Archives Abril 2022

Catarinense Selbetti anuncia aquisição da gaúcha Printmax

O valor da negociação não foi divulgado pelas empresas

Em 2021, a Selbetti alcançou seu melhor resultado, com crescimento de 52% e um faturamento que superou os R$ 300 milhões

Dando continuidade ao seu processo de expansão e diversidade de produtos em seu portfólio, a Selbetti, maior integradora de Outsourcing em TI do Brasil, anuncia sua segunda compra de operações em 2022, a 24ª da empresa. A Printmax, sediada em Erechim (RS), se une à Selbetti para, juntas, ampliarem as suas soluções focadas em softwares, outsourcing e impressão 3D. O valor da negociação não foi divulgado pelas empresas.

Com a nova aquisição, a companhia, que possui escritórios também em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, agrega mais de 6.600 equipamentos e uma carteira com 190 clientes para a Selbetti nos segmentos: varejo (lojas de departamento), saúde (redes de farmácias e hospitais), serviços (aeroportos) e grandes indústrias.

Para o CEO da Selbetti, José Nauro Selbach Júnior, a nova aquisição representa um importante passo na consolidação da Selbetti como principal fornecedora de seus clientes. “Nossa ideia é ampliar o repertório para atender diferentes demandas de negócios. Nós queremos agilizar as necessidades dos clientes, nos antecipando às suas demandas e possibilitando a oportunidade de encontrar as soluções que precisam em um único lugar”, destaca o executivo, em nota.

Em 2021, a Selbetti, sediada em Joinville (SC), alcançou seu melhor resultado, com crescimento de 52% e um faturamento que superou os R$ 300 milhões. Para 2022, a companhia, projeta um novo recorde, com um salto de 50% e faturamento de R$ 450 milhões, somando as divisões de MPS (Managed Print Services); DaaS (Device as a Service), com a locação de notebook, desktop, tablet e outros ativos de TI.

Fundada em 1977, a Selbetti iniciou sua história comercializando calculadoras, máquinas de escrever e móveis para escritório. Foi com constantes inovações e evoluções que a Selbetti passou a incorporar novos produtos e serviços ao seu portfólio, como inteligência artificial, assinatura digital e eletrônica de documentos, entre outras tecnologias.

O valor da negociação não foi divulgado pelas empresas

Conta de luz não terá cobrança extra a partir do dia 16 de abril

A perspectiva é de que a bandeira verde vigore até o final do ano

A bandeira de escassez hídrica gerava uma taxa extra na conta de energia elétrica de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora

O governo anunciou na quarta-feira (6) o fim da bandeira de escassez hídrica, em vigor desde setembro do ano passado, e que gerava uma taxa extra na conta de energia elétrica de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Com o fim da bandeira, não haverá mais cobrança de taxa extra na conta de luz. A medida entra em vigor a partir do dia 16 de abril. A conta deve ficar 20% mais barata.

A tarifa extra foi aprovada em meio à crise hidrológica que afetou o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país em 2021. As usinas são a principal fonte geradora de energia elétrica no país. De acordo com o governo federal, foi a pior seca em 91 anos.

“Em 2021, o Brasil enfrentou a pior seca já registrada na história. Para garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica, o país utilizou todos os recursos disponíveis e o governo federal teve que tomar medidas excepcionais. Com o esforço dos órgãos do setor, o país conseguiu superar esse desafio, os reservatórios estão muito mais cheios que no ano passado e o risco de falta de energia foi totalmente afastado”, diz a nota do Ministério das Minas e Energia (MME).

Segundo a nota, o reservatório da usina de Furnas terminou o mês de março acima de 80% de seu volume útil. O governo também informou a retomada da operação da Hidrovia Tietê-Paraná, que ficou interrompida por sete meses. Já havia uma previsão de que a bandeira de escassez hídrica, patamar mais alto já adotado pelo governo, terminaria no final deste mês, mas a medida anunciada pelo MME antecipa a redução em cerca de 15 dias. A perspectiva do governo é de que a bandeira verde vigore até o final do ano.

Com Agência Brasil 

A perspectiva é de que a bandeira verde vigore até o final do ano

Comércio eletrônico aquece o mercado de galpões logísticos no Paraná

Curitiba, São José dos Pinhais e Campina Grande do Sul lideram volume de negócios no Estado

Operações podem gerar mais de mil vagas de trabalho

Em meio à explosão do e-commerce e à mudança do modelo de consumo, o setor de locação de galpões registrou um crescimento expressivo em 2021. Os condomínios logísticos, que já vinham de uma tendência de alta, bateram recordes no cenário nacional puxados pelo avanço do comércio eletrônico. No Paraná, Campina Grande do Sul, que abriga um dos principais condomínios logísticos do estado, tem um dos maiores estoques, atrás apenas de Curitiba e São José dos Pinhais. Outras cidades em destaque são Pinhais, Araucária e Quatro Barras.

De acordo com a pesquisa de mercado feita pela Top Soluções Imobiliárias, quando analisadas as seis cidades, a taxa de vacância, que indica o percentual de metros quadrados disponíveis para locação, sofreu um acréscimo no quarto trimestre 2021, com 11,6%. Mesmo com a alta, o percentual não significa que há espaços ociosos. Na verdade, o número reflete aumento de oferta: o Mega Centro Logístico, administrado pela Capital Realty, empresa líder no Sul, aumentou sua área para receber novos clientes em 2022, por causa da intensa demanda. O condomínio deve receber novas obras de expansão no futuro. Ainda segundo o relatório, a absorção líquida do período das seis cidades – saldo entre novas locações e devoluções – fechou o ano com 26.369 metros quadrados.

“A pandemia acelerou uma mudança nos hábitos de consumo da população, impulsionando significativamente as compras via internet. Itens que eram comprados nas lojas físicas passaram a ser feitos nos sites. Hoje, as famílias compram itens online para consumo diário, inclusive em supermercados. A agilidade na entrega tornou-se um fator preponderante neste novo mercado, fazendo com que estas empresas invistam em novos centros de distribuição, descentralizados e próximo ao seu cliente. Esta tendencia continuará aquecida, garantindo um crescimento dos condomínios logísticos nos próximos anos”, analisa Jaime Galperin, diretor da Top Soluções Imobiliárias.

A pesquisa apontou um valor médio de R$ 19,24 por metro quadrado, com um significativo aumento em relação ao período anterior, 8,7%. Em São José dos Pinhais, o valor de locação no quarto trimestre de 2021 foi de R$ 20,04 por metro quadrado. Em Pinhais, este valor foi de R$ 18 e na capital paranaense, a média pedida por metro quadrado foi de R$ 19,67.

A Capital Realty entregou em janeiro a ampliação de seu principal condomínio logístico, o Mega Curitiba. O empreendimento fica em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana da capital, e passou a oferecer em 2022 mais de 27 mil metros quadrados de áreas de armazéns, permitindo que novas empresas usem o espaço para montar seus centros de distribuição. Com a ampliação, o condomínio passou de 70 mil para aproximadamente 100 mil metros quadrados de área construída.

A Capital Realty é uma das principais empresas no Paraná e o complexo recebeu investimento de R$ 50 milhões. A empresa conta com um portfólio de mais de 500 mil metros quadrados de área construída. Na avaliação do CEO, Rodrigo Demeterco, a entrega é estratégia para atrair novas empresas para o estado. “A transformação do varejo e a adesão dos consumidores brasileiros ao e-commerce têm impulsionado as locações de galpões logísticos no estado do Paraná e no Sul como um todo. Houve um crescimento expressivo com a entrada de grandes companhias na região e essas empresas são atualmente os maiores demandadores de espaço”, analisa.

Campina Grande do Sul é uma cidade que está às margens da BR-116, principal ligação do Sul com São Paulo. Destacam-se também às rodovias que dão acesso à BR-376 (ligação do norte com o litoral de Santa Catarina via BR-101) e BR-476 (ligação com sul do estado). A cidade tem um parque industrial concentrado no segmento alimentício, metalmecânico, plástico, tintas e móveis. Já Curitiba concentra grandes e pequenos galpões na região sul da cidade, onde fica a maior parte de suas indústrias. A proximidade com a região central favorece o last mile logístico e a estrutura viária é de alto tráfego, já que o traçado do contorno rodoviário oferece fácil acesso às principais rodovias.

Com o crescimento dos galpões, a economia local nas cidades que abrigam esses grandes empreendimentos também é fortalecida. No Mega Curitiba, apenas a operação de uma grande empresa de social e-commerce, que opera no local, emprega mais de 300 pessoas atualmente. Somando todas as operações atuais, o Mega tem capacidade de gerar de 800 a 1000 empregos para atender a demanda logística.

Mercado nacional
O mercado de condomínios logísticos encerrou o ano superando a marca de 19 milhões de metros quadrados de alto padrão no país, de acordo com o relatório mais recente da Colliers International Brasil. Entre novos empreendimentos e ampliações no quarto trimestre de 2021, foram entregues 837 mil metros quadrados no período e o acumulado do ano ultrapassou os 2 milhões de metros quadrados. O trimestre registrou absorção líquida de 450 mil m², e a taxa de vacância do setor está em 11,4%.

Os setores que mais se destacaram nas locações do quarto trimestre foram os de varejo (21%) e e-commerce (16%). Dos 837 mil metros quadrados de novos empreendimentos entregues durante o trimestre, a grande maioria está localizada no estado de São Paulo, que é o maior polo logístico do Brasil. Ao todo, foram entregues 15 novos imóveis no quarto trimestre em 9 estados.

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Curitiba, São José dos Pinhais e Campina Grande do Sul lideram volume de negócios no Estado

Volvo amplia, no Sul, o maior campo de provas da marca fora da Europa

Infraestrutura está localizada no mesmo terreno da fábrica em Curitiba

O Brasil é atualmente o segundo maior mercado mundial de caminhões Volvo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos

A Volvo acaba de expandir e modernizar o seu campo de provas de caminhões e ônibus na América Latina. Localizada no mesmo terreno da fábrica de Curitiba (PR), é a mais moderna instalação do gênero da Volvo fora da Europa. “Ampliamos e renovamos toda a infraestrutura, com as mais avançadas soluções de engenharia. Todos os testes feitos com os veículos aqui terão correspondência e validade para os mercados mundiais mais exigentes”, anuncia Rafael Barreto, diretor de engenharia de testes da Volvo na América Latina.

A área total tem cerca de 87 mil metros quadrados. O campo conta com sete diferentes pistas para testes de durabilidade, estabilidade, freios, conforto e certificação de ruído. “Os testes realizados neste novo campo de provas reproduzem todas as condições encontradas nas estradas do Brasil e de toda a América Latina”, diz Barreto. A última etapa, relacionada às pistas de dinâmica veicular e rampas de teste, foi concluída no começo deste mês. As obras se estenderam por quase três anos e demandaram um esforço de várias áreas da Volvo, principalmente da engenharia do Brasil e da Suécia. Respeitando todas as demandas e limites ambientais, em seu período de construção foram movimentados 170 mil metros cúbicos de terra, o equivalente a 14 mil caminhões caçamba. O valor do investimento na obra não foi revelado pela companhia.

No complexo, os engenheiros e técnicos da Volvo usam métodos de testes que vêm sendo constantemente desenvolvidos e aprimorados para acompanhar a evolução do mercado e as aplicações dos caminhões. “Isso se traduz em veículos mais robustos, avançados e com melhor performance para os transportadores em todo o mundo”, explica o executivo. Ele lembra que ter uma infraestrutura de testes tão completa oferece agilidade no desenvolvimento e na adequação dos veículos, respondendo rapidamente às crescentes necessidades dos operadores de transporte.

O campo é um verdadeiro laboratório para o desenvolvimento de veículos pesados. Ele está posicionado a poucos metros dos escritórios de engenharia da Volvo no Brasil, facilitando o trabalho dos engenheiros brasileiros e do exterior, garantindo flexibilidade para os novos projetos de caminhões desenvolvidos no Brasil, em conjunto com os especialistas de outros países. O complexo também permite sinergia com as demais áreas de negócio do Grupo Volvo, bem como a redução de emissões de gases, uma vez que os testes são concentrados, otimizados, e realizados dentro da própria fábrica.

“O investimento nesta ampliação do campo de provas foi uma decisão estratégica global da Volvo que demonstra a importância do nosso mercado para a marca”, destaca Alexandre Parker, diretor de assuntos corporativos do Grupo Volvo na América Latina. O Brasil é atualmente o segundo maior mercado mundial de caminhões Volvo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, país com um transporte rodoviário de cargas muito maior.

No Brasil, as pistas foram preparadas para a capacidade de carga de 21 toneladas por eixo, o equivalente a mais que o dobro dos limites das rodovias do país. Todo o design e a conceituação da estrutura latino-americana de testes são resultado do conhecimento dos especialistas globais da Volvo, em conjunto com os engenheiros brasileiros. “Isso significa que os resultados obtidos aqui são rigorosamente os mesmos que seriam conseguidos na Europa ou Estados Unidos, por exemplo. Trouxemos para um só local o melhor de cada uma das pistas de testes da marca”, orgulha-se Barreto.

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Infraestrutura está localizada no mesmo terreno da fábrica em Curitiba

Conselho da Petrobras fará deliberação sobre presidente

Adriano Pires deverá substituir Joaquim Silva e Luna

A próxima assembleia geral ordinária deverá acontecer em 13 de abril

A Petrobras informou, em nota, que recebeu ofício do Ministério de Minas e Energia (MME) e que, em data futura, deliberará sobre a indicação de Adriano Pires de Andrade para a presidência da empresa. Segundo o documento, a próxima assembleia geral ordinária – que deverá acontecer em 13 de abril – avaliará duas substituições para a eleição de membros do conselho administrativo.

Graduado em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com mestrado em Planejamento Energético e doutorado em Economia Industrial pela Universidade Paris XIII, Adriano Pires já foi superintendente de Abastecimento e superintendente de Importação e Exportação de Petróleo da Agência Nacional do Petróleo.

Com Agência Brasil 

Adriano Pires deverá substituir Joaquim Silva e Luna

Vendas e lucro da Panvel ganham tração

Receita líquida subiu 14,4% enquanto o resultado foi 38,9% maior do que em 2020

A Panvel é a 63ª maior empresa da região e também a 26ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

O Grupo Panvel anunciou que alcançou R$ 3,2 bilhões em vendas em 2021, valor 14,4% maior do que o exercício de 2020. O lucro líquido avançou ainda mais: R$ 88,7 milhões, total 38,9% maior em comparação com 2020 (veja os principais resultados na tabela ao final desta reportagem). A empresa, dona da rede de farmácias Panvel, revela em seu relatório trimestral que esse foi o período com o maior volume de investimentos da história da companhia. “Após o follow on realizado em julho de 2020, entramos em um novo e crescente ciclo de investimentos que se encontra em seu segundo ano, focado nas operações de loja, na logística e em tecnologia”, destaca a Panvel.

Com a abertura de 22 lojas entre outubro e dezembro, a rede chegou a um total de 60 novas unidades em apenas 12 meses, um recorde para a companhia. Foram inauguradas 36 lojas no Rio Grande do Sul, 13 em Santa Catarina e 11 no Paraná (veja o gráfico a seguir). “O plano de expansão está em linha com a estratégia de adensamento regional na região Sul, principalmente fora das capitais, e incremento da capacidade digital”, diz a companhia no seu balanço trimestral.

“Seguimos com a estratégia de adensamento regional no Sul do país, principalmente fora das capitais, e incremento da capacidade digital, fechando o ano de 2021 com um total de 517 lojas”, afirma o CEO do Grupo Panvel, Julio Mottin Neto. Além das aberturas realizadas ao longo do ano, a Panvel transferiu sete filiais para pontos com maior potencial de venda. Outras nove unidades foram encerradas porque não atendiam mais ao perfil e potencial de venda determinado pelos padrões de operação.

No quarto trimestre de 2021, a participação da Panvel no Sul alcançou 12%, uma evolução de 0,1 ponto percentual sobre o mesmo período do ano anterior, com crescimento em todos os estados. “Esses números refletem a qualidade da operação das lojas já existentes da Panvel e a assertividade da execução do nosso plano de expansão. Ao analisar o nosso market share por região (capital e Interior), e também por estado, as oportunidades de expansão são bastante claras, tanto no interior do Rio Grande do Sul, quanto em Santa Catarina e no Paraná”, declara a companhia.

Os investimentos, que aumentaram 2,5 vezes em comparação a 2019 e são pontuados como os maiores da história da companhia, foram focados nas operações de loja, na logística e em tecnologia. A abertura do novo Centro de Distribuição em São José dos Pinhais (PR) foi um movimento fundamental para dar mais fôlego ao novo ritmo de crescimento da Panvel, em especial nos Estados de Santa Catarina e Paraná, onde os efeitos positivos já serão percebidos ao longo deste ano.

O digital continua com performance acima da média de mercado: 15,3% de participação no quarto trimestre e 15,9% de participação no acumulado do ano. “São resultados obtidos em um trimestre de forte crescimento de vendas da Panvel nas lojas físicas, o que nos mostra que o digital é um diferencial competitivo importante da companhia, que segue como benchmark do setor”, destaca Mottin Neto.

O Grupo Panvel assumiu, a partir do dia 21 de março, a sua marca mais conhecida no mercado com o objetivo de potencializar a visibilidade e a força de todo o grupo – que engloba uma das maiores redes de farmácias do país, o laboratório Lifar e a distribuidora Dimed. A Panvel é a 63ª maior empresa da região e também a 26ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Receita líquida subiu 14,4% enquanto o resultado foi 38,9% maior do que em 2020

EUA: Google ganha consultas médicas na pesquisa

O Google anunciou que está disponibilizando informações sobre consulta médicas diretamente nos resultados de pesquisas.

Se alguém procurar um médico ou consultório médico, verá que tipos de consultas estão disponíveis e a data da primeira consulta.

Um botão “reservar” irá direcioná-los para um site de terceiros para marcar uma consulta.

A empresa está trabalhando inicialmete com a MinuteClinic da CVS e outros profissionais de saúde o lançamento inicial.

A novidade foi lançada apenas nos EUA.

O Google anunciou que está disponibilizando informações sobre consulta médicas diretamente nos resultados de pesquisas. Se alguém procurar um médico ou consultório médico, verá que tipos de consultas estão disponíveis e a data da primeira consulta. Um botão “reservar” irá direcioná-los para um site de …

ESG: 65% das empresas pretendem criar área específica

Especialista reforça que adequar organização aos padrões ESG aumenta competitividade e credibilidade no mercado

Mais de 90% dos líderes e gestores entrevistados afirmaram que as boas práticas de sustentabilidade podem trazer ganhos

Empresas de todos os setores buscam rever seus processos para estarem cada vez mais aderentes ao ESG – environmental, social and governance. A famosa sigla mensura o quanto as organizações estão comprometidas em minimizar impactos sociais e ambientais de suas operações e se tornou parâmetro de análise de investidores, quando querem decidir onde aplicar recursos.

“Além da importância da sustentabilidade dos negócios em si, o ESG se tornou requisito indispensável para uma empresa se manter competitiva no mercado. Fundos de investimento e investidores em geral olham com bastante atenção esses critérios na hora de definir seus aportes”, explica Marcos Untura, Head de Privacidade e Cibersegurança da keeggo, parceira de empresas e startups na transformação digital das organizações.

A pesquisa “Visão do Mercado Brasileiro sobre os Aspectos ESG”, realizada recentemente pela Bravo Research, mostrou que, apesar de ser um tema em alta, empresas ainda estão compreendendo sua relevância e seu impacto. Mais de 90% dos líderes e gestores entrevistados afirmaram que as boas práticas de sustentabilidade podem trazer ganhos, no entanto, 54% ainda não possuem uma área dedicada ao ESG em suas empresas e 63% não souberam quantificar quanto pretendem investir nisso. Ainda assim, 65% afirmaram pretender criar essa área nos próximos dois anos.

“A maioria das empresas já identificaram a necessidade de implantar ações de ESG em sua cultura interna, mas grande parte não sabe de fato por onde começar. As empresas que tiverem esse mindset bem estabelecido estarão à frente no mercado. Medir esses resultados é outro desafio, portanto, é preciso lidar com essa temática atuando de ponta a ponta e não somente em reuniões estratégicas da alta cúpula”, orienta Untura.

Como medir indicadores de ESG
A definição e medição de indicadores de ESG são um ponto importante do processo. As empresas podem escolher os indicadores que serão divulgados e alguns cuidados são importantes. Um artigo da Harvard Business Review indicou três erros comuns cometidos por líderes e gestores. O primeiro deles é medir os sinais e ignorar os processos, pois é preciso considerar o que está além dos números e entender o que levou a esses resultados.

Outra atitude errada é mensurar o que está aparente e ignorar o sistema. Ou seja, buscar a resolução de um problema sem considerar a complexidade na qual ele está inserido pode levar a decisões erradas. Por fim, nem sempre o que pode ser mensurado tem mais valor: as emissões de CO2 são um bom exemplo. Apesar de serem fáceis de medir e monetizar por meio de créditos de carbono, não costumam considerar os impactos na biodiversidade, cuja relação de causa e efeito é mais complexa.

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Especialista reforça que adequar organização aos padrões ESG aumenta competitividade e credibilidade no mercado

Como declarar Imposto de Renda: guia completo em 6 passos – IRPF 2022

Todo contribuinte que vive no Brasil e acumula uma renda tributável acima de R$ 28.559,70 deve, anualmente, prestar contas à Receita Federal durante os meses de março e abril. Neste processo, porém, muitas dúvidas sobre como declarar o imposto de renda surgem entre os milhares de cidadãos que prestam contas ao governo.

Para ajudar você a evitar dores de cabeça e declarações atrasadas, o Exponencial preparou um guia completo sobre o assunto. A seguir, saiba mais sobre:

  • Novidades do Imposto de Renda 2022
  • Quem precisa declarar IR
  • Passo a passo para declarar o Imposto de Renda
  • Documentos necessários para a declaração
  • Como declarar empréstimos no IR
  • Como declarar investimentos no IR
  • Como declarar poupança no IR
  • Como declarar ações no IR
  • Como funciona a restituição do imposto
  • Declaração de IR para PJ

Novidades do imposto de renda 2022: o que mudou?

Houveram poucas novidades no IR 2022, mas podemos destacar:

  • Prazo de entrega um menor – neste ano o prazo começa no dia 07 de março e vai até 29 de abril.
  • Restituição paga através do PIX – o primeiro lote de pagamentos via PIX será feito no dia 31 de maio.

Quem deve declarar o Imposto de Renda?

De acordo com a Receita Federal é obrigatória a declaração de todos os contribuintes que tiveram rendimento anual superior ao teto de 28.559,70 reais, em média de 2.379,98 reais por mês, incluindo salário e rendas extras.

Além disso, a declaração do IR é obrigatória para contribuintes nos seguintes casos:

  • Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (por exemplo: indenizações trabalhistas, caderneta de poupança ou doações) em valor superior a 40 mil reais.
  • Obtiveram, em qualquer mês, ganhos na venda de bens ou direitos sujeitos à incidência de Imposto de Renda, como imóveis vendidos com lucro.
  • Realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas (investimentos).
  • Tiveram, no ano anterior, receita bruta em valor superior a 142.798,50 reais em atividade rural.
  • Tinham, até o ano anterior, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a 300 mil reais.
  • Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e permanecer nesta condição até o fim do ano anterior à declaração.

Quem não prestar contas à Receita Federal terá que pagar uma multa no valor mínimo de R$ 165,74. Esse valor pode ser elevado a até 20% do imposto total devido. Portanto, é preciso ficar atento às regras e prazos.

Isenção do IR

De acordo com as regras estipuladas pela Receita Federal, estão automaticamente isentas do IRPF pessoas que tiveram rendimentos abaixo de 28.559,70 reais no ano anterior à declaração.

Mas há também casos específicos nos quais o cidadão pode solicitar a isenção do imposto, tais como:

  • Aposentados e pensionistas com mais de 65 anos de idade que tiveram uma renda mensal inferior a 3.807,96 reais no ano anterior à declaração.
  • Pessoas portadoras de doenças graves, incluindo portadores de HIV, alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, esclerose múltipla e outras 11 patologias descritas no site da Receita Federal (mediante laudo pericial).
  • Pessoas com rendimentos relativos a aposentadoria, pensão ou reforma.

Vale destacar que caso a pessoa portadora da doença exerça uma atividade remunerada, não terá direito à isenção de IR. Isso acontece porque, para ter a isenção, a origem de seus rendimentos deve ser aposentadoria, pensão, reforma ou outro benefício previdenciário.

Como declarar Imposto de Renda: passo a passo

O processo para a declaração do Imposto de Renda é simples e o sistema disponibilizado pela receita Federal é bastante intuitivo. No entanto, a inserção dos dados exige cautela, a fim de evitar erros e cair na malha fina.

Para te ajudar nesta tarefa, listamos um passo a passo com base nos dados oficiais da Receita Federal. Confira:

Passo 1 – Reúna os documentos necessários

Antes de iniciar a sua declaração do Imposto de Renda é importante organizar os documentos que serão necessários para o preenchimento. Os principais são:

  • Documentos pessoais: RG, CPF, título de eleitor e comprovante de residência;
  • Cópia da declaração do IR do ano anterior: quem fez a declaração de Imposto de Renda no ano passado deve ter uma cópia do arquivo salva no computador ou uma versão impressa, que pode agilizar o novo preenchimento.
  • CPF dos dependentes: quem possui dependentes legais deve informar o CPF, inclusive das crianças.
  • Informe de rendimentos: documentos recebidos das fontes pagadoras (salário), agentes financeiros e corretora de valores, por exemplo.
  • Cópias de recibos e notas fiscais emitidas (autônomos).
  • Extrato do INSS: aposentados podem acessar o extrato do INSS no Portal Meu INSS ou retirar o extrato nas agências do INSS, com agendamento prévio pela internet.
  • Informe de pagamento de contribuições a entidades de previdência privada (e CNPJ da entidade).
  • Comprovante de rendimento e pagamento de aluguéis: comprovantes ou recibos dos depósitos bancários.
  • Recibos de procedimentos médicos e odontológicos (necessário o CNPJ da entidade).
  • Comprovante de gastos com educação: despesas com escolas de ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação ou técnico.
  • Comprovantes de compra e venda de bens.
  • Documentos referentes a rescisões trabalhistas com valores individualizados de salários, como férias, FGTS e 13º salário.
  • Documentos de outros rendimentos do período, como pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras.

Passo 2 – Acesse o Programa IRPF da Receita Federal

Se você fez declaração de Imposto de Renda no ano passado, provavelmente deve ter uma cópia do arquivo salva no computador ou uma versão impressa. Esse arquivo vai facilitar a atualização da declaração atual, especialmente a relação de bens.

Mas, se for for declarar o IR pela primeira vez, será necessário acessar o programa IRPF, disponível para download.

Como fazer o download do Programa IRPF

Veja como é simples fazer o download do Programa:

Acesse o site da Receita Federal, clique em “download do programa” e escolha o dispositivo em que deseja baixar o arquivo. Você pode fazer pelo computador e escolher entre: Windows, Multiplataforma e Outros (MAC, Linux e Solaris) e ainda pelo aplicativo disponível para Android iOS. Em seguida, clique em “download”.

Aguarde o carregamento e clique no documento para iniciar a instalação. O atalho do programa será instalado na tela do seu computador. Depois de instalado, procure o ícone do programa na área de trabalho.

Passo 3 – Escolha o tipo de declaração

Ao acessar o Programa, chegou o momento de iniciar o preenchimento. Escolha entre as opções disponíveis:

  • Criar Nova Declaração: selecione caso seja a sua primeira declaração ou queira iniciar o processo do zero.
  • Importar Dados do IRPF anterior: selecione caso queira aproveitar os dados parciais ou integrais de declarações anteriores. Vale lembrar que é importante consultar e atualizar todas as informações.
  • Importar Declaração Pré-Preenchida: nessa opção, é possível retomar o preenchimento de uma declaração, caso você já tenha iniciado o processo anteriormente. A declaração pode ser preenchida em etapas, ou seja, mesmo que você não consiga finalizar o preenchimento no dia, os dados ficam salvos no sistema.

Após a escolha do tipo de declaração, preencha ou atualize os campos com os seus dados pessoais como nome completo, CPF e título de eleitor. Em seguida, será o momento de declarar as despesas e receitas do ano anterior.

Passo 4 – Escolha entre declaração simplificada e completa

Durante o preenchimento, você pode escolher entre a declaração de IR simplificada e a completa. O próprio programa sugere, à medida em que os campos são preenchidos, qual opção é a melhor. Mas é interessante definir com antecedência a opção mais adequada para a sua declaração.

Para quem possui muitas despesas e dependentes, a declaração completa pode ser mais vantajosa. Isso porque o contribuinte terá um abatimento maior no valor do desconto do IR.

Já para quem não possui dependentes ou muitas despesas que possam ser deduzidas do imposto, a declaração simplificada é mais indicada. Nesse caso, o programa aplicará o desconto padrão de 20% no cálculo do imposto.

Passo 5 – Faça o preenchimento dos campos

As informações que devem ser informadas em cada campo são:

  • Dados pessoais: inicie o preenchimento com os seus dados básicos pessoais, caso ainda não tenha feito a declaração nos anos anteriores.
  • Lista de dependentes: neste campo é necessário listar os dependentes e, se houver, alimentandos (beneficiário de pensão alimentícia) com o CPF de cada um, além dos rendimentos tributáveis relacionados a eles.
  • Rendimentos tributáveis: diz respeito a tudo aquilo que representou ganho recebido de pessoa jurídica, como salários, benefícios e décimo terceiro.
  • Rendimentos isentos e não tributáveis: nesse campo entram itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo, lucros e dividendos recebidos, bolsas de estudo e seguro-desemprego. Eles estão discriminados em uma caixa de seleção no momento do preenchimento. Basta clicar em “Novo” para adicionar.
  • Pagamentos e doações: aqui entram itens como honorários de advogados, despesas com profissionais da saúde no Brasil ou no exterior, previdência complementar, pensão alimentícia, entre outros. Basta selecionar um item correspondente da lista e preenchê-lo com os dados do prestador de serviço/instituição e, se quiser, você ainda pode importar arquivos do plano de saúde (verifique com seu convênio, se possuir).

Passo 6 – Revise para evitar erros

Errou na declaração e já a enviou? Não se preocupe. Basta entrar no programa, selecionar a declaração enviada com erros, informar o número do recibo, corrigir os erros e enviar.

Com tudo devidamente preenchido e cuidadosamente conferido, chegou o momento de enviar sua declaração. Neste momento, será solicitado os dados bancários para receber a sua restituição do IR, se for o caso.

Como retificar a declaração de IR?

Erros de preenchimento ou ausência de dados são erros comuns durante a declaração de IR. Por este motivo, a Receita Federal permite a retificação das informações prestadas. Para realizar o procedimento basta acessar o Programa IRPF e escolher a opção “Declaração Retificadora”.

Em seguida, escolha a declaração que precisa ser corrigida e faça o preenchimento correto. De acordo com a Receita Federal, a declaração retificadora tem a mesma natureza da declaração comum, substituindo-a integralmente. Portanto, antes de enviar os dados, certifique-se de que eles estão completos e corretos.

Como declarar empréstimo no Imposto de Renda

A inclusão de empréstimos e financiamentos é obrigatória para quem contratou ou quitou valores acima de 5 000 reais no ano anterior ao da declaração do IR. O mesmo vale para trabalhadores CLT que contrataram o empréstimo consignado privado.

A declaração de empréstimos como o consignado, empréstimo pessoal e cheque especial, por exemplo, deve ser feita no campo “Dívidas e Ônus Reais”. O mesmo vale para empréstimos contratados de forma informal, com amigos e familiares, por exemplo.

No campo “Discriminação”, insira as informações detalhadas sobre o empréstimo, como o motivo da contratação, número de parcelas e os dados do agente financeiro. A Receita Federal utiliza esses dados para confirmar se os recursos declarados foram suficientes para o pagamento parcial ou total do empréstimo.

No campo “Situação”, é necessário informar o valor total do empréstimo e o que foi pago até o momento da declaração. Você pode acessar essas informações diretamente com o agente financeiro.

O empréstimo com garantia, financiamento ou consórcio devem ser incluídos na ficha de “Bens e Direitos”, no código relativo ao bem. Assim como no caso anterior, é necessário informar os dados sobre o empréstimo e os valores já pagos nos campos “Discriminação”. No caso do consórcio, é necessário informar as parcelas pagas ou o valor do bem, caso contemplado.

Caso você tenha mais de um contrato de empréstimo ativo, cada um deles deve ser citado individualmente na declaração do IR. Ao fim do preenchimento, aparecerá uma lista geral de todos os empréstimos tomados.

Como declarar investimentos no Imposto de Renda

Os investimentos também precisam ser declarados no IR, de acordo com o informe de rendimento fornecido pelo agente financeiro ou corretora que gerencia as aplicações.

Para isso, utilize o campo “Bens e Direitos” e liste todos os investimentos ativos até o fim do ano anterior à declaração. Aqui também entram saldos de depósitos em contas digitais. Nesse caso, devem constar número da conta, nome e CNPJ da instituição, sendo classificada como renda fixa.

Como declarar poupança no imposto de renda

Assim como os investimentos, aplicações financeiras na poupança também são considerados bens pela Receita Federal e devem ser declarados. Nesse caso, utilize a ficha de “Bens e Direitos”  e selecione o código “41 – Caderneta de poupança”.

No campo “discriminação” é preciso inserir o nome e CNPJ do agente financeiro detentor da conta poupança e, se a conta for conjunta, o nome e o CPF do outro titular, além do número de agência e conta.

Já os rendimentos da poupança devem ser declarados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Em “Tipo de Rendimento” selecione “Rendimentos de cadernetas de poupança”. Em seguida, indique o nome e CNPJ do agente financeiro e o valor dos rendimentos no ano anterior à declaração. Esses dados devem estar disponíveis no informe de rendimentos disponibilizado pelo agente financeiro.

Como declarar ações no imposto de renda

A compra e venda de ações do ano anterior a declaração também deve constar no informe à Receita Federal. Para ter acesso às informações que precisam ser declaradas, tenha em mãos o  Informe de Rendimentos disponibilizado pela corretora, além das notas de corretagem.

No Programa IRPF acesse a opção “Bens e Direitos” e selecione o código “31 – Ações”. No campo “discriminação”, descreva o tipo de ação, o nome da empresa e a data da operação. Repita o procedimentos com cada uma das suas ações.

O que fazer se perder o prazo da declaração?

O Imposto de Renda é um tributo obrigatório para muitos contribuintes. Não declarar, ou seja, sonegar o imposto pode trazer graves consequências, como cair na malha fina (declarar menos do que de fato você recebeu e pagou), pagar multas elevadas e entrar na dívida ativa do governo. Portanto, é preciso se atentar ao prazo para evitar pendências com a Receita Federal.

A declaração também é uma oportunidade para rever o patrimônio e a situação financeira. Esse momento de rever os ganhos e gastos do ano anterior pode ajudar a organizar as finanças, rever hábitos e traçar novas metas.

Outro ponto positivo é que a Receita Federal analisa se durante o ano você pagou mais ou menos o que devia e vai regularizar essa diferença. Pode ser que você tenha direito a receber um dinheiro de volta, chamado de restituição.

Como declarar Imposto de Renda atrasado?

Quem perdeu o prazo para declarar o Imposto de Renda ainda consegue enviar os dados durante os dias extras disponibilizados pela Receita Federal. No entanto, o contribuinte será multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor.

Para regularizar a situação, basta acessar  o Programa IRPF e preencher os campos conforme as orientações acima. Ao enviar as informações, o próprio sistema fará a atualização dos valores na hora de imprimir a guia de pagamento.

O que acontece se não declarar o imposto de renda?

Se o contribuinte optar por não fazer a declaração a situação pode ficar ainda mais séria, já que pode ser processado e investigado por crime de sonegação fiscal, passível de reclusão entre 2 e 5 anos.

Além disso, existe a cobrança de multa pelo atraso na entrega e a negativação do CPF ou CNPJ junto à Receita Federal, o que pode impedir que o contribuinte tenha acesso a linhas de crédito, além de causar problemas na emissão de passaporte e vistos. Ele também pode ser impedido de prestar concursos públicos.

Restituição do Imposto de Renda: como funciona?

Os cidadãos que têm direito a receber a restituição do IR são aqueles que pagaram o imposto a mais que o devido, levando em consideração seus rendimentos e movimentações financeiras do ano anterior.

Quem possui dependentes, despesas com saúde e educação ou efetuou o pagamento de pensão alimentícia, por exemplo, pode receber descontos sobre o tributo, que são calculados por meio de programa da Receita Federal. No final, a pessoa pode ter um valor de diferença para receber.

O valor da restituição do Imposto de Renda estará à disposição para retirada do contribuinte por um ano na agência bancária indicada na declaração. Idosos, pessoas com alguma deficiência física ou mental ou com doença grave têm prioridade para receber a restituição.

 

Declaração de Imposto de Renda PJ

Declarar o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) é obrigatório para todas as empresas, exceto as micro e pequenas empresas que se enquadram no Simples Nacional.

Os rendimentos recebidos pelo empresário costumam se enquadrar em três categorias principais:

  • Lucros e dividendos: deverão ser declarados como Rendimentos Isentos e Não Tributáveis (seção 4), com o código 5 (Lucros e dividendos recebidos pelo titular e pelos dependentes).
  • Juros sobre capital próprio: se encaixam na seção 5 (Rendimentos Tributados Exclusivamente na Fonte), código 10: Juros sobre Capital Próprio.
  • Valores recebidos como pró-labore: devem entrar na seção 3: Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica. O nome e CNPJ da empresa deverão ser incluídos em “Dados da Fonte Pagadora”.

MEI precisa declarar imposto de renda?

Micro e pequenas empresas que participam do Simples Nacional não precisam apresentar declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. O motivo disso é o fato de que o IRPJ é um dos tributos que estão incluídos no DAS (Documento de Arrecadação do Simples), pago mensalmente por micro e pequenas empresas.

Agora que você já sabe como declarar Imposto de Renda, compartilhe com quem ainda tem dúvidas de como fazer a declaração.

Guerra provoca debate sobre posição do Brasil em cadeias estratégicas de suprimentos

Especialistas destacam que conflito no leste europeu amplia debate sobre segurança alimentar, energética, ambiental e cibernética

Entre os setores que sofreram o impacto da guerra no Brasil destacam-se o setor agrícola, pela escassez de fertilizantes

O impacto da guerra no abastecimento de commodities e produtos industrializados expôs vulnerabilidades do Brasil em um mercado globalizado. Esse cenário evidencia a necessidade de uma maior discussão e investimento no país em segurança nacional, segundo especialistas que participaram da reunião do Conselho Temático da Indústria de Defesa e Segurança (Condefesa). Essa foi a 13ª reunião do grupo que faz parte da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Condefesa é presidido por Glauco José Côrte, que também ocupa o cargo de vice-presidente executivo da instituição e foi presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). A reunião, realizada em formato online, foi coordenada por Côrte e mediada pelo diretor-adjunto do Senai, Sérgio Moreira.

“Damos ênfase ao conceito de defesa e deixamos de discutir segurança. A pandemia e agora a guerra impõem isso. Temos de discutir segurança alimentar, energética e do meio ambiente por conta da Amazônia”, afirmou Rubens Barbosa, que ocupou o cargo de embaixador do Brasil em Londres e em Washington e atualmente é presidente e fundador do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior. Segurança cibernética é também uma área que demandará maior atenção do país, segundo o ex-embaixador. “O Brasil precisa de um impulso maior, estamos entre os cinco países mais afetados por hackers. Temos de fazer o que o Biden (presidente dos Estados Unidos) fez: chamou as grandes empresas para compor um grupo de trabalho”, destacou Barbosa.

Entre os setores que sofreram o impacto da guerra no Brasil destacam-se o setor agrícola, pela escassez de fertilizantes, com uma dependência de 20% aproximadamente de Rússia e Belarus, e do trigo, cuja importação responde por aproximadamente 60%. Outra área importante de vulnerabilidade apontada no debate é a fabricação de semicondutores. A pandemia de covid-19 também demonstrou a dependência brasileira no setor de saúde na produção de máscaras, respiradores e luvas, por exemplo.

Apesar dos desafios impostos pela guerra, o consultor do Centro de Defesa, Segurança e Espaço no Senai Cimatec, Milton José Deiró, abordou as oportunidades que podem surgir a partir do cenário de conflito, como o elevado número de refugiados ucranianos com formação para atuar na base industrial. “Podemos absorver os profissionais mais qualificados, principalmente da área espacial e de maquinário pesado”, declarou.

Especialistas destacam que conflito no leste europeu amplia debate sobre segurança alimentar, energética, ambiental e cibernética

Fiergs vê “sobreposição de crises” na indústria

Levantamento não dá condições de prever o desempenho do setor ao longo deste ano

Muitas indústrias que fabricam bens por encomenda têm pedidos fechados, mas não sabem se terão lucro

O setor industrial está passando por uma crise inédita que as estatísticas não conseguem mostrar. A avaliação resultou de levantamento que a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) realizou durante duas horas, colhendo depoimentos de 30 atividades fabris, com a participação de 41 dirigentes da entidade presenciais e mais 22 que acessaram a reunião de suas localidades, pela internet.

“As estatísticas, por trabalharem com médias, não conseguem expressar o que está ocorrendo nas indústrias. Por isto, resolvemos fazer uma ampla e detalhada coleta de depoimentos”, revela Gilberto Petry, presidente da entidade. “A situação que descobrimos leva a um alerta muito sério diante da situação atual e dos acordos coletivos de trabalho que estarão sendo negociados este ano”, destaca.

Nesse método de aferição feito pela entidade, foi detectada uma dispersão de situações que correspondem às particularidades de cada segmento industrial e à diversidade, como um todo, do parque fabril do Rio Grande do Sul. Primeiro, houve uma rodada sobre o desempenho obtido em 2021 e início de 2022, quando das 30 atividades surgiram os seguintes resultados: dez com desempenho em queda; dez estáveis; sete cresceram; e três impossíveis de comparativos pelo ano atípico que foi 2021.

Ao coletar os depoimentos, foi apurada uma conjuntura de tantas variáveis que tornam inviável qualquer prognóstico para o comportamento industrial este ano a partir dos seguintes fatores: desorganização das cadeias de suprimento; escassez e alto custo de matérias-primas; inflação interna ainda da pandemia somada à inflação externa da guerra da Rússia com a Ucrânia;disparada dos preços de fretes no exterior e nacionalmente; altos juros; câmbio irregular; e tudo isto levando a um momento de perplexidade sem condições de prever o desempenho ao longo deste ano.

“O que temos, então, são várias crises que vão se sobrepondo. Temos, por exemplo, uma inflação dupla no Brasil: aquela ainda originária da pandemia e a nova elevação de custos da guerra. Há uma desorganização total dos fornecedores, assim como a astronômica elevação de custos de transporte e contêineres. Isto retira qualquer chance de previsibilidade para as empresas” acentua Petry. O presidente da Fiergs destaca que nos depoimentos apareceu uma nova classificação de desempenho, que são os “setores travados”, ou seja, estão imobilizados ou por falta de insumos, ou por falta de mercado, ou por não conseguirem calcular margens seguras para suas vendas, parando de comercializar os produtos.

Outra questão está no fato de que muitas indústrias que fabricam bens por encomenda têm pedidos fechados, mas não sabem se haverá lucro ao entregar os produtos finalizados aos seus clientes. “Essa instabilidade de múltiplas situações leva a um sinal de alerta a todos os sindicatos industriais para cuidarem muito as negociações coletivas este ano. Não é difícil prever que nem o INPC poderá ser atingido”, projeta Petry.

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Levantamento não dá condições de prever o desempenho do setor ao longo deste ano

Multinacional planeja investimentos em startups de Curitiba

A Minsait apresentou soluções para cidades inteligentes no Smart City

A Minsait é líder internacional em soluções de transformação digital

Participante do Smart City Expo Curitiba, a Minsait é líder internacional em soluções de transformação digital e tecnologias de cidade inteligente na América Latina. A empresa, subsidiária do grupo espanhol Indra, aposta no Vale do Pinhão e está investindo em startups do ecossistema de inovação da capital. O anúncio foi feito ao prefeito Rafael Greca, na quinta-feira (31), por Ewaldo Del Valle, diretor de administração pública e saúde da Minsait. Também participaram do encontro Caio Castro, sócio-diretor do iCities (empresa organizadora do Smart City Expo Curitiba); e Frederico Lacerda, diretor jurídico da Agência Curitiba.

Del Valle explicou que ainda não é possível revelar detalhes dos investimentos e as startups curitibanas que estão sendo beneficiadas. “Mas posso adiantar que são empresas que têm em seu DNA, assim como a Minsait, a oferta de soluções integradas que combinam tecnologias de transformação digital”, antecipou ele. A Minsait é referência internacional em serviços que unem tecnologias, como internet das coisas (Iot), big data e inteligência artificial, para ofertar soluções que buscam reduzir os impactos da geração de lixo e do consumo de energia e água, bem como em áreas como transporte, segurança e tráfego.

A Minsait apresentou no Smart City Expo Curitiba 2022, nos dias 24 e 25 de março, uma gama de soluções de cidades inteligentes já implantadas em diferentes partes do mundo. A empresa marcou presença na área de feira, ao lado do Smart Plaza Vale do Pinhão, o estande do ecossistema de inovação de Curitiba no evento internacional. Entre as tecnologias apresentadas pela Minsait está o City Landscape Manager (CLM), um centro virtual de gestão inteligente capaz de gerir de forma integrada e em tempo real tanto eventos planejados da cidade como outras variáveis, cruzar informações dos diferentes serviços e soluções e melhorar a tomada de decisões.

Na área de coleta de lixo, foi exposta uma solução que permite detectar quando as caçambas dos caminhões estão cheias para ajustar as rotas dos veículos que realizam as coletas, proporcionando economia de custos e redução de emissões de gases poluentes.

A Minsait apresentou soluções para cidades inteligentes no Smart City

Charrete da Cidade das Águas debate arquitetura de bairro-cidade de Joinville

Evento reunirá profissionais da área na Pedra Branca, em Palhoça

Convidados de São Paulo, Porto Alegre, Joinville e Florianópolis também marcarão presença para contribuir no projeto

Aproximadamente 75 pessoas, entre arquitetos e urbanistas, paisagistas, engenheiros e incorporadoras, se reunirão nesta quarta e quinta-feira, 6 e 7 de abril, para debater sobre o 1º bairro-cidade de Joinville (SC), a Cidade das Águas. O encontro, que será realizado na cidade criativa Pedra Branca, em Palhoça, na Grande Florianópolis, é mais um passo para a criação do bairro que, desde o início, está sendo feito de maneira colaborativa.

A Charrete [processo de várias etapas de cocriação] estimulou uma série de debates temáticos: diagnóstico da cidade e do entorno do bairro, ouviu a comunidade, estabeleceu uma identidade arquitetônica, consolidou os projetos de paisagismo, quadras e edifícios.

Nesta edição, a ideia é que os profissionais consolidem a identidade arquitetônica dos edifícios, da relação do térreo com espaço público e suas fachadas ativas, a volumetria das edificações e direcionem a discussão de quais serão os produtos imobiliários que o bairro irá oferecer, especialmente, relacionados à moradia. Todo esse debate será feito na Pedra Branca, o que permitirá que os participantes do evento, especialmente os incorporadores, possam verificar os conceitos aplicados na prática.

“Estamos confiantes que o paisagismo e a arquitetura da Cidade das Águas estão lindos e bem encaminhados. Cumprirão nosso propósito de entregar espaços públicos projetados para o convívio entre as pessoas, encorajar caminhadas, corridas, integrar a natureza à vida urbana do nosso endereço e permitir que as pessoas possam morar, trabalhar, estudar e se divertir”, afirma Danilo Conti, diretor geral da Cidade das Águas. “A partir de agora, daremos início às discussões dos produtos imobiliários que iremos desenvolver. Sempre deixamos claro que a Cidade das Águas seria um empreendimento feito em parceria com a própria cidade e convidar os Incorporadores, neste momento, reforça este posicionamento”, completa Conti.

A Cidade das Águas será um bairro aberto, disponível a todos os joinvilenses, sem barreiras de entrada e saída, com mais de 30 mil metros quadrados de áreas destinadas a valorizar o convívio entre as pessoas em praças, calçadas, ruas e parques. Quem trouxe esse olhar foi o arquiteto Maximus Rumis, um dos fundadores da DPZ Latin America e da Keystone – referências mundiais no Novo Urbanismo, com projetos desenvolvidos nos Estados Unidos e na América Latina. Ele é o responsável por assinar o masterplan da Cidade das Águas e vem de Miami exclusivamente para esse encontro. Convidados de São Paulo, Porto Alegre, Joinville e Florianópolis também marcarão presença para contribuir no projeto.

Evento reunirá profissionais da área na Pedra Branca, em Palhoça

Brasil volta a ultrapassar a marca de 65 milhões de inadimplentes

O valor médio da dívida de cada brasileiro também aumentou

O estudo apontou que as finanças dos brasileiros continuam mais comprometidas com bancos e cartões

Pela primeira vez desde o começo da pandemia o volume de inadimplentes no Brasil ultrapassou os 65 milhões, segundo o mapa da inadimplência e renegociação de dívidas no Brasil elaborado mensalmente pela Serasa. O estudo registra 65,1 milhões de endividados em fevereiro, número recorde para o mês no comparativo dos últimos três anos: em 2021 foram 61,56 milhões, em 2020 63,8 milhões e, em 2019, 62,1 milhões. A Serasa só registrou índice acima dos 65 milhões de inadimplentes no começo da pandemia, em 2020, nos meses de abril (65,9 milhões) e maio (65,2 milhões).

Já a soma de todas as dívidas cresceu 1% em relação a janeiro, atingindo o total de R$ 263 bilhões, valor mais alto registrado na série histórica dos últimos 3 anos.O valor médio da dívida de cada brasileiro também aumentou, alcançando agora R$ 4.042,08, equivalente a quase quatro salários-mínimos.

Com relação aos segmentos, o estudo apontou que as finanças dos brasileiros continuam mais comprometidas com bancos e cartões, que representam 28,6% das dívidas de fevereiro. Em segundo lugar, aparecem os débitos de utilities (contas básicas como água, gás e energia) com uma pequena queda na representatividade, ficando em 23,2%, contra 23,7% em janeiro. Já as contas do varejo seguem em terceiro lugar e apresentam um leve crescimento, passando de 12,4% (janeiro) para 12,5% (fevereiro).

Entre os inadimplentes, o maior número está na faixa etária dos 26 a 40 anos (35,3%), seguida pela de 41 a 60 anos (34,9%). Os homens (50,2%) devem mais do que as mulheres (49,8%).

O valor médio da dívida de cada brasileiro também aumentou

YouTube TV testa canais de áudio de 5.1 na Android TV e Roku

O YouTube TV está testando canais de áudio 5.1 na Android TV (incluindo Google TV ) e dispositivos Roku, e espera disponibilizar o som surround no futuro.

A empresa ainda está trabalhando no suporte para Apple TV, Fire TV e consoles de jogos como Xbox e PlayStation.

Atualmente, o áudio 5.1 requer um Chromecast “tradicional” (antes do Google TV) ou um aparelho de TV da LG, Samsung ou Vizio com uma versão mais recente do aplicativo YouTube TV.

Os programas em si precisam oferecer som surround, mas o aprimoramento deve ser ativado automaticamente sempre que estiver disponível.

We know 5.1 audio is important to many of you, so we wanted to share an update. We’re currently testing 5.1 audio on Google TV, Android TV, and Roku, and if everything runs smoothly, we can expect 5.1 audio to launch on those devices next.

— YouTube TV (@YouTubeTV) March 28, 2022

O YouTube TV está testando canais de áudio 5.1 na Android TV (incluindo Google TV ) e dispositivos Roku, e espera disponibilizar o som surround no futuro. A empresa ainda está trabalhando no suporte para Apple TV, Fire TV e consoles de jogos como Xbox …