Archives Janeiro 2022

Grupo K1 adquire novas marcas

Valor negociado com a BTZ não foi revelado

A companhia detentora das marcas Kappesberg, Uz Utilidades, Idélli Ambientes e My Home, tem sede no município de Tupandi

O Grupo K1, que tem em seu portfólio entre outras a Kappesberg, anunciou a aquisição da BTZ Indústria e Comércio de Móveis, detentora das marcas de móveis planejados Bartzen e Casa & Poesia. Fundada em 1994, em Bom Princípio (RS), a Bartzen possui 56 lojas de móveis planejados residenciais e corporativos. O valor do negócio não foi divulgado pelas empresas.

Dois consumidores gigantescos estão na linha de visão da companhia. “Iniciamos um processo de internacionalização da marca nos Estados Unidos com diferentes formas de comercialização e armazenamento em um centro de distribuição em Miami. Além disso, planejamos ampliar nossa presença no mercado asiático por meio de participação na feira CIFF Internacional Fair, na China”, conta Celso Theisen, vice-presidente do Grupo K1, animado.

Catapultado pelo “novo normal” da pandemia – que impulsionou as vendas de móveis e decoração para reformas de residências –, o Grupo K1 também sentiu a desorganização da cadeia produtiva mundial, com falta de insumos e a alta de preços. “Aliar a tendência do novo formato de trabalho remoto ao aumento de consumo on-line nos fez buscar mais um canal de venda e nos aproximarmos do nosso consumidor através dos marketplaces e e-commerce próprio”, destaca Theisen.

O Grupo K1 foi fundado há 25 anos. A companhia detentora das marcas Kappesberg, Uz Utilidades, Idélli Ambientes e My Home, tem sede no município de Tupandi (RS) e conta com uma área fabril de mais de 200 mil metros quadrados, com cerca de 1.900 funcionários.

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Valor negociado com a BTZ não foi revelado

Bilionárias – e resilientes

O clube do bilhão ganhou, no ranking 500 MAIORES DO SUL, mais 21 integrantes

O setor de alimentos e bebidas conta com nove companhias entre as bilionárias em 500 MAIORES DO SUL

É visível, edição após edição, como as bilionárias do Sul se fortalecem – e nem mesmo o coronavírus as fez menos fortes. Pelo contrário. O clube do bilhão ganhou, no ranking 500 MAIORES DO SUL, mais 21 integrantes. Agora são 135 no grupo, com 53 representantes do Paraná, 56 do Rio Grande do Sul e 26 de Santa Catarina.

No total, elas venderam R$ 606,3 bilhões, 23% a mais do que na edição passada, baseada nos balanços do exercício de 2019. Nada menos que 122 tiveram lucro que totalizou R$ 57,1 bilhões. O prejuízo somou R$ 4,7 bilhões, praticamente a metade em razão da Klabin (R$ 2,3 bilhões).

Com 25 empresas, setor mais representativo neste grupo de elite é o de cooperativas de produção, com 25 empresas. Na sequência, com 23 empresas, desponta o comércio. O setor de alimentos e bebidas conta com nove companhias entre as bilionárias, mas emplaca a maior do ranking geral do Sul, Bunge, e a segunda colocada, BRF.

Pelo menos mais nove companhias estão se candidatando a fazer parte do clube do bilhão, quatro delas catarinenses. Quem está praticamente às portas de fazer parte das bilionárias é a Rodonorte, do Paraná (receita de R$ 994,3 milhões), seguida pela cooperativa gaúcha Cotricampo (R$ 984,8 milhões), a estatal de gás catarinense SCGÁS (R$ 972,4 milhões), o banco CNH Capital (R$ 971,3 milhões), a Metalúrgica Mor (R$ 948 milhões), a Chapecoense Geração (R$ 935,8 milhões), a PUCRS (R$ 919 milhões), a Adami Madeiras (R$ 918,5 milhões) e a Copobras Indústria e Comércio de Embalagens (R$ 910 milhões).

Este conteúdo integra o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

O clube do bilhão ganhou, no ranking 500 MAIORES DO SUL, mais 21 integrantes

Vendas no varejo sobem 0,6% em novembro

Resultado se deu pelo efeito menor da Black Friday

Algumas compras foram realizadas em outubro ou até mesmo no primeiro semestre

O volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 0,6% em novembro, na comparação com o mês anterior (0,2%). Mesmo com o avanço, mais da metade das atividades tiveram resultado negativo no período. No ano, o varejo acumula alta de 1,9% e nos últimos doze meses, também crescimento de 1,9%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.

Cinco das oito atividades pesquisadas tiveram taxas negativas em novembro. Mesmo assim o varejo avançou puxado, principalmente, pelo crescimento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%). Também avançaram artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%).

Já o volume de vendas de móveis e eletrodomésticos recuou 2,3%, assim como tecidos, vestuário e calçados (-1,9%), combustíveis e lubrificantes (-1,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-1,4%). “O que vimos foi uma Black Friday muito menos intensa, em termos de volume de vendas, do que a de 2020, quando esse período de promoções foi melhor, sobretudo para as maiores cadeias do varejo”, analisa o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

“Isso se deve, em parte, pela inflação, mas também por uma mudança no perfil de consumo, já que algumas compras foram realizadas em outubro ou até mesmo no primeiro semestre, quando houve maior disponibilidade de crédito e o fenômeno dos descontos. Isso adiantou de certa forma a Black Friday para algumas cadeias”, resume. No comércio varejista ampliado, o crescimento de 0,5% no volume de vendas, em novembro, foi influenciado pelas taxas positivas de veículos, motos, partes e peças (0,7%) e material de construção (0,8%).

O comércio varejista recuou 4,2% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2020. Sete das oito atividades investigadas tiveram taxas negativas, com destaque para móveis e eletrodomésticos (-21,5%), combustíveis e lubrificantes (-7,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,6%) e tecidos, vestuário e calçados (-4,4%). Os outros segmentos que tiveram queda na comparação com novembro de 2020 foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,6%), e livros, jornais, revistas e papelaria (-14,4%).

A única atividade que cresceu em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2020, foi artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+2,5%). No comércio varejista ampliado, o setor de veículos, motos, partes e peças teve alta de 1,7% em relação a novembro de 2020, enquanto material de construção registrou queda 4,1% no período.

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Resultado se deu pelo efeito menor da Black Friday

Viacredi chega aos 800 mil cooperados

Cooperativa dobrou o quadro de associados nos últimos quatro anos

A Viacredi atua presencialmente em mais 25 municípios em Santa Catarina e no Paraná

No período em que celebra sete décadas dedicadas à transformação de vidas por meio do cooperativismo de crédito, a Viacredi chegou mais uma conquista: agora são 800 mil cooperados. Nos últimos quatro anos, a cooperativa dobrou o número de associados. Só em 2021, mais de 150 mil pessoas e empresas passaram a fazer parte do quadro social da organização. São mais de R$ 9 bilhões de ativos administrados pela instituição.

A trajetória que Viacredi segue para essas conquistas, de acordo com o diretor executivo Vanildo Leoni, é conseguir se manter fiel aos princípios do cooperativismo, com serviços, produtos e gestão alinhados com o presente e pensados também para o futuro. “Estamos celebrando 70 anos de uma história alicerçada na confiança dos cooperados, no relacionamento com eles e na educação financeira. Ao mesmo tempo em que temos essa base muito forte, estamos muito atentos a novas demandas e conseguindo entregar soluções atraentes para o tempo que vivemos. Evidência disso é a média de idade dos nossos cooperados, que fica na faixa dos 28 anos”, comenta.

Termos como economia colaborativa, bastante difundidos nos últimos anos, transmitem o que o cooperativismo realiza na prática há décadas, segundo Vanildo: “A cooperação está no DNA da Viacredi desde o início. É como pensamos, é de onde partem todas as nossas decisões”, afirma. “Estamos conseguindo transpor isso para os cooperados em um momento em que o conceito ganha força em todo o mundo. O desafio agora é manter este ritmo de crescimento com a mesma qualidade e proximidade que fazem da nossa cooperativa o que ela é. Tenho certeza que estamos num excelente caminho para isso”, finaliza, em nota.

A Viacredi foi constituída em Blumenau (SC) e atua presencialmente em mais 25 municípios em Santa Catarina e no Paraná, além de atender cooperados por meio da admissão digital. São mais de 100 postos de atendimento próprios e 2 mil funcionários. A Viacredi faz parte do Sistema Ailos, que reúne 13 cooperativas de crédito nos três estados do Sul.

Cooperativa dobrou o quadro de associados nos últimos quatro anos

Indústria catarinense avança 5% em novembro

O Rio Grande do Sul teve alta de 1,2%, enquanto o Paraná recuou 0,7%

Resultado em Santa Catarina é baseado no impacto positivo dos setores de vestuário e de máquinas e equipamentos

A produção industrial caiu em oito dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional), na passagem de outubro para novembro, quando o índice nacional teve queda de 0,2%. Os principais recuos foram em Amazonas (-3,5%), Ceará (-2,5%) e Rio de Janeiro (-2,2%), enquanto Mato Grosso (14,6%), Santa Catarina (5%) e Pará (3,5%) apresentaram as maiores altas.

A queda do Rio de Janeiro exerceu a maior influência negativa no resultado, após três meses de resultados positivos, período em que acumulou um ganho de 1,5%. “Essa queda é atribuída ao impacto negativo dos setores de derivados do petróleo, principalmente, de metalurgia e da indústria farmacêutica. O Amazonas é a segunda maior influência negativa, em função da queda do setor de bebidas, principalmente”, diz o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida.

No campo positivo, na passagem de outubro para novembro, São Paulo lidera como principal influência positiva sobre o resultado nacional, com expansão de 1%. O resultado de São Paulo, que responde por cerca de 34% da produção industrial do país, deve-se ao bom desempenho do setor de veículos, que tem peso de 16,1% dentro da indústria paulista.

Santa Catarina é a segunda maior influência positiva no resultado nacional com 5% de crescimento, baseado no impacto positivo dos setores de vestuário e de máquinas e equipamentos. A alta ocorre após dois meses de resultados negativos com perda acumulada de 6,3% no período. Com isso, o estado quase elimina as perdas de resultados anteriores. O Rio Grande do Sul, por sua vez, avançou 1,2%, enquanto a indústria paranaense recuou 0,7%.

Já Mato Grosso, com crescimento de dois dígitos, 14,6%, foi afetado positivamente pelo bom desempenho do setor de alimentos. Bernardo explica que algumas unidades produtivas importantes do setor de alimentos da indústria mato-grossense que estavam paralisadas voltaram a produzir, o que causou a variação elevada nos resultados do estado. Além disso, houve uma melhora nas exportações das carnes frente ao embargo chinês.

“Vale destacar ainda os cinco estados que já está acima do patamar pré-pandemia. Minas Gerais está 5,2% acima do patamar de fevereiro de 2020; Rio Grande do Sul está 3,9%; Mato Grosso e Santa Catarina, ambos com 3,3% acima; e Paraná com 1,8%”, destaca o gerente da pesquisa. No acumulado do ano, houve alta em nove dos 15 locais, com destaque para Santa Catarina (12,4%), Rio Grande do Sul (11,2%), Minas Gerais (10,9%) e Paraná (10%).

Na comparação com novembro do ano passado, dez dos 15 locais pesquisados apontando taxas negativas. As quedas mais intensasnaBahia (-15,7%), Amazonas (-13%), Ceará (-11,1%) e região Nordeste (-10,5%). Bahia foi afetada pelos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias, metalurgia e celulose, papel e produtos de papel. Amazonas foi pressionado pelas atividades de bebidas, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos; Ceará, pela queda na produção de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados e confecção de artigos do vestuário e acessórios; e a Região Nordeste, pelo recuo de veículos automotores, reboques e carrocerias e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados. São Paulo (-6,9%) e Pernambuco (-5,9%) também registraram taxas negativas mais intensas que a média nacional (-4,4%), enquanto Goiás (-3,9%), Santa Catarina (-2,6%), Paraná (-1,9%) e Minas Gerais (-0,6%) completaram o conjunto de locais com índices negativos.

Mais sobre a pesquisa
A PIM Regional produz, desde a década de 1970, indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. Traz, mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e região Nordeste.

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O Rio Grande do Sul teve alta de 1,2%, enquanto o Paraná recuou 0,7%

Governança é o aspecto do ESG mais observado pelas gestoras de recursos

Estudo inédito da Anbima revela que compreensão do mercado sobre sustentabilidade é heterogênea

Em recorte específico feito nas gestoras de recursos, 80% afirmaram ter uma política de investimento responsável ou um documento que formalize seu tratamento ao tema ESG

Pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) realizada com 209 gestoras de recursos aponta que os critérios ESG (ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) mais observados pelas gestoras de recursos são a transparência (92%) e a ética (92%), que fazem parte do G de governança. Isso reflete o fato de que, historicamente, o mercado está mais acostumado a relacionar a gestão das empresas ao seu desempenho financeiro, enquanto aspectos ambientais e sociais passaram a ser contemplados mais recentemente.

“Por ser um tema discutido e tratado há mais tempo, a governança chama atenção. No entanto, as questões observadas pelas gestoras são amplas, como transparência e ética. Aspectos específicos, por exemplo, remuneração e independência do conselho de administração, precisam evoluir”, afirma Cacá Takahashi, vice-presidente da Anbima e coordenador do grupo consultivo de sustentabilidade da associação.

Aspectos relacionados às dimensões ambiental e social, respectivamente, foram mencionados com menor frequência durante a pesquisa. Dentro de ambiental, aparecem com destaque o uso de recursos naturais (76%), tecnologia limpa (71%) e poluição (71%). No campo social, chama atenção a observância aos direitos humanos (73%). “Sem dúvida, a consciência dos players aumentou, mas quando se entra em questões específicas, observamos um mercado fragmentado, que ainda precisa compreender o tema em maior profundidade”, opina Takahashi.

De maneira geral, critérios relacionados à diversidade, como política de inclusão e composição do conselho de administração, são os que ainda recebem menos atenção dos gestores.

Nem todo mundo está na mesma página
Quando o assunto é sustentabilidade, nem todo mundo está na mesma página. Esse foi outro ponto encontrado pela Anbima em seu levantamento. Foram encontrados cinco perfis de comportamento, que englobam desde os profissionais que não veem ganho nessa bandeira até aqueles que têm a sustentabilidade no centro dos negócios. Eles foram chamados de desconfiados, distantes, iniciantes, emergentes e engajados. “Conhecer os diferentes modelos mentais sobre sustentabilidade que prevalecem entre os players é essencial para traçarmos uma agenda de trabalho eficiente”, afirma Takahashi.

Os desconfiados enxergam as práticas ESG como uma ameaça para o desenvolvimento de seus negócios. Já os distantes têm uma visão simplificada da sustentabilidade e encaram como algo ligado às questões ambientais. Os iniciantes também acham que o tema é focado no meio ambiente, mas eles têm ações concretas, mesmo sendo a maioria delas ainda dentro de casa, a exemplo da reciclagem de copos plásticos.

Enquanto isso, os emergentes estão mais avançados na agenda: compreendem a relevância dos aspectos ESG e estão em fase de implementação de processos mais abrangentes. Por fim, os engajados veem a sustentabilidade como parte da estratégia da instituição, embalando produtos e serviços com esses critérios e cobrando transparência nas relações da empresa com todos seus stakeholders.

“Quando analisamos os dados, vemos que a sigla ESG está distante de 67% das casas. No entanto, os perfis encontrados mostram uma trilha de amadurecimento e evolução das instituições, com exceção, claro, do desconfiado”, complementa Takahashi.

Embora heterogêneo, o mercado caminha para uma evolução. Oitenta e sete por cento das instituições afirmam que o assunto ganhou relevância nos últimos 12 meses. Quase a totalidade do mercado (90%) tem certeza de que ele ganhará ainda mais no próximo ano. “A sustentabilidade não é um tema novo no mercado, no entanto, com a pandemia de Covid-19, ele ganhou tração por conta da mudança da percepção de risco dos investidores. Esse movimento é positivo e, sem dúvida, ajudará a alavancar essa pauta”, afirma Takahashi.

Em recorte específico feito nas gestoras de recursos, 80% afirmaram ter uma política de investimento responsável ou um documento que formalize seu tratamento ao tema ESG (concluído ou ao menos em estágio de desenvolvimento). Em 2018, quando o mesmo levantamento deste recorte foi realizado, o percentual era menor (68%). Um terço (33%) das gestoras estão em processo de desenvolvimento de um documento incorporando questões ESG. Também aumentou o volume de ativos analisados sob as lentes ESG. Cerca de 29% das casas avaliam de 80% a 100% de seus papéis, o que representa aumento de 12% na comparação com a pesquisa anterior.

Confira, a seguir, o estudo completo disponibilizado pelo Portal AMANHÃ.

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Estudo inédito da Anbima revela que compreensão do mercado sobre sustentabilidade é heterogênea

Indústria nacional inicia 2022 menos confiante

Resultado se deve à frustração de expectativas diante do alto grau de incertezas

O avanço da contaminação no Brasil, que tem levado ao afastamento de funcionários, mina a confiança

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), caiu 0,7 ponto em janeiro de 2022 em relação a dezembro de 2021, passando de 56,7 pontos para 56 pontos. O recuo reverte o avanço da confiança registrado na comparação entre novembro e dezembro do ano passado, também de 0,7 ponto. O ICEI varia entre 0 e 100, tendo uma linha de corte em 50 pontos. Dados acima de 50 indicam confiança e abaixo, falta de confiança. Foram entrevistadas 1.209 empresas entre 3 e 7 de janeiro.

Além de menos otimista que no final de 2021, o empresário também inicia 2022 menos esperançoso do que em outros anos. O ICEI de janeiro deste ano é inferior ao registrado nos mesmos meses de 2018 a 2021. O indicador ficou em 60,9 pontos em janeiro do ano passado e em 65,3 pontos em janeiro de 2020.

Os resultados se devem à frustração de expectativas diante do alto grau de incertezas do cenário econômico em 2022, influenciado pelo aumento de casos de Covid-19, na avaliação do gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. No fim do ano passado, por outro lado, havia uma esperança de melhora do ambiente econômico com a virada do ano.

“O avanço da contaminação no Brasil, que tem levado ao afastamento de funcionários, assim como restrições adotadas por alguns países devido ao recrudescimento da pandemia, mina a confiança de uma continuidade da retomada econômica e normalização do acesso a insumos”, afirma Azevedo.

Dentro dos componentes do ICEI, o indicador das condições atuais recuou 0,4 ponto e ficou em 49,6 pontos. por estar abaixo da linha divisória de 50 pontos, isso revela uma mudança de neutra para negativa na percepção dos empresários das condições atuais na comparação com os últimos seis meses. Quanto aos próximos seis meses, os entrevistados estão otimistas, porém menos que em dezembro. O índice de expectativas recuou 0,9 ponto na comparação entre os dois meses, ficando em 59,2 pontos.

Resultado se deve à frustração de expectativas diante do alto grau de incertezas

Curitiba vai testar tecnologia inédita de rede inteligente 5G

Jaraguá do Sul também participa do projeto piloto

A tecnologia que será testada em Curitiba, na prática, transforma as lâmpadas de iluminação pública em antenas de celular que espalham como Wi-fi o sinal do 5G

Curitiba é a única capital e cidade com mais de 500 mil habitantes do Brasil que irá testar uma tecnologia inédita que permitirá a implementação de redes inteligentes de 5G até o fim de março. A capital paranaense foi escolhida para integrar o projeto piloto Conecta 5G. Além da capital paranaense, também vão participar do projeto piloto Jaraguá do Sul (SC), Ceará-Mirim (RN), Petrolina (PE) e Araguaína (TO). O Conecta 5G terá a duração de 36 meses e recursos da ordem de R$ 10,3 milhões.

A quinta geração das redes móveis (5G) trará muitos benefícios para a população e as empresas, como conexões 100 vezes mais rápidas que o 4G, comunicações sem atrasos e novos serviços de cidades inteligentes. O projeto irá permitir que Curitiba e outros quatro municípios participantes instalem uma tecnologia que integra antenas 5G a luminárias públicas inteligentes, sendo uma solução à necessidade de elevado número de antenas para que a tecnologia 5G opere nesses locais. A tecnologia que será testada em Curitiba, na prática, transforma as lâmpadas de iluminação pública em antenas de celular que espalham como Wi-fi o sinal do 5G.

Como a gestão da iluminação pública é municipal, as prefeituras poderão inclusive gerar receitas acessórias, alugando suas antenas, dentro das luminárias, para as operadoras de telefonia móvel. Além disso, com a integração das antenas 5G às luminárias inteligentes, as cidades poderão criar sua própria infraestrutura de redes 5G e ainda oferecer conectividade rápida para a população.

Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, prevê que, ao participar do Conecta 5G, Curitiba dará um salto ainda maior no processo de transformação digital do município e do setor produtivo, já iniciado há quase cinco anos com iniciativas do Vale do Pinhão, o movimento que une a prefeitura e todo o ecossistema de inovação no desenvolvimento de soluções inovadoras. “As redes de quinta geração são apontadas como uma infraestrutura com potencial de revolução, tanto para a Indústria 4.0 quanto para o processo de adoção de novos serviços de cidades inteligentes. Por isso, a importância de Curitiba participar do Conecta 5G”, justifica. Ela lembra que, desde 2019, o município saiu na frente em relação as demais cidades do Brasil ao modernizar as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia celular na cidade.

Tecnologia
Desenvolvida pelas empresas Nokia e Juganu exclusivamente para ser testada no projeto Conecta 5G, a luminária inteligente contém uma antena 5G embutida e utiliza a tecnologia de chipset da empresa Qualcomm. A internet 5G utiliza ondas (faixas) milimétricas de alta frequência e, por isso, exige mais receptores e repetidores de sinal para transpor obstáculos fixos, como torres e edifícios. Portanto, a implementação da quinta geração de rede móvel prevê a construção de novas bases de conexão. Os testes do projeto-piloto serão realizados em várias faixas da tecnologia 5G, como as de 27.5 e 27.9 GHz (gigahertz) que serão avaliadas em Curitiba, mais próximas da necessidade do setor produtivo. “Com isso, estaremos testando a solução para as redes que beneficiam em especial a Indústria 4.0”, conta Cris.

A prefeitura de Curitiba, a Agência Curitiba, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e a secretaria municipal de administração, gestão de pessoal e tecnologia da informação ainda estão definindo os locais, como ruas e outros espaços públicos, onde será instada a tecnologia das antenas 5G integradas a luminárias inteligentes. Os testes devem começar na capital ainda neste primeiro trimestre.

As grandes cidades brasileiras têm prioridade na instalação da infraestrutura 5G pelas operadas de telefonia, que deve ocorrer até março. Pelas regras definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o serviço 5G das teles começará até julho nas capitais. Depois, as operadoras partirão para cidades com mais de 500 mil habitantes e, na sequência, para os municípios menores.

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Jaraguá do Sul também participa do projeto piloto

Desempenho da indústria alcança a sexta alta consecutiva no RS

IDI-RS, divulgado pela Fiergs, cresceu 0,8% em novembro de 2021

Segundo Petry, as expectativas para a indústria gaúcha seguem moderadamente positivas

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), indicador de nível de atividade do setor no Rio Grande do Sul, divulgado nessa quinta-feira (13) pela Federação das Indústrias (Fiergs), cresceu 0,8% em novembro, relativamente a outubro de 2021. Foi a sexta alta consecutiva, acumulando 5,6% de aumento, o maior patamar desde novembro de 2014, e 9,4% acima de fevereiro de 2020, antes da pandemia.

“Os indicadores mostram a continuidade da trajetória positiva da atividade que se seguiu à segunda onda da Covid-19. Os problemas de preços e escassez de insumos e matérias-primas limitaram, mas não impediram os avanços e o elevado nível da atividade industrial, que se deram por conta do bom momento do agronegócio, do retorno das atividades econômicas e das exportações”, avalia Gilberto Porcello Petry, presidente da entidade, em nota.

Todos os componentes do IDI-RS cresceram em relação a outubro, com exceção da utilização da capacidade instalada (UCI), que ficou estável em 83,2%. Os destaques foram as compras industriais, com avanço de 3,7%; o faturamento real, 2,6%, e as horas trabalhadas na produção, 2%. Os indicadores do mercado de trabalho industrial também cresceram: o emprego teve sua 18ª alta seguida, 0,2%, e a massa salarial real, 1,9%.

O nível da atividade industrial também registrou elevação nas comparações anuais. Em novembro, de 7,1%, e, no acumulado de janeiro a novembro, de 13,7%, ambas em relação aos períodos equivalentes de 2020.

Setores
Por setor, o crescimento anual também é disseminado: dos 16 pesquisados, somente madeira (-0,8%) e máquinas e materiais elétricos (-1,4%) apresentaram queda ante o período de janeiro a novembro de 2020. As maiores contribuições para o desempenho global vieram de máquinas e equipamentos, que cresceu 34%, químicos e derivados de petróleo, 11,5%, veículos automotores, 17,1%, e produtos de metal, 20,2%.

Segundo Petry, as expectativas para a indústria gaúcha seguem moderadamente positivas sustentadas pela perspectiva do restabelecimento das atividades econômicas e por menores dificuldades na cadeia de suprimentos. Porém, a forte estiagem que atinge o Rio Grande do Sul e a nova onda da pandemia agregam mais incerteza ao cenário já desafiador com os problemas ainda existentes nos insumos, a forte aceleração dos juros, o aumento dos custos de produção e a inflação.

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IDI-RS, divulgado pela Fiergs, cresceu 0,8% em novembro de 2021

Termelétrica Candiota bate recorde de geração em 2021

Usina registrou maior geração média anual desde entrada em operação

O resultado alcançado reflete decisões estratégicas de investimento da CGT Eletrosul em grandes projetos

No ano de 2021, a Termelétrica Candiota III Fase C registrou sua maior geração média anual, desde a entrada em operação comercial, em 2011. O empreendimento alcançou 283,7 MW médios, cumprindo sua inflexibilidade anual, e atingindo, pela primeira vez, a geração média anual comercializada. A marca histórica superou o recorde anterior, registrado em 2013.

A usina localizada no Rio Grande do Sul tem função estratégica, uma vez que contribui para o Sistema Interligado Nacional, com fonte de geração de energia estável, auxilia no controle de tensão da rede de transmissão da região e na operação segura da segunda interligação Brasil – Uruguai.

O resultado alcançado em 2021 pela UTE Candiota reflete decisões estratégicas de investimento da CGT Eletrosul em grandes projetos, como a manutenção geral e a modernização da usina em 2019. “Esses procedimentos permitiram várias adequações, desde a recuperação plena de sistemas operacionais sensíveis à otimização da termelétrica, bem como a implantação da nova planta de beneficiamento de carvão a ar em 2020”, informa a companhia, em nota. Segundo a CGT Eletrosul, o fato gerou ganhos diretos de eficiência na geração de energia elétrica com o uso do carvão mineral, diminuindo impactos ambientais e reforçando a confiabilidade do abastecimento, o que demonstra a maturidade e a evolução contínua dos processos conduzidos na termelétrica.

Desde o início de 2022, encontra-se em implementação o serviço de manutenção preventiva da Termelétrica Candiota III, previsto para todo o mês de janeiro. O investimento estimado é de R$ 49 milhões.

O trabalho conta com a participação de aproximadamente 800 profissionais (diretos e terceirizados) e um dos objetivos da sua execução é garantir o funcionamento pleno da UTE Candiota, e, com isso, o atendimento dos seus contratos de comercialização de energia e dos parâmetros ambientais para ela definidos.

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Usina registrou maior geração média anual desde entrada em operação

BRF cria joint venture na Arábia Saudita

Fundo soberano e companhia catarinense investirão US$ 350 milhões

Negócio atuará em toda a cadeia de produção de frangos

A BRF anunciou nesta quinta-feira (13) que assinou um memorando de entendimentos com o Public Investment Fund (PIF), fundo de investimentos soberano da Arábia Saudita. O objetivo é criar uma joint venture que atuará em toda a cadeia de produção de frangos no país e promoverá a venda de produtos frescos, congelados e processados. O negócio contempla investimentos de aproximadamente US$ 350 milhões.

“O memorando reforça o compromisso da Companhia com seu plano estratégico e com a Visão 2030 da Arábia Saudita, em particular com a segurança alimentar na região do Golfo”, afirma a BRF no comunicado que fez ao mercado. A joint venture será detida 70% pela BRF e 30% pelo PIF, e inclui, ainda, um Núcleo de Negócios Halal na Arábia Saudita.

A BRF já tem uma joint venture no Oriente Médio, com um fundo soberano do Catar, também na área de produção de frangos.

A BRF é a segunda maior empresa da região e também a segunda maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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Fundo soberano e companhia catarinense investirão US$ 350 milhões

Após dois meses de queda, serviços crescem 2,4% em novembro

Com o resultado, o setor ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia

Segmento de tecnologia da informação impulsiona crescimento dos serviços em novembro

O setor de serviços cresceu 2,4% na passagem de outubro para novembro, após dois meses de taxas negativas, recuperando a perda acumulada de 2,2%. Com o resultado de novembro, o setor ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020, mas está 7,3% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE.

“Esta recuperação do mês de novembro coloca o setor no maior patamar dos últimos seis anos, igualando-se ao nível de dezembro de 2015. Das últimas 18 informações divulgadas, na comparação mês contra mês anterior, 15 foram positivas e três foram negativas: março, devido a segunda onda de Covid, e setembro e outubro, por conta de aumentos de preços em telecomunicações e passagens aéreas”, destaca Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa.

Quatro das cinco atividades investigadas avançaram no mês de novembro, com destaque para serviços de informação e comunicação (5,4%), que recuperaram a perda de 2,9% verificada nos dois meses anteriores. Com isso, a atividade se coloca num patamar 13,7% acima de fevereiro de 2020. “Nessa atividade, sobressai o setor de tecnologia da informação, principalmente os segmentos de portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca da internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares e consultoria em tecnologia da informação”, ressalta Lobo.

O setor de tecnologia da informação cresceu 10,7% de outubro para novembro, maior taxa desde janeiro de 2018 (11,8%), ficando 47,4% acima do patamar pré-pandemia. “Depois do período mais agudo da pandemia, a partir de junho de 2020, o setor mostrou uma rápida recuperação, acelerando o ritmo de crescimento das receitas. Essas informações positivas são em boa parte explicadas pelo dinamismo das empresas do setor de TI, que fornecem serviços para outras empresas”, explica Lobo.

O segundo impacto positivo no índice do novembro veio da atividade de transportes, que cresceu 1,8% e praticamente recuperou a perda de 1,9% observada entre setembro e outubro. Com isso, a atividade está operando num patamar 7,2% acima de fevereiro de 2020. “Os destaques na área de transportes foram transporte aéreo de passageiros, correio e transporte rodoviário de carga”, informa Lobo.

Com alta de 2,8%, os serviços prestados às famílias representaram o terceiro impacto positivo no mês. “Esta é a oitava taxa positiva seguida, acumulando um crescimento de 60,4%, mas ainda insuficiente para voltar ao patamar pré-pandemia. O segmento está operando num nível 11,8% abaixo de fevereiro de 2020”, detalha o pesquisador.

Já os outros serviços cresceram 2,9% em novembro, recuperando apenas uma pequena parte da queda e 12,6% entre setembro e outubro. O setor foi impulsionado pela coleta de resíduos não perigosos, administração de fundos por contrato ou comissão e consultoria em investimentos financeiros. Por outro lado, com queda de 0,3%, os serviços profissionais, administrativos e complementares apresentam a quarta taxa negativa seguida, acumulando perda de 3,7%.

Na comparação com novembro de 2020, o volume de serviços avançou 10,0%, registrando a nona taxa positiva seguida, crescimento em quatro das cinco atividades, com destaque para transportes e serviços de informação e comunicação. “Nesta comparação, seguimos com o efeito da baixa base de comparação dos meses de 2020”, informa Lobo. Em termos acumulados, de janeiro a novembro de 2021, a taxa ficou em 10,9%. Em 12 meses, com expansão de 9,5% em novembro, o setor manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2021 (-8,6%) e alcançou a taxa mais intensa da série iniciada em dezembro de 2012.

Regionalmente, 18 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços entre outubro e novembro de 2021. Entre os locais com taxas positivas, o impacto mais importante veio de São Paulo (4%), seguido por Rio de Janeiro (1,6%), Santa Catarina (3,7%) e Paraná (2,1%). Em contrapartida, o Mato Grosso do Sul (-4%) registrou a principal retração em termos regionais.

Atividades turísticas
O índice de atividades turísticas cresceu 4,2% frente a outubro, sétima taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 57,5%. Contudo, o segmento de turismo ainda se encontra 16,2% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado. “Esse índice de atividades turísticas tem um perfil muito semelhante ao perfil dos serviços prestados às famílias, pois muitas das atividades que compõem o indicador vêm desse segmento”, observa o pesquisador.

Regionalmente, oito dos 12 locais pesquisados acompanharam este movimento de expansão. A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (8%), seguido por Rio de Janeiro (2,8%), Paraná (6,3%) e Minas Gerais (2,3%). Em sentido oposto, Pernambuco (-1,1%) e Bahia (-0,4%) assinalaram os resultados negativos mais importantes do mês.

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Com o resultado, o setor ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia

O dever de seguir fornecendo respostas

A integridade econômico-financeira da PUCRS foi mantida adequando sua estrutura e orçamento a um contexto de mudanças

Mesmo durante a pandemia, a universidade conseguiu protagonizar iniciativas importantes e muitos movimentos

A PUCRS, como todas as organizações, foi impactada pela pandemia. O grande desafio foi seguir fornecendo respostas ágeis e comprometidas com uma proposta educacional de excelência – sem descuidar da sustentabilidade de suas operações e da sua missão institucional. Mesmo durante a pandemia, a universidade conseguiu protagonizar iniciativas importantes e muitos movimentos, inclusive voltados ao enfrentamento da Covid-19, por meio de uma força tarefa multidisciplinar e ações diversificadas, como a implantação de um modelo próprio de educação on-line.

Idealizado para promover o cuidado integral com a vida, o campus da saúde é um ecossistema completo de saúde e bem-estar, da prevenção à reabilitação, que conecta o Hospital São Lucas, o Instituto do Cérebro, o Parque Esportivo, o Centro de Reabilitação, o BioHub, entre outros serviços com o objetivo de ofertar à sociedade tudo o que é preciso para cuidar da vida de maneira integral.

“Mesmo em um período atípico, a PUCRS manteve investimentos e a excelência em pesquisa e realizou importantes avanços na promoção da internacionalização, firmando-se como uma universidade de classe mundial”, ressalta o pró-reitor de administração e finanças Alam Casartelli. A integridade econômico-financeira da universidade foi mantida adequando sua estrutura e orçamento a um cenário social e econômico de grandes mudanças. Destacam-se os investimentos em TI, construção de um modelo de aulas único e qualificação do corpo docente – tudo somando aportes de, aproximadamente, R$ 10,5 milhões em 2020 e R$ 6,5 milhões até o terceiro trimestre de 2021.

Este conteúdo integra o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

A integridade econômico-financeira da PUCRS foi mantida adequando sua estrutura e orçamento a um contexto de mudanças

Porto Alegre recebe terceira unidade da Sorrifácil

Investimento inicial foi de quase R$ 1 milhão

Unidade abrangerá a zona sul da capital gaúcha

Porto Alegre recebe, a partir desta quarta-feira (12), a terceira clínica da Sorrifácil. Atenta ao crescimento expressivo da zona sul da cidade nos últimos anos, a companhia abre mais uma unidade focada nesta região. Com investimento inicial de quase R$ 1 milhão, a clínica contará com uma estrutura de 350 metros quadrados.

Localizado no Bairro Tristeza, o espaço está distribuído em dois andares, com estacionamento exclusivo. Totalmente acessível, a unidade conta, ainda, com elevador. Disponibilizará atendimento clínico-geral, especializado em endodontia, implantodontia, reabilitação oral, estética, profilaxia, ortodontia, alinhadores invisíveis, exames de imagem complementares.

“Acompanhamos o crescimento da zona sul e visualizamos a necessidade de expandirmos para esta área, trazer a excelência no tratamento para esta região”, explica a gestora da unidade, Camila Gewehr Gonçalves. Esta é a terceira unidade da rede na cidade, e contará com 12 profissionais, inicialmente. As outras duas ficam nos bairros Menino Deus e Rio Branco, sendo que uma delas também foi inaugurada este ano.

Integrante da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a Sorrifácil vem crescendo ano a ano, com uma estratégia baseada principalmente na abertura de franquias. Foram abertas 30 novas operações no ano passado.

Investimento inicial foi de quase R$ 1 milhão

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