Atividade econômica fecha 2024 com alta de 3,8%

O índice recuou 0,7% em dezembro

No trimestre encerrado em dezembro, o IBC-Br acusou alta de 4,4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado

A atividade da economia brasileira em dezembro de 2024 apresentou recuo de 0,7% na comparação com novembro, segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central. O IBC-Br é considerado uma espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB). Mesmo com a desaceleração, o indicador anota um crescimento de 3,8% da economia do país no ano passado. O resultado de dezembro veio após uma alta de 0,1% em novembro.

Ainda de acordo com o BC, na comparação com dezembro de 2023, os dados mostram que o IBC-Br cresceu 2,4%. No acumulado em 12 meses o índice também teve um avanço de 3,8%. Já no trimestre encerrado em dezembro, o IBC-Br acusou alta de 4,4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O IBC-Br é visto como uma prévia do PIB, calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice acompanha mês a mês a atividade econômica e antecipa possíveis pressões inflacionárias.

Com ABR

O índice recuou 0,7% em dezembro

Receita da Aurora Coop cresce 13,5% em ano de dificuldades

Cooperativa de Chapecó prevê investir R$ 1 bilhão em 2025 e prepara a abertura da primeira unidade fora do Brasil

“Crescer no mercado mundial é prioridade de nossa planificação estratégica”, enfatiza o presidente Neivor Canton

A Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop) anunciou nesta semana os resultados de 2024, ano em que obteve um consistente crescimento. A receita líquida fechou em R$ 22,8 bilhões, um avanço de 13,5%. A cooperativa de Chapecó (SC) também contabilizou sobras de R$ 880,5 milhões no ano passado, o que equivale a 3,9% do seu faturamento líquido. O crescimento percentual do lucro de 2024 em relação ao prejuízo de 2023 foi de 738,6%. “Os desafios climáticos, econômicos, mercadológicos e políticos nas esferas nacional e internacional não impediram a Aurora Coop de seguir firme na sua jornada para consolidar-se como a terceira maior fornecedora de alimentos do Brasil”, salienta Neivor Canton, presidente da Aurora Coop.

A Aurora Coop ampliou sua presença no comércio mundial. A receita operacional bruta no mercado externo cresceu 23,7% totalizando R$ 9,1 bilhões, enquanto as receitas obtidas no mercado brasileiro totalizaram R$ 15,7 bilhões, um crescimento de 10%. Ou seja: 63,6% do faturamento originou-se no mercado interno e 36,4% no mercado externo. A expressão mercadológica nacional da Aurora Coop fica mais uma vez evidenciada: em 2024 a empresa respondeu por 21,6% das exportações brasileiras de carne suína e por 8,4% das exportações de carne de frango. “Crescer no mercado mundial é prioridade de nossa planificação estratégica”, enfatiza o presidente. Por esse motivo, inaugurou no ano passado a unidade corporativa comercial de exportação, na cidade portuária de Itajaí. Para avançar no projeto de internacionalização, a Aurora Coop abrirá a primeira unidade no exterior em Shanghai, na China até junho deste ano.

Canton aponta que os gargalos operacionais, especialmente em portos e rodovias, além de condições climáticas adversas como as enchentes no Rio Grande do Sul e a seca severa na região norte, impactaram as operações de mercado interno, externo e de cabotagem, dificultando o fluxo logístico. No mercado externo uma série de dificuldades, como instabilidades econômicas, políticas e sanitárias, oscilações cambiais e o impacto de conflitos geopolíticos foram obstáculos a serem superados. Outro desafio foi o surto de Newcastle no Rio Grande do Sul, que resultou na suspensão temporária das exportações brasileiras para mercados estratégicos.

Visando manter a posição de terceiro maior grupo agroindustrial brasileiro do segmento da proteína animal, a Aurora Coop investiu cerca de R$ 580 milhões para a modernização e ampliação das unidades fabris. Para 2025 estão previstos cerca de R$ 1 bilhão em várias frentes de investimentos, especialmente na unidade de suínos de São Gabriel do Oeste (MS) e na unidade de aves de Tapejara (RS). “Esses investimentos refletem a estratégia de diversificação do portfólio para fortalecer a posição da Aurora Coop no mercado brasileiro e, ao mesmo tempo, fortalecer sua presença como player global em ascensão”, explica Canton.

A Aurora Coop é a 13ª maior empresa da região e também a quarta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A cooperativa de Chapecó também ocupa a quarta posição no ranking exclusivo que revela quem são as maiores do cooperativismo do Sul (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Cooperativa de Chapecó prevê investir R$ 1 bilhão em 2025 e prepara a abertura da primeira unidade fora do Brasil

Crescimento da demanda doméstica puxa alta na produção de calçados

A produção cresceu 3,5% no comparativo com 2023

No total, foram produzidos 896,8 milhões de pares de calçados, dos quais 97,4 milhões destinados à exportação

O crescimento da demanda doméstica por calçados impulsionou a produção da indústria do setor em 2024. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos índices do IBGE, apontam que, no ano passado, a produção cresceu 3,5% no comparativo com 2023. No total, foram produzidos 896,8 milhões de pares de calçados, dos quais 97,4 milhões destinados à exportação.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que o crescimento na produção poderia ter sido ainda maior, caso não fosse a “invasão” de calçados importados, especialmente da Ásia. No ano passado, as importações cresceram 26% em relação a 2023. Cerca de 90% das importações são de calçados produzidos na Ásia, com destaque para Vietnã, China e Indonésia. “Hoje, mais de 85% da nossa produção é absorvida pelo mercado interno, que estava aquecido ao longo de 2024, com um crescimento no consumo aparente de 7,7%. No entanto, boa parte desse bom momento doméstico foi abocanhado pelos importados”, comenta Ferreira.

Os 896,8 milhões de pares quase bateram o volume registrado na pré-pandemia de Covid, em 2019. Naquele ano, foram produzidos 898,8 milhões de pares, 0,2% mais do que em 2024. Para 2025, mesmo diante de um cenário ainda nebuloso, especialmente no mercado externo, possivelmente o setor recupere as perdas ocasionados pela crise internacional da pandemia. “Em 2025, temos um ano desafiador, mas estamos otimistas”, avalia Ferreira.

A produção cresceu 3,5% no comparativo com 2023

Kopstein planeja investir mais de meio bilhão no Sul

Dois grandes lançamentos em bairros nobres de Porto Alegre estão previstos para este ano

As operações da Kopstein em São Paulo começaram em 2021

A Kopstein inicia 2025 em um dos seus melhores momentos, resultado dos empreendimentos Varanda e Parreiras 153 – entregues em 2023 e 2025, respectivamente – e da bem-sucedida expansão para São Paulo, ainda no ano passado. A empresa planeja investir mais de R$ 550 milhões na capital gaúcha ao longo de 2025, em empreendimentos com apartamentos acima de 300 metros quadrados.

Até o fim de março será lançado o empreendimento Artigas, em parceria com a Woss Incorporadora, de VGV superior a R$ 200 milhões, com apartamentos de mais de 450 metros quadrados — os maiores já desenvolvidos pela empresa em Porto Alegre. No segundo semestre será a vez de um novo edifício onde o VGV será acima de R$ 300 milhões. Este será o segundo empreendimento na cidade em parceria com o arquiteto Isay Weinfeld, dando continuidade ao êxito do Edifício Varanda. “Por sermos uma empresa de nicho, a expansão para São Paulo foi um movimento natural e após o sucesso do edifício Serena, manteremos nosso plano de expansão. No entanto, nossas raízes estão em Porto Alegre, onde continuaremos a atuar em projetos qualificados”, explica o diretor Pedro Kosptein.

As operações da Kopstein em São Paulo começaram em 2021, como uma joint-venture junto à Liv Incorporadora (Liv Inc). Em 2024 foi lançado o primeiro empreendimento, o Edifício Serena, um projeto com o arquiteto Isay Weinfeld, no Jardins, em um dos bairros mais nobres da capital paulista. “Nossa estreia no mercado paulistano foi um enorme sucesso, com 90% das unidades vendidas no lançamento do empreendimento. Esse desempenho nos motiva a seguir com dois grandes projetos em São Paulo programados para este ano, já com alta demanda”, afirma Kopstein. A empresa foi fundada pelo avô de Pedro, David Kopstein, nascido em 1918, em uma colônia judaica em Santa Maria. Em 1941, ele deu início à construção de casas em Pelotas e, posteriormente, expandiu a atuação para Porto Alegre, onde a família se estabeleceu em 1958.

Dois grandes lançamentos em bairros nobres de Porto Alegre estão previstos para este ano

Keko comemora saída da recuperação judicial com crescimento de 170% no período

A previsão agora é faturar R$ 360 milhões neste ano e concluir, no biênio 2024/2025, um investimento de R$ 30 milhões em tecnologias e na expansão fabril

Leandro Scheer Mantovani, presidente executivo, e Lucas Bertuol, gerente administrativo-financeiro, conduziram o processo de recuperação da Keko Acessórios junto com a equipe que hoje soma quase 500 funcionários

Se 2018 ficou marcado como o ano da maior e mais desafiadora crise já enfrentada pela líder brasileira em personalização automotiva Keko Acessórios nas suas quase quatro décadas de existência, 2025 entra para a história da companhia como o ano de celebrar um dos seus maiores feitos: a saída do processo de recuperação judicial deflagrado em setembro de 2018, quando precisou recorrer à medida para renegociar dívidas que alcançavam R$ 75,5 milhões. Com sede em Flores da Cunha (RS), a Keko nasceu em 1986, fruto do empreendedor Leandro Scheer Mantovani e seu pai Henri Mantovani, que enxergaram potencial para o mercado de personalização de picapes e veículos leves no Brasil. Atualmente, a marca é reconhecida em mais de 45 países nos cinco continentes e fornece para 12 montadoras.

A empresa sempre foi operacionalmente saudável e vinha em um ritmo de crescimento médio de 20% ao ano. Em 2009, iniciou o projeto de um grande investimento em uma planta fabril modelo em Flores da Cunha. O investimento chegou a R$ 100 milhões ao longo dos seis anos seguintes – a maior parte financiado. Esse aporte de recursos estava planejado para acompanhar o modelo de crescimento do negócio, no entanto o custo do endividamento teve um salto com o avanço da taxa Selic de 7,5% para 14,5% no período. De 2015 a 2018, a Keko fez diversas tentativas de negociações coletivas com os bancos tendo auxílio de renomadas consultorias Big Four como a KPMG, sem êxito. Com isso, a empresa foi ficando bastante pressionada. A greve dos caminhoneiros, em 2018, agravou ainda mais os problemas. A gota d´água foi o cancelamento de um projeto com uma montadora, que resultou em uma redução de receita de R$ 20 milhões.

“Esse fato culminou na decisão estratégica de entrar com a medida jurídica de recuperação”, recorda o presidente executivo Leandro Scheer Mantovani. O empresário destaca a conduta que a Keko tomou a partir desta decisão, utilizando transparência com todos os stakeholders. “Nossa preocupação foi conversar primeiro com todos os 420 funcionários que estavam conosco na época, para reforçar nosso compromisso com o cumprimento das obrigações, o pagamento de salários e a preservação dos empregos. Também visitamos e conversamos pessoalmente com clientes e fornecedores estratégicos. Isso foi primordial para restabelecer os acordos e, apesar de termos entrado em recuperação judicial, não perdemos a credibilidade e a confiança do mercado”, recorda.

Como a Keko saiu da crise
Desde 2015, a empresa opera com a “sala de crise” e ela foi essencial durante o processo de recuperação. Apoiada por outros mecanismos, não só ajudou a buscar soluções para os problemas críticos e superar os desafios, como também auxiliou para que a Keko chegasse bem e fortalecida em períodos conturbados como a pandemia do Covid-19, deflagrada em 2020, e a enchente no Rio Grande do Sul, em maio do ano passado. Uma das primeiras medidas adotadas na recuperação foi implantar uma gestão mais horizontalizada. A retirada de camadas de gestão aproximou o comando da empresa, o que deu agilidade e velocidade nas decisões e nos processos. A gestão começou a participar do ‘guemba’, ferramenta do Lean Manufacturing que significa ‘onde as coisas acontecem na empresa’. Paralelo a essa medida, foram implementadas melhorias internas com a reestruturação e o enxugamento dos projetos e processos internos, o que também contribuiu para dar mais agilidade e velocidade à produção e a todo negócio.

Outra frente de trabalho foi a inovação, área em que a Keko fez um movimento grande para restabelecer projetos e promover a qualificação do mix de produtos. O foco passou a ser lançamentos de acessórios diferenciados e com alto valor agregado, que ajudaram a alavancar o crescimento. Nos últimos dois anos, houve inúmeros lançamentos expressivos no segmento de picapes e a Keko conseguiu acompanhar esse processo de renovação do mercado e ganhar vários desses projetos junto às montadoras. Investimentos em automações e tecnologias, reorganização mercadológica com a reestruturação da força de vendas potencializando os diversos canais (montadoras, varejo e exportações) e a retomada mais recente dos investimentos em marketing fazem parte das ações da companhia para arrumar a casa. Outra medida austera foi a implantação de um planejamento financeiro e tributário, o que possibilitou transformar 80% da dívida de curto prazo para o longo prazo. “Todas essas iniciativas foram determinantes para tornar a empresa mais competitiva e mais saudável. Conseguimos atingir mais volume e, com isso, os custos fixos foram diluídos e, assim, alcançamos o ponto de equilíbrio financeiro. Aprendemos a operar com sustentabilidade financeira nos últimos cinco anos”, afirma Lucas Bertuol, gerente administrativo-financeiro.

Na pandemia a Keko também aprendeu outra importante lição: descobriu o mercado virtual e as vantagens de atuar neste canal. Ter presença forte no digital aumentou a proximidade da marca com os consumidores finais, fazendo com que eles buscassem, inclusive, os produtos Keko nas lojas físicas. Com isso, intensificou-se o pós-venda e o prolongamento da vida útil dos produtos, o que contribui e impacta na sustentabilidade do planeta. Esse movimento contribuiu para a retomada da marca própria, que hoje representa 25% da receita no mercado interno e nas exportações. O presidente executivo reforça que o processo de recuperação judicial teve o seu ponto positivo, que foi provocar e promover o amadurecimento de toda a empresa. “Foi uma jornada de valorização, transformação e crescimento da equipe. As pessoas aprenderam a trabalhar na escassez e a focar em resultados, o que foi muito positivo e uniu mais o grupo”, avalia.

Desde 2021, a Keko vem superando os resultados planejados. Somente no último ano, cresceu 25% e nos últimos quatro mais do que dobrou de tamanho. Durante o período de recuperação, que se estendeu por pouco mais de seis anos, a companhia cresceu 170%. O faturamento, que beirava os R$ 130 milhões em 2018, deve chegar a R$ 360 milhões em 2025 – um salto de 8% sobre o último exercício. O número de funcionários também aumentou, chegando hoje próximo a 500 empregos diretos. A empresa conseguiu renegociar o endividamento para o longo prazo e, com o crescimento e resultado, finalizou 2024 com uma relação dívida EBTDA de 2,4x. No biênio 2024/2025, estão previstos investimentos na ordem de R$ 30 milhões, alocados na ampliação da estrutura fabril, que ganhará mais 3,5 mil metros quadrados de área construída que se somarão aos atuais 25 mil metros quadrados, e na aquisição de novos equipamentos e tecnologias, como laser tubo, laser chapa, prensa, dobradoras e centro de usinagem, entre outros.

A previsão agora é faturar R$ 360 milhões neste ano e concluir, no biênio 2024/2025, um investimento de R$ 30 milhões em tecnologias e na expansão fabril

Google confirma que Android XR terá acesso à câmera passthrough para avanços na realidade mista

O Google confirmou que o Android XR, seu sistema operacional para dispositivos de realidade estendida (XR), permitirá que desenvolvedores tenham acesso às câmeras passthrough. Essa tecnologia é essencial para criar experiências mais imersivas em realidade mista (MR), combinando elementos virtuais com o mundo real. A novidade coloca o Android XR em vantagem frente a concorrentes […]O Google confirmou que o Android XR, seu sistema operacional para dispositivos de realidade estendida (XR), permitirá que desenvolvedores tenham acesso às câmeras passthrough. Essa tecnologia é essencial para criar experiências mais imersivas em realidade mista (MR), combinando elementos virtuais com o mundo real. A novidade coloca o Android XR em vantagem frente a concorrentes […]

Google Mensagens agora permite enviar mensagens para si mesmo via RCS

Uma nova atualização do Google Mensagens trouxe uma funcionalidade que pode facilitar bastante o dia a dia dos usuários. Agora, é possível enviar mensagens para o próprio número usando a tecnologia RCS, tornando o aplicativo uma alternativa prática para guardar lembretes, links e arquivos importantes. Antes, esse tipo de mensagem era limitado ao formato SMS, […]Uma nova atualização do Google Mensagens trouxe uma funcionalidade que pode facilitar bastante o dia a dia dos usuários. Agora, é possível enviar mensagens para o próprio número usando a tecnologia RCS, tornando o aplicativo uma alternativa prática para guardar lembretes, links e arquivos importantes. Antes, esse tipo de mensagem era limitado ao formato SMS, […]

Google Chrome para Android ganha busca em abas e sincronização de Grupos de Abas

O Google começou a liberar duas novidades importantes para usuários do Chrome no Android: a possibilidade de pesquisar abas abertas e a sincronização de Grupos de Abas entre diferentes dispositivos. Com a nova função de busca, os usuários podem localizar rapidamente uma aba aberta sem precisar percorrer manualmente toda a grade de guias. No alternador […]O Google começou a liberar duas novidades importantes para usuários do Chrome no Android: a possibilidade de pesquisar abas abertas e a sincronização de Grupos de Abas entre diferentes dispositivos. Com a nova função de busca, os usuários podem localizar rapidamente uma aba aberta sem precisar percorrer manualmente toda a grade de guias. No alternador […]

Google desativa sistema de alerta de terremotos do Android no Brasil

O Google desativou o sistema de alerta de terremotos no Brasil após uma falha que assustou moradores do Rio de Janeiro e de São Paulo na madrugada de quarta-feira (14). O alerta indicava um tremor de magnitude entre 4,2 e 5,4 próximo a Ubatuba (SP), mas não houve registro de terremoto na região. A notificação […]O Google desativou o sistema de alerta de terremotos no Brasil após uma falha que assustou moradores do Rio de Janeiro e de São Paulo na madrugada de quarta-feira (14). O alerta indicava um tremor de magnitude entre 4,2 e 5,4 próximo a Ubatuba (SP), mas não houve registro de terremoto na região. A notificação […]

Anatel investiga falha no sistema do Google que disparou alertas de terremoto

Na madrugada da última sexta-feira (14/02/2025), milhares de brasileiros em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram surpreendidos por um alerta de terremoto enviado pelo Google. O aviso, que chegou aos celulares com sistema Android por volta das 2h da manhã, indicava um tremor de magnitude 4,8, seguido por outro de 5,5, com […]Na madrugada da última sexta-feira (14/02/2025), milhares de brasileiros em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram surpreendidos por um alerta de terremoto enviado pelo Google. O aviso, que chegou aos celulares com sistema Android por volta das 2h da manhã, indicava um tremor de magnitude 4,8, seguido por outro de 5,5, com […]

Show Rural Coopavel movimenta mais de R$ 7 bilhões em vendas

O valor obtido superou em quase R$ 1 bilhão a soma do ano passado

Feira recebeu público recorde

A maior edição da história dos 37 anos de Show Rural, feira liderada pela Coopavel, alcançou números surpreendentes. O público dos cinco dias de evento, realizado de segunda a sexta-feira foi de 407.094 visitantes e a movimentação financeira chegou a R$ 7 bilhões. O valor obtido superou em quase R$ 1 bilhão a soma do ano passado. Os números foram apresentados nesta sexta-feira (14) por Dilvo Grolli, presidente da cooperativa sediada em Cascavel. Ele também anunciou a data da 38ª edição, que será realizada de 9 a 13 de fevereiro de 2026.

O quinto dia de visitação recebeu 58.404 pessoas, superando a marca de 58.216 do ano passado. “Tivemos recorde nos cinco dias de visitação dessa edição em comparação aos recordes obtidos em anos anteriores. Isso reflete a capacidade de superação de um evento que é admirado em todo o mundo”, comemorou Grolli. A soma deste ano, de 407.094 visitantes, foi superior em 15.778 em comparação à melhor marca anterior, registrada na 36ª edição, em 2024, quando 391.316 pessoas prestigiaram o Show Rural.

Financiamentos do BRDE
O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) liberou mais R$ 451,2 milhões em novos contratos de crédito para as áreas de inovação e agronegócio. Os contratos abrangem empresas, cooperativas e produtores rurais e foram assinados durante o Show Rural Coopavel. Segundo o diretor-administrativo do BRDE, Heraldo Neves, 60% da carteira atual do banco atende diretamente o agronegócio. “Estamos formalizando linhas de financiamento, tanto para empresas de tecnologia como o grande agro, a partir de grandes projetos de cooperativas, e também a entrega de recursos para o produtor rural diretamente”, explicou.

Dez dos contratos são para o setor empresarial, totalizando R$ 51,8 milhões. Entre os investimentos a serem feitos com o dinheiro, está um projeto de pesquisa e desenvolvimento de um novo revestimento para cateteres do Biopark, no valor de R$ 2 milhões. Outros R$ 10 milhões serão usados pelo grupo Viale para a ampliação da sua rede hoteleira em Foz do Iguaçu. O grupo, que já construiu quatro hotéis e adquiriu uma quinta unidade com financiamento do BRDE, recorre novamente ao banco para a construção de mais 70 apartamentos no empreendimento Porto Madero.

Com as cooperativas, o BRDE assinou cinco novos contratos de financiamento, que somam R$ 326,9 milhões em créditos para a C.Vale, Coasul, Cooperativa Agroindustrial, Copacol e Frimesa. Os recursos serão aplicados na modernização de fábricas de ração e abatedouros, automação de linhas, aquisição de equipamentos, ampliação de unidades de recebimento, beneficiamento e armazenagem de grãos e modernização de indústria de amido. Entre os produtores rurais, a liberação de crédito chega a R$ 29,5 milhões e envolve projetos de energia fotovoltaica, aquicultura, reflorestamento, armazenagem, pastagens, conservação e recuperação do solo. Um dos beneficiados foi o agricultor Amarildo Slovinski, que receberá R$ 2 milhões para um projeto de conservação e recuperação de solos em São Miguel do Iguaçu, no Oeste. “Enquanto as taxas de juro do mercado estão altas, obter um financiamento com subsídios do BRDE e do governo estadual ajuda com que a gente mantenha investimentos pelos próximos dez anos”, disse Slovinski. “O produtor sofre hoje com a escassez de recursos, e os que existem são caros. Mais do que nunca, o produtor rural necessita dessas linhas de crédito para ter um fôlego, manter a atividade e a roda girando, além de honrar os compromissos e os investimentos que faz”, resumiu.

O valor obtido superou em quase R$ 1 bilhão a soma do ano passado

Consórcio QLuz vai administrar PPP da iluminação pública de Joinville

O prazo de concessão será de 22 anos

A menor proposta foi apresentada pelo Consórcio QLuz Joinville, com um deságio de 30,5% comparado com o valor máximo que havia sido previsto no edital

Um dia histórico para Joinville. É assim que a terça-feira (11) pode ser definida. A primeira concorrência pública realizada pela prefeitura de Joinville na Bolsa de Valores B3 ocorreu durante esta tarde, em São Paulo e foi acompanhada pelo prefeito Adriano Silva, secretários municipais e equipe técnica da prefeitura. A transmissão da licitação também foi feita online, no site da Bolsa de Valores. A menor proposta foi apresentada pelo Consórcio QLuz Joinville, com valor de R$ 1.512.999,33, um deságio de 30,5% comparado com o valor máximo que havia sido previsto no edital da concorrência da Parceria Público-Privada (PPP) para a rede de iluminação pública de Joinville. O prazo de concessão será de 22 anos.

Logo após fazer o discurso na Bolsa de Valores, o prefeito Adriano Silva, convidou a equipe da prefeitura de Joinville que estava em São Paulo e trabalhou para a concretização da licitação para que juntos participassem da cerimônia simbólica da batida do martelo. O chefe do departamento de infraestrutura social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Gimenez Nonato reforçou o quanto esse é um importante momento para a cidade de Joinville e para o avanço da infraestrutura urbana no Brasil. “Hoje celebramos mais um passo significativo rumo à modernização da iluminação pública por meio da Parceria Público-Privada, um modelo que tem se mostrado eficiente na entrega de serviços de qualidade à população”, destacou Nonato.

Com a implantação da PPP, pelo menos 10 mil novos pontos de iluminação devem ser instalados na cidade. O contrato prevê a execução de obras e a prestação de serviços relativos à modernização, expansão, operação e manutenção da infraestrutura de iluminação pública de Joinville. “Com toda a certeza realizaremos um trabalho de excelência para o município e toda a comunidade será bem atendida”, prometeu Luciano Pedro de Moro, gerente geral de negócios do Consórcio QLuz.

A estruturação do projeto para a concessão da rede de iluminação de Joinville por meio de uma PPP começou em novembro de 2021, com a contratação, por parte da prefeitura, do BNDES para dar o suporte técnico e a consultoria necessários à estruturação. O processo também passou pela análise do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), além de terem sido realizadas audiência pública e consulta pública, em que a população teve a oportunidade de fazer apontamentos sobre o tema. No dia 30 de janeiro, dois consórcios apresentaram suas propostas. Eles entregaram quatro envelopes. Os dois primeiros foram avaliados pela equipe técnica que considerou que os dois consórcios estavam aptos a participar do leilão. O terceiro envelope, com as propostas comerciais foram abertas nesta terça-feira e a que continha a menor contraprestação foi considerada a vencedora do processo licitatório.

O prazo de concessão será de 22 anos

Prazo de cadastro de famílias gaúchas no Auxílio Reconstrução é ampliado até março

O MIDR ressalta que não se trata de um novo pagamento do auxílio, e sim a prorrogação do prazo para aqueles que não conseguiram se cadastrar no prazo inicial

O Auxílio Reconstrução foi criado em maio do ano passado e representa um apoio financeiro de R$ 5,1 mil pago em uma única parcela pelo governo federal às famílias desalojadas ou desabrigadas

As prefeituras do Rio Grande do Sul podem enviar ao governo federal até 1º de março as listas de famílias que ainda não receberam o Auxílio Reconstrução. O sistema do programa federal foi reaberto na última segunda-feira (10). O cadastro das novas famílias é gratuito. O sistema para cadastrar famílias para receber o Auxílio Reconstrução é este. Têm direito ao apoio financeiro somente famílias residentes em áreas que foram integral ou parcialmente inundadas ou danificadas por enxurradas ou deslizamentos e acabaram acolhidas em abrigos públicos gaúchos durante as enchentes de maio de 2024. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) ressalta que não se trata de um novo pagamento do auxílio. É apenas a prorrogação do prazo para permitir que os municípios incluam aqueles que, por algum motivo, não conseguiram realizar o cadastramento dentro do período inicial.

“A reabertura da plataforma de envio das listas foi definida em acordo entre a Defensoria Pública da União (DPU) e a União, com o objetivo de garantir que todas as famílias elegíveis sejam contempladas”, esclarece, em nota, o ministério. O prazo anterior foi encerrado em 3 de fevereiro. O Auxílio Reconstrução foi criado em maio do ano passado (Medida Provisória nº 1.219/2024) e representa um apoio financeiro de R$ 5,1 mil pago em uma única parcela pelo governo federal às famílias desalojadas ou desabrigadas em razão das chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. O benefício é concedido por família – e não por pessoa.

Passo a passo

As prefeituras devem preencher e enviar para o governo federal os nomes e o Cadastro de Pessoa Física (CPF) de todos os integrantes das famílias que residiam em áreas atingidas pelas enchentes e que precisaram abandonar suas casas, de forma temporária ou definitiva. As prefeituras também têm a responsabilidade de verificar a composição familiar enviada, incluindo os requerimentos unipessoais, além da guarda dos documentos comprobatórios em caso de auditoria. Após o envio das listas, os cadastros serão analisados pelo governo federal. Se aprovados, a pessoa identificada como responsável pela família deverá acessar online o sistema Auxílio Reconstrução e clicar no botão Sou Cidadão para confirmar se as informações cadastradas estão corretas. O futuro beneficiário precisará usar sua conta do portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.Br. Se o responsável familiar identificar erro nos dados cadastrados deverá cancelar a solicitação e procurar a prefeitura para realizar novo cadastro com os dados corretos. Os dados confirmados pelos responsáveis familiares serão enviados para a Caixa Econômica Federal e os pagamentos serão realizados dois dias úteis após o recebimento da confirmação. O governo federal tem uma instrução normativa com as regras para a concessão do Auxílio Reconstrução.

Com ABR

O MIDR ressalta que não se trata de um novo pagamento do auxílio, e sim a prorrogação do prazo para aqueles que não conseguiram se cadastrar no prazo inicial

Galípolo crê em efeitos menores das tarifas de Trump na economia brasileira

O presidente do BC ressaltou que o melhor seria não haver “guerra comercial”

Questionado pelos empresários sobre a alta taxa de juros no país, Galípolo disse que essa medida surtirá efeito para conter a alta inflação no país

Em uma reunião com empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na manhã desta sexta-feira (14), o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, disse que as tarifas que estão sendo impostas a diversos países pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem apresentar um efeito menor no Brasil do que em outras economias, como a do México. “Essa menor relação, ou conexão comercial, do Brasil com os Estados Unidos, comparativamente com o México, induziu sensação por parte dos agentes de mercado de que eventualmente uma política de tarifas mais pesadas possa prejudicar mais o México do que o Brasil”, afirmou. No entanto, Galípolo ressaltou que o melhor seria não haver “guerra comercial”.

“Perceba que há uma sutileza aqui: eu não estou dizendo, que com as tarifas, é melhor para o Brasil. Com certeza, não há dúvida de que em qualquer condição do comércio global é melhor não ter uma guerra tarifária. O que eu estou colocando aqui simplesmente é que no relativo, ou seja, comparativamente, talvez para o Brasil seja menos prejudicial do que, por exemplo, para o México”, declarou o presidente do BC. Trump vem prometendo aplicar tarifas abrangentes a diversos países que têm superávit comercial com os Estados Unidos, como a China, e até a parceiros mais próximos como México e Canadá. O presidente norte-americano também anunciou uma taxação de 25% sobre as importações de aço e alumínio, cancelando isenções e cotas isentas de impostos para os principais fornecedores, entre os quais, o Brasil.

Ainda durante a conversa com os empresários, Galípolo afirmou que o Banco Central tem uma atuação preventiva e conservadora na definição de sua política, agindo sempre com base em tendências, e não em volatilidades, e mantendo cautela na interpretação dos dados. “Por isso, eu disse que é importante o Banco Central ter o tempo necessário para consumir esses dados e ter clareza se não estamos assistindo simplesmente a uma volatilidade que responde por esses dados de alta frequência e ter certeza se estamos conseguindo observar uma tendência”, ressaltou. “Seria um equívoco ser preventivo a um fantasma que não está ali colocado. Este é um tema que oferece desafio ao endereçamento da política monetária”, emendou.

Questionado pelos empresários sobre a alta taxa de juros no país, Galípolo disse que essa medida surtirá efeito para conter a alta inflação no país. “No horizonte que a gente consegue enxergar, as projeções apresentam a inflação fora da meta. O Banco Central reage caminhando com a taxa de juros, num patamar restritivo e de relativa segurança. O mandato do Banco Central é colocar a taxa de juros em um patamar restritivo o suficiente e pelo tempo que for necessário para que a inflação possa fazer a convergência para a meta”, acrescentou. “O remédio vai funcionar. O Banco Central tem as ferramentas para conduzir a política monetária, para perseguir a meta, e não vai se furtar a fazer isso”, concluiu.

Com ABR

O presidente do BC ressaltou que o melhor seria não haver “guerra comercial”

Investimentos dos brasileiros chegam a R$ 7,3 trilhões em 2024

O valor é 12,6% maior do que o registrado no fechamento do ano anterior

“Em um ano marcado pela Selic em alta, os produtos de renda fixa foram os grandes protagonistas em 2024, com a busca dos investidores por segurança, rentabilidade e liquidez”, avalia Luciane Effting, executiva da Anbima

O volume investido pelos brasileiros pessoas físicas somou R$ 7,3 trilhões ao final de 2024. O valor é 12,6% maior do que o registrado no fechamento do ano anterior. O crescimento do montante aplicado pelos investidores do Sul foi de 16,8%, para R$ 1,2 trilhão.Os dados englobam as aplicações dos clientes do varejo tradicional, do varejo alta renda e do private (investidores com mais de R$ 5 milhões aplicados). Entre os segmentos, o destaque ficou com o varejo alta renda, que cresceu 15,4%, totalizando R$ 2,5 trilhões. O varejo tradicional avançou 13,6% e fechou o ano com um patrimônio líquido de R$ 2,4 trilhões. Juntos, os dois segmentos respondem por 68,6% do total investido pelos brasileiros. No private, responsável pela fatia restante, a alta foi de 8,7%, chegando a R$ 2,3 trilhões.

A maior parte desses recursos está na renda fixa, que cresceu 18% no ano e fechou 2024 com R$ 4,3 trilhões, o equivalente a 59,2% do total investido pelas pessoas físicas. “Em um ano marcado pela Selic em alta, os produtos de renda fixa foram os grandes protagonistas em 2024, com a busca dos investidores por segurança, rentabilidade e liquidez. Em 2025 há uma forte tendência de se repetir o movimento do ano passado dado que não houve alteração significativa do cenário. Mas o investidor também deve estar atendo às oportunidades de diversificação do seu portfólio como estratégia para equilibrar risco e retorno”, avalia Luciane Effting, vice-presidente do fórum de distribuição da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Todos os títulos e valores mobiliários registraram alta, com destaque para os CDBs (Certificados de Depósito Bancário), que ampliaram em 20,7% a participação no portfólio das pessoas físicas, chegando a R$ 1 trilhão. O investimento em títulos isentos de imposto de renda avançou 15,5%, somando R$ 1,2 trilhão. Os produtos com o benefício fiscal são CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), LCI (Letra de Crédito Imobiliários), LIG (Letras Imobiliárias Garantidas) e debêntures incentivadas. “Apesar das restrições impostas pelo Conselho Monetário Nacional na carência, lastro e perfis de emissores no início de 2024, ainda observamos um crescimento superior à Selic nesses papéis. O atual patamar da taxa de juros e o benefício da isenção de imposto contribuíram para que eles continuem sendo muito procurados pelos investidores”, explica Luciane.

Em resposta dos investidores ao cenário econômico, os fundos de renda fixa foram um dos grandes protagonistas do ano passado, respondendo por 45,6% do volume aplicado em fundos. A classe cresceu 36,5% e terminou dezembro com volume de R$ 789,6 bilhões. Os Fundos Imobiliários registraram alta de 9,3%, somando R$ 101 bilhões. Os FIPs (Fundos de Investimento em Participações) cresceram 24,4%, para R$ 34,5 bilhões. Os FIDCs (Fundos de Investimento em Direito Creditório) avançaram 90,1% e chegaram a R$ 23,1 bilhões. “Embora o volume ainda seja baixo em relação às outras classes, os FIDCs se beneficiam da abertura desse produto para o investidor do varejo, do cenário macroeconômico que favorece o investimento em renda fixa e do aumento da demanda por crédito alternativo. Muitas empresas buscaram nos FIDCs uma alternativa para financiar suas operações, migrando do setor bancário para o de mercado de capitais. Seguiremos acompanhando esse movimento, com a expectativa de que os FIDCs avancem ainda mais”, afirma a executiva.

O valor é 12,6% maior do que o registrado no fechamento do ano anterior