Archives Abril 2022

Aplicativo que muda o rosto Faceapp – Veja como os famosos se divertem

Como todos sabemos, novos apps estão surgindo constantemente no mercado digital, e o app mais procurado é o Faceapp, um app que pode mudar a sua cara.

Neste artigo, discutiremos os detalhes do Faceapp. Além disso, mostraremos o que é preciso para instalá-lo e a melhor maneira de usá-lo em sua vida cotidiana.

Mesmo conhecendo as inúmeras opções existentes no mercado digital atual, a Faceapp tem o que é preciso para ser uma das empresas de maior sucesso nesse mercado competitivo. Por isso preparamos este artigo para te dar uma ideia de como o Faceapp funciona, leia as dicas e informações que farão parte deste conteúdo, confira:

 

Como Funciona o Faceapp o Aplicativo que Muda o Rosto?

Esse aplicativo é extremamente divertido e já tem muita gente na internet se divertindo muito com o aplicativo novo que se apresentou, chamado de o poderoso Faceapp. 

Ele foi desenvolvido em meados de 2017 porém vem fazendo muito sucesso e divertindo milhares de pessoas no Brasil todo agora em 2022.

Ele começou a fazer muito sucesso de uma forma que está atraindo um grande número de novos usuários e a empresa não sabe nem como lidar com tanto sucesso.

A principal função desse aplicativo inovador chamado Faceapp é liberar um filtro que dá a opção dos usuários simularem como ficariam mais velhos e também brincar muito e testar para ver como seriam seus rostos no sexo contrário.

E gente, para que todos os usuários tenham acesso e consigam usar esses filtros, que fazem parte gratuita do aplicativo, basta eles terem apenas uma foto. Dessa forma, o app consegue rapidamente ver como seria seu rosto sendo mais velho ou até mesmo sendo do sexo oposto.

Como Instalar o Faceapp 0 Aplicativo que Muda o Rosto?

Para proceder com a instalação completa e correta do Faceapp, é MUITO FÁCIL!
Só é necessário seguir esse passo a passo que listamos a seguir, confira:

1 – Acesse rapidamente a loja de baixar aplicativos do seu aparelho celular.

2 – Procure o aplicativo pelo nome Faceapp. Comece a instalar, lembrando que você pode instalar tanto em celulares Android, como em Smartphones.

3 – Abra o aplicativo e então clique no ícone que chama ” permitir”. 

4 – Logo após isso, tire uma foto de você mesmo. Lembre-se, não se esqueça de permitir a instalação do Faceapp, esse é o aplicativo que muda o rosto.

5 – Calma, antes de prosseguir, dê uma olhadinha e leia atentamente a politica de privacidade que tem no aplicativo. Fazendo este procedimento, você vai ficar sabendo tudo e também a forma correta de como usá-lo.

6 – Agora, fácil! Selecione o gênero que você deseja simular no aplicativo do Faceapp o aplicativo que muda o rosto.

7 – Depois de iniciar e fazer a instalação rápida do aplicativo corretamente, você poderá ir na tela principal do celular e então salvar a foto que foi feita no Faceapp. Lembre-se não se esqueça fazer a instalação do aplicativo na sua tela principal.

8 – O aplicativo Faceapp o aplicativo que muda o rosto faz a solicitação aos usuários e pede a permissão para acessar os serviços que eles prestam no App.

Dessa maneira, se fizer de maneira como explicamos e também detalhada, o aplicativo será um sucesso e será instalado com certeza da forma correta em seu aparelho celular para começar a diversão.

Imagem: Google

E tem mais, com o aplicativo Faceapp, todos os clientes podem usar para compartilhar as suas fotos em redes sociais e se divertir muito, de forma prática e totalmente segura.

E temos mais Informações  Sobre o Faceapp o Aplicativo que Muda o Rosto

Veja, como o aplicativo Faceapp se espalhou demasiadamente e tem sido um sucesso, surgiram várias dúvidas.

O pessoal começou a espalhar por aí de forma errônea que este aplicativo fazia a busca dos dados pessoais das pessoas, dos usuários para então utilizar em fraudes e até golpes na internet.

No entanto, nosso site cliquefinanceiro ,só traz informações totalmente seguras e que ajudam todos os usuários a terem uma grande e linda experiência em todos os aplicativos e principalmente com o uso do aplicativo Faceapp que é um sucesso em seu dia a dia, é importante que você faça o que mencionamos como, por exemplo:

Ler atentamente, sempre que possível mais de uma vez as políticas de privacidade dos aplicativos.
Ler atentamente sempre que puder todos os termos de uso de aplicativos que baixar, fazendo isso, os desenvolvedores vão garantir informações e conhecimento de como atuar no Faceapp.
É importante sempre seguir detalhadamente todas as regras que fazem sempre parte do aplicativo no momento da instalação para que você viva momentos de diversão no aplicativo.

O app faceapp o aplicativo que muda o rosto não tem qualquer intenção, ou conexão com pensamentos e atitudes que envolvem racismos de nenhuma maneira, e nem sequer qualquer outro tipo de comportamento que fira os usuários e toda a comunidade.

Sendo assim, finalizamos este artigo, e desejamos a todos que tenham uma excelente experiência e tenham muita diversão ao instalar e usar sem moderação o aplicativo sucesso no Brasil em seu dia a dia. Um grande abraço e nos vemos logo!

Como todos sabemos, novos apps estão surgindo constantemente no mercado digital, e o app mais procurado é o Faceapp, um

Como todos sabemos, novos apps estão surgindo constantemente no mercado digital, e o app mais procurado é o Faceapp, um app que pode mudar a sua cara. Neste artigo, discutiremos os detalhes do Faceapp. Além disso, mostraremos o que é preciso para instalá-lo e a melhor maneira de usá-lo em sua vida cotidiana. Mesmo conhecendo… Continue a ler »Aplicativo que muda o rosto Faceapp – Veja como os famosos se divertem

Novo Auxílio Brasil – Como funciona e quem terá direito

Você conhece a ajuda do Brasil? Se você tem interesse em conhecer as principais informações sobre o programa, este artigo é para você. Muitas pessoas ainda não entendem como funciona, ou se todas se qualificam, então fique de olho neste artigo para saber mais.

Auxílio Brasil nada mais é do que o mais novo programa social do governo federal. Integra as políticas que são públicas como assistência social, educação, saúde, renda e emprego. O programa, que entrou em vigor em novembro, substituiu o Bolsa Família.

Foi criado para atender famílias extremamente pobres e empobrecidas. Essas famílias devem ter pelo menos uma mulher grávida ou alguém com menos de 21 anos.

Imagem: Google Search

auxílio Brasil (imagem retirada do Google)

Benefícios do programa

Espera-se que mais de 17 milhões de famílias recebam serviços até o final de dezembro. O programa Auxílio Brasil inclui os seguintes benefícios:

Primeira Infância: Para famílias com crianças de 0 a 36 meses, será pago mensalmente a R$ 130,00 por membro, até o máximo de 5 pessoas;
Composição Familiar: Para famílias com gestantes ou pessoas entre 3 e 21 anos, será feito o pagamento mensal de R$ 65,00 por membro, até o máximo de cinco benefícios por família;
Superação da Extrema Pobreza: Aplica-se aos domicílios cuja renda domiciliar per capita seja igual ou inferior à linha de extrema pobreza (R$ 100), somados os benefícios acima.

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Bolsa Família

Quem já está cadastrado no Bolsa Família recebe automaticamente o Auxílio Brasil. Ou seja, nada mudou e o cartão e o PIN que você usou com o Bolsa Família continuarão sendo usados ​​no novo programa até que então o novo cartão seja emitido.

As formas de saque também permanecem as mesmas, a saber: aplicativo Caixa Tem, quiosques, casas lotéricas, Caixa Aqui e Agências Caixa.

No entanto, é importante deixar claro que não se trata de uma continuação do auxílio emergencial. São programas diferentes e o auxílio emergencial termina em outubro de 2021.

 

Como se inscrever?

Se você não tem Bolsa Família, mas gostaria de se cadastrar, saiba quem tem direito a:

Domicílios extremamente pobres com renda familiar de até R$ 100,00;
Famílias pobres com renda entre R$ 100,01 e R$ 200,00;
Gestantes, nutrizes, crianças, adolescentes e adultos jovens de 0 a 21 anos.

Antes de se inscrever no Brazil Aid, você e sua família devem se inscrever no programa Cadastro Único, que é um dos pré-requisitos para o acesso ao programa. Além disso, as informações cadastrais dos membros da família devem estar atualizadas nos últimos 2 anos.

Caso sua família seja elegível, mas não esteja cadastrada no CadÚnico, procure um responsável pelo programa no CRAS de sua cidade. Isso será registrado corretamente.

 

Calendário do Auxilio Brasil

A partir de sexta-feira (10 de dezembro), o programa inicia uma nova rodada de pagamentos. Está na segunda fase, e se aprovado o PEC dos Precatórios, seu valor poderá ser reajustado para 400,00 reais.

Os pagamentos da primeira fase vencem em 30 de novembro e têm valor médio de 217,18 reais. De acordo com o Ministério da Cidadania, o pagamento de dezembro será feito entre os dias 10 e 23 devido ao feriado.

Para entender a sequência de pagamento, você deve seguir o número final do NIS:

 

10 de dezembro: Final do NIS 1;
13 de dezembro: Final do NIS 2;
14 de dezembro: Final do NIS 3;
15 de dezembro: Final do NIS 4;
16 de dezembro: Final do NIS 5;
17 de dezembro: Final do NIS 6;
20 de dezembro: Final do NIS 7;
21 de dezembro: Final do NIS 8;
22 de dezembro: Final do NIS 9;
23 de dezembro: Final do NIS 0.

Auxílio Brasil e outros benefícios, receba informações:

Considerações sobre o Auxilio Brasil

Se você acha que o Auxílio Brasil é um benefício para você e sua família. Portanto, procure um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou um posto de atendimento CadÚnico em sua cidade. Para mais informações, acesse o site do Governo Federal.

Se você gostou deste artigo, visite a categoria “Benefícios” em nosso site e encontre outros semelhantes.

Lá você encontra artigos sobre faturamento paulista, imposto de renda, pensão alimentícia e muitas outras coisas. Assim você tem tudo ao seu alcance para deixar seu dia mais completo.

 

Você conhece a ajuda do Brasil? Se você tem interesse em conhecer as principais informações sobre o programa, este artigo

Você conhece a ajuda do Brasil? Se você tem interesse em conhecer as principais informações sobre o programa, este artigo é para você. Muitas pessoas ainda não entendem como funciona, ou se todas se qualificam, então fique de olho neste artigo para saber mais. Auxílio Brasil nada mais é do que o mais novo programa… Continue a ler »Novo Auxílio Brasil – Como funciona e quem terá direito

Governo amplia redução do IPI para 35% a partir de maio

Medida beneficia calçados, tecidos, carros, aparelhos de som e de TV

De acordo com o Ministério da Economia, a União deixará de arrecadar R$ 15,2 bilhões neste ano

A partir de domingo (1), diversos produtos terão redução de 35% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O decreto com o benefício foi publicado no Diário Oficial da União. De acordo com o Ministério da Economia, a União deixará de arrecadar R$ 15,2 bilhões em 2022, R$ 27,3 bilhões em 2023 e R$ 29,3 bilhões em 2024. Em nota, a Secretaria de Governo informou que a desoneração pretende garantir a continuidade dos estímulos à economia.

“A presente medida objetiva estimular a economia, afetada pela pandemia provocada pelo coronavírus, com a finalidade de assegurar os níveis de atividade econômica e o emprego dos trabalhadores”, escreveu a Secretaria de Governo. Desde fevereiro, uma série de produtos teve o IPI reduzido em 25%. Agora, o decreto ampliou o corte para 35%. Alguns dos produtos que serão beneficiados pelo corte são os seguintes: aparelhos de televisão e de som, armas, artigos de metalurgia, brinquedos, calçados, carros, máquinas, móveis e tecidos. Apenas os cigarros, considerados produto nocivo à saúde, continuam com IPI de 300%.

Zona Franca
Para manter a competitividade da Zona Franca de Manaus, que já fabrica produtos industrializados em regime especial de tributação, o governo manteve em 25% o corte de IPI para a maioria dos bens produzidos no local. O novo decreto não incluiu produtos que respondem por 76% do faturamento do polo industrial amazonense.

Entre os itens fabricados na Zona Franca que continuarão com corte de 25% do IPI estão aparelhos de ar-condicionado, aparelhos de barbear, aparelhos de som para automóveis, aparelhos de TV, artigos de joalheria e outros metais preciosos, bicicletas, consoles e máquinas de videogame, fitas impressoras, fornos de micro-ondas, modems, motocicletas e partes, placas-mãe, preparações não alcoólicas para refrigerantes, receptores e decodificadores integrados, relógios de pulso, smartphones e telefones celulares. A Receita Federal não detalhou quais produtos, que correspondem aos 24% restantes do faturamento do polo industrial de Manaus, terão as alíquotas de IPI diminuídas em 35%.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que considera positiva a ampliação do corte de IPI. Para a entidade, a decisão reduz a pressão inflacionária sobre os setores produtivos e aumenta a atratividade para investimentos. Segundo a confederação, a tributação sobre a indústria é praticamente o dobro da média da economia brasileira.

Com Agência Brasil

Medida beneficia calçados, tecidos, carros, aparelhos de som e de TV

Guerra na Ucrânia afeta preços de commodities agrícolas

Grãos e oleaginosas tiveram altas no mercado internacional

Ainda há grande indefinição, mas as condições de oferta e demanda e o cenário macroeconômico, em geral, apontam para a manutenção de patamares elevados para os preços

A guerra entre Rússia e Ucrânia trouxe incertezas e oscilações significativas nos preços internacionais das principais commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) agropecuárias, aponta nota elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura da Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq/USP).

A nota destaca que a Rússia é, atualmente, a maior produtora mundial de petróleo e gás e que, nas últimas safras, se tornou a maior exportadora de trigo do mundo e importante fornecedora de alimentos para a Europa e Ásia. Na outra ponta, a Ucrânia é uma das principais fornecedoras de milho e óleo de girassol. Os dois países têm peso relevante no mercado internacional de insumos agrícolas. Com o conflito bilateral, grãos e oleaginosas em geral, influenciados pelo trigo e pelo óleo de soja, tiveram altas e atingiram patamares acima dos verificados antes da guerra. “Esse choque negativo de oferta somou-se à elevação dos custos de produção, devido às altas dos insumos exportados pelos países em guerra”, analisa a publicação.

Os pesquisadores avaliam que as sanções econômicas impostas por diversos países ao mercado russo e algumas quedas na produção em decorrência dos efeitos climáticos, que afetaram as safras de grãos na América do Sul, em especial no Brasil, Argentina e Paraguai, podem fazer com que o mercado mundial de commodities agropecuárias experimente novas altas, nos próximos meses, com reflexos nos preços domésticos.

Trigo e milho
A pesquisadora associada do Ipea, Ana Cecília Kreter, uma das coordenadoras do estudo, indicou que as commodities extraídas da natureza que precisam ser cultivadas e não mineradas, como açúcar, café e até mesmo a carne bovina, interromperam a sequência de alta e apresentaram queda “devido às consequências da guerra sobre a expectativa de crescimento econômico mundial e à sua menor essencialidade em um cenário de conflitos”. Observou, entretanto, que como a Rússia e a Ucrânia não têm peso relevante nos mercados dessas commodities, os preços voltaram aos patamares pré-conflito.

O documento aponta que o trigo foi o cereal mais afetado pela guerra no Leste Europeu, porque a Rússia representou 19,3% das exportações mundiais na safra 2020-2021, constituindo o segundo maior produtor mundial, depois da China, cuja produção está direcionada ao atendimento do mercado doméstico. A Ucrânia também está entre os principais exportadores desse grão, com participações que variam de 8% a 10% das exportações mundiais. A queda na oferta dos dois países vem impactando os preços internacionais e, em especial, o setor de panificados na Europa. “Os preços internacionais do grão romperam as máximas históricas em março, chegando a apresentar cotações 76% acima da média no mês de fevereiro de 2022, antes do início do conflito”, destacou a nota.

O superintendente de inteligência e gestão da oferta da Conab, Allan Silveira, lembrou que o primeiro trimestre de 2022 foi importante para a definição da produção de soja e arroz. “Para as duas culturas, houve uma redução das estimativas de produção em relação às estimativas de dezembro. Esse fato contribuiu para o aumento da instabilidade dos preços nos mercados de arroz e de soja, dada a redução dos estoques finais esperados para as duas culturas”. Em relação ao milho, disse que, “por outro lado, houve uma melhor consolidação em relação à área de milho de 2º safra no Brasil, que deve ter um aumento de 7% em relação à safra 2020-2021. Isso é muito importante, considerando o cenário de conflito na Ucrânia e o ambiente de incerteza sobre a real oferta de milho ucraniano para a próxima safra”.

Carnes
Outro produto que mereceu destaque na publicação foi a carne suína, cujas vendas abaixo do esperado no último trimestre de 2021 fizeram com que o setor registrasse, no início de 2022, elevados estoques de carne e de animais e que contribuíram para a queda nos preços domésticos. Além da alta oferta, o início do ano verifica, historicamente, menor volume de vendas. Somado a isso, a queda nas exportações de carne entre janeiro e fevereiro também reforçou o aumento da oferta doméstica. No caso da carne bovina, a baixa oferta de animais para o abate e o desempenho recorde das exportações da proteína, especialmente para a China, elevaram o preço doméstico da carne. A demanda internacional continua aquecida devido ao avanço das importações chinesas, revela a publicação.

Nicole Rennó, pesquisadora da área de macroeconomia do Cepea, informou que os preços agropecuários se mantiveram em patamares muito elevados no primeiro trimestre de 2022, refletindo as sucessivas altas verificadas a partir de 2020, com a situação agravada recentemente pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Para os próximos meses, Nicole destacou que ainda há grande indefinição, mas as condições de oferta e demanda e o cenário macroeconômico, em geral, apontam para a manutenção de patamares elevados para os preços. “O comportamento da taxa de câmbio, a velocidade de reação da demanda doméstica e os efeitos da guerra serão determinantes para os ajustes positivos ou negativos nos preços dos diferentes mercados, nos próximos meses”, afirmou a pesquisadora.

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Com Agência Brasil

Grãos e oleaginosas tiveram altas no mercado internacional

Pompéia e Gang celebram retomada do setor e planejam expansão

Nova fase do Grupo Lins Ferrão é motivada pelo retorno dos eventos

O lançamento da nova coleção e a retomada de eventos já garantiram 25% de crescimento ao grupo no primeiro trimestre deste ano

Após um longo período de retração e foco no vestuário comfy, fatores motivados pela pandemia, o Grupo Lins Ferrão voltou a ver seus números crescerem de maneira expressiva. O lançamento da nova coleção e a retomada de eventos já garantiram 25% de crescimento ao grupo no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2020. Já o mês de abril apresenta alta de 50% sobre o de 2021. As perspectivas já vinham melhorando desde o final de 2021, quando o detentor das marcas Pompéia e Gang fechou o ano com crescimento de 20% em relação ao anterior.

A previsão do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) para 2022 é que o setor irá se reaproximar, aos poucos, dos níveis de 2019. Acompanhando a boa maré, o Grupo Lins Ferrão já planeja, para este ano, a abertura de dez novas lojas para a Gang e cinco da Pompéia. Também segue firme na expansão em Santa Catarina e pretende chegar no Paraná em 2024. Recentemente, lançou uma marca reformulada para a Pompéia.

“A marca é o maior ativo de uma empresa, sendo de extrema importância. E temos de saber o momento de mudar. Evoluímos sem perder nossa essência e seguimos cada vez mais conectados com nossos clientes”, declara a superintendente Carmen Ferrão. Tendo isso em vista, o Grupo Lins Ferrão desenvolveu a nova identidade da Pompéia com o objetivo de trazer a marca para a atualidade e se preparar para o futuro, mantendo sempre seu posicionamento e proposta de valor.

O laranja segue como o fio condutor do sistema visual, entretanto ganha uma atualização de tom, deixando a marca mais vibrante e viva. A fonte tem contornos mais suaves e arredondados, com uma linguagem mobile first, muito mais conectada ao universo digital. O ícone tem o olho da câmera adaptado para formar um P delicado e com personalidade

O lançamento ocorre em paralelo à inauguração da nova sede do Grupo, composto pelas marcas Pompéia e Gang. O prédio, com 2.700 metros quadrados de área total, abriga cerca de 100 funcionários entre as duas marcas. Localizado no bairro Auxiliadora, a sede tem diversas áreas de uso comum, como salas de reuniões, refeitório, estúdio fotográfico e um auditório modular. 

Nova fase do Grupo Lins Ferrão é motivada pelo retorno dos eventos

Florianópolis planeja estabelecer conexão aérea direta com a Europa

Rota ligaria a capital catarinense a Portugal e teria dois voos semanais

Objetivo é atrair novos turistas para Santa Catarina, reduzir tempo de voo para a Europa e conexões, além de diminuir custo e tempo de embarque e desembarque de cargas

O prefeito de Florianópolis, Topazio Neto, apresentou nesta sexta-feira (29) à diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), um modelo de negócio que visa estabelecer uma rota de voo direto entre a capital e Portugal. O objetivo é atrair novos turistas para Santa Catarina, reduzir tempo de voo para a Europa e conexões, além de diminuir custo e tempo de embarque e desembarque de cargas.

Juliano Richter Pires, secretário de turismo, tecnologia e desenvolvimento econômico, detalhou o projeto e informou que a demanda já foi identificada. “Buscamos parcerias com o setor produtivo para viabilizar voos de Florianópolis até Lisboa, que é um hub de ligação com a Europa”, explicou. Ele explicou ainda que o objetivo é que a proposta possa ser apresentada à companhia aérea TAP antes de novembro, quando geralmente se definem novas rotas. A empresa portuguesa já tem uma frequência de três voos semanais ligando Porto Alegre e Lisboa.

“Santa Catarina pode embarcar sua carga por meio dessa rota. Isso deve passar por estudo de valores, mas a indústria sempre busca as melhores alternativas de ligação com a Europa. Como temos uma corrente internacional de comércio muito forte, uma parte desses embarques poderá adotar essa rota que também potencializa o estado como destino dos europeus”, afirmou Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc.

Rota ligaria a capital catarinense a Portugal e teria dois voos semanais

Weg tem lucro 23,5% maior no primeiro trimestre

Vendas obtiveram alta de 34,5% entre janeiro e março

A Weg é a quinta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Weg reportou receita líquida de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre, valor 34,5% maior do que somou em igual período em 2021. Ao mesmo tempo, a companhia catarinense também viu o lucro avançar 23,5%, para R$ 943,9 milhões (veja os principais números na tabela ao final desta reportagem). O lucro foi impactado positivamente pelo reconhecimento dos créditos tributários referentes à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e Cofins. Desconsiderando esse fator, o resultado seria de R$ 918,1 milhões.

A Weg afirma em seu relatório trimestral que a crescente busca por fontes de energia renovável e a boa demanda industrial tem proporcionado crescimento de receita no Brasil. A empresa destaca que isso vem sendo observado tanto nos negócios de ciclo curto, como a geração solar, como também naqueles de ciclo longo, com foco principal na geração eólica e nos projetos de linhas de transmissão para conexão das novas fontes de geração de energia. Equipamentos como motores elétricos e redutores continuaram com boa demanda entre janeiro e março.

Já no exterior a atividade industrial, segundo a empresa, continua aquecida, principalmente nas vendas de equipamentos para setores de óleo e gás, mineração, papel e celulose. A companhia de Jaraguá do Sul destaca as vendas de produtos de ciclo curto para os Estados Unidos e para a China, que apresentaram no período importantes aumentos de receita, notadamente em motores elétricos de baixa tensão, com a demanda bastante pulverizada entre diferentes segmentos industriais.

No primeiro trimestre a Weg investiu R$ 209,6 milhões em modernização e expansão da capacidade produtiva, sendo 52% destinados às unidades brasileiras. O aporte em Pesquisa & Desenvolvimento e inovação totalizou R$ 157,3 milhões no mesmo período.

A Weg é a quinta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Vendas obtiveram alta de 34,5% entre janeiro e março

ESG: por que investir em ações ambientais, sociais e de governança

Fórum, promovido pela Fiesc, debateu o tema

O fórum trouxe a visão do tema ESG a partir da indústria

Repensar a relação com as comunidades sem perder de vista a sustentabilidade dos negócios é o desafio encarado pelas empresas comprometidas com questões sociais, ambientais e com boas práticas de governança. Por isso, a Federação das Indústrias (Fiesc) realizou na quinta-feira (28) o Fórum Radar ESG com especialistas no tema e cases nacionais de companhias que estão avançadas nestas questões.

Três painéis abordaram a urgência do tema ESG; as visões setoriais com representantes das câmaras da agroindústria e da indústria têxtil, confecção, couro e calçados, construção civil e metalmecânica; e cases da aplicação prática do ESG nas empresas Ciser, JBS e Rudolph. Sérgio Sampaio, vice-presidente de Operações do Grupo Boticário, encerrou o evento apresentando como o Grupo Boticário aplica as questões ligadas ao ESG na cadeia de suprimentos. “O ESG tem de ser um propósito, uma intenção genuína de fazer algo. Quanto mais acreditamos no ESG e abraçamos a causa, mais resultados temos dentro do grupo”, disse. A empresa estabeleceu compromisso de neutralizar o impacto ambiental até 2030.

A Urgência ESG
Luciana Nabarrete, diretora-administrativa da Engie Brasil Energia mediou o primeiro painel apresentando uma linha do tempo sobre o ESG. Destacou que o tema não é recente e lembrou alguns marcos como a Agenda 2030, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e o Acordo de Paris (em 2015). A pandemia global da Covid acelerou as agendas sobre esse tema.

No Itaú Unibanco, a agenda já vinha evoluindo, de acordo com Luciana Schneider, sócia e diretora de relações institucionais, sustentabilidade e empreendedorismo do banco. “Quando a gente olha o ESG pelo sistema financeiro, que acaba sendo um termômetro, temos um agente regulador bastante ativo. O que antes era precursor em outros lugares do mundo, agora é online. Por exemplo, o impacto climático que está sendo discutido na Europa, já está sendo discutido no Brasil. O Itaú tem olhado para o tema usando o ‘core do negócio’ para atuar também em problemas que ameaçam a perenidade do mundo”, frisou.

Entre os destaques da Agenda ESG do Itaú estão contribuir com R$ 400 bilhões para incentivar negócios que promovam uma economia sustentável e cada vez mais verde e inclusiva; contribuir com R$ 11 bilhões até 2024 para pequenas e médias empresas lideradas por mulheres; e colaborar para a inclusão financeira por meio de soluções de baixo custo. Marcella Ungaretti, sócia e head de Research ESG da XP Investimentos, afirmou que esta ‘agenda ESG’ precisa ser endereçada aos investidores, que têm demonstrado crescente interesse. “Ao redor do mundo o tema é mais do que uma realidade. O capital alocado em projetos que consideram o ESG na hora de investir já é maior do que US$ 35 trilhões”, destacou, com base em dados da Global Sustainable Investment Alliance.

Visões setoriais
O fórum trouxe a visão do tema ESG a partir da indústria. Giuliano Donini, presidente da câmara têxtil, confecção, couro e calçados, destacou que 83% das 9 mil empresas do setor são micro negócios. O setor, que é o terceiro maior PIB do estado – é forte e pouco resiliente, tem elos que acabam se rompendo com as movimentações do mercado. Sonegação fiscal, pirataria e o consumo tóxico são questões que exigem atenção neste segmento. “Temos uma grande necessidade de fazer uma reorganização setorial, fomentar uma cultura com clusters com arranjos produtivos que dialoguem. O que vai fazer com que esse setor realmente mude é o consumidor final, se ele realmente mudar o seu comportamento”, afirmou.

O presidente da câmara metalmecânica, André Odebrecht, falou sobre os números positivos da indústria, mesmo com adversidades como a falta de matéria-prima e a carga tributária. “Tenho a convicção de que a indústria de Santa Catarina, na sua origem, tem esse compromisso. O industrial catarinense sempre teve preocupação com a governança, com o meio ambiente e o social, isso vem conectado à cidadania. Nosso setor tem um contingente muito grande de pequenas empresas que fazem parte da nossa cadeia e que devem estar alinhadas a esses movimentos”, disse.

No setor da construção civil, Marcos Bellicanta, da câmara da construção, destacou que o ESG permeia todas as ações da construção civil. “Com apoio dos sindicatos e da Fiesc, precisamos promover essa organização do setor e promover essa agenda social, ambiental e de governança”, salientou. “Não há país no mundo onde a construção civil não é forte. As empresas que terão o padrão ESG elevado são aquelas mais perenes e com mais eficiência”, acrescentou.

Neivor Canton, presidente da câmara da agroindústria, afirmou que o Brasil caminha a passos largos para se estabelecer como um dos maiores produtores de alimentos, tanto para consumo interno, quanto externo. “A agroindústria brasileira não fica devendo nada àquelas que são as maiores do mundo. Não recebemos mais as missões externas para conhecer os parques fabris. Recebemos comitivas para conhecer aquela indústria que vem antes da nossa, que é a propriedade rural”, relatou.

ESG na prática
Casos práticos e desafios de implantação de ESG na Ciser e na JBS Seara foram apresentados pelos diretores Carlos Rodolfo Schneider e José Ribas. Na abertura do painel, o CEO e membro do conselho de administração da Rudolph Investimentos e Participações, Alex Marson, defendeu o que chamou de potencial inato dos negócios de provocar mudanças no mundo. “Esse conceito basicamente traz a proposta de olhar as empresas como organizações que trabalham para um benefício para a sociedade à frente do lucro na escala de prioridades. O lucro é uma consequência de valor gerado para a sociedade através de relações integras”, afirmou.

“Nosso grupo tem uma história de 140 anos e há muitas décadas vem praticando valores que hoje integram o ESG, desembocando de uma forma espontânea nesse conceito”, disse Schneider, a respeito da aplicação de ESG na Ciser. “Defendemos uma atuação com impacto possível para o planeta e maior impacto possível para as pessoas que trabalham conosco”, acrescentou. O empresário apresentou iniciativas proteção florestal, como preservação de nascentes e parques naturais; sustentabilidade da indústria e ações sociais.

José Ribas, diretor-executivo de agropecuária e sustentabilidade na JBS Seara, também destacou que as práticas são anteriores ao surgimento do conceito. “A gente fazia ESG sem saber que era ESG”, afirmou. “O setor ao agro tem um compromisso muito grande nas questões ambientais e sociais. O IDH das cidades onde as agroindústrias estão é significativamente maior do que nas cidades onde não estão”. Para ele, o agronegócio é protagonista em ESG, pois será sempre a vitrina, pois a sociedade cuida como o setor está cuidando do meio ambiente, dos animais, das pessoas. “Temos muitos desafios e os próximos cinco anos serão mais transformadores de todos os tempos, com a entrada de novas tecnologias”. Ele afirmou que o agro brasileiro tem o equivalente a 1 trilhão em áreas de preservação.

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Fórum, promovido pela Fiesc, debateu o tema

Pix é o preferido dos brasileiros para transferências

No entanto, sistema precisa avançar como meio de pagamento, revela estudo da Minsait

O Banco Central planeja soluções adicionais alavancadas no Pix

Uma vez superada a fase mais difícil do Covid-19, o ecossistema de pagamentos digitais entrou em transição acelerada no desenvolvimento de capacidades entre o mundo físico e digital. De acordo com a 11ª edição do Relatório de Tendências de Meios de Pagamento, que foi apresentado pela Minsait Payments, a pandemia continua a impulsionar a adoção dos meios de pagamento sem contato. Embora o uso do dinheiro ainda esteja em alta, o cartão mantém seu destaque, enquanto o percentual da população que utiliza meios digitais alternativos de pagamento continua aumentando. As fintechs e bigtechs, originalmente considerados outsiders no meio financeiro, estão se tornando parte do ecossistema, ganhando massa crítica perante o sistema de bancos tradicionais.

Os bancos tradicionais começam a dar lugar a novas empresas que atuam na área financeira e de pagamentos, especialmente os “neobancos”. Desta forma, embora o banco continue a ser a entidade com a qual mais operações se realizam, 64,5% da população adulta bancarizada tem algum tipo de serviço ou produto financeiro ou de pagamentos e cobranças através de neobancos e 26,2% os consideram sua instituição financeira principal. Isso também é impulsionado pelo fenômeno da multibancarização, pois praticamente oito de cada 10 brasileiros bancarizados operam com duas ou mais instituições bancárias.

As fintechs estão aumentando sua presença atraindo clientes por meio de propostas que eliminam taxas, excelente UX (experiência do usuário nos apps) e planos agressivos de expansão de mercado. Porém, no lado da receita, o lucro de comissões (incluindo assinaturas Premium) é baixo e insuficiente para cobrir os custos. Nesse ponto, o desafio para elas é grande para se equiparem a grandes bancos, pois devem ser desenvolvidos serviços bancários típicos, como financiamento, gestão de patrimônio e banco pessoal, o que implica a adoção e cumprimento de obrigações regulatórias, aumento da capacidade de gestão de risco e atendimento ao cliente.

Brasil encabeça a lista de países que mais usam cartões
No conjunto de treze países incluídos no Informe, havia mais de 1,5 bilhão de cartões em circulação, sendo que dois em cada três são cartões de débito e quase a metade corresponde ao mercado brasileiro e, considerando apenas o crédito, o Brasil concentra mais da metade. O relatório cita que o Pix está efetivamente mudando o cenário de pagamentos no Brasil, que já está consolidado em transferências entre contas (P2P), mas não tanto em pagamentos. Ainda há um caminho a percorrer para sua adoção no segmento P2B porque o Pix ainda não está integrado aos equipamentos dos lojistas. Por isso, a conciliação e outras necessidades ainda precisam ser feitas fora do seu sistema. Mas a ferramenta está em evolução. O Banco Central planeja soluções adicionais alavancadas no Pix. Estão por vir o Pix Cartão, Pix Offline ou Pix por aproximação, para permitir pagamentos sem a necessidade de conexão à Internet com cartão pré-pago e o Pix agendado para agendar pagamentos de uma conta com Pix.

Celular é o dispositivo mais usado para compras e serviços
Entre computador, tablet e smartphone, este último predomina no Brasil para envio de dinheiro e compras no e-commerce. O uso do celular saltou de 74,3% em 2020 para 82,8% em 2021. O computador pessoal tinha uso de 55,7% em 2020 e caiu para 51,3% em 2021. Já o tablet tem uso bem mais tímido, mas, mesmo assim, aumentou de 4,3% em 2020 para 5,3% em 2021. O relatório confirma que a pandemia multiplicou por quatro o uso de pagamentos sem contato P2B, tanto de cartões quanto de celulares, para o qual contribuiu o aumento dos limites de R$ 50 para R$ 200 para pagamentos sem PIN.

Em abril de 2021, o Banco Cenrtral abriu caminho para o WhatsApp permitir que seus usuários enviem e recebam dinheiro. Mas, para crescer, o WhatsApp Pay precisa estar presente como está dia a dia, inclusive profissional, em todo o sistema de pagamentos, em todas as bandeiras, emissores e adquirentes, e sua integração com os pagamentos especialmente para pequenas empresas. A nova cadeia de valor de pagamentos é moldada para crescer com base em dados e nas capacidades preventivas, preditivas e prescritivas da inteligência artificial. A Internet das Coisas e o Open Banking significarão avanços na oferta de soluções transparentes e omnichannel aos usuários, com os consequentes novos modelos de negócios baseados em novos casos de uso.

Open Finance avança para outros produtos
No Brasil, em conjunto com o projeto Pix, o Banco Central lançou em 2019 seu modelo de Open Banking. O processo já está avançado e na última fase começa com a expansão de produtos e serviços financeiros, como operações de câmbio, investimentos e seguros. De acordo com especialistas, a concorrência vai crescer, não só nas taxas de juros, mas também em modelos de negócios que favorecem o consumidor, com grande capacidade de melhorar o mercado, como varejistas que conhecem bem os padrões de consumo de seus clientes. Dessa forma, o Open Finance oferece a eles grandes oportunidades para crescer e personalizar sua oferta de produtos com acesso a dados financeiros.

Na análise dos dados do relatório, se prevê uma grande adoção de novas formas de pagamento como validação biométrica, pagamentos sem contato e virtualização. A tecnologia deve estar ao alcance dos usuários e, por esse motivo, a educação financeira e a alfabetização tecnológica são consideradas importantes desafios para bancos e fintechs, no sentido de desenvolvimento de soluções e infraestrutura que garantam o acesso à Internet e serviços financeiros para toda a população. Segundo o relatório, em meio às inovações dos sistemas de pagamentos, haverá muitas escolhas para o público:o consumidor irá preferir o que for mais confortável, e navegará entre o físico e o digital, refletido também nos pagamentos.

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No entanto, sistema precisa avançar como meio de pagamento, revela estudo da Minsait

Desemprego fica estável no primeiro trimestre

Não houve crescimento na busca por trabalho o período

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado cresceu 1,1% no primeiro trimestre

A taxa de desocupação foi estimada em 11,1% no trimestre encerrado em março, ficando estável frente ao trimestre anterior. Também houve estabilidade no número de desempregados, que totalizou 11,9 milhões de pessoas. Já a população ocupada, estimada em 95,3 milhões, caiu 0,5% na mesma comparação, o que significa 472 mil pessoas a menos no mercado de trabalho. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE.

De acordo com a coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a estabilidade da taxa de desocupação é explicada pelo fato de não haver crescimento na busca por trabalho no trimestre. O cenário é diferente daquele apresentado nos outros trimestres encerrados em março, quando, pelo efeito da sazonalidade, havia aumento da procura por trabalho. “Se olharmos a desocupação em retrospecto, pela série histórica da pesquisa, podemos notar que, no primeiro trimestre, essa população costuma aumentar devido aos desligamentos que há no início ano. O trimestre encerrado em março se diferiu desses padrões”, afirma. A taxa de desocupação é a menor para um trimestre encerrado em março desde 2016, quando também foi de 11,1%.

A queda dos trabalhadores por conta própria na comparação com o último trimestre foi de 2,5%, o que representa a saída de 660 mil pessoas dessa categoria. Desse contingente, 475 mil eram trabalhadores sem CNPJ. “Os empregados sem carteira no setor privado ficaram estáveis, depois de três trimestres em expansão. Já o número de trabalhadores por conta própria teve retração após cinco trimestres de aumento. No trimestre encerrado em março, essa queda no trabalho por conta própria respondeu pela redução no total da população ocupada”, comenta a pesquisadora.

Impactada por essa retração, a taxa de informalidade chegou a 40,1%, após redução de 0,6 ponto percentual. O número de informais caiu 1,9%, totalizando 38,2 milhões. A participação dos trabalhadores por conta própria sem CNPJ nesse recuo foi de 64%. Por outro lado, o número de empregadores cresceu 5,7%. São 222 mil pessoas a mais. O trabalho formal respondeu por boa parte desse número: 186 mil desses empregadores tinham CNPJ.

Outra categoria que cresceu foi a dos empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, que foram estimados em 34,9 milhões de pessoas. Frente ao trimestre encerrado em dezembro, é um aumento de 1,1%, ou de 380 mil pessoas. “Essa categoria cresceu pelo quarto trimestre consecutivo, porém em percentual menor ao observado nos trimestres de 2021, respectivamente, segundo (1,8%), terceiro (4,4%) e quarto (2,9%) trimestres. Embora tenha reduzido o ritmo de crescimento, a expansão do emprego com carteira vem contribuindo para um gradativo aumento da formalidade na ocupação”, afirma Adriana.

Em relação aos setores analisados pela pesquisa, apenas o da construção teve redução no seu contingente de trabalhadores na comparação com o trimestre anterior. O número de empregados desse segmento caiu 3,4%, ou 252 mil pessoas. Os outros setores ficaram estáveis. “A queda no número de ocupados na construção ocorreu principalmente entre trabalhadores por conta própria empregados sem carteira, que representam parcela relevante dos ocupados nessa atividade. A queda na informalidade no trimestre pode ser associada à redução desses trabalhadores na construção”, analisa.

Com a retração no contingente de ocupados, o crescimento da população fora da força de trabalho foi de 1,4%, o que equivale a uma adição de 929 mil pessoas. Já a força de trabalho potencial caiu 6,8% ou 610 mil pessoas. Esse grupo reúne aqueles que não estavam ocupados nem procuravam uma vaga no mercado, mas tinham potencial para se transformarem em força de trabalho. No mesmo período, 195 mil pessoas saíram do contingente de desalentados.

O rendimento médio real foi estimado em R$2.548, um crescimento de 1,5% em relação ao trimestre encerrado em dezembro. “Esse aumento é importante se considerarmos que esse indicador vinha em queda desde o segundo trimestre do ano passado. De modo geral, quando a participação dos trabalhadores formais aumenta, o rendimento médio da população ocupada tende a crescer”, explica a coordenadora. Na comparação com o trimestre encerrado em março do ano passado, houve queda de 8,7%. Já a massa de rendimento ficou estável frente ao trimestre anterior. Ela foi estimada em R$237,7 bilhões, ficando estável também na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Mais sobre a pesquisa
A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

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Não houve crescimento na busca por trabalho o período

Plataforma gratuita criada no Paraná encontra filmes nos streamings

Assista Mais é um guia de entretenimento que economiza tempo e oferece programa de pontos ao usuário que interage com anúncios na página

No Brasil, 63% do tempo que o público passa em frente à televisão é investido em plataformas de streaming

Plataforma exclusiva, desenvolvida para quem não gosta de perder tempo vasculhando streamings, o Assista Mais ajuda os espectadores de séries e filmes a encontrar as produções distribuídas nos diversos serviços disponíveis. O portal também oferece um programa de pontos para os usuários, que poderão trocá-los por diversos produtos. Os pontos são concedidos de acordo com a interação de usuários nas publicidades dentro da plataforma, e os anúncios podem ser vistos quando e na quantidade escolhida pelo cliente. Quanto maior a interação, mais pontos acumulados.

A plataforma é desenvolvida pela empresa paranaense Use Mais, um hub multisserviços de vários parceiros que oferecem condições especiais em diversas categorias. De acordo com Mariane Weigert, superintendente de produto e marketing da Use Mais, o guia de entretenimento auxilia a jornada do usuário para reduzir o tempo que ele gasta procurando o que assistir.

“Atualmente temos mais de 500 mil títulos disponíveis sob demanda e a cada dia surgem mais serviços de streaming que deixam os espectadores perdidos. Isso pode gerar um stress em algo que deve ser prazeroso. Então somos uma espécie de guia. A ideia é que o público tenha acesso totalmente gratuito e com todas as informações necessárias sobre os filmes e séries que estão disponíveis nos catálogos dos serviços, como Amazon Prime Video, Disney +, Star+, HBO Max, Globoplay, entre outros”, explica. Os usuários também podem selecionar produções favoritas para criar suas listas personalizadas, compartilhar conteúdos de filmes e séries, além de acessar as listas sugeridas Assista Mais.

Programa Use Mais Pontos

Por meio do Programa Use Mais Pontos, os usuários podem obter ainda mais benefícios na utilização da plataforma ao interagir com anúncios publicitários. Dentro da plataforma, após clicar em um link ou assistir a um vídeo, o usuário já começa a acumular pontos. No perfil estão visíveis as diversas opções de gift cards, de acordo com a preferência de cada um. Além dos serviços de streaming, os pontos poderão ser trocados por serviços como Uber, Ifood, Spotify, etc.

“Tanto o acúmulo de pontos quanto os resgates são simples e sem burocracia. Os usuários podem resgatar os itens rapidamente e em espaços mais curtos de tempo. É vantagem para quem usa e para os anunciantes, que poderão expor suas marcas para milhares de pessoas, nos espaços personalizados de vídeos ou banners, para atingirem a sua base de usuários, de acordo com a sua estratégia de comunicação, monetizando em pontos as visualizações”, diz Weigert.

Mercado de streaming no Brasil
O mercado de streaming vive um momento de ascensão. No Brasil, 63% do tempo que o público passa em frente à televisão é investido em plataformas de streaming, segundo a pesquisa CTV na América Latina: O Futuro Adiante, realizada pela Harris Interactive. Também de acordo com relatório da Finder, consultoria australiana que mede os 18 principais mercados de streaming do mundo, 65% dos adultos brasileiros têm pelo menos um serviço de streaming, número acima da média global de 56%. A pesquisa ainda revela que o Brasil ocupa o segundo lugar no número de pessoas com pelo menos um serviço, atrás apenas da Nova Zelândia (65,2%).

Na pandemia, de acordo com pesquisa da Kantar IBOPE Media, 58% dos usuários de internet disseram que viram mais vídeo e TV online em streaming pago nos períodos de isolamento. O tempo em frente à televisão aumentou 37 minutos diários e cada indivíduo passou cerca de 1h49 por dia assistindo a conteúdos em plataformas de streaming.

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Lojas Renner prevê abrir cerca de 40 novas lojas no ano

Portfólio da empresa soma 639 unidades físicas

Das 20 lojas que a Renner prevê inaugurar este ano, grande parte está localizada em cidades do interior

A Lojas Renner prevê a abertura de cerca de 40 novas lojas até o fim deste ano. A companhia avança não só no crescimento da marca Renner, que projeta ter 20 novas unidades, mas também nos outros negócios que compõem seu ecossistema de moda e lifestyle, com 10 espaços físicos da Youcom (marca de lifestyle jovem), cinco da Camicado (especializada em casa e decoração) e cinco da Ashua (focada no segmento curve e plus size).

Hoje, o portfólio da empresa soma 639 unidades físicas, contemplando as cinco regiões brasileiras, as oito operações no Uruguai e as quatro na Argentina. “Os pontos de venda físicos desempenham um papel fundamental no nosso processo de omnicanalidade, pois proporcionam experiência, encontro e relacionamento, complementando a jornada de compra dos clientes”, ressalta Fabiana Taccola, diretora de operações da varejista. “Além disso, têm funcionado como mini centros de distribuição, tendo em vista que boa parte dos pedidos online já são encaminhados a partir da loja mais próxima do consumidor, proporcionando agilidade”, completa.

No ano passado, a companha inaugurou 32 unidades, além de um piloto de Guide Shop, conceito de loja Renner, unindo princípios de atendimento e venda tanto online quanto offline. A Renner iniciou as inaugurações do ano expandindo seu modelo de loja circular. A segunda unidade do projeto pioneiro no Brasil, que conta com infraestrutura física baseada na economia circular e na omnicanalidade, abriu suas portas no Shopping Park Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Em outubro do ano passado, a varejista apresentou ao público a primeira loja circular do varejo brasileiro, também na capital fluminense.

Das 20 lojas que a Renner prevê inaugurar este ano, grande parte está localizada em cidades do interior. “Queremos ampliar a nossa capilaridade em regiões que ainda não contam com unidades físicas da marca”, explica a diretora. A Camicado também já inaugurou sua primeira unidade em 2022, no município de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Recentemente, a marca lançou modelo inovador, que transforma o ponto de venda tradicional, focado principalmente na exposição e comercialização dos produtos, em um espaço de experimentação, entretenimento, aprendizagem e oferta de soluções completas para as necessidades dos consumidores.

A evolução do conceito de PDV (ponto de venda) para PDX, ou ponto de experiência, foi pilotada na loja do Shopping Ibirapuera, em São Paulo, e será replicada em todas as unidades da marca que serão abertas em 2022.Já a Youcom, com previsão de abrir 10 novas lojas durante o ano, e Ashua, com cinco, pretendem expandir para estados que ainda não contam com unidades das marcas nas regiões Norte e Nordeste.

A Lojas Renner é a 16ª maior empresa da região e também a quinta maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Toots Thielemans, o ‘Rei da Gaita’, é homenageado com Doodle no Google

O Google está celebrando hoje os 100º aniversário do músico e compositor belga Toots Thielemans com um Doodle em sua página inicial para o Brasil, Estados Unidos e partes da Europa.

“O Doodle de hoje – ilustrado pela artista convidada Melissa Crowton – atinge todas as notas certas ao celebrar as contribuições de Toots Thielemans para o mundo do jazz no que seria seu 100º aniversário”, publicou o buscador.

Toots Thielemans

Um pequeno instrumento produzia sons comoventes quando estava nas mãos do músico e compositor belga Toots Thielemans. 

Conhecido por suas habilidades cromáticas de gaita, ele se destacou no gênero do jazz. Ele também tocou guitarra e profissionalmente subiu nas paradas internacionais ao longo de sua carreira musical. 

Toots pegou o acordeão aos três anos de idade e rapidamente se viu entretendo as pessoas em tenra idade. Ele eventualmente cresceria e se tornaria um músico performático no café de seus pais. 

Quando adolescente, ele colocou as mãos em uma gaita, mas não foi até ouvir Louis Armstrong em disco que ele descobriu o jazz. No início dos anos 1940, ele pegou o violão e começou a se apresentar e fazer turnês com outros músicos talentosos. 

Tocando ao lado de figuras do jazz e do blues como Quincy Jones, Billy Joel, Stevie Wonder e Frank Sinatra, Toots se tornou um marco no rádio e na televisão. 

Ele gravou 21 discos, foi destaque em comerciais de Old Spice e Firestone, bem como trilhas sonoras de filmes. Um de seus solos de gaita mais reconhecidos foi para a música tema da Sesame Street da PBS-TV. 

Toots é amplamente considerado um tocador de gaita incomparável e um verdadeiro mestre do jazz. Ele continuou gravando com outros artistas e se apresentando publicamente até tarde em sua vida. 

Após sua morte, muitos colecionaram e exibiram seus discos, canhotos de ingressos e autógrafos, enquanto os museus exibiam itens doados e instrumentos de sua coleção pessoal.

O Google está celebrando hoje os 100º aniversário do músico e compositor belga Toots Thielemans com um Doodle em sua página inicial para o Brasil, Estados Unidos e partes da Europa. “O Doodle de hoje – ilustrado pela artista convidada Melissa Crowton – atinge todas as notas …

Há 22 anos ditando novos ritmos no marketing

A Dinamize atende mais de 22 mil marcas graças a um investimento intenso em automação

O posicionamento da Dinamize sempre foi de auxiliar empresas a aumentar resultados através de softwares

A Dinamize nasceu em julho de 2000 como uma típica agência digital que fazia de tudo um pouco. Durante cinco anos, oscilou em projetos, faturamento e sócios, até que Jonatas Abbott e Allan Luz compraram 66% da empresa. O pequeno negócio de um funcionário, 23 clientes e R$ 16 mil de faturamento mensal foi reinventado, adentrando o ramo de Email Service Provider (ESP). Com forte investimento em marketing e vendas, cresceu rapidamente, tornando-se referência no mercado brasileiro. Em 2008, já possuía mais de seis filiais e 300 canais autorizados no Brasil. Vinte e dois anos depois, a Dinamize segue sendo uma empresa independente, que avança com recursos próprios e atende mais de 22 mil marcas.

Os resultados não chegaram à toa. O posicionamento da Dinamize sempre foi de auxiliar empresas a vender mais e aumentar resultados através de softwares que encurtam ou eliminam a distância entre a empresa e seu público. “É esse posicionamento que mantém a Dinamize nas mentes de marketeiros e diretores comerciais”, pontua Jonatas Abbott, sócio e diretor executivo da empresa. É assim, também, que a empresa mantém um norte para novos produtos e features, sempre voltados ao resultado. “As vendas e o marketing são os pulmões de qualquer mercado, ou talvez podemos chamar de musculatura, já que move a empresa e dita seu ritmo. Um posicionamento voltado para Vendas e Marketing é sempre sexy e jovem e ajuda no engajamento de marca”, avalia Jonatas.

Com tantas mídias e canais digitais para se fazer presente, a internet tem se tornado um desafio constante. Automatizar processos e criar réguas de relacionamentos automatizadas passou a ser imperativo como forma de ganhar tempo, engajamento e resultado. A grande sacada da Dinamize foi que momentos como boas vindas, primeira compra, abandono de carrinho e a própria captação de dados podem ser automatizados. O ganho em escala é percebido já nos primeiros 30 dias. 

Para todos os gostos

 

A Dinamize atende desde a pequena imobiliária do interior do Paraná até a Coca Cola Brasil. Os setores de mercado também são bem variados, de serviços a comércio e indústria. Para atender satisfatoriamente a um leque tão variado de clientes, a empresa conta com profissionais capazes de orientar todos os níveis de maturidade digital de todos os clientes. Um dos resultados dos quais a Dinamize mais se orgulha é uma ação criada para a Convexo, que uniu online e offline. “Ter uma base de dados qualificada e segmentada é sempre crucial para uma marca, e nada melhor do que pegar um lead ‘dentro de casa'”, explica Jonatas. Tendo isso em vista, a Dinamize criou um totem inteligente, online e automatizado para a Convexo. Com um tablet encaixado e nele uma landing page com campos de contato, o totem fica num ponto de alta circulação de pessoas. O visitante coloca seus dados e recebe um e-mail que vale um brinde.

“Mas o mais legal é que ele não está apenas fornecendo seus dados para a Convexo, mas entrando numa régua de automação de marketing digital em que receberá um e-mail de boas-vindas. Dependendo de onde ele clicar, receberá um segundo e-mail, já levando-o para um produto ou conteúdo de interesse que resultará numa venda ou pelo menos num engajamento do lead”, descreve Jonatas. Essa ação levou a Convexo a aumentar a sua base em mais de 15% ao mês, além de criar uma experiência diferente dentro da loja, unindo o mundo físico com o virtual.

A Dinamize atende mais de 22 mil marcas graças a um investimento intenso em automação

Sul tem saldo de 176 mil postos de trabalho no trimestre

Rio Grande do Sul obteve o melhor saldo da região em março

O Brasil fechou março com a criação de 136.189 empregos formais

O Sul obteve um saldo de 176.600 postos de trabalho no acumulado até março, de acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados nesta quinta-feira (28). Enquanto o Rio Grande do Sul obteve o melhor saldo em março (13.744), Santa Catarina lidera no trimestre (64.038).

O Brasil fechou março com a criação de 136.189 empregos formais. O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado. O saldo de março último foi resultado de 1.953.071 contratações menos 1.816.882 de demissões. O estoque de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos no país, encerrou março 41,2 milhões de empregados, variação de positiva de 0,33% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano de 2022, foi registrado saldo de 615.173 empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos.

“Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos”, destacou o ministro José Carlos Oliveira, durante apresentação do resultado. “Nos permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos”, acrescentou. Os dados mostram que saldo positivo do nível de emprego em março foi registrado em quatro dos cinco grupos de atividades econômicas. A maior parte, no total de 111.513 novos empregos, foi gerada no setor de serviços, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.

O setor de construção civil foi o segundo que gerou mais empregos em março, com saldo positivo de 25.059 postos de trabalho, seguido pela indústria (15.260 novos empregos) e comércio, com saldo de 352. O setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve saldo negativo de geração de empregos, com 15.995 desligamentos a mais do que contratações.

Os dados do Caged vêm de onde?
O Caged deve ser preenchido por empregadores com informações sobre admissões e desligamentos de funcionários da empresa. O formulário deve ser enviado por meio de um sistema próprio na internet. Há penalização para as empresas que dispensarem ou contratarem empregados e não derem essa informação ao Ministério do Trabalho.

Com base nos cadastros, é possível saber quantas vagas foram abertas e fechadas no país durante um mês e calcular o número de aberturas de vagas líquido (contratações menos desligamentos). É possível saber a abertura e fechamento de vagas por região e setor.

Os dados só abrangem os contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), diferentemente da Pnad, que abarca também o setor informal e autônomos. Sua série histórica começa em 1992, embora tenha sofrido mudanças metodológicas que impossibilitam a comparação com números anteriores ao ano de 2020.

Uma portaria de outubro de 2019, por exemplo, mudou o sistema de preenchimento de dados, que é feito hoje pelo pelo eSocial, e passou a reunir mais informações na mesma base de dados. O novo Caged tornou obrigatório informar a admissão e demissão de empregados temporários. Antes, essa comunicação era facultativa.

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Com Agência Brasil

Rio Grande do Sul obteve o melhor saldo da região em março