Archives 2021

Relação entre franqueadora e franqueados: como manter a padronização e acabar com os problemas de logística

Imagine uma franquia de cosméticos que tem 10 lojas em estados diferentes. A franqueadora precisa entregar um lançamento específico simultaneamente para todas as franqueadas. “Essa missão pode ser cumprida com sucesso ou esbarrar em diferentes problemas que acarretam atrasos ou extravios, tudo depende da inteligência logística adotada pela rede”, explica Fábio Garcia, CEO da Mais Envios, startup especializada em logística.

A essência das franquias é a padronização: todos os Pontos de Venda (PDVs) de uma mesma marca devem oferecer os mesmos produtos, independentemente da localização da loja. Por isso, ter uma gestão logística consistente, preparada para resolver os percalços e restabelecer o fluxo de entregas é essencial.

Entre estes percalços dois problemas se destacam no que diz respeito às franquias: a falta de uma visão logística integrada por parte do franqueador nas questões operacionais e a ausência de um sistema de informação estruturado e que permita compartilhamento das informações entre a marca e os franqueados.

A gestão completa possibilita a movimentação dos produtos entre os fornecedores e as lojas. Neste caso o trabalho de inteligência logística especializado é uma excelente opção para deixar a operação simples e eficaz.

A inteligência logística também ajuda a resolver a segunda “dor” das franquias, que é a comunicação entre as diversas áreas internas do próprio franqueador, como entre os componentes da cadeia de abastecimento: franqueador, fornecedores, rede de lojas de franquias e multimarcas e transportadores.

“Dentro do nosso dashboard o franqueador consegue acompanhar todo o processo de entrega, checar quais produtos faltam em cada loja e remanejar as mercadorias sobressalentes em outros PDVs próximos, o que gera economia de tempo e reduz o custo de transporte”, ressalta Garcia

Entre os benefícios da contratação de uma gestão logística externa está a facilidade de compra e organização para as lojas franqueadas. Além disso, há a redução no tempo de recebimento de mercadorias na loja.

Mas e quando a franquia tem um e-commerce?

Quando o trabalho extrapola a logística interna de entrega de produtos e insumos para os franqueados e passa para a entrega dos produtos para o consumidor final, as redes precisam investir em outras ferramentas de gestão.

Neste caso, o Ship From Store (SFS) passa a ser fundamental. “As redes esbarram nos custos de implantação do SFS. Por isso oferecemos para estes franqueadores uma opção muito mais acessível”, ressalta Raphael Alexandre Santos, diretor da OmniEnvios, empresa do grupo Mais Envios.

O sistema SFS permite que os franqueadores integrem os estoques das lojas físicas e do e-commerce. Com isso é possível enviar o produto a partir da loja mais próxima do consumidor final, reduzindo o tempo de entrega em até três vezes, em alguns casos em até 24 horas. Sem falar que o custo do frete também é mais competitivo, chegando a uma redução de até 50% no valor final.

A logística inteligente, com o conceito omnichannel, deixou de ser uma tendência para virar uma necessidade de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo e as franquias podem se beneficiar muito com isso.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

O post Relação entre franqueadora e franqueados: como manter a padronização e acabar com os problemas de logística apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Imagine uma franquia de cosméticos que tem 10 lojas em estados diferentes. A franqueadora precisa entregar um lançamento específico simultaneamente para todas as franqueadas. “Essa missão pode ser cumprida com sucesso ou esbarrar em diferentes problemas que acarretam atrasos ou extravios, tudo depende da inteligência logística adotada pela rede”, explica Fábio Garcia, CEO da Mais Envios, startup especializada em logística.

A essência das franquias é a padronização: todos os Pontos de Venda (PDVs) de uma mesma marca devem oferecer os mesmos produtos, independentemente da localização da loja. Por isso, ter uma gestão logística consistente, preparada para resolver os percalços e restabelecer o fluxo de entregas é essencial.

Entre estes percalços dois problemas se destacam no que diz respeito às franquias: a falta de uma visão logística integrada por parte do franqueador nas questões operacionais e a ausência de um sistema de informação estruturado e que permita compartilhamento das informações entre a marca e os franqueados.

A gestão completa possibilita a movimentação dos produtos entre os fornecedores e as lojas. Neste caso o trabalho de inteligência logística especializado é uma excelente opção para deixar a operação simples e eficaz.

A inteligência logística também ajuda a resolver a segunda “dor” das franquias, que é a comunicação entre as diversas áreas internas do próprio franqueador, como entre os componentes da cadeia de abastecimento: franqueador, fornecedores, rede de lojas de franquias e multimarcas e transportadores.

“Dentro do nosso dashboard o franqueador consegue acompanhar todo o processo de entrega, checar quais produtos faltam em cada loja e remanejar as mercadorias sobressalentes em outros PDVs próximos, o que gera economia de tempo e reduz o custo de transporte”, ressalta Garcia

Entre os benefícios da contratação de uma gestão logística externa está a facilidade de compra e organização para as lojas franqueadas. Além disso, há a redução no tempo de recebimento de mercadorias na loja.

Mas e quando a franquia tem um e-commerce?

Quando o trabalho extrapola a logística interna de entrega de produtos e insumos para os franqueados e passa para a entrega dos produtos para o consumidor final, as redes precisam investir em outras ferramentas de gestão.

Neste caso, o Ship From Store (SFS) passa a ser fundamental. “As redes esbarram nos custos de implantação do SFS. Por isso oferecemos para estes franqueadores uma opção muito mais acessível”, ressalta Raphael Alexandre Santos, diretor da OmniEnvios, empresa do grupo Mais Envios.

O sistema SFS permite que os franqueadores integrem os estoques das lojas físicas e do e-commerce. Com isso é possível enviar o produto a partir da loja mais próxima do consumidor final, reduzindo o tempo de entrega em até três vezes, em alguns casos em até 24 horas. Sem falar que o custo do frete também é mais competitivo, chegando a uma redução de até 50% no valor final.

A logística inteligente, com o conceito omnichannel, deixou de ser uma tendência para virar uma necessidade de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo e as franquias podem se beneficiar muito com isso.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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A tolerância ao erro precisa fazer parte da transformação digital

Na corrida pelo melhor atendimento ao cliente, todos querem mais rapidez, inovação e eficiência. Os profissionais são incentivados a buscar mais qualificação, a ter ideias fora da caixa e buscar reinvenção constante. Saber seguir uma receita já não basta para promover soluções disruptivas. As empresas querem colaboradores que criem suas próprias fórmulas; entretanto, quando esses erram nas primeiras tentativas, a compreensão dos gestores dá lugar a uma caça às bruxas.

Qualquer pessoa que já tenha cozinhado sabe que não dá para modificar uma receita sem testar. Atire a primeira pedra aquele que nunca solou um bolo ao trocar um dos ingredientes. No campo da tecnologia não é diferente. Para criar um sistema que possa de fato se tornar uma solução para o cliente, os profissionais vão errar muitas vezes. Por isso, o tempo dedicado ao desenvolvimento não pode ser entendido como perdido nem os recursos empregados devem ser vistos como dinheiro jogado fora. Ambos são investimentos em uma etapa da criação, parte de uma jornada muito maior que é o aprendizado. A caminhada é diária. Um passo em falso não tira ninguém da direção.

O problema é que a lógica punitiva ainda é muito forte dentro das empresas. Se as falhas ocorridas durante os processos de inovação forem passíveis de punição, ninguém vai querer desenvolver uma ideia nova. Advertir um colaborador que errou ao experimentar uma solução diferente é inibir o surgimento de novos talentos e sepultar qualquer faísca de criatividade das equipes.

Métrica positiva

Uma maneira de retirar o estigma do erro é tratá-lo com métrica positiva. Algumas empresas convocaram os seus funcionários para “elegerem” os maiores erros da empresa (Lições aprendidas), com o intuito de reconhecerem estes profissionais com um “vale coragem”. Ou seja, antes do acerto é preciso experimentar, testar e errar. A ideia não é expor o funcionário, mas oferecer uma oportunidade de todas as equipes aprenderem com as falhas. Os prêmios e reconhecimentos são simbólicos. O objetivo é mostrar que vale a pena inventar e que o erro faz parte de qualquer processo de inovação.

Já presenciei muitas pessoas resistirem ao fracasso, rejeitá-lo e tentar evitá-lo, porque, a despeito do que dizemos, erros são embaraçosos. Há uma reação imediata ao fracasso: ele machuca e dói. Precisamos pensar e atuar no erro de uma forma diferente. Não sou o primeiro a dizer que uma abordagem da maneira certa pode ser uma oportunidade de crescimento. Erros não são ruins, são uma consequência inevitável se você pretende fazer algo novo. Devem ser considerados valiosos; sem eles, não haveria originalidade. Por isso, a aceitação do fracasso é importante em nosso aprendizado. Mas só isso não basta, porque o fracasso é doloroso e nossos sentimentos a respeito da dor tendem a impedir a compreensão do seu valor.

Para separar as partes boas e más do fracasso, é preciso reconhecer a realidade da dor e os benefícios do crescimento resultante. Em sua grande parte, as pessoas não querem falhar, mas fracassar é como aprender a andar de bicicleta. Não é possível fazê-lo sem cometer erros, sem cair algumas vezes. Se você não experimenta o fracasso, está cometendo um erro bem maior. Afinal, está sendo guiado pelo desejo de evitá-lo. Como diz Ed Catmull: “A aversão excessiva a riscos faz com que muitas empresas parem de inovar e rejeitem novas ideias, que é o primeiro passo para a irrelevância”. Em uma cultura na qual o fracasso é baseado no medo, as pessoas, conscientemente ou não, evitam os riscos. O método de tentativa e erro tem o valor reconhecido pela ciência.

A importância dos “erros honestos”

Existe uma frase do Jim Gates maravilhosa que é: “A maioria do que a gente está fazendo está errado, e essa é a natureza da inovação”. Se fizermos exatamente o que todo mundo fez, a gente vai chegar onde todo mundo chegou, é óbvio”. Acredito que quando falamos em “erros honestos” eles são “bem-vindos”, erros cometidos com a intenção de acertar e fazer descobertas. Embora possam provocar adversidades a princípio, são primordiais para a evolução de uma equipe, pois a natureza de evoluir e buscar novas soluções é de acordo com a capacidade que temos de entender que o “erro” deve ser medido como uma métrica de “sucesso” e não de insucesso.

A transformação digital do atendimento ao cliente passa, primeiramente, pela transformação da maneira como as empresas lidam com as falhas. Se errar é humano, a expectativa de obter 100% de acerto nos projetos de inovação é algo irreal. Não existe transformação digital sem tolerância ao erro. Os equívocos devem ser acolhidos sem julgamento. Eles são parte de um aprendizado, de um processo que, quando bem conduzido, tem todas as chances de chegar a uma solução viável comercialmente. Sem apoiar aqueles que erram e acertam, as empresas não serão capazes de inovar. E sem inovação, ficará mais difícil cumprir metas e crescer em um mercado tão competitivo. A empresa que estiver disposta a errar vai transformar não só seus processos digitais, mas toda a sua cultura de inovação.

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Na corrida pelo melhor atendimento ao cliente, todos querem mais rapidez, inovação e eficiência. Os profissionais são incentivados a buscar mais qualificação, a ter ideias fora da caixa e buscar reinvenção constante. Saber seguir uma receita já não basta para promover soluções disruptivas. As empresas querem colaboradores que criem suas próprias fórmulas; entretanto, quando esses erram nas primeiras tentativas, a compreensão dos gestores dá lugar a uma caça às bruxas.

Qualquer pessoa que já tenha cozinhado sabe que não dá para modificar uma receita sem testar. Atire a primeira pedra aquele que nunca solou um bolo ao trocar um dos ingredientes. No campo da tecnologia não é diferente. Para criar um sistema que possa de fato se tornar uma solução para o cliente, os profissionais vão errar muitas vezes. Por isso, o tempo dedicado ao desenvolvimento não pode ser entendido como perdido nem os recursos empregados devem ser vistos como dinheiro jogado fora. Ambos são investimentos em uma etapa da criação, parte de uma jornada muito maior que é o aprendizado. A caminhada é diária. Um passo em falso não tira ninguém da direção.

O problema é que a lógica punitiva ainda é muito forte dentro das empresas. Se as falhas ocorridas durante os processos de inovação forem passíveis de punição, ninguém vai querer desenvolver uma ideia nova. Advertir um colaborador que errou ao experimentar uma solução diferente é inibir o surgimento de novos talentos e sepultar qualquer faísca de criatividade das equipes.

Métrica positiva

Uma maneira de retirar o estigma do erro é tratá-lo com métrica positiva. Algumas empresas convocaram os seus funcionários para “elegerem” os maiores erros da empresa (Lições aprendidas), com o intuito de reconhecerem estes profissionais com um “vale coragem”. Ou seja, antes do acerto é preciso experimentar, testar e errar. A ideia não é expor o funcionário, mas oferecer uma oportunidade de todas as equipes aprenderem com as falhas. Os prêmios e reconhecimentos são simbólicos. O objetivo é mostrar que vale a pena inventar e que o erro faz parte de qualquer processo de inovação.

Já presenciei muitas pessoas resistirem ao fracasso, rejeitá-lo e tentar evitá-lo, porque, a despeito do que dizemos, erros são embaraçosos. Há uma reação imediata ao fracasso: ele machuca e dói. Precisamos pensar e atuar no erro de uma forma diferente. Não sou o primeiro a dizer que uma abordagem da maneira certa pode ser uma oportunidade de crescimento. Erros não são ruins, são uma consequência inevitável se você pretende fazer algo novo. Devem ser considerados valiosos; sem eles, não haveria originalidade. Por isso, a aceitação do fracasso é importante em nosso aprendizado. Mas só isso não basta, porque o fracasso é doloroso e nossos sentimentos a respeito da dor tendem a impedir a compreensão do seu valor.

Para separar as partes boas e más do fracasso, é preciso reconhecer a realidade da dor e os benefícios do crescimento resultante. Em sua grande parte, as pessoas não querem falhar, mas fracassar é como aprender a andar de bicicleta. Não é possível fazê-lo sem cometer erros, sem cair algumas vezes. Se você não experimenta o fracasso, está cometendo um erro bem maior. Afinal, está sendo guiado pelo desejo de evitá-lo. Como diz Ed Catmull: “A aversão excessiva a riscos faz com que muitas empresas parem de inovar e rejeitem novas ideias, que é o primeiro passo para a irrelevância”. Em uma cultura na qual o fracasso é baseado no medo, as pessoas, conscientemente ou não, evitam os riscos. O método de tentativa e erro tem o valor reconhecido pela ciência.

A importância dos “erros honestos”

Existe uma frase do Jim Gates maravilhosa que é: “A maioria do que a gente está fazendo está errado, e essa é a natureza da inovação”. Se fizermos exatamente o que todo mundo fez, a gente vai chegar onde todo mundo chegou, é óbvio”. Acredito que quando falamos em “erros honestos” eles são “bem-vindos”, erros cometidos com a intenção de acertar e fazer descobertas. Embora possam provocar adversidades a princípio, são primordiais para a evolução de uma equipe, pois a natureza de evoluir e buscar novas soluções é de acordo com a capacidade que temos de entender que o “erro” deve ser medido como uma métrica de “sucesso” e não de insucesso.

A transformação digital do atendimento ao cliente passa, primeiramente, pela transformação da maneira como as empresas lidam com as falhas. Se errar é humano, a expectativa de obter 100% de acerto nos projetos de inovação é algo irreal. Não existe transformação digital sem tolerância ao erro. Os equívocos devem ser acolhidos sem julgamento. Eles são parte de um aprendizado, de um processo que, quando bem conduzido, tem todas as chances de chegar a uma solução viável comercialmente. Sem apoiar aqueles que erram e acertam, as empresas não serão capazes de inovar. E sem inovação, ficará mais difícil cumprir metas e crescer em um mercado tão competitivo. A empresa que estiver disposta a errar vai transformar não só seus processos digitais, mas toda a sua cultura de inovação.

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José Gasque da Intelipost fala sobre os desafios do last mile nas entregas de alimentos

À convite do E-Commerce Brasil, o Head of Sales da Intelipost, José Gasque, palestrou, nesta quinta-feira (07), sobre os principais desafios do last mile nas entregas de alimentos no Brasil e deu dicas de como implantar e gerir esse tipo de operação. A palestra faz parte do Grocery & Drinks, congresso de e-commerce.

Para contextualizar o assunto, Gasque apresentou um estudo que traz dados sobre urbanização, o que impacta diretamente nas entregas impactando nos custos operacionais; custormers, em 2001, mais de 2 bilhões de pessoas já compravam online; crescimento no consumo de produtos no e-grocery; na oferta de delivery e na aplicação da tecnologia nas operações.

Mudança de comportamento do consumidor no grocery store no pós-Covid também foi um ponto abordado, por meio de outro estudo. Nesse sentido, Gasque abordou a redução do consumo em restaurantes, aumento no delivery de alimentos prontos e na demanda de alimentos semi-prontos.

Para ele, basicamente quatro pontos impactam no last mile: planejamento logístico, do armazenamento à entrega; transporte com rapidez, mantendo a segurança e os padrões de exigências de condução de cada produto; visibilidade da operação em tempo real, afinal, o cliente quer acompanhar o trajeto do produto, passo a passo e provimento de experiência.

“O last mile hoje tende a ser a ponta mais cara da entrega, justamente por essa experiência que o cliente quer ter. O cliente espera rapidez, gratuidade, rastreio do pedido em tempo real, diversidade de opções e políticas de trocas e devoluções”, analisa.

Mas, como garantir precisão no cenário logístico brasileiro? “Conseguir isso é um grande desafio e a gente precisa olhar tudo o que há disponível no mercado em termos de tendências. A gente percebe hoje pelas grandes cidades, muitos locais que servem para fazer a distribuição de produtos”, reforça.

Para finalizar, Gasque citou algumas aptidões do segmento de logística, a primeira delas é o fato de as lojas físicas terem se transformado em centros de distribuição. “Todo varejista já se transformou em marketplace e entrega produtos de diversos perfis, a gente precisa adaptar esses modais para sermos capazes realizar entregas com eficiência”, avalia.

O aumento do serviço de entrega express é outra aposta, já que o usuário final quer cada vez mais isso, em qualquer segmento, aponta o especialista.

E a exigência de um nível de serviço ousado, por isso, é preciso entregar o produto certo, à pessoa certa, no local certo e na hora certa.

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

Leia também: Rappi Turbo e Zé Delivery: as mudanças na experiência dos superapps no grocery.

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À convite do E-Commerce Brasil, o Head of Sales da Intelipost, José Gasque, palestrou, nesta quinta-feira (07), sobre os principais desafios do last mile nas entregas de alimentos no Brasil e deu dicas de como implantar e gerir esse tipo de operação. A palestra faz parte do Grocery & Drinks, congresso de e-commerce.

Para contextualizar o assunto, Gasque apresentou um estudo que traz dados sobre urbanização, o que impacta diretamente nas entregas impactando nos custos operacionais; custormers, em 2001, mais de 2 bilhões de pessoas já compravam online; crescimento no consumo de produtos no e-grocery; na oferta de delivery e na aplicação da tecnologia nas operações.

Mudança de comportamento do consumidor no grocery store no pós-Covid também foi um ponto abordado, por meio de outro estudo. Nesse sentido, Gasque abordou a redução do consumo em restaurantes, aumento no delivery de alimentos prontos e na demanda de alimentos semi-prontos.

Para ele, basicamente quatro pontos impactam no last mile: planejamento logístico, do armazenamento à entrega; transporte com rapidez, mantendo a segurança e os padrões de exigências de condução de cada produto; visibilidade da operação em tempo real, afinal, o cliente quer acompanhar o trajeto do produto, passo a passo e provimento de experiência.

“O last mile hoje tende a ser a ponta mais cara da entrega, justamente por essa experiência que o cliente quer ter. O cliente espera rapidez, gratuidade, rastreio do pedido em tempo real, diversidade de opções e políticas de trocas e devoluções”, analisa.

Mas, como garantir precisão no cenário logístico brasileiro? “Conseguir isso é um grande desafio e a gente precisa olhar tudo o que há disponível no mercado em termos de tendências. A gente percebe hoje pelas grandes cidades, muitos locais que servem para fazer a distribuição de produtos”, reforça.

Para finalizar, Gasque citou algumas aptidões do segmento de logística, a primeira delas é o fato de as lojas físicas terem se transformado em centros de distribuição. “Todo varejista já se transformou em marketplace e entrega produtos de diversos perfis, a gente precisa adaptar esses modais para sermos capazes realizar entregas com eficiência”, avalia.

O aumento do serviço de entrega express é outra aposta, já que o usuário final quer cada vez mais isso, em qualquer segmento, aponta o especialista.

E a exigência de um nível de serviço ousado, por isso, é preciso entregar o produto certo, à pessoa certa, no local certo e na hora certa.

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

Leia também: Rappi Turbo e Zé Delivery: as mudanças na experiência dos superapps no grocery.

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Estratégias de como cobrar frete fixo no seu e-commerce

De acordo com a 44ª pesquisa Webshoppers Ebit|Nielsen, o faturamento do e-commerce brasileiro registrou alta de 31% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. Só o número total de pedidos registrou crescimento de 7%, chegando ao patamar de 100 milhões de compras online realizadas. Os seis primeiros meses do ano acumularam R$53 bilhões em vendas, maior montante já registrado!

A pesquisa Webshoppers apontou ainda que 6,2 milhões de novos consumidores passaram a comprar online nos seis primeiros meses do ano. Isso mostra que o comércio eletrônico brasileiro segue expandindo-se e atraindo tanto clientes quanto novos lojistas.

Como se destacar nesse mercado cada vez mais dinâmico? Além de fatores como o preço dos produtos, qualidade do atendimento e ações de marketing, o frete também pode ser usado como uma ferramenta de atração de clientes.

Se na maioria dos nichos de mercado o preço dos produtos tende a não variar muito, outras facilidades oferecidas pela loja virtual acabam tendo maior peso na decisão do cliente. Estratégias como estabelecer um preço fixo para a entrega tendem a chamar bastante a atenção, especialmente porque o consumidor consegue saber exatamente quanto vai pagar no frete antes mesmo de finalizar a compra.

Mas como cobrar frete fixo? Como chegar a um valor que seja atrativo para os clientes e que, ao mesmo tempo, não traga prejuízos ao empreendedor? A seguir traremos algumas dicas que poderão nortear o lojista nessa busca por respostas.

O que levar em consideração ao cobrar frete fixo do cliente?

Para entender como cobrar frete fixo precisamos antes analisar as variáveis que estão envolvidas nessa estratégia. Antes de viabilizá-la, o lojista deve considerar os seguintes fatores:

volume de vendas da loja virtual
volume de vendas dos produtos (caso a estratégia seja aplicada apenas a um ou alguns produtos)
ticket médio
peso do produto
medidas (altura, largura e comprimento)
regiões de entrega

É um trabalho de levantamento de dados. Não há como elaborar uma estratégia de frete fixo eficiente sem saber pelo menos essas informações sobre seu negócio. A maioria dos dados acima pode ser facilmente encontrada, mas o lojista talvez não saiba como calcular o ticket médio da sua loja virtual.

Calculando o ticket médio do seu e-commerce

A conta para se chegar ao ticket médio é bastante simples. Basta pegar os dados sobre o faturamento total da sua loja virtual no período apurado (mês, trimestre, semestre, etc) e dividir pelo número de vendas feitas. A fórmula é essa:

Ticket médio = Faturamento ÷ Número de Vendas

Descobrir o ticket médio é uma informação importante para determinar estratégias de frete, mas não só por isso. Com esse dado, o lojista consegue traçar ações em outros campos (como o marketing ou o preço dos produtos) visando, por exemplo, aumentar o ticket médio da sua loja virtual para um patamar mais seguro.

Como cobrar frete fixo do cliente?

Agora que você já sabe quais fatores precisam ser analisados antes de se cobrar frete fixo do cliente, chegou a hora de executar a estratégia em si.

É possível cobrar frete fixo de diversas maneiras. As mais comuns estão explicadas a seguir.

Cobrar frete fixo por região

Para cobrar frete fixo, o lojista precisa saber quanto, em média, custa o envio de seus produtos. Fazer essa análise por região acaba sendo mais fácil e é por isso que muitas lojas virtuais cobram diferentes preços de frete fixo a depender da região do país.

Outra dica é estipular frete fixo para produtos com peso e dimensões parecidas, pois fica mais fácil calcular a média das entregas para determinada região. Se no catálogo de itens da loja há muitos itens leves e apenas um ou outro pesado, é importante avaliar se esses poucos itens mais pesados não estão distorcendo a média do preço de envio dos itens mais leves.

Por isso é importante fazer aquele levantamento que dissemos acima e descobrir quais são os produtos que mais têm saída em sua loja virtual. Se produtos pesados e grandes (que custam mais caro para enviar) têm pouca saída, nem vale a pena incluí-los no cálculo da média do custo de envio dos produtos da sua loja virtual, pois isso poderia fazer esse preço médio disparar e inviabilizar a estratégia de frete fixo.

Vale lembrar que o Brasil é um país continental e que, pelo menos para pequenos e médios negócios, estipular um valor fixo de frete que se aplique a todo o território nacional pode não ser uma tarefa economicamente viável. Caso não se sinta seguro para dar um passo tão grande logo no início, comece cobrando frete fixo apenas para o estado ou região onde seu e-commerce está localizado.

Frete fixo a partir de determinado valor de compra

Caso queira aplicar o mesmo custo de frete para clientes de todo o Brasil, o lojista precisará encontrar um valor que viabilize isso. Um ponto de partida é usar a fórmula dada acima e descobrir qual é o ticket médio de seu negócio.

Isso não significa que clientes que compram o equivalente ao valor do ticket médio terão gasto o suficiente para fazer a estratégia de frete fixo ser economicamente viável. Mas esse dado é um ponto de partida importante para se chegar a um valor que faça sentido para o cliente e para o lojista.

Importante: para que a estratégia de frete fixo seja realmente um diferencial competitivo, o cliente precisa perceber que o custo do envio realmente é vantajoso. De nada adianta oferecer um preço tabelado de entrega se ele for mais caro do que o frete calculado pelo cliente em outras lojas. E acredite, o cliente sempre sabe quando está saindo em desvantagem.

Por isso, pode ser que o lojista precise diminuir sua margem de lucro para absorver parte dos custos necessários para a implementação de um frete fixo realmente vantajoso. Tudo isso em prol de atrair mais clientes e aumentar as vendas.

Muitas vezes, o lojista descobre um valor de frete fixo atraente após tentativa e erro. É por isso que é aconselhável testar essa estratégia fora de datas comerciais importantes e minimizar os riscos ao negócio.

Frete fixo por tempo limitado

O gatilho da urgência costuma funcionar bastante no e-commerce. Quando uma promoção ou uma vantagem tem data certa para acabar, o consumidor tende a se sentir mais motivado a comprar. Estratégias de frete fixo e frete grátis seguem essa mesma lógica.

Criar uma campanha que ofereça frete fixo por tempo limitado pode ser uma boa oportunidade para o lojista atrair clientes e ao mesmo tempo testar a viabilidade econômica da ação. Caso nunca tenha feito isso antes, talvez seja prudente começar com uma campanha fora de uma data comercial muito importante, para evitar maiores prejuízos.

Dessa maneira, o empreendedor poderá avaliar o sucesso da campanha e o que precisa ser melhorado, ficando mais preparado para executar a estratégia novamente em uma data mais importante (como a Black Friday 2021, por exemplo).

O frete como estratégia de vendas

De acordo com a Econsultancy, 55% dos abandonos de carrinho no e-commerce brasileiro acontecem por causa do custo do envio. É por isso que cobrar frete do cliente é algo que requer atenção. Uma estratégia bem executada pode determinar a finalização da compra.

Oferecer frete fixo ou frete grátis atrai consumidores. Mas, mesmo que sejam ações pontuais, o lojista ainda precisa se preocupar com o abandono de carrinho motivado pelo frete no resto do ano? Como amenizar esse problema mesmo sem oferecer gratuidade na entrega?

A primeira coisa que o empreendedor deve prestar atenção é na variedade de fretes que está oferecendo. Alguns clientes optam pelo envio mais barato, enquanto outros preferem uma entrega expressa que priorize o prazo curto. Portanto, ofereça essas duas modalidades ao cobrar frete.

Outra questão importante é não ficar preso a apenas uma transportadora. Além de representar um risco para a logística de sua loja virtual, essa prática ainda pode privar o empreendedor de obter preços mais vantajosos.

Para aliar variedade de opções de frete e entregas com diversas transportadoras, há plataformas gratuitas de cotação e contratação de fretes no mercado. Usando soluções como essas, o lojista consegue tanto oferecer custos de envio mais baratos, quanto pagar menos quando for calcular a viabilidade de cobrar frete fixo dos clientes.

Seja lá qual for o tipo de estratégia de frete que o lojista opte por implantar, é importante que ele esteja sempre atento aos resultados da ação. Avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado é tão importante quanto o volume de vendas e clientes que a estratégia trará. Dessa maneira, as próximas campanhas de frete tendem a ser cada vez mais assertivas, trazendo vantagens tanto para o empreendedor quanto para os clientes.

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De acordo com a 44ª pesquisa Webshoppers Ebit|Nielsen, o faturamento do e-commerce brasileiro registrou alta de 31% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. Só o número total de pedidos registrou crescimento de 7%, chegando ao patamar de 100 milhões de compras online realizadas. Os seis primeiros meses do ano acumularam R$53 bilhões em vendas, maior montante já registrado!

A pesquisa Webshoppers apontou ainda que 6,2 milhões de novos consumidores passaram a comprar online nos seis primeiros meses do ano. Isso mostra que o comércio eletrônico brasileiro segue expandindo-se e atraindo tanto clientes quanto novos lojistas.

Como se destacar nesse mercado cada vez mais dinâmico? Além de fatores como o preço dos produtos, qualidade do atendimento e ações de marketing, o frete também pode ser usado como uma ferramenta de atração de clientes.

Se na maioria dos nichos de mercado o preço dos produtos tende a não variar muito, outras facilidades oferecidas pela loja virtual acabam tendo maior peso na decisão do cliente. Estratégias como estabelecer um preço fixo para a entrega tendem a chamar bastante a atenção, especialmente porque o consumidor consegue saber exatamente quanto vai pagar no frete antes mesmo de finalizar a compra.

Mas como cobrar frete fixo? Como chegar a um valor que seja atrativo para os clientes e que, ao mesmo tempo, não traga prejuízos ao empreendedor? A seguir traremos algumas dicas que poderão nortear o lojista nessa busca por respostas.

O que levar em consideração ao cobrar frete fixo do cliente?

Para entender como cobrar frete fixo precisamos antes analisar as variáveis que estão envolvidas nessa estratégia. Antes de viabilizá-la, o lojista deve considerar os seguintes fatores:

volume de vendas da loja virtual
volume de vendas dos produtos (caso a estratégia seja aplicada apenas a um ou alguns produtos)
ticket médio
peso do produto
medidas (altura, largura e comprimento)
regiões de entrega

É um trabalho de levantamento de dados. Não há como elaborar uma estratégia de frete fixo eficiente sem saber pelo menos essas informações sobre seu negócio. A maioria dos dados acima pode ser facilmente encontrada, mas o lojista talvez não saiba como calcular o ticket médio da sua loja virtual.

Calculando o ticket médio do seu e-commerce

A conta para se chegar ao ticket médio é bastante simples. Basta pegar os dados sobre o faturamento total da sua loja virtual no período apurado (mês, trimestre, semestre, etc) e dividir pelo número de vendas feitas. A fórmula é essa:

Ticket médio = Faturamento ÷ Número de Vendas

Descobrir o ticket médio é uma informação importante para determinar estratégias de frete, mas não só por isso. Com esse dado, o lojista consegue traçar ações em outros campos (como o marketing ou o preço dos produtos) visando, por exemplo, aumentar o ticket médio da sua loja virtual para um patamar mais seguro.

Como cobrar frete fixo do cliente?

Agora que você já sabe quais fatores precisam ser analisados antes de se cobrar frete fixo do cliente, chegou a hora de executar a estratégia em si.

É possível cobrar frete fixo de diversas maneiras. As mais comuns estão explicadas a seguir.

Cobrar frete fixo por região

Para cobrar frete fixo, o lojista precisa saber quanto, em média, custa o envio de seus produtos. Fazer essa análise por região acaba sendo mais fácil e é por isso que muitas lojas virtuais cobram diferentes preços de frete fixo a depender da região do país.

Outra dica é estipular frete fixo para produtos com peso e dimensões parecidas, pois fica mais fácil calcular a média das entregas para determinada região. Se no catálogo de itens da loja há muitos itens leves e apenas um ou outro pesado, é importante avaliar se esses poucos itens mais pesados não estão distorcendo a média do preço de envio dos itens mais leves.

Por isso é importante fazer aquele levantamento que dissemos acima e descobrir quais são os produtos que mais têm saída em sua loja virtual. Se produtos pesados e grandes (que custam mais caro para enviar) têm pouca saída, nem vale a pena incluí-los no cálculo da média do custo de envio dos produtos da sua loja virtual, pois isso poderia fazer esse preço médio disparar e inviabilizar a estratégia de frete fixo.

Vale lembrar que o Brasil é um país continental e que, pelo menos para pequenos e médios negócios, estipular um valor fixo de frete que se aplique a todo o território nacional pode não ser uma tarefa economicamente viável. Caso não se sinta seguro para dar um passo tão grande logo no início, comece cobrando frete fixo apenas para o estado ou região onde seu e-commerce está localizado.

Frete fixo a partir de determinado valor de compra

Caso queira aplicar o mesmo custo de frete para clientes de todo o Brasil, o lojista precisará encontrar um valor que viabilize isso. Um ponto de partida é usar a fórmula dada acima e descobrir qual é o ticket médio de seu negócio.

Isso não significa que clientes que compram o equivalente ao valor do ticket médio terão gasto o suficiente para fazer a estratégia de frete fixo ser economicamente viável. Mas esse dado é um ponto de partida importante para se chegar a um valor que faça sentido para o cliente e para o lojista.

Importante: para que a estratégia de frete fixo seja realmente um diferencial competitivo, o cliente precisa perceber que o custo do envio realmente é vantajoso. De nada adianta oferecer um preço tabelado de entrega se ele for mais caro do que o frete calculado pelo cliente em outras lojas. E acredite, o cliente sempre sabe quando está saindo em desvantagem.

Por isso, pode ser que o lojista precise diminuir sua margem de lucro para absorver parte dos custos necessários para a implementação de um frete fixo realmente vantajoso. Tudo isso em prol de atrair mais clientes e aumentar as vendas.

Muitas vezes, o lojista descobre um valor de frete fixo atraente após tentativa e erro. É por isso que é aconselhável testar essa estratégia fora de datas comerciais importantes e minimizar os riscos ao negócio.

Frete fixo por tempo limitado

O gatilho da urgência costuma funcionar bastante no e-commerce. Quando uma promoção ou uma vantagem tem data certa para acabar, o consumidor tende a se sentir mais motivado a comprar. Estratégias de frete fixo e frete grátis seguem essa mesma lógica.

Criar uma campanha que ofereça frete fixo por tempo limitado pode ser uma boa oportunidade para o lojista atrair clientes e ao mesmo tempo testar a viabilidade econômica da ação. Caso nunca tenha feito isso antes, talvez seja prudente começar com uma campanha fora de uma data comercial muito importante, para evitar maiores prejuízos.

Dessa maneira, o empreendedor poderá avaliar o sucesso da campanha e o que precisa ser melhorado, ficando mais preparado para executar a estratégia novamente em uma data mais importante (como a Black Friday 2021, por exemplo).

O frete como estratégia de vendas

De acordo com a Econsultancy, 55% dos abandonos de carrinho no e-commerce brasileiro acontecem por causa do custo do envio. É por isso que cobrar frete do cliente é algo que requer atenção. Uma estratégia bem executada pode determinar a finalização da compra.

Oferecer frete fixo ou frete grátis atrai consumidores. Mas, mesmo que sejam ações pontuais, o lojista ainda precisa se preocupar com o abandono de carrinho motivado pelo frete no resto do ano? Como amenizar esse problema mesmo sem oferecer gratuidade na entrega?

A primeira coisa que o empreendedor deve prestar atenção é na variedade de fretes que está oferecendo. Alguns clientes optam pelo envio mais barato, enquanto outros preferem uma entrega expressa que priorize o prazo curto. Portanto, ofereça essas duas modalidades ao cobrar frete.

Outra questão importante é não ficar preso a apenas uma transportadora. Além de representar um risco para a logística de sua loja virtual, essa prática ainda pode privar o empreendedor de obter preços mais vantajosos.

Para aliar variedade de opções de frete e entregas com diversas transportadoras, há plataformas gratuitas de cotação e contratação de fretes no mercado. Usando soluções como essas, o lojista consegue tanto oferecer custos de envio mais baratos, quanto pagar menos quando for calcular a viabilidade de cobrar frete fixo dos clientes.

Seja lá qual for o tipo de estratégia de frete que o lojista opte por implantar, é importante que ele esteja sempre atento aos resultados da ação. Avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado é tão importante quanto o volume de vendas e clientes que a estratégia trará. Dessa maneira, as próximas campanhas de frete tendem a ser cada vez mais assertivas, trazendo vantagens tanto para o empreendedor quanto para os clientes.

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LGPD for kids: o tratamento de dados de crianças e adolescentes nos games

Um dos desafios de startups ou demais empresas que lidam com crianças e adolescentes é como realizar o tratamento de dados de crianças e adolescentes sem desrespeitar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O tema é delicado, mas a solução pode estar no redesenho da experiência do cliente/usuário de uma maneira lúdica – e, claro, com base na lei.

Esse e outros assuntos estão presentes em um estudo produzido pelo escritório Opice Blum, Bruno e Vainzof Advogados Associados e obtido com exclusividade pela Consumidor Moderno.

No estudo foram abordados diversos assuntos que interessam aos empreendedores de games (e que por associação podem ajudar outros negócios digitais). Além da LGPD, o material menciona temas como carga tributária, decisões do judiciário, propriedade intelectual e muito mais.

Segundo Gisele Karassawa, gestora da Startup.OBA, área do Opice Blum, Bruno e Vainzof Advogados Associados voltada para startups e outros players de inovação, o avanço do mercado de games levanta questões que precisam ser encaradas por empreendedores desse importante segmento da indústria do entretenimento.

“A relevância do segmento de games no Brasil é notória, já que os números apontam nossa liderança na América Latina e o 12º lugar no mundo em termos de maiores receitas obtidas com jogos digitais. Com esse ritmo acelerado de crescimento do mercado, despontam desafios jurídicos que precisam ser tratados, tais como proteção de dados pessoais de crianças e adolescentes, fraudes digitais, tributação e propriedade intelectual. A ideia da cartilha é abordar esses principais pontos em uma linguagem clara e objetiva, trazendo informações relevantes para o público-alvo.”

LGPD for kids

De acordo com o levantamento, existem pelo menos três pontos na LGPD que interessam a indústria de game no relacionamento com crianças e adolescentes.

Um deles aborda o tratamento de dados nos jogos e aplicativos de internet. Ele está presente no artigo 14, parágrafo 4º da norma e afirma que, nos jogos e aplicações de internet, é proibido aos controladores (gestores dos dados nas empresas) condicionar a participação das crianças ao fornecimento de informações pessoais além daquelas estritamente necessárias àquela atividade.

No parágrafo seguinte (parágrafo 5º), há ainda a previsão da necessidade de esforço razoável dos controladores para verificar a validade do consentimento coletado.

Já no artigo 14, parágrafo 6º, estabelece que, durante o tratamento de dados de crianças e adolescentes, é preciso disponibilizar informações simples, claras e acessíveis, compatíveis com as respectivas faixas etárias dos titulares de dados, entre as quais devem ser mantidas públicas, conforme o parágrafo 2º, ao menos a lista de dados pessoais tratados, sua forma de utilização e o procedimento para exercício dos direitos previstos na LGPD.

E o que significa isso na prática?

Em outras palavras, o recado da LGPD é simples: nenhuma empresa pode exigir que crianças e adolescentes forneçam dados para ter acesso a um jogo ou aplicativo, exceto se eles forem realmente necessários. “Os usuários, ainda que menores, têm o direito de entender efetivamente como se dá o tratamento de seus dados pessoais. Para esse público, compreender essa ação faz parte do desenvolvimento de sua educação digital e autodeterminação informativa, mesmo que não sejam eles os responsáveis pelo consentimento para aquela atividade”, cita o estudo.

No caso da coleta de dados, a empresa precisa redobrar a atenção com o consentimento das crianças e adolescentes: afinal, em que condições ele ocorreu? Será necessária uma nova abordagem com o tema para o público mais jovem?

Por fim, a lei exige algo muito importante: empresas precisam informar sobre o tratamento de dados de um jeito que crianças e adolescentes entendam. E aqui será preciso criatividade das empresas.

“A LGPD não determina o formato específico, mas uma alternativa para adequar o Aviso de Privacidade às características dos usuários é torná-lo lúdico e dinâmico, utilizando-se de recursos audiovisuais. Um bom exemplo são os vídeos com animações que consigam explicar às crianças e aos adolescentes o que são dados pessoais, quais deles são tratados naquela aplicação e o porquê desse tratamento, bem como o que acontecerá com eles depois de utilizados no jogo. Esse recurso é mais adequado do que exibir textos, geralmente longos, pouco atrativos e, não raro, de difícil compreensão”, explica o levantamento.

Outra possibilidade, segundo o levantamento, é usar o próprio recurso da gamificação. “Por se tratar de e-games, as possibilidades de utilizar a criatividade para engajar as crianças e os adolescentes no Aviso de Privacidade são amplas. É possível aplicar técnicas de gamificação ao Aviso, customizando-o às características físico-motoras, perceptivas, sensoriais, intelectuais e mentais do usuário do jogo. Outra opção é inserir o Aviso no universo do jogo em questão, envolvendo personagens familiares ao jogador, tornando-o mais palatável e interessante. Dessa forma, o próprio Aviso se transforma em um jogo educativo, alinhado ao objetivo de desenvolver a educação digital e a autodeterminação informativa desse público.”

e-commerce ainda é embrionário no país e deve ter crescimento exponencial nos próximos anos

Aceleração do consumo digital começou com as restrições da pandemia e deve se acentuar com melhora em tecnologia e segurança

Os dados são da 43ª edição da pesquisa Webshoppers, realizada pela EBIT| Nielsen em parceria com a Bexs, que revela ainda que o faturamento das lojas virtuais atingiu um recorde histórico: 87 bilhões em vendas, 41% de variação em relação ao ano anterior.

Apesar de ter sido impulsionado pelo isolamento social provocado pelo novo coronavírus, o crescimento do e-commerce não deve recuar no pós-pandemia. Ao contrário: a melhora na tecnologia e na segurança e o aumento da confiança do consumidor em relação às compras online devem acentuar ainda mais o crescimento do setor, que ainda é considerado embrionário por especialistas.

E-commerce brasileiro deve decolar no modo turbo

Apesar de todo o crescimento registrado em 2020 – e dos indicativos de que continua em expansão em 2021 – o comércio online ainda é considerado embrionário no Brasil.

Um levantamento feito em parceria entre o PayPal Brasil e a BigDataCorp, intitulado Perfil do E-commerce Brasileiro 2021, aponta que o e-commerce responde por apenas 4% do total de vendas realizadas no País.
Rodrigo Schemann, diretor de vendas da fintech global Unlimint no Brasil, considera que o setor representa um oceano para se navegar e afirma que estamos apenas no início dessa exploração.

“A pandemia acelerou o processo de inclusão digital. Para se ter uma ideia, antes, apenas 4% ou 5% do volume de transações no e-commerce eram feitas com cartão de crédito ou débito. Durante a pandemia, esse percentual saltou para 30%. As pessoas foram obrigadas a aprender como baixar uma carteira digital e aplicativos de saque, inclusive, para utilizar o auxílio emergencial”, explica.

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Com a necessidade de mergulhar neste universo, o receio dos consumidores em comprar pelo computador ou celular também diminuiu. “A população está mais digitalizada. Essas experiências vão impulsionar muito o comércio eletrônico nos próximos anos”, prevê Rodrigo Schemann.

A maior presença dos consumidores online, por sua vez, forçou lojas físicas a se tornarem digitais, desencadeando também uma transformação nos modelos de negócio em todo o País. O estudo da PayPal e da BigDataCorp comprova esse fato: em julho de 2019, o Brasil contabilizava 900 mil lojas online. Em julho deste ano, o número já soma quase 1,6 milhão.

“Quem vende qualquer produto ou serviço hoje, se não estiver no digital, tende a não sobreviver. A conjuntura obriga ter um comércio eletrônico porque amplia o horizonte de vendas. Se alguém antes tinha receio de estar online, hoje não deve ter mais. A pandemia forçou que empresas e empreendimentos se voltassem para o e-commerce e, com isso, esses negócios encontraram nesse canal uma fonte de renda que antes não imaginavam ser possível ter”, analisa o diretor de vendas da fintech global Unlimint no Brasil.

Além da digitalização que vem transformando o comportamento do consumidor e dos negócios, o ‘oceano’ a ser explorado envolve também a potencialização de novos setores dentro do próprio e-commerce.

“Há muito a ser explorado ainda. No Brasil, por exemplo, alguns setores são proibidos, diferentemente de outros países – como jogos de azar e cassino online”, explica.

O setor de supermercados também é utilizado pelo especialista como exemplo, uma vez que as vendas online ainda são pequenas se comparadas com as compras presenciais, que continuaram sendo preferência mesmo na pandemia. Outro nicho que deve se expandir é o de vendas de produtos importados.

“Hoje temos uma meia dúzia de sites que vendem produtos importados no Brasil. É muito pouco. Para comprar um produto que só existe nos Estados Unidos, por exemplo, é difícil, muita burocracia e entregas demoradas. Quando os sites internacionais – e mesmo os brasileiros que vendem produtos de fora – conseguirem resolver esses problemas com burocracia e dificuldade de logística, os números do e-commerce vão crescer muito no país”, prevê.

Perspectivas para o futuro do setor

Implementar tecnologias capazes de aproximar a experiência de compra online e offline e aprimorar a segurança, incentivando o consumo digital, é a principal missão de quem atua no e-commerce.

“É muito da cultura do brasileiro ir até a loja para sentir a experiência da compra. No setor de vestuário, por exemplo, muita gente tem medo de comprar online porque não sabe se o produto vai chegar no tamanho ideal. O fato de não ter um selo de qualidade ou uma garantia de que o produto que vai ser entregue é efetivamente o que está sendo mostrado, inibe o consumidor. Por conta disso, muita gente ainda prefere ir à loja física para sentir, testar e vestir a roupa”, exemplifica Rodrigo Schemann.

Nesse sentido, para o diretor de vendas da fintech global Unlimint, o principal desafio das empresas é fazer com que a pessoa que não está acostumada a comprar online faça a primeira compra. “Ou seja, cativar este cliente e fazer com que ele saia satisfeito e deseje repetir o procedimento”.

Investir em tecnologias para aprimorar essa experiência digital – como as lojas que permitem fazer upload de fotos para ver como as peças de roupas ficariam e até mesmo testar combinações, montando looks – e investir em logística reversa são algumas das estratégias efetivas para cumprir com esse objetivo.

Outro fator decisivo para conquistar novos consumidores e expandir o e-commerce no país é o investimento em segurança na hora da compra. “As pessoas ainda têm receio de informar dados pessoais para finalizar as compras, especialmente número de cartão e chave de segurança, requeridos no momento do checkout. Isso, muitas vezes, faz com que não comprem em sites novos, e sim nas empresas que já conhecem. O faturamento dessas organizações está explodindo”, avalia Rodrigo Schemann.

Tecnologias que facilitem o pagamento e preservem a segurança dos dados devem ser prioridade para empresas do setor. Um exemplo é o 3DS 2.0, que, segundo estudo de caso da Visa, é capaz de reduzir em 40% as fraudes, enquanto os comerciantes podem esperar até 66% menos taxas de abandono do carrinho.

“Com o modelo de checkout atualmente utilizado no Brasil, não é possível saber qual empresa está por trás do processo de pagamento e isso gera insegurança. A Unlimint está trazendo para o país um modelo novo, utilizado na Europa. Quando o cliente compra em um site, tem como saber que está digitando todas as informações do cartão no ambiente de uma empresa segura. A página tem selo de qualidade e garantia de segurança, com todos os protocolos chancelados por órgãos e entidades competentes. Isso vai trazer muito mais segurança para a compra. Trata-se de uma confirmação positiva da compra, reduzindo sobremaneira as fraudes”, exemplifica.

Sua empresa está por dentro do Marketing Ágil?

Na missão de acompanhar o dinamismo do mercado, inserir conceitos de Agile Marketing, o Marketing Ágil – em português, é uma movimentação essencial na criação de estratégias eficazes

Nos últimos anos, a área de marketing talvez tenha sido uma das mais impactadas por tendências e novidades que surgiram em um ritmo incessante. Certamente, um dos conceitos mais proveitosos e condizentes com a realidade atual que todos enfrentamos é o de Agile Marketing (ou Marketing Ágil, em tradução literal), conjunto de práticas que priorizam uma resposta ágil, flexível e adaptável por parte das empresas. Dentro desse cenário, a tecnologia cumpre uma função primordial, na medida em que oferece as ferramentas necessárias para que a organização adote essa postura de reatividade ao mercado.

2020 foi extremamente atípico para todos, não há como questionar o choque inesperado que a chegada do Covid-19 trouxe para o Brasil e o mundo. Hoje, olhando para o futuro, apoiar os planejamentos estratégicos nessa metodologia inovadora é uma questão de sobrevivência de mercado, com um diferencial competitivo desejado por muitas corporações. Responder rapidamente às adversidades é um estágio de excelência operacional a ser atingido por todos. E o Agile Marketing representa essa possibilidade.

Qual é a relação prática do Agile Marketing?

Sempre foi uma realidade comum às empresas trabalhar com a construção de planejamentos que contemplavam resultados a longo prazo, sem tópicos preparados para prever situações de mercado e sustentar uma gestão de projetos mais segura. Sem dúvidas, a inoperância é uma das maiores inimigas atuais de organizações que pararam no tempo, dificultando a produtividade de profissionais presos a um modelo estratégico fragilizado.

Mais do que nunca, é imprescindível compreender a importância da tentativa e erro, além de mudanças que certamente virão durante a execução do projeto. Seguir o plano original à risca pode até ser um sinal de pragmatismo, mas não deve limitar as ações para que o melhor resultado seja alcançado.

Agile Marketing é sinônimo de flexibilidade. Vivemos em um cenário propício a aprimoramentos constantes. A inovação é sentida, com recorrência, interna e externamente. Ciclos de trabalho com projeções curtas trazem uma linguagem ágil e objetiva, capaz de absorver as mudanças e transformá-las em oportunidades promissoras.

Foco no consumidor e em experiências transformadoras

Obter uma vantagem competitiva é um propósito compartilhado por todos, sem objeções. E não há caminho mais adequado para atingir essa finalidade que priorizar a satisfação do público-alvo por meio de estratégias que estruturem vínculos marcantes entre consumidor e empresa. O departamento de marketing, alinhado com outros setores importantes para que ocorra uma sinergia entre as equipes, terá totais condições de entender o que o usuário está procurando, em um ritmo de desenvolvimento contínuo orientado à noção de que quanto mais simples, melhor.

Com a institucionalização da agilidade como conceito a ser disseminado internamente, entraves operacionais, reuniões desnecessárias, gastos evitáveis, entre outros elementos que costumam ofuscar o andamento de projetos, tornam-se acontecimentos raros em um ambiente corporativo preparado para seguir em frente, utilizando aprendizados como fonte criativa para políticas inovadoras.

O Agile Marketing não deve ser encarado como um conjunto teórico difícil de ser aplicado. O cenário empresarial mudou e tende a continuar dinamizado, e o processo de criação de campanhas, interações e relacionamentos precisa acompanhar essa mentalidade inovadora. Por fim, o resultado é uma frente comercial capaz de direcionar os investimentos de forma consciente e precisa, com o suporte tecnológico adequado e profissionais liberados para deixar estruturas rígidas para trás. Com isso, a empresa, os colaboradores e os clientes serão os maiores beneficiados.

Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia

As vendas totais nas PMEs (pequenas e médias empresas) aumentaram 4,5% ao ano até agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, enquanto as vendas no comércio eletrônico aumentaram 31,4%. Os dados fazem parte do relatório Recovery Insights: Small Business Reset, da Mastercard, realizado em mercados em todo o mundo.

Segundo o relatório, as vendas em PMEs (pequenas e médias empresas ficaram para trás das empresas maiores em até 20 pontos percentuais no pico da crise. No entanto, os gastos apresentaram uma recuperação em 2021.

Com base no novo índice do Mastercard Economics Institute* de desempenho de pequenas empresas em atividades de vendas agregadas e anonimizadas dentro da rede Mastercard, o relatório identifica várias tendências importantes:

Fechamento

Globalmente, as pequenas empresas que fecharam as portas no início da pandemia tinham uma probabilidade três vezes maior do que empresas grandes de permanecerem fechadas no longo prazo. Um terço das pequenas empresas que fecharam as portas em abril de 2020 permaneceram fechadas após seis meses, e cerca de um quinto delas ainda estavam fechadas após 12 meses. A situação variou dependendo do local: nos EUA, aproximadamente um em cada quatro pequenos varejistas (26%) permaneceu fechado após 6 meses, contra aproximadamente um em cada 12 grandes varejistas. No Brasil, essa proporção foi um pouco maior (28%).

Localização

Os gastos em PMEs varejistas em regiões comerciais centrais caíram 33% em comparação com 2019, enquanto as vendas nos pequenos varejistas suburbanos cresceram 8%. À medida que turistas e trabalhadores permanecem mais próximos de casa, pequenas empresas em bairros comerciais sofrem com a queda nas vendas.

E-commerce

Após os fechamentos, o número de empresas que migraram para o online a cada mês foi três vezes maior do que nos níveis pré-pandêmicos, com um pico em julho de 2020. Isso reflete o aumento da demanda por um canal de vendas online, bem como o ligeiro atraso depois que os lockdowns começaram a trazer isso para a realidade. A mudança para o digital persiste, desde então, em um nível elevado globalmente. No Brasil, por exemplo, o número de empresas que fizeram essa migração em 2020 cresceu 208% em comparação com a quantidade registrada em 2019.

Empreendedorismo

Um terço a mais de pequenos varejistas abriram suas portas em 2020 do que em 2019, um número quase 8 vezes maior que o da criação de empresas maiores. Esta tendência de uma considerável criação de novas PMEs em 2020 é refletida em todo o mundo: Reino Unido (+101%), EUA (+86%), Austrália (+73%), Alemanha (+62%), Canadá (58%), Brasil (+35%) e África do Sul (+13%).

Setores

Restaurantes e Hospedagem: pequenas empresas de hospedagem superaram as grandes por uma ampla margem durante os verões de 2020 e 2021. Nos destinos para os quais as pessoas estão viajando, a tendência de permanecer localmente beneficiou pequenas empresas de hospedagem e atingiram os grandes hotéis. Com os restaurantes foi uma história diferente, com restaurantes PME perdendo dos grandes globalmente em termos de desempenho por aproximadamente 17 pontos percentuais até o momento em 2021.

“O apoio às empresas de bairro têm sido um ponto de atração em toda a pandemia. No entanto, os desafios enfrentados foram muito reais, devido à sua dependência dos mercados locais, cadeias de fornecimento locais e fluxos de caixa mais apertados”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e diretor do Mastercard Economics Institute. “Mas vemos oportunidades mais brilhantes pela frente. A mudança para o digital abriu as portas para o lado bom da pandemia: um ressurgimento do empreendedorismo e da inovação”.

Você pode acessar aqui a versão completa do Recovery Insights: Small Business Reset. Este é o quinto relatório da série de Recovery Insights; outros relatórios podem ser encontrados aqui.

Leia também: BC adia para junho de 2022 prazo para decisão sobre estrutura definitiva do open banking

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As vendas totais nas PMEs (pequenas e médias empresas) aumentaram 4,5% ao ano até agosto de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, enquanto as vendas no comércio eletrônico aumentaram 31,4%. Os dados fazem parte do relatório Recovery Insights: Small Business Reset, da Mastercard, realizado em mercados em todo o mundo.

Segundo o relatório, as vendas em PMEs (pequenas e médias empresas ficaram para trás das empresas maiores em até 20 pontos percentuais no pico da crise. No entanto, os gastos apresentaram uma recuperação em 2021.

Com base no novo índice do Mastercard Economics Institute* de desempenho de pequenas empresas em atividades de vendas agregadas e anonimizadas dentro da rede Mastercard, o relatório identifica várias tendências importantes:

Fechamento

Globalmente, as pequenas empresas que fecharam as portas no início da pandemia tinham uma probabilidade três vezes maior do que empresas grandes de permanecerem fechadas no longo prazo. Um terço das pequenas empresas que fecharam as portas em abril de 2020 permaneceram fechadas após seis meses, e cerca de um quinto delas ainda estavam fechadas após 12 meses. A situação variou dependendo do local: nos EUA, aproximadamente um em cada quatro pequenos varejistas (26%) permaneceu fechado após 6 meses, contra aproximadamente um em cada 12 grandes varejistas. No Brasil, essa proporção foi um pouco maior (28%).

Localização

Os gastos em PMEs varejistas em regiões comerciais centrais caíram 33% em comparação com 2019, enquanto as vendas nos pequenos varejistas suburbanos cresceram 8%. À medida que turistas e trabalhadores permanecem mais próximos de casa, pequenas empresas em bairros comerciais sofrem com a queda nas vendas.

E-commerce

Após os fechamentos, o número de empresas que migraram para o online a cada mês foi três vezes maior do que nos níveis pré-pandêmicos, com um pico em julho de 2020. Isso reflete o aumento da demanda por um canal de vendas online, bem como o ligeiro atraso depois que os lockdowns começaram a trazer isso para a realidade. A mudança para o digital persiste, desde então, em um nível elevado globalmente. No Brasil, por exemplo, o número de empresas que fizeram essa migração em 2020 cresceu 208% em comparação com a quantidade registrada em 2019.

Empreendedorismo

Um terço a mais de pequenos varejistas abriram suas portas em 2020 do que em 2019, um número quase 8 vezes maior que o da criação de empresas maiores. Esta tendência de uma considerável criação de novas PMEs em 2020 é refletida em todo o mundo: Reino Unido (+101%), EUA (+86%), Austrália (+73%), Alemanha (+62%), Canadá (58%), Brasil (+35%) e África do Sul (+13%).

Setores

Restaurantes e Hospedagem: pequenas empresas de hospedagem superaram as grandes por uma ampla margem durante os verões de 2020 e 2021. Nos destinos para os quais as pessoas estão viajando, a tendência de permanecer localmente beneficiou pequenas empresas de hospedagem e atingiram os grandes hotéis. Com os restaurantes foi uma história diferente, com restaurantes PME perdendo dos grandes globalmente em termos de desempenho por aproximadamente 17 pontos percentuais até o momento em 2021.

“O apoio às empresas de bairro têm sido um ponto de atração em toda a pandemia. No entanto, os desafios enfrentados foram muito reais, devido à sua dependência dos mercados locais, cadeias de fornecimento locais e fluxos de caixa mais apertados”, disse Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e diretor do Mastercard Economics Institute. “Mas vemos oportunidades mais brilhantes pela frente. A mudança para o digital abriu as portas para o lado bom da pandemia: um ressurgimento do empreendedorismo e da inovação”.

Você pode acessar aqui a versão completa do Recovery Insights: Small Business Reset. Este é o quinto relatório da série de Recovery Insights; outros relatórios podem ser encontrados aqui.

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Mercado Livre passa a ofertar produtos frescos em parceria com Mambo

O Mercado Livre anunciou na quinta-feira (7) que passará a oferecer produtos frescos em seu marketplace, em parceria com a rede de Supermercados Mambo. A partir da primeira quinzena de outubro, a empresa disponibilizará em sua plataforma itens perecíveis de açougue, hortifrúti, laticínios e congelados. Disponível inicialmente aos consumidores da zona oeste da capital paulista, a nova seção será ampliada progressivamente para toda cidade e Grande São Paulo.

Com esta ação, milhares de itens perecíveis e secos do Mambo irão somar aos mais de 60 mil produtos disponíveis na categoria de supermercado do Mercado Livre atualmente, que estão distribuídos entre as seções de Alimentos, Bebidas, Pets, Higiene e Limpeza, Bebês, entre outras.

A princípio, as entregas serão feitas na zona oeste de São Paulo. Imagem: Reprodução/Instagram

“Hoje damos mais um importante passo na nossa jornada de seguir encantando cada vez mais os nossos clientes em tudo o que desejam comprar. Estamos anunciando a entrada em itens perecíveis de supermercado. Não poderíamos estar mais satisfeitos, pois, além da comodidade e rapidez na entrega, estamos também entregando a qualidade e o sortimento do Mambo. Seguiremos avançando em democratizar o comércio e os serviços financeiros no Brasil e América Latina”, comenta Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a parceria, as entregas de produtos de supermercado do Mercado Livre serão feitas de forma híbrida. Os itens que estão inseridos no modelo Fulfillment — em que a companhia é responsável por todo o processo logístico do vendedor, desde o estoque até a entrega ao consumidor final — continuarão sendo enviados pela logística do Mercado Livre. Já os itens do Mambo serão entregues pela própria rede.

Expansão do Mambo no omnichannel

“A parceria com o Mambo não mudará a forma com que o consumidor faz as suas compras em nossa plataforma. Pelo contrário, vai ampliar ainda mais o nosso sortimento. A única diferença é que os produtos do Mambo serão entregues pela própria companhia. Já os demais itens de supermercado ofertados no Mercado Livre continuarão sendo entregues pela nossa logística própria”, complementa Maria Eduarda Cyreno, diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil

De acordo com Luciano Kleiman, COO do Supermercados Mambo, a parceria com o Mercado Livre é um pilar central na expansão omnichannel da rede, que irá triplicar o número de lojas físicas, potencializando a aceleração digital via canais próprios e parcerias.

Segundo ele, “a venda de perecíveis é a última fronteira na operação do e-commerce, pela alta complexidade em aspectos como temperatura, manuseio, embalagem, pesagem e processamento. Estamos orgulhosos por termos sido a primeira rede a oferecer perecíveis no Mercado Livre e levaremos nossa eficiência e qualidade aos detalhes à casa de cada um de nossos clientes. O objetivo é atender rapidamente a toda a Grande São Paulo, o que acontecerá de forma faseada nos próximos meses”.

Atualmente, as compras de supermercado do Mercado Livre são entregues em até 1 dia em mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% das entregas. Já 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da companhia, podem receber as suas encomendas no mesmo dia. As entregas em até 2 dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90% das entregas.

Leia também: Cade mantém aprovação de compra do Natural da Terra pela Americanas

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O Mercado Livre anunciou na quinta-feira (7) que passará a oferecer produtos frescos em seu marketplace, em parceria com a rede de Supermercados Mambo. A partir da primeira quinzena de outubro, a empresa disponibilizará em sua plataforma itens perecíveis de açougue, hortifrúti, laticínios e congelados. Disponível inicialmente aos consumidores da zona oeste da capital paulista, a nova seção será ampliada progressivamente para toda cidade e Grande São Paulo.

Com esta ação, milhares de itens perecíveis e secos do Mambo irão somar aos mais de 60 mil produtos disponíveis na categoria de supermercado do Mercado Livre atualmente, que estão distribuídos entre as seções de Alimentos, Bebidas, Pets, Higiene e Limpeza, Bebês, entre outras.

A princípio, as entregas serão feitas na zona oeste de São Paulo. Imagem: Reprodução/Instagram

“Hoje damos mais um importante passo na nossa jornada de seguir encantando cada vez mais os nossos clientes em tudo o que desejam comprar. Estamos anunciando a entrada em itens perecíveis de supermercado. Não poderíamos estar mais satisfeitos, pois, além da comodidade e rapidez na entrega, estamos também entregando a qualidade e o sortimento do Mambo. Seguiremos avançando em democratizar o comércio e os serviços financeiros no Brasil e América Latina”, comenta Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a parceria, as entregas de produtos de supermercado do Mercado Livre serão feitas de forma híbrida. Os itens que estão inseridos no modelo Fulfillment — em que a companhia é responsável por todo o processo logístico do vendedor, desde o estoque até a entrega ao consumidor final — continuarão sendo enviados pela logística do Mercado Livre. Já os itens do Mambo serão entregues pela própria rede.

Expansão do Mambo no omnichannel

“A parceria com o Mambo não mudará a forma com que o consumidor faz as suas compras em nossa plataforma. Pelo contrário, vai ampliar ainda mais o nosso sortimento. A única diferença é que os produtos do Mambo serão entregues pela própria companhia. Já os demais itens de supermercado ofertados no Mercado Livre continuarão sendo entregues pela nossa logística própria”, complementa Maria Eduarda Cyreno, diretora de Marketplace do Mercado Livre no Brasil

De acordo com Luciano Kleiman, COO do Supermercados Mambo, a parceria com o Mercado Livre é um pilar central na expansão omnichannel da rede, que irá triplicar o número de lojas físicas, potencializando a aceleração digital via canais próprios e parcerias.

Segundo ele, “a venda de perecíveis é a última fronteira na operação do e-commerce, pela alta complexidade em aspectos como temperatura, manuseio, embalagem, pesagem e processamento. Estamos orgulhosos por termos sido a primeira rede a oferecer perecíveis no Mercado Livre e levaremos nossa eficiência e qualidade aos detalhes à casa de cada um de nossos clientes. O objetivo é atender rapidamente a toda a Grande São Paulo, o que acontecerá de forma faseada nos próximos meses”.

Atualmente, as compras de supermercado do Mercado Livre são entregues em até 1 dia em mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% das entregas. Já 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da companhia, podem receber as suas encomendas no mesmo dia. As entregas em até 2 dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90% das entregas.

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Heurísticas: os atalhos mentais para encurtar o caminho da conversão

Não é novidade para ninguém que os seres humanos sempre procuram um jeito de encurtar o caminho, diminuir o esforço, e facilitar qualquer tarefa. Nossas escolhas e decisões acabam sendo influenciadas ou até mesmo guiadas por métodos que elaboramos conscientemente ou não. E como você pode utilizar isso para aumentar a conversão no seu e-commerce? Vamos lá.

Quando tratamos de processos cognitivos assim, é possível resumir a conversa em apenas um termo: heurística. Para simplificar, podemos dizer que heurísticas são maneiras que a nossa mente encontra para formular respostas rápidas em situações que exijam uma tomada de decisão. São como atalhos mentais que, se trabalhados de modo correto no seu e-commerce, podem ser ativados durante o processo de navegação e, consequentemente, contribuir para que o usuário opte por seu produto ou serviço.

Para que você termine de ler e esteja pronto para melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce, vou falar de três heurísticas que podem impactar positivamente o faturamento da sua loja.

Heurística da Representatividade

Quando temos informações limitadas sobre alguma questão, é muito comum utilizarmos estereótipos para a tomada de decisão. Experiências similares, já vivenciadas no passado, acabam servindo de modelo para o momento presente. Pensando assim, não seria exagero dizer que quando está claro que outros consumidores tiveram um bom resultado com os seus produtos, automaticamente tende-se a acreditar que também é possível repetir esse mesmo resultado.

Considerando isso, destaque provas sociais. Deixe em evidência que existem pessoas satisfeitas com aquilo que você tem a oferecer na sua loja. Avaliações e depoimentos ajudam a quebrar a barreira da desconfiança e ativar esse atalho mental, impulsionando usuários a se tornarem não apenas clientes, mas promotores da sua marca.

Heurística da Ancoragem

Ao falar de ancoragem, falamos de pontos de referência, de experiências iniciais que servem para introduzir uma base de comparação. Aplicando isso à realidade do seu e-commerce, é possível quebrar a objeção da compra por meio da precificação dos seus produtos. Por exemplo, oferecer primeiramente um produto com um preço elevado para, só então, apresentar os demais, é um jeito simples de enfatizar que há vários produtos com um bom preço — já que o valor mais alto foi a base de comparação.

Heurística do Afeto

Quanto mais próximos são os relacionamentos, maior é a tendência a tolerar e, principalmente, a apoiar tanto o discurso quanto ações de outrem. A coisa não é muito diferente quando o assunto é o seu e-commerce. Ao entender em qual fase está o relacionamento do usuário com a sua marca, é possível saber se é necessário investir mais em comunicar pontos importantes sobre o seu negócio. Se o posicionamento e o porquê de ser da sua marca estiverem claros, fica muito mais fácil criar conexões verdadeiras durante a experiência no seu e-commerce.

Para pôr em prática essas ou quaisquer outras heurísticas, é essencial compreender em quais etapas do processo de compra os usuários estão chegando à sua loja. Esse é o primeiro passo para identificar as principais barreiras a serem transpostas em cada etapa. Assim você conseguirá elaborar estratégias e escolher as técnicas ideais para ajudar o usuário, eliminando impedimentos e encurtando o trajeto para a conversão. Afinal, é nos detalhes da experiência que se constrói o caminho para conquistar mais lucratividade.

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Não é novidade para ninguém que os seres humanos sempre procuram um jeito de encurtar o caminho, diminuir o esforço, e facilitar qualquer tarefa. Nossas escolhas e decisões acabam sendo influenciadas ou até mesmo guiadas por métodos que elaboramos conscientemente ou não. E como você pode utilizar isso para aumentar a conversão no seu e-commerce? Vamos lá.

Quando tratamos de processos cognitivos assim, é possível resumir a conversa em apenas um termo: heurística. Para simplificar, podemos dizer que heurísticas são maneiras que a nossa mente encontra para formular respostas rápidas em situações que exijam uma tomada de decisão. São como atalhos mentais que, se trabalhados de modo correto no seu e-commerce, podem ser ativados durante o processo de navegação e, consequentemente, contribuir para que o usuário opte por seu produto ou serviço.

Para que você termine de ler e esteja pronto para melhorar a experiência do usuário no seu e-commerce, vou falar de três heurísticas que podem impactar positivamente o faturamento da sua loja.

Heurística da Representatividade

Quando temos informações limitadas sobre alguma questão, é muito comum utilizarmos estereótipos para a tomada de decisão. Experiências similares, já vivenciadas no passado, acabam servindo de modelo para o momento presente. Pensando assim, não seria exagero dizer que quando está claro que outros consumidores tiveram um bom resultado com os seus produtos, automaticamente tende-se a acreditar que também é possível repetir esse mesmo resultado.

Considerando isso, destaque provas sociais. Deixe em evidência que existem pessoas satisfeitas com aquilo que você tem a oferecer na sua loja. Avaliações e depoimentos ajudam a quebrar a barreira da desconfiança e ativar esse atalho mental, impulsionando usuários a se tornarem não apenas clientes, mas promotores da sua marca.

Heurística da Ancoragem

Ao falar de ancoragem, falamos de pontos de referência, de experiências iniciais que servem para introduzir uma base de comparação. Aplicando isso à realidade do seu e-commerce, é possível quebrar a objeção da compra por meio da precificação dos seus produtos. Por exemplo, oferecer primeiramente um produto com um preço elevado para, só então, apresentar os demais, é um jeito simples de enfatizar que há vários produtos com um bom preço — já que o valor mais alto foi a base de comparação.

Heurística do Afeto

Quanto mais próximos são os relacionamentos, maior é a tendência a tolerar e, principalmente, a apoiar tanto o discurso quanto ações de outrem. A coisa não é muito diferente quando o assunto é o seu e-commerce. Ao entender em qual fase está o relacionamento do usuário com a sua marca, é possível saber se é necessário investir mais em comunicar pontos importantes sobre o seu negócio. Se o posicionamento e o porquê de ser da sua marca estiverem claros, fica muito mais fácil criar conexões verdadeiras durante a experiência no seu e-commerce.

Para pôr em prática essas ou quaisquer outras heurísticas, é essencial compreender em quais etapas do processo de compra os usuários estão chegando à sua loja. Esse é o primeiro passo para identificar as principais barreiras a serem transpostas em cada etapa. Assim você conseguirá elaborar estratégias e escolher as técnicas ideais para ajudar o usuário, eliminando impedimentos e encurtando o trajeto para a conversão. Afinal, é nos detalhes da experiência que se constrói o caminho para conquistar mais lucratividade.

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Os impactos e a importância da personalização na experiência do cliente

Nesse webinar, você vai entender que realizar um bom atendimento ao usuário por meio de canais automatizados já não é mais suficiente. Atualmente, o diferencial é proporcionar a experiência do cliente de forma personalizada.

Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por grandes transformações e com isso os clientes tornaram-se mais propícios a escolherem empresas adaptadas a esta nova realidade e que oferecem o serviço nos seus canais preferidos. A personalização deve estar presente em todas as etapas de relacionamento do cliente com a empresa.

E como está a personalização do seu negócio? Está conectada com os interesses dos seus clientes e com as mudanças do mercado? Junte-se a nós neste bate-papo onde abordaremos temas como Personalização, UX e Connected Commerce.

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Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por grandes transformações e com isso os clientes tornaram-se mais propícios a escolherem empresas adaptadas a esta nova realidade e que oferecem o serviço nos seus canais preferidos. A personalização deve estar presente em todas as etapas de relacionamento do cliente com a empresa.

E como está a personalização do seu negócio? Está conectada com os interesses dos seus clientes e com as mudanças do mercado? Junte-se a nós neste bate-papo onde abordaremos temas como Personalização, UX e Connected Commerce.

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Você está preparado para escalar no marketing digital?

Neste webinar você vai saber como é importante entender e definir algumas características do seu negócio para criar a estratégia de marketing digital e performance compatível com a maturidade do seu e-commerce.

Com isso, uma agência é capaz de apoiar você a escalar e administrar melhores resultados de curto e longo prazos.

Palestrantes:

Matheus Motta – Head de Aceleração na Adtail

Matheus é formado em Publicidade e Propaganda (ESPM-Sul) e especialista em Vendas e Relacionamento com Cliente (UNIRITTER), atua há mais de 8 anos com Marketing Digital, com experiências em agências e clientes. Atualmente, aplica estratégias de Growth Hacker para testar ações de forma simples e colher resultados rapidamente na Adtail.

Gustavo Prates – Head de Novos Negócios na Adtail

Atua na área comercial há mais de 7 anos com elaboração de projetos de marketing digital. Participou diretamente de projetos com grandes marcas como Ifood, Marisa, RentCars e Alelo. Com 20 anos de experiência em Marketing Digital, possui uma visão estratégica que conecta comunicação, performance e Growth.

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Com isso, uma agência é capaz de apoiar você a escalar e administrar melhores resultados de curto e longo prazos.

Palestrantes:

Matheus Motta – Head de Aceleração na Adtail

Matheus é formado em Publicidade e Propaganda (ESPM-Sul) e especialista em Vendas e Relacionamento com Cliente (UNIRITTER), atua há mais de 8 anos com Marketing Digital, com experiências em agências e clientes. Atualmente, aplica estratégias de Growth Hacker para testar ações de forma simples e colher resultados rapidamente na Adtail.

Gustavo Prates – Head de Novos Negócios na Adtail

Atua na área comercial há mais de 7 anos com elaboração de projetos de marketing digital. Participou diretamente de projetos com grandes marcas como Ifood, Marisa, RentCars e Alelo. Com 20 anos de experiência em Marketing Digital, possui uma visão estratégica que conecta comunicação, performance e Growth.

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Ten Key ATB 2025 Company Profile, Team & Competitors

These insights help businesses measure progress and make data-driven decisions. The success of trial balance software depends on how effectively users can leverage its features. Comprehensive training programs, tailored to different expertise levels, ensure both novice users and experienced accountants can navigate the software confidently. These programs cover essential functionalities like data integration, report generation, and error detection. By comparing internal financial records with external documents like bank statements, the software identifies and resolves discrepancies without manual intervention.

Key Differences

Create professional, classified financial statements with ease and customize their look and feel to your professional standards. These assertions may be printed at the beginning of the substantivetesting aspects of the audit program. Sec. 5400 of the AICPA’s Audit andAccounting Manual contains sample audit programs and is included in itsentirety in APG2.

  • The centerpiece of a trial balance application is, as you might easily imagine, the trial balance report.
  • The two programs are not intended to replace “write-up”programs but to bring trial balance and financial statement preparationto the accountant’s desk.
  • The two biggest players in this space are the Tax & Accounting business of Thomson Reuters, and CCH, with its ProSystem fx Office suite.
  • I had a brief stint with them when I worked with a government audit CPA firm.
  • This feature supports adherence to internal control measures outlined by frameworks like COSO.
  • A variance in balances is typically an expense posted to your ledger that was accrued in a prior month.

Attachments & Documents

APG2 allows the team to prepare its own planning checklist or to useone provided through the AICPA. APG2 allows the team to add, delete, ormodify individual items in hte AICPA planning checklist to fit theauditor’s and the client’s needs. Basically, it is an account that lists the closing balance of each account on the respective debit or credit side. One of the main objectives of the trial balance is to ensure that the total of all debits equals the total of all the credits. ProSystem fx Trial balance is the most expensive of the five apps we reviewed. At the same time, the $1,350 single-user price is not too much to ask for an application this functional.

Keep in mind, though, that using Accounting Relief requires an Internet connection, and a broadband connection will provide better results than a dial-up connection. If you plan on using the application at client sites, make sure that you will be able to gain sufficient Internet access. Several of the packages we tested also include engagement management features, and this capability is optional on several of the other tested packages. This is a useful feature to have, especially when conducting a complex engagement. ATB was written in Clipper, a dBase III compiler and has filecompatibility with dBase III formats. Because of this formatcompatibility, experienced dBase III users can manipulate the files.

APG2 can assist in satisfying the requirements of SAS 55,Consideration of the Internal Control Structure in a Financial StatementAudit. That SAS requires that the auditor obtain an understanding ofthe three elements of the control structure and whether the relevantpolicies, procedures and records underlying such structure have been putin place. The SAS requires that auditors document their understandingand the procedures performed, albeit if only a walk-through, todetermine that the procedures as understood have in fact been put intoplace. Hours, dollars, people, qualifications, due-dates, all of theseelements must be considered when the audit team is formulating the auditplan. The first step in planning the audit would be the preparation ofan audit planning checklist. EM relateds to the business andefficiency aspects of an engagement through effective control over timeand progress towards completion.

Why Does The Ap Ledger Require A Subsidiary Ledger?

accountants trial balance software atb

This same issue happened about four years ago, and I talked with someone at PS who said he was sitting right beside Blundell and that it would be fixed with an upcoming release back at that time. He also said that they had several requests for the fix from others besides me. The only downside we can think of to AFP is that you’ll need a copy of Excel for every staff member who is licensed to use the application. At the same time, we can’t see a staff member not having a copy of Excel to use anyway.

accountants trial balance software atb

This supports the growing trend of integrated reporting, which combines financial and non-financial information to present a holistic view of value creation. The software’s advanced error detection capabilities also enhance efficiency. Algorithms identify discrepancies in financial data, alerting users to potential issues before they escalate. This saves time and ensures accurate financial statements that comply with standards like GAAP and IFRS.

Ten Key ATB

Review reports organized in the exact order of the tax return, while easily reconciling book-to-tax F/S. Post book AND tax journal entries, then customize a report to send to the bookkeeper/business owner. F/S combines the best aspects of a word processor and a spreadsheet tocreate what is one of the most comprehensive yet easy to use financialstatement generators on the market! Financial statements are created onthe screen with the ability to instantly see how the printed statementwill appear. Accounts can be grouped into lead schedules that show prior balances,opening balances, AJEs and RJEs, ending balances, and workpaperreferences.

USA Accountants Trial Balance software DOS version finally quit… what should we get to replace?

To get started with recording the trial balance, you must first complete these ledger accounts. You can sum up the transactions using a trial balance format, making separate columns for debits and credits. You must select the effected ledger account on the adjustment side of the journal entry.

  • The trial balance is strictly a report that is compiled from the accounting records.
  • Tax professionals are able to quickly import taxpayer financials, post tax adjustments, and export trial balance data for tax software.
  • Customizable templates enable companies to highlight relevant data based on audience priorities.
  • Although dollar signs are not used in journals or ledger accounts, trial balances generally include dollar signs next to the first figure in each column and next to each column’s total.

For example, you may run a report of this year’s balances and one of last year’s balances to compare costs, expenses, and income. This data is critical for budgeting and to help you make important financial decisions about your business. Your trial balance gives you a quick rundown of the different accounts so you can easily see which ones need more attention. Maybe your revenue account is looking great but your expense account is not showing a lot of movement.

Many practices won’t bother, however, since with more than 70 reports, it’s not difficult to find ones that meet your needs. Reports are easily exported to Excel for further analysis, or to PDF format for easy e-mailing. An integrated suite also provides the opportunity to share relevant client data between applications. This can speed data entry by avoiding redundant entries, and reduce the possibility for errors. Working Papers contains CaseWare Audit, CaseWare Review and CaseWare GAAP Financials to further automate the process of conducting audit and review engagements, as well as generating GAAP-compliant financials.

Accountant’s Trial Balance (ATB) software link into ProSeries 2020 business tax returns is NOT currently working. This feature allows for business trial balances to be seamlessly imported into business tax returns. It saves me an amazing amount of time, accountants trial balance software atb since the links carry forward every year. The software further automates the generation of financial statements, including balance sheets, income statements, and cash flow statements. These documents comply with the latest accounting standards, ensuring both accuracy and adherence to regulations. Additionally, real-time data analysis provides financial insights critical for informed decision-making, particularly during tax season, when seamless preparation and filing of returns are essential.

What Is a Debit Memorandum?

btq credit memo

DIP Switches Dual In-Line Package Switches – a series of connected switches that determine the proper configuration for a payment card terminal printer. CVV2 Card Verification Value – Visa term for the three-digit code printed next to the card number in the signature panel and used as part of the authorization process. CVC2 Card Validation Code – MasterCard term for the three-digit code printed next to the card number in the signature panel and used as part of the authorization process. Counterfeit Card A plastic card that has been fraudulently printed, embossed or encoded to appear to be a genuine bank card, but which has not been issued by a Visa or MasterCard member. It could also be a card which was originally issued by a member, but was subsequently altered without the issuer’s knowledge or consent.

Exempt Organizations: IRS Issues Final Rules on 21% Excise Tax on…

Arbitration A procedure used by an acquirer on behalf of the merchant to resolve a chargeback-related dispute with a card issuer. Considering today’s busy and tight schedules of the employees in the industry, it is common to have made some mistakes by any employee. Now, this is generally a common mistake to which there are simple solutions. First, Andy can raise a new Invoice by canceling the previous invoice by raising a Credit Note. Andy works for Sandy Toys Inc., a toy manufacturing company specializing in children’s toy manufacturing. She has conveyed the same to its customers, to which they have accepted the change in price based on current year prices.

btq credit memo

SBITAs: It’s Time to Boot Up

btq credit memo

It’s standard practice to email credit memos to customers once they’re issued. Draft an SOP (standard operating procedure) for your accounts receivable team that outlines when, where, and how to use credit memos. From payment processing to foreign exchange, Chase Business Banking has solutions and services that work for you. Chase Merchant Services provides you with a more secure and convenient ways to do business. Our payments solutions give your customers the flexibility http://www.runloco.events/bookkeeping/what-is-static-planning-static-budget/ to make purchases however they choose with added security to protect their accounts.

  • Morgan’s low cost retirement plans are built for you and your employees.
  • Plastic cards with magnetic stripes are used, eliminating paper benefits and coupon distribution.
  • This makes it easy to find how much was deposited  for each card type for a specific date.
  • On American Express cards, the CID is a four-digit code printed on the front of the card.

The Roadmap to a Successful Sale: Understanding the Phases of Selling…

Transactions are collected in a batch and sent as one transmission for authorization and/or settlement. Batch processing is generally used with mail order/telephone accounting order (MOTO) transactions. Bank Card A card issued by a banking institution with a MasterCard or Visa brand. Authorization Approval Code The numerical code designated by the issuer, assigned to a sales transaction as verification that the sale is authorized.

New IRS and Treasury Guidance Targets Basis Shifting Transactions in Partnerships

In case of the new credit payments, this column shows the selected client’s projects for which invoices have been processed. This might be to fix and error in the original invoice or to reflect post-sales negotiations. It decreases the seller’s accounts receivable and the buyer’s accounts payable. Credit memos reduce the amount a buyer owes by providing a credit toward future purchases or correcting invoice errors.

  • An imprinter is used if the card is present and the POS device cannot read the contents of the magnetic stripe.
  • Encryption Method of scrambling data to protect a cardholder’s personal information.
  • She has conveyed the same to its customers, to which they have accepted the change in price based on current year prices.
  • They apply credit to a buyer’s account for future use rather than returning cash.
  • Credit memos can be simple yet provide a road map to help someone other than the loan officer understand the nature of the credit.

It Figures Podcast: S4:E7 – Cost Segregation and Other Engineered Tax…

Make it a habit to always include relevant invoice numbers on each credit memo you issue for easy reconciliation. Credit memos are issued when a buyer returns goods or receives a discount (perhaps for goods that don’t meet quality standards). They may also be issued to rectify an issue or error with an invoice that has already been paid.

It serves as a record of why the adjustment was made and ensures transparency in financial dealings. A debit memorandum, often referred to as a debit memo, is a crucial financial document in both business and personal finance. It signifies an adjustment made to an account that decreases its balance, often in response to errors, returns, or fee assessments. Understanding debit memorandums can help you manage your finances and avoid surprises in your banking or business operations. It comes in handy for rectifying overcharges, handling partial returns, or making other adjustments without canceling the entire invoice.

btq credit memo

For businesses, debit memos can streamline account management by keeping records transparent. However, frequent issuance btq credit memo of debit memos due to errors or returns might indicate process inefficiencies that need to be addressed. The rate is also tied to the level of risk for each transaction — the lower the risk, the lower the rate.

There used to be nine planets in the solar system, but this number was reduced to eight in 2006. No, a planet didn’t explode, but Pluto was downgraded from a planet to a dwarf planet. According to Georges Ifrah,4 the origin of the 9 integers can be traced to the ancient Indian civilization. These numbers were adopted by subsequent civilizations in conjunction with the 0. The form of the number nine (9) could possibly derived from the Arabic letter waw, in which its isolated form (و) resembles the number 9.

Culture and mythology

  • In Norse mythology, there are nine worlds within the universe, which are all rooted by Yggdrasil, the world tree.
  • Eight and 9 form a Ruth-Aaron pair under the second definition that counts repeated prime factors as often as they occur.
  • To disambiguate the two on objects and labels that can be inverted, they are often underlined.
  • Most LCD calculators use the former, but some VFD models use the latter.
  • Another consequence of 9 being 10 − 1, is that it is also a Kaprekar number.

While the prefix ennea- is sometimes used in scientific terms to denote the number nine, it’s not commonly used. That being said, a group of any nine things is called an ennead. Another consequence of 9 being 10 − 1, is that it is also a Kaprekar number.

Culture and mythology

The whole system was ruined around 700 BC when Julius Caesar came along and added the months of June and July, pushing back the other months by two. Pregnancy in humans typically lasts for nine months, split up into three trimesters of three months. This is, of course, a very rough guideline, as babies can be born from 37 weeks to more than 42. Generally, the closer to the 37-week mark that a baby is born, the more serious health issues it could have, while those born between weeks 39 and 41 are the healthiest.

9 diet tips to help when drug detoxing

Factors of 9

9 is the only square prime with an aliquot sum of the same form. The aliquot sequence of 9 has 5 members (9,4,3,1,0) this number being the second composite member of the 3-aliquot tree. To disambiguate the two on objects and labels that can be inverted, they are often underlined. It is sometimes handwritten with two strokes and a straight stem, resembling a raised lower-case letter q, which distinguishes it from the 6.

Factors of 9

Circa 300 BC, as part of the Brahmi numerals, various Indians wrote a digit 9 similar in shape to the modern closing question mark without the bottom dot. The Nagari continued the bottom stroke to make a circle and enclose the 3-look-alike, in much the same way that the sign @ encircles a lowercase a. As time went on, the enclosing circle became bigger and its line continued beyond the circle downwards, as the 3-look-alike became smaller. The Arabs simply connected that squiggle to the downward stroke at the middle and subsequent European change was purely cosmetic. At first, various Indians wrote 9 similar to the modern closing question mark without the bottom dot.

It has linguistic connections to the word new, yet in mythology is sometimes connected to the underworld. The number nine can be found everywhere within mythologies from all over the world. In 9 diet tips to help when drug detoxing Norse mythology, there are nine worlds within the universe, which are all rooted by Yggdrasil, the world tree.

is an odd composite number. It is composed of a single prime number multiplied by itself.

In Greek mythology, there are the nine Muses, the goddesses that bless their patrons with various forms of inspiration. Both the Aztec and Maya underworlds, Mictlan and Xibalba, each have nine different levels. While the shape of the 9 character has an ascender in most modern typefaces, in typefaces with text figures the character usually has a descender, for example, in . Around 750 BC in Ancient Rome, November was the ninth month of the year, while September was the seventh. This seems perfectly logical since nov and sept denote nine and seven, respectively.

The Kshtrapa, Andhra, and Gupta started curving the bottom vertical line coming up with a 3 look-alike. The Nagari continued the bottom stroke to make a circle and enclose the 3 look-alike, in much the same way that the @ character encircles a lowercase a. Over time, the enclosing circle became bigger and its line continued beyond the circle downwards, as the 3 look-alike became smaller. The Arabs simply connected that squiggle to the downward stroke at the middle, and subsequent European change was purely cosmetic. It has a unique aliquot sum 4 which is itself a square prime.

  • The words in French, German, and Spanish for the number nine are all connected with their respective words for new.
  • It has linguistic connections to the word new, yet in mythology is sometimes connected to the underworld.
  • The number nine can be found everywhere within mythologies from all over the world.
  • The chemical element with the atomic number nine is fluorine.

Factors of 9

To disambiguate the two on objects and documents that could be inverted, the 9 has often been underlined (as is done for the 6). Another distinction from the 6 is that 9 is often handwritten with a straight stem. The words in French, German, and Spanish for the number nine are all connected with their respective words for new. Likewise, Neun means nine in German, while neu means new; in Spanish, nueve means nine while nuevo means new. The chemical element with the atomic number nine is fluorine.

Similarly, in seven-segment display, the number 9 can be constructed either with a hook at the end of its stem or without one. Most LCD calculators use the former, but some VFD models use the latter. Eight and 9 form a Ruth-Aaron pair under the second definition that counts repeated prime factors as often as they occur.

Fluorine belongs to the 17th group, the halogens, on the periodic table of elements. In its natural state, it’s a highly toxic gas and is extremely reactive to nearly all other elements. Fluorine is found naturally within the mineral fluorite, which once refined is used to enrich uranium.