Conheça a GetResponse, a ferramenta de marketing que pode transformar a sua estratégia

A GetResponse é mais do que apenas uma ferramenta de email marketing. Por meio dela, é possível atrair um público qualificado, converter leads e gerar vendas. Você não precisa ser nem um expert em programação ou design para criar campanhas que geram resultados.

GetResponse

No ambiente digital, temos diversos canais de comunicação em que as empresas precisam estar presentes — e como você provavelmente sabe, dá um grande trabalho administrá-las.

Apenas uma estratégia de email marketing, por exemplo, já demanda muita atenção. Por sorte, temos diversas ferramentas que facilitam as nossas vidas, como a GetResponse.

É claro que muita coisa ainda precisa do fator humano para engrenar — é impossível dependermos 100% das máquinas. No entanto, com um sistema de automação inteligente para email marketing, podemos focar aquilo que realmente importa e deixar os robôs fazerem o resto do trabalho.

Essas ferramentas de automação têm ficado cada vez mais completas — e depois que passamos a utilizá-las, fica difícil abrir mão. Quer saber como a GetResponse pode ajudar você? Então, continue lendo nosso artigo!

Neste post, você vai conhecer com mais detalhes:

O que é a GetResponse?

A GetResponse é conhecida por ser uma das melhores plataformas de email marketing do mercado. Contudo, ela vai além disso, reunindo mais de 50 de ferramentas para as suas campanhas online, como CRM e Webinar. É uma excelente opção para a automação de marketing.  

A capacidade de entrega da ferramenta, de acordo com a própria companhia, é de 99,5%. Isso significa que a preocupação de entregar as mensagens às caixas de destino é um dos seus diferenciais.

Ao utilizar essa ferramenta, você será capaz de adicionar contatos, planejar campanhas de marketing, analisar os resultados e muito mais. A GetResponse não só permite criar um fluxo de mensagens para a sua lista de email, mas também, ajuda você a captar leads e aumentar as vendas

Qual é a diferença dela para as outras ferramentas?

A GetResponse se diferencia em muitos aspectos, mas algumas chamam mais a atenção. A quantidade e a qualidade dos templates para você criar seus emails, landing pages e campanhas nas redes sociais são algumas delas.

Todas essas funcionalidades faciltam a vida dos profissionais de marketing, reduzindo o tempo de trabalho.

Ao contrário da sua concorrente, Aweber, a GetResponse permite que você crie teste A/B para encontrar os melhores títulos, conteúdos, horários etc. Esse recurso é indispensável para otimizar constantemente a sua estratégia.

O preço também merece destaque entre os diferenciais. A partir de 15 dólares mensais, você pode ser um assinante e usufruir de diversos recursos. Mas há a opção de fazer um teste grátis por 30 dias.Por ser uma ferramenta completa, é um preço justo a se pagar.  

Em resumo, podemos dizer que a GetResponse tem um ótimo custo-benefício. Além do mais, apesar de contar com vários recursos em sua plataforma, sua interface é amigável e tudo é muito intuitivo. É uma das maiores ferramentas de geração de leads que você pode ter. 

Como funciona a GetResponse?

Com a GetResponse, você consegue automatizar as vendas online, desde o primeiro contato. As ferramentas são integradas para seguir um fluxo, de acordo com o funil de vendas.

Entre elas, temos:

  • landing pages;
  • emails;
  • formulários de assinatura;
  • webinars.

Bastam apenas algumas configurações para que a ferramenta faça todo o trabalho para você. Dessa forma, você consegue atrair pessoas interessadas para convertê-las em leads e clientes.

Confira com mais detalhes os principais recursos, logo abaixo!

Email marketing

Para a sua campanha de email marketing, você dispõe de uma ferramenta intuitiva em que é possível enviar mensagens com designs diferenciados, aumentando o envolvimento e as vendas.

São mais de 500 templates disponíveis, ou seja, certamente, um deles será adequado para sua empresa.

A funcionalidade de autorresposta é a cereja do bolo. Você não precisa se preocupar com o envio dos emails periodicamente para transformar os seus leads em clientes.

Basta criar um fluxo de nutrição, agendando as mensagens baseadas nas etapas do funil de vendas.

Landing pages

As landing pages são, sem dúvida, essenciais em uma estratégia de inbound marketing. Essa é o melhor caminho para captar leads e até mesmo vender seus produtos ou serviços. No entanto, elas precisam ser construídas de modo atrativo e eficaz.

Com a GetResponse, você não precisa ser um programador, nem mesmo um designer experiente e criar tudo do zero, pois são mais de 150 templates customizáveis.

Por meio de um editor que funciona no esquema “arrasta e solta” é possível criar um layout totalmente personalizado para o seu objetivo.

Monitoramento

Conseguir mais clientes em potencial é o primeiro passo para o sucesso. Porém, é altamente recomendável acompanhar o comportamento dos assinantes.

Aqui, você pode criar fluxos de trabalho escalonáveis para saber como anda a jornada do consumidor e direcioná-lo à próxima etapa.

E-commerce

Essa é uma excelente funcionalidade para quem pretende expandir o negócio e começar a vender online. Você pode criar a sua loja virtual e adicionar os produtos com bastante facilidade.

A ferramenta permite integração com o PayPal, Square, PayU, Stripe e BlueSnap, direto em sua landing page, para você não se preocupar com os pagamentos.

Além desse recurso, a GetResponse dispõe de lembretes de carrinho abandonado, recomendações de produtos e dados de segmentação avançados. Tudo para otimizar o processo de vendas.

Mídias sociais

Você tem dificuldade de descobrir como gerar tráfego para o seu site? Também há um recurso que vai ajudar nessa missão. É possível criar banners e vídeos chamativos automaticamente no Facebook ou Instagram para direcionar os usuários às suas landing pages e funis.

Agora, se o objetivo é conseguir mais visibilidade para as suas páginas sociais, não há com o que se preocupar. Tudo está integrado no GetResponse.

Para incentivar o compartilhamento das suas mensagens entre os assinantes, é possível adicionar ícones clicáveis das principais redes sociais no email. 

Webinars

Nesse cenário em que as empresas têm marcado forte presença nos meios digitais, é fundamental ir além do feijão com arroz. Uma das estratégias que mais dão resultados, porém, pouco explorada devido à falsa sensação de dificuldade, é o vídeo marketing.

Para se ter uma ideia, as empresas que usam vídeos em sua estratégia de marketing geram uma receita 49% maior do que aquelas que não util

O webinar é uma maneira simples e eficaz de manter os clientes engajados e conquistar novos leads. A GetResponse oferece uma solução completa para isso.

Como a GetResponse ajuda no tráfego e na geração de leads?

As redes sociais se tornaram excelentes canais para a geração de tráfego, criando uma disputa acirrada com o sistema de busca do Google. Não é por menos, já que 66% dos brasileiros utilizam essas mídias com frequência, de acordo com um levantamento feito em 2019.

Sabendo disso, a GetResponse disponibiliza uma ferramenta aos seus usuários chamada Social Ads Creator. Nela, é possível criar em alguns minutos banners e vídeos capazes de levar os consumidores ao seu site e convertê-los em leads, por meio de landing pages otimizadas. 

Então, em vez de publicar conteúdos banais em suas mídias sociais, com o Social Ads Creator, você consegue encontrar a imagens de qualidade, inserir legendas e gráficos, colocar preços etc.

Caso você não seja um designer habilidoso, existem mais de 200 modelos pré-projetados para serem editados.

Fora as publicações orgânicas, a ferramenta ainda ajuda você a alcançar mais pessoas com os anúncios patrocinados do Facebook Ads. Depois de criar e veicular a campanha, basta acompanhar o desempenho — e alterá-la, se necessário — por meio de gráficos fáceis de serem lidos.

Quanto à segmentação, o ideal é usar os dados dos seus contatos da lista para atingir um público parecido. Assim, suas chances de encontrar pessoas interessadas é bem maior.  

Você pode, também, direcionar as pessoas para um webinar gratuito e, desse modo, aumentar a sua base de leads. Essa é uma excelente pedida para a sua estratégia de email marketing ficar mais poderosa. Afinal, a palavra “gratuito” é muito convincente. 

Lembre-se de que é crucial criar um funil de leads em sua lista de contatos. Somente assim, você consegue atrair e converter clientes de forma impecável. No próximo tópico, você vai descobrir como é fácil essa tarefa com a GetResponse. 

Como usar a GetResponse?

Como dissemos, a GetResponse conta com mais de 50 ferramentas. Seria impossível falarmos de todas elas aqui. Sendo assim, reunimos um tutorial de algumas das funções mais importantes da plataforma.

Confira! 

Criar lista de contatos

Aqui, você tem a opção de adicionar os contatos manualmente, um a um, ou importar uma lista. Caso você queira fazer o processo manual, é bastante simples:

Adicionar contatos na GetResponse
  1. vá em em Adicionar Contatos, em Ações Rápidas, no seu dashboard;
  2. escolha uma lista;
  3. decida como quer adicionar os contatos: manualmente ou subir um arquivo;
  4. digite o nome do contato e o endereço de email;
  5. clique em Tenho Permissão para adicionar essa pessoa à lista;
  6. clique em Adicionar Contato. 
Contatos na ferramenta GetResponse

Criar uma mensagem de autorresposta

As autorrespostas são ideais para automatizar o processo e guiar os seus contatos ao fundo do funil. Para criá-las, você deve seguir os seguintes passos:

Criar autorresposta no GetResponse
  1. vá em Criar Autorresposta, em Ações Rápidas, no seu dashboard;
  2. dê um nome à autorresposta;
  3. escolha o dia e a lista para receber a mensagem;
  4. decida se quer mandar a mensagem imediatamente ou com atraso;
  5. habilite os dias da semana para a mensagem ser enviada;
  6. clique em Criar Novo Email;
  7. configure o seu email inserindo o nome da mensagem, assunto e email de origem;
  8. clique em Salvar ou Próximo Passo para escolher e editar um template;
  9. finalize a edição em Próximo Passo;
  10. clique em Salvar ou Salvar e Publicar.
Autorresposta GetResponse

Criar um funil de vendas

O funil é que fará o processo de coleta de leads e vendas. Desse modo, você pode encontrar potenciais compradores, promover e vender os seus produtos online.

Para isso, você deve seguir esses passos:

Autofunnel
  1. vá ao Menu e clique em Autofunnel > Criar funil;
  2. clique em Crie seu primeiro funil;
  3. digite o nome que você quer dar ao funil;
  4. clique em Crie um funil, abaixo da opção Venda um produto;
  5. escolha a opção Funil de vendas completo ou Funil de vendas rápidas;
  6. conecte-se a uma loja existente ou crie uma loja.
Funil GetResponse

Se você ainda não tem uma loja e quer desenvolver do zero, os passos são os seguintes:

  1. vá em Criar outra loja para fazer todo o processo;
  2. clique em Criar uma loja GetResponse;
  3. digite o nome da loja, escolha a moeda e clique em Criar.
Crie sua loja na GetResponse

Criar relatório e analisar os resultados

O relatório é a maneira mais fácil de ter um panorama dos resultados das suas ações de marketing. Siga esses passos para ter acesso a ele:

Relatórios GetResponse
  1. selecione Relatórios na barra superior do seu painel;
  2. clique em Gerenciar relatórios & Criar relatório na sua página de estatísticas;
  3. insira o Nome do relatório e escolha uma ou mais listas;
  4. escolha o tipo de relatório;
  5. selecione o tipo de arquivo no campo Anexos (XLS ou CSV);
  6. escolha o endereço de email para enviar o relatório;
  7. coloque o assunto de email e a descrição;
  8. escolha a frequência do relatório.

Como deu para perceber, a GetResponse tem diversas funcionalidades essenciais para geração de leads e concretização das vendas.

O email marketing e a automação, em geral, só dão os resultados esperados quando combinados com outras estratégias — e nesse quesito ela se sai muito bem.

Agora que você já sabe como funciona a GetResponse, aproveite e baixe a nossa planilha de calendário de email marketing! Assim, você vai controlar os seus disparos com excelência, sem perder nenhum detalhe.

10 dicas para garantir o match perfeito entre consumidor e e-grocery

Não é novidade para ninguém que a venda de comida online teve um boom durante a pandemia e que esse comportamento tende a crescer. Para falar sobre as 10 melhores estratégias de e-grocery para vender mais, o fundador e CEO da VipCommerce Fernando Bravo palestrou no Congresso Grocery & Drinks.

Anote:

10 — Operação

A décima estratégia é voltada para as boas práticas de operação. É importante que o varejista atenha-se a três pontos onde ocorrem erros clássicos nas operações no e-grocery: entrega no prazo, entregar os itens corretos e garantir ruptura zero, principalmente no que diz respeito a entregas faltando itens. 

9 — Assinaturas

Por quê não trabalhar assinaturas no contexto do varejo alimentar? Promover recursos de cliente prime, que têm benefícios assinando um pacote de serviços que lhe garante descontos específicos, possibilita mais fidelidade e engajamento. Não esquecendo da assinatura de compras.

8 — Propor e promover mídias online

É importante ter um contexto de mídia online, sobretudo, voltado para as redes sociais e social media. Uma dica é utilizar o Facebook ADS para gerar expansão dos melhores clientes.

7 — Motores de busca

É preciso ter motor de busca simples, rápido e assertivo. “A busca é hoje uma das principais estratégias na jornada de compra do consumidor dentro das aplicações, sejam elas sites ou App”, explica o CEO.

6 — Modalidades de entrega

É preciso ampliar as possibilidades, para atender os consumidores com tipos adequados. É possível explorar entregas agendadas, expressas, retiro em loja e drive thru/ curbside.

5 — Campanhas de frete

“Hoje, das 5,4% das pessoas que tiveram experiências negativas com e-commerce durante a pandemia, quase 40% explicaram que foi por causa do valor do frete. O valor do frete é um fator muito direto, decisivo e implicante na jornada e na conversão de compra”, aponta. 

4 — Sortimento long tail

Bravo explica que o comportamento do consumidor está nichando. “Ele busca um mix cada vez mais específico, e colocar todo o mix que tem na loja física, na online, é um risco bom de se correr. É possível também ampliar esse mix se beneficiando dos efeitos que o e-commerce produz”, ensina.

3 — Ofertas personalizadas 

Elas são um dos principais objetivos do varejo, na visão do CEO. Produzir, analisando o comportamento dos clientes, ofertas com altas taxas de conversão e específicas, de preferência para cada usuário é a principal dica. “Hoje fazemos isso para grupos de usuários e para personas, mas demonstra-se mais útil essas ofertas serem específicas para cada CPF”.

2 — Experiência fígital

Ter estratégia omnichannel, multicanal, unificar todos os canais e todos os modais de venda da bandeira para garantir fluidez ao consumidor, com trânsito entre os mundos online e offline sem atritos, também são táticas certeiras. 

1 — Unificação dos mundos online e offline

“Muitas redes tentam relutar em produzir contextos muito diferentes, estratégias diferentes e acabam não gozando do benefício da unicanalidade, de simplificar para o consumidor esse trânsito. E quando a gente facilita, a gente traz maior confiança na nossa marca”, finaliza.

Leia mais: Fazenda Atalaia: desafios de venda tradicional de queijo no e-commerce

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

O post 10 dicas para garantir o match perfeito entre consumidor e e-grocery apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Não é novidade para ninguém que a venda de comida online teve um boom durante a pandemia e que esse comportamento tende a crescer. Para falar sobre as 10 melhores estratégias de e-grocery para vender mais, o fundador e CEO da VipCommerce Fernando Bravo palestrou no Congresso Grocery & Drinks.

Anote:

10 — Operação

A décima estratégia é voltada para as boas práticas de operação. É importante que o varejista atenha-se a três pontos onde ocorrem erros clássicos nas operações no e-grocery: entrega no prazo, entregar os itens corretos e garantir ruptura zero, principalmente no que diz respeito a entregas faltando itens. 

9 — Assinaturas

Por quê não trabalhar assinaturas no contexto do varejo alimentar? Promover recursos de cliente prime, que têm benefícios assinando um pacote de serviços que lhe garante descontos específicos, possibilita mais fidelidade e engajamento. Não esquecendo da assinatura de compras.

8 — Propor e promover mídias online

É importante ter um contexto de mídia online, sobretudo, voltado para as redes sociais e social media. Uma dica é utilizar o Facebook ADS para gerar expansão dos melhores clientes.

7 — Motores de busca

É preciso ter motor de busca simples, rápido e assertivo. “A busca é hoje uma das principais estratégias na jornada de compra do consumidor dentro das aplicações, sejam elas sites ou App”, explica o CEO.

6 — Modalidades de entrega

É preciso ampliar as possibilidades, para atender os consumidores com tipos adequados. É possível explorar entregas agendadas, expressas, retiro em loja e drive thru/ curbside.

5 — Campanhas de frete

“Hoje, das 5,4% das pessoas que tiveram experiências negativas com e-commerce durante a pandemia, quase 40% explicaram que foi por causa do valor do frete. O valor do frete é um fator muito direto, decisivo e implicante na jornada e na conversão de compra”, aponta. 

4 — Sortimento long tail

Bravo explica que o comportamento do consumidor está nichando. “Ele busca um mix cada vez mais específico, e colocar todo o mix que tem na loja física, na online, é um risco bom de se correr. É possível também ampliar esse mix se beneficiando dos efeitos que o e-commerce produz”, ensina.

3 — Ofertas personalizadas 

Elas são um dos principais objetivos do varejo, na visão do CEO. Produzir, analisando o comportamento dos clientes, ofertas com altas taxas de conversão e específicas, de preferência para cada usuário é a principal dica. “Hoje fazemos isso para grupos de usuários e para personas, mas demonstra-se mais útil essas ofertas serem específicas para cada CPF”.

2 — Experiência fígital

Ter estratégia omnichannel, multicanal, unificar todos os canais e todos os modais de venda da bandeira para garantir fluidez ao consumidor, com trânsito entre os mundos online e offline sem atritos, também são táticas certeiras. 

1 — Unificação dos mundos online e offline

“Muitas redes tentam relutar em produzir contextos muito diferentes, estratégias diferentes e acabam não gozando do benefício da unicanalidade, de simplificar para o consumidor esse trânsito. E quando a gente facilita, a gente traz maior confiança na nossa marca”, finaliza.

Leia mais: Fazenda Atalaia: desafios de venda tradicional de queijo no e-commerce

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

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No e-commerce, o agronegócio também deve ser ‘tech’

Uma campanha publicitária de grande circulação no país é taxativa ao afirmar que “agro é tech”. E não é propaganda enganosa. De fato, o uso de recursos tecnológicos no agronegócio brasileiro é de encher os olhos dos entusiastas pelo tema.

O Brasil tem sido referência em práticas modernas no setor, valendo-se da aplicação intensiva de tecnologia em atividades como as de previsão e resposta para variações climáticas.

O resultado dessas iniciativas se verifica no aumento da eficiência produtiva nas fazendas e no desenvolvimento de um know-how que permeia startups e centros de excelência de estudiosos do segmento.

E-commerce e o agronegócio

Números corroboram essa narrativa. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nos últimos dez anos, a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos cresceu de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões.

Entre 2000 e 2020, a produção brasileira de grãos aumentou 210%, bem mais que a alta global verificada nessa seara – 60%. Nos próximos cinco anos, a expectativa é que o país se torne o maior exportador de grãos do mundo, à frente dos Estados Unidos.

Quando se fala em o agro ser tech, os avanços não se restringem aos mecanismos de exploração eficaz da terra. A aplicação do e-commerce no agronegócio brasileiro igualmente tem dado seus frutos. Também nessa ponta do sistema, nos destacamos na comparação com mercados como o americano.

Um estudo de 2021 da McKinsey & Company, “A mente do agricultor na era digital”, apontou que a adoção de plataformas e canais digitais para compras agrícolas cresceu mais no Brasil durante a pandemia do que na Europa e nos Estados Unidos.

Aqui, essa preferência saltou 10 pontos percentuais, de 36% para 46%, contra uma elevação de 7 pontos percentuais em terras europeias e estadunidenses.

Acesso à tecnologia

Mas nem tudo são flores nesse campo do comércio eletrônico do agro. Algumas questões ainda impedem uma safra de melhores resultados de negócio pelas vias virtuais.

Um dos entraves é o próprio acesso à tecnologia. O último Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2017, apontou que mais de 70% das propriedades rurais do país não tinham acesso à internet. Espera-se que o advento do 5G contribua para um cenário mais favorável nesse quesito.

Existem outros obstáculos além desse, como é o caso do aspecto cultural. Cerca de 40% dos produtores rurais ainda veem os canais digitais como pouco seguros para suas transações, o que breca a participação deles nesses ambientes.

Apesar dessa resistência, a boa notícia é que muitos usam os meios virtuais para atividades de pesquisa por produtos e serviços e nos processos de cotação para compra e de recompra, atingindo nessas etapas uma adoção digital entre 60% e 70%. Nesse contexto, o WhatsApp é uma das ferramentas preferidas.

Além disso, o crescimento das agrofintechs, startups de financiamento de safra e insumos online, também impulsiona a ida do produtor rural para o ambiente online.

De qualquer forma, os produtores que optam pela digitalização muitas vezes esbarram em sistemas que não atendem às suas necessidades. Por conta disso, acabam desistindo da empreitada.

Plataforma bem pensada

Chegamos, então, a um ponto fundamental para a rega da semeadura do e-commerce no agronegócio: ele precisa ser bem planejado.

Uma plataforma de compra e venda de produtos agropecuários precisa estar estruturada para proporcionar aos visitantes experiências de alto nível. Jornadas que os convençam de que o meio virtual existe para facilitar suas vidas e lhes conceder vantagens em vários sentidos – desde o sortimento na oferta até as condições de entrega e o pós-venda, passando por características como preços bem definidos e trâmites inteligentes para efetivar os pagamentos.

É preciso levar em conta, na estruturação da plataforma, que seus usuários constituem um público que em geral não está acostumado a fazer negócios virtualmente. Dessa maneira, a estratégia de UX e UI precisa tornar esse ambiente eletrônico o mais simples e intuitivo possível. Algo só factível com o uso da tecnologia.

O momento é propício para considerar esses movimentos. O avanço no desenvolvimento de marketplaces agrícolas no Brasil já é uma realidade.

Grandes nomes do comércio eletrônico no país, caso de Mercado Livre, Magalu, B2W e Via Varejo, já estabeleceram espaços bem definidos em suas plataformas para uma dedicação exclusiva ao agronegócio. Outras iniciativas, como o projeto Broto, do Banco do Brasil e da BB Seguros, têm se tornado verdadeiros hubs do setor.

A afirmativa de que agro é tech precisa ser expandida. E entendida não só no âmbito de inovações como as que mapeiam o solo e as condições atmosféricas em busca da produtividade ideal das lavouras e criações.

Entre a máquina que ara o solo e o drone que sobrevoa as plantações para fotografá-las, existe um ambiente sujeito a outros tipos de intempérie. E que requer cuidados constantes para que as sementes nele plantadas floresçam em plenitude.

Esse ambiente, também conhecido como e-commerce do agronegócio, ainda tem muito o que crescer. As raízes já existem. Para que a colheita seja farta, o lema é: “tech é tudo”.

O post No e-commerce, o agronegócio também deve ser ‘tech’ apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Uma campanha publicitária de grande circulação no país é taxativa ao afirmar que “agro é tech”. E não é propaganda enganosa. De fato, o uso de recursos tecnológicos no agronegócio brasileiro é de encher os olhos dos entusiastas pelo tema.

O Brasil tem sido referência em práticas modernas no setor, valendo-se da aplicação intensiva de tecnologia em atividades como as de previsão e resposta para variações climáticas.

O resultado dessas iniciativas se verifica no aumento da eficiência produtiva nas fazendas e no desenvolvimento de um know-how que permeia startups e centros de excelência de estudiosos do segmento.

E-commerce e o agronegócio

Números corroboram essa narrativa. Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), nos últimos dez anos, a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos cresceu de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões.

Entre 2000 e 2020, a produção brasileira de grãos aumentou 210%, bem mais que a alta global verificada nessa seara – 60%. Nos próximos cinco anos, a expectativa é que o país se torne o maior exportador de grãos do mundo, à frente dos Estados Unidos.

Quando se fala em o agro ser tech, os avanços não se restringem aos mecanismos de exploração eficaz da terra. A aplicação do e-commerce no agronegócio brasileiro igualmente tem dado seus frutos. Também nessa ponta do sistema, nos destacamos na comparação com mercados como o americano.

Um estudo de 2021 da McKinsey & Company, “A mente do agricultor na era digital”, apontou que a adoção de plataformas e canais digitais para compras agrícolas cresceu mais no Brasil durante a pandemia do que na Europa e nos Estados Unidos.

Aqui, essa preferência saltou 10 pontos percentuais, de 36% para 46%, contra uma elevação de 7 pontos percentuais em terras europeias e estadunidenses.

Acesso à tecnologia

Mas nem tudo são flores nesse campo do comércio eletrônico do agro. Algumas questões ainda impedem uma safra de melhores resultados de negócio pelas vias virtuais.

Um dos entraves é o próprio acesso à tecnologia. O último Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizado em 2017, apontou que mais de 70% das propriedades rurais do país não tinham acesso à internet. Espera-se que o advento do 5G contribua para um cenário mais favorável nesse quesito.

Existem outros obstáculos além desse, como é o caso do aspecto cultural. Cerca de 40% dos produtores rurais ainda veem os canais digitais como pouco seguros para suas transações, o que breca a participação deles nesses ambientes.

Apesar dessa resistência, a boa notícia é que muitos usam os meios virtuais para atividades de pesquisa por produtos e serviços e nos processos de cotação para compra e de recompra, atingindo nessas etapas uma adoção digital entre 60% e 70%. Nesse contexto, o WhatsApp é uma das ferramentas preferidas.

Além disso, o crescimento das agrofintechs, startups de financiamento de safra e insumos online, também impulsiona a ida do produtor rural para o ambiente online.

De qualquer forma, os produtores que optam pela digitalização muitas vezes esbarram em sistemas que não atendem às suas necessidades. Por conta disso, acabam desistindo da empreitada.

Plataforma bem pensada

Chegamos, então, a um ponto fundamental para a rega da semeadura do e-commerce no agronegócio: ele precisa ser bem planejado.

Uma plataforma de compra e venda de produtos agropecuários precisa estar estruturada para proporcionar aos visitantes experiências de alto nível. Jornadas que os convençam de que o meio virtual existe para facilitar suas vidas e lhes conceder vantagens em vários sentidos – desde o sortimento na oferta até as condições de entrega e o pós-venda, passando por características como preços bem definidos e trâmites inteligentes para efetivar os pagamentos.

É preciso levar em conta, na estruturação da plataforma, que seus usuários constituem um público que em geral não está acostumado a fazer negócios virtualmente. Dessa maneira, a estratégia de UX e UI precisa tornar esse ambiente eletrônico o mais simples e intuitivo possível. Algo só factível com o uso da tecnologia.

O momento é propício para considerar esses movimentos. O avanço no desenvolvimento de marketplaces agrícolas no Brasil já é uma realidade.

Grandes nomes do comércio eletrônico no país, caso de Mercado Livre, Magalu, B2W e Via Varejo, já estabeleceram espaços bem definidos em suas plataformas para uma dedicação exclusiva ao agronegócio. Outras iniciativas, como o projeto Broto, do Banco do Brasil e da BB Seguros, têm se tornado verdadeiros hubs do setor.

A afirmativa de que agro é tech precisa ser expandida. E entendida não só no âmbito de inovações como as que mapeiam o solo e as condições atmosféricas em busca da produtividade ideal das lavouras e criações.

Entre a máquina que ara o solo e o drone que sobrevoa as plantações para fotografá-las, existe um ambiente sujeito a outros tipos de intempérie. E que requer cuidados constantes para que as sementes nele plantadas floresçam em plenitude.

Esse ambiente, também conhecido como e-commerce do agronegócio, ainda tem muito o que crescer. As raízes já existem. Para que a colheita seja farta, o lema é: “tech é tudo”.

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Experiência de compra diferenciada é a trend do momento para e-grocery

Como trazer mais resultados para o seu e-grocery com uma experiência de compra diferenciada? Quem respondeu a essa pergunta foi o Principal Solution Engineer da Salesforce, Fabiano Porto, que participou do Congresso Grocery & Drinks.

Para se diferenciar e se destacar em um mercado tão competitivo como o varejo alimentar, Porto avalia que é imprescindível entender os desafios de mercado e de operação. No que diz respeito ao mercado, o principal deles é a jornada de experiência. 

“Quando a gente olha para dentro das operações, existem muitos silos de dados ainda e se torna difícil fazer escalonamento. Por isso, eu não consigo fazer uma abrangência maior de atendimento do meu negócio como um todo e, muitas vezes, não consigo ter uma análise preditiva. Ou seja, preciso entender o que o meu consumidor realmente quer, para que eu entregue uma melhor experiência dentro da minha plataforma”, analisa.

Já quando o assunto são os contratempos relacionados à operação, a dificuldade em vender quantidades fracionadas de produtos e, desta forma, atender às expectativas dos clientes, aparece no topo da lista. 

Disponibilidade, aplicação de promoções simultâneas e convergentes em todos os canais, precificação atualizada em tempo real a todo o catálogo, estoque unificado e com rastreamento e alterações frequentes das cestas, mesmo depois que o pedido é feito, também aparecem no ranking.

Mas, para além de entregar uma experiência personalizada, é preciso entregar um relacionamento verdadeiro com as necessidades do cliente, conforme aponta Porto.

 “Antigamente, a motivação tradicional era preço e conveniência. Agora eu tenho que entregar segurança com os dados e impacto social do que eu venho fazendo. Esses são os requisitos para entregar transparência desse relacionamento  sobre o que eu estou levando para o mercado”, opina.

Insights para uma experiência de compra diferenciada

Para pôr fim a esses desafios, Porto deixa três dicas valiosas:

Conheça seu cliente:

Isso possibilita eficiência e assertividade na entrega de experiências. “Oitenta por cento das empresas acreditam que estão entregando uma experiência maravilhosa ao consumidor, mas quando você vai fazer uma validação, 8% deles concordam com essa afirmação”,  adverte. A inteligência artificial é uma aliada para ajudar nessa questão, as etapas passam pela captura do comportamento de navegação do cliente, o que levará ao aprendizado de suas necessidades e culminará em melhorias, que podem ser ser feitas por meio da coleta de feedbacks. 

O ciclo de melhorias contínuas ainda pode incluir recomendações de produtos e de buscas, categorias personalizadas, commerce insights e personalizações de jornada.

Atenda suas necessidades

Agilidade nas operações é a palavra de ordem. Ofertar possibilidade de compras em diferentes canais, e envio rápido do produto, possibilitando ao consumidor acompanhar o status da entrega, são de suma importância. Somado a isso, é preciso ofertar um canal self service, para que se possa mudar os habilitadores de entrega, fazer pick up store entre outros. Tudo isso levará à fidelização.

Ofereça comodidade

Possibilite ao cliente opções de selecionar e agendar onde e como deseja coletar suas compras fisicamente. Vender momentos é uma boa pedida. Que tal disponibilizar receitas? Elas podem ser pensadas para serem preparadas com a gama de produtos que estão à venda na loja. 

Leia mais: Como e por que os microinfluenciadores podem ser ótima aposta no varejo de alimentos

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

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Como trazer mais resultados para o seu e-grocery com uma experiência de compra diferenciada? Quem respondeu a essa pergunta foi o Principal Solution Engineer da Salesforce, Fabiano Porto, que participou do Congresso Grocery & Drinks.

Para se diferenciar e se destacar em um mercado tão competitivo como o varejo alimentar, Porto avalia que é imprescindível entender os desafios de mercado e de operação. No que diz respeito ao mercado, o principal deles é a jornada de experiência. 

“Quando a gente olha para dentro das operações, existem muitos silos de dados ainda e se torna difícil fazer escalonamento. Por isso, eu não consigo fazer uma abrangência maior de atendimento do meu negócio como um todo e, muitas vezes, não consigo ter uma análise preditiva. Ou seja, preciso entender o que o meu consumidor realmente quer, para que eu entregue uma melhor experiência dentro da minha plataforma”, analisa.

Já quando o assunto são os contratempos relacionados à operação, a dificuldade em vender quantidades fracionadas de produtos e, desta forma, atender às expectativas dos clientes, aparece no topo da lista. 

Disponibilidade, aplicação de promoções simultâneas e convergentes em todos os canais, precificação atualizada em tempo real a todo o catálogo, estoque unificado e com rastreamento e alterações frequentes das cestas, mesmo depois que o pedido é feito, também aparecem no ranking.

Mas, para além de entregar uma experiência personalizada, é preciso entregar um relacionamento verdadeiro com as necessidades do cliente, conforme aponta Porto.

 “Antigamente, a motivação tradicional era preço e conveniência. Agora eu tenho que entregar segurança com os dados e impacto social do que eu venho fazendo. Esses são os requisitos para entregar transparência desse relacionamento  sobre o que eu estou levando para o mercado”, opina.

Insights para uma experiência de compra diferenciada

Para pôr fim a esses desafios, Porto deixa três dicas valiosas:

Conheça seu cliente:

Isso possibilita eficiência e assertividade na entrega de experiências. “Oitenta por cento das empresas acreditam que estão entregando uma experiência maravilhosa ao consumidor, mas quando você vai fazer uma validação, 8% deles concordam com essa afirmação”,  adverte. A inteligência artificial é uma aliada para ajudar nessa questão, as etapas passam pela captura do comportamento de navegação do cliente, o que levará ao aprendizado de suas necessidades e culminará em melhorias, que podem ser ser feitas por meio da coleta de feedbacks. 

O ciclo de melhorias contínuas ainda pode incluir recomendações de produtos e de buscas, categorias personalizadas, commerce insights e personalizações de jornada.

Atenda suas necessidades

Agilidade nas operações é a palavra de ordem. Ofertar possibilidade de compras em diferentes canais, e envio rápido do produto, possibilitando ao consumidor acompanhar o status da entrega, são de suma importância. Somado a isso, é preciso ofertar um canal self service, para que se possa mudar os habilitadores de entrega, fazer pick up store entre outros. Tudo isso levará à fidelização.

Ofereça comodidade

Possibilite ao cliente opções de selecionar e agendar onde e como deseja coletar suas compras fisicamente. Vender momentos é uma boa pedida. Que tal disponibilizar receitas? Elas podem ser pensadas para serem preparadas com a gama de produtos que estão à venda na loja. 

Leia mais: Como e por que os microinfluenciadores podem ser ótima aposta no varejo de alimentos

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

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Conceito B2B2C já é realidade no e-commerce

Toda empresa ganha, em sua concepção, um modelo de negócio como base para as atividades. Pela definição do Sebrae, modelo de negócio é “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Isso significa que não existe uma única receita de como fazer. É possível que cada gestor e cada empresa desenvolvam o modelo que faça mais sentido para que a entrega de valor ocorra.

No cenário atual, vemos que boa parte das empresas, independente do porte, atua no modelo B2B (business to business), em que as relações comerciais se dão entre empresas; ou no modelo B2C (business to consumer), o qual a companhia entrega um produto ao consumidor final.

Para ficar mais claro, vou exemplificar. Imagine uma indústria do setor têxtil que fabrica roupa de cama, mesa e banho. No modelo “tradicional” de negócios, ou seguindo o B2B, essa indústria vende seus produtos a diversas lojas e seu ciclo de produção/vendas estaria fechado. As lojas que compram os produtos da indústria, por sua vez, é que são as responsáveis por fazer com que eles cheguem ao consumidor final — o conhecido modelo B2C. No final das contas, todo o relacionamento com o consumidor é desenvolvido pela loja.

Observando o mercado e conversando com executivos de diversos setores, foi possível identificar a necessidade de criação de um modelo mais ousado, que promovesse a integração entre as empresas e o consumidor final. Chamamos esse modelo de negócios de B2B2C, ou seja, business to business to consumer. Por este conceito, há uma integração total entre indústria, loja e consumidor. A indústria (B) tem seu próprio e-commerce e repassa as oportunidades de vendas às lojas e revendas parceiras (2B) para que estas possam efetivamente concretizá-las junto ao consumidor final (C). Essa já é uma realidade e um modelo que está sendo utilizado por uma série de indústrias e revendas com sucesso.

Com esse modelo, afirmo que é possível às indústrias estabelecerem um canal de vendas pela internet — e, assim, facilitar o acesso direto do consumidor final aos seus produtos. A estratégia está em conciliar a abertura deste canal de vendas e o relacionamento direto com o consumidor sem perder as relações ou criar um conflito com as lojas e revendas.

O e-commerce deve ser encarado não apenas como um canal de vendas para a indústria, mas como um gerador de oportunidades para os revendedores. É perfeitamente possível e viável que a indústria faça suas vendas por um e-commerce próprio e as direcione para as revendas e lojas mais próximas do endereço do consumidor. Também é totalmente plausível que a própria indústria atenda os consumidores se nenhuma das lojas e revendas parceiras tiver o produto adquirido disponível em estoque. Operar de maneira integrada no B2B2C contribui para a indústria e as revendas ganharem com a ampliação do volume de vendas. E, claro, proporcionar ao consumidor uma experiência diferenciada, com atendimento mais rápido e eficiente. Quem abrir os olhos para esse modelo de operação certamente colherá bons frutos em um futuro muito próximo!

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Toda empresa ganha, em sua concepção, um modelo de negócio como base para as atividades. Pela definição do Sebrae, modelo de negócio é “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Isso significa que não existe uma única receita de como fazer. É possível que cada gestor e cada empresa desenvolvam o modelo que faça mais sentido para que a entrega de valor ocorra.

No cenário atual, vemos que boa parte das empresas, independente do porte, atua no modelo B2B (business to business), em que as relações comerciais se dão entre empresas; ou no modelo B2C (business to consumer), o qual a companhia entrega um produto ao consumidor final.

Para ficar mais claro, vou exemplificar. Imagine uma indústria do setor têxtil que fabrica roupa de cama, mesa e banho. No modelo “tradicional” de negócios, ou seguindo o B2B, essa indústria vende seus produtos a diversas lojas e seu ciclo de produção/vendas estaria fechado. As lojas que compram os produtos da indústria, por sua vez, é que são as responsáveis por fazer com que eles cheguem ao consumidor final — o conhecido modelo B2C. No final das contas, todo o relacionamento com o consumidor é desenvolvido pela loja.

Observando o mercado e conversando com executivos de diversos setores, foi possível identificar a necessidade de criação de um modelo mais ousado, que promovesse a integração entre as empresas e o consumidor final. Chamamos esse modelo de negócios de B2B2C, ou seja, business to business to consumer. Por este conceito, há uma integração total entre indústria, loja e consumidor. A indústria (B) tem seu próprio e-commerce e repassa as oportunidades de vendas às lojas e revendas parceiras (2B) para que estas possam efetivamente concretizá-las junto ao consumidor final (C). Essa já é uma realidade e um modelo que está sendo utilizado por uma série de indústrias e revendas com sucesso.

Com esse modelo, afirmo que é possível às indústrias estabelecerem um canal de vendas pela internet — e, assim, facilitar o acesso direto do consumidor final aos seus produtos. A estratégia está em conciliar a abertura deste canal de vendas e o relacionamento direto com o consumidor sem perder as relações ou criar um conflito com as lojas e revendas.

O e-commerce deve ser encarado não apenas como um canal de vendas para a indústria, mas como um gerador de oportunidades para os revendedores. É perfeitamente possível e viável que a indústria faça suas vendas por um e-commerce próprio e as direcione para as revendas e lojas mais próximas do endereço do consumidor. Também é totalmente plausível que a própria indústria atenda os consumidores se nenhuma das lojas e revendas parceiras tiver o produto adquirido disponível em estoque. Operar de maneira integrada no B2B2C contribui para a indústria e as revendas ganharem com a ampliação do volume de vendas. E, claro, proporcionar ao consumidor uma experiência diferenciada, com atendimento mais rápido e eficiente. Quem abrir os olhos para esse modelo de operação certamente colherá bons frutos em um futuro muito próximo!

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Remarketing: o que é e como usar

Remarketing é uma estratégia que consiste em exibir anúncios nas plataformas digitais para clientes que já se interessaram pelo seus produtos ou serviços. Seguindo a lógica do nome, o remarketing consiste basicamente em fazer o seu Marketing outra vez, tendo como intuito a conversão – venda.

Em outras palavras, o remarketing é aquela mágica que acontece quando você (enquanto consumidor) passa a ser perseguido por anúncios de lojas que pesquisou.

Os consumidores criam milhares de hipóteses, alguns acreditam ser um hacker, outros um sistema de espionagem. Mas, para quem trabalha com Marketing Digital, o remarketing é uma grande aposta para ajudar a aumentar os resultados de qualquer negócio.

O Google Ads — plataforma de anúncios do Google — divulgou números revelando que 97% dos visitantes de lojas online não convertem em uma primeira visita. Por números como esses, o remarketing se faz tão importante.

Como funciona o remarketing?

Quando você clica em um anúncio e é direcionado para um site, a magia do remarketing começa a acontecer. Seu computador recebe um “carimbo” que mostra para o Google que você possui interesse nesse assunto.

Esse carimbo se chama cookie e fica armazenado no seu computador. Serve de sinalizador para que você passe a receber outros anúncios deste mesmo site e de sites que possuam um nicho parecido. Por um período de em média 30 dias, você continuará sendo impactado, até que finalmente, realize a conversão.

A ideia é trazer a marca para a lembrança do potencial cliente para que ele lembre que essa marca pode sanar uma necessidade dele.

Para fazer uma campanha de remarketing, é preciso primeiramente planejar para mapear os leads que se encontram em diferentes estágios do seu funil de vendas. O remarketing utiliza um sistema de listas, semelhante à segmentação de e-mail marketing.

Por exemplo, o e-mail para quem apenas visualizou o produto vai ser diferente para quem visualizou preço ou inseriu algum item no carrinho e abandonou, assim como é diferente para quem concluiu a compra efetivamente.

Alguns formatos de listas que podem servir de exemplo são:

Quem comprou entre R$ 50 ou R$ 100 (varia de acordo com o seu ticket médio);
Quem se inscreveu na sua Newsletter;
Quem respondeu a uma pesquisa;
Quem fez download de um material rico disponibilizado por você.

Vale lembrar que o remarketing trabalha somente com dados e sinais concedidos por você mesmo, logo, a ferramenta sempre irá impactá-lo com um produto ou serviço que você esteve procurando nos últimos dias.

Como fazer uma campanha de remarketing

Antes de dar o pontapé inicial na campanha, é importante estar ciente de que existem vários estágios entre o primeiro contato do cliente com a sua empresa até a decisão de compra.

Esses contatos, nada mais são do que os estágio do funil de vendas, sendo eles:

Visitantes;
Leads;
Oportunidade;
Venda.

É importante conhecer e dominar cada etapa para que faça com que o seu cliente passe para a próxima e chegue ao fim da jornada de compra. Na prática, existem várias formas de se fazer uma campanha de remarketing, como por exemplo, através do Google Ads e Facebook Ads (que inclui o Instagram).

Criar uma campanha de pesquisa, uma campanha de display, uma campanha de vídeo, de produtos, entre outros no Google é um jeito de continuar aparecendo para o usuário que pesquisa um determinado assunto, independente do estágio da jornada de compra que ele se encontra.

A diferença é que a ferramenta impacta o usuário que está pesquisando sobre um determinado assunto no buscador, fazendo com que as chances de conversão aumentem.

Estratégias para uma campanha de remarketing

Após planejar a sua estratégia, independente da ferramenta que for utilizar para a campanha, é hora de realizar algumas boas práticas, pensando totalmente em um resultado eficaz.

Algumas delas são:

Otimização de palavras-chave

Estar sempre atento aos termos de pesquisa que os usuários mais usam na internet e que se relacionam com o seu produto é o primeiro passo para ser mais assertivo, quando for fazer a escolha das palavras-chave que serão compradas/inseridas dentro das campanhas de remarketing. Em seguida, é importante entender qual é o custo (CPC) para cada palavra escolhida, pois em alguns casos, para termos muito genéricos, será praticamente impossível re-impactar alguém se o orçamento for muito baixo e/ou existir limitações para aumento do budget da campanha.

Diminuir os lances da campanha

Para vendas complexas, a diminuição é indicada quando um produto é comprado uma vez sem que uma nova conversão ocorra a curto prazo.

Ao reduzir o custo de uma campanha, as chances de conversão diminuem, porém, os anúncios serão exibidos apenas para potenciais compradores.

Entretanto, é importante reforçar que essa não é considerada uma boa prática dentro das ferramentas de ADS e quando isso acontece acima da casa dos 20% (atualmente – setembro/2021), sua campanha retorna automaticamente para o período de aprendizagem, período esse em que a ferramenta não prioriza mais a conversão, mas sim, a re-adequação do volume desejado X investimento concedido para dali em diante. É somente depois do aprendizado que a ferramenta volta a entregar as conversões desejadas e dentro do novo orçamento definido.

Aprimorar o texto do anúncio

Consiste em pequenos ajustes nos textos dos anúncios para que chamem a atenção do usuário quando ele for impactado novamente.

Palavras como “frete grátis” ou “promoção” funcionam de forma muito eficaz, dependendo do seu nicho.

Quanto maior o volume de títulos e descrições, bem como, fazendo uso de palavras chaves que estejam presentes dentro do seu site, maior a qualificação desses anúncios. O ideal é que sua qualificação esteja sempre na casa do 80 ou 90%, para garantir que o orçamento seja consumido de forma inteligente e otimizada.

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Remarketing é uma estratégia que consiste em exibir anúncios nas plataformas digitais para clientes que já se interessaram pelo seus produtos ou serviços. Seguindo a lógica do nome, o remarketing consiste basicamente em fazer o seu Marketing outra vez, tendo como intuito a conversão – venda.

Em outras palavras, o remarketing é aquela mágica que acontece quando você (enquanto consumidor) passa a ser perseguido por anúncios de lojas que pesquisou.

Os consumidores criam milhares de hipóteses, alguns acreditam ser um hacker, outros um sistema de espionagem. Mas, para quem trabalha com Marketing Digital, o remarketing é uma grande aposta para ajudar a aumentar os resultados de qualquer negócio.

O Google Ads — plataforma de anúncios do Google — divulgou números revelando que 97% dos visitantes de lojas online não convertem em uma primeira visita. Por números como esses, o remarketing se faz tão importante.

Como funciona o remarketing?

Quando você clica em um anúncio e é direcionado para um site, a magia do remarketing começa a acontecer. Seu computador recebe um “carimbo” que mostra para o Google que você possui interesse nesse assunto.

Esse carimbo se chama cookie e fica armazenado no seu computador. Serve de sinalizador para que você passe a receber outros anúncios deste mesmo site e de sites que possuam um nicho parecido. Por um período de em média 30 dias, você continuará sendo impactado, até que finalmente, realize a conversão.

A ideia é trazer a marca para a lembrança do potencial cliente para que ele lembre que essa marca pode sanar uma necessidade dele.

Para fazer uma campanha de remarketing, é preciso primeiramente planejar para mapear os leads que se encontram em diferentes estágios do seu funil de vendas. O remarketing utiliza um sistema de listas, semelhante à segmentação de e-mail marketing.

Por exemplo, o e-mail para quem apenas visualizou o produto vai ser diferente para quem visualizou preço ou inseriu algum item no carrinho e abandonou, assim como é diferente para quem concluiu a compra efetivamente.

Alguns formatos de listas que podem servir de exemplo são:

Quem comprou entre R$ 50 ou R$ 100 (varia de acordo com o seu ticket médio);
Quem se inscreveu na sua Newsletter;
Quem respondeu a uma pesquisa;
Quem fez download de um material rico disponibilizado por você.

Vale lembrar que o remarketing trabalha somente com dados e sinais concedidos por você mesmo, logo, a ferramenta sempre irá impactá-lo com um produto ou serviço que você esteve procurando nos últimos dias.

Como fazer uma campanha de remarketing

Antes de dar o pontapé inicial na campanha, é importante estar ciente de que existem vários estágios entre o primeiro contato do cliente com a sua empresa até a decisão de compra.

Esses contatos, nada mais são do que os estágio do funil de vendas, sendo eles:

Visitantes;
Leads;
Oportunidade;
Venda.

É importante conhecer e dominar cada etapa para que faça com que o seu cliente passe para a próxima e chegue ao fim da jornada de compra. Na prática, existem várias formas de se fazer uma campanha de remarketing, como por exemplo, através do Google Ads e Facebook Ads (que inclui o Instagram).

Criar uma campanha de pesquisa, uma campanha de display, uma campanha de vídeo, de produtos, entre outros no Google é um jeito de continuar aparecendo para o usuário que pesquisa um determinado assunto, independente do estágio da jornada de compra que ele se encontra.

A diferença é que a ferramenta impacta o usuário que está pesquisando sobre um determinado assunto no buscador, fazendo com que as chances de conversão aumentem.

Estratégias para uma campanha de remarketing

Após planejar a sua estratégia, independente da ferramenta que for utilizar para a campanha, é hora de realizar algumas boas práticas, pensando totalmente em um resultado eficaz.

Algumas delas são:

Otimização de palavras-chave

Estar sempre atento aos termos de pesquisa que os usuários mais usam na internet e que se relacionam com o seu produto é o primeiro passo para ser mais assertivo, quando for fazer a escolha das palavras-chave que serão compradas/inseridas dentro das campanhas de remarketing. Em seguida, é importante entender qual é o custo (CPC) para cada palavra escolhida, pois em alguns casos, para termos muito genéricos, será praticamente impossível re-impactar alguém se o orçamento for muito baixo e/ou existir limitações para aumento do budget da campanha.

Diminuir os lances da campanha

Para vendas complexas, a diminuição é indicada quando um produto é comprado uma vez sem que uma nova conversão ocorra a curto prazo.

Ao reduzir o custo de uma campanha, as chances de conversão diminuem, porém, os anúncios serão exibidos apenas para potenciais compradores.

Entretanto, é importante reforçar que essa não é considerada uma boa prática dentro das ferramentas de ADS e quando isso acontece acima da casa dos 20% (atualmente – setembro/2021), sua campanha retorna automaticamente para o período de aprendizagem, período esse em que a ferramenta não prioriza mais a conversão, mas sim, a re-adequação do volume desejado X investimento concedido para dali em diante. É somente depois do aprendizado que a ferramenta volta a entregar as conversões desejadas e dentro do novo orçamento definido.

Aprimorar o texto do anúncio

Consiste em pequenos ajustes nos textos dos anúncios para que chamem a atenção do usuário quando ele for impactado novamente.

Palavras como “frete grátis” ou “promoção” funcionam de forma muito eficaz, dependendo do seu nicho.

Quanto maior o volume de títulos e descrições, bem como, fazendo uso de palavras chaves que estejam presentes dentro do seu site, maior a qualificação desses anúncios. O ideal é que sua qualificação esteja sempre na casa do 80 ou 90%, para garantir que o orçamento seja consumido de forma inteligente e otimizada.

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Pesquisa mostra preparo e gestão financeira dos lojistas brasileiros

Gestão financeira foi o tema da pesquisa realizada pela Magazine Luiza em parceria com o E-Commerce Brasil. 68,5% dos respondentes já realizaram algum curso de gestão financeira.

Contas jurídicas

56% dos respondentes afirmaram que possuem mais de duas contas jurídicas em alguma instituição financeira. Além disso, 33% possuem pelo menos uma e 9% mais de 4.

Maquininha

Em contrapartida, 38% responderam que não usam algum tipo de maquininha para o recebimento de vendas realizadas com cartão.

2% usam mais de 4. Na faixa dos 30% duas respostas: os que usam uma e os que usam mais de duas.

Bancos digitais e serviços de pagamento

Pelo menos metade dos respondentes afirmaram que a empresa possui uma conta em algum banco digital.

Além disso, a maioria dos lojistas que usam algum banco digital afirmaram que o principal uso que fazem delas é o de transferências (DOC, TED e PIX), com 90% das respostas.

Podendo responder mais uma alternativa, 87% afirmaram que também as usam para o pagamento de contas e tributos.

44% usam para depósitos, 40% para folha de pagamento e 24% para saques.

Outro dado relevante relacionado às transferências bancárias e pagamentos é que 50% dos lojistas afirmaram que a modalidade usada com maior frequência é o PIX. Para 28% são os boletos e 20% TED.

Somente 2% dos respondentes usam o DOC.

Capital de giro

61% dos respondentes afirmaram que não usam serviços financeiros para capital de giro.

Por outro lado, 22% usam a antecipação de recebíveis e 11% usam empréstimos. Além disso, 5,6% usam ambos.

79% dos respondentes afirmaram ainda que o que mais valorizam ao pedir um empréstimo são as taxas de juros baixas.

Parcelamentos

Ao parcelar a compra de um cliente, 48% dos respondentes afirmaram que preferem receber de forma antecipada, enquanto 52% preferem receber no fluxo do pagamento.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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Gestão financeira foi o tema da pesquisa realizada pela Magazine Luiza em parceria com o E-Commerce Brasil. 68,5% dos respondentes já realizaram algum curso de gestão financeira.

Contas jurídicas

56% dos respondentes afirmaram que possuem mais de duas contas jurídicas em alguma instituição financeira. Além disso, 33% possuem pelo menos uma e 9% mais de 4.

Maquininha

Em contrapartida, 38% responderam que não usam algum tipo de maquininha para o recebimento de vendas realizadas com cartão.

2% usam mais de 4. Na faixa dos 30% duas respostas: os que usam uma e os que usam mais de duas.

Bancos digitais e serviços de pagamento

Pelo menos metade dos respondentes afirmaram que a empresa possui uma conta em algum banco digital.

Além disso, a maioria dos lojistas que usam algum banco digital afirmaram que o principal uso que fazem delas é o de transferências (DOC, TED e PIX), com 90% das respostas.

Podendo responder mais uma alternativa, 87% afirmaram que também as usam para o pagamento de contas e tributos.

44% usam para depósitos, 40% para folha de pagamento e 24% para saques.

Outro dado relevante relacionado às transferências bancárias e pagamentos é que 50% dos lojistas afirmaram que a modalidade usada com maior frequência é o PIX. Para 28% são os boletos e 20% TED.

Somente 2% dos respondentes usam o DOC.

Capital de giro

61% dos respondentes afirmaram que não usam serviços financeiros para capital de giro.

Por outro lado, 22% usam a antecipação de recebíveis e 11% usam empréstimos. Além disso, 5,6% usam ambos.

79% dos respondentes afirmaram ainda que o que mais valorizam ao pedir um empréstimo são as taxas de juros baixas.

Parcelamentos

Ao parcelar a compra de um cliente, 48% dos respondentes afirmaram que preferem receber de forma antecipada, enquanto 52% preferem receber no fluxo do pagamento.

Leia também: Mastercard: número de PMEs que migraram para o digital cresceu 208% na pandemia.

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Se a segurança do Pix está garantida, todos os lados ganham

Apostar no pagamento instantâneo dentro dos e-commerces proporciona aos varejistas operações simples e ágeis, assim como é o próprio Pix. Muito popular após quase um ano em vigor, o meio de pagamento já caminha para ser o favorito entre os brasileiros. Até o momento, o Pix está atrás apenas do dinheiro físico e as pesquisas indicam que em um futuro próximo a realidade não será mais essa. O pagamento instantâneo e os pagamentos digitais tendem a ter liderança quando o assunto é a forma com que as pessoas irão lidar com as suas finanças.

Se a tecnologia influencia diretamente o comportamento dos consumidores no período que antecede as compras, o mesmo acontece durante a aquisição, de fato, dos produtos. A propaganda existente nas diferentes redes sociais influencia os clientes na jornada de compras. De outro lado, os meios de pagamento digitais ficam com uma outra missão: unir a mercadoria ao cliente de uma forma mais rápida. E se a pauta for agilidade, o Pix sem dúvidas é convidado indispensável para a conversa.

Dentro dos varejos online e físico, a aceitação do pagamento instantâneo quase dobrou no segundo trimestre (e isso ocorre porque a modalidade atende às principais dores dos varejistas). A pesquisa feita pela consultoria GMattos revela ainda que no caso do e-commerce especificamente, o uso do Pix mais que dobrou, apresentando um grande salto. No início do ano de 2021, a modalidade fazia parte do varejo online de 16,9% dos lojistas e agora, no final do trimestre, o número está na marca dos 40,7%.

O trabalho em cima da segurança do Pix

O Pix tem feito cada vez mais sentido dentro dos e-commerces. Neste caso, os motivos vão desde os benefícios para as operações internas até os ganhos para os próprios consumidores. Por isso, trabalhar para que os problemas de engenharia social que embaraçam os caminhos do Pix sejam solucionados é importantíssimo. É o que tem feito o Banco Central. Em função das fraudes e golpes por parte dos criminosos que utilizam o Pix para enganar os usuários que pagam com essa modalidade, o BC anunciou novas regras. Mas antes de comentar sobre elas, é válido trazer para a discussão que este tipo de problema existia antes do Pix, nas situações em que criminosos aplicam os mesmos golpes através de outros meios de pagamento.

Ainda sem previsão para começar a funcionar, as medidas apresentadas englobam, por exemplo, um novo limite para as transações no período das 20h até 6h. Quando a regra entrar em vigor, o valor máximo das transferências será de R$1.000. Para o e-commerce, isso significa compras em um um valor mais baixo. No entanto, esse tópico abre uma exceção. O usuário do Pix poderá cadastrar no sistema as contas das quais serão permitidas receber de Pix acima desse valor no mesmo período citado, ou seja, de acordo com as suas necessidades.

Nessa mesma direção, as demais regras discutem, sobretudo, a transparência das informações por parte das empresas e do Banco Central, a fim de evitar os problemas de engenharia social.

Pix: oportunidade de aumento das vendas

Em linhas gerais, um lembrete importante ao discutir todas essas mudanças é de que o Banco Central é uma instituição de confiança. Afinal, isso é claro ao analisar o histórico da instituição ao longo dos anos, mesmo antes do surgimento do pagamento instantâneo. Com o lançamento da tecnologia do Pix, isso se manteve no mesmo nível ou até maior. A parte técnica do pagamento instantâneo é altamente qualificada. Ela conta, inclusive, com uma agenda evolutiva, introduzindo diversas novas funcionalidades com o passar dos meses. Mas, além disso, destaca-se a segurança do ecossistema: a existência de criptografia, autenticação de dois fatores etc.

No varejo online, ele é uma excelente oportunidade, aumentando vendas, tornando tudo mais simples e entre outros benefícios. Para se ter uma noção, nas datas comemorativas que são estratégicas para o comércio, o uso do Pix disparou, mostrando para o que veio e revelando ainda que há um novo comportamento de consumo. Métodos intuitivos, modernos e democráticos são a preferência! Por isso, a necessidade de se moldar aos contextos que surgem.

O universo dos meios de pagamentos está indo de encontro todos os dias à tecnologia e está cada vez mais preparado. Mas, antes disso, ter segurança durante as operações é crucial, mesmo que isso custe um pouco. Por isso, uma pausa para essas medidas é um ganho para todos os lados. O erro não é técnico ou de falta de modernização da modalidade de pagamento. Ele é, sim, um problema que já possui um histórico. Dessa forma, se o conjunto de regras do BC fortalece a segurança e combate esse problema, pode-se dizer que ele é vantajoso de ponta a ponta: para quem paga, e para quem recebe com o Pix.

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Apostar no pagamento instantâneo dentro dos e-commerces proporciona aos varejistas operações simples e ágeis, assim como é o próprio Pix. Muito popular após quase um ano em vigor, o meio de pagamento já caminha para ser o favorito entre os brasileiros. Até o momento, o Pix está atrás apenas do dinheiro físico e as pesquisas indicam que em um futuro próximo a realidade não será mais essa. O pagamento instantâneo e os pagamentos digitais tendem a ter liderança quando o assunto é a forma com que as pessoas irão lidar com as suas finanças.

Se a tecnologia influencia diretamente o comportamento dos consumidores no período que antecede as compras, o mesmo acontece durante a aquisição, de fato, dos produtos. A propaganda existente nas diferentes redes sociais influencia os clientes na jornada de compras. De outro lado, os meios de pagamento digitais ficam com uma outra missão: unir a mercadoria ao cliente de uma forma mais rápida. E se a pauta for agilidade, o Pix sem dúvidas é convidado indispensável para a conversa.

Dentro dos varejos online e físico, a aceitação do pagamento instantâneo quase dobrou no segundo trimestre (e isso ocorre porque a modalidade atende às principais dores dos varejistas). A pesquisa feita pela consultoria GMattos revela ainda que no caso do e-commerce especificamente, o uso do Pix mais que dobrou, apresentando um grande salto. No início do ano de 2021, a modalidade fazia parte do varejo online de 16,9% dos lojistas e agora, no final do trimestre, o número está na marca dos 40,7%.

O trabalho em cima da segurança do Pix

O Pix tem feito cada vez mais sentido dentro dos e-commerces. Neste caso, os motivos vão desde os benefícios para as operações internas até os ganhos para os próprios consumidores. Por isso, trabalhar para que os problemas de engenharia social que embaraçam os caminhos do Pix sejam solucionados é importantíssimo. É o que tem feito o Banco Central. Em função das fraudes e golpes por parte dos criminosos que utilizam o Pix para enganar os usuários que pagam com essa modalidade, o BC anunciou novas regras. Mas antes de comentar sobre elas, é válido trazer para a discussão que este tipo de problema existia antes do Pix, nas situações em que criminosos aplicam os mesmos golpes através de outros meios de pagamento.

Ainda sem previsão para começar a funcionar, as medidas apresentadas englobam, por exemplo, um novo limite para as transações no período das 20h até 6h. Quando a regra entrar em vigor, o valor máximo das transferências será de R$1.000. Para o e-commerce, isso significa compras em um um valor mais baixo. No entanto, esse tópico abre uma exceção. O usuário do Pix poderá cadastrar no sistema as contas das quais serão permitidas receber de Pix acima desse valor no mesmo período citado, ou seja, de acordo com as suas necessidades.

Nessa mesma direção, as demais regras discutem, sobretudo, a transparência das informações por parte das empresas e do Banco Central, a fim de evitar os problemas de engenharia social.

Pix: oportunidade de aumento das vendas

Em linhas gerais, um lembrete importante ao discutir todas essas mudanças é de que o Banco Central é uma instituição de confiança. Afinal, isso é claro ao analisar o histórico da instituição ao longo dos anos, mesmo antes do surgimento do pagamento instantâneo. Com o lançamento da tecnologia do Pix, isso se manteve no mesmo nível ou até maior. A parte técnica do pagamento instantâneo é altamente qualificada. Ela conta, inclusive, com uma agenda evolutiva, introduzindo diversas novas funcionalidades com o passar dos meses. Mas, além disso, destaca-se a segurança do ecossistema: a existência de criptografia, autenticação de dois fatores etc.

No varejo online, ele é uma excelente oportunidade, aumentando vendas, tornando tudo mais simples e entre outros benefícios. Para se ter uma noção, nas datas comemorativas que são estratégicas para o comércio, o uso do Pix disparou, mostrando para o que veio e revelando ainda que há um novo comportamento de consumo. Métodos intuitivos, modernos e democráticos são a preferência! Por isso, a necessidade de se moldar aos contextos que surgem.

O universo dos meios de pagamentos está indo de encontro todos os dias à tecnologia e está cada vez mais preparado. Mas, antes disso, ter segurança durante as operações é crucial, mesmo que isso custe um pouco. Por isso, uma pausa para essas medidas é um ganho para todos os lados. O erro não é técnico ou de falta de modernização da modalidade de pagamento. Ele é, sim, um problema que já possui um histórico. Dessa forma, se o conjunto de regras do BC fortalece a segurança e combate esse problema, pode-se dizer que ele é vantajoso de ponta a ponta: para quem paga, e para quem recebe com o Pix.

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Estratégias de como cobrar frete fixo no seu e-commerce

De acordo com a 44ª pesquisa Webshoppers Ebit|Nielsen, o faturamento do e-commerce brasileiro registrou alta de 31% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. Só o número total de pedidos registrou crescimento de 7%, chegando ao patamar de 100 milhões de compras online realizadas. Os seis primeiros meses do ano acumularam R$53 bilhões em vendas, maior montante já registrado!

A pesquisa Webshoppers apontou ainda que 6,2 milhões de novos consumidores passaram a comprar online nos seis primeiros meses do ano. Isso mostra que o comércio eletrônico brasileiro segue expandindo-se e atraindo tanto clientes quanto novos lojistas.

Como se destacar nesse mercado cada vez mais dinâmico? Além de fatores como o preço dos produtos, qualidade do atendimento e ações de marketing, o frete também pode ser usado como uma ferramenta de atração de clientes.

Se na maioria dos nichos de mercado o preço dos produtos tende a não variar muito, outras facilidades oferecidas pela loja virtual acabam tendo maior peso na decisão do cliente. Estratégias como estabelecer um preço fixo para a entrega tendem a chamar bastante a atenção, especialmente porque o consumidor consegue saber exatamente quanto vai pagar no frete antes mesmo de finalizar a compra.

Mas como cobrar frete fixo? Como chegar a um valor que seja atrativo para os clientes e que, ao mesmo tempo, não traga prejuízos ao empreendedor? A seguir traremos algumas dicas que poderão nortear o lojista nessa busca por respostas.

O que levar em consideração ao cobrar frete fixo do cliente?

Para entender como cobrar frete fixo precisamos antes analisar as variáveis que estão envolvidas nessa estratégia. Antes de viabilizá-la, o lojista deve considerar os seguintes fatores:

volume de vendas da loja virtual
volume de vendas dos produtos (caso a estratégia seja aplicada apenas a um ou alguns produtos)
ticket médio
peso do produto
medidas (altura, largura e comprimento)
regiões de entrega

É um trabalho de levantamento de dados. Não há como elaborar uma estratégia de frete fixo eficiente sem saber pelo menos essas informações sobre seu negócio. A maioria dos dados acima pode ser facilmente encontrada, mas o lojista talvez não saiba como calcular o ticket médio da sua loja virtual.

Calculando o ticket médio do seu e-commerce

A conta para se chegar ao ticket médio é bastante simples. Basta pegar os dados sobre o faturamento total da sua loja virtual no período apurado (mês, trimestre, semestre, etc) e dividir pelo número de vendas feitas. A fórmula é essa:

Ticket médio = Faturamento ÷ Número de Vendas

Descobrir o ticket médio é uma informação importante para determinar estratégias de frete, mas não só por isso. Com esse dado, o lojista consegue traçar ações em outros campos (como o marketing ou o preço dos produtos) visando, por exemplo, aumentar o ticket médio da sua loja virtual para um patamar mais seguro.

Como cobrar frete fixo do cliente?

Agora que você já sabe quais fatores precisam ser analisados antes de se cobrar frete fixo do cliente, chegou a hora de executar a estratégia em si.

É possível cobrar frete fixo de diversas maneiras. As mais comuns estão explicadas a seguir.

Cobrar frete fixo por região

Para cobrar frete fixo, o lojista precisa saber quanto, em média, custa o envio de seus produtos. Fazer essa análise por região acaba sendo mais fácil e é por isso que muitas lojas virtuais cobram diferentes preços de frete fixo a depender da região do país.

Outra dica é estipular frete fixo para produtos com peso e dimensões parecidas, pois fica mais fácil calcular a média das entregas para determinada região. Se no catálogo de itens da loja há muitos itens leves e apenas um ou outro pesado, é importante avaliar se esses poucos itens mais pesados não estão distorcendo a média do preço de envio dos itens mais leves.

Por isso é importante fazer aquele levantamento que dissemos acima e descobrir quais são os produtos que mais têm saída em sua loja virtual. Se produtos pesados e grandes (que custam mais caro para enviar) têm pouca saída, nem vale a pena incluí-los no cálculo da média do custo de envio dos produtos da sua loja virtual, pois isso poderia fazer esse preço médio disparar e inviabilizar a estratégia de frete fixo.

Vale lembrar que o Brasil é um país continental e que, pelo menos para pequenos e médios negócios, estipular um valor fixo de frete que se aplique a todo o território nacional pode não ser uma tarefa economicamente viável. Caso não se sinta seguro para dar um passo tão grande logo no início, comece cobrando frete fixo apenas para o estado ou região onde seu e-commerce está localizado.

Frete fixo a partir de determinado valor de compra

Caso queira aplicar o mesmo custo de frete para clientes de todo o Brasil, o lojista precisará encontrar um valor que viabilize isso. Um ponto de partida é usar a fórmula dada acima e descobrir qual é o ticket médio de seu negócio.

Isso não significa que clientes que compram o equivalente ao valor do ticket médio terão gasto o suficiente para fazer a estratégia de frete fixo ser economicamente viável. Mas esse dado é um ponto de partida importante para se chegar a um valor que faça sentido para o cliente e para o lojista.

Importante: para que a estratégia de frete fixo seja realmente um diferencial competitivo, o cliente precisa perceber que o custo do envio realmente é vantajoso. De nada adianta oferecer um preço tabelado de entrega se ele for mais caro do que o frete calculado pelo cliente em outras lojas. E acredite, o cliente sempre sabe quando está saindo em desvantagem.

Por isso, pode ser que o lojista precise diminuir sua margem de lucro para absorver parte dos custos necessários para a implementação de um frete fixo realmente vantajoso. Tudo isso em prol de atrair mais clientes e aumentar as vendas.

Muitas vezes, o lojista descobre um valor de frete fixo atraente após tentativa e erro. É por isso que é aconselhável testar essa estratégia fora de datas comerciais importantes e minimizar os riscos ao negócio.

Frete fixo por tempo limitado

O gatilho da urgência costuma funcionar bastante no e-commerce. Quando uma promoção ou uma vantagem tem data certa para acabar, o consumidor tende a se sentir mais motivado a comprar. Estratégias de frete fixo e frete grátis seguem essa mesma lógica.

Criar uma campanha que ofereça frete fixo por tempo limitado pode ser uma boa oportunidade para o lojista atrair clientes e ao mesmo tempo testar a viabilidade econômica da ação. Caso nunca tenha feito isso antes, talvez seja prudente começar com uma campanha fora de uma data comercial muito importante, para evitar maiores prejuízos.

Dessa maneira, o empreendedor poderá avaliar o sucesso da campanha e o que precisa ser melhorado, ficando mais preparado para executar a estratégia novamente em uma data mais importante (como a Black Friday 2021, por exemplo).

O frete como estratégia de vendas

De acordo com a Econsultancy, 55% dos abandonos de carrinho no e-commerce brasileiro acontecem por causa do custo do envio. É por isso que cobrar frete do cliente é algo que requer atenção. Uma estratégia bem executada pode determinar a finalização da compra.

Oferecer frete fixo ou frete grátis atrai consumidores. Mas, mesmo que sejam ações pontuais, o lojista ainda precisa se preocupar com o abandono de carrinho motivado pelo frete no resto do ano? Como amenizar esse problema mesmo sem oferecer gratuidade na entrega?

A primeira coisa que o empreendedor deve prestar atenção é na variedade de fretes que está oferecendo. Alguns clientes optam pelo envio mais barato, enquanto outros preferem uma entrega expressa que priorize o prazo curto. Portanto, ofereça essas duas modalidades ao cobrar frete.

Outra questão importante é não ficar preso a apenas uma transportadora. Além de representar um risco para a logística de sua loja virtual, essa prática ainda pode privar o empreendedor de obter preços mais vantajosos.

Para aliar variedade de opções de frete e entregas com diversas transportadoras, há plataformas gratuitas de cotação e contratação de fretes no mercado. Usando soluções como essas, o lojista consegue tanto oferecer custos de envio mais baratos, quanto pagar menos quando for calcular a viabilidade de cobrar frete fixo dos clientes.

Seja lá qual for o tipo de estratégia de frete que o lojista opte por implantar, é importante que ele esteja sempre atento aos resultados da ação. Avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado é tão importante quanto o volume de vendas e clientes que a estratégia trará. Dessa maneira, as próximas campanhas de frete tendem a ser cada vez mais assertivas, trazendo vantagens tanto para o empreendedor quanto para os clientes.

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De acordo com a 44ª pesquisa Webshoppers Ebit|Nielsen, o faturamento do e-commerce brasileiro registrou alta de 31% no primeiro semestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. Só o número total de pedidos registrou crescimento de 7%, chegando ao patamar de 100 milhões de compras online realizadas. Os seis primeiros meses do ano acumularam R$53 bilhões em vendas, maior montante já registrado!

A pesquisa Webshoppers apontou ainda que 6,2 milhões de novos consumidores passaram a comprar online nos seis primeiros meses do ano. Isso mostra que o comércio eletrônico brasileiro segue expandindo-se e atraindo tanto clientes quanto novos lojistas.

Como se destacar nesse mercado cada vez mais dinâmico? Além de fatores como o preço dos produtos, qualidade do atendimento e ações de marketing, o frete também pode ser usado como uma ferramenta de atração de clientes.

Se na maioria dos nichos de mercado o preço dos produtos tende a não variar muito, outras facilidades oferecidas pela loja virtual acabam tendo maior peso na decisão do cliente. Estratégias como estabelecer um preço fixo para a entrega tendem a chamar bastante a atenção, especialmente porque o consumidor consegue saber exatamente quanto vai pagar no frete antes mesmo de finalizar a compra.

Mas como cobrar frete fixo? Como chegar a um valor que seja atrativo para os clientes e que, ao mesmo tempo, não traga prejuízos ao empreendedor? A seguir traremos algumas dicas que poderão nortear o lojista nessa busca por respostas.

O que levar em consideração ao cobrar frete fixo do cliente?

Para entender como cobrar frete fixo precisamos antes analisar as variáveis que estão envolvidas nessa estratégia. Antes de viabilizá-la, o lojista deve considerar os seguintes fatores:

volume de vendas da loja virtual
volume de vendas dos produtos (caso a estratégia seja aplicada apenas a um ou alguns produtos)
ticket médio
peso do produto
medidas (altura, largura e comprimento)
regiões de entrega

É um trabalho de levantamento de dados. Não há como elaborar uma estratégia de frete fixo eficiente sem saber pelo menos essas informações sobre seu negócio. A maioria dos dados acima pode ser facilmente encontrada, mas o lojista talvez não saiba como calcular o ticket médio da sua loja virtual.

Calculando o ticket médio do seu e-commerce

A conta para se chegar ao ticket médio é bastante simples. Basta pegar os dados sobre o faturamento total da sua loja virtual no período apurado (mês, trimestre, semestre, etc) e dividir pelo número de vendas feitas. A fórmula é essa:

Ticket médio = Faturamento ÷ Número de Vendas

Descobrir o ticket médio é uma informação importante para determinar estratégias de frete, mas não só por isso. Com esse dado, o lojista consegue traçar ações em outros campos (como o marketing ou o preço dos produtos) visando, por exemplo, aumentar o ticket médio da sua loja virtual para um patamar mais seguro.

Como cobrar frete fixo do cliente?

Agora que você já sabe quais fatores precisam ser analisados antes de se cobrar frete fixo do cliente, chegou a hora de executar a estratégia em si.

É possível cobrar frete fixo de diversas maneiras. As mais comuns estão explicadas a seguir.

Cobrar frete fixo por região

Para cobrar frete fixo, o lojista precisa saber quanto, em média, custa o envio de seus produtos. Fazer essa análise por região acaba sendo mais fácil e é por isso que muitas lojas virtuais cobram diferentes preços de frete fixo a depender da região do país.

Outra dica é estipular frete fixo para produtos com peso e dimensões parecidas, pois fica mais fácil calcular a média das entregas para determinada região. Se no catálogo de itens da loja há muitos itens leves e apenas um ou outro pesado, é importante avaliar se esses poucos itens mais pesados não estão distorcendo a média do preço de envio dos itens mais leves.

Por isso é importante fazer aquele levantamento que dissemos acima e descobrir quais são os produtos que mais têm saída em sua loja virtual. Se produtos pesados e grandes (que custam mais caro para enviar) têm pouca saída, nem vale a pena incluí-los no cálculo da média do custo de envio dos produtos da sua loja virtual, pois isso poderia fazer esse preço médio disparar e inviabilizar a estratégia de frete fixo.

Vale lembrar que o Brasil é um país continental e que, pelo menos para pequenos e médios negócios, estipular um valor fixo de frete que se aplique a todo o território nacional pode não ser uma tarefa economicamente viável. Caso não se sinta seguro para dar um passo tão grande logo no início, comece cobrando frete fixo apenas para o estado ou região onde seu e-commerce está localizado.

Frete fixo a partir de determinado valor de compra

Caso queira aplicar o mesmo custo de frete para clientes de todo o Brasil, o lojista precisará encontrar um valor que viabilize isso. Um ponto de partida é usar a fórmula dada acima e descobrir qual é o ticket médio de seu negócio.

Isso não significa que clientes que compram o equivalente ao valor do ticket médio terão gasto o suficiente para fazer a estratégia de frete fixo ser economicamente viável. Mas esse dado é um ponto de partida importante para se chegar a um valor que faça sentido para o cliente e para o lojista.

Importante: para que a estratégia de frete fixo seja realmente um diferencial competitivo, o cliente precisa perceber que o custo do envio realmente é vantajoso. De nada adianta oferecer um preço tabelado de entrega se ele for mais caro do que o frete calculado pelo cliente em outras lojas. E acredite, o cliente sempre sabe quando está saindo em desvantagem.

Por isso, pode ser que o lojista precise diminuir sua margem de lucro para absorver parte dos custos necessários para a implementação de um frete fixo realmente vantajoso. Tudo isso em prol de atrair mais clientes e aumentar as vendas.

Muitas vezes, o lojista descobre um valor de frete fixo atraente após tentativa e erro. É por isso que é aconselhável testar essa estratégia fora de datas comerciais importantes e minimizar os riscos ao negócio.

Frete fixo por tempo limitado

O gatilho da urgência costuma funcionar bastante no e-commerce. Quando uma promoção ou uma vantagem tem data certa para acabar, o consumidor tende a se sentir mais motivado a comprar. Estratégias de frete fixo e frete grátis seguem essa mesma lógica.

Criar uma campanha que ofereça frete fixo por tempo limitado pode ser uma boa oportunidade para o lojista atrair clientes e ao mesmo tempo testar a viabilidade econômica da ação. Caso nunca tenha feito isso antes, talvez seja prudente começar com uma campanha fora de uma data comercial muito importante, para evitar maiores prejuízos.

Dessa maneira, o empreendedor poderá avaliar o sucesso da campanha e o que precisa ser melhorado, ficando mais preparado para executar a estratégia novamente em uma data mais importante (como a Black Friday 2021, por exemplo).

O frete como estratégia de vendas

De acordo com a Econsultancy, 55% dos abandonos de carrinho no e-commerce brasileiro acontecem por causa do custo do envio. É por isso que cobrar frete do cliente é algo que requer atenção. Uma estratégia bem executada pode determinar a finalização da compra.

Oferecer frete fixo ou frete grátis atrai consumidores. Mas, mesmo que sejam ações pontuais, o lojista ainda precisa se preocupar com o abandono de carrinho motivado pelo frete no resto do ano? Como amenizar esse problema mesmo sem oferecer gratuidade na entrega?

A primeira coisa que o empreendedor deve prestar atenção é na variedade de fretes que está oferecendo. Alguns clientes optam pelo envio mais barato, enquanto outros preferem uma entrega expressa que priorize o prazo curto. Portanto, ofereça essas duas modalidades ao cobrar frete.

Outra questão importante é não ficar preso a apenas uma transportadora. Além de representar um risco para a logística de sua loja virtual, essa prática ainda pode privar o empreendedor de obter preços mais vantajosos.

Para aliar variedade de opções de frete e entregas com diversas transportadoras, há plataformas gratuitas de cotação e contratação de fretes no mercado. Usando soluções como essas, o lojista consegue tanto oferecer custos de envio mais baratos, quanto pagar menos quando for calcular a viabilidade de cobrar frete fixo dos clientes.

Seja lá qual for o tipo de estratégia de frete que o lojista opte por implantar, é importante que ele esteja sempre atento aos resultados da ação. Avaliar o que deu certo e o que precisa ser melhorado é tão importante quanto o volume de vendas e clientes que a estratégia trará. Dessa maneira, as próximas campanhas de frete tendem a ser cada vez mais assertivas, trazendo vantagens tanto para o empreendedor quanto para os clientes.

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José Gasque da Intelipost fala sobre os desafios do last mile nas entregas de alimentos

À convite do E-Commerce Brasil, o Head of Sales da Intelipost, José Gasque, palestrou, nesta quinta-feira (07), sobre os principais desafios do last mile nas entregas de alimentos no Brasil e deu dicas de como implantar e gerir esse tipo de operação. A palestra faz parte do Grocery & Drinks, congresso de e-commerce.

Para contextualizar o assunto, Gasque apresentou um estudo que traz dados sobre urbanização, o que impacta diretamente nas entregas impactando nos custos operacionais; custormers, em 2001, mais de 2 bilhões de pessoas já compravam online; crescimento no consumo de produtos no e-grocery; na oferta de delivery e na aplicação da tecnologia nas operações.

Mudança de comportamento do consumidor no grocery store no pós-Covid também foi um ponto abordado, por meio de outro estudo. Nesse sentido, Gasque abordou a redução do consumo em restaurantes, aumento no delivery de alimentos prontos e na demanda de alimentos semi-prontos.

Para ele, basicamente quatro pontos impactam no last mile: planejamento logístico, do armazenamento à entrega; transporte com rapidez, mantendo a segurança e os padrões de exigências de condução de cada produto; visibilidade da operação em tempo real, afinal, o cliente quer acompanhar o trajeto do produto, passo a passo e provimento de experiência.

“O last mile hoje tende a ser a ponta mais cara da entrega, justamente por essa experiência que o cliente quer ter. O cliente espera rapidez, gratuidade, rastreio do pedido em tempo real, diversidade de opções e políticas de trocas e devoluções”, analisa.

Mas, como garantir precisão no cenário logístico brasileiro? “Conseguir isso é um grande desafio e a gente precisa olhar tudo o que há disponível no mercado em termos de tendências. A gente percebe hoje pelas grandes cidades, muitos locais que servem para fazer a distribuição de produtos”, reforça.

Para finalizar, Gasque citou algumas aptidões do segmento de logística, a primeira delas é o fato de as lojas físicas terem se transformado em centros de distribuição. “Todo varejista já se transformou em marketplace e entrega produtos de diversos perfis, a gente precisa adaptar esses modais para sermos capazes realizar entregas com eficiência”, avalia.

O aumento do serviço de entrega express é outra aposta, já que o usuário final quer cada vez mais isso, em qualquer segmento, aponta o especialista.

E a exigência de um nível de serviço ousado, por isso, é preciso entregar o produto certo, à pessoa certa, no local certo e na hora certa.

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

Leia também: Rappi Turbo e Zé Delivery: as mudanças na experiência dos superapps no grocery.

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À convite do E-Commerce Brasil, o Head of Sales da Intelipost, José Gasque, palestrou, nesta quinta-feira (07), sobre os principais desafios do last mile nas entregas de alimentos no Brasil e deu dicas de como implantar e gerir esse tipo de operação. A palestra faz parte do Grocery & Drinks, congresso de e-commerce.

Para contextualizar o assunto, Gasque apresentou um estudo que traz dados sobre urbanização, o que impacta diretamente nas entregas impactando nos custos operacionais; custormers, em 2001, mais de 2 bilhões de pessoas já compravam online; crescimento no consumo de produtos no e-grocery; na oferta de delivery e na aplicação da tecnologia nas operações.

Mudança de comportamento do consumidor no grocery store no pós-Covid também foi um ponto abordado, por meio de outro estudo. Nesse sentido, Gasque abordou a redução do consumo em restaurantes, aumento no delivery de alimentos prontos e na demanda de alimentos semi-prontos.

Para ele, basicamente quatro pontos impactam no last mile: planejamento logístico, do armazenamento à entrega; transporte com rapidez, mantendo a segurança e os padrões de exigências de condução de cada produto; visibilidade da operação em tempo real, afinal, o cliente quer acompanhar o trajeto do produto, passo a passo e provimento de experiência.

“O last mile hoje tende a ser a ponta mais cara da entrega, justamente por essa experiência que o cliente quer ter. O cliente espera rapidez, gratuidade, rastreio do pedido em tempo real, diversidade de opções e políticas de trocas e devoluções”, analisa.

Mas, como garantir precisão no cenário logístico brasileiro? “Conseguir isso é um grande desafio e a gente precisa olhar tudo o que há disponível no mercado em termos de tendências. A gente percebe hoje pelas grandes cidades, muitos locais que servem para fazer a distribuição de produtos”, reforça.

Para finalizar, Gasque citou algumas aptidões do segmento de logística, a primeira delas é o fato de as lojas físicas terem se transformado em centros de distribuição. “Todo varejista já se transformou em marketplace e entrega produtos de diversos perfis, a gente precisa adaptar esses modais para sermos capazes realizar entregas com eficiência”, avalia.

O aumento do serviço de entrega express é outra aposta, já que o usuário final quer cada vez mais isso, em qualquer segmento, aponta o especialista.

E a exigência de um nível de serviço ousado, por isso, é preciso entregar o produto certo, à pessoa certa, no local certo e na hora certa.

Por Tatiana Moura, em cobertura especial para o Congresso Grocery & Drinks

Leia também: Rappi Turbo e Zé Delivery: as mudanças na experiência dos superapps no grocery.

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A tolerância ao erro precisa fazer parte da transformação digital

Na corrida pelo melhor atendimento ao cliente, todos querem mais rapidez, inovação e eficiência. Os profissionais são incentivados a buscar mais qualificação, a ter ideias fora da caixa e buscar reinvenção constante. Saber seguir uma receita já não basta para promover soluções disruptivas. As empresas querem colaboradores que criem suas próprias fórmulas; entretanto, quando esses erram nas primeiras tentativas, a compreensão dos gestores dá lugar a uma caça às bruxas.

Qualquer pessoa que já tenha cozinhado sabe que não dá para modificar uma receita sem testar. Atire a primeira pedra aquele que nunca solou um bolo ao trocar um dos ingredientes. No campo da tecnologia não é diferente. Para criar um sistema que possa de fato se tornar uma solução para o cliente, os profissionais vão errar muitas vezes. Por isso, o tempo dedicado ao desenvolvimento não pode ser entendido como perdido nem os recursos empregados devem ser vistos como dinheiro jogado fora. Ambos são investimentos em uma etapa da criação, parte de uma jornada muito maior que é o aprendizado. A caminhada é diária. Um passo em falso não tira ninguém da direção.

O problema é que a lógica punitiva ainda é muito forte dentro das empresas. Se as falhas ocorridas durante os processos de inovação forem passíveis de punição, ninguém vai querer desenvolver uma ideia nova. Advertir um colaborador que errou ao experimentar uma solução diferente é inibir o surgimento de novos talentos e sepultar qualquer faísca de criatividade das equipes.

Métrica positiva

Uma maneira de retirar o estigma do erro é tratá-lo com métrica positiva. Algumas empresas convocaram os seus funcionários para “elegerem” os maiores erros da empresa (Lições aprendidas), com o intuito de reconhecerem estes profissionais com um “vale coragem”. Ou seja, antes do acerto é preciso experimentar, testar e errar. A ideia não é expor o funcionário, mas oferecer uma oportunidade de todas as equipes aprenderem com as falhas. Os prêmios e reconhecimentos são simbólicos. O objetivo é mostrar que vale a pena inventar e que o erro faz parte de qualquer processo de inovação.

Já presenciei muitas pessoas resistirem ao fracasso, rejeitá-lo e tentar evitá-lo, porque, a despeito do que dizemos, erros são embaraçosos. Há uma reação imediata ao fracasso: ele machuca e dói. Precisamos pensar e atuar no erro de uma forma diferente. Não sou o primeiro a dizer que uma abordagem da maneira certa pode ser uma oportunidade de crescimento. Erros não são ruins, são uma consequência inevitável se você pretende fazer algo novo. Devem ser considerados valiosos; sem eles, não haveria originalidade. Por isso, a aceitação do fracasso é importante em nosso aprendizado. Mas só isso não basta, porque o fracasso é doloroso e nossos sentimentos a respeito da dor tendem a impedir a compreensão do seu valor.

Para separar as partes boas e más do fracasso, é preciso reconhecer a realidade da dor e os benefícios do crescimento resultante. Em sua grande parte, as pessoas não querem falhar, mas fracassar é como aprender a andar de bicicleta. Não é possível fazê-lo sem cometer erros, sem cair algumas vezes. Se você não experimenta o fracasso, está cometendo um erro bem maior. Afinal, está sendo guiado pelo desejo de evitá-lo. Como diz Ed Catmull: “A aversão excessiva a riscos faz com que muitas empresas parem de inovar e rejeitem novas ideias, que é o primeiro passo para a irrelevância”. Em uma cultura na qual o fracasso é baseado no medo, as pessoas, conscientemente ou não, evitam os riscos. O método de tentativa e erro tem o valor reconhecido pela ciência.

A importância dos “erros honestos”

Existe uma frase do Jim Gates maravilhosa que é: “A maioria do que a gente está fazendo está errado, e essa é a natureza da inovação”. Se fizermos exatamente o que todo mundo fez, a gente vai chegar onde todo mundo chegou, é óbvio”. Acredito que quando falamos em “erros honestos” eles são “bem-vindos”, erros cometidos com a intenção de acertar e fazer descobertas. Embora possam provocar adversidades a princípio, são primordiais para a evolução de uma equipe, pois a natureza de evoluir e buscar novas soluções é de acordo com a capacidade que temos de entender que o “erro” deve ser medido como uma métrica de “sucesso” e não de insucesso.

A transformação digital do atendimento ao cliente passa, primeiramente, pela transformação da maneira como as empresas lidam com as falhas. Se errar é humano, a expectativa de obter 100% de acerto nos projetos de inovação é algo irreal. Não existe transformação digital sem tolerância ao erro. Os equívocos devem ser acolhidos sem julgamento. Eles são parte de um aprendizado, de um processo que, quando bem conduzido, tem todas as chances de chegar a uma solução viável comercialmente. Sem apoiar aqueles que erram e acertam, as empresas não serão capazes de inovar. E sem inovação, ficará mais difícil cumprir metas e crescer em um mercado tão competitivo. A empresa que estiver disposta a errar vai transformar não só seus processos digitais, mas toda a sua cultura de inovação.

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Na corrida pelo melhor atendimento ao cliente, todos querem mais rapidez, inovação e eficiência. Os profissionais são incentivados a buscar mais qualificação, a ter ideias fora da caixa e buscar reinvenção constante. Saber seguir uma receita já não basta para promover soluções disruptivas. As empresas querem colaboradores que criem suas próprias fórmulas; entretanto, quando esses erram nas primeiras tentativas, a compreensão dos gestores dá lugar a uma caça às bruxas.

Qualquer pessoa que já tenha cozinhado sabe que não dá para modificar uma receita sem testar. Atire a primeira pedra aquele que nunca solou um bolo ao trocar um dos ingredientes. No campo da tecnologia não é diferente. Para criar um sistema que possa de fato se tornar uma solução para o cliente, os profissionais vão errar muitas vezes. Por isso, o tempo dedicado ao desenvolvimento não pode ser entendido como perdido nem os recursos empregados devem ser vistos como dinheiro jogado fora. Ambos são investimentos em uma etapa da criação, parte de uma jornada muito maior que é o aprendizado. A caminhada é diária. Um passo em falso não tira ninguém da direção.

O problema é que a lógica punitiva ainda é muito forte dentro das empresas. Se as falhas ocorridas durante os processos de inovação forem passíveis de punição, ninguém vai querer desenvolver uma ideia nova. Advertir um colaborador que errou ao experimentar uma solução diferente é inibir o surgimento de novos talentos e sepultar qualquer faísca de criatividade das equipes.

Métrica positiva

Uma maneira de retirar o estigma do erro é tratá-lo com métrica positiva. Algumas empresas convocaram os seus funcionários para “elegerem” os maiores erros da empresa (Lições aprendidas), com o intuito de reconhecerem estes profissionais com um “vale coragem”. Ou seja, antes do acerto é preciso experimentar, testar e errar. A ideia não é expor o funcionário, mas oferecer uma oportunidade de todas as equipes aprenderem com as falhas. Os prêmios e reconhecimentos são simbólicos. O objetivo é mostrar que vale a pena inventar e que o erro faz parte de qualquer processo de inovação.

Já presenciei muitas pessoas resistirem ao fracasso, rejeitá-lo e tentar evitá-lo, porque, a despeito do que dizemos, erros são embaraçosos. Há uma reação imediata ao fracasso: ele machuca e dói. Precisamos pensar e atuar no erro de uma forma diferente. Não sou o primeiro a dizer que uma abordagem da maneira certa pode ser uma oportunidade de crescimento. Erros não são ruins, são uma consequência inevitável se você pretende fazer algo novo. Devem ser considerados valiosos; sem eles, não haveria originalidade. Por isso, a aceitação do fracasso é importante em nosso aprendizado. Mas só isso não basta, porque o fracasso é doloroso e nossos sentimentos a respeito da dor tendem a impedir a compreensão do seu valor.

Para separar as partes boas e más do fracasso, é preciso reconhecer a realidade da dor e os benefícios do crescimento resultante. Em sua grande parte, as pessoas não querem falhar, mas fracassar é como aprender a andar de bicicleta. Não é possível fazê-lo sem cometer erros, sem cair algumas vezes. Se você não experimenta o fracasso, está cometendo um erro bem maior. Afinal, está sendo guiado pelo desejo de evitá-lo. Como diz Ed Catmull: “A aversão excessiva a riscos faz com que muitas empresas parem de inovar e rejeitem novas ideias, que é o primeiro passo para a irrelevância”. Em uma cultura na qual o fracasso é baseado no medo, as pessoas, conscientemente ou não, evitam os riscos. O método de tentativa e erro tem o valor reconhecido pela ciência.

A importância dos “erros honestos”

Existe uma frase do Jim Gates maravilhosa que é: “A maioria do que a gente está fazendo está errado, e essa é a natureza da inovação”. Se fizermos exatamente o que todo mundo fez, a gente vai chegar onde todo mundo chegou, é óbvio”. Acredito que quando falamos em “erros honestos” eles são “bem-vindos”, erros cometidos com a intenção de acertar e fazer descobertas. Embora possam provocar adversidades a princípio, são primordiais para a evolução de uma equipe, pois a natureza de evoluir e buscar novas soluções é de acordo com a capacidade que temos de entender que o “erro” deve ser medido como uma métrica de “sucesso” e não de insucesso.

A transformação digital do atendimento ao cliente passa, primeiramente, pela transformação da maneira como as empresas lidam com as falhas. Se errar é humano, a expectativa de obter 100% de acerto nos projetos de inovação é algo irreal. Não existe transformação digital sem tolerância ao erro. Os equívocos devem ser acolhidos sem julgamento. Eles são parte de um aprendizado, de um processo que, quando bem conduzido, tem todas as chances de chegar a uma solução viável comercialmente. Sem apoiar aqueles que erram e acertam, as empresas não serão capazes de inovar. E sem inovação, ficará mais difícil cumprir metas e crescer em um mercado tão competitivo. A empresa que estiver disposta a errar vai transformar não só seus processos digitais, mas toda a sua cultura de inovação.

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Relação entre franqueadora e franqueados: como manter a padronização e acabar com os problemas de logística

Imagine uma franquia de cosméticos que tem 10 lojas em estados diferentes. A franqueadora precisa entregar um lançamento específico simultaneamente para todas as franqueadas. “Essa missão pode ser cumprida com sucesso ou esbarrar em diferentes problemas que acarretam atrasos ou extravios, tudo depende da inteligência logística adotada pela rede”, explica Fábio Garcia, CEO da Mais Envios, startup especializada em logística.

A essência das franquias é a padronização: todos os Pontos de Venda (PDVs) de uma mesma marca devem oferecer os mesmos produtos, independentemente da localização da loja. Por isso, ter uma gestão logística consistente, preparada para resolver os percalços e restabelecer o fluxo de entregas é essencial.

Entre estes percalços dois problemas se destacam no que diz respeito às franquias: a falta de uma visão logística integrada por parte do franqueador nas questões operacionais e a ausência de um sistema de informação estruturado e que permita compartilhamento das informações entre a marca e os franqueados.

A gestão completa possibilita a movimentação dos produtos entre os fornecedores e as lojas. Neste caso o trabalho de inteligência logística especializado é uma excelente opção para deixar a operação simples e eficaz.

A inteligência logística também ajuda a resolver a segunda “dor” das franquias, que é a comunicação entre as diversas áreas internas do próprio franqueador, como entre os componentes da cadeia de abastecimento: franqueador, fornecedores, rede de lojas de franquias e multimarcas e transportadores.

“Dentro do nosso dashboard o franqueador consegue acompanhar todo o processo de entrega, checar quais produtos faltam em cada loja e remanejar as mercadorias sobressalentes em outros PDVs próximos, o que gera economia de tempo e reduz o custo de transporte”, ressalta Garcia

Entre os benefícios da contratação de uma gestão logística externa está a facilidade de compra e organização para as lojas franqueadas. Além disso, há a redução no tempo de recebimento de mercadorias na loja.

Mas e quando a franquia tem um e-commerce?

Quando o trabalho extrapola a logística interna de entrega de produtos e insumos para os franqueados e passa para a entrega dos produtos para o consumidor final, as redes precisam investir em outras ferramentas de gestão.

Neste caso, o Ship From Store (SFS) passa a ser fundamental. “As redes esbarram nos custos de implantação do SFS. Por isso oferecemos para estes franqueadores uma opção muito mais acessível”, ressalta Raphael Alexandre Santos, diretor da OmniEnvios, empresa do grupo Mais Envios.

O sistema SFS permite que os franqueadores integrem os estoques das lojas físicas e do e-commerce. Com isso é possível enviar o produto a partir da loja mais próxima do consumidor final, reduzindo o tempo de entrega em até três vezes, em alguns casos em até 24 horas. Sem falar que o custo do frete também é mais competitivo, chegando a uma redução de até 50% no valor final.

A logística inteligente, com o conceito omnichannel, deixou de ser uma tendência para virar uma necessidade de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo e as franquias podem se beneficiar muito com isso.

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O post Relação entre franqueadora e franqueados: como manter a padronização e acabar com os problemas de logística apareceu primeiro em E-Commerce Brasil.

Imagine uma franquia de cosméticos que tem 10 lojas em estados diferentes. A franqueadora precisa entregar um lançamento específico simultaneamente para todas as franqueadas. “Essa missão pode ser cumprida com sucesso ou esbarrar em diferentes problemas que acarretam atrasos ou extravios, tudo depende da inteligência logística adotada pela rede”, explica Fábio Garcia, CEO da Mais Envios, startup especializada em logística.

A essência das franquias é a padronização: todos os Pontos de Venda (PDVs) de uma mesma marca devem oferecer os mesmos produtos, independentemente da localização da loja. Por isso, ter uma gestão logística consistente, preparada para resolver os percalços e restabelecer o fluxo de entregas é essencial.

Entre estes percalços dois problemas se destacam no que diz respeito às franquias: a falta de uma visão logística integrada por parte do franqueador nas questões operacionais e a ausência de um sistema de informação estruturado e que permita compartilhamento das informações entre a marca e os franqueados.

A gestão completa possibilita a movimentação dos produtos entre os fornecedores e as lojas. Neste caso o trabalho de inteligência logística especializado é uma excelente opção para deixar a operação simples e eficaz.

A inteligência logística também ajuda a resolver a segunda “dor” das franquias, que é a comunicação entre as diversas áreas internas do próprio franqueador, como entre os componentes da cadeia de abastecimento: franqueador, fornecedores, rede de lojas de franquias e multimarcas e transportadores.

“Dentro do nosso dashboard o franqueador consegue acompanhar todo o processo de entrega, checar quais produtos faltam em cada loja e remanejar as mercadorias sobressalentes em outros PDVs próximos, o que gera economia de tempo e reduz o custo de transporte”, ressalta Garcia

Entre os benefícios da contratação de uma gestão logística externa está a facilidade de compra e organização para as lojas franqueadas. Além disso, há a redução no tempo de recebimento de mercadorias na loja.

Mas e quando a franquia tem um e-commerce?

Quando o trabalho extrapola a logística interna de entrega de produtos e insumos para os franqueados e passa para a entrega dos produtos para o consumidor final, as redes precisam investir em outras ferramentas de gestão.

Neste caso, o Ship From Store (SFS) passa a ser fundamental. “As redes esbarram nos custos de implantação do SFS. Por isso oferecemos para estes franqueadores uma opção muito mais acessível”, ressalta Raphael Alexandre Santos, diretor da OmniEnvios, empresa do grupo Mais Envios.

O sistema SFS permite que os franqueadores integrem os estoques das lojas físicas e do e-commerce. Com isso é possível enviar o produto a partir da loja mais próxima do consumidor final, reduzindo o tempo de entrega em até três vezes, em alguns casos em até 24 horas. Sem falar que o custo do frete também é mais competitivo, chegando a uma redução de até 50% no valor final.

A logística inteligente, com o conceito omnichannel, deixou de ser uma tendência para virar uma necessidade de sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo e as franquias podem se beneficiar muito com isso.

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