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Como consultar e RECUPERAR seu dinheiro esquecido em bancos? Entenda aqui!

Retomado nesta segunda-feira (14), o sistema do Banco Central (BC) que permite a consulta a valores esquecidos em bancos e outras instituições financeiras funciona em novo endereço. Chamada de Sistema de Valores a Receber (SVR), a ferramenta passou a funcionar no site valoresareceber.bcb.gov.br, em ambiente desvinculado do Sistema Registrato, que hospedou o serviço nos primeiros dias de funcionamento.

Para evitar excesso de demanda, que derrubou o site do Banco Central na versão anterior do sistema, foi criada a página específica para as consultas e agendamentos do crédito. Para os cidadãos com dinheiro a receber, será necessária conta no Portal Gov.br, que fornece acesso a serviços públicos digitais. O cadastro para ter a conta é gratuito e pode ser feito na área de login do Gov.br ou pelo aplicativo Gov.br, disponível para usuários de dispositivos móveis dos sistemas Android e iOS.

Existem três níveis de login no Portal Gov.br: bronze, prata ou ouro. Eles variam conforme o nível de segurança e a complexidade do serviço público pedido. Para resgatar o dinheiro esquecido nas instituições financeiras, será exigido nível prata ou ouro. O login do sistema Registrato, usado na primeira fase do serviço, não poderá mais ser usado no SVR.

O nível prata permite acesso com login único à maioria dos 3.583 serviços públicos totalmente digitalizados oferecidos pelo Portal Gov.br e garante acesso completo ao aplicativo Gov.br. Com alta segurança, esse nível pode ser obtido pela comparação da foto tirada no aplicativo com as imagens da base da Carteira Nacional de Habilitação.

Outra maneira de ativar o nível prata é por meio da validação dos dados pessoais de quem tem conta em um dos seis bancos conveniados ao Portal Gov.br: Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, BRB, Caixa Econômica Federal, Santander e Sicoob.

Procedimentos

O processo de recebimento do dinheiro consiste em duas etapas. Na primeira, o cidadão fará uma consulta no site valoresareceber.bcb.gov.br. Basta digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) para verificar eventuais quantias esquecidas em bancos e demais tipos de instituições financeiras. Essa etapa dispensa o login do Portal Gov.br e pode ser feita a qualquer momento, a partir de hoje.

Em caso de constatação de valores a serem sacados, o SVR informa a data para o usuário entrar novamente no sistema. Nessa segunda etapa, será necessário digitar o login da conta Gov.br para verificar a quantia a receber e pedir a transferência do dinheiro. Caberá ao cidadão escolher a forma de transferência, que poderá ser feita por Pix. Se o usuário não indicar uma chave Pix, a instituição financeira escolhida poderá contatar o correntista para fazer a transferência.

Prazo

O BC explicou que valores esquecidos nos bancos serão devolvidos apenas a partir de 7 de março. Caso o cidadão perca a data informada, deverá recomeçar o processo do zero, repetindo a consulta no site e esperando o sistema informar nova data para o retorno.

Orientações

Para evitar fraudes, o Banco Central informa que o único site disponível é o valoresareceber.bcb.gov.br. O cidadão deverá tomar cuidado para não entrar em páginas diferentes. O órgão também esclareceu que não entrará em contato com nenhum usuário, nem enviará links por SMS, Whatsapp, Telegram ou e-mail para confirmar dados pessoais ou tratar de valores a receber.

A única situação em que haverá contato com o correntista será no caso de a transferência não poder ser feita por Pix, mas a comunicação será feita pela instituição detentora do dinheiro, sem nenhum pedido de confirmação de dados ou de senhas.

Por fim, o BC esclarece que o processo de resgate de valores esquecidos é gratuito. O usuário jamais deverá fazer qualquer pagamento para consultar o montante a receber nem para sacar o dinheiro. Qualquer pedido nesse sentido configura golpe.

Brazilian iGaming Summit será o único evento presencial da industria de Apostas no Brasil em 2021

Por conta da crise sanitária, diversos eventos e festividades tiveram que ser adiados ou até mesmo cancelados ao longo de 2020 e 2021, no entanto, com o avanço da imunização em todo o país, as coisas estão voltando à normalidade pouco a pouco.

Dessa forma, foi anunciado que o Brazilian iGaming Summit (BiS) irá realmente ocorrer em São Paulo, nos dias 1 e 2 de dezembro deste ano, e terá a presença de investidores e empresários dos setores de apostas esportivas, comunicação, afiliados, loterias e entes reguladores. E para garantir a segurança dos convidados, os organizadores do evento respeitarão todos os protocolos de segurança sanitária recomendados. Com isso, o BiS será o ponto de retorno de cerimônias presenciais do setor de jogos no Brasil, gerando o networking tão necessário para o desenvolvimento desse mercado em território nacional, assim como conteúdos renovados sobre a jogatina.

Alessandro Valente, um dos responsáveis pela criação e organização do evento, e que é co-fundador da Super Afiliados

Brasil em Voga

O Brasil já é tido como um dos países mais importantes da indústria dos jogos, sendo extremamente promissor quando o assunto são apostas esportivas e no ramo dos cassinos online. Quanto ao último, essas plataformas ganharam grande notoriedade em território nacional ao ofertar uma gama de jogos de mesa tradicionais dos estabelecimentos de jogatina aos brasileiros, com a praticidade de não precisarmos sair de casa para ter acesso a tal diversão. E com a popularização dessa indústria no país, tem-se alimentado uma enorme expectativa sobre a regulamentação mais ampla do setor no Brasil, que por enquanto é apenas legalizado.

Por conta disso, a primeira edição do Brazilian iGaming Summit será uma ótima oportunidade para conectar os empresários do mercado dos jogos às personalidades políticas do país e os atores que estão envolvidos no processo de regulamentação da jogatina. Espera-se que voltem a discutir quais serão as próximas etapas para se aprovar uma legislação para o setor, e quais são as tendências para o desenvolvimento deste mercado no Brasil.

A reunião de diferentes empresários que atuam no ramo dos jogos é essencial para compreender a necessidade e lacuna que foi deixada no mercado por conta da crise sanitária e os seus diversos efeitos colaterais. Com isso, o BiS apresentará uma oportunidade de networking, além de trazer palestras com um conteúdo renovado para o público e a apresentação de várias marcas do setor de apostas. A agenda será focada principalmente nas áreas comerciais e publicitárias, mas também irá cobrir assuntos relacionados à regulamentação desse mercado.

Alessandro Valente, um dos responsáveis pela criação e organização do evento, e que é co-fundador da Super Afiliados, acredita que o BiS é mais um passo para a retomada dos negócios no Brasil e no mundo: “Representar um grupo tão importante de profissionais do setor no Brasil é motivo de muito orgulho. Com apoio organizacional de Carlos Cardama e sua equipe do Games Magazine Brasil, o evento que acaba de ser anunciado já é um sucesso em termos de adesão e vendas”.

Segundo Valente, no local de realização do evento, o Espaço Boulevard JK, em São Paulo, haverá áreas dedicadas a realização de reuniões, assim como amplo amparo aos participantes que vierem do exterior e demais regiões do Brasil, que precisarem de algum tipo de auxílio para participarem do BiS. Pela primeira vez, ele irá ocorrer num modelo híbrido, com transmissões em tempo real e telões espalhados por todo o espaço de conferência.

Acredita-se que operadores e afiliados do Brasil e de países estrangeiros, assim como fornecedores globais, estarão presentes na festividade. Afinal, eles não deixarão passar a chance de ficar cara-a-cara com os representantes do mercado mais promissor de toda a América Latina, E alguns gigantes do setor já confirmaram a sua presença no BiS 2021, como: FYMSA, Super Afiliados, Pay4Fun, Amuletobet, Salsa Technology, BMM Testlabs, VibraGaming, Betconnections, APP7, WinnerZon, Wanna, entre outros.

Divulgada a Agenda do Brazilian iGaming Summit

Organização do evento divulga agenda completa do BiS 2021.

Foi divulgada a agenda do Brazilian iGaming Summit, que traz conteúdo renovado e relevante ao mercado que está em plena expansão.

A Jericho Events planeja trazer ao palco figuras importantes do cenário político e empresarial, abordando assuntos que estão na pauta dos interesses da sociedade como um todo.

Diante de um possível cenário de regulamentação, legalização de todas as atividades e finalmente um ambiente propício aos grandes investidores, o evento pretende abordar cada vez mais assuntos de cunho comercial e publicitário, mas certamente dando espaço para o governo trazer suas importantes atualizações em relação ao futuro da indústria no país.

Levando em consideração a abordagem de assuntos inéditos como, por exemplo, o papel de embaixadores para marcas que desembarcam no país, cyber security e um painel dedicado aos setor de afiliados.

Com o avanço do governo no sentido de criar um ambiente apropriado para a exploração saudável do mercado, estas pautas, apesar de permanecerem na agenda, perdem um pouco espaço para outros pontos também fundamentais para que este setor avance de forma correta.

Acesse o website oficial do evento para obter maiores informações sobre a agenda de palestrantes e o evento: www.BrazilianiGamingSummit.com.

Sobre o Brazilian iGaming Summit

A primeira edição do Brazilian iGaming Summit (BIS) – The iGaming Intelligence Made in Brazil, terá a participação de muitas marcas conhecidas no cenário das apostas esportivas e iGaming.

O local escolhido para receber esta primeira edição, que acontece nos dias 1 e 2 de dezembro de 2021, foi o Espaço Boulevard JK, Edifício International Plaza, situado no coração do centro comercial de São Paulo.

Com o Brasil se tornando um expoente no mercado das apostas esportivas, loterias e afiliação, diversas empresas globais dos 3 setores já estão atentas a todos os processos de regulamentação em andamento no país. Este foi um dos pontos principais a ser considerado para a idealização do BIS 2021.

Mercado Pago – As maquininhas que estão revolucionando nas vendas!

O Mercado Pago disponibiliza quatro modelos de maquininhas de cartão. Um dos destaques oferecidos é a Point Pro 2, uma maquininha que imprime comprovantes e conta com um valor baixo. Ela ainda recebe pagamentos por aproximação (NFC), principais cartões e QR Code. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 529 de TK para comprar sua maquininha Point. Válido só até 30 de novembro! Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócio crescer. https://mpago.li/1SkH551

Point Smart conta uma bateria que dura o dia todo. A recarga acontece de forma rápida e de longa duração. Esta maquininha conta com plano de dados 4G grátis. Ela aceita os principais meios de pagamento. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 529 de TK para comprar sua maquininha Point. Válido só até 30 de novembro! Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócio crescer. https://mpago.li/1SkH551

Já a Point Mini Chip possui grande facilidade para levar para diversos lugares. Ela aceita cartão por aproximação. Ela aceita os principais cartões e pagamento com QR Code. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 188,90 da TK Agência para comprar sua maquininha Point Mini Chip. Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócios com a Point crescer. https://mpago.li/2LTikxC

As maquininhas, para o crédito, apresentam taxa de 4,74% para ter o dinheiro disponível na hora. Para o débito, a taxa é de 1,99% para a liberação do dinheiro na hora. As taxas para oferecer pagamento parcelado variam conforme o caso.

Conheça a GetResponse, a ferramenta de marketing que pode transformar a sua estratégia

A GetResponse é mais do que apenas uma ferramenta de email marketing. Por meio dela, é possível atrair um público qualificado, converter leads e gerar vendas. Você não precisa ser nem um expert em programação ou design para criar campanhas que geram resultados.

GetResponse

No ambiente digital, temos diversos canais de comunicação em que as empresas precisam estar presentes — e como você provavelmente sabe, dá um grande trabalho administrá-las.

Apenas uma estratégia de email marketing, por exemplo, já demanda muita atenção. Por sorte, temos diversas ferramentas que facilitam as nossas vidas, como a GetResponse.

É claro que muita coisa ainda precisa do fator humano para engrenar — é impossível dependermos 100% das máquinas. No entanto, com um sistema de automação inteligente para email marketing, podemos focar aquilo que realmente importa e deixar os robôs fazerem o resto do trabalho.

Essas ferramentas de automação têm ficado cada vez mais completas — e depois que passamos a utilizá-las, fica difícil abrir mão. Quer saber como a GetResponse pode ajudar você? Então, continue lendo nosso artigo!

Neste post, você vai conhecer com mais detalhes:

O que é a GetResponse?

A GetResponse é conhecida por ser uma das melhores plataformas de email marketing do mercado. Contudo, ela vai além disso, reunindo mais de 50 de ferramentas para as suas campanhas online, como CRM e Webinar. É uma excelente opção para a automação de marketing.  

A capacidade de entrega da ferramenta, de acordo com a própria companhia, é de 99,5%. Isso significa que a preocupação de entregar as mensagens às caixas de destino é um dos seus diferenciais.

Ao utilizar essa ferramenta, você será capaz de adicionar contatos, planejar campanhas de marketing, analisar os resultados e muito mais. A GetResponse não só permite criar um fluxo de mensagens para a sua lista de email, mas também, ajuda você a captar leads e aumentar as vendas

Qual é a diferença dela para as outras ferramentas?

A GetResponse se diferencia em muitos aspectos, mas algumas chamam mais a atenção. A quantidade e a qualidade dos templates para você criar seus emails, landing pages e campanhas nas redes sociais são algumas delas.

Todas essas funcionalidades faciltam a vida dos profissionais de marketing, reduzindo o tempo de trabalho.

Ao contrário da sua concorrente, Aweber, a GetResponse permite que você crie teste A/B para encontrar os melhores títulos, conteúdos, horários etc. Esse recurso é indispensável para otimizar constantemente a sua estratégia.

O preço também merece destaque entre os diferenciais. A partir de 15 dólares mensais, você pode ser um assinante e usufruir de diversos recursos. Mas há a opção de fazer um teste grátis por 30 dias.Por ser uma ferramenta completa, é um preço justo a se pagar.  

Em resumo, podemos dizer que a GetResponse tem um ótimo custo-benefício. Além do mais, apesar de contar com vários recursos em sua plataforma, sua interface é amigável e tudo é muito intuitivo. É uma das maiores ferramentas de geração de leads que você pode ter. 

Como funciona a GetResponse?

Com a GetResponse, você consegue automatizar as vendas online, desde o primeiro contato. As ferramentas são integradas para seguir um fluxo, de acordo com o funil de vendas.

Entre elas, temos:

  • landing pages;
  • emails;
  • formulários de assinatura;
  • webinars.

Bastam apenas algumas configurações para que a ferramenta faça todo o trabalho para você. Dessa forma, você consegue atrair pessoas interessadas para convertê-las em leads e clientes.

Confira com mais detalhes os principais recursos, logo abaixo!

Email marketing

Para a sua campanha de email marketing, você dispõe de uma ferramenta intuitiva em que é possível enviar mensagens com designs diferenciados, aumentando o envolvimento e as vendas.

São mais de 500 templates disponíveis, ou seja, certamente, um deles será adequado para sua empresa.

A funcionalidade de autorresposta é a cereja do bolo. Você não precisa se preocupar com o envio dos emails periodicamente para transformar os seus leads em clientes.

Basta criar um fluxo de nutrição, agendando as mensagens baseadas nas etapas do funil de vendas.

Landing pages

As landing pages são, sem dúvida, essenciais em uma estratégia de inbound marketing. Essa é o melhor caminho para captar leads e até mesmo vender seus produtos ou serviços. No entanto, elas precisam ser construídas de modo atrativo e eficaz.

Com a GetResponse, você não precisa ser um programador, nem mesmo um designer experiente e criar tudo do zero, pois são mais de 150 templates customizáveis.

Por meio de um editor que funciona no esquema “arrasta e solta” é possível criar um layout totalmente personalizado para o seu objetivo.

Monitoramento

Conseguir mais clientes em potencial é o primeiro passo para o sucesso. Porém, é altamente recomendável acompanhar o comportamento dos assinantes.

Aqui, você pode criar fluxos de trabalho escalonáveis para saber como anda a jornada do consumidor e direcioná-lo à próxima etapa.

E-commerce

Essa é uma excelente funcionalidade para quem pretende expandir o negócio e começar a vender online. Você pode criar a sua loja virtual e adicionar os produtos com bastante facilidade.

A ferramenta permite integração com o PayPal, Square, PayU, Stripe e BlueSnap, direto em sua landing page, para você não se preocupar com os pagamentos.

Além desse recurso, a GetResponse dispõe de lembretes de carrinho abandonado, recomendações de produtos e dados de segmentação avançados. Tudo para otimizar o processo de vendas.

Mídias sociais

Você tem dificuldade de descobrir como gerar tráfego para o seu site? Também há um recurso que vai ajudar nessa missão. É possível criar banners e vídeos chamativos automaticamente no Facebook ou Instagram para direcionar os usuários às suas landing pages e funis.

Agora, se o objetivo é conseguir mais visibilidade para as suas páginas sociais, não há com o que se preocupar. Tudo está integrado no GetResponse.

Para incentivar o compartilhamento das suas mensagens entre os assinantes, é possível adicionar ícones clicáveis das principais redes sociais no email. 

Webinars

Nesse cenário em que as empresas têm marcado forte presença nos meios digitais, é fundamental ir além do feijão com arroz. Uma das estratégias que mais dão resultados, porém, pouco explorada devido à falsa sensação de dificuldade, é o vídeo marketing.

Para se ter uma ideia, as empresas que usam vídeos em sua estratégia de marketing geram uma receita 49% maior do que aquelas que não util

O webinar é uma maneira simples e eficaz de manter os clientes engajados e conquistar novos leads. A GetResponse oferece uma solução completa para isso.

Como a GetResponse ajuda no tráfego e na geração de leads?

As redes sociais se tornaram excelentes canais para a geração de tráfego, criando uma disputa acirrada com o sistema de busca do Google. Não é por menos, já que 66% dos brasileiros utilizam essas mídias com frequência, de acordo com um levantamento feito em 2019.

Sabendo disso, a GetResponse disponibiliza uma ferramenta aos seus usuários chamada Social Ads Creator. Nela, é possível criar em alguns minutos banners e vídeos capazes de levar os consumidores ao seu site e convertê-los em leads, por meio de landing pages otimizadas. 

Então, em vez de publicar conteúdos banais em suas mídias sociais, com o Social Ads Creator, você consegue encontrar a imagens de qualidade, inserir legendas e gráficos, colocar preços etc.

Caso você não seja um designer habilidoso, existem mais de 200 modelos pré-projetados para serem editados.

Fora as publicações orgânicas, a ferramenta ainda ajuda você a alcançar mais pessoas com os anúncios patrocinados do Facebook Ads. Depois de criar e veicular a campanha, basta acompanhar o desempenho — e alterá-la, se necessário — por meio de gráficos fáceis de serem lidos.

Quanto à segmentação, o ideal é usar os dados dos seus contatos da lista para atingir um público parecido. Assim, suas chances de encontrar pessoas interessadas é bem maior.  

Você pode, também, direcionar as pessoas para um webinar gratuito e, desse modo, aumentar a sua base de leads. Essa é uma excelente pedida para a sua estratégia de email marketing ficar mais poderosa. Afinal, a palavra “gratuito” é muito convincente. 

Lembre-se de que é crucial criar um funil de leads em sua lista de contatos. Somente assim, você consegue atrair e converter clientes de forma impecável. No próximo tópico, você vai descobrir como é fácil essa tarefa com a GetResponse. 

Como usar a GetResponse?

Como dissemos, a GetResponse conta com mais de 50 ferramentas. Seria impossível falarmos de todas elas aqui. Sendo assim, reunimos um tutorial de algumas das funções mais importantes da plataforma.

Confira! 

Criar lista de contatos

Aqui, você tem a opção de adicionar os contatos manualmente, um a um, ou importar uma lista. Caso você queira fazer o processo manual, é bastante simples:

Adicionar contatos na GetResponse
  1. vá em em Adicionar Contatos, em Ações Rápidas, no seu dashboard;
  2. escolha uma lista;
  3. decida como quer adicionar os contatos: manualmente ou subir um arquivo;
  4. digite o nome do contato e o endereço de email;
  5. clique em Tenho Permissão para adicionar essa pessoa à lista;
  6. clique em Adicionar Contato. 
Contatos na ferramenta GetResponse

Criar uma mensagem de autorresposta

As autorrespostas são ideais para automatizar o processo e guiar os seus contatos ao fundo do funil. Para criá-las, você deve seguir os seguintes passos:

Criar autorresposta no GetResponse
  1. vá em Criar Autorresposta, em Ações Rápidas, no seu dashboard;
  2. dê um nome à autorresposta;
  3. escolha o dia e a lista para receber a mensagem;
  4. decida se quer mandar a mensagem imediatamente ou com atraso;
  5. habilite os dias da semana para a mensagem ser enviada;
  6. clique em Criar Novo Email;
  7. configure o seu email inserindo o nome da mensagem, assunto e email de origem;
  8. clique em Salvar ou Próximo Passo para escolher e editar um template;
  9. finalize a edição em Próximo Passo;
  10. clique em Salvar ou Salvar e Publicar.
Autorresposta GetResponse

Criar um funil de vendas

O funil é que fará o processo de coleta de leads e vendas. Desse modo, você pode encontrar potenciais compradores, promover e vender os seus produtos online.

Para isso, você deve seguir esses passos:

Autofunnel
  1. vá ao Menu e clique em Autofunnel > Criar funil;
  2. clique em Crie seu primeiro funil;
  3. digite o nome que você quer dar ao funil;
  4. clique em Crie um funil, abaixo da opção Venda um produto;
  5. escolha a opção Funil de vendas completo ou Funil de vendas rápidas;
  6. conecte-se a uma loja existente ou crie uma loja.
Funil GetResponse

Se você ainda não tem uma loja e quer desenvolver do zero, os passos são os seguintes:

  1. vá em Criar outra loja para fazer todo o processo;
  2. clique em Criar uma loja GetResponse;
  3. digite o nome da loja, escolha a moeda e clique em Criar.
Crie sua loja na GetResponse

Criar relatório e analisar os resultados

O relatório é a maneira mais fácil de ter um panorama dos resultados das suas ações de marketing. Siga esses passos para ter acesso a ele:

Relatórios GetResponse
  1. selecione Relatórios na barra superior do seu painel;
  2. clique em Gerenciar relatórios & Criar relatório na sua página de estatísticas;
  3. insira o Nome do relatório e escolha uma ou mais listas;
  4. escolha o tipo de relatório;
  5. selecione o tipo de arquivo no campo Anexos (XLS ou CSV);
  6. escolha o endereço de email para enviar o relatório;
  7. coloque o assunto de email e a descrição;
  8. escolha a frequência do relatório.

Como deu para perceber, a GetResponse tem diversas funcionalidades essenciais para geração de leads e concretização das vendas.

O email marketing e a automação, em geral, só dão os resultados esperados quando combinados com outras estratégias — e nesse quesito ela se sai muito bem.

Agora que você já sabe como funciona a GetResponse, aproveite e baixe a nossa planilha de calendário de email marketing! Assim, você vai controlar os seus disparos com excelência, sem perder nenhum detalhe.

No e-commerce, o agronegócio também deve ser ‘tech’

Uma campanha publicitária de grande circulação no país é taxativa ao afirmar que “agro é tech”. E não é propaganda enganosa. De fato, o uso de recursos tecnológicos no agronegócio brasileiro é de encher os olhos dos entusiastas pelo tema.

O Brasil tem sido referência em práticas modernas no setor, valendo-se da aplicação intensiva de tecnologia em atividades como as de previsão e resposta para variações climáticas.

O resultado dessas iniciativas se verifica no aumento da eficiência produtiva nas fazendas e no desenvolvimento de um know-how que permeia startups e centros de excelência de estudiosos do segmento.

E-commerce e o agronegócio

Números corroboram essa narrativa. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nos últimos dez anos, a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos cresceu de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões.

Entre 2000 e 2020, a produção brasileira de grãos aumentou 210%, bem mais que a alta global verificada nessa seara – 60%. Nos próximos cinco anos, a expectativa é que o país se torne o maior exportador de grãos do mundo, à frente dos Estados Unidos.

Quando se fala em o agro ser tech, os avanços não se restringem aos mecanismos de exploração eficaz da terra. A aplicação do e-commerce no agronegócio brasileiro igualmente tem dado seus frutos. Também nessa ponta do sistema, nos destacamos na comparação com mercados como o americano.

Um estudo de 2021 da McKinsey & Company, “A mente do agricultor na era digital”, apontou que a adoção de plataformas e canais digitais para compras agrícolas cresceu mais no Brasil durante a pandemia do que na Europa e nos Estados Unidos.

Aqui, essa preferência saltou 10 pontos percentuais, de 36% para 46%, contra uma elevação de 7 pontos percentuais em terras europeias e estadunidenses.

Acesso à tecnologia

Mas nem tudo são flores nesse campo do comércio eletrônico do agro. Algumas questões ainda impedem uma safra de melhores resultados de negócio pelas vias virtuais.

Um dos entraves é o próprio acesso à tecnologia. O último Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2017, apontou que mais de 70% das propriedades rurais do país não tinham acesso à internet. Espera-se que o advento do 5G contribua para um cenário mais favorável nesse quesito.

Existem outros obstáculos além desse, como é o caso do aspecto cultural. Cerca de 40% dos produtores rurais ainda veem os canais digitais como pouco seguros para suas transações, o que breca a participação deles nesses ambientes.

Apesar dessa resistência, a boa notícia é que muitos usam os meios virtuais para atividades de pesquisa por produtos e serviços e nos processos de cotação para compra e de recompra, atingindo nessas etapas uma adoção digital entre 60% e 70%. Nesse contexto, o WhatsApp é uma das ferramentas preferidas.

Além disso, o crescimento das agrofintechs, startups de financiamento de safra e insumos online, também impulsiona a ida do produtor rural para o ambiente online.

De qualquer forma, os produtores que optam pela digitalização muitas vezes esbarram em sistemas que não atendem às suas necessidades. Por conta disso, acabam desistindo da empreitada.

Plataforma bem pensada

Chegamos, então, a um ponto fundamental para a rega da semeadura do e-commerce no agronegócio: ele precisa ser bem planejado.

Uma plataforma de compra e venda de produtos agropecuários precisa estar estruturada para proporcionar aos visitantes experiências de alto nível. Jornadas que os convençam de que o meio virtual existe para facilitar suas vidas e lhes conceder vantagens em vários sentidos – desde o sortimento na oferta até as condições de entrega e o pós-venda, passando por características como preços bem definidos e trâmites inteligentes para efetivar os pagamentos.

É preciso levar em conta, na estruturação da plataforma, que seus usuários constituem um público que em geral não está acostumado a fazer negócios virtualmente. Dessa maneira, a estratégia de UX e UI precisa tornar esse ambiente eletrônico o mais simples e intuitivo possível. Algo só factível com o uso da tecnologia.

O momento é propício para considerar esses movimentos. O avanço no desenvolvimento de marketplaces agrícolas no Brasil já é uma realidade.

Grandes nomes do comércio eletrônico no país, caso de Mercado Livre, Magalu, B2W e Via Varejo, já estabeleceram espaços bem definidos em suas plataformas para uma dedicação exclusiva ao agronegócio. Outras iniciativas, como o projeto Broto, do Banco do Brasil e da BB Seguros, têm se tornado verdadeiros hubs do setor.

A afirmativa de que agro é tech precisa ser expandida. E entendida não só no âmbito de inovações como as que mapeiam o solo e as condições atmosféricas em busca da produtividade ideal das lavouras e criações.

Entre a máquina que ara o solo e o drone que sobrevoa as plantações para fotografá-las, existe um ambiente sujeito a outros tipos de intempérie. E que requer cuidados constantes para que as sementes nele plantadas floresçam em plenitude.

Esse ambiente, também conhecido como e-commerce do agronegócio, ainda tem muito o que crescer. As raízes já existem. Para que a colheita seja farta, o lema é: “tech é tudo”.

O post No e-commerce, o agronegócio também deve ser ‘tech’ apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Uma campanha publicitária de grande circulação no país é taxativa ao afirmar que “agro é tech”. E não é propaganda enganosa. De fato, o uso de recursos tecnológicos no agronegócio brasileiro é de encher os olhos dos entusiastas pelo tema.

O Brasil tem sido referência em práticas modernas no setor, valendo-se da aplicação intensiva de tecnologia em atividades como as de previsão e resposta para variações climáticas.

O resultado dessas iniciativas se verifica no aumento da eficiência produtiva nas fazendas e no desenvolvimento de um know-how que permeia startups e centros de excelência de estudiosos do segmento.

E-commerce e o agronegócio

Números corroboram essa narrativa. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nos últimos dez anos, a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos cresceu de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões.

Entre 2000 e 2020, a produção brasileira de grãos aumentou 210%, bem mais que a alta global verificada nessa seara – 60%. Nos próximos cinco anos, a expectativa é que o país se torne o maior exportador de grãos do mundo, à frente dos Estados Unidos.

Quando se fala em o agro ser tech, os avanços não se restringem aos mecanismos de exploração eficaz da terra. A aplicação do e-commerce no agronegócio brasileiro igualmente tem dado seus frutos. Também nessa ponta do sistema, nos destacamos na comparação com mercados como o americano.

Um estudo de 2021 da McKinsey & Company, “A mente do agricultor na era digital”, apontou que a adoção de plataformas e canais digitais para compras agrícolas cresceu mais no Brasil durante a pandemia do que na Europa e nos Estados Unidos.

Aqui, essa preferência saltou 10 pontos percentuais, de 36% para 46%, contra uma elevação de 7 pontos percentuais em terras europeias e estadunidenses.

Acesso à tecnologia

Mas nem tudo são flores nesse campo do comércio eletrônico do agro. Algumas questões ainda impedem uma safra de melhores resultados de negócio pelas vias virtuais.

Um dos entraves é o próprio acesso à tecnologia. O último Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2017, apontou que mais de 70% das propriedades rurais do país não tinham acesso à internet. Espera-se que o advento do 5G contribua para um cenário mais favorável nesse quesito.

Existem outros obstáculos além desse, como é o caso do aspecto cultural. Cerca de 40% dos produtores rurais ainda veem os canais digitais como pouco seguros para suas transações, o que breca a participação deles nesses ambientes.

Apesar dessa resistência, a boa notícia é que muitos usam os meios virtuais para atividades de pesquisa por produtos e serviços e nos processos de cotação para compra e de recompra, atingindo nessas etapas uma adoção digital entre 60% e 70%. Nesse contexto, o WhatsApp é uma das ferramentas preferidas.

Além disso, o crescimento das agrofintechs, startups de financiamento de safra e insumos online, também impulsiona a ida do produtor rural para o ambiente online.

De qualquer forma, os produtores que optam pela digitalização muitas vezes esbarram em sistemas que não atendem às suas necessidades. Por conta disso, acabam desistindo da empreitada.

Plataforma bem pensada

Chegamos, então, a um ponto fundamental para a rega da semeadura do e-commerce no agronegócio: ele precisa ser bem planejado.

Uma plataforma de compra e venda de produtos agropecuários precisa estar estruturada para proporcionar aos visitantes experiências de alto nível. Jornadas que os convençam de que o meio virtual existe para facilitar suas vidas e lhes conceder vantagens em vários sentidos – desde o sortimento na oferta até as condições de entrega e o pós-venda, passando por características como preços bem definidos e trâmites inteligentes para efetivar os pagamentos.

É preciso levar em conta, na estruturação da plataforma, que seus usuários constituem um público que em geral não está acostumado a fazer negócios virtualmente. Dessa maneira, a estratégia de UX e UI precisa tornar esse ambiente eletrônico o mais simples e intuitivo possível. Algo só factível com o uso da tecnologia.

O momento é propício para considerar esses movimentos. O avanço no desenvolvimento de marketplaces agrícolas no Brasil já é uma realidade.

Grandes nomes do comércio eletrônico no país, caso de Mercado Livre, Magalu, B2W e Via Varejo, já estabeleceram espaços bem definidos em suas plataformas para uma dedicação exclusiva ao agronegócio. Outras iniciativas, como o projeto Broto, do Banco do Brasil e da BB Seguros, têm se tornado verdadeiros hubs do setor.

A afirmativa de que agro é tech precisa ser expandida. E entendida não só no âmbito de inovações como as que mapeiam o solo e as condições atmosféricas em busca da produtividade ideal das lavouras e criações.

Entre a máquina que ara o solo e o drone que sobrevoa as plantações para fotografá-las, existe um ambiente sujeito a outros tipos de intempérie. E que requer cuidados constantes para que as sementes nele plantadas floresçam em plenitude.

Esse ambiente, também conhecido como e-commerce do agronegócio, ainda tem muito o que crescer. As raízes já existem. Para que a colheita seja farta, o lema é: “tech é tudo”.

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Conceito B2B2C já é realidade no e-commerce

Toda empresa ganha, em sua concepção, um modelo de negócio como base para as atividades. Pela definição do Sebrae, modelo de negócio é “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Isso significa que não existe uma única receita de como fazer. É possível que cada gestor e cada empresa desenvolvam o modelo que faça mais sentido para que a entrega de valor ocorra.

No cenário atual, vemos que boa parte das empresas, independente do porte, atua no modelo B2B (business to business), em que as relações comerciais se dão entre empresas; ou no modelo B2C (business to consumer), o qual a companhia entrega um produto ao consumidor final.

Para ficar mais claro, vou exemplificar. Imagine uma indústria do setor têxtil que fabrica roupa de cama, mesa e banho. No modelo “tradicional” de negócios, ou seguindo o B2B, essa indústria vende seus produtos a diversas lojas e seu ciclo de produção/vendas estaria fechado. As lojas que compram os produtos da indústria, por sua vez, é que são as responsáveis por fazer com que eles cheguem ao consumidor final — o conhecido modelo B2C. No final das contas, todo o relacionamento com o consumidor é desenvolvido pela loja.

Observando o mercado e conversando com executivos de diversos setores, foi possível identificar a necessidade de criação de um modelo mais ousado, que promovesse a integração entre as empresas e o consumidor final. Chamamos esse modelo de negócios de B2B2C, ou seja, business to business to consumer. Por este conceito, há uma integração total entre indústria, loja e consumidor. A indústria (B) tem seu próprio e-commerce e repassa as oportunidades de vendas às lojas e revendas parceiras (2B) para que estas possam efetivamente concretizá-las junto ao consumidor final (C). Essa já é uma realidade e um modelo que está sendo utilizado por uma série de indústrias e revendas com sucesso.

Com esse modelo, afirmo que é possível às indústrias estabelecerem um canal de vendas pela internet — e, assim, facilitar o acesso direto do consumidor final aos seus produtos. A estratégia está em conciliar a abertura deste canal de vendas e o relacionamento direto com o consumidor sem perder as relações ou criar um conflito com as lojas e revendas.

O e-commerce deve ser encarado não apenas como um canal de vendas para a indústria, mas como um gerador de oportunidades para os revendedores. É perfeitamente possível e viável que a indústria faça suas vendas por um e-commerce próprio e as direcione para as revendas e lojas mais próximas do endereço do consumidor. Também é totalmente plausível que a própria indústria atenda os consumidores se nenhuma das lojas e revendas parceiras tiver o produto adquirido disponível em estoque. Operar de maneira integrada no B2B2C contribui para a indústria e as revendas ganharem com a ampliação do volume de vendas. E, claro, proporcionar ao consumidor uma experiência diferenciada, com atendimento mais rápido e eficiente. Quem abrir os olhos para esse modelo de operação certamente colherá bons frutos em um futuro muito próximo!

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Toda empresa ganha, em sua concepção, um modelo de negócio como base para as atividades. Pela definição do Sebrae, modelo de negócio é “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Isso significa que não existe uma única receita de como fazer. É possível que cada gestor e cada empresa desenvolvam o modelo que faça mais sentido para que a entrega de valor ocorra.

No cenário atual, vemos que boa parte das empresas, independente do porte, atua no modelo B2B (business to business), em que as relações comerciais se dão entre empresas; ou no modelo B2C (business to consumer), o qual a companhia entrega um produto ao consumidor final.

Para ficar mais claro, vou exemplificar. Imagine uma indústria do setor têxtil que fabrica roupa de cama, mesa e banho. No modelo “tradicional” de negócios, ou seguindo o B2B, essa indústria vende seus produtos a diversas lojas e seu ciclo de produção/vendas estaria fechado. As lojas que compram os produtos da indústria, por sua vez, é que são as responsáveis por fazer com que eles cheguem ao consumidor final — o conhecido modelo B2C. No final das contas, todo o relacionamento com o consumidor é desenvolvido pela loja.

Observando o mercado e conversando com executivos de diversos setores, foi possível identificar a necessidade de criação de um modelo mais ousado, que promovesse a integração entre as empresas e o consumidor final. Chamamos esse modelo de negócios de B2B2C, ou seja, business to business to consumer. Por este conceito, há uma integração total entre indústria, loja e consumidor. A indústria (B) tem seu próprio e-commerce e repassa as oportunidades de vendas às lojas e revendas parceiras (2B) para que estas possam efetivamente concretizá-las junto ao consumidor final (C). Essa já é uma realidade e um modelo que está sendo utilizado por uma série de indústrias e revendas com sucesso.

Com esse modelo, afirmo que é possível às indústrias estabelecerem um canal de vendas pela internet — e, assim, facilitar o acesso direto do consumidor final aos seus produtos. A estratégia está em conciliar a abertura deste canal de vendas e o relacionamento direto com o consumidor sem perder as relações ou criar um conflito com as lojas e revendas.

O e-commerce deve ser encarado não apenas como um canal de vendas para a indústria, mas como um gerador de oportunidades para os revendedores. É perfeitamente possível e viável que a indústria faça suas vendas por um e-commerce próprio e as direcione para as revendas e lojas mais próximas do endereço do consumidor. Também é totalmente plausível que a própria indústria atenda os consumidores se nenhuma das lojas e revendas parceiras tiver o produto adquirido disponível em estoque. Operar de maneira integrada no B2B2C contribui para a indústria e as revendas ganharem com a ampliação do volume de vendas. E, claro, proporcionar ao consumidor uma experiência diferenciada, com atendimento mais rápido e eficiente. Quem abrir os olhos para esse modelo de operação certamente colherá bons frutos em um futuro muito próximo!

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Remarketing: o que é e como usar

Remarketing é uma estratégia que consiste em exibir anúncios nas plataformas digitais para clientes que já se interessaram pelo seus produtos ou serviços. Seguindo a lógica do nome, o remarketing consiste basicamente em fazer o seu Marketing outra vez, tendo como intuito a conversão – venda.

Em outras palavras, o remarketing é aquela mágica que acontece quando você (enquanto consumidor) passa a ser perseguido por anúncios de lojas que pesquisou.

Os consumidores criam milhares de hipóteses, alguns acreditam ser um hacker, outros um sistema de espionagem. Mas, para quem trabalha com Marketing Digital, o remarketing é uma grande aposta para ajudar a aumentar os resultados de qualquer negócio.

O Google Ads — plataforma de anúncios do Google — divulgou números revelando que 97% dos visitantes de lojas online não convertem em uma primeira visita. Por números como esses, o remarketing se faz tão importante.

Como funciona o remarketing?

Quando você clica em um anúncio e é direcionado para um site, a magia do remarketing começa a acontecer. Seu computador recebe um “carimbo” que mostra para o Google que você possui interesse nesse assunto.

Esse carimbo se chama cookie e fica armazenado no seu computador. Serve de sinalizador para que você passe a receber outros anúncios deste mesmo site e de sites que possuam um nicho parecido. Por um período de em média 30 dias, você continuará sendo impactado, até que finalmente, realize a conversão.

A ideia é trazer a marca para a lembrança do potencial cliente para que ele lembre que essa marca pode sanar uma necessidade dele.

Para fazer uma campanha de remarketing, é preciso primeiramente planejar para mapear os leads que se encontram em diferentes estágios do seu funil de vendas. O remarketing utiliza um sistema de listas, semelhante à segmentação de e-mail marketing.

Por exemplo, o e-mail para quem apenas visualizou o produto vai ser diferente para quem visualizou preço ou inseriu algum item no carrinho e abandonou, assim como é diferente para quem concluiu a compra efetivamente.

Alguns formatos de listas que podem servir de exemplo são:

Quem comprou entre R$ 50 ou R$ 100 (varia de acordo com o seu ticket médio);
Quem se inscreveu na sua Newsletter;
Quem respondeu a uma pesquisa;
Quem fez download de um material rico disponibilizado por você.

Vale lembrar que o remarketing trabalha somente com dados e sinais concedidos por você mesmo, logo, a ferramenta sempre irá impactá-lo com um produto ou serviço que você esteve procurando nos últimos dias.

Como fazer uma campanha de remarketing

Antes de dar o pontapé inicial na campanha, é importante estar ciente de que existem vários estágios entre o primeiro contato do cliente com a sua empresa até a decisão de compra.

Esses contatos, nada mais são do que os estágio do funil de vendas, sendo eles:

Visitantes;
Leads;
Oportunidade;
Venda.

É importante conhecer e dominar cada etapa para que faça com que o seu cliente passe para a próxima e chegue ao fim da jornada de compra. Na prática, existem várias formas de se fazer uma campanha de remarketing, como por exemplo, através do Google Ads e Facebook Ads (que inclui o Instagram).

Criar uma campanha de pesquisa, uma campanha de display, uma campanha de vídeo, de produtos, entre outros no Google é um jeito de continuar aparecendo para o usuário que pesquisa um determinado assunto, independente do estágio da jornada de compra que ele se encontra.

A diferença é que a ferramenta impacta o usuário que está pesquisando sobre um determinado assunto no buscador, fazendo com que as chances de conversão aumentem.

Estratégias para uma campanha de remarketing

Após planejar a sua estratégia, independente da ferramenta que for utilizar para a campanha, é hora de realizar algumas boas práticas, pensando totalmente em um resultado eficaz.

Algumas delas são:

Otimização de palavras-chave

Estar sempre atento aos termos de pesquisa que os usuários mais usam na internet e que se relacionam com o seu produto é o primeiro passo para ser mais assertivo, quando for fazer a escolha das palavras-chave que serão compradas/inseridas dentro das campanhas de remarketing. Em seguida, é importante entender qual é o custo (CPC) para cada palavra escolhida, pois em alguns casos, para termos muito genéricos, será praticamente impossível re-impactar alguém se o orçamento for muito baixo e/ou existir limitações para aumento do budget da campanha.

Diminuir os lances da campanha

Para vendas complexas, a diminuição é indicada quando um produto é comprado uma vez sem que uma nova conversão ocorra a curto prazo.

Ao reduzir o custo de uma campanha, as chances de conversão diminuem, porém, os anúncios serão exibidos apenas para potenciais compradores.

Entretanto, é importante reforçar que essa não é considerada uma boa prática dentro das ferramentas de ADS e quando isso acontece acima da casa dos 20% (atualmente – setembro/2021), sua campanha retorna automaticamente para o período de aprendizagem, período esse em que a ferramenta não prioriza mais a conversão, mas sim, a re-adequação do volume desejado X investimento concedido para dali em diante. É somente depois do aprendizado que a ferramenta volta a entregar as conversões desejadas e dentro do novo orçamento definido.

Aprimorar o texto do anúncio

Consiste em pequenos ajustes nos textos dos anúncios para que chamem a atenção do usuário quando ele for impactado novamente.

Palavras como “frete grátis” ou “promoção” funcionam de forma muito eficaz, dependendo do seu nicho.

Quanto maior o volume de títulos e descrições, bem como, fazendo uso de palavras chaves que estejam presentes dentro do seu site, maior a qualificação desses anúncios. O ideal é que sua qualificação esteja sempre na casa do 80 ou 90%, para garantir que o orçamento seja consumido de forma inteligente e otimizada.

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Remarketing é uma estratégia que consiste em exibir anúncios nas plataformas digitais para clientes que já se interessaram pelo seus produtos ou serviços. Seguindo a lógica do nome, o remarketing consiste basicamente em fazer o seu Marketing outra vez, tendo como intuito a conversão – venda.

Em outras palavras, o remarketing é aquela mágica que acontece quando você (enquanto consumidor) passa a ser perseguido por anúncios de lojas que pesquisou.

Os consumidores criam milhares de hipóteses, alguns acreditam ser um hacker, outros um sistema de espionagem. Mas, para quem trabalha com Marketing Digital, o remarketing é uma grande aposta para ajudar a aumentar os resultados de qualquer negócio.

O Google Ads — plataforma de anúncios do Google — divulgou números revelando que 97% dos visitantes de lojas online não convertem em uma primeira visita. Por números como esses, o remarketing se faz tão importante.

Como funciona o remarketing?

Quando você clica em um anúncio e é direcionado para um site, a magia do remarketing começa a acontecer. Seu computador recebe um “carimbo” que mostra para o Google que você possui interesse nesse assunto.

Esse carimbo se chama cookie e fica armazenado no seu computador. Serve de sinalizador para que você passe a receber outros anúncios deste mesmo site e de sites que possuam um nicho parecido. Por um período de em média 30 dias, você continuará sendo impactado, até que finalmente, realize a conversão.

A ideia é trazer a marca para a lembrança do potencial cliente para que ele lembre que essa marca pode sanar uma necessidade dele.

Para fazer uma campanha de remarketing, é preciso primeiramente planejar para mapear os leads que se encontram em diferentes estágios do seu funil de vendas. O remarketing utiliza um sistema de listas, semelhante à segmentação de e-mail marketing.

Por exemplo, o e-mail para quem apenas visualizou o produto vai ser diferente para quem visualizou preço ou inseriu algum item no carrinho e abandonou, assim como é diferente para quem concluiu a compra efetivamente.

Alguns formatos de listas que podem servir de exemplo são:

Quem comprou entre R$ 50 ou R$ 100 (varia de acordo com o seu ticket médio);
Quem se inscreveu na sua Newsletter;
Quem respondeu a uma pesquisa;
Quem fez download de um material rico disponibilizado por você.

Vale lembrar que o remarketing trabalha somente com dados e sinais concedidos por você mesmo, logo, a ferramenta sempre irá impactá-lo com um produto ou serviço que você esteve procurando nos últimos dias.

Como fazer uma campanha de remarketing

Antes de dar o pontapé inicial na campanha, é importante estar ciente de que existem vários estágios entre o primeiro contato do cliente com a sua empresa até a decisão de compra.

Esses contatos, nada mais são do que os estágio do funil de vendas, sendo eles:

Visitantes;
Leads;
Oportunidade;
Venda.

É importante conhecer e dominar cada etapa para que faça com que o seu cliente passe para a próxima e chegue ao fim da jornada de compra. Na prática, existem várias formas de se fazer uma campanha de remarketing, como por exemplo, através do Google Ads e Facebook Ads (que inclui o Instagram).

Criar uma campanha de pesquisa, uma campanha de display, uma campanha de vídeo, de produtos, entre outros no Google é um jeito de continuar aparecendo para o usuário que pesquisa um determinado assunto, independente do estágio da jornada de compra que ele se encontra.

A diferença é que a ferramenta impacta o usuário que está pesquisando sobre um determinado assunto no buscador, fazendo com que as chances de conversão aumentem.

Estratégias para uma campanha de remarketing

Após planejar a sua estratégia, independente da ferramenta que for utilizar para a campanha, é hora de realizar algumas boas práticas, pensando totalmente em um resultado eficaz.

Algumas delas são:

Otimização de palavras-chave

Estar sempre atento aos termos de pesquisa que os usuários mais usam na internet e que se relacionam com o seu produto é o primeiro passo para ser mais assertivo, quando for fazer a escolha das palavras-chave que serão compradas/inseridas dentro das campanhas de remarketing. Em seguida, é importante entender qual é o custo (CPC) para cada palavra escolhida, pois em alguns casos, para termos muito genéricos, será praticamente impossível re-impactar alguém se o orçamento for muito baixo e/ou existir limitações para aumento do budget da campanha.

Diminuir os lances da campanha

Para vendas complexas, a diminuição é indicada quando um produto é comprado uma vez sem que uma nova conversão ocorra a curto prazo.

Ao reduzir o custo de uma campanha, as chances de conversão diminuem, porém, os anúncios serão exibidos apenas para potenciais compradores.

Entretanto, é importante reforçar que essa não é considerada uma boa prática dentro das ferramentas de ADS e quando isso acontece acima da casa dos 20% (atualmente – setembro/2021), sua campanha retorna automaticamente para o período de aprendizagem, período esse em que a ferramenta não prioriza mais a conversão, mas sim, a re-adequação do volume desejado X investimento concedido para dali em diante. É somente depois do aprendizado que a ferramenta volta a entregar as conversões desejadas e dentro do novo orçamento definido.

Aprimorar o texto do anúncio

Consiste em pequenos ajustes nos textos dos anúncios para que chamem a atenção do usuário quando ele for impactado novamente.

Palavras como “frete grátis” ou “promoção” funcionam de forma muito eficaz, dependendo do seu nicho.

Quanto maior o volume de títulos e descrições, bem como, fazendo uso de palavras chaves que estejam presentes dentro do seu site, maior a qualificação desses anúncios. O ideal é que sua qualificação esteja sempre na casa do 80 ou 90%, para garantir que o orçamento seja consumido de forma inteligente e otimizada.

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Pesquisa mostra preparo e gestão financeira dos lojistas brasileiros

Gestão financeira foi o tema da pesquisa realizada pela Magazine Luiza em parceria com o E-Commerce Brasil. 68,5% dos respondentes já realizaram algum curso de gestão financeira.

Contas jurídicas

56% dos respondentes afirmaram que possuem mais de duas contas jurídicas em alguma instituição financeira. Além disso, 33% possuem pelo menos uma e 9% mais de 4.

Maquininha

Em contrapartida, 38% responderam que não usam algum tipo de maquininha para o recebimento de vendas realizadas com cartão.

2% usam mais de 4. Na faixa dos 30% duas respostas: os que usam uma e os que usam mais de duas.

Bancos digitais e serviços de pagamento

Pelo menos metade dos respondentes afirmaram que a empresa possui uma conta em algum banco digital.

Além disso, a maioria dos lojistas que usam algum banco digital afirmaram que o principal uso que fazem delas é o de transferências (DOC, TED e PIX), com 90% das respostas.

Podendo responder mais uma alternativa, 87% afirmaram que também as usam para o pagamento de contas e tributos.

44% usam para depósitos, 40% para folha de pagamento e 24% para saques.

Outro dado relevante relacionado às transferências bancárias e pagamentos é que 50% dos lojistas afirmaram que a modalidade usada com maior frequência é o PIX. Para 28% são os boletos e 20% TED.

Somente 2% dos respondentes usam o DOC.

Capital de giro

61% dos respondentes afirmaram que não usam serviços financeiros para capital de giro.

Por outro lado, 22% usam a antecipação de recebíveis e 11% usam empréstimos. Além disso, 5,6% usam ambos.

79% dos respondentes afirmaram ainda que o que mais valorizam ao pedir um empréstimo são as taxas de juros baixas.

Parcelamentos

Ao parcelar a compra de um cliente, 48% dos respondentes afirmaram que preferem receber de forma antecipada, enquanto 52% preferem receber no fluxo do pagamento.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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Gestão financeira foi o tema da pesquisa realizada pela Magazine Luiza em parceria com o E-Commerce Brasil. 68,5% dos respondentes já realizaram algum curso de gestão financeira.

Contas jurídicas

56% dos respondentes afirmaram que possuem mais de duas contas jurídicas em alguma instituição financeira. Além disso, 33% possuem pelo menos uma e 9% mais de 4.

Maquininha

Em contrapartida, 38% responderam que não usam algum tipo de maquininha para o recebimento de vendas realizadas com cartão.

2% usam mais de 4. Na faixa dos 30% duas respostas: os que usam uma e os que usam mais de duas.

Bancos digitais e serviços de pagamento

Pelo menos metade dos respondentes afirmaram que a empresa possui uma conta em algum banco digital.

Além disso, a maioria dos lojistas que usam algum banco digital afirmaram que o principal uso que fazem delas é o de transferências (DOC, TED e PIX), com 90% das respostas.

Podendo responder mais uma alternativa, 87% afirmaram que também as usam para o pagamento de contas e tributos.

44% usam para depósitos, 40% para folha de pagamento e 24% para saques.

Outro dado relevante relacionado às transferências bancárias e pagamentos é que 50% dos lojistas afirmaram que a modalidade usada com maior frequência é o PIX. Para 28% são os boletos e 20% TED.

Somente 2% dos respondentes usam o DOC.

Capital de giro

61% dos respondentes afirmaram que não usam serviços financeiros para capital de giro.

Por outro lado, 22% usam a antecipação de recebíveis e 11% usam empréstimos. Além disso, 5,6% usam ambos.

79% dos respondentes afirmaram ainda que o que mais valorizam ao pedir um empréstimo são as taxas de juros baixas.

Parcelamentos

Ao parcelar a compra de um cliente, 48% dos respondentes afirmaram que preferem receber de forma antecipada, enquanto 52% preferem receber no fluxo do pagamento.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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Sua empresa está por dentro do Marketing Ágil?

Na missão de acompanhar o dinamismo do mercado, inserir conceitos de Agile Marketing, o Marketing Ágil – em português, é uma movimentação essencial na criação de estratégias eficazes

Nos últimos anos, a área de marketing talvez tenha sido uma das mais impactadas por tendências e novidades que surgiram em um ritmo incessante. Certamente, um dos conceitos mais proveitosos e condizentes com a realidade atual que todos enfrentamos é o de Agile Marketing (ou Marketing Ágil, em tradução literal), conjunto de práticas que priorizam uma resposta ágil, flexível e adaptável por parte das empresas. Dentro desse cenário, a tecnologia cumpre uma função primordial, na medida em que oferece as ferramentas necessárias para que a organização adote essa postura de reatividade ao mercado.

2020 foi extremamente atípico para todos, não há como questionar o choque inesperado que a chegada do Covid-19 trouxe para o Brasil e o mundo. Hoje, olhando para o futuro, apoiar os planejamentos estratégicos nessa metodologia inovadora é uma questão de sobrevivência de mercado, com um diferencial competitivo desejado por muitas corporações. Responder rapidamente às adversidades é um estágio de excelência operacional a ser atingido por todos. E o Agile Marketing representa essa possibilidade.

Qual é a relação prática do Agile Marketing?

Sempre foi uma realidade comum às empresas trabalhar com a construção de planejamentos que contemplavam resultados a longo prazo, sem tópicos preparados para prever situações de mercado e sustentar uma gestão de projetos mais segura. Sem dúvidas, a inoperância é uma das maiores inimigas atuais de organizações que pararam no tempo, dificultando a produtividade de profissionais presos a um modelo estratégico fragilizado.

Mais do que nunca, é imprescindível compreender a importância da tentativa e erro, além de mudanças que certamente virão durante a execução do projeto. Seguir o plano original à risca pode até ser um sinal de pragmatismo, mas não deve limitar as ações para que o melhor resultado seja alcançado.

Agile Marketing é sinônimo de flexibilidade. Vivemos em um cenário propício a aprimoramentos constantes. A inovação é sentida, com recorrência, interna e externamente. Ciclos de trabalho com projeções curtas trazem uma linguagem ágil e objetiva, capaz de absorver as mudanças e transformá-las em oportunidades promissoras.

Foco no consumidor e em experiências transformadoras

Obter uma vantagem competitiva é um propósito compartilhado por todos, sem objeções. E não há caminho mais adequado para atingir essa finalidade que priorizar a satisfação do público-alvo por meio de estratégias que estruturem vínculos marcantes entre consumidor e empresa. O departamento de marketing, alinhado com outros setores importantes para que ocorra uma sinergia entre as equipes, terá totais condições de entender o que o usuário está procurando, em um ritmo de desenvolvimento contínuo orientado à noção de que quanto mais simples, melhor.

Com a institucionalização da agilidade como conceito a ser disseminado internamente, entraves operacionais, reuniões desnecessárias, gastos evitáveis, entre outros elementos que costumam ofuscar o andamento de projetos, tornam-se acontecimentos raros em um ambiente corporativo preparado para seguir em frente, utilizando aprendizados como fonte criativa para políticas inovadoras.

O Agile Marketing não deve ser encarado como um conjunto teórico difícil de ser aplicado. O cenário empresarial mudou e tende a continuar dinamizado, e o processo de criação de campanhas, interações e relacionamentos precisa acompanhar essa mentalidade inovadora. Por fim, o resultado é uma frente comercial capaz de direcionar os investimentos de forma consciente e precisa, com o suporte tecnológico adequado e profissionais liberados para deixar estruturas rígidas para trás. Com isso, a empresa, os colaboradores e os clientes serão os maiores beneficiados.