos.

A partir disso, tudo leva a crer que as brincadeiras e zombarias da época ganharam fama, passando de geração em geração até se tornarem uma tradição do país. Depois, foram difundidas pela Europa e acabaram conquistando o mundo todo – cada lugar adaptando do seu jeito.

Dia da mentira no Brasil

Aqui no Brasil, a data é comemorada de um jeito bem leve: inventamos histórias e contamos aquelas mentirinhas para as pessoas mais próximas, não tem muito segredo. Muita gente inclusive já termina o mês de março atenta às lorotas que podem vir por aí.

O Dia da Mentira virou até data de vendas! Muitas marcas brasileiras e mundiais aproveitam o dia para fazer promoções e entreter o público de uma forma diferente. Legal, não é mesmo?!

1º de abril é feriado?

Não! O Dia da Mentira é uma data comum, sem feriados, mas com uma vantagem: podemos inventar umas histórias e brincar sem peso na consciência. Só não vai passar do ponto, hein?! É para ser algo saudável, leve e divertido.

Frases de Dia da Mentira

Para deixar esse dia mais divertido, que tal compartilhar algumas frases com seus amigos e pessoas próximas? Separamos opções que falam sobre a mentira e as diversões da data. Vem conferir e compartilhar:

Só aceito falsidade no Dia da Mentira. No resto do ano, não adianta mentir pra mim.
Uma mentirinha não faz mal a ninguém…
Tem gente que acha que o Dia da Mentira é o ano todo.
Vai mentir logo pra mentiroso?
A capacidade que você tem para mentir, eu tenho para fingir que acredito.
Dia da Mentira é só mais um dia em que todos são falsos, mas com autorização.
Hoje podemos mentir, mas não podemos esquecer das nossas verdades.
De tanto se repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade. Cuidado com ela!
As palavras podem mentir, mas as atitudes sempre falam a verdade. 1º de Abril, Dia da Mentira!
Não fale mentiras sobre mim que não direi verdades sobre você.
Quem é de verdade sabe quem é de mentira, nunca se esqueça disso!
A mentira tem perna curta, mas corre que é uma beleza.

Para continuar nesse clima de brincadeira e leveza, vem conferir nossa seleção de frases de deboche. Você pode aproveitar algumas delas para responder seus amigos no Dia da Mentira com grande estilo!

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